Daniel Dissertação 28Set VER
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O QUE SE VÊ NO CERRADO Por Agnaldo Farias
O QUE SE VÊ NO CERRADO por Agnaldo Farias Se é fato que um artista muda, que fique claro que ele muda em função de sua obra, por imposições dela, por caminhos que ela só concede ao ser construída, o que se faz frequentando materiais e instru- mentos, e é por eles que ela vai se abrindo em alternativas que o artista sequer imaginava de antemão, até porque, nesses casos, nunca se sabe exatamente o que se quer. Parafraseando Paul Klee, “o artista sabe tudo, mas só quando acaba”. Assim será mais acertado afirmar que o artista não muda por si só mas, sim, na construção de sua obra. Formulação que serve para dissipar de uma vez por todas esse grande mal en- tendido que consiste em supor que de um lado estamos nós e de outro o mundo e, mais do que isso, que pre- valecemos sobre ele. Convém não esquecer que o mundo, ponto de meu apoio em sentido amplo, é o que me move. Movo-me nele e por causa dele. E é por seu intermédio, no contato com a matéria variada, dando-me conta de suas idiossincrasias, aprendendo sua maneira de ser, que eu me faço. Como argumenta Joseph Brodsky, a biografia de um poeta “está em suas vogais e sibilantes, em sua métrica, em suas rimas e metáforas”( 1 ), raciocínio que, em se tratando de um músico, deve ser pensado na maneira com que ele lida com os timbres, alturas e durações, prevendo sua florescência nos instrumentos musicais, em seu controle do silêncio e em sua capacidade de articulá-lo com o som; no pintor traduz-se numa história pessoal que se monta já a partir da escolha do tamanho do papel ou da tela, do campo – não necessariamente branco -, retesado ou não em bastidores de madeira, de pé, fixado sobre o planos vertical da parede ou aberto sobre o chão como uma piscina aparentemente seca, inenfática somente para aqueles que não sabem ver, e que ele ousa desafiar armado de cores que podem vir em pó ou misturadas ao óleo, solvente, pincel, lápis, mão, sabe-se lá do que mais, dado que virtualmente infinitos os meios que se pode fazer uso com a intenção de fazer com que algo medre ali. -
Paulonascimentoverano.Pdf
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Comunicações e Artes Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação PAULO NASCIMENTO VERANO POR UMA POLÍTICA CULTURAL QUE DIALOGUE COM A CIDADE O caso do encontro entre o MASP e o graffiti (2008-2011) São Paulo 2013 PAULO NASCIMENTO VERANO POR UMA POLÍTICA CULTURAL QUE DIALOGUE COM A CIDADE O caso do encontro entre o MASP e o graffiti (2008-2011) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como requisito para obtenção do título de mestre em Ciência da Informação. Orientadora: Profª Drª Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira Área de concentração: Informação e Cultura São Paulo 2013 Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa desde que citada a fonte. PAULO NASCIMENTO VERANO POR UMA POLÍTICA CULTURAL QUE DIALOGUE COM A CIDADE O caso do encontro entre o MASP e o graffiti (2008-2011) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como requisito para obtenção do título de mestre em Ciência da Informação. BANCA EXAMINADORA _____________________________________________________ a a Prof Dr Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira (orientadora) Universidade de São Paulo _____________________________________________________ Universidade de São Paulo _____________________________________________________ Universidade de São Paulo CLARICE, CLARIDADE, CLARICIDADE. AGRADECIMENTOS Sou profundamente grato à Profa Dra Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira pela oportunidade dada para a realização deste estudo. Sua orientação sempre presente e amiga, o diálogo aberto, as aulas ministradas, as indicações bibliográficas, a leitura atenta e exigente durante todas as fases desta dissertação, dos esboços iniciais à versão final. -
Temporada 2014 32 Assinaturas 144
MINISTÉRIO DA CULTURA, GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO E SECRETARIA DA CULTURA APRESENTAM 2014 TEMPORADA ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO TEMPORADA 2014 32 ASSINATURAS 144 Capa_Assinatura_4.0.indd 1 25/10/13 11:40 Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo prepara uma temporada inesquecível com grande satisfação, e plena certeza da importância em dar continuidade ao tra- para celebrar, em 2014, seus 60 anos de existência. balho desta entidade, que me dirijo ao público da Orquestra Sinfônica do Estado A É uma oportunidade especial para desfrutar da beleza e da técnica desta que é Éde São Paulo, pela primeira vez, na condição de presidente do seu Conselho a melhor orquestra sinfônica do Brasil e, por sua excelência, reconhecida internacional- Administrativo. mente como uma das melhores do mundo. Não é missão fácil suceder o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que, Num testemunho da força e do acerto do modelo de gestão implantado pela Fundação Osesp, ao longo dos últimos oito anos desempenhou esta função com muito empenho e competência. a orquestra vê fortalecida sua vocação de promover transformações culturais e sociais profundas. Uma coisa é certa: daremos continuidade ao amparo, criação e fomento de novas Têm destaque, em sua programação, os concertos a preço popular, os concertos ma- ideias que ampliem a visibilidade da instituição e fortaleçam seu vínculo com a socie- tinais gratuitos e as apresentações ao ar livre. E é motivo de grande orgulho o Osesp dade. Seguiremos com o propósito de excelência e disseminação da cultura, que per- Itinerante e os programas educativos da Fundação. -
Diagramação Mestrado Sergio.Indd
SÉRGIO MIGUEL FRANCO ICONOGRAFIAS DA METRÓPOLE: GRAFITEIROS E PIXADORES REPRESENTANDO O CONTEMPORÂNEO 1 Dissertação apresentada à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Mestre em Arquitetura e Urbanismo ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROJETO, ESPAÇO E CULTURA ORIENTADORA: PROFª. DRª. VERA MARIA PALLAMIN JUNHO DE 2009 AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE. E-MAIL: [email protected] Franco, Sérgio Miguel F825i Iconografias da metrópole: grafiteiros e pixadores representando o contemporâneo / Sérgio Miguel Franco. --São Paulo, 2009. 2 175 p. : il. Dissertação (Mestrado - Área de Concentração: Projeto Espaço e Cultura) - FAUUSP. Orientadora: Vera Maria Pallamin 1.Graffiti 2.Arte contemporânea 3.Mercado de arte 4.Arte na paisagem urbana I.Título CDU 7.036 3 IN MEMORIAN A Walter Benedito Miguel, que em sua conduta de humildade pungente me ofertou o aprendizado sobre a sociabilidade do homem simples. AGRADECIMENTOS Ofereço esta dissertação à Satiko Aramaghi, que na coordenação do projeto pedagógico do CEFAM de Jales, estabeleceu um pro- grama de cunho republicano que mobilizou em mim a disposição crítica sem intermédio do clichê afetivo. Não poderia dizer que somos amigos, muito menos que influenciou na minha pesquisa, mas me ofereceu um espelho próspero quando possuía 15 anos de idade, me abrindo para uma perspectiva de pertencimento ao mundo não baseada restritamente à esfera privada. Sem ela e os princípios internalizados durante a minha adolescência, permaneceria nos grotões do Estado de São Paulo, numa região em que vigora o provincianismo arcaico. -
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO Karina Rousseng Dal Pont a (IM)POSSIBILIDADE D
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO Karina Rousseng Dal Pont A (IM)POSSIBILIDADE DO MAPA Florianópolis 2018 Karina Rousseng Dal Pont A (IM)POSSIBILIDADE DO MAPA Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação, Linha de Pesquisa Educação e Comunicação, da Universidade Federal de Santa Catarina, do Centro de Ciências da Educação. Orientador: Dr. Leandro Belinaso Guimarães Florianópolis 2018 RESUMO A (im)possibilidade do mapa combate os modos predominantes como a cartografia é ensinada. Seja pela reprodução como imagem estática dos fenômenos espaciais, ou como discurso que fixa a leitura do mundo, a cartografia escolar é considerada um problema nesta pesquisa. Porém, mais do que definir outro meio didatizante de ensinar cartografia, esta tese escolhe pela criação de resistências na educação geográfica ao se aproximar da arte contemporânea. O que pode a arte contemporânea diante do que parece não se mover com a cartografia escolar? Um conjunto de obras e artistas foi escolhido por apresentar o mapa e os objetos da educação geográfica provocando outros sentidos que movem silenciamentos e invisibilidades na educação cartográfica. O estudo das obras pelo processo de criação dos artistas e das imagens de suas obras é incorporado a esta pesquisa assim como a proposição de práticas pedagógicas na Educação Básica, e no Ensino Superior. Aciono, pela invenção e abertura ao sensível, outras estéticas cartográficas a partir da imersão em oficinas de bordado, colagem e gravuras. Exercito o pensamento, através da potência dessas ferramentas artísticas, com a educação geográfica, como parte de um processo formativo emaranhado pela arte e pela educação. -
Cadernos EAV – Encontros Com Artistas (2012)
GOVERNO DO RIO COORDENADORA SUPERVISOR TÉCNICO OCA LAGE VICE-PRESIDENTE DO PROGRAMA DAS OFICINAS Fabio Szwarcwald DE JANEIRO PRESIDENTE APROFUNDAMENTo | DE IMAGEM GRÁFICA CONSELHO GOVERNADOR CRIAÇÃO ARTÍStica 2014 Marcio Botner Roberto Tavares Adriana de Mello Barreto Luiz Fernando Pezão Anna Bella Geiger VICE-PreSIDENTE BIBLIOTECÁRIAS Adriana Scorzelli Rattes COORDENADOR Lisette Lagnado Adriano Estrella Pedrosa SECRETARIA DE DO PROGRAMA Danyelle Sant’Anna DIRETOR APROFUNDAMENTo | Maria Fernanda Nogueira Antonio Alberto Gouvea Vieira ESTADO ADMINISTRATIVO Curadoria 2014-15 Olga Alencar Daniel Senise DE CULTURA E FINANCEIRO Fernando Cocchiarale Carlos Alberto Mendes dos ASSISTENTES DE ENSINO Artur E. P. Miranda SECRETÁRIA DE ESTADO Santos Gomes COMISSÃO DE ENSINO Ana Carolina Santos DE CULTURA GERENTE ADMINISTRATIVO Glória Ferreira Lucas Leuzinger Eduardo Saron Adriana Scorzelli Rattes E FINANCEIRO Eliane Lustosa SECRETÁRIA DE RELAÇÕES Luiz Ernesto Moraes ASSISTENTES DE Rosana Ribeiro Ernesto Neto INSTITUCIONAIS Maria Tornaghi EXPOSIÇÕES E DEBATES GERENTE DE EVENTOS Eva Doris Rosental Olga Campista COMISSÃO DE PROJETOS Laara Hügel E PROJETOS Fernando Marques Oliveira SUBSECRETÁRIO Batman Zavareze Renan Lima Marcus Wagner Guilherme Gonçalves Sabrina Veloso DE PLANEJAMENTO George Kornis ASSESSORA DE Luis Eduardo da Costa Carvalho E GESTÃO Paulo Sergio Duarte ASSISTENTE DE EVENTOS COMUNICAÇÃO Luiz Camillo Osorio Mario Cunha SUPERVISORA DE ENSINO Naldo Turl Rachel Korman Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho Selma Fraiman Renato Augusto Zagallo -
TESE 2019 Josiane Brolo Rohden.Pdf
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO JOSIANE BROLO ROHDEN MEMÓRIAS CRIANCEIRAS E SEUS DESPROPÓSITOS: UMA INVESTIGAÇÃO HISTÓRICO-POÉTICA DO BRINCAR – BRICOLEUR DE MENINOS E MENINAS DO/NO m/MATO CUIABÁ – MT 2019 Foto: Valmir Cordasso, 2015. JOSIANE BROLO ROHDEN MEMÓRIAS CRIANCEIRAS E SEUS DESPROPÓSITOS: UMA INVESTIGAÇÃO HISTÓRICO-POÉTICA DO BRINCAR –BRICOLEUR DE MENINOS E MENINAS DO/NO m/MATO Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação no Instituto de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso como requisito para obtenção do título de Doutora em Educação na área de Concentração Movimentos Sociais e Educação, Linha de Pesquisa Movimentos Sociais, Política e Educação Popular. Orientador: Prof. Dr. Luiz Augusto Passos Coorientador: Prof. Dr. Josivaldo Constantino dos Santos Orientador do Doutorado Sanduíche: Prof. Dr. Noah W. Sobe CUIABÁ - MT 2019 Foto: Valmir Cordasso, 2013. Casa de madeira, sem tintura. As velas e o lampião Iluminavam a casa escura. [...] Frestas que se via tudo do lado de dentro e de fora. Eu gostava de espiar, Haviam mistérios por entre as frestas. [...] A casa era sem o teto, Apenas umas míseras telhas. A noite se enxergava as estrelas por entre o pouco coberto. Eu as contava. Tinha uma em especial, Era a do meu mano que tinha ido morar com Deus. Conversávamos todas as noites. Ele me respondia: Piscava uma vez: respondia sim, Duas era pra dizer não. O pai quis vir para o Mato Grosso Para esquecer do acontecido: Para não sofrer a morte do mano. De nada adiantou. A estrela estava lá, todas as noites. -
Juliet Attwater
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Repositório Institucional da UFSC UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE TRADUÇÃO Juliet Attwater TRANSLATING BRAZILIAN POETRY: A BLUEPRINT FOR A DISSENTING CANON AND CROSS-CULTURAL ANTHOLOGY Tese submetida ao Programa de Estudos de Traduçao da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Doutora em Estudos deTradução. Orientador: Prof. Dr. Walter Carlos Costa Co-orientador: Prof. Paulo Henriques Britto. Florianópolis 2011 ii Catalogação fonte pela Biblioteca Universitáriada Universidade Federal de Santa Catarina A886t Attwater, Juliet Translating brazilian poetry [tese] : a blueprint for a dissenting canon and cross-cultural anthology / Juliet Attwater ; orientador, Walter Carlos Costa. - Florianópolis, SC, 2011. 246p.: grafs., tabs. Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução. Inclui referências 1. Tradução e interpretação. 2. Poesia brasileira - História e crítica. 3. Cânones da literatura. 4. Antologias. I. Costa, Walter Carlos. II. Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução. III. Título. CDU 801=03 iii iv v For Olívia Cloud and Louie Sky vi vii AGRADECIMENTOS With thanks to my parents for everything, to Magdalen for her friendship, love and constant support, to Walter and Paulo for their astounding professorial qualities and even more astounding patience, to Luana for being in the same boat and beating me to it, and to my late husband for sharing his love of his native country with me – wherever he is now I hope he is at peace. -
As Figurações Da Morte E Da Memória Na Poética De Manoel De Barros
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS CAMPUS DE ARARAQUARA - SP WALESKA RODRIGUES DE MATOS OLIVEIRA MARTINS AASS FFIIGGUURRAAÇÇÕÕEESS DDAA MMOORRTTEE EE DDAA MMEEMMÓÓRRIIAA NNAA PPOOÉÉTTIICCAA DDEE MMAANNOOEELL DDEE BBAARRRROOSS ARARAQUARA-SP 2015 WALESKA RODRIGUES DE MATOS OLIVEIRA MARTINS AASS FFIIGGUURRAAÇÇÕÕEESS DDAA MMOORRTTEE EE DDAA MMEEMMÓÓRRIIAA NNAA PPOOÉÉTTIICCAA DDEE MMAANNOOEELL DDEE BBAARRRROOSS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Araraquara, como requisito à obtenção do título de Doutor em Estudos Literários. Orientador: Prof. Dr. Luiz Gonzaga Marchezan ARARAQUARA-SP 2015 WALESKA RODRIGUES DE MATOS OLIVEIRA MARTINS AASS FFIIGGUURRAAÇÇÕÕEESS DDAA MMOORRTTEE EE DDAA MMEEMMÓÓRRIIAA NNAA PPOOÉÉTTIICCAA DDEE MMAANNOOEELL DDEE BBAARRRROOSS MEMBROS COMPONENTES DA BANCA EXAMINADORA: ___________________________________________________________________________ Presidente e Orientador: Prof. Dr. LUIZ GONZAGA MARCHEZAN Faculdade de Ciências e Letras/Universidade Estadual Paulista (UNESP) Araraquara. ___________________________________________________________________________ Membro Titular: Prof.ª Dr.ª KELCILENE GRÁCIA-RODRIGUES Campus Três Lagoas/Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Três Lagoas. ___________________________________________________________________________ Membro Titular: Prof. Dr. MÁRCIO SCHEEL Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas/Universidade Estadual Paulista (UNESP) -
CD Dissertação
1 CLAUDIA TEIXEIRA PAIM ESPAÇOS DE ARTE, ESPAÇOS DA ARTE: PERGUNTAS E RESPOSTAS DE INICIATIVAS COLETIVAS DE ARTISTAS EM PORTO ALEGRE, ANOS 90 Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre. Curso de Pós-Graduação em Artes Visuais, ênfase em História, Teoria e Crítica da Arte. Instituto de Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Profª. Drª. Maria Amélia Bulhões. PORTO ALEGRE 2004 2 Claudia Teixeira Paim ESPAÇOS DE ARTE, ESPAÇOS DA ARTE: PERGUNTAS E RESPOSTAS DE INICIATIVAS COLETIVAS DE ARTISTAS EM PORTO ALEGRE, ANOS 90 Dissertação realizada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre no curso de Pós-Graduação em Artes Visuais, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Prof. Dr. Luiz Camillo Osorio Profª. Drª. Icleia Borsa Cattani Prof. Dr. Flávio Gonçalves Orientadora: Profª. Drª. Maria Amélia Bulhões Porto Alegre, 20 de janeiro de 2004. 3 Agradecimentos À Andrea Paiva Nunes e Claudia Zanatta, pelo apoio, amizade e momentos compartilhados. À Roseli Nery, pelo olhar generoso. Aos artistas entrevistados, pelo suporte. Aos colegas e amigos Alice, Kássia, Lenir, Marcelo, Flávia, Mara e Miriam, pelas trocas. À Maria Amélia, pela orientação e confiança. Ao Geraldo, pelo carinho, incentivo e paciência. Ao Heiny, Nina, Jana e Tomás por serem como são. ii 4 SUMÁRIO Lista de ilustrações...............................................................................................................v Resumo.................................................................................................................................vii -
(Rela\307\303O De Obras Selecionadas Pnbe 2010 \(2
Obras Selecionadas PNBE 2010 Obras Selecionadas PNBE 2010 Ord Título Autor(a) Editora 1 BILO -Antonio Carlos Tironi Galhardo A GIRAFA EDITORA LTDA -Kay Woodward-Ofra-Amit-Fabiana 2 CONTAGEM REGRESSIVA Werneck Barcinski A GIRAFA EDITORA LTDA 3 ALADIM E A LÂMPADA MARAVILHOSA -Carlos Heitor Cony AGIR EDITORA LTDA 4 CONTOS AO REDOR DA FOGUEIRA -Rogério Andrade Barbosa AGIR EDITORA LTDA 5 O PEQUENO PRÍNCIPE -Antoine Saint-Exupery AGIR EDITORA LTDA 6 O PEQUENO PRÍNCIPE QUADRINHOS -John Sfar AGIR EDITORA LTDA -Eliardo Neves França-Mary Jane 7 O OSSO! Ferreira França AMERICA GRAFICA E EDITORA LTDA O CALCANHAR DO AQUILES E OUTRAS 8 HISTÓRIAS CURIOSAS DA GRÉCIA ANTIGA -Eduardo Gracioli Teixeira ARQUIPELAGO EDITORIAL LTDA 9 A MENINA E O TAMBOR -Sonia Marta Junqueira AUTÊNTICA EDITORA LTDA 10 A TARTARUGA E A BONECA -Márcia das Dores Leite AUTÊNTICA EDITORA LTDA 11 HISTÓRIAS DAQUI E D´ACOLÁ -Maria Valéria Vasconcelos Rezende AUTÊNTICA EDITORA LTDA 12 NO RISCO DO CARACOL -Maria Valéria Vasconcelos Rezende AUTÊNTICA EDITORA LTDA 13 O GATO E A MENINA -Sonia Marta Junqueira AUTÊNTICA EDITORA LTDA 14 SE UM DIA EU FOR EMBORA -Anna Maria Gobel AUTÊNTICA EDITORA LTDA -Oscar Wilde-Lisbeth Zwerger, 15 O FANTASMA DE CANTERVILLE Renata Lucia Bottini BERLENDIS EDITORES LTDA -Suzana Sanson (Suzana Taves David de Sanson), Graça Lima (Maria 16 BRINQUE-BOOK CANTA E DANÇA da GraçaMuniz Lima) BRINQUE BOOK EDITORA DE LIVROS 17 FOLHA -Stephen Michael King BRINQUE BOOK EDITORA DE LIVROS -Ilan Brenman, Silvana Albertini 18 GABRIEL Rando Raymundo BRINQUE BOOK EDITORA DE -
Dissertação Apresentada Ao Programa De Pós-Graduação Em História Da Universidade Federal De Goiás Como Requisito Para Obtenção Do Título De Mestre Em História
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO DAS PAISAGENS INTERIORANAS ÀS URBANIZADAS: UMA VISÃO ARTÍSTICA DE G. FOGAÇA (1985-2018) BIANCA CRISTINA BARRETO CASANOVA GOIÂNIA JULHO/2019 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO DAS PAISAGENS INTERIORANAS ÀS URBANIZADAS: UMA VISÃO ARTÍSTICA DE G. FOGAÇA (1985-2018) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás como requisito para obtenção do título de mestre em História. Área de Concentração: História da Arte Linha de Pesquisa: Fronteiras, Interculturalidades e Ensino de História Orientadora: Professora Doutora Maria Elízia Borges GOIÂNIA JULHO/2019 A minha família. Em especial, à mãezona Elizabeth e à queridíssima vovó Iêda, pelo apoio, e a meu pai, Renato Carlos, pela base educacional. A André Zampollo, meu amor, meu parceiro e grande incentivador. A meus amigos, pela compreensão durante o percurso. À Dr.ª Maria Elizia Borges, por orientar esta pesquisa com didática e paciência. A G. Fogaça e a Malu, por suas trajetórias inspiradoras e auxílio nesta pesquisa. Aos entrevistados Dayalis González Perdomo, Amaury Menezes, Zé César, Alexandre Liah, Miguel Jorge, PX Silveira e Antônio da Mata. Às colaboradoras do Museu de Arte de Goiânia. E a todos que de alguma forma contribuíram para a realização deste trabalho. Gratidão! Bianca Casanova RESUMO O trabalho “Das paisagens interioranas às urbanizadas: Uma visão artística de G. Fogaça (1985-2018)” objetiva interpretar o conjunto da obra de G. Fogaça a partir da compreensão de sua trajetória de vida atrelada às dinâmicas históricas pelas quais Goiás perpassou.