Universidade Federal Do Espírito Santo
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Achila, Visigothic King, 34 Acisclus, Córdoban Martyr, 158 Adams
Index ; Achila, Visigothic king, 34 Almodóvar del Río, Spain, 123–24 Acisclus, Córdoban martyr, 158 Almonacid de la Cuba, Spain, 150. See Adams, Robert, 21 also Dams Aemilian, St., 160 Alonso de la Sierra, Juan, 97 Aerial photography, 40, 82 Amalaric, Visigothic king, 29–30, 132, Aetius, Roman general, 173–75 157 Africa, 4, 21–23; and amphorae, 116, Amber, 114 137, 187, 196; and ARS, 46, 56, 90, Ammianus Marcellinus, Roman histo- 99, 187; and Byzantine reconquest, rian, 166, 168 30; and ‹shing, 103; and olive oil, Amphorae, 43, 80, 199–200; exported 88, 188; and Roman army, 114, 127, from Spain, 44, 97–98, 113, 115–16, 166; and trade, 105, 141; and Van- 172; kilns, 61–62, 87–90, 184; from dals, 27–28, 97, 127, 174 North Africa, 129, 187. See also African Red Slip (ARS) pottery, 101, Kilns 147, 186–87, 191, 197; de‹nition, 41, Anderson, Perry, 5 43, 44, 46; and site survival, 90, Andujar, Spain, 38, 47, 63 92–95, 98–99; and trade, 105–6, 110, Annales, 8, 12, 39 114, 116, 129, 183 Annona: disruption by Vandals, 97, Agde, council of, 29, 36, 41 174; to Roman army, 44, 81, 114–17; Agglomeration, 40–42, 59, 92 to Rome, 23, 27, 44, 81, 113; under Agila, Visigothic king, 158–59. See Ostrogoths, 29, 133. See also Army also Athanagild Antioch, Syria, 126 Agrippa, Roman general, 118 Anti-Semitism, 12, 33. See also Jews Alans, 24, 26, 27, 34, 126, 175 Antonine Itinerary, 152 Alaric, Visigothic king, 2, 5, 26–27 Apuleius, Roman writer, 75–76, 122 Alaric II, Visigothic king, 29–30 Aqueducts, 119, 130, 134, 174–75 Alcalá del Río, Spain, 40, 44, 93, 123, Aquitaine, France, 2, 27, 45, 102 148 Arabs, 33–34, 132–33, 137. -
Redalyc.ESPACIOS Y FRONTERAS EN EL DISCURSO TERRITORIAL
Studia Historica, Historia Medieval ISSN: 0213-2060 [email protected] Universidad de Salamanca España MONSALVO ANTÓN, José M.ª ESPACIOS Y FRONTERAS EN EL DISCURSO TERRITORIAL DEL REINO DE ASTURIAS (DEL CANTÁBRICO AL DUERO EN LAS CRÓNICAS ASTURIANAS) Studia Historica, Historia Medieval, vol. 23, 2005, pp. 43-87 Universidad de Salamanca Salamanca, España Disponible en: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=367539027002 Cómo citar el artículo Número completo Sistema de Información Científica Más información del artículo Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Página de la revista en redalyc.org Proyecto académico sin fines de lucro, desarrollado bajo la iniciativa de acceso abierto ISSN: 0213-2060 ESPACIOS Y FRONTERAS EN EL DISCURSO TERRITORIAL DEL REINO DE ASTURIAS (DEL CANTÁBRICO AL DUERO EN LAS CRÓNICAS ASTURIANAS) Areas and Frontiers in the Territorial Discourse of the Kingdom of Asturias (from the Cantabrian Sea to the Duero River in the Crónicas Asturianas) José M.ª MONSALVO ANTÓN Depto. de Historia Medieval, Moderna y Contemporánea. Facultad de Geografía e Historia. Universidad de Salamanca. C/ Cervantes, 3. E-37002 SALAMANCA. C. e.: [email protected] BIBLID [0213-2060(2005)23;43-87] RESUMEN: El presente trabajo se plantea comprender cómo son descritos en las Crónicas Asturianas los espacios que formaban el Reino de Asturias en los siglos VIII y IX. Se intenta averiguar si había una lógica en el discurso territorial, tanto en lo que se refiere a las regiones septentrionales del Astororum Regnum como el que afecta a las áreas ganadas al enemigo al sur de la cordillera, que constituyeron una “frontera” en la meseta castellana. -
54 Abd Al-Rahman III (912–61)
Cambridge University Press 978-0-521-60397-3 - A History of Portugal and the Portuguese Empire: From Beginnings to 1807, Volume I: Portugal A. R. Disney Index More information Index Abbasids, the 54 encourages trade 110 Abd al-Aziz 51, 53 Afonso V (1438–81) 128, 141, 158, 170 Abd al-Rahman I (756–88) 54 attains majority 129 Abd al-Rahman III (912–61) 54, 61, 68 crushes ex-regent Prince Pedro 130 Abrantes 80, 101 generous grants to nobility 132, 135 Abrantes, marquis of 272, 332 invades Castile 133 absolutism 239, 242, 250, 264–268 nurtures leading nobility 128 Academia Real das Cieˆncias 318 patronises education and learning 163, Academia Real de Histo´ria see Royal 164 Academy of History, the unusually long reign 131–133 academies 277, 278, 317 Afonso VI (1656-68) Acapulco 206, 209 and Castelo Melhor 229, 232 Achila 52 conspiracy to restore 233 acorns 14 and the cortes 240 administration see royal government marriage 231–233 Adoptionism 64 physical and mental handicaps 228 Aegean colonists 8 relinquishes power to Prince Pedro 232 Aeminium 24 see also Coimbra Afonso (bastard son of Joa˜oI) Afonso I Henriques (count 1128-43; king as count of Barcelos 128 1143–85) 73, 82, 85, 88, 90, 91 as duke of Braganc¸a129, 131 achieves autonomy 74–75 exempted from Lei Mental 128 and Augustinian canons 89 generous grants to 132 captured by Fernando II 78 opposition to regent Prince Pedro 130 and the church 88 Afonso (son of Joa˜o II) 135, 136, 143 delegates responsibility to son Sancho marriage and death of 136 78 Afonso (son of Manuel I) 159 expands -
Universidade De São Paulo Faculdade De Filosofia, Letras E Ciências Humanas Departamento De História Programa De Pós-Graduação Em História Social
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Tese em co-tutela com a Università degli Studi di Padova Dipartimento di Scienze Storiche, Geografiche e dell’Antichità IDENTIDADES POLÍTICAS E POLÍTICAS IDENTITÁRIAS NA GÁLIA MEROVÍNGIA E HISPÂNIA VISIGODA Le identità politiche e politiche identitarie in Gallia Merovingia e Hispania Visigota Verônica da Costa Silveira Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo para a obtenção do título de Doutora em História Social Orientadores: Prof. Dr. Marcelo Cândido da Silva Profa. Dra. Maria Cristina La Rocca São Paulo 2015 Para Nair de Almeida Costa A melhor avó que alguém poderia ter 2 Resumo A pesquisa se dedica ao estudo comparado das construções identitárias como estratégias políticas no cenário de polarização política da Gália Merovíngia e Hispânia Visigoda a partir da análise de diversos gêneros narrativos: Historiae, Leges, Hagiografias. O argumento defendido é que os discursos identitários, especificamente aqueles em torno da Gens Francorum e da Gens Gothorum, eram deliberadamente plurais uma vez que voltados para resolução de conflitos que se desenvolviam no plano político. Palavras-chave: Gália Merovíngia; Hispânia Visigoda; identidades; política Abstract The research is a comparative study about the construction of identities as political strategies in the context of political polarization of Merovingian Gaul and Visigothic Hispania. Working with the analysis of diverse narrative genrers as Historiae, Laws and Hagiographies the inquiry aims to indicate the deliberate plurality of the identity discourses in the Gens Francorum and the Gens Gothorum due to the complexity and diversity of political issues. -
A Diarquia Sueva: Sociedade E Poder No Regnum Dos Quados Ocidentais E No Regnum Suevorum (358–585 D.C.)
A diarquia sueva: sociedade e poder no regnum dos Quados ocidentais e no Regnum Suevorum (358–585 d.C.) *Investigador José Galazak* independente. E-mail: jose.galazak@gmail. com Resumo Foi a dupla nomeação de Maldras como rex Suevorum em 456/457 e a crescente convicção de que esta era a “chave” para abrirmos a porta do desconhecido mundo dos Suevos que nos conduziu ao presente trabalho. Aqui defendemos que 1) os Quados de Amiano Marcelino e os Suevos são o mesmo povo em diferentes momentos históricos; 2) foram os Quados ocidentais que acompanharam os Alanos e os Vândalos (Asdingos e Silingos) na invasão da Gália em 406/407; 3) o Regnum Suevorum mais não é que a reconstituição do regnum dos Quados ocidentais, tal como Amiano Marcelino no-lo descreve em 358; 4) a monarquia sueva era de facto uma diarquia; 5) os Suevos constituíam uma união de dois grupos diferentes, a saber: i) os Baemi, governados pela stirps regia e que compreendia os descendentes dos antigos seguidores de Maroboduus e de Catualda, maioritariamente Marcomanos e ii) uma tribo quada, à qual pertenciam Heremigarius, Massila, Maldras e Frumário, e onde teve lugar a primeira das duas nomeações de Maldras como rei (na verdade o seu estatuto original não era o de rei, mas de subregulus). Abstract It was the dual appointment of Maldras as rex Suevorum in 456/457 and the growing conviction that this was the ‘key’ to open the door to the unknown world of the Sueves who led us to this paper. We argue here that 1) the Quadi of Ammianus Marcelinus and the Sueves are the same people -
Direito E Religião Na Antiguidade Tardia Ibérica
MESTRADO EM HISTÓRIA DO DIREITO, DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRICO-JURÍDICAS DIREITO E RELIGIÃO NA ANTIGUIDADE TARDIA IBÉRICA JOÃO MARCOS DE CASTELLO BRANCO FANTINATO LISBOA 2017 JOÃO MARCOS DE CASTELLO BRANCO FANTINATO DIREITO E RELIGIÃO NA ANTIGUIDADE TARDIA IBÉRICA Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em História do Direito do Departamento de Histórico- Jurídicas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, como requisito parcial para a obtenção do grau de mestre. Orientador: Professor José Artur Anes Duarte Nogueira LISBOA 2017 JOÃO MARCOS DE CASTELLO BRANCO FANTINATO Direito e Religião na Antiguidade Tardia Ibérica Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa de Pós- graduação em História do Direito do Departamento de Histórico-Jurídicas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Aprovada pela Comissão Examinadora abaixo assinada. Prof. José Artur Anes Duarte Nogueira Orientador Departamento de Histórico-Jurídicas, Universidade de Lisboa ________________________________________ Lisboa, ____ de ________________ de 2017. SUMÁRIO PREFÁCIO ............................................................................................................................ 7 1 - INTRODUÇÃO ................................................................................................................. 9 2 - A ANTIGUIDADE TARDIA .............................................................................................. 15 2.1 - A SITUAÇÃO GERAL NO BAIXO-IMPÉRIO .................................................. -
Arqueología Tardoantigua En Asturias
Le CezusA Y Le Mpse CeusAS porÍuces y MTLTTARES DEL oRTGEN DEL Rrwo op ASTURTAS Coordinadores JueN IcNecro Rurz DE LA Prñe Soren Joncr Ceuwo Mevon ÍxnrcE ¡ Presentación IX AUR¡uo ManrÍN GoNzÁr¡,2 Consejero de Medio Rural y Pesca del Principado de Asturias. R¡nóN ARciu-l¡,s ConorRo Alcalde de Lena. Prólogo XIII La montaña habiada. Juaco LóppzÁrvanrz . Introducción i¡¡ JuaN IcNacIo RuIz o¡. r¿ Pr,ña Sor,A.n . Artículos Joncr C¡¡¡rNo MavoR, YoraN»a VrNmcn¡ Pacn¡co v Roc¡r-ro EsrRaoa GancÍa En las postrimeras montañas contra el sol poniente. Las clausuras la Cordillera Cantábrica frente a la invasión islámica. le Anexo: Luts Caso PÉn¡z 30 Las dataciones radiocarbónicas de El Homón de Faro y El Muro. FR¡Ncrsco R¡uos OlIv¡,R v FR¿.Ncrsco JrMÉNEZ MovaNo Análisis milirur de las fortificaciones de El Homón de Faro (La Carka) y El Muro (La Mesa). JosÉ AvrlrNo GuuÉnn¡,z CINZALEZ 52. Arqueología tardoantigua en Asturias. Una perspectiva de la organización territorial y del poder en los orígenes del Reino de Asturias. An ur,rNpo Besc¡ Ma.nnoqu[N B4 La Asturias de los astures durante los siglos V-VII según las fuentes literarias de la época. AsstRAcr gf JL -*.,¿é'-r-_-+ r L¡.T¡,-A¡¡cr¡,Nr ARcHAEoLoGy rN Asrunms. A PrRsp¡,ctvr oF THE Trnpurozuar ORc¡t{rz¡TioN AND oF THE Powrn rN THE ORtcrr{s oF THE Klqcpor,{ o¡ Asrunras An archaeological revision of Asrurias between the end of the Roman dominance and the Muslim conquest allows to value the territorial arrangement and rhe existing social hierarchy. -
De Jigu a Brevas
DE JIGU A BREVAS C A M I N O M O R I S C O L Noviembre/Diciembre 2017 A Portada: Parte antigua de Riomalo de Abajo. S Pag. 2: Libros: La España vacía / Aún existen pueblos. Pag. 5: Vivienda tradicional hurdana II (Félix Barroso Gutiérrez). Pag. 8: Fotografías con historia. H Pag. 10: Rucones y Arragones (José L. Rodríguez U Plasencia). Pag. 13: Personas: Gabriella Morreale. Pag.15: Estudio del Patrimonio Cultural Inmaterial de R Las Hurdes. Pag. 16: Cementerios. Pag: 17: Enlaces de D nuestro interés. Pag. 19-20: Cartel, expositores y E programa de la V Feria de la Apicultura y el Turismo de S Las Hurdes. Página 1 DE JIGU A BREVAS La Portada de este nuevo número de De Jigu a Brevas creemos que bien podría haber servido de imagen de cubierta para cualquiera de los dos libros de los que vamos a tratar en este artículo; los hemos puesto así, enfrentados, en la cabecera del mismo pues cada uno ofrece una visión distinta de lo que fue y es nuestra comarca. Ambas publicaciones, aunque relativamente lejanas en el tiempo, coinciden en sus planteamientos literarios…el viajero que recorre diversos puntos de la geografía del país, en este caso: la España rural, y ofrece sus reflexiones sobre lo que sus ojos contemplan y sus oídos oyen. En este periplo peninsular, que nosotros hemos llamado viajes de autor, ambos escritores eligieron Las Hurdes como uno de sus destinos. La obra más reciente es la primera de ellas: La España vacía (Turner Publicaciones, Madrid, 2016) la cual ha tenido bastante repercusión a nivel nacional, yendo ya por su novena edición, consiguiendo galardones como el Premio Libro del Año del Gremio de Libreros de Madrid y teniendo una ratio aproximada de más de 50.000 lectores. -
Santiago Castellanos, Iñaki Martín Viso the Local Articulation of Central Power in the North of the Iberian Peninsula, 500-1000
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Reti Medievali Open Archive Santiago Castellanos, Iñaki Martín Viso The local articulation of central power in the north of the Iberian Peninsula, 500-1000 [A stampa in “Early Medieval Europe”, 13 (2005), 1, pp. 1-42 © degli autori – Distribuito in formato digitale da “Reti Medievali”, www.biblioteca.retimedievali.it]. The local articulation of central power in the north of the Iberian Peninsula (500–1000) S C I M V Envisaging political power as dynamic allows the historian to deal with its structures with some sophistication. This paper approaches political power, not as a circumscribed block of bureaucratic elements, but as a complex phenomenon rooted in social reality. The authors explore the dialogue between local and central power, understanding ‘dialogue’ in its widest sense. Thus the relationships (both amicable and hostile) between local and central spheres of influence are studied. The authors propose a new analytical framework for the study of the configuration of political power in the northern zone of the Iberian peninsula, over a long period of time, which takes in both the post-Roman world and the political structures of the early Middle Ages. The organization of political power in the post-Roman west has been the focus of much scholarly reappraisal in the last few years. One might have thought, however, that, thanks to the study of institutions, we have been aware for some time of the realities of power which lay behind the political structures emerging in the west from the fifth century onwards. -
La Cantabria Trasmontana En Épocas Romana Y Visigoda: Perspectivas Ecosistémicas
LA CANTABRIA TRASMONTANA EN ÉPOCAS ROMANA Y VISIGODA: PERSPECTIVAS ECOSISTÉMICAS Juan José García González (Area de Historia Medieval) Ignacio Fernández de Mata (Area de Antropología Social) (Universidad de Burgos) Presentación En forma tentativa, este trabajo aspira a delinear con la mayor rotundidad posible el perfil histórico de la Cantabria trasmontana en un importante segmento de la transi- ción entre la Antigüedad y la Edad Media y pretende insertar su trayectoria en una trama de aliento interpretativo superior al que le conferíamos en las aproximaciones que hace algún tiempo realizamos de forma introductoria. Tratábamos por entonces de probar que, durante el período de dominio de Roma, el sector cántabro de aguas al mar se desconectó hasta tal punto del proceso histórico pecu- liar del espacio meseteño que, tras la caída del Imperio, en el preciso momento en que los bárbaros intentaban hacer valer sus derechos fedatarios sobre la herencia romana en la Península, los cronistas suevos y, mucho más aún, los visigodos se toparon con serias difi- cultades para denotar con términos adecuados y precisos la realidad indubitable de un esce- nario que se había fraccionado en dos segmentos culturalmente diferenciados. A uno de ellos, el más meridional, le denominaron Cantabria a secas. Había razo- nes suficientes para proceder así: era la única voz de que disponían, designaba un terri- torio relativamente próximo y familiar, apuntaba a un escenario que miraba directamente al curso del lber, contaba con un indiscutible perfil arriscado y sus habitantes continua- 337 JUAN JOSÉ GARCÍA GONZÁLEZ E IGNACIO FERNÁNDEZ DE MATA ban manteniendo un carácter concordante —parcialmente, al menos— con su bien ganada fama de arcaizantes. -
La Moneda Del Reino Visigodo De Toledo: ¿Por Qué? ¿Para Quién?
LA MONEDA DEL REINO VISIGODO DE TOLEDO: ¿POR qUÉ? ¿PARA qUIÉN? Fernando López Sánchez Universidad Jaume I (Castellón) Wolfson College (Oxford) RESUMEN: La acuñación de moneda visigoda entre los años 584 y 711/712 d. C1. fue posible gracias a la colabo- ración de la monarquía de Toledo con las ciudades de su reino. Las series monetales visigodas, precisamente por su escasa variedad tipológica, se constituyen en guías fieles de los principales objetivos que persiguió su poder emisor, y de los medios de los que se valió para alcanzarlos. Algunos desplazamientos reales y muchas operaciones militares se indican en la moneda visigoda. Incluso se sugiere en determinados períodos (Égica y Witiza) la verdadera naturaleza de las discordias nobiliarias que afectaron al reino. Se defiende que la moneda visigoda fue en gran medida conse- cuencia del mantenimiento de guarniciones reales en puntos estratégicos o amenazados de la Península Ibérica o la Galia. Se argumenta igualmente que existió presencia bizantina en España hasta el mismo año 711 (en Cartagena). Y que el reino suevo no fue sometido en el año 585, sino integrado en la monarquía de Toledo. PALABRAS CLAVE: Bizantino, Ceca, Ciudad, Guarnición, Juan Bíclaro, Leovigildo, Monarquía, Moneda, Se- villa, Suevo, Tipo, Victoria, Visigodo. THE VISIGOTHIC KINGDOM OF tOLEDO AND ITS COINAGE: WHY? FOR WHOM? SUMMARY: The minting of Visigothic coins between the years 584 and 711/2 was made possible by the collabora- tion between the Toledo monarchy and the various cities of its kingdom. It is precisely the lack of typological variety in Visigothic coin series that makes them a reliable guide as to the main objectives pursued by the issuing power, and the means used to achieve these. -
Euskal Kristautasunaren Zabalkuntza.Pdf
EDITA: © WILSEN EDITORIAL Mayor, sIn Teléfono (948) 54 00 22 31241 OLLOBARREN (Navarra) AUTOR: Vicente Latiegui Ricardo Buesa, 1-3° Teléfono (945) 13 22 11 01008 VITORIA LIBURU ONEN AZALA (EGUZKI - LORE JENTILLEN ARTEAN KRISTAUTASUNA ZABALTZEN ARI ) Iber Saenz - andereñoak margoztua ISBN: -84-85918-99-1 Depósito legal: NA-81-1997 IMPRIME: Wilsen Editorial 31241 OLLOBARREN (Navarra) LATIEGI ELOSTA ARRIETA IGERATEGITAR FELIS ORONOZ SORABILLA ETXANIZ ELORTZATAR JUANA ERASO MUÑAGORRI OTAMENDIA ARSUAGATAR FRANTZISKO IGERABIDE GOIKOETXEA BALIA IRIARTETAR JOXEPA NERE AITON-AMONEN OROIZ LIBURU ONTAKO GAIAK IV MENDETIK WERA. LAU IDAZLE. EUSKALERRIAREN ETSAIAK? ............................................................................ 319 Abieno, Orosio, Nolako Paulino Donea. Nere ustez oker ulertuak izan diran idazleak. V MENDEKO GIRO ZALLA.! ................................................ 59 BARBARITARREN ETORRERARI BEGIRA. ........................... 63 Tolosako Erreiñu Bisigot arianikeri-zalea, Eliz-zigortzaille?. Bagaudak. Bagaudak kristauak? Euskalerriko bagaudak. BARBARITARREN NORTASUNA TA NOLAKOTASUNA. ...... 79 Zer ziran eta zer izan zirala esan oi dan. Bandalitarrak eta Kristautasuna. Leobigildo. SILBANO KALAGURRIKO GOTZAIAREN AUZIA. ................ 95 V MENDEAN EUSKALERRIKO TA EUSKALERRIAREN INGURUKO ELIZBARRUTIAK. GALIETAN .............................. ............................................ I43 Bordele, 65 or. Tolosa, 71 or. Narbona or. Iliberri or. Karkasona or. Albiga or. Tarbe or. Laktora or. Elusa or. Eliberri or. Begorra