Universidade Do Sul De Santa Catarina Jackson Gil Avila
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OTEMPO/MAGAZINE/1 MATERIAL<MAG010911>
Show. Em apresentação em SP, Roberto Carlos apresenta faceta picante. Página 4 ARQUIVO O TEMPO Televisão CANAL BRASIL MV Bill estreia “O Bagulho MAGAZINE É Doido”, em que faz as vezes de entrevistador. Página 5 www.otempo.com.br O TEMPO BELO HORIZONTE SEXTA-FEIRA, 9 DE NOVEMBRO DE 2012 Literatura ARQUIVO/AE Obra conta vida pessoal e artística de Paulo Gracindo Memórias do gênio cênico ¬ FABIANO CHAVES fundamental, é um dos maio- do lar” – como descreve Mau- ¬ Ator, locutor, composi- res especialistas em TV, tem ro Alencar – se desdobrariam tor, animador de plateia, re- um amplo acervo da obra do na formação dos persona- dator, poeta. A palavra mul- meu pai e também quis home- gens do ator, em especial timídia, tão comum nos nageá-lo, pois ele amava o Odorico Paraguaçu, o corrup- dias atuais, já encontraria, Paulo Gracindo”, justifica. to prefeito da fictícia Sucupi- lá em meados dos anos ra, em “O Bem-Amado” 1960, alguém que a justifi- DISTINÇÃO. Numa narrativa (1973), e o coronel Ramiro casse: Paulo Gracindo afetiva, a obra busca, de certa Bastos, de “Gabriela” (1975). (1911-1995). forma, distinguir o artista do “Toda sua cultura é nor- Reconhecido como um chefe de família, além, claro, destina. E isso se formou co- dos maiores artistas brasilei- de recontar a trajetória artísti- mo uma espécie de identida- ros de todos os tempos, as ca de Paulo desde o início dos de de infância, que ele trouxe histórias do homem e seus anos 1930 na rádio, passando para esses personagens”, con- personagens encontram eco pelo teatro, cinema atéa consa- ta o ator, que relembra a ale- no livro “Um Século de Pau- gração na televisão brasileira e gria do pai pelo reconheci- lo Gracindo – O Eterno Bem- a tutela de ícone, a partir de mento como intérprete do cé- Amado” (Editora Gutem- personagens como Odorico Pa- lebre político baiano criado berg, 256 págs., R$ 67). -
Era Uma Vez Um Patinho Feio No Ensino Da Língua Materna
Rosemeire Selma Monteiro-Plantin Embora os estudos fraseológi- cos no Brasil estejam consolidados o longo de toda sua existência, a Universidade Federal em uma significativa produção do CearáA (UFC) vem contribuindo de modo decisivo para a edu- científi ca, as unidades fraseológi- cação em nosso país. Grandes passos foram dados para sua con- cas – UFs (sentenças proverbiais, solidação como instituição de ensino superior, hoje inserida entre expressões idiomáticas, pragmate- as grandes universidades brasileiras. Como um de seus avanços, mas e fórmulas situacionais, colo- merece destaque o crescimento expressivo de seus cursos de pós- -graduação, que abrangem, praticamente, todas as áreas de co- cações, locuções fi xas, frases feitas, nhecimento e desempenham papel fundamental na sociedade ao clichês e chavões) seguem margi- formar recursos humanos que atuarão na preparação acadêmica e nalizadas no ensino de língua ma- profi ssional de parcela signifi cativa da população. terna. Podemos contar, no Brasil, com consistentes estudos contras- A pós-graduação brasileira tem sido avaliada de forma siste- tivos dedicados às UFs, ainda que mática nas últimas décadas graças à introdução e ao aperfeiçoa- não numerosos. Todavia, carece- mento contínuo do sistema nacional de avaliação. Nesse processo, Fraseologia Rosemeire Selma Monteiro-Plantin mos, ainda, de obras de referência o livro passou a ser incluído como parte importante da produção teórica e metodológica que nos intelectual acadêmica, divulgando os esforços dos pesquisadores auxiliem no ensino/aprendizagem que veiculam parte de sua produção no formato livro, com des- taque para aqueles das áreas de Ciências Sociais e Humanas. Em Rosemeire Selma Monteiro-Plantin é de língua materna, na promoção de no Ensino da Língua Materna Feio um Patinho 1) – Era uma vez (Volume consonância com esse fato, a Coleção de Estudos da Pós-Graduação professora da Universidade Federal do uma competência discursiva sufi - foi criada visando, sobretudo, apoiar os programas de pós-gradu- Ceará desde 1996. -
Elas Por Elas. Trajetórias De Uma Geração De Mulheres De
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA Elas por elas Trajetórias de uma geração de mulheres de esquerda Brasil – anos 1960-1980 NATALIA DE SOUZA BASTOS Orientadora: Prof (a). Dr (a). Denise Rollemberg Niterói Folha de aprovação Elas por elas: trajetórias de uma geração de mulheres de esquerda Brasil- anos 1960-1980 Natalia de Souza Bastos Dissertação submetida ao corpo docente do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre. Aprovada por: _______________________________________________________ Profa. Dra. Denise Rollemberg (UFF) - orientadora ________________________________________________________ Prof. Dr. Daniel Aarão Reis Filho (UFF) ________________________________________________________ Profa. Dra. Beatriz Kushnir (Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro) Suplentes: ________________________________________________________ Prof. Dra. Laura Maciel (UFF) ________________________________________________________ Profa. Dra. Maria Paula Araújo (UFRJ) Niterói 2007 II B327 Bastos, Natalia de Souza. Elas por elas: trajetórias de uma geração de mulheres de esquerda. Brasil - anos 1960 - 1980 / Natalia de Souza Bastos. – 2007. 138 f. Orientador: Denise Rollemberg Cruz. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal Fluminense, Departamento de História, 2007. Bibliografia: f. 132-138. 1. Mulheres na política. 2. Feminismo. 3. Esquerda (Política) – Brasil. -
O Imaginêrio De Antonio Carlos Jobim
O IMAGINÁRIO DE ANTONIO CARLOS JOBIM: REPRESENTAÇÕES E DISCURSOS Patrícia Helena Fuentes Lima A dissertation submitted to the faculty of the University of North Carolina at Chapel Hill in partial fulfillment of the requirements for the degree of Doctor of Philosophy in the Department of Romance Languages (Portuguese). Chapel Hill 2008 Approved by: Advisor: Monica Rector Reader: Teresa Chapa Reader: John Chasteen Reader: Fred Clark Reader: Richard Vernon © 2008 Patrícia Helena Fuentes Lima ALL RIGHTS RESERVED ii ABSTRACT PATRÍCIA HELENA FUENTES LIMA: Antonio Carlos Jobim: representações e discursos (Under the direction of Monica Rector) My aim with the present work is to describe the personal and creative trajectory of this artist that became known to his audience and people as a hero in the mythological sense—an individual that constructs a series of victories and defeats that continues until death, after which he is glorified by his community. Therefore, I approach the narratives that made him famous: the ones produced by the print press as well as those texts that negotiate meaning, memory, domain and identity created by his fans. I will place special emphasis on the fact that his public produced a definitive narrative about his figure, an account imbued with devotion, familiarity and creativity following his death. More specifically, I identify intertwined relations between the Brazilian audience and the media involved with creating the image of Antonio Carlos Jobim. My hypothesis is that Antonio Carlos Jobim’s image was exhaustively associated with the Brazilian musical movement Bossa Nova for ideological reasons. Specially, during a particular moment in Brazilian history—the Juscelino Kubitschek’s years (1955-1961). -
Telenovela Brasileira
almanaque_001a012.indd 1 28.08.07 11:34:50 almanaque_001a012.indd 2 28.08.07 11:34:51 Nilson Xavier ALMANAQUE DA TELENOVELA BRASILEIRA Consultoria Mauro Alencar almanaque_001a012.indd 3 28.08.07 11:34:55 Copyright © 2007 Nilson Xavier Supervisão editorial Marcelo Duarte Assistente editorial Tatiana Fulas Projeto gráfico e diagramação Nova Parceria Capa Ana Miadaira Preparação Telma Baeza G. Dias Revisão Cristiane Goulart Telma Baeza G. Dias CIP – Brasil. Catalogação na fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ Xavier, Nilson Almanaque da telenovela brasileira. Nilson Xavier. 1ª ed. – São Paulo : Panda Books, 2007. 1. Novelas de rádio e televisão. 2. Televisão – Programas I. Título. 07-1608 CDD 791.4550981 CDU 654.191(81) 2007 Todos os direitos reservados à Panda Books Um selo da Editora Original Ltda. Rua Lisboa, 502 – 05413-000 – São Paulo – SP Tel.: (11) 3088-8444 – Fax: (11) 3063-4998 [email protected] www.pandabooks.com.br almanaque_001a012.indd 4 28.08.07 11:34:55 À memória da professora Maria Lourdes Motter, por todo seu trabalho acadêmico na Universidade de São Paulo e dedicação em prol do estudo da telenovela brasileira. almanaque_001a012.indd 5 28.08.07 11:34:56 Agradecimentos Celso Fernandes, Danilo Rodrigues, Diego Erlacher, Edgar C. Jamarim, Edinaldo Cordeiro Jr., Eduardo Dias Gudião, Elmo Francfort, Fábio Costa, Fabio Machado, Flávio Michelazzo, Gesner Perion Avancini, Giseli Martins, Henrique Cirne Lima, Hugo Costa, Hugo Meneses, Ivan Gomes, João Costa, Leonardo Ferrão Brasil, Luís Marcio Arnaut de Toledo, Mabel Pereira, Magno Lopes, Marcelo Kundera, Paulo Marcos Dezoti, Raphael Machado, Robson Rogério Valder, Romualdo Emílio, Samuel Costa, Teopisto Abath, Watson H. -
Rádio Nacional Fm De Brasília
Rádio Nacional FM Brasília RÁDIO NACIONAL FM Data Hora Descrição Intérprete Compositor 01/09/16 00:02:27 For Emily Luiz Eça Trio Pacífico Mascarenhas 01/09/16 01:56:02 Ser Brasileiro George Durand George Durand 01/09/16 02:54:31 A Última Dança Paula Nunes Vanessa Pinheiro / Lidiana Enéias 01/09/16 04:01:21 Uma Gaita Sobre O Morro Edu da Gaita Edu da Gaita 01/09/16 05:00:26 Pressentimento Grupo Toque de Salto Elton Medeiros / Hermínio Belo de Carvalho 01/09/16 06:00:56 Fita Amarela Martinho da Vila & Aline Calixto Noel Rosa 01/09/16 06:03:38 Tim Tim Por Tim Tim Leonel Laterza Haroldo Barbosa / Geraldo Jaques 01/09/16 06:07:43 Verdade, Uma Ilusão Carlinhos Brown/Paralamas do Sucesso Carlinhos Brown / Marisa Monte / Arnaldo Antunes 01/09/16 06:11:31 O Que Se Quer Marisa Monte Marisa Monte / Rodrigo Amarante 01/09/16 06:14:12 Geraldofla Mário Adnet & Lobão Mário Adnet / Bernardo Vilhena 01/09/16 06:18:14 Pagu Maria Rita Rita Lee / Zélia Duncan 01/09/16 06:22:27 Ela Gilberto Gil & Moska Gilberto Gil 01/09/16 06:25:16 Onde A Dor Não Tem Razão Mariana de Moraes & Zé Renato Paulinho da Viola / Elton Medeiros 01/09/16 06:29:06 Dois Cafés Tulipa Ruiz & Lulu Santos Tulipa Ruiz 01/09/16 06:32:46 Lenha Zeca Baleiro Zeca Baleiro 01/09/16 06:36:42 Milagreiro Djavan & Cássia Eller Djavan 01/09/16 06:42:26 Capitu Zélia Duncan & Hamilton de Holanda Luiz Tatit 01/09/16 06:47:27 Terra Caetano Veloso Caetano Veloso 01/09/16 06:53:55 Pavão Misterioso Ednardo, Amelinha & Belchior Ednardo 01/09/16 06:57:56 Estrelar Marcos Valle Marcos & Paulo Sérgio Valle 01/09/16 -
1) Em Torno De Uma Definição De Ciência E Ideologia
Gildo Magalhães dos Santos Fº Ciência e ideologia: conflitos e alianças em torno da idéia de progresso Tese apresentada à Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Livre-docente em História das Ciências, das Técnicas e do Trabalho São Paulo 2004 Índice Geral Lista das ilustrações 3 Resumo – Abstract 4 Introdução 5 1. Prelúdio: A historiografia da ciência e sua metodologia 7 2. Primeiro movimento: Em torno de definições 19 2.1 Ciência, técnica ou tecnologia? 19 2.2 Ideologia 28 2.3 Taxonomia do conhecimento: uma primeira aplicação ideológica 40 3. Segundo movimento: Capítulos de história das ciências 54 3.1 Os gregos, a ciência e algumas ideologias duradouras 54 3.2 Arte e ciência renascentistas e a ideologia do progresso 65 3.3 Bases sociais e culturais do mecanicismo 77 4. Interlúdio: dois estudos de casos exemplares de ideologias científicas 94 4.1 A unidade do mundo, ou a metafísica da ciência - a filosofia natural e a ideologia do romantismo 94 4.2 A evolução das espécies naturais e a ideologia do liberalismo 116 5. Terceiro Movimento: Ideologias científicas e positivismo 153 5.1 Geometrias não euclidianas e “verdades” científicas numa era de revoluções 153 5.2 Ciência, irracionalismo e pessimismo cultural: dos fundamentos epistemológicos da mecânica quântica à inteligência artificial 166 5.3 Industrialização e a ideologia do progresso 186 6. Poslúdio e coda: ideologias na metodologia das ciências. 200 Bibliografia 230 Anexo: Ilustrações 253 2 Lista das ilustrações Figura 1 – História e presente estado da eletricidade (Priestley, 1775) Figura 2 – Afrodite de Cnido (Praxíteles – cópia do original de 350 a.C. -
Trabalho Doméstico, Tradicionalmente Pouco Explorada
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Rio de Janeiro, RJ – 4 a 7/9/2015 Vingança da Empregadinha? Um Ano-chave Para a Doméstica na Telenovela Brasileira1 Max Milliano MELO2 Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ Resumo A proposta desta comunicação é discutir a representação da empregada doméstica nas telenovelas brasileiras focando, especialmente, o ano de 2012, quando há uma mudança significativa na legislação trabalhista que representou a conquista de direitos profissionais para esta trabalhadora, enquanto, em paralelo, a maior rede de televisão brasileira mantinha no ar três novelas - Cheias de Charme, Avenida Brasil e Lado a Lado - cujas protagonistas eram empregadas domésticas. Uma situação que traz questões como a dimensão realista das telenovelas atuais e a construção destas protagonistas, já que há ao longo da história da telenovela brasileira, uma tipificação bastante estereotipada da empregada doméstica. Palavras-chave: Telenovela; cotidiano; imaginário social; empregada doméstica, realismo Introdução Em 2012 o Congresso Nacional brasileiro aprovou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dava às empregadas domésticas – categoria profissional que segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), realizada pelo IBGE um ano antes, somava cerca de 6,6 milhões de trabalhadores; 92,6% deles do sexo feminino3 – parte dos direitos trabalhistas já oferecidos aos demais trabalhadores brasileiros, como acesso ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e Seguro Desemprego. Em um país onde as empregadas domésticas são um dos personagens mais marcantes no imaginário social, a mudança na legislação gerou intensos debates nas mais diversas esferas da sociedade. Assume-se o conceito de imaginário social como o “conjunto de relações imagéticas que atuam como memória afetiva de uma cultura, um substrato ideológico mantido pela sociedade”. -
Mensagens Românticas
Neste post, você encontrará diversas mensagens românticas. Para saber mais, continue lendo esse post. Mensagens Românticas Enviar lindas mensagens românticas para quem você ama é u belo gesto para transmitir amor, carinho, afeto e total admiração pela pessoa amada. Isso é um ótimo jeito para renovar o primeiro amor que vocês sentiam nos primeiros encontros, nas primeiras conversas. Neste post, você encontrará diversos mensagens românticas para te inspirar e enviar para pessoas que você ama, continue lendo esse post e se inspire com tantas demonstrações de amor. Mensagens Românticas – Sílvio César Rabêlo Lopes “Podem existir mil obstáculos, mas nada fará com que meu amor por ti morra. Atravessarei até os maiores mares, mas não existirá água suficiente que afogue o amor que sinto por você. Subirei até a montanha mais alta do mundo, só para te ver, e de lá gritarei seu nome para ver se me ouve, e se me ouvires, direi uma só frase: Eu te amo. E quando o vento passar, levará consigo o que eu disse, e quando ele soprar em seu ouvido, escutarás junto ao vento: Eu te amo. E toda vez que o vento soprar em seu ouvido, não será só apenas o vento, mas eu dizendo que te amo.” Confira a seguir um lindo vídeo com uma bela mensagem de amor: https://youtube.com/watch?v=YJ_lNzCBW8g Mensagens Românticas – Desconhecido “Uma confissão: Eu te amo Um desejo: Estar com você Um voto: Sua felicidade Um sonho: Ter você eternamente Uma emoção: Nosso primeiro beijo Um objetivo: Uma vida a dois Um pedido: Por favor me ame Um lembrete: Amarei você sempre Tudo isso porque: Te amo demais!” A seguir, você terá, acesso a um vídeo muito curto, entretanto, com uma bela mensagem de amor: https://youtube.com/watch?v=UrM4skRJmow Mensagens Românticas – João Lopes “É maravilhoso sentir que o nosso amor está presente em todos os momentos. -
Do Melodrama À Complexidade Virtual: Retomada Dos Formatos Ficcionais
Gêneros Televisivos – do melodrama à complexidade virtual: retomada dos formatos ficcionais Recebido: 26 set. 2014 Aprovado: 14 out. 2014 Marcia Perencim Tondato Programa de Pós-Graduação em Comunicação da ESPM. São Paulo. SP. Brasil. Contato com a autora: [email protected] Resumo: Na perspectiva da transmidiação televisiva, aqui são retomadas conceituações de gêneros com foco na telenovela por sua capacidade de mesclar antigas tradições ficcionais com elementos do universo popular e influências vindas de outros ramos da produção industrializada da cultura, complexificando a trama ideológica social. Nascida no âmbito da comercialização, a telenovela opera hoje com elementos visuais que remetem ao centro da condição contemporânea, marcada por contradições e misturas, adentrando os cotidianos, mais do que nunca midiatizados, exigindo que o gênero adentre os espaços virtuais. Areflexão a partir dos gêneros se dá por serem categorias que refletem momentos da sociedade, auxiliando a produção e leitura dos mesmos, tratando o tempo e a estrutura da narrativa de forma diferenciada, vinculada às possibilidades da tecnologia televisiva, às condições dramatúrgicas de seu desenvolvimento, bem como às formas de sua apropriação, quer pelas indústrias culturais, quer pelos consumidores. Palavras-chave: Televisão. Gêneros. Telenovela. Recepção. Abstract: TV Genres – from melodrama to virtual complexity: retrieving fictional formats. From the perspective of TV transmedialization, here I recover some concepts on genres. The focus is the telenovela for its capacity of mixing fictional ancient traditions with elements of the popular universe and influences from other branches of industrialized culture production, making the social ideological mesh more complex. Originated in the marketing context, telenovela operates today with visual elements that conduct us to the center of the contemporary condition, marked by contradictions and mixtures, entering daily lives, more than ever mediatized, and demandingthat the genre gets into the virtual spaces. -
A Crítica No Jornal – O Espaço Da Polêmica No Jornalismo Cultural Brasileiro
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS JORNALISMO A CRÍTICA NO JORNAL – O ESPAÇO DA POLÊMICA NO JORNALISMO CULTURAL BRASILEIRO RAFAEL PINTO SOARES RIO DE JANEIRO 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS JORNALISMO A CRÍTICA NO JORNAL – O ESPAÇO DA POLÊMICA NO JORNALISMO CULTURAL BRASILEIRO Monografia submetida à Banca de Graduação como requisito para obtenção do diploma de Comunicação Social / Jornalismo. RAFAEL PINTO SOARES Orientadora: Profa. Dra. Cristiane Henriques Costa RIO DE JANEIRO 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO TERMO DE APROVAÇÃO A Comissão Examinadora, abaixo assinada, avalia a Monografia A crítica no jornal – O espaço da polêmica no jornalismo cultural brasileiro, elaborada por Rafael Pinto Soares. Monografia examinada: Rio de Janeiro, no dia 17 de dezembro de 2012 Comissão Examinadora: Orientadora: Profa. Dra. Cristiane Henriques Costa Doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação - UFRJ Departamento de Comunicação - UFRJ Prof. Dr. Márcio Tavares D’Amaral Doutor em Letras pela UFRJ Professor emérito, Escola de Comunicação - UFRJ Prof. Dr. Muniz Sodré de Araújo Cabral Doutor em Letras pela UFRJ Professor emérito, Escola de Comunicação - UFRJ FICHA CATALOGRÁFICA SOARES, Rafael Pinto. Acrítica no jornal – O espaço da polêmica no jornalismo cultural brasileiro. Rio de Janeiro, 2012. Monografia (Graduação em Comunicação Social/ Jornalismo) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Escola de Comunicação – ECO. Orientadora: Cristiane Henriques Costa SOARES, Rafael Pinto. A crítica no jornal – O espaço da polêmica no jornalismo cultural brasileiro. Orientadora: Cristiane Henriques Costa. Rio de Janeiro: UFRJ/ECO. -
A Coleção Primeiro Amor
FACULDADE DE LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM TEORIA DA LITERATURA JESIANE MARION FERNANDES A PRODUÇÃO CULTURAL JUVENIL E A CONTEMPORANEIDADE: A COLEÇÃO PRIMEIRO AMOR Porto Alegre 2010 JESIANE MARION FERNANDES A PRODUÇÃO CULTURAL JUVENIL E A CONTEMPORANEIDADE: A COLEÇÃO PRIMEIRO AMOR Dissertação apresentada como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Teoria da Literatura pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Orientadora: Profa. Dra. Maria Tereza Amodeo Porto Alegre 2010 0 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) F363p Fernandes, Jesiane Marion A produção cultural juvenil e a contemporaneidade: a Coleção Primeiro Amor. / Jesiane Marion Fernandes. – Porto Alegre, 2010. 139 f. Dissertação (Mestrado em Teoria da Literatura) – Faculdade de Letras, PUCRS. Orientação: Profa. Dra. Maria Tereza Amodeo. 1. Teoria Literária. 2. Cultura Contemporânea. 3. Literatura Juvenil – História e Crítica. 4. Estudos Culturais. 5. Globalização. 6. Pós-Modernidade. 7. Indústria Cultural. I. Amodeo, Maria Tereza. II. Título. CDD 028.509 Ficha elaborada pela bibliotecária Cíntia Borges Greff CRB 10/1437 JESIANE MARION FERNANDES A PRODUÇÃO CULTURAL JUVENIL E A CONTEMPORANEIDADE: A COLEÇÃO PRIMEIRO AMOR Dissertação apresentada como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Teoria da Literatura pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Aprovada em 13 de janeiro de 2010. Banca Examinadora: Orientadora: Profa. Dra. Maria Tereza Amodeo PUCRS Profa. Dra. Flavia Brocchetto Ramos UCS/Caxias do Sul Profa. Dra. Vera Teixeira de Aguiar PUCRS 3 Dedico esta dissertação à minha família: meus pais, Odete Marion e Jeziel Dávalos (In Memorian), meus amores Fabiano e Sofia, meus irmãos Julia e Fernando.