Comédia Popular Na Obra De Luís Alberto De Abreu
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MARIA REJANE REINALDO Currículo Lattes/ Link
MARIA REJANE REINALDO Currículo Lattes/ link: https://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/PKG_MENU.menu?f_cod=4B595CBEB08B30A3FC29AB790629C8E2 FOTO: DEIVYSON TEIXEIRA. O POVO (palco do Teatro da Boca Rica) Conselheira de Política Municipal de Cultura de Fortaleza – 2015 a 2018 Fortaleza/CE, março 2019 APRESENTAÇÃO Atuação: Campo artístico, cultural e acadêmico, como atriz/diretora / professora universitária, pesquisadora / gestora / curadora/ parecerista/ assessora/ consultora, desde 1976. PESQUISA DOUTORADO ARTES CÊNICAS DA UFBA: FLORESTA AMAZÔNICA, VENEZUELA, ITÁLIA, FRANÇA, RORAIMA - EM BUSCA DAS MULHERES GUERREIRAS, AS AMAZONAS. PESQUISA: PRÊMIO BOLSA FUNARTE 2010. MINISTÉRIO DA CULTURA/ FUNARTE. TRABALHANDO COMO ATRIZ NO FILME “OS ANSEIOS DAS CUNHÃS”, DA AMAZONENSE REGINA MELO, PROJETO AGRACIADO COM O PRÊMIO DE CINEMA DO MINISTÉRIO CULTURA - CARMEM SANTOS. AMAZÔNIA. FILMAGEM DE “OS ANSEIOS DAS CUNHÃS” DE REGINA MELO. PRÊMIO DE CINEMA DO MINISTÉRIO DA CULTURA “CARMEM SANTOS”. FORMAÇÃO Doutora em Artes Cênicas-Teatro no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia - UFBA (2015), com a Tese: PENTESILEIA, RAINHA DAS AMAZONAS. Travessias de uma Personagem. O Projeto de pesquisa Pentesileia foi ganhador do Prêmio BOLSA PESQUISA FUNARTE 2010 (Ministério da Cultura/ Funarte) e do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural 2010 (FUNARTE/Ministério da Cultura). Mestre em Sociologia onde pesquisou relações sociais construídas e construtoras do PROCESSO CRIATIVO EM GRUPOS TEATRAIS GRUPO TEATRO PIOLLIN (PB) - UFC (2003); Bacharel -
Cintia Lima Crescêncio
Dizer-se feminista no Brasil entre os anos 1970 e 1980 Cíntia Lima Crescêncio * “Ela era muito feia e agressiva, e daí em diante passou a fazer parte do inconsciente coletivo brasileiro como o modelo de mulher que as outras, as que quisessem continuar femininas, não deveriam imitar” (MURARO, 2001: 17), afirmava Rose Marie Muraro em publicação de 2001 sobre Betty Friedan. A brasileira que 30 anos depois da passagem da autora de Mística Feminina pelo Brasil a aponta como feia e agressiva, é também uma feminista engajada e empenhada na defesa dos direitos das mulheres. De acordo com Rose Marie Muraro: “É com o feminismo que a mulher aprende a adquirir uma identidade autônoma, isto é, deixa de ver-se com os olhos do homem e passa a ver-se com seus próprios olhos [...]” (MURARO, 2001: 105). A mesma feminista que apontou a feiúra e a agressividade de um dos nomes mais importantes dos feminismos de segunda onda 1 ressaltou também que o feminismo, como ideologia e acontecimento, permitiu à mulher a construção de uma identidade autônoma. É baseada nessas contradições que apresento a proposta do presente artigo: refletir a respeito das estratégias discursivas adotadas por feministas brasileiras na época de emergência dos movimentos feministas no Brasil em um veículo da grande imprensa – revista Veja 2 – , notadamente nas décadas de 1970 e 1980, articulando-as a entrevistas com feministas militantes realizadas pela equipe do Laboratório de Estudos de Gênero e História - LEGH da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC a partir do projeto “Conesul: ditaduras, gênero e feminismo (1960-1990)”. -
O Brasil Descobre a Dança Descobre O Brasil
O TALHO NA CMESMIE Os milênios pertencem a ordenações soberanas. Conversas de fim de século geralmente tratam de momentos críticos e decisões irrevogáveis. As de agora, sopram prováveis e variados holocaustos, mas também diversas possibilidades de redenção. Clamam por urgências ecológicas, pela atenção com a saúde pessoal e do planeta; redimensionam questões nacionais, uma vez que as novas tecnologias de informação estão desenhando um mundo por conhecer. Qual o figurino indicado para uma troca de milênio? O motor do ato, aqui, se impele dos traços nascidos nos últimos anos deste 1900, mas não marcha nas hostes milenaristas (como se comportar perante os três zeros das datas que serão cabeçalhos de nossa futura correspondência? Zero-pai, zero-filho, zero-espírito santo, como diz Peter Sloterdijk?). Nem se abriga nas dobras amigáveis de uma historiografia oficial, cronológica na sua seqüência linear. Primeiro, porque ela não está sequer escrita. E depois, singrar outras faces em paisagens conhecidas é o que abre o breu. Na ausência de pernas, cavalgaremos com a ciência. Ciência: do que se desprende o nosso cotidiano. Às vezes, nem atentamos para sua presença. Distraídos, continuamos pensando que se trata de exclusividade de laboratório de cientista. Mas não. Escolher uma hipótese (por que uma, aquela, e não qualquer outra?), testá-la indutivamente e, em seguida, elaborar uma dedução a respeito das conclusões obtidas é o que cada um de nós faz a cada dia quando, por exemplo, abre a janela e escolhe com que roupa vai sair de casa. O ponto de partida, a idéia básica do trabalho, se centra num fenômeno tipicamente brasileiro conhecido por Ballet Stagium. -
Dissertação Alterada.Pages
! UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO UNIRIO Centro de Letras e Artes - CLA Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas- PPGAC LUÍSA PINHEIRO DA LITERATURA AO TEATRO Uma experiência de adaptação a partir do romance Um copo de cólera Rio de Janeiro - RJ 2018 LUÍSA PINHEIRO DA LITERATURA AO TEATRO Uma experiência de adaptação a partir do romance Um copo de cólera Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas – PPGAC da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO como um dos requisitos para obtenção do grau de mestre em Artes Cênicas. Orientador: Prof. Dr. André Luís Gardel Barbosa Rio de Janeiro - RJ 2018 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao CNPQ pelo fomento fornecido, indispensável para a realização dessa pesquisa. De uma forma muito especial, gostaria de agradecer ao meu orientador, Prof. Dr. André Luís Gardel Barbosa, pelo cuidado, amizade e profissionalismo ao longo do desenvolvimento deste trabalho. Gostaria também de agradecer imensamente a Grassi Santana, pela parceria tão generosa sem a qual seria impossível empreender essa pesquisa. Aos professores Rosyane Trotta e Paulo Merísio meus mais sinceros agradecimentos por todos os apontamentos realizados em minha banca de qualificação, fundamentais para o desenvolvimento da prática artística. Gostaria igualmente de agradecer a todos os professores do Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas – PPGAC da UNIRIO e a todos os meus colegas de jornada pelas trocas e constante aprendizado em sala de aula. Finalmente, a todos aqueles que fizeram parte de minha trajetória, em especial minha família, Lúcia, Eduardo, Nathália e Denise, minha mais profunda gratidão e amor. -
E As Práticas Jornalísticas
Beatriz Marocco Angela Zamin Crítica das práticas jornalísticas Santa Maria FACOS-UFSM 2021 C934 Crítica das práticas jornalísticas [recurso eletrônico] / organização Beatriz Marocco, Angela Zamin. – Santa Maria, RS : FACOS-UFSM, 2021. l e-book 1. Jornalismo 2. Jornalistas 3. Jornalismo – Práticas – Crítica I. Marocco, Beatriz II. Zamin, Angela CDU 070 070.447 Ficha catalográfica elaborada por Alenir Goularte CRB-10/990 Biblioteca Central - UFSM ISBN 978-65-5773-020-1 Título Crítica das práticas jornalísticas Formato Livro Digital Veiculação Digital Licença Creative Commons SUMÁRIO Apresentação .....................................................................................................7 A crítica das práticas como lugar de resistência de jornalistas Angela Zamin, Beatriz Marocco Prefácio ............................................................................................................. 17 José Luiz Braga PERCURSO TEÓRICO Fissuras no paradigma da objetividade jornalística ............................. 29 Beatriz Marocco Os procedimentos de controle e a resistência na prática jornalística ......................................................................................................... 63 Beatriz Marocco Os “livros de repórteres”, o “comentário” e as práticas jornalísticas ....................................................................................................... 83 Beatriz Marocco Os “grandes acontecimentos” e o reconhecimento do presente .... 103 Beatriz Marocco, Angela Zamin, Felipe Boff CRÍTICA -
Oral History Interview with Regina Vater, 2004 February 23-25
Oral history interview with Regina Vater, 2004 February 23-25 This interview is part of the series "Recuerdos Orales: Interviews of the Latino Art Community in Texas," supported by Federal funds for Latino programming, administered by the Smithsonian Center for Latino Initiatives. The digital preservation of this interview received Federal support from the Latino Initiatives Pool, administered by the Smithsonian Latino Center. Contact Information Reference Department Archives of American Art Smithsonian Institution Washington. D.C. 20560 www.aaa.si.edu/askus Transcript Preface The following oral history transcript is the result of a tape-recorded interview with Regina Vater on February 23 and 25, 2004. The interview took place in Austin, Texas and was conducted by Cary Cordova for the Archives of American Art, Smithsonian Institution. This interview is part of the Recuerdos Orales: Interviews of the Latino Art Community in Texas. Regina Vater and Cary Cordova have reviewed the transcript and have made corrections and emendations. The reader should bear in mind that he or she is reading a transcript of spoken, rather than written, prose. Interview CARY CORDOVA: This is Cary Cordova for the Archives of American Art, Smithsonian Institution. This is an oral history interview of Regina Vater on February 23, 2004, at her home at 4901 Caswell Avenue in Austin, Texas. And this is session one and disc one. And as I mentioned, Regina, I’m just going to ask if you could tell us a little bit about where you were born and where your family is from originally, and when you were born. REGINA VATER: Okay. -
Universidade Federal De Santa Catarina Centro De Filosofia E Ciências Humanas Programa De Pós-Graduação Em Antropologia Social
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL CAROLINE SOARES DE ALMEIDA “BOAS DE BOLA”: Um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. Florianópolis 2013 2 CAROLINE SOARES DE ALMEIDA BOAS DE BOLA”: Um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. Dissertação submetida ao Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Mestre em Antropologia Social. Orientadora: Profª. Dra. Carmen Silvia Rial. Florianópolis 2013 3 4 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL “BOAS DE BOLA”: Um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. CAROLINE SOARES DE ALMEIDA Dissertação Apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito parcial para a obtenção do grau de mestre em Antropologia Social BANCA EXAMINADORA ____________________________________________ Profª. Dra. Carmen Silvia Rial. (PPGAS/UFSC – Orientadora) ___________________________________________ Dra. Margarete Fagundes Nunes (FEEVALE) ____________________________________________ Dr. Fernando Gonçalves Bitencourt (IFSC) ____________________________________________ Dr. Rafael Victorino Devos (PPGAS/UFSC) ____________________________________________ Dra. Maria Regina Azevedo Lisbôa (PPGAS/UFSC - Suplente) ____________________________________________ Dr. Alex Vailati (PPGAS/UFSC) Florianópolis, 11 de março de 2013. 5 6 AGRADECIMENTOS Uma pesquisa é fruto de um processo coletivo o qual procuramos atribuir palavras quando sentamos para escrevê-lo. Dessa forma, os agradecimentos são muitos. Primeiramente, gostaria de agradecer as pessoas que fizeram parte da história do Esporte Clube Radar, que se dispuseram simpaticamente a sair de suas rotinas e me encontrar para as entrevistas, emprestando, assim, suas lembranças, arquivos e carinhos daquela época. -
Maurício Frighetto UMA ESCOLA DE JORNALISMO
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Repositório Institucional da UFSC Maurício Frighetto UMA ESCOLA DE JORNALISMO: O PODER E O SABER NA HISTÓRIA DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DA UFSC Dissertação submetida ao Programa de Pós-graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Mestre em Jornalismo. Orientador: Prof. Dr. Eduardo Barreto Vianna Meditsch. Florianópolis 2016 2 Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC. Frighetto, Maurício Uma Escola de Jornalismo : o poder e o saber na história do projeto pedagógico do curso da UFSC / Maurício Frighetto ; orientador, Eduardo Meditsch - Florianópolis, SC, 2016. 241 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós Graduação em Jornalismo. Inclui referências 1. Jornalismo. 2. Curso de Jornalismo da UFSC. 3. Diretrizes Curriculares Nacionais. 4. Pedagogia do Jornalismo. 5. Ensino do Jornalismo. I. Meditsch, Eduardo . II. Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Jornalismo. III. Título. 3 Maurício Frighetto UMA ESCOLA DE JORNALISMO: O PODER E O SABER NA HISTÓRIA DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DA UFSC Esta dissertação foi julgada adequada para obtenção do Título de Mestre em Jornalismo e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós- Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 04 de novembro de 2016. _________________________________________________ Profª. Drª. Raquel Ritter Longhi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo Banca examinadora: _________________________________________________ Prof. Dr. Eduardo Meditsch (Orientador) Universidade Federal de Santa Catarina _________________________________________________ Profª. -
Letícia Leonardi Vianna
UNESP – UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA ―JÚLIO DE MESQUITA FILHO‖ INSTITUTO DE ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES DRAMATURGIAS EM EDUCAÇÃO: POÉTICAS PERFORMATIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR LETÍCIA LEONARDI VIANNA SÃO PAULO 2019 LETÍCIA LEONARDI VIANNA DRAMATURGIAS EM EDUCAÇÃO: POÉTICAS PERFORMATIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR TESE APRESENTADA AO INSTITUTO DE ARTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA ―JÚLIO DE MESQUITA FILHO‖, PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE DOUTORA EM ARTES CÊNICAS. Linha de Pesquisa: Estéticas e Poéticas Cênicas Orientadora: Profa. Dra. Marianna F. Martins Monteiro Bolsa Capes - Demanda Social. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de São Paulo Instituto de Artes São Paulo - 2019 BANCA EXAMINADORA __________________________________________________ Profa. Dra. Marianna Francisca Martins Monteiro (Orientadora) __________________________________________________ Profa. Dra. Carminda Mendes André __________________________________________________ Prof. Dr. Silvio Donizetti de Oliveira Gallo __________________________________________________ Profa. Dra. Naira Neide Ciotti __________________________________________________ Prof. Dr. Cassiano Sydow Quilici Ficha catalográfica preparada pelo Serviço de Biblioteca e Documentação do Instituto de Artes da UNESP L581d Leonardi, Letícia (Letícia Leonardi Vianna), 1984- Dramaturgias em educação: poéticas performativas no cotidiano escolar / Letícia Leonardi. - São Paulo, 2019. 241f. : il. Orientadora: Profa. Dra. Marianna Francisca Martins Monteiro Tese (Doutorado em Artes) – Universidade Estadual Paulista ―Júlio de Mesquita Filho‖, Instituto de Artes 1. Teatro na educação. 2. Performance (Arte). 3. Teatro - Aspectos políticos. 4. Teatro e sociedade. I. Monteiro, Marianna Francisca Martins. II. Universidade Estadual Paulista, Instituto de Artes. III. Título. CDD 792.01 (Laura Mariane de Andrade - CRB 8/8666) Para todos os professores que passaram em minha vida, especialmente aqueles que não cessaram em reinventar-se. Aos meus antigos e novos alunos, sobretudo as crianças que colocam todo o saber acadêmico em xeque. -
“MOÇAS DE FINO TRATO”: UMA TRADUÇÃO DO TEATRO AO CINEMA Arte, História E Políticas Culturais (1970/1990)
1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ ESTER CRISTIANE DA SILVA “MOÇAS DE FINO TRATO”: UMA TRADUÇÃO DO TEATRO AO CINEMA Arte, História e Políticas Culturais (1970/1990). Maringá 2012 2 ESTER CRISTIANE DA SILVA “Moças de Fino Trato”: Uma Tradução do Teatro ao Cinema Arte, História e Políticas Culturais (1970/1990). Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História da Universidade Estadual de Maringá, Linha de Pesquisa: Fronteiras, Populações e Bens Culturais, sob orientação da professora Drª. Sandra de Cássia Araújo Pelegrini, como requisito para a obtenção do título de mestre. Maringá 2012 3 Nome: SILVA, Ester Cristiane da Título: “Moças de Fino Trato”: Uma Tradução do Teatro ao Cinema. Arte, História e Políticas Culturais (1970/1990). Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História da Universidade Estadual de Maringá, como requisito para a obtenção do título de mestre. Aprovado em: Banca Examinadora Profa. Dra. Sandra C, A. Pelegrini Instituição: UEM Julgamento:_________________ Assinatura:______________ Profa. Dra. Hilda Pívaro Stadinik Instituição: UEM Julgamento:________________ Assinatura:_______________ Prof. Dr. Sérgio Ricardo de Carvalho Santos Instituição: USP Julgamento:___________________ Assinatura:______________ 4 Ao meu marido, Ricardo Escudeiro, com amor, admiração e gratidão por sua compreensão, presença e incansável apoio ao longo deste período. Com carinho dedico-lhe esta pesquisa. 5 Nós vos pedimos com insistência: Nunca digam - Isso é natural. Diante dos acontecimentos de cada dia. Numa época que reina a confusão. Em que corre o sangue, Em que se ordena a desordem Em que o arbitrário tem força de lei, Em que a humanidade se desumaniza... Não digam nunca: Isso é natural. -
Programação Período De 19/12/2005 a 25/12/2005
o t o f e o t x e t e r t n E Teleromance Repertótio Boletim de Programação 19 de dezembro de 2005 a 25 de dezembro de 2005 www.tvcultura.com.br 51 Repertório De Fininho No Olho da Rua Popular Cine Brasil Especial Infantil Cocoricó Especial de Natal Especial de Natal Bem Brasil Vitrine Viola, Minha Viola Teledramaturgia ENTRE BARRAS/FOTOS Especiais de Natal Especial de Natal Zoom Missa do Galo Cantos de Natal Imagem do Som Quebra-Nozes ENTRE BARRAS/FOTOS Grade de Programação (segunda a domingo) Expediente Castelo Rá-Tim-Bum, Brasileiros e Brasileiras, O Filme Ensaio Biografias para a TV Fortíssimo Final de Ano na Cultura PROGRAMAÇÃO ESPECIAL DE NATAL A TV Cultura preparou um pacote muito especial de atrações inéditas para todos os gostos e idades neste final de ano. São grandes shows musicais, sessões do melhor do cinema nacional, teleteatros, pro- gramas infantis especiais para a semana do Natal, uma série de documentários com importantes personalidades brasileiras, progra- mas de entrevistas com convidados internacionais e outras imperdíveis atrações. Além disso, pela primeira vez, a partir do dia 19 de dezembro, a TV Cultura ficará 24 horas no ar, ininterruptamente, de segunda a sexta-feira. Voltar o t i d é De Fininho n i Terça, dia 20, às 20h00 Entre Título/Entre Texto De Fininho comemora a primeira temporada com uma edição dos melhores momentos de 2005. O ano Fernando Meligeni foi movimentado para Fernando Meligeni, mas Legenda da Foto ninguém melhor do que ele para encarar todas as matérias radicais e inusitadas do programa, além das entrevistas com os mais variados esportistas. -
Anais Do I SEMINÁRIO DE PRESERVAÇÃO DE ACERVOS TEATRAIS
Anais do I SEMINÁRIO DE PRESERVAÇÃO DE ACERVOS TEATRAIS 8 a 10 de agosto de 2012 ∙ ECA/USP Anais do I SEMINÁRIO DE PRESERVAÇÃO DE ACERVOS TEATRAIS 8 a 10 de agosto de 2012 ∙ ECA/USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Reitor Marco Antonio Zago Vice-Reitor Vahan Agopyan Pró-Reitor de Pesquisa José Eduardo Krieger Pró-Reitor de Graduação Antonio Carlos Hernandes Pró-Reitora de Pós Graduação Bernadette Dora Gombossy de Melo Franco Chefe de Gabinete José Roberto Drugowich de Felício Presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional Raul Machado Neto PRÓ-REITORIA DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Pró-Reitora Maria Arminda do Nascimento Arruda Pró-Reitor Adjunto de Cultura João Marcos de Almeida Lopes Pró-Reitor Adjunto de Extensão Universitária Moacyr Ayres Novaes Filho Assessores Técnicos de Gabinete José Nicolau Gregorin Filho e Rubens Beçak TEATRO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Diretor Ferdinando Martins Vice-Diretora Elisabeth Silva Lopes Orientadores de Arte Dramática Cláudia Alves Fabiano, Dilson Rufino, Francisco Serpa Peres, Maria Tendlau e René Marcelo Piazentin Amado Analista para Assuntos Administrativos Magali Chamiso Chamellette de Oliveira Analista de Comunicação Fábio Larsson Secretária Neuza Aparecida Moreira Cirqueira Sonoplastas/Iluminadores Rogério Cândido dos Santos e Rodrigo Bari Agente Cultural Otacílio Alacran Assessoria de Imprensa Elcio Silva Técnico Contábil Nilton Casagrande Técnicos para Assuntos Administrativos Marcos Chichorro dos Santos e Vanessa Azevedo de Morais Auxiliar de Manutenção Antonio