Brizola, HO Ultimo QOS U.^Ay Se Reordene a Vida Institucional
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Pontifícia Universidade Católica Do Rio Grande Do Sul Faculdade De Educação Programa De Pós-Graduação Em Educação Mestrado Em Educação
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO RAPHAEL CASTANHEIRA SCHOLL MEMÓRIAS (ENTRE)LAÇADAS: MULHERES, LABORES E MODA NA ESCOLA TÉCNICA SEN. ERNESTO DORNELLES DE PORTO ALEGRE/RS (1946-1961) Porto Alegre, janeiro de 2012. 1 RAPHAEL CASTANHEIRA SCHOLL MEMÓRIAS (ENTRE)LAÇADAS: MULHERES, LABORES E MODA NA ESCOLA TÉCNICA SEN. ERNESTO DORNELLES DE PORTO ALEGRE/RS (1946-1961) Dissertação apresentado ao curso de Mestrado da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Educação. Profª. Drª. Maria Helena Camara Bastos Orientadora Porto Alegre, janeiro de 2012. 2 S368m Scholl, Raphael Castanheira Memórias (entre)laçadas: mulheres, labores e moda na Escola Técnica Sen. Ernesto Dornelles de Porto Alegre/RS (1946-1961). / Raphael Castanheira Scholl. – Porto Alegre, 2012. 238 f. : il. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, PUCRS. Orientação: Profa. Dra. Maria Helena Camara Bastos. 1. Educação – História – Brasil. 2. Ensino ProfissionalizanteBibliotecária – Brasil responsável:. 3. Mulheres – Educação. 4. EnsinoCíntia Técnico Borges – B rasil.Greff 5. - FormaçãoCRB 10/1437 Profissional – Mulheres. 6. Moda. I. Bastos , Maria Helena Camara. II. Título. CDD 376.981 373.24 3 FOLHA DE APROVAÇÃO ______________________________ Drª. Beatriz Terezinha Daudt Fischer UNISINOS ______________________________ Drª. Dóris Bittencourt Almeida UFRGS ______________________________ Dr. Marcos Villela Pereira PUC-RS ______________________________ Drª. Maria Teresa Santos Cunha UDESC ______________________________ Drª. Maria Helena Camara Bastos PUC-RS 4 À memória de meus avós, Rubens e Lili - aos quais devo muito do que sei e tudo que sou - dedico este trabalho. -
Guia Da Programação
Centro-Oeste ........................................................................................... 2 DISTRITO FEDERAL .................................................................................................................... 2 GOIÁS ........................................................................................................................................ 7 MATO GROSSO ........................................................................................................................ 19 MATO GROSSO DO SUL ........................................................................................................... 24 Nordeste ............................................................................................... 32 ALAGOAS ................................................................................................................................. 32 BAHIA ...................................................................................................................................... 37 CEARÁ ...................................................................................................................................... 53 MARANHÃO............................................................................................................................. 69 PARAÍBA .................................................................................................................................. 74 PERNAMBUCO ........................................................................................................................ -
Cintia Lima Crescêncio
Dizer-se feminista no Brasil entre os anos 1970 e 1980 Cíntia Lima Crescêncio * “Ela era muito feia e agressiva, e daí em diante passou a fazer parte do inconsciente coletivo brasileiro como o modelo de mulher que as outras, as que quisessem continuar femininas, não deveriam imitar” (MURARO, 2001: 17), afirmava Rose Marie Muraro em publicação de 2001 sobre Betty Friedan. A brasileira que 30 anos depois da passagem da autora de Mística Feminina pelo Brasil a aponta como feia e agressiva, é também uma feminista engajada e empenhada na defesa dos direitos das mulheres. De acordo com Rose Marie Muraro: “É com o feminismo que a mulher aprende a adquirir uma identidade autônoma, isto é, deixa de ver-se com os olhos do homem e passa a ver-se com seus próprios olhos [...]” (MURARO, 2001: 105). A mesma feminista que apontou a feiúra e a agressividade de um dos nomes mais importantes dos feminismos de segunda onda 1 ressaltou também que o feminismo, como ideologia e acontecimento, permitiu à mulher a construção de uma identidade autônoma. É baseada nessas contradições que apresento a proposta do presente artigo: refletir a respeito das estratégias discursivas adotadas por feministas brasileiras na época de emergência dos movimentos feministas no Brasil em um veículo da grande imprensa – revista Veja 2 – , notadamente nas décadas de 1970 e 1980, articulando-as a entrevistas com feministas militantes realizadas pela equipe do Laboratório de Estudos de Gênero e História - LEGH da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC a partir do projeto “Conesul: ditaduras, gênero e feminismo (1960-1990)”. -
O Brasil Descobre a Dança Descobre O Brasil
O TALHO NA CMESMIE Os milênios pertencem a ordenações soberanas. Conversas de fim de século geralmente tratam de momentos críticos e decisões irrevogáveis. As de agora, sopram prováveis e variados holocaustos, mas também diversas possibilidades de redenção. Clamam por urgências ecológicas, pela atenção com a saúde pessoal e do planeta; redimensionam questões nacionais, uma vez que as novas tecnologias de informação estão desenhando um mundo por conhecer. Qual o figurino indicado para uma troca de milênio? O motor do ato, aqui, se impele dos traços nascidos nos últimos anos deste 1900, mas não marcha nas hostes milenaristas (como se comportar perante os três zeros das datas que serão cabeçalhos de nossa futura correspondência? Zero-pai, zero-filho, zero-espírito santo, como diz Peter Sloterdijk?). Nem se abriga nas dobras amigáveis de uma historiografia oficial, cronológica na sua seqüência linear. Primeiro, porque ela não está sequer escrita. E depois, singrar outras faces em paisagens conhecidas é o que abre o breu. Na ausência de pernas, cavalgaremos com a ciência. Ciência: do que se desprende o nosso cotidiano. Às vezes, nem atentamos para sua presença. Distraídos, continuamos pensando que se trata de exclusividade de laboratório de cientista. Mas não. Escolher uma hipótese (por que uma, aquela, e não qualquer outra?), testá-la indutivamente e, em seguida, elaborar uma dedução a respeito das conclusões obtidas é o que cada um de nós faz a cada dia quando, por exemplo, abre a janela e escolhe com que roupa vai sair de casa. O ponto de partida, a idéia básica do trabalho, se centra num fenômeno tipicamente brasileiro conhecido por Ballet Stagium. -
Íntimo E Distante: O Nordeste De Maureen Bisilliat
Íntimo e distante: o nordeste de Maureen Bisilliat Intimate and distant: the northeast of Maureen Bisilliat Íntima y distante: el Maureen Bisilliat noreste Carla Adelina Craveiro Silva1 ([email protected]) Marcelo Eduardo Leite2 ([email protected]) http://dx.doi.org/10.5216/cei.v17i1.28400 Resumo A literatura está entre as referências que são buscadas na construção de narrativas sobre a região Nordeste do Brasil. No que se refere à fotografia, produções que dialogam com obras literárias de temática regionalista são identificadas. Nosso objetivo é tecer reflexões acerca das fotografias de Maureen Bisilliat publicadas no livro Sertões, luz e trevas (1982), no qual ela intercala trechos de Os Sertões (1902), de Euclides da Cunha, com imagens feitas entre 1967 e 1972. Revisão bibliográfica, relatos pessoais e análise das imagens se apresentam como formas de aproximação para com o processo criativo da fotógrafa, delineando, assim, uma melhor compreensão de sua narrativa, a qual elege o sertão como espaço de abordagem. Palavras-chave: Fotografia. Literatura. Maureen Bisilliat. Os Sertões. Abstract Literature is among the references searched in the building of narratives about the Brazilian Northeast. In respect to the photography, productions that have a dialogue with literary works of regionalistic theme are identified. We aim to weave reflections about Maureen Bisilliat’s photographs published in the book Sertões, luz e trevas (1982), in which she intercalates excerpts of Os Sertões (1902), of Euclides da Cunha, to pictures done between 1967 and 1972. Bibliographic review, personal reports and an analysis of the photographic images present themselves as manners of access with creative process of the photographer, outlining, on this way, a better understanding of her narrative, that elects the hinterland as space of approach. -
Oral History Interview with Regina Vater, 2004 February 23-25
Oral history interview with Regina Vater, 2004 February 23-25 This interview is part of the series "Recuerdos Orales: Interviews of the Latino Art Community in Texas," supported by Federal funds for Latino programming, administered by the Smithsonian Center for Latino Initiatives. The digital preservation of this interview received Federal support from the Latino Initiatives Pool, administered by the Smithsonian Latino Center. Contact Information Reference Department Archives of American Art Smithsonian Institution Washington. D.C. 20560 www.aaa.si.edu/askus Transcript Preface The following oral history transcript is the result of a tape-recorded interview with Regina Vater on February 23 and 25, 2004. The interview took place in Austin, Texas and was conducted by Cary Cordova for the Archives of American Art, Smithsonian Institution. This interview is part of the Recuerdos Orales: Interviews of the Latino Art Community in Texas. Regina Vater and Cary Cordova have reviewed the transcript and have made corrections and emendations. The reader should bear in mind that he or she is reading a transcript of spoken, rather than written, prose. Interview CARY CORDOVA: This is Cary Cordova for the Archives of American Art, Smithsonian Institution. This is an oral history interview of Regina Vater on February 23, 2004, at her home at 4901 Caswell Avenue in Austin, Texas. And this is session one and disc one. And as I mentioned, Regina, I’m just going to ask if you could tell us a little bit about where you were born and where your family is from originally, and when you were born. REGINA VATER: Okay. -
Universidade Federal De Santa Catarina Centro De Filosofia E Ciências Humanas Programa De Pós-Graduação Em Antropologia Social
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL CAROLINE SOARES DE ALMEIDA “BOAS DE BOLA”: Um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. Florianópolis 2013 2 CAROLINE SOARES DE ALMEIDA BOAS DE BOLA”: Um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. Dissertação submetida ao Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Mestre em Antropologia Social. Orientadora: Profª. Dra. Carmen Silvia Rial. Florianópolis 2013 3 4 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL “BOAS DE BOLA”: Um estudo sobre o ser jogadora de futebol no Esporte Clube Radar durante a década de 1980. CAROLINE SOARES DE ALMEIDA Dissertação Apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito parcial para a obtenção do grau de mestre em Antropologia Social BANCA EXAMINADORA ____________________________________________ Profª. Dra. Carmen Silvia Rial. (PPGAS/UFSC – Orientadora) ___________________________________________ Dra. Margarete Fagundes Nunes (FEEVALE) ____________________________________________ Dr. Fernando Gonçalves Bitencourt (IFSC) ____________________________________________ Dr. Rafael Victorino Devos (PPGAS/UFSC) ____________________________________________ Dra. Maria Regina Azevedo Lisbôa (PPGAS/UFSC - Suplente) ____________________________________________ Dr. Alex Vailati (PPGAS/UFSC) Florianópolis, 11 de março de 2013. 5 6 AGRADECIMENTOS Uma pesquisa é fruto de um processo coletivo o qual procuramos atribuir palavras quando sentamos para escrevê-lo. Dessa forma, os agradecimentos são muitos. Primeiramente, gostaria de agradecer as pessoas que fizeram parte da história do Esporte Clube Radar, que se dispuseram simpaticamente a sair de suas rotinas e me encontrar para as entrevistas, emprestando, assim, suas lembranças, arquivos e carinhos daquela época. -
Histórias E Causos Do Cinema Brasileiro
Zelito Viana Histórias e Causos do Cinema Brasileiro Zelito Viana Histórias e Causos do Cinema Brasileiro Betse de Paula São Paulo, 2010 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Governador Alberto Goldman Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho No Passado Está a História do Futuro A Imprensa Oficial muito tem contribuído com a sociedade no papel que lhe cabe: a democra- tização de conhecimento por meio da leitura. A Coleção Aplauso, lançada em 2004, é um exemplo bem-sucedido desse intento. Os temas nela abordados, como biografias de atores, di- retores e dramaturgos, são garantia de que um fragmento da memória cultural do país será pre- servado. Por meio de conversas informais com jornalistas, a história dos artistas é transcrita em primeira pessoa, o que confere grande fluidez ao texto, conquistando mais e mais leitores. Assim, muitas dessas figuras que tiveram impor- tância fundamental para as artes cênicas brasilei- ras têm sido resgatadas do esquecimento. Mesmo o nome daqueles que já partiram são frequente- mente evocados pela voz de seus companheiros de palco ou de seus biógrafos. Ou seja, nessas histórias que se cruzam, verdadeiros mitos são redescobertos e imortalizados. E não só o público tem reconhecido a impor- tância e a qualidade da Aplauso. Em 2008, a Coleção foi laureada com o mais importante prêmio da área editorial do Brasil: o Jabuti. Concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a edição especial sobre Raul Cortez ganhou na categoria biografia. Mas o que começou modestamente tomou vulto e novos temas passaram a integrar a Coleção ao longo desses anos. -
Maurício Frighetto UMA ESCOLA DE JORNALISMO
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Repositório Institucional da UFSC Maurício Frighetto UMA ESCOLA DE JORNALISMO: O PODER E O SABER NA HISTÓRIA DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DA UFSC Dissertação submetida ao Programa de Pós-graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Mestre em Jornalismo. Orientador: Prof. Dr. Eduardo Barreto Vianna Meditsch. Florianópolis 2016 2 Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC. Frighetto, Maurício Uma Escola de Jornalismo : o poder e o saber na história do projeto pedagógico do curso da UFSC / Maurício Frighetto ; orientador, Eduardo Meditsch - Florianópolis, SC, 2016. 241 p. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós Graduação em Jornalismo. Inclui referências 1. Jornalismo. 2. Curso de Jornalismo da UFSC. 3. Diretrizes Curriculares Nacionais. 4. Pedagogia do Jornalismo. 5. Ensino do Jornalismo. I. Meditsch, Eduardo . II. Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Jornalismo. III. Título. 3 Maurício Frighetto UMA ESCOLA DE JORNALISMO: O PODER E O SABER NA HISTÓRIA DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DA UFSC Esta dissertação foi julgada adequada para obtenção do Título de Mestre em Jornalismo e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós- Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 04 de novembro de 2016. _________________________________________________ Profª. Drª. Raquel Ritter Longhi Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo Banca examinadora: _________________________________________________ Prof. Dr. Eduardo Meditsch (Orientador) Universidade Federal de Santa Catarina _________________________________________________ Profª. -
Uma Vida Entre Imagens Werner
Klausuma vida entre imagens Werner 1921-2018 Ricardo Mendes versão de trabalho: maio 2020 Klaus Werner, alemão, nascido em Düsseldorf em 1921, instala-se no pós-guerra em Osasco, então bairro paulistano, como fotógrafo. A partir das reportagens sociais e da pequena loja da Foto Nico do início da carreira torna-se, antes de tudo, fotógrafo industrial. Por três décadas registra parte do explosivo crescimento do setor: do boom da década de 1950 à expansão econômica dos anos 1970. No início da década de 1990 radica-se com a família no litoral sul, na Praia Grande, ativo ainda, em nova circunstância, até sua morte em 2018. A viagem O pequeno livro manuscrito é direto: a imagem da capa revela o final do relato: a Baía da Guanabara vista a partir do vapor Santarém. O diário de viagem – Reise Tagebuchlein: Hamburg Rio de Janeiro – tem início em 27 de abril de 1948, manuscrito à lápis, reservando espaço para as imagens que se somam pouco a pouco à narrativa. Acompanhado do irmão, seu autor registra a festa de despedida, bem como as dificuldades do percurso e a fiscalização severa pelos exércitos de ocupação ao longo do trajeto entre a Berlim do pós-guerra e o porto em Hamburgo, sob a tensão ainda da demora preocupante da bagagem com as câmeras enviada pela mãe. Pouco se sabe dos momentos vividos nos últimos anos turbulentos do conflito encerrado em 1945, apenas que o pequeno núcleo familiar, formado também ainda pelo irmão Peter, a irmã Úrsula e a mãe Susy, sobreviveu. O diário revela de forma indireta a prática da fotografia. -
Luz, Câmera... Educação! Fundação Para O Desenvolvimento Da Educação Avenida São Luís, 99 – Centro 01046-001 – São Paulo – SP Telefone: 11 3158-4000
Organizadores – GEC/FDE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Devanil Tozzi Eva Margareth Dantas Governador Marilena Bocalini José Serra Vice-Governador Alberto Goldman Consultoria Eduardo Ramos Secretário da Educação José Cerchi Fusari Paulo Renato Souza Secretário-Adjunto Guilherme Bueno de Camargo Departamento Editorial da FDE Chefe de Gabinete Chefe do Departamento Editorial Fernando Padula Brigitte Aubert Coordenadora de Estudos e Normas Pedagógicas Projeto gráfico Valéria de Souza Daniele Fátima Oliveira (colaboradora) Revisão FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Luiz Thomazi Filho Presidente Fábio Bonini Simões de Lima Ilustrações Chefe de Gabinete Andrea Aly Richard Vainberg Abedeleque F. da Silva (página 55) Railson Climaco (página 35) Diretora de Projetos Especiais Claudia Rosenberg Aratangy Fotos Devanil Tozzi Gerente de Educação e Cultura Devanil Tozzi CTP, impressão e acabamento Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Tiragem Secretaria da Educação do Estado de São Paulo 40.000 exemplares Praça da República, 53 – Centro 01045-903 – São Paulo – SP Telefone: 11 3218-2000 www.educacao.sp.gov.br Luz, Câmera... Educação! Fundação para o Desenvolvimento da Educação Avenida São Luís, 99 – Centro 01046-001 – São Paulo – SP Telefone: 11 3158-4000 www.fde.sp.gov.br capa_vol3.indd 1 2009-09-18 15:37 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Caderno de Cinema do Professor Três São Paulo, 2009 caderno_cinema3_entrevistas.indd 1 2009-09-24 14:29 Catalogação na Fonte: Centro de Referência em Educação Mario Covas São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. S239c Caderno de cinema do professor: três / Secretaria da Educação, Fundação para o Desenvolvimento da Educação; organização, Devanil Tozzi, Eva Margareth Dantas, Marilena Bocalini. -
Algumas Imagens Da Morte Na Literatura, Na Fotografia E
RREECCOORRTTEE – revista eletrônica ISSN 1807-8591 ENTRE O “PARADO” DO CORPO E O TURBILHÃO DA ALMA: IMAGENS ROSEANAS DO MORRER E DO VIVER NA FOTOGRAFIA E NO CINEMA Julio Augusto Xavier Galharte (Pós-doutorando em Teoria Literária/ Unicamp) Maria Catarina Rabelo Bozio1 (graduanda em Teoria Literária/Unicamp) RESUMO: A partir de uma discussão sobre a morte, o artigo analisa algumas imagens inspiradas na literatura de Guimarães Rosa que estão presentes em outras linguagens artísticas. São apresentadas as leituras dos textos rosianos realizadas pela fotógrafa Maureen Bisilliat e pelos cineastas Marcello Tassara, Roberto Santos e Glauber Rocha. ABSTRACT: From a discussion about the death, the article analyzes some images proceeding from Guimarães Rosa images that are present in other artistic languages. Readings of Rosa texts made by the photographer Maureen Bisilliat and the moviemakers Marcello Tassara, Roberto Santos and Glauber Rocha are presented. O que é a morte? É a indesejada das gentes, responderia Manuel Bandeira, parodiando “A desejada das gentes”, título de um conto de Machado de Assis cujo tema também é o falecimento. O poeta pernambucano, em “Consoada”, apresenta estas imagens: “Quando a Indesejada das gentes chegar/ [...]./ Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,/ A mesa posta, / com cada coisa em seu lugar”. (BANDEIRA, 1993, 223). O cineasta e escritor Fernando Coni Campos, em um poema, ao definir o óbito, dialoga com esse escrito de Bandeira: A morte não é a indesejada de todos./ não se lhe pode dizer: - A mesa está posta,/ cada coisa em seu lugar./ [...] A morte é/ insidiosa./ [...] começa com uma frase não dita, um olhar desviado, um gesto que não foi respondido.