Alex Viany E O Cinema Brasileiro: História E Projeto
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Tese Interconexões Da Literatura E Do Cinema Em Dalton Trevisan E
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE LITERATURA DOUTORADO EM ESTUDOS DE LITERATURA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: ESTUDOS LITERÁRIOS SUBÁREA: LITERATURA COMPARADA JOSÉ LUIZ MATIAS INTERCONEXÕES DA LITERATURA E DO CINEMA EM DALTON TREVISAN E JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE Niterói 2014 JOSÉ LUIZ MATIAS INTERCONEXÕES DA LITERATURA E DO CINEMA EM DALTON TREVISAN E JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Estudos de Literatura. ORIENTADORA: PROFESSORA DOUTORA ÂNGELA MARIA DIAS Niterói 2014 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá M433 Matias, José Luiz. Interconexões da literatura e do cinema em Dalton Trevisan e Joaquim Pedro de Andrade / José Luiz Matias. – 2014. 174 f. Orientadora: Ângela Maria Dias. Tese (Doutorado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Letras, 2014. Bibliografia: f. 167-174. 1. Cinema na literatura. 2. Trevisan, Dalton, 1925-; crítica e interpretação. 3. Andrade, Joaquim Pedro de, 1932-1988. 4. Guerra conjugal (Filme). 5. Adaptação para o teatro. I. Dias, Ângela Maria. II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Letras. III. Título. CDD 791.437 JOSÉ LUIZ MATIAS INTERCONEXÕES DA LITERATURA E DO CINEMA EM DALTON TREVISAN E JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense, -
Significação
Significação Revista de Cultura Audiovisual Janeiro-Junho 2020 53 Dossiê Cinema brasileiro contemporâneo: política, estética e invenção (I) ISSN 2316-7114 | Volume 47 | Nº 53 | Brasil Significação Revista de Cultura Audiovisual Janeiro-Junho 2020 53 Significação: Revista de Significação Reinaldo Cardenuto Filho Cultura Audiovisualé uma Janeiro-Junho 2020 Universidade Federal Fluminense, revista acadêmica voltada Brasil ao público de pesquisadores Foto da capa de Cinema e Audiovisual. Fotograma de Noir blue (2018), Universidade de São Paulo Sua criação data de 1974, de Ana Pi. sendo publicada pelo Centro Vahan Agopyan de Estudos Semióticos A. Bases de dados Reitor J. Greimas, com subsídios Confibercom da Faculdade de Filosofia, Diadorim Antonio Carlos Hernandes Ciências e Letras Barão de DOAJ Vice-Reitor Mauã. Tinha por subtítulo Latindex “revista brasileira de semiótica”. Latinrev Escola de Comunicações e A partir do número 13 fez parte Portal Capes de Periódicos Artes das atividades do Núcleo de Portal SEER Pesquisa em Poética da Imagem Portal de Revistas da do Departamento de Cinema, Eduardo Henrique Soares Universidade de São Paulo Rádio e Televisão da ECA/USP, Monteiro Redib sendo publicada com apoio da Diretor Scholar Google Universidade Tuiuti (PR). Em 2007, em seu número 27, tem o Brasilina Passarelli Editores subtítulo mudado para “Revista Vice-Diretora de Cultura Audiovisual”. Do Eduardo Victorio Morettin número 31 em diante passa a Universidade de São Paulo Programa de Pós-Graduação ser uma publicação semestral [email protected] em Meios e Processos vinculada ao Programa de Audiovisuais Pós-Graduação em Meios Irene de Araújo Machado e Processos Audiovisuais da Universidade de São Paulo Eduardo Vicente Coordenador Escola de Comunicações e [email protected] Artes da Universidade de São Atílio Avancini Paulo, Brasil. -
Pra Frente Brasil E O Cinema De Roberto Farias
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS NITERÓI 2016 WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Área de concentração: História social Orientadora: Profª Drª Denise Rollemberg Cruz Niterói, RJ 2016 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá G924Guedes, Wallace Andrioli. Política como produto: Pra frente Brasil e o cinema de Roberto Farias / Wallace Andrioli Guedes. – 2016. 317f.; il. Orientador: Denise Rollemberg Cruz. Tese (Doutorado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, 2016. Bibliografia: f. 277-286. 1.Pra frente Brasil (Filme).2. Farias, Roberto, 1932. 3. Embrafilme.4. Ditadura Militar, 1964-1979.5. Brasil.6. Resistência ao governo.I. Cruz, Denise Rollemberg.II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. III. Título. WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Área de concentração: História social Aprovada em 12 de maio de 2016 BANCA EXAMINADORA Profª Drª Denise Rollemberg Cruz – UFF Orientadora Prof. Dr. Paulo Knauss de Mendonça – UFF Profª Drª Ana Lúcia Andrade – UFMG Profª Drª Beatriz Kushnir – AGCRJ Prof. Dr. Igor Sacramento – FIOCRUZ Niterói 2016 Ao Zé, que, na ausência, me apresentou a saudade. -
Cinema Na Panela De Barro: Mulheres Negras, Narrativas De Amor, Afeto E Identidade
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EDILEUZA PENHA DE SOUZA Orientadora: Professora Doutora Laura Maria Coutinho Brasília 2013 EDILEUZA PENHA DE SOUZA CINEMA NA PANELA DE BARRO: MULHERES NEGRAS, NARRATIVAS DE AMOR, AFETO E IDENTIDADE Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB) na linha de pesquisa Educação, Tecnologias e Comunicação (ETEC), como requisito parcial à obtenção do título de Doutora em Educação, sob a orientação da Professora Doutora Laura Maria Coutinho. Brasília Primavera de 2013 Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central da Universidade de Brasília. Acervo 1016449. Souza, Edileuza Penha de. S729c Cinema na pane l a de barro : mulheres negras , narrativas de amor , afeto e identidade / Edileuza Penha de Souza. - - 2013. 204 f . : i l . ; 30 cm. Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós -Graduação em Educação, 2013. Inclui bibliografia. Orientação: Laura Maria Coutinho. 1. Negras. 2. Cinema na educação. 3. Comunicação na educação. I. Coutinho, Laura Maria. I I. Título. CDU 791. 43: 37 EDILEUZA PENHA DE SOUZA CINEMA NA PANELA DE BARRO: MULHERES NEGRAS, NARRATIVAS DE AMOR, AFETO E IDENTIDADE Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB) na linha de pesquisa Educação, Tecnologias e Comunicação (ETEC), como requisito parcial à obtenção do Título de Doutora em Educação, sob a orientação da Professora Doutora Laura Maria Coutinho. Aprovada em 18 de dezembro de 2013. -
Programa De Pós-Graduação Em Artes Cênicas
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS NADJA MAGALHÃES MIRANDA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO E CULTURA: OS ESPETÁCULOS TEATRAIS EM SALVADOR (2003-2004) Salvador 2007 NADJA MAGALHÃES MIRANDA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO E CULTURA: OS ESPETÁCULOS TEATRAIS EM SALVADOR (2003-2004) Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, da Escola de Teatro, da Universidade Federal da Bahia, como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Artes Cênicas. Orientador: prof. Dr. Antonio Albino Canelas Rubim. Salvador 2007 Biblioteca Nelson de Araújo - UFBA M672 Miranda, Nadja Magalhães. Assessoria de comunicação e cultura: os espetáculos teatrais em Salvador (2003-2004) / Nadja Magalhães Miranda. - 2007. 206 f. : il. Orientador : Profº Drº Antonio Albino Canelas Rubim. Tese (doutorado) – Universidade Federal da Bahia, Programa de pós-graduação em artes cênicas, Escola de teatro, Escola de dança. 1. Artes cênicas. 2. Produção teatral . 3. Comunicação. I. Universidade Federal da Bahia. Escola de Teatro. Escola de Dança. II. Título. 792 Dedico a Cacá, a cada momento que comemoramos a vida em família com os amigos-irmãos. Dedico mais uma vez a Lai. AGRADECIMENTOS Eu não conseguiria realizar este trabalho sem — meu orientador Albino Rubim — a colaboração amiga de Cida Ferraz, Dora Pratt, Linda Rubim, Marie Pebre, Marina, McRae, Dirceu Matrangolo, Nice Americano da Costa Pinto, Flávia Oliveira, Ho Macedo, Maria Carmen da Gama, Raul Gonzalez, Véra Motta e minha colega Hebe Alves; — a acolhida preciosa de Catherine, Simon e Martin de Chabaneix; — o reencontro com Dominique Rebaud e Arnaud Sauer, Catherine Langlade, Alain Michon, Márcia Barcelos, Santiago Sempere e Rolf Wolf e os demais artistas do inesquecível Lolita naquela Peniche; Catherine Lagoutte, Etienne Juve e Catherine Coubet, Hugo Di Zazzo, Laurent Arneuve et Daphné Accoursi. -
Cinema, Som E Vídeo: 1995.2002
Cinema, Som e Vídeo: 1995.2002 Relatório de Atividades da Secretaria do Audiovisual I – O RENASCIMENTO DO CINEMA BRASILEIRO O mercado audiovisual brasileiro é hoje um dos oito maiores do mundo. Os diversos segmentos que o constituem - cinema, vídeo, filme publicitário, TV aberta e TV por assinatura - movimentam cerca de 10 bilhões de dólares por ano 1. Atualmente, o setor vive uma fase de expansão moderada, gerando significativa demanda por produção genuinamente nacional. No Brasil, ainda é baixa a taxa de ocupação do mercado de exibição pelo produto cinematográfico nacional, indicador importante para avaliar-se, em comparação com outros países, o desenvolvimento da cadeia produtiva do audiovisual no país. Essa taxa, que na década de 80 chegava a 35% do mercado de exibição de filmes brasileiros, apresentou uma queda considerável no final dos anos 80 e início dos 90, decorrência de transformações tecnológicas e da adoção, pelo governo da época, de políticas descomprometidas com o desenvolvimento nacional, além da abertura indiscriminada do mercado. Nesse período, o número de lançamentos de filmes brasileiros em relação ao de filmes estrangeiros diminuiu consideravelmente, alcançando o percentual de apenas 1,27%, em 1992 (vide Tabela I). A partir de 1995 e considerando-se o período de até outubro de 2002, o percentual de filmes lançados quintuplicou, passando de 5,4% para 26,9% (vide Tabela I). Foram produzidos no país, entre 1995 e 2002, 190 longas metragens, sendo 3 indicados para o Oscar de melhor filme estrangeiro, possibilitando o surgimento de cerca de 60 novos cineastas e a conquista de mais de 200 prêmios em eventos nacionais e internacionais pelos cineastas brasileiros. -
Dicionario De Filmes
D ICIONÁRIO DE FILMES BRASILEIROS continuação 1973 - FABULOSO FITTIPALDI, O - BANANA MECÂNICA - SIGNO DE ESCORPIÃO - FILHA DE MADAME BETINA, A - BRASIL TRICAMPEÃO - COPA 70 - SINFONIA BRASILEIRA - FRACO DO SEXO FORTE, O - BRUTOS INOCENTES - SUPERMANSO, O - GAROTOS VIRGENS DE IPANEMA, OS - CAÇADA SANGRENTA - TARDE, OUTRA TARDE, UMA - GERAÇÃO EM FUGA - CANGACEIRAS ERÓTICAS, AS - TRANSA DO TURFE, A - HOMEM QUE DESCOBRIU O NU INVISÍVEL, O - CARTOMANTE, A - TRAVESSURAS DE PEDRO MALAZARTES - HOMEM TEM QUE SER MORTO, UM - COBRA ESTÁ FUMANDO, A - TRISTE TRÓPICO - HOMENS QUE EU TIVE, OS - COMPRADOR DE FAZENDAS, O - TROTE DOS SÁDICOS - HORA E A VEZ DO SAMBA, A - DESEJO PROIBIDO - UIRÁ, UM ÍNDIO EM BUSCA DE DEUS - IMAGENS DO SILÊNCIO - E NINGUEM FICOU EM PÉ - ÚLTIMA BALA, A - INTRUSO NO PARAÍSO, UM - EDIFÍCIO CHAMADO 200, UM - ÚLTIMO MALANDRO, O - JOANNA FRANCESA - ENIGMA PARA DEMÔNIOS - VARÃO ENTRE AS MULHERES, UM - JUDOKA, A - ESSA GOSTOSA BRINCADEIRA A DOIS - VINTE E QUATRO HORAS NO RIO - LIBERTINO, O - ESTRELA SOBE, A - VIRGEM E O MACHÃO - MACHO À PROVA DE BALA, UM - EXORCISMO NEGRO - VOZES DO MEDO - MACHO E FÊMEA - EXORCISTA DE MULHERES, O 1975 - MARIA... SEMPRE MARIA - FILHO DO CHEFÃO, O - À SOMBRA DA VIOLÊNCIA - MARIDO VIRGEM, O - FORTE, O - AINDA AGARRO ESSE MACHÃO - MEU BRASIL BRASILEIRO - FUTEBOL TOTAL - ALEGRES VIGARISTAS, AS - MORTE NÃO MARCA TEMPO, A - GATA DEVASSA - AMANTES, AMANHÃ SE HOUVER SOL - NAS GARRAS DA SEDUÇÃO - GENTE QUE TRANSA - ANA, A LIBERTINA - NÊGA CHAMADA TERESA, UMA - GETÚLIO VARGAS - ANNIE, A VIRGEM DE SAINT-TROPEZ -
Sob a Vigência Da Ancine (2001-2011): Trajetória, Mecanismos E a Ingerência Da Economia Da Cultura Na Cinematografia
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” Faculdade de Ciências e Letras TALITA VANESSA PENARIOL NATARELLI SOB A VIGÊNCIA DA ANCINE (2001-2011): TRAJETÓRIA, MECANISMOS E A INGERÊNCIA DA ECONOMIA DA CULTURA NA CINEMATOGRAFIA Araraquara (SP) 2013 2 TALITA VANESSA PENARIOL NATARELLI SOB A VIGÊNCIA DA ANCINE (2001-2011): TRAJETÓRIA, MECANISMOS E A INGERÊNCIA DA ECONOMIA DA CULTURA NA CINEMATOGRAFIA Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (FCL), Câmpus de Araraquara, como requisito para obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Linha de pesquisa: Cultura e Pensamento Social. Orientadora: Maria Teresa Miceli Kerbauy. Bolsa: CNPq. Araraquara 2013 3 Natarelli, Talita Vanessa Penariol Sob a vigência da Ancine (2001/2011): trajetória, mecanismos e a ingerência da economia da cultura na cinematografia / Talita Vanessa Penariol Natarelli – 2013 200 f. ; 30 cm Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Araraquara) Orientador: Maria Teresa Miceli Kerbauy l. Ancine. 2. Indústria cinematográfica. 3. Políticas públicas. 4. Leis de incentivo fiscal. 5. Economia da cultura. I. Título 4 TALITA VANESSA PENARIOL NATARELLI SOB A VIGÊNCIA DA ANCINE (2001-2011): TRAJETÓRIA, MECANISMOS E A INGERÊNCIA DA ECONOMIA DA CULTURA NA CINEMATOGRAFIA Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (FCL), Câmpus de Araraquara, como requisito para obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Linha de pesquisa: Cultura e Pensamento Social. -
De Ruy Guerra E Nelson Xavier
MENU YOU ARE HERE: / HOME (/) / ARCHIVE (/INDEX.PHP/30-ARCHIVE) / LFU/30 (/INDEX.PHP/63-ARCHIVE/LFU-30) / REINALDO CARDENUTO / AS CAMADAS DO DESPENCAR NO FILME "A QUEDA", DE RUY GUERRA E NELSON XAVIER REINALDO CARDENUTO / As camadas do despencar no filme "A queda", de Ruy Guerra e Nelson Xavier Em tempos turvos de caos cruento E desordem por decreto E abuso previsto E humanidade desfigurada (...) Descemos aos matadouros A que se parece o mundo (fragmento de A Santa Joana dos Matadouros, peça de Bertolt Brecht) No plano de abertura do filme A queda, longa-metragem realizado por Ruy Guerra e Nelson Xavier no ano de 1976, um edifício enquadrado em contra-plongée, com o azul do céu ao fundo, é demolido por cargas de dinamite. Enquanto a câmera recua em zoom, revelando o entorno da cidade a rodear o imóvel comprometido, a violenta implosão racha diversos pontos do prédio, fazendo-o vir abaixo ao som de um estrondo que rompe o silêncio e reverbera durante vários segundos no interior da imagem. Junto com a audição de algumas notas musicais, executadas por um instrumento de cordas, os detritos da edificação levantam uma grande camada de poeira que aos poucos vai cobrindo não apenas a paisagem local, mas inclusive a própria tela cinematográfica. Ao término do plano, todas as referências visuais à geografia urbana desaparecem, restando apenas uma obstrução marrom causada pelos excessos do pó e da sujeira. A partir dessa alegoria de forte impacto, alusão ruidosa ao que há de destrutivo no homem, introduz-se o mundo deletério em que acontecerá a narrativa do filme A queda. -
Um Percurso Pela Poesia De Lúcio Cardoso
¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾ ésio macedo ribeiro O RISO ESCURO OU O PAVÃO DE LUTO: UM PERCURSO PELA POESIA DE LÚCIO CARDOSO ¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾ usp - são paulo 2001 ÉSIO MACEDO RIBEIRO O RISO ESCURO OU O PAVÃO DE LUTO: UM PERCURSO PELA POESIA DE LÚCIO CARDOSO Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo como requisito parcial para obtenção do título de Mestre. Orientadora: Profª. Drª. Cláudia de Arruda Campos. SÃO PAULO agosto/2001 ¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾ BANCA EXAMINADORA __________________________________________ Profª. Drª. Cláudia de Arruda Campos – Orientadora __________________________________________ Profª. Drª. Norma Seltzer Goldstein Universidade de São Paulo - SP __________________________________________ Profª. Drª. Ruth Silviano Brandão Universidade Federal de Minas Gerais - BH Copyright Ó 2001 by Ésio Macedo Ribeiro Foto de Lúcio Cardoso (capa): reprodução da revista Manchete, 1965. Ilustração: Jeronymo Ribeiro, Retrato de Lúcio Cardoso, litogravura, 1944. A meu companheiro, George Finkelstein, pelo amor, carinho e compreensão durante toda a caminhada A tia Jovita Ribeiro Guedes, que sempre acreditou em mim, com saudade A Raimundo Barbadinho Neto, que me apresentou a literatura de Lúcio Cardoso, pelo carinho e amizade eternos ¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾¾ AGRADECIMENTOS A Cláudia de Arruda Campos, orientadora e amiga, pela sinceridade e seriedade com que apresentou problemas e soluções em e para meu trabalho. As professoras Ivone Daré Rabello e Tereza de Almeida, pelas observações, críticas e sugestões apresentadas durante o exame de qualificação. Aos professores Alfredo Bosi, Antonio Soares Amora (in memoriam), Claus Clüver, Flávio Aguiar, Lígia Chiappini Moraes Leite, Maria dos Prazeres S. Mendes e Norma Seltzer Goldstein, pelos ensinamentos recebidos. -
ENTRE a REPULSA E O FASCÍNIO O Corpo Trans No Cinema Brasileiro
0 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO LUIS HENRIQUE DE JESUS MARTINS ENTRE A REPULSA E O FASCÍNIO O corpo trans no cinema brasileiro Niterói 1 2017 LUIS HENRIQUE DE JESUS MARTINS ENTRE A REPULSA E O FASCÍNIO O corpo trans no cinema brasileiro Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Comunicação. Orientadora: Profª. Mariana Baltar Freire Niterói 2017 2 M386 Martins, Luis Henrique de Jesus. Entre a repulsa e o fascínio: o corpo trans no cinema brasileiro / Luis Henrique de Jesus Martins. – 2017. 161 f. ; il. Orientadora: Mariana Baltar. Dissertação (Mestrado em Comunicação Social) – Universidade Federal Fluminense. Departamento de Estudos Culturais e Mídia, 2017. Bibliografia: f. 130-135. 1. Identidade de gênero. 2. Transexualidade. 3. Cinema brasileiro. I. Baltar, Mariana. II. Universidade Federal Fluminense. Departamento de Estudos Culturais e Mídia. III. Título. 3 LUIS HENRIQUE DE JESUS MARTINS ENTRE A REPULSA E O FASCÍNIO O corpo trans no cinema brasileiro Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Comunicação. Niterói, 21 de agosto de 2017. BANCA EXAMINADORA ______________________________________________________________ Prof. Drª. Mariana Baltar Freire - Orientadora Universidade Federal Fluminense _____________________________________________________________ Profª. Dr. Rodrigo Borba Universidade Federal do Rio de Janeiro ______________________________________________________________ Profª. Drª. Marina Cavalcanti Tedesco Universidade Federal Fluminense 4 AGRADECIMENTOS Primeiramente, agradeço à minha mãe, Maria do Socorro, mulher negra, de infância pobre, que fez o impossível para criar três filhos sozinha. -
A Canção Popular Na História Do Cinema Brasileiro
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES DEPARTAMENTO DE MULTIMEIOS A CANÇÃO POPULAR NA HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO Marcia Regina Carvalho da Silva CAMPINAS 2009 1 MARCIA REGINA CARVALHO DA SILVA A CANÇÃO POPULAR NA HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Multimeios, do Instituto de Artes da UNICAMP, para obtenção do título de Doutora em Cinema. Orientador: Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco. CAMPINAS 2009 3 4 5 Agradecimentos Ao meu orientador Ney Carrasco. À Carmen Lucia José e Eduardo Morettin, pelos diálogos instigantes. À CAPES e meu pai, pelo apoio financeiro para a pesquisa. Aos colegas pesquisadores, pelos mais variados encontros e diversificadas leituras e conversas, em especial: Fernão Pessoa Ramos, Irineu Guerrini Júnior, Nuno César Abreu, Fernando Morais da Costa e Suzana Reck Miranda. Além dos integrantes dos Grupos de Pesquisa “Música aplicada à Dramaturgia e ao Audiovisual”, liderado por Ney Carrasco na UNICAMP, e “História e Audiovisual: circularidades e formas de comunicação”, liderado por Eduardo Morettin e Marcos Napolitano na ECA-USP. E ainda, aos companheiros nos Encontros da Socine (Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual) e do Intercom (Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação). Aos parceiros no ensino universitário: Cecília Luedemann, Valmir Santos e Claudio Kinjo, pela torcida, paciência e respeito. À equipe da extinta TV UNICSUL, integrante do Canal Universitário de São Paulo, mais diretamente à Vilma Lima. Ao apoio da Assessoria Pedagógica e Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Cruzeiro do Sul, mais diretamente à Amélia Jarmendia Soares e Carlos Augusto Andrade. Além da Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão, da PUC-SP, mais diretamente à Elisabete Alfed Rodrigues, e à Coordenação da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, em especial a Ary Rocco, Adilson Franceschini e Marcos Steagall.