Plano De Ação Da Linha Do Sul I
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Plano De Mobilidade E Transportes De Albufeira Fase 3 – Planos De Ação E Monitorização
Plano de Mobilidade e Transportes de Albufeira Fase 3 – Planos de Ação e Monitorização ÍNDICE 1. NOTA INTRODUTÓRIA ............................................ 11 1.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 11 1.2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO PMT DE ALBUFEIRA .......................................................................... 11 1.3. METODOLOGIA E FASEAMENTO .................................................................................................... 12 1.4. ORGANIZAÇÃO DO PRESENTE RELATÓRIO ....................................................................................... 14 2. PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO ..................................... 15 2.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 15 2.2. OBJETIVO ESPECÍFICO 1 – ARTICULAR A POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E USOS DO SOLO COM O PLANEAMENTO DE TRANSPORTES ................................................................................................. 16 2.2.1. Enquadramento e Linhas de Orientação ......................................................................................................... 16 2.2.2. LO 1.1. – Definir requisitos para a localização de novos polos geradores/atractores de deslocações .................. 17 2.2.3. LO 1.2. – Promover a elaboração de estudos de mobilidade e transportes ....................................................... 19 2.2.4. LO 1.3. -
Bilevel Rail Car - Wikipedia
Bilevel rail car - Wikipedia https://en.wikipedia.org/wiki/Bilevel_rail_car Bilevel rail car The bilevel car (American English) or double-decker train (British English and Canadian English) is a type of rail car that has two levels of passenger accommodation, as opposed to one, increasing passenger capacity (in example cases of up to 57% per car).[1] In some countries such vehicles are commonly referred to as dostos, derived from the German Doppelstockwagen. The use of double-decker carriages, where feasible, can resolve capacity problems on a railway, avoiding other options which have an associated infrastructure cost such as longer trains (which require longer station Double-deck rail car operated by Agence métropolitaine de transport platforms), more trains per hour (which the signalling or safety in Montreal, Quebec, Canada. The requirements may not allow) or adding extra tracks besides the existing Lucien-L'Allier station is in the back line. ground. Bilevel trains are claimed to be more energy efficient,[2] and may have a lower operating cost per passenger.[3] A bilevel car may carry about twice as many as a normal car, without requiring double the weight to pull or material to build. However, a bilevel train may take longer to exchange passengers at each station, since more people will enter and exit from each car. The increased dwell time makes them most popular on long-distance routes which make fewer stops (and may be popular with passengers for offering a better view).[1] Bilevel cars may not be usable in countries or older railway systems with Bombardier double-deck rail cars in low loading gauges. -
Plano-Estratégico-SPI.Pdf
PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico PR-04037 fevereiro de 2019 PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico Sociedade Portuguesa de Inovação PR-04037 | fevereiro de 2019 FERREIRA DO ALENTEJO | PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO ENTREGÁVEL 02. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO FEVEREIRO 2019 Índice de conteúdos 1. Introdução .................................................................................................................... 12 1.1. Apresentação do trabalho .......................................................................................................... 12 1.2. Apresentação do documento ..................................................................................................... 16 2. Caraterísticas e Tendências do Território .................................................................... 20 2.1. Ferreira do Alentejo no Mapa ..................................................................................................... 20 2.1.1. Enquadramento Territorial .................................................................................................. 20 2.1.2. Enquadramento Geoestratégico ........................................................................................ 23 2.1.3. Considerações para o Diagnóstico ................................................................................... 30 2.2. Recursos Naturais e Sustentabilidade Ambiental ..................................................................... -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ............................................................................................... -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
Pinhal Novo. This Subproject Involved the Construction of a 800-Metre Tunnel, a 475-Metre Viaduct, and Three New Stations and 15 Kilometres of Track Duplication
March 2011 | Frontier Economics, Atkins, ITS 1 Appendix 3 – Algarve railway in Portugal 3.1 Introduction 3.1.1 Project overview Location The Lisbon – Algarve railway project covers a significant part of the overall modernisation of the Algarve railway line (covering the Linha do Sul and Linha do Algarve). The part included in the current study covers the segment from Coina (near Lisbon) to Faro, including a branch to Porto de Sines. The project is part of the TEN-T Priority Project 8 (Multimodal Axis Portugal/Spain – Rest of Europe). Figure 1. Algarve line from Lisbon to Faro Lisbon Pinhal Novo Coina PK 94 Ermidas Sines Funcheira Tunes Faro Source: Openstreetmap.org Description During the period 2000 to 2006, the Cohesion Fund contributed to the funding the following subprojects of the Algarve railway line: Subproject 2000PT16CPT003: This subproject covered two sections: Appendix 3 – Algarve railway in Portugal 2 Frontier Economics, Atkins, ITS | March 2011 Pinhal Novo – Poceirão – Pinheiro – Ermidas (excluding section from Pinheiro to Km 94). Work on this section included the complete renewal of 35 kilometres of track, the construction of sidings for another 30.5 kilometres and the installation of the automatic control system. Linha de Sines (Ermidas to Porto de Sines). This involved mostly minor works as well as the partial renewal of 5 kilometres of track Subproject 2000PT16CPT012: Coina – Pinhal Novo. This subproject involved the construction of a 800-metre tunnel, a 475-metre viaduct, and three new stations and 15 kilometres of track duplication. Subproject 2001PT16CPT001: Pinheiro to Km 94. This subproject involved the modernisation of 35 kilometres of track and the installation of the automatic control system. -
O Transporte Ferroviário De Passageiros E De Mercadorias
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE MERCADORIAS Manuel Seabra Pereira Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Para reflexão • Quais as mudanças que o sistema ferroviário (SF) enfrenta • Quais as implicações: – Tecnológicas, demográficas, estruturais, legais e financeiras e no domínio regulatório • Identificar aspectos de: – Atractividade, custos, segurança – O comboio é um modo de transporte fiável, ambientalmente limpo e competitivo, • Sector mais ágil e competitivo – Implementação de novos enquadramentos legais, económicos e financeiros • Desenvolver conhecimento, aptidões e competências investindo em: – Investigação e desenvolvimento – Actualização tecnológica • Novos talentos e pessoal qualificado com ambições para enfrentar os desafios do SF. Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 2 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Indicadores • Declives – Passageiros < 30 m/km – Mercadoria 12 – 18 m/km • Massa/passageiro – Inter-cidades 1000 kg/pass – Suburbano 240 kg/pass • Cargas por eixo 22.5 - 30 t • Reperfilagem de rodados 0.2-1.0 x106 km • Velocidade de detecção de defeitos 40-80 km/h • Ruído exterior (25 m) 90 dBA • Ruído interior 65 dBA • Crashworthiness: Energia absorvida na frente 5 MJ • Custos – Metro 4.5 M€ – LRV 2.5 M€ – Locomotivas 4 M€ – Nova linha convencional 3 M€/km – Reconversão bitola ibérica p/ bitola europeia .45 M€/km Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 3 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Pontos fortes do SF 1. Mais eficiente energéticamente e o mais amigo do ambiente – Um passageiro a viajar num comboio gasta 3 a 10 vezes menos combustivel por km que um passageiro no sistema rodoviário 2. -
Impacto Da Construção Ferroviária Sobre a Cidade De Lisboa
Impacto da construção ferroviária sobre a cidade de Lisboa Magda Pinheiro- CEHCP-ISCTE Em 1856, quando o primeiro troço de caminho de ferro é inaugurado em Portugal, do plano de construção de estradas de 1842/1843 apenas algumas centenas de quilómetros estavam concluídas. No entanto Lisboa estava situada na foz do maior rio navegável do País e, como mais importante porto nacional, estava ligada por barco a vapor à sua segunda maior cidade, o Porto. Ao Norte Viana do Castelo, no centro Figueira Foz, ao Sul Setúbal e os vários portos do Algarve punham a capital em contacto com o litoral e com as zonas servidas por transportes fluviais. Estas circunstâncias geográficas explicam em parte que os primeiros projectos de construção ferroviária tivessem por objectivo uma ligação com a fronteira de Espanha. Ao analisar a rede ferroviária portuguesa é-se inevitavelmente levado a concluir que a sua construção contribuiu, a partir dos anos sessenta do século XIX, para aumentar o fosso entre a velocidade de crescimento demográfico do País e a da sua capital1. A rede ferroviária, construída após 1853, tem o seu ponto de partida em Lisboa e em menor medida no Porto, desenvolvendo-se por ramificação. Esta forma arborescente facilita as trocas entre Lisboa e os diversos pontos do interior ao mesmo tempo que mantém as dificuldades de comunicação entre as diversas zonas situadas longe da plataforma costeira. Em termos de crescimento económico poder-se-à ainda considerar relevante o facto de, em 1897, o preço da condução das mercadorias e passageiros desde as sedes de concelho até às estações ferroviárias ser ainda muito elevado, exprimindo a baixa densidade de caminhos de ferro e a permanência de um défice na construção de estradas2 . -
A Linha Do Douro: Importância No Plano Económico E Demográfico Da Região Duriense
Nuno André Cerqueira Esteves A Linha do Douro: Importância no plano económico e demográfico da região duriense Relatório final de Estágio pedagógico no Mestrado de Ensino em História e Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Secundário , orientada pelo Doutor António Campar de Almeida e coorientada pelo Doutor Fernando Taveira da Fonseca, apresentado à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 2013 1 Faculdade de Letras A Linha do Douro - importância no plano económico e demográfico da Região Duriense Relatório Final de Estágio Pedagógico em Ensino de História e de Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Ficha Técnica: Tipo de trabalho Relatório de estágio pedagógico Título A Linha do Douro: Importância no plano económico e demográfico da Região Duriense. Autor Nuno André Cerqueira Esteves Orientador António Campar de Almeida Coorientador Fernando Taveira da Fonseca Júri Presidente: Doutor João Paulo Cabral de Almeida Avelãs Nunes Vogais: 1. Doutora Irene Maria de Montezuma de Carvalho Mendes Vaquinhas 2. Doutor Paulo Manuel de Carvalho Tomás 3. Doutor António Campar de Almeida Identificação do Curso 2º Ciclo em Ensino de História e Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Secundário Área científica História Especialidade/Ramo Geografia Data da defesa 22-10-2013 Classificação 16 valores 2 Dedicatória Á minha avó Angelina por ter rezado por mim até à sua partida e ao avô e avó Cerqueira por me terem criado e ensinado os valores da vida. 3 Agradecimentos Aos meus Orientadores da Faculdade de Letras, Professor António Campar de Almeida e o Professor Doutor Fernando Taveira da Fonseca. -
Atlas Do Sado Processo De Recriação De Uma Infraestrutura Férrea Desativada
PT | P02 | EP13 | s2018 Atlas do Sado Processo de recriação de uma infraestrutura férrea desativada Raquel Vicente [email protected] Universidade Autónoma de Lisboa, Portugal Para citação: VICENTE, Raquel – Atlas do Sado. Processo de recriação de uma infraestrutura férrea desativada. Estudo Prévio 13. Lisboa: CEACT/UAL - Centro de Estudos de Arquitetura, Cidade e Território da Universidade Autónoma de Lisboa, 2018. ISSN: 2182- 4339 [Disponível em: www.estudoprevio.net]. DOI: https://doi.org/10.26619/2182-4339/13.3 Creative Commons, licença CC BY-4.0: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artigo recebido a 15 de fevereiro de 2018 e aceite para publicação 15 de abril de 2018. Resumo A perceção de um lugar é determinada por vários fatores. À primeira vista, olhamos para as partes que o definem enquanto elementos individuais, diferentes uns dos outros. Somente quando são agrupados lado a lado como fragmentos, revelam o que os relaciona indiretamente. É através de uma interpretação experimental e coletiva do território do rio Sado que o presente trabalho se desenvolve. Alcácer do Sal apresenta-se hoje, dentro do cenário nacional, como um lugar em esquecimento, apesar de todas as qualidades que constituem o seu território. Como construir uma nova possibilidade para a cidade e como potencializar o seu significado foram as primeiras questões levantadas. É a partir da descoberta de, aproximadamente, quarenta quilómetros de uma infraestrutura férrea parcialmente descativada que o processo se inicia. O trabalho “Atlas do Sado”, resulta de duas condições distintas: da situação real desta infraestrutura e do processo de descoberta do território onde se implanta. -
Transportation Guide
Transportation Guide Lisbon Aeroport → Hotel TRYP Lisboa Caparica Mar (Costa da Caparica) Hotel Name: TRYP Lisboa Caparica Mar Telephone: + 351 212 918 900 Venue: Avenida General Humberto Latitude: 38.6413365 Delgado, 47, 2829-506 Costa da Caparica Longitude: -9.2364 Option 1: Taxi/Uber/Taxify/Cabify/Chauffeur Privé Good option if the taxi is shared by 3 passengers Distance: 27,74 km Time travel: 34 minutes if no queues to the beach Open: 24/24 h Cost: € 40,00, but it can increase if there are queues Option 2: Metro to “Cais do Sodré”→ Boat to “Cacilhas” → Bus to “Costa da Caparica” Cheapest option for a single passenger Lisbon Metro from “Aeroport Station” to “Cais do Sodré Station” Time travel: 35 min Open: 06h30am to 01h00am Cost: € 1,50 for ticket + € 0,50 for Viva Viagem Card (just have to buy it once) Itinerary: Red Line: “Aeroport Station” to “Alameda Station”, then change to the Green Line: “Alameda Station” – “Cais do Sodré Station” Note: These 3 stations have elevator, so they are adequate to transport heavy luggage. More informations: www.metrolisboa.pt Boat TT - Transtejo from “Cais do Sodré Station” to “Cacilhas Station” Time travel: 12 min Cost: €1,30 Beautiful sightseeing of Lisbon from the river. More informations: www.transtejo.pt/ Bus TST from “Cacilhas” to “Costa da Caparica” Time travel: 30 min Bus 135 40 min Bus 124 Cost: €3,40 (on-bord ticket sold by drivers) Bus stop to hotel: Bus 135 - 10 min. walk or Bus 124 - 6 min walk More informations: www.tsuldotejo.pt Option 3: Metro to “Cais do Sodré”→ Boat to “Cacilhas” -
Fertagus Case Study
Optimization of maintenance actions in train operating companies - Fertagus case study Marie Méchain [email protected] Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa – Portugal June 2017 Abstract. Nowadays, efficient transport throughout Europe and the world has become a prerequisite for both freight and passenger travels. Railway transport still has to improve in EU in order to win market share from roads and sea in the future, but it is already an important mean of transport all over Europe. In Lisbon metropolitan area, Fertagus was the first private train operating company. This train operating company is running a line between Roma-Areeiro and Setubal and has its own maintenance yard. Therefore, optimizing maintenance costs is one of the main objectives of Fertagus train operating company. This work presents a mathematical model (which is a mixed integer linear programming model) that was implemented in FICO Xpress software. The model was validated and illustrated with a small-scale example. This mathematical model gives optimal technical planning as an output which reduces the cost of preventive maintenance. Real data was collected during meetings at Fertagus maintenance yard and is used in this work to obtain the minimal costs possible for preventive maintenance. Some sensitivity analysis is performed on some parameters of the mathematical model. Keywords: Maintenance optimization, Train operating companies, Mixed Integer Linear Programming. 1. Introduction the cheapest maintenance costs possible that still fulfil every deadline of the company vehicles. In transportation companies, maintenance has a Corrective maintenance on the other hand has a critical impact on both safety and availability. random nature and is hard to predict and thus hard to Indeed, it can be understood that if a vehicle is not optimize.