A Linha Do Douro: Importância No Plano Económico E Demográfico Da Região Duriense
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Passado, Presente E Futuro Da Mobilidade No Vale Do Tua: (Séculos XIX a XXI) Autor(Es): Pereira, Hugo Silveira Publicado Por: I
Passado, presente e futuro da mobilidade no vale do Tua: (séculos XIX a XXI) Autor(es): Pereira, Hugo Silveira Publicado por: Imprensa da Universidade de Coimbra URL persistente: URI:http://hdl.handle.net/10316.2/43244 DOI: DOI:https://doi.org/10.14195/0870-4147_48_8 Accessed : 6-Jul-2018 15:14:24 A navegação consulta e descarregamento dos títulos inseridos nas Bibliotecas Digitais UC Digitalis, UC Pombalina e UC Impactum, pressupõem a aceitação plena e sem reservas dos Termos e Condições de Uso destas Bibliotecas Digitais, disponíveis em https://digitalis.uc.pt/pt-pt/termos. Conforme exposto nos referidos Termos e Condições de Uso, o descarregamento de títulos de acesso restrito requer uma licença válida de autorização devendo o utilizador aceder ao(s) documento(s) a partir de um endereço de IP da instituição detentora da supramencionada licença. Ao utilizador é apenas permitido o descarregamento para uso pessoal, pelo que o emprego do(s) título(s) descarregado(s) para outro fim, designadamente comercial, carece de autorização do respetivo autor ou editor da obra. Na medida em que todas as obras da UC Digitalis se encontram protegidas pelo Código do Direito de Autor e Direitos Conexos e demais legislação aplicável, toda a cópia, parcial ou total, deste documento, nos casos em que é legalmente admitida, deverá conter ou fazer-se acompanhar por este aviso. impactum.uc.pt digitalis.uc.pt Passado, presente e futuro da mobilidade no vale do Tua (séculos XIX a XXI) Past, present and future of mobility in the Tua valley (19th to 21st centuries) -
Plano De Mobilidade E Transportes De Albufeira Fase 3 – Planos De Ação E Monitorização
Plano de Mobilidade e Transportes de Albufeira Fase 3 – Planos de Ação e Monitorização ÍNDICE 1. NOTA INTRODUTÓRIA ............................................ 11 1.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 11 1.2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO PMT DE ALBUFEIRA .......................................................................... 11 1.3. METODOLOGIA E FASEAMENTO .................................................................................................... 12 1.4. ORGANIZAÇÃO DO PRESENTE RELATÓRIO ....................................................................................... 14 2. PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO ..................................... 15 2.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 15 2.2. OBJETIVO ESPECÍFICO 1 – ARTICULAR A POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E USOS DO SOLO COM O PLANEAMENTO DE TRANSPORTES ................................................................................................. 16 2.2.1. Enquadramento e Linhas de Orientação ......................................................................................................... 16 2.2.2. LO 1.1. – Definir requisitos para a localização de novos polos geradores/atractores de deslocações .................. 17 2.2.3. LO 1.2. – Promover a elaboração de estudos de mobilidade e transportes ....................................................... 19 2.2.4. LO 1.3. -
Setembro Pelos Trilhos De Portugal
INFORMAÇÃO PARA PROSPECÇÃO 3.º TRIMESTRE 2007 – SETEMBRO PELOS TRILHOS DE PORTUGAL «Houve um tempo, antes das estradas de alcatrão, dos automóveis e das viagens contadas ao minuto, em que o país, encolhido na sua pequenez, se firmou à roda de uma ideia revolucionária: veios de ferro que ligariam, entre si, as paisagens mais distantes da terra lusa». Assim se referem os autores à epopeia dos caminhos-de-ferro que a partir da segunda metade do século XIX redesenhou as paisagens do território português, atravessando montanhas e rasgando vales, traçando trilhos de viagens aqui percorridos pelo olhar actual de Jorge Nunes e Manuel FICHA TÉCNICA Nunes. Texto: Manuel Nunes Fotografia: Jorge Nunes Versão: Portuguesa N.º de páginas: 160 pp. OUTROS TÍTULOS DA COLECÇÃO Formato: 25 cm X 32 cm ESPÍRITO DO LUGAR Acabamento: Capa dura revestida a tela, com sobrecapa a cores e plastificada ISBN: 978-972-797-145-9 EAN: 9789727971459 PVP: 50 € + 5% IVA = 52,50 € Data de Publicação: Setembro de 2007 DA NASCENTE ATÉ À FOZ A BAIXA DE LISBOA RIOS DE PORTUGAL Medialivros, S.A. Edições INAPA – Campo de Santa Clara, 160 C-D - 1100-475 Lisboa Manuel Nunes Gabriela Carvalho Tel.: 218 855 030 . Fax: 218 885 167 [email protected] Jorge Nunes www.medialivros.pt pelos trilhos de portugal EDIÇÕES INAPA jorge nunes # manuel nunes texto manuel nunes fotografia jorge nunes coordenação de edição ana de albuquerque design gráfico e pré-impressão p06 – atelier, ambientes e comunicação, lda. www. p-06-atelier.pt revisão benedita rolo impressão tipografia peres, s. a. isbn 978-972-797-145-9 depósito legal TÂMEGA CORGO Agradecimento TUA Expressamos o nosso especial agradecimento à REFER EP, que gentilmente autorizou a reprodução das imagens relativas à rede ferroviária nacional. -
Do Peti3+ Ao Ferrovia 2020 E O Processo De Decisão Do Plano De Investimentos 2030
DO PETI3+ AO FERROVIA 2020 E O PROCESSO DE DECISÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS 2030 José Carlos Clemente Diretor de Empreendimentos, Infraestruturas de Portugal, S.A. Porto, 25 de outubro de 2018 ÍNDICE 1 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI3+ 2 PLANO FERROVIA 2020 2.1 CORREDOR INTERNACIONAL SUL 2.2 CORREDOR INTERNACIONAL NORTE 2.3 CORREDOR NORTE-SUL 2.4 CORREDORES COMPLEMENTARES 3 PROGRAMA NACIONAL DE INVESTIMENTO 2030 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI 3+ METODOLOGIA O quê Como Pressupostos Ferrovia Fase 1: Diagnóstico e Restrições Mercadorias vs Passageiros Rodovia Fase 2: Metodologia de Priorização Abordagem "seguir o ativo": infraestruturas existentes Portos Fase 3: Priorização de investimentos vs. Aeroportos Fase 4: Recomendações não projetos greenfield infraestruturais Principais restrições Falta de ligação eficiente dos principais Degradação da infraestrutura portos e centros logísticos à Europa Prazo de validade e obsolescência Limitações de Capacidade técnica Bitola, sistemas de sinalização e Deficientes ligações com as alimentação elétrica heterogênea autoestradas e aeroportos Linhas não eletrificadas Restrição de elevada prioridade Restrição de prioridade moderada Limitações no comprimento e peso dos comboios Restrição de baixa prioridade RELATÓRIO Com base no relatório do GT-IEVA, o governo produziu um plano nacional (PETI3 +) que foi enviado à UE e submetido a uma avaliação ambiental estratégica (cumprimento das recomendações ambientais da UE) com um período de consulta pública. Em seguida, parte desses investimentos -
A Linha De Velocidade Elevada (LVE) a Construir Entre Porto E Vigo
Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada PortoGaliza através da Linha de Leixões António Alves 10‐01‐2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de ligar Porto a Vigo em 60 minutos, a facilidade de construção e o baixo custo financeiro. Esta ligação será sempre muitíssimo mais barata que uma solução em túnel e com prazos de construção incomparavelmente menores. António Alves, 10 de Janeiro de 2008 Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto-Galiza através da Linha de Leixões Enquadramento Segundo as propostas tornadas públicas pelo Governo, a Linha de Velocidade Elevada (LVE) a construir entre Porto e Vigo assentará basicamente, pelo menos numa primeira fase, no aproveitamento de parte do actual traçado da Linha do Minho (Porto Campanhã a Nine), Ramal de Braga (Nine a Braga) e na construção de um novo troço entre Braga e Valença. Será construída em bitola1 ibérica (1668 mm), mas o novo troço Braga -Valença será desde já assente em travessas polivalentes a fim de no futuro facilitar a sua migração para a bitola europeia (1435 mm). A linha estará vocacionada para tráfego misto (mercadorias e passageiros); a velocidade de projecto será de 250 km/h de modo a permitir um tempo de percurso na casa dos 60 minutos entre as cidades do Porto e Vigo. Na prática esta linha oferecerá um serviço de passageiros em tudo idêntico ao que é actualmente oferecido na Linha do Norte pelos comboios Alfa Pendular, os quais tecnicamente são Comboios de Velocidade Elevada (CVE). -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ............................................................................................... -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2009 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 2 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 ÍNDICE IDENTIFICAÇÃO DA SOCIEDADE ............................................................................................................................. 4 ÓRGÃOS SOCIAIS ...................................................................................................................................................... 5 ORGANIGRAMA - 2009............................................................................................................................................... 6 GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2009 ............................................................................................................................ 7 SÍNTESE DE INDICADORES....................................................................................................................................... 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................................... 9 I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................... 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO ............................................................................................................. 12 III. APRECIAÇÃO GLOBAL ............................................................................................................................. 12 IV. ANÁLISE SECTORIAL .............................................................................................................................. -
Mítica Linha Do Corgo.Pdf
PASSEIO GUIADO “mítIcA LINHA DO cORGO PARtE 1” VILA REAL – POVOAÇÃO (ALTO DOURO VINHATEIRO) 8 DE MAIO PARTIDA: 08H00 Para este dia, preparamos um percurso fantástico, sempre envoltos pelas paisagens do Alto Douro Vinhateiro! Iremos percorrer parte da antiga Linha de Caminho-de-Ferro do Corgo, que unia as belas localidades de Chaves e Régua. Inaugurada em 1906, mas progressivamente desactiva a partir dos anos 90, a antiga linha deu origem à actual Ecovia do Corgo, um belíssimo percurso, com baixo grau de dificuldade e quase sempre plano, que apresenta o Rio Corgo, as montanhas e as paisagens do Douro Vinhateiro como companheiros de viagem! Iniciando o percurso junto à Estação de Vila Real, seguiremos sempre pela antiga linha de comboio, actualmente com confortáve l piso em saibro, rodeados pelas magníficas paisagens das Serras do Marão e do Alvão e as incríveis montanhas e socalcos do Dour o Vinhateiro, Património Mundial! Passaremos por antigas pontes e românticas estações de caminho-de-ferro abandonadas, bem como por monumentos classificados, num percurso de grande beleza! Terminaremos esta primeira parte da Linha do Corgo junto à antiga Estação de Povoação, após percorrermos cerca de 13.6 confortáveis Km, de onde partiremos para Vila Real, para o merecido almoço típico ! Info Trilho Tipo de Trilho: Linear Distância: 13.6 km Dificuldade: Fácil Piso: Alterna entre caminho em terra e ecovia em saibro *Atividade com nº restrito de participantes e realizada de acordo com as recomendações da DGS e no âmbito da classificação da Alma At Porto como empresa Clean & Safe (saudável e segura), atribuída pelo Turismo de Portugal. -
Annual Report
ANNUAL REPORT 2010 WorldReginfo - 6e6c6c6f-90a8-46f2-8295-ba752863773f Cover: Douro Litoral Motorway WorldReginfo - 6e6c6c6f-90a8-46f2-8295-ba752863773f Annual Report 2010 WorldReginfo - 6e6c6c6f-90a8-46f2-8295-ba752863773f WorldReginfo - 6e6c6c6f-90a8-46f2-8295-ba752863773f Table of Contents COMPANY IDENTIFICATION 4 GOVERNING BODIES 5 ORGANOGRAM - 2010 6 TEIXEIRA DUARTE GROUP - 2010 8 SUMMARY OF INDICATORS 10 MANAGEMENT REPORT OF THE BOARD OF DIRECTORS 11 I. INTRODUCTION 12 II. ECONOMIC ENVIRONMENT 13 III. GENERAL OVERVIEW 13 IV. SECTOR ANALYSIS 22 IV.1. CONSTRUCTION 23 IV.2. CEMENT, CONCRETE AND AGGREGATES 31 IV.3. CONCESSIONS AND SERVICES 33 IV.4. REAL ESTATE 39 IV.5. HOTEL SERVICES 44 IV.6. DISTRIBUTION 47 IV.7. ENERGY 49 IV.8. AUTOMOBILE 52 V. HOLDINGS IN LISTED COMPANIES 54 VI. EVENTS AFTER THE END OF THE REPORTING PERIOD 55 VII. OUTLOOK FOR THE FINANTIAL YEAR 2011 55 VIII. DISTRIBUTION TO MEMBERS OF THE BOARD OF DIRECTORS 55 IX. PROPOSAL FOR THE APPROPRIATION OF PROFIT 56 NOTES TO THE MANAGEMENT REPORT OF THE BOARD OF DIRECTORS 57 CORPORATE GOVERNANCE REPORT - 2010 59 FINANCIAL STATEMENTS 129 CONSOLIDATED FINANCIAL STATEMENTS 143 REPORTS, OPINIONS AND CERTIFICATIONS OF THE AUDIT BODIES 205 WorldReginfo - 6e6c6c6f-90a8-46f2-8295-ba752863773f 3 Teixeira Duarte, S.A. Head Office: Lagoas Park, Edifício 2 - 2740-265 Porto Salvo Share Capital: € 420,000,000 Single Legal Person and Registration number 509.234.526 at the Commercial Registry of Cascais (Oeiras) WorldReginfo - 6e6c6c6f-90a8-46f2-8295-ba752863773f 4 Governing Bodies Board OF THE GENERAL MEETING OF SHAREHOLDERS Chairman Mr. Rogério Paulo Castanho Alves Deputy Chairman Mr. José Gonçalo Pereira de Sousa Guerra Constenla Secretary Mr. -
FACULDADE DE LETRAS Joana Luís Santos Castro 2º Ciclo De Estudos
FACULDADE DE LETRAS UNIVERSIDADE DO PORTO Joana Luís Santos Castro 2º Ciclo de Estudos em Turismo Nostalgia Ferroviária e Caminhos de Memória: uma abordagem ao turismo cultural nas linhas ferroviárias do Tâmega e do Tua 2013 Orientador: Elsa Maria Teixeira Pacheco Classificação: Ciclo de estudos: Dissertação/relatório/ Projeto/IPP: Versão definitiva “A memória como uma maldição. Caímos na eternidade e a memória é um peso, continua a prender-nos em qualquer ponto para onde nunca poderemos voltar.” José Luís Peixoto (2003) ii Resumo Pretende-se com esta dissertação abordar a temática da nostalgia e da memória no âmbito do turismo, recorrendo a casos de estudo de vias ferroviárias desativadas. O uso do património e lugares associados à memória por parte do turismo tem sido explorado por diversos autores e em diferentes pontos de vista ao longo do tempo. Algumas atrações turísticas foram mesmo desenhadas e construídas de maneira a que o turista possa reviver uma determinada época, os costumes e o espaço que direta, ou indiretamente, se associava ao serviço prestado pelo comboio nesses tempos. Recorre-se, aqui, ao exemplo de duas linhas ferroviárias desativadas – a do Tâmega e a do Tua, para avaliar o potencial de memória suscetível de aproveitamento para atividades de turismo, nomeadamente através da construção de um roteiro ligado à nostalgia ferroviária. Palavras-chave: Turismo – Turismo Cultural – Património – Memória – Nostalgia – Ferrovia - Ecopista Abstract It is intended with this dissertation to approach the nostalgia and the memory theme of Tourism, using case studies of deactivated railways. The use of heritage and places associated with memories by Tourism has been explored by several authors over the time. -
O Transporte Ferroviário De Passageiros E De Mercadorias
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE MERCADORIAS Manuel Seabra Pereira Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Para reflexão • Quais as mudanças que o sistema ferroviário (SF) enfrenta • Quais as implicações: – Tecnológicas, demográficas, estruturais, legais e financeiras e no domínio regulatório • Identificar aspectos de: – Atractividade, custos, segurança – O comboio é um modo de transporte fiável, ambientalmente limpo e competitivo, • Sector mais ágil e competitivo – Implementação de novos enquadramentos legais, económicos e financeiros • Desenvolver conhecimento, aptidões e competências investindo em: – Investigação e desenvolvimento – Actualização tecnológica • Novos talentos e pessoal qualificado com ambições para enfrentar os desafios do SF. Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 2 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Indicadores • Declives – Passageiros < 30 m/km – Mercadoria 12 – 18 m/km • Massa/passageiro – Inter-cidades 1000 kg/pass – Suburbano 240 kg/pass • Cargas por eixo 22.5 - 30 t • Reperfilagem de rodados 0.2-1.0 x106 km • Velocidade de detecção de defeitos 40-80 km/h • Ruído exterior (25 m) 90 dBA • Ruído interior 65 dBA • Crashworthiness: Energia absorvida na frente 5 MJ • Custos – Metro 4.5 M€ – LRV 2.5 M€ – Locomotivas 4 M€ – Nova linha convencional 3 M€/km – Reconversão bitola ibérica p/ bitola europeia .45 M€/km Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 3 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Pontos fortes do SF 1. Mais eficiente energéticamente e o mais amigo do ambiente – Um passageiro a viajar num comboio gasta 3 a 10 vezes menos combustivel por km que um passageiro no sistema rodoviário 2.