The Railway Network in Douro Region Políticas Públicas En Los Ferrocarriles: La Red Ferroviaria De La Región Del Duero
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Espaços Infraestruturais E Vacância: Traços Diacrónicos Na Formação Do Território Metropolitano De Lisboa
Finisterra, LIII, 108, 2018, pp. 135 -159 ISSN: 0430-5027 doi: 10.18055/Finis12057 Artigo ESPAÇOS INFRAESTRUTURAIS E VACÂNCIA: TRAÇOS DIACRÓNICOS NA FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO METROPOLITANO DE LISBOA João Rafael Santos1 RESUMO – A formação do território metropolitano de Lisboa assentou numa com- plexa articulação entre o suporte fisiográfico e hidrográfico e o traçado de diversas redes infraestruturais, nomeadamente rodoviárias e ferroviárias, aterros e espaços portuários, limites e estruturas militares. Dessa articulação resultaram espaços de interface com tecidos urbanos de diversa natureza. A sua reconstituição e interpretação cartográfica permite descodificar as lógicas subjacentes aos processos de territorialização que, frequentemente, coexistem e se sobrepõem, resultantes também de alterações de uso e de racionalidade programática. Numa perspetiva diacrónica, revelam -se os traços da sua transformação: adi- ções, justaposições, mas também persistências, subtrações e demolições. Alguns resultam fragmentados e desagregados, restos de estruturas que se perderam no esteio de mudanças tecnológicas e funcionais, descontinuados no espaço e no tempo. Espaços vacantes na atualidade, constituem áreas de oportunidade para intervenções tópicas, temporárias e imprevistas em lógicas de maior formalidade. Neste sentido, o artigo propõe uma leitura dos processos de infraestruturação do território metropolitano de Lisboa, focando -se no solo portuário e industrial e nas coroas de circulação, demarcação militar e equipamento da capital, articulando -a com o reconhecimento de espaços vacantes na atualidade. A partir desse confronto, propõe -se uma interpretação territorializada das relações entre infraestru- turação e produção de vacâncias segundo uma pauta tipológica e temporal. Palavras -chave: Infraestruturas; espaços vacantes; áreas metropolitanas; Lisboa. ABSTRACT – INFRASTRUCTURAL SPACES AND VACANCY: DIACHRONIC TRACES IN THE SHAPING OF LISBON’S METROPOLITAN TERRITORY. -
Passado, Presente E Futuro Da Mobilidade No Vale Do Tua: (Séculos XIX a XXI) Autor(Es): Pereira, Hugo Silveira Publicado Por: I
Passado, presente e futuro da mobilidade no vale do Tua: (séculos XIX a XXI) Autor(es): Pereira, Hugo Silveira Publicado por: Imprensa da Universidade de Coimbra URL persistente: URI:http://hdl.handle.net/10316.2/43244 DOI: DOI:https://doi.org/10.14195/0870-4147_48_8 Accessed : 6-Jul-2018 15:14:24 A navegação consulta e descarregamento dos títulos inseridos nas Bibliotecas Digitais UC Digitalis, UC Pombalina e UC Impactum, pressupõem a aceitação plena e sem reservas dos Termos e Condições de Uso destas Bibliotecas Digitais, disponíveis em https://digitalis.uc.pt/pt-pt/termos. Conforme exposto nos referidos Termos e Condições de Uso, o descarregamento de títulos de acesso restrito requer uma licença válida de autorização devendo o utilizador aceder ao(s) documento(s) a partir de um endereço de IP da instituição detentora da supramencionada licença. Ao utilizador é apenas permitido o descarregamento para uso pessoal, pelo que o emprego do(s) título(s) descarregado(s) para outro fim, designadamente comercial, carece de autorização do respetivo autor ou editor da obra. Na medida em que todas as obras da UC Digitalis se encontram protegidas pelo Código do Direito de Autor e Direitos Conexos e demais legislação aplicável, toda a cópia, parcial ou total, deste documento, nos casos em que é legalmente admitida, deverá conter ou fazer-se acompanhar por este aviso. impactum.uc.pt digitalis.uc.pt Passado, presente e futuro da mobilidade no vale do Tua (séculos XIX a XXI) Past, present and future of mobility in the Tua valley (19th to 21st centuries) -
Especificações Técnicas Da Via-Férrea
Especificações Técnicas da Via-Férrea MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE outubro de 2017 Especificações Técnicas da Via-Férrea MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE Outubro de 2017 Outubro de 2017 de Outubro Especificações Técnicas da Via-Férrea da Técnicas Especificações MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE DIOGO VIANA SANTOS RUI MARIO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA MÁRIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE Dissertação submetida para satisfação parcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL – RAMO DE INFRAESTRUTURAS Orientador: Maria da Fátima Guimarães Faria Portela Moreira OUTUBRO DE 2017 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA ÍNDICE GERAL Índice Geral .................................................................................................................................................. iii Resumo .......................................................................................................................................................... v Abstract ....................................................................................................................................................... vii Índice de Texto ............................................................................................................................................. ix Índice de Figuras .......................................................................................................................................... xv Índice de Tabelas ..................................................................................................................................... -
Setembro Pelos Trilhos De Portugal
INFORMAÇÃO PARA PROSPECÇÃO 3.º TRIMESTRE 2007 – SETEMBRO PELOS TRILHOS DE PORTUGAL «Houve um tempo, antes das estradas de alcatrão, dos automóveis e das viagens contadas ao minuto, em que o país, encolhido na sua pequenez, se firmou à roda de uma ideia revolucionária: veios de ferro que ligariam, entre si, as paisagens mais distantes da terra lusa». Assim se referem os autores à epopeia dos caminhos-de-ferro que a partir da segunda metade do século XIX redesenhou as paisagens do território português, atravessando montanhas e rasgando vales, traçando trilhos de viagens aqui percorridos pelo olhar actual de Jorge Nunes e Manuel FICHA TÉCNICA Nunes. Texto: Manuel Nunes Fotografia: Jorge Nunes Versão: Portuguesa N.º de páginas: 160 pp. OUTROS TÍTULOS DA COLECÇÃO Formato: 25 cm X 32 cm ESPÍRITO DO LUGAR Acabamento: Capa dura revestida a tela, com sobrecapa a cores e plastificada ISBN: 978-972-797-145-9 EAN: 9789727971459 PVP: 50 € + 5% IVA = 52,50 € Data de Publicação: Setembro de 2007 DA NASCENTE ATÉ À FOZ A BAIXA DE LISBOA RIOS DE PORTUGAL Medialivros, S.A. Edições INAPA – Campo de Santa Clara, 160 C-D - 1100-475 Lisboa Manuel Nunes Gabriela Carvalho Tel.: 218 855 030 . Fax: 218 885 167 [email protected] Jorge Nunes www.medialivros.pt pelos trilhos de portugal EDIÇÕES INAPA jorge nunes # manuel nunes texto manuel nunes fotografia jorge nunes coordenação de edição ana de albuquerque design gráfico e pré-impressão p06 – atelier, ambientes e comunicação, lda. www. p-06-atelier.pt revisão benedita rolo impressão tipografia peres, s. a. isbn 978-972-797-145-9 depósito legal TÂMEGA CORGO Agradecimento TUA Expressamos o nosso especial agradecimento à REFER EP, que gentilmente autorizou a reprodução das imagens relativas à rede ferroviária nacional. -
ATA N.º 45 Sessão Extraordinária Dezembro 1.º Reunião De 14-12-2011
MUNICÍPIO DE AVEIRO Assembleia Municipal ATA N.º 45 Sessão Extraordinária dezembro 1.º Reunião de 14-12-2011 Aos catorze dias do mês de dezembro de dois mil e onze, reuniu a Assembleia Municipal de Aveiro, na sede, na Avenida Dr. Lourenço Peixinho n.º 4, em Aveiro, presidida pelo Presidente da Assembleia Municipal, Luís Miguel Capão Filipe, secretariado pelo Primeiro Secretário Jorge Carvalho Arroteia e pela Segunda Secretária Ângela Maria Bento Rodrigues Nunes Saraiva de Almeida, com a presença dos Vogais, Manuel António Coimbra Rodrigues da Silva, Maria Isabel Silva de Oliveira Leite Pedroso, Paulo Jorge Lopes Anes, Bruno Miguel Ribeiro Costa, Manuel José Prior Pedreira das Neves, Susana Cristina Chaves Batista Esteves, Olinto Henrique da Cruz Ravara, João Carlos Martins Valente, Marco António da Costa Gonçalves, Victor Manuel Marques Oliveira, Firmino Marques Ferreira, Fernando Tavares Marques, Casimiro Simões Calafate, Sesnando Alves dos Reis, Catarina Marques Rocha Barreto, José António Tavares Vieira, Rui Miguel Macela Leal Vaz, Ernesto Carlos Rodrigues de Barros, Maria Inês de Sousa Botelho Azevedo Mineiro, Rafael Alexandre Lopes Nevado, Maria Inês Sequeira de Bastos Abreu, Telmo Vieira Martins, Carlos Mário Magalhães Anileiro, Antero Marques dos Santos, Raúl Ventura Martins, Pedro Machado Pires da Rosa, Paulo Jorge Teixeira de Jesus, Ana Maria Pinho de Seiça Neves Ferreira, Nuno Manuel Marques Pereira, Carlos Francisco da Cunha Picado, Manuel Vieira dos Santos, João Alberto Simões Barbosa, Ivar Jorge Alves Corceiro, Rui Miguel Bartolomeu Maio, e Filipe Seiça Neves Barbado Guerra. 001 Pelas 20:30 horas, o Presidente da Mesa declarou aberta a reunião 002 . No momento da chamada verificou-se a seguinte ausência: Maria Celina Capão Lourenço França Alves. -
2. Relatório De Atividades 2016
Tribunal de Contas RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2016 INFORMAÇÃO ESTATÍSTICA E INDICADORES MAIO DE 2017 Tribunal de Contas ÍNDICE I – Sessões de decisões do Tribunal 6 II - Recomendações 7 Número de recomendações formuladas 7 Acolhimento de recomendações 7 III – Controlo prévio 8 Número e caracterização dos processos 8 Volume financeiro dos processos controlados 11 Indicadores financeiros 12 Recursos ordinários 12 Ações para apuramento de eventuais responsabilidades financeiras 13 Indicadores financeiros (ARF) 14 IV – Controlo concomitante 15 Adicionais a contratos visados 15 Auditorias de fiscalização concomitante 15 Indicadores financeiros 16 V – Controlo sucessivo 17 Auditorias por área de atuação e tipologia 17 Lista de auditorias/VEC/pareceres concluídos/N.º Recomendações 19 Lista do valor financeiro dos factos de auditoria/VEC/pareceres detetados 21 Lista dos impactos financeiros em sede de controlo sucessivo conhecidos em 2015 30 Verificação interna de contas 32 Entidades objeto de controlo 33 Relatórios de órgãos de controlo interno 49 Participações, exposições, queixas e denúncias 50 VI – Efetivação de responsabilidades 51 Responsabilidade financeira sancionatória 51 Responsabilidade financeira – 3.ª Secção e Secções Regionais 53 VII – O Ministério Público junto do Tribunal de Contas 56 O Ministério Público e a efetivação de responsabilidades 56 Participações do Ministério Público a outras jurisdições 57 VIII - Elementos complementares da Conta Consolidada 59 6 RelatórioInformação de Atividades Estatística 201 e Indicadores 3 RELAÇÃO -
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Road Trips Ria de Aveiro 1 dia é bom, 2 é ótimo, 3 nunca é demais. Património Mundial do Centro Como usar este roteiro… Beira Baixa Escolha a região que quer conhecer Serra da Estrela O Centro de Portugal é um território vasto e rico em ex- Médio Tejo periências únicas. Esta é apenas uma das propostas que temos para si: uma por cada um dos oito destinos da Re- Oeste gião. Mergulhe em cada uma destas regiões, cada uma Ria de Aveiro repleta de história e estórias, descubra o património, as paisagens e muitos segredos bem guardados. Região de Coimbra Prepare a sua viagem Região de Leiria Comece esta aventura mesmo antes de sair de casa, para Viseu Dão Lafões que nada falhe. Saiba, em cada etapa, onde carregar o seu carro elétrico ou avance para as páginas finais deste roteiro, onde, para além de conselhos úteis, também en- contrará dicas verdes para uma viagem mais sustentá- vel e amiga do ambiente. Desta forma garantimos uma viagem tão agradável para quem visita o território como para quem o habita. O que pode esperar Ao longo deste roteiro damos-lhe as melhores dicas sobre cada local. Esqueça a autoestrada e aventure-se pelo Cen- tro de Portugal por caminhos que são, eles próprios, uma experiência. Descubra os muitos museus, o Património Mundial da Humanidade, as praias mais belas e as mais secretas, sem nunca esquecer as iguarias tradicionais nem os melhores locais para captar as fotografias mais instagramáveis. Tudo o que precisa saber No final deste roteiro encontrará todas as informações úteis relativas aos diversos recursos que vamos conhe- cer pelo caminho. -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2009 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 2 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 ÍNDICE IDENTIFICAÇÃO DA SOCIEDADE ............................................................................................................................. 4 ÓRGÃOS SOCIAIS ...................................................................................................................................................... 5 ORGANIGRAMA - 2009............................................................................................................................................... 6 GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2009 ............................................................................................................................ 7 SÍNTESE DE INDICADORES....................................................................................................................................... 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................................... 9 I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................... 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO ............................................................................................................. 12 III. APRECIAÇÃO GLOBAL ............................................................................................................................. 12 IV. ANÁLISE SECTORIAL .............................................................................................................................. -
Articles István Hoffman János Fazekas András Bencsik Bálint
Pobrane z czasopisma Studia Iuridica Lublinensia http://studiaiuridica.umcs.pl Data: 16/05/2021 16:30:45 Articles Studia Iuridica Lublinensia vol. XXIX, 4, 2020 DOI: 10.17951/sil.2020.29.4.11-30 István Hoffman Eötvös Loránd University Centre for Social Sciences, Institute for Legal Studies, Hungary Marie Curie Skłodowska University in Lublin, Poland ORCID: 0000-0002-6394-1516 [email protected] [email protected] János Fazekas Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0003-0991-678X [email protected] András Bencsik Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0002-7859-3286 [email protected] Bálint Imre Bodó Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0002-4131-7472UMCS [email protected] Kata Budai Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0002-9611-0487 [email protected] Tamás Dancs Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0002-4848-3668 [email protected] Pobrane z czasopisma Studia Iuridica Lublinensia http://studiaiuridica.umcs.pl Data: 16/05/2021 16:30:45 12 István Hoffman et al. Borbála Dombrovszky Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0003-2583-4100 [email protected] Péter Ferge Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0002-5686-2465 [email protected] Gergely Kári Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0003-2988-7189 [email protected] Domokos Lukács Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0001-6821-7140 [email protected] Marcell Kárász Eötvös Loránd University, Hungary ORCID: 0000-0002-5046-5266 [email protected] -
Ecossistema Dos Metropolitanos Em Portugal, 2012-2017 | 3
ECOSSISTEMA DOS METROPOLITANOS EM PORTUGAL, 2012-2017 Maio de 2019 ECOSSISTEMAS DOS METROPOLITANOS EM PORTUGAL, 2012-2017 • AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes | Rua de Santa Apolónia, n.º 53 | 1100-468 Lisboa • www.amt-autoridade.pt • Observatório do Ecossistema da Mobilidade e dos Transportes | Maio de 2019 2 Índice 1. Sumário executivo 6 2. Executive summary (EN) 11 3. Introdução 15 3.1. Breve descrição histórica 16 3.2. Caracterização dos operadores 24 3.3. AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes 28 3.4. A Legislação aplicável ao setor 30 4. Caracterização das infraestruturas 32 4.1. Caracterização das redes 32 4.2. Investimento em infraestruturas de metro em Portugal 36 5. Atividade de transporte 39 5.1. Procura e oferta 39 5.2. Base tarifária média 41 5.3. Material circulante 42 5.4. Recursos Humanos 45 6. Qualidade do serviço de transporte por metro em Portugal 47 6.1. Direitos dos passageiros 47 6.2. Acessibilidade de passageiros com mobilidade reduzida 53 6.3. Reclamações dos passageiros de metro 54 6.4. Inquérito à mobilidade – IMob – INE, 2017 57 7. Digitalização 60 7.1. A Digitalização nos Sistemas de Metro Nacionais 61 8. Segurança 63 9. Descarbonização – contributo dos sistemas de metro 66 9.1. Emissões de gases de efeito de estufa (GEE) 69 10. Resultados económico-financeiros 72 10.1. Financiamento do Ecossistema e fluxos financeiros do Estado 76 10.2. Investimento 77 11. Prioridades de atuação 79 Anexo I – Principal legislação do setor 81 Ecossistema dos Metropolitanos em Portugal, 2012-2017 | 3 Siglas e abreviaturas Unidades de medida CKm Comboios quilómetro Hab Habitante Km Quilómetros LKm Lugares quilómetro PKm Passageiros quilómetro TonCO 2e Toneladas equivalentes de CO 2 Instituições e empresas AML Área Metropolitana de Lisboa AMP Área Metropolitana do Porto AMT Autoridade da Mobilidade e dos Transportes CP Comboios de Portugal, E.P.E. -
Mítica Linha Do Corgo.Pdf
PASSEIO GUIADO “mítIcA LINHA DO cORGO PARtE 1” VILA REAL – POVOAÇÃO (ALTO DOURO VINHATEIRO) 8 DE MAIO PARTIDA: 08H00 Para este dia, preparamos um percurso fantástico, sempre envoltos pelas paisagens do Alto Douro Vinhateiro! Iremos percorrer parte da antiga Linha de Caminho-de-Ferro do Corgo, que unia as belas localidades de Chaves e Régua. Inaugurada em 1906, mas progressivamente desactiva a partir dos anos 90, a antiga linha deu origem à actual Ecovia do Corgo, um belíssimo percurso, com baixo grau de dificuldade e quase sempre plano, que apresenta o Rio Corgo, as montanhas e as paisagens do Douro Vinhateiro como companheiros de viagem! Iniciando o percurso junto à Estação de Vila Real, seguiremos sempre pela antiga linha de comboio, actualmente com confortáve l piso em saibro, rodeados pelas magníficas paisagens das Serras do Marão e do Alvão e as incríveis montanhas e socalcos do Dour o Vinhateiro, Património Mundial! Passaremos por antigas pontes e românticas estações de caminho-de-ferro abandonadas, bem como por monumentos classificados, num percurso de grande beleza! Terminaremos esta primeira parte da Linha do Corgo junto à antiga Estação de Povoação, após percorrermos cerca de 13.6 confortáveis Km, de onde partiremos para Vila Real, para o merecido almoço típico ! Info Trilho Tipo de Trilho: Linear Distância: 13.6 km Dificuldade: Fácil Piso: Alterna entre caminho em terra e ecovia em saibro *Atividade com nº restrito de participantes e realizada de acordo com as recomendações da DGS e no âmbito da classificação da Alma At Porto como empresa Clean & Safe (saudável e segura), atribuída pelo Turismo de Portugal.