ATA N.º 45 Sessão Extraordinária Dezembro 1.º Reunião De 14-12-2011
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Corredores Verdes Como Estratégia De Valorização Da Paisagem E Recreio Público: Caso Prático Do Ramal Ferroviário De Aljustrel
Corredores Verdes como Estratégia de Valorização da Paisagem e Recreio Público: Caso Prático do Ramal Ferroviário de Aljustrel Maria Inês Pimenta Abranches Timóteo Dissertação para a obtenção do Grau de Mestre em Arquitetura Paisagista Orientador: Doutor Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro Júri: Presidente: Doutora Maria João Prudêncio Rafael Canadas, Professora Auxiliar do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa Vogais: Doutor Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro, Professor Auxiliar do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa; Mestre Ana Luísa Arrais Falcão Beja da Costa, Arquiteta Paisagista na qualidade de especialista 2015 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Arquiteto Paisagista Luís Paulo Ribeiro, por todo o apoio e acompanhamento nesta dissertação e por todos os conhecimentos que partilhou tanto neste processo como durante os anos que passei no Instituto Superior de Agronomia. À Infraestruturas de Portugal (que inclui a antiga REFER), em especial à Arquiteta Lara Rodrigues, por toda a ajuda, disponibilidade e simpatia que forneceu no decurso deste trabalho. Ao CEAP, em especial à Arq.ª Paisagista Selma Pena e Arq.ª Paisagista Natália Cunha, por toda a ajuda na procura e tratamento de informação SIG. Ao Arq.º Paisagista Nuno Lecoq pela rápida disponibilidade, ajuda e simpatia que ofereceu na fase de análise deste trabalho. Ao Sr. Eduardo Moreira pela receção calorosa e partilha de tantas histórias e informação importante sobre Aljustrel e as suas minas. À Unidade de Intervenção Territorial Norte (UITN), da Câmara Municipal de Lisboa, por me aceitar como estagiária durante 3 meses, período no qual aprendi tanto da minha área. Conhecimentos esses que aplico agora neste trabalho. -
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Road Trips Ria de Aveiro 1 dia é bom, 2 é ótimo, 3 nunca é demais. Património Mundial do Centro Como usar este roteiro… Beira Baixa Escolha a região que quer conhecer Serra da Estrela O Centro de Portugal é um território vasto e rico em ex- Médio Tejo periências únicas. Esta é apenas uma das propostas que temos para si: uma por cada um dos oito destinos da Re- Oeste gião. Mergulhe em cada uma destas regiões, cada uma Ria de Aveiro repleta de história e estórias, descubra o património, as paisagens e muitos segredos bem guardados. Região de Coimbra Prepare a sua viagem Região de Leiria Comece esta aventura mesmo antes de sair de casa, para Viseu Dão Lafões que nada falhe. Saiba, em cada etapa, onde carregar o seu carro elétrico ou avance para as páginas finais deste roteiro, onde, para além de conselhos úteis, também en- contrará dicas verdes para uma viagem mais sustentá- vel e amiga do ambiente. Desta forma garantimos uma viagem tão agradável para quem visita o território como para quem o habita. O que pode esperar Ao longo deste roteiro damos-lhe as melhores dicas sobre cada local. Esqueça a autoestrada e aventure-se pelo Cen- tro de Portugal por caminhos que são, eles próprios, uma experiência. Descubra os muitos museus, o Património Mundial da Humanidade, as praias mais belas e as mais secretas, sem nunca esquecer as iguarias tradicionais nem os melhores locais para captar as fotografias mais instagramáveis. Tudo o que precisa saber No final deste roteiro encontrará todas as informações úteis relativas aos diversos recursos que vamos conhe- cer pelo caminho. -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
Os Caminhos-De-Ferro Como Património Cultural
Revista do Grémio das Empresas de Conservaçãoe Restauro do Património Arquitectónico 4,48 (IVA incluído) e Ano IV – N.º 16 Outubro/Novembro/Dezembro 2002 Publicação trimestral Preço OsOs caminhos-de-ferrocaminhos-de-ferro comocomo patrimóniopatrimónio culturalcultural IV Aniversário da revista Pedra & Cal Tema de Capa: Os caminhos-de-ferro como património cultural Ficha Técnica 2 33 EDITORIAL Reconhecida pelo Ministério da PROJECTOS & ESTALEIROS Cultura como “publicação de ma- Recuperação e limpeza do nifesto interesse cultural”, ao abri- 4 Pelourinho de Palmela go da Lei do Mecenato. CASO DE ESTUDO (João Varandas) Os Caminhos-de-Ferro de Benguela: N.º 16 - Outubro/Novembro/Dezembro 2002 património luso-britânico 34 Propriedade e edição: em solo angolano GECoRPA – Grémio das Empresas de PROJECTOS & ESTALEIROS Conservação e Restauro do Património (V. Cóias e Silva e A. Segadães Tavares) Antigo Convento Arquitectónico de Santa Marta em Lisboa Rua Pedro Nunes, n.º 27, 1.º Esqº 8 (Carlos Sá Nogueira) 1050 - 170 Lisboa CASO DE ESTUDO Tel.: 213 542 336, Fax: 213 157 996 O Metropolitano de Lisboa http://www.gecorpa.pt 36 (Alderico dos Santos) E-mail: [email protected] E-PEDRA E CAL Nipc: 503 980 820 O caminho-de-ferro na Internet Director: Vítor Cóias e Silva 10 (José Maria Lobo de Carvalho) Coordenação: Leonor Silva OPINIÃO Conselho redactorial: João Appleton, João As lições da história Mascarenhas Mateus, José Aguiar, Teresa ferroviária portuguesa 37 Campos Coelho (Arménio Matias) AS LEIS DO PATRIMÓNIO Secretariado: Elsa Fonseca Colaboram neste número: Injustiça e fraude fiscais nos impostos Alexandra Abreu, A. Jaime Martins, 13 sobre o património imobiliário A. -
O Transporte Ferroviário De Passageiros E De Mercadorias
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE MERCADORIAS Manuel Seabra Pereira Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Para reflexão • Quais as mudanças que o sistema ferroviário (SF) enfrenta • Quais as implicações: – Tecnológicas, demográficas, estruturais, legais e financeiras e no domínio regulatório • Identificar aspectos de: – Atractividade, custos, segurança – O comboio é um modo de transporte fiável, ambientalmente limpo e competitivo, • Sector mais ágil e competitivo – Implementação de novos enquadramentos legais, económicos e financeiros • Desenvolver conhecimento, aptidões e competências investindo em: – Investigação e desenvolvimento – Actualização tecnológica • Novos talentos e pessoal qualificado com ambições para enfrentar os desafios do SF. Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 2 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Indicadores • Declives – Passageiros < 30 m/km – Mercadoria 12 – 18 m/km • Massa/passageiro – Inter-cidades 1000 kg/pass – Suburbano 240 kg/pass • Cargas por eixo 22.5 - 30 t • Reperfilagem de rodados 0.2-1.0 x106 km • Velocidade de detecção de defeitos 40-80 km/h • Ruído exterior (25 m) 90 dBA • Ruído interior 65 dBA • Crashworthiness: Energia absorvida na frente 5 MJ • Custos – Metro 4.5 M€ – LRV 2.5 M€ – Locomotivas 4 M€ – Nova linha convencional 3 M€/km – Reconversão bitola ibérica p/ bitola europeia .45 M€/km Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 3 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Pontos fortes do SF 1. Mais eficiente energéticamente e o mais amigo do ambiente – Um passageiro a viajar num comboio gasta 3 a 10 vezes menos combustivel por km que um passageiro no sistema rodoviário 2. -
Comboio Histórico Do Vouga | CP
PREÇOS COMBOIO HISTÓRICO DO VOUGA PONTOS DE VENDA Sales points Vouga Historical Train Prices Viagem ida e volta entre Aveiro e Macinhata do Vouga. Bilheteiras CP Return journey from Aveiro to Macinhata do Vouga and back. cp.pt (Bilheteira Online) Agências de Viagens Unidades Hoteleiras | Operadores Turísticos DESCUBRA Adulto | Adult 30,00€ Ticket offices UM NOVO CAMINHO Crianças cp.pt (Online Tickets) (4 aos 12 anos) 16,50€ Travel agents | Hotels | Tour Operators CHEIO DE HISTÓRIA Child (4 to 12 years) DISCOVER A NEW ROUTE Bilhete não reembolsável e/ou revalidável. INFORMAÇÕES E RESERVAS Ticket cannot be refunded and/or reissued. Informations and Booking FULL OF HISTORY Viagens de ligação a Aveiro: Email: [email protected] Connecting journeys to Aveiro: 30% de desconto nas viagens em comboios Alfa Pendular, Intercidades e Regional. DESCONTOS Discounts 30% off Alfa Pendular, Intercidades and Regional train journeys. 2€ viagem ida e volta nos Comboios Urbanos do Porto. 2€ return journey on Porto Urban Trains. Parque de estacionamento nas estações de Porto-Campanhã e Lisboa-Oriente. Car parking at Porto-Campanhã and Lisboa-Oriente station. PREÇO PACOTE COMBOIOS HISTÓRICOS Consulte a lista de hotéis parceiros e respetivas vantagens Historical Trains Package Price em cp.pt. Check the list of partner hotels and respective discounts on cp.pt. Comboio Histórico do Vouga + Comboio Histórico do Douro. Na compra em simultâneo beneficia de 25% desconto. Vouga Historical Train + Douro Historical Train. Buy both at the same time and get 25% off. COMBOIO HISTÓRICO DO VOUGA Adulto | Adult 54,50€ VOUGA HISTORICAL TRAIN Crianças (4 aos 12 anos) 27,00€ Child (4 to 12 years) junho 2018 30€ Venda exclusiva em bilheteiras. -
The Railway Network in Douro Region Políticas Públicas En Los Ferrocarriles: La Red Ferroviaria De La Región Del Duero
nº13 - págs. 33-57 , mayo de 2017 Public Polices in Railways: The Railway Network in Douro Region Políticas Públicas en los Ferrocarriles: La Red Ferroviaria de la Región del Duero. Pedro Pinto Mestre em Economia pelo ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa André Pires Mestre em Gestão pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) Resumen El cierre de la red de ferrocarriles del Duero empezó en 1988 con el Plano de Modernização e Reconversão dos Caminhos-de-Ferro (Plan de Modernización y Re- conversión de los Ferrocarriles). En las últimas dos décadas y varios planes para los ferrocarriles portugueses, solamente 179 de los 578 quilómetros de la red ferro- viaria del Duero tienen servicio. La metodología usada en el trabajo es de carácter cualitativa y se presentan como casos de estudios la línea de Duero y sus ramales de vía estrecha Tâmega, Corgo, Tua y Sabor. Nuestra investigación tiene como prin- cipal objetivo caracterizar y describir las razones que llevaron al cierre de la gran mayoría de estos Itinerarios ferroviarios en las regiones de Trás-os-Montes y Duero. Palabras-Clave: Política Pública; Ferrocarriles Regionales; Región del Duero Abstract The closure of the Douro Region railway network began in 1988 with the Plano de Modernização e Reconversão dos Caminhos-de-Ferro 1988-94 (Railways Moderni- zation and Reconversion Plan 1988-94). In the last two decades and after several strategic plans for the Portuguese railway sector, only 179 of the 578 kilometres that formed the Douro Region railway network have still commercial services. Our investigation work has as cases studies the Douro Line and its narrowed gau- ge tributaries Tâmega, Corgo, Tua and Sabor Lines. -
The Public Choice in the Railway Sector: Case Studies in the Douro Region
THE PUBLIC CHOICE IN THE RAILWAY SECTOR: CASE STUDIES IN THE DOURO REGION Pedro Miguel Pinto Lampreia Dissertation submitted as partial requirement for the conferral of Master in Economics Supervisor: Prof. Maria de Fátima Ferreiro, Prof. Auxiliar, ISCTE Business School, Departamento de Economia Política October 2015 “Railway stations (…) do not constitute, so to speak, a part of the surrounding town but contain the essence of its personality just as upon their sign-boards they bear its painted name” Marcel Proust The Public Choice in the Railway Sector: Case Studies in the Douro Region Abstract In this study, which is going to start by approaching the most important concepts of the public choice theory, such as the two main views of the State, we are going to focus our attention on five railway lines placed in the North Interior of Portugal. Our journey is going to be initiated in the Douro Line. Then, we are going to travel along the four narrowed-gauge railway stretches which departed from some stations of the collector itinerary. Besides the Tua Line, there were three other stretches with architectural and tourism particular interest in this region of Portugal. All these itineraries were created not only to serve the most isolated populations but also to drain some regional products, such as the Reboredo Mountain iron mines, in Torre de Moncorvo. The appearance of the Plano de Modernização e Reconversão dos Caminhos-de-Ferro led to the closure of at least one linkage of these five railway lines, between 1988 and 1991. Two decades after, the new Plano Estratégico dos Transportes , launched in 2011, confirmed new suppressions in three of the four stretches which were still running. -
I.3.5. Transporte Rodoviário De Mercadorias
2 FICHA TÉCNICA Título Estatísticas dos Transportes e Comunicações 2015 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida 1000-043 Lisboa Portugal Telefone: 21 842 61 00 Presidente do Conselho Diretivo Alda de Caetano Carvalho Design, Composição e Impressão Instituto Nacional de Estatística, I.P. ISSN 0377-2292 ISBN 978-989-25-0369-1 Periodicidade Anual O INE, I.P. na Internet www.ine.pt © INE, I.P., Lisboa · Portugal, 2016 A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P. como autor, o título da obra, o ano de edição e a referência Lisboa-Portugal. 3 NOTA INTRODUTÓRIA Na presente publicação o INE divulga os principais resultados estatísticos sobre a atividade dos setores de Transportes e Comunicações em 2015. As estatísticas disponibilizadas têm por base informações de um vasto conjunto de fontes administrativas, designadamente o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), os Comandos Regionais da Polícia de Segurança Pública dos Açores e da Madeira, Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), para além dos inquéritos da responsabilidade do INE. No que se refere ao transporte ferroviário, apresentam-se os resultados dos inquéritos do INE à Infra Estruturas de Portugal SA, bem como às empresas de transporte por caminho-de-ferro e metropolitano. Relativamente ao setor rodoviário, difundem-se estatísticas sobre infraestruturas rodoviárias, sinistralidade, consumo de combustíveis, parque de veículos presumivelmente em circulação, resultados dos Inquéritos ao transporte rodoviário de mercadorias e de passageiros (este último statísticas dos Transportes e Comunicações statísticas dos Transportes com novos resultados sobre consumo de energia e sistemas de informação), e ainda dados sobre E a venda de veículos automóveis, provenientes da Associação Automóvel de Portugal (ACAP). -
Estudo De Plano Ferroviário Para a Área Metropolitana Do Porto
ESTUDO DE PLANO FERROVIÁRIO PARA A ÁREA METROPOLITANA DO PORTO ATUALIZAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL 5.FEV.2021 PRT-161-03-07.1_v4 ÍNDICE 01. SUMÁRIO EXECUTIVO .............................................................................................................................................. 7 02. ENQUADRAMENTO METODOLÓGICO ................................................................................................................... 12 02.1. ÂMBITO DO TRABALHO .......................................................................................................................................... 13 02.2. MODELO DE TRANSPORTES ................................................................................................................................. 15 03. MODELO DE MODERNIZAÇÃO PROPOSTO.......................................................................................................... 17 03.1. REFLEXÃO ENQUADRADORA ................................................................................................................................ 17 03.2. OPERAÇÃO PROPOSTA ......................................................................................................................................... 23 04. CARATERIZAÇÃO DOS CENÁRIOS ........................................................................................................................ 25 04.1. CENÁRIO BASE ....................................................................................................................................................... -
Estação De Aveiro
Estação de Aveiro 1 http://www.trainlogistic.com Cláudio Amendoeira – Abril de 2013 A Estação Ferroviária de Aveiro, também conhecida como Estação de Aveiro, é uma interface ferroviária da Linha do Norte, que serve a localidade de Aveiro, em Portugal. Caracterização Localização e acessos Situa-se na localidade de Aveiro, em frente do Largo da Estação dos Caminhos de Ferro. Descrição física e classificação Possuía, em Janeiro de 2011, 5 vias de circulação, com 440 a 760 metros de comprimento; todas as gares tinham 321 metros de extensão, e 90 centímetros de altura. Em Outubro de 2004, ostentava a classificação B da Rede Ferroviária Nacional. Azulejos Apresenta uma fachada totalmente decorada de azulejos policromos, em tons azuis e amarelos, que representam várias cenas ferroviárias, naturais e de cultura e actividades tradicionais. O edifício é composto por três secções; uma parte central, de três pisos, que inclui três portas amplas ao nível do solo, e dois laterais simétricos, com dois pisos, contendo uma porta e dois postigos de secção rectangular. Esta estação assume-se como um bom exemplo, a nível regional, do estilo denominado de Casa Portuguesa. Painéis de azulejos Fachada Oeste (rua) Medalhão de D. José de Salamanca y Mayol; Medalhão com embarcação; Medalhão com o Farol da Barra; Vindimas em Anadia; Chegada d’um Barco de Pesca – S. Jacinto; Marinhas de Sal de Aveiro; Margens do Rio Vouga; Trecho da Ria de Aveiro; Entrada do Jardim – Aveiro; Tricana em 1916 – Aveiro; 2 http://www.trainlogistic.com Cláudio Amendoeira – Abril de 2013 A Peixeira – Aveiro; O Pescador – Aveiro; Tricana em 1870 – Aveiro; Farol da Barra – Aveiro; Ponte do Poço de S. -
Rethinking the Death of Railways in the Portuguese Countryside Abstract 1 Introduction
Paulo Rui Anciaes RETHINKING THE DEATH OF RAILWAYS IN THE PORTUGUESE COUNTRYSIDE RETHINKING THE DEATH OF RAILWAYS IN THE PORTUGUESE COUNTRYSIDE Paulo Rui Anciaes Independent scholar [email protected] ABSTRACT Two waves of line closures (1988-92 and 2008-12) have left the Portuguese countryside largely deprived of railway services. This paper assesses rail accessibility and potential demand in the areas served by the lines closed. The study contributes to existing literature by taking into account the availability of rail services and public transport access to stations, considering separate types of destinations, trip frequencies and departure times for different population segments. The population potentially served by rail is first mapped at the level of the civil parish and aggregated to rail stations. In a second stage, the effects of providing extra rail connections and bus feeder routes are estimated, identifying the parts of the country and railway network with the highest potential improvements. The findings show that despite low levels of demand in absolute terms, rail services still had the potential for serving a significant part of the population in the areas around some of the lines closed. 1 INTRODUCTION The restructuring of national rail networks often involves the withdrawal of some passenger services in the rural areas, with potential effects on local economic, social and demographic conditions [1]. While these policies are sometimes justified with technical or geographical reasons, their main determinant is economic, as the services affected tend to have low demand. Major waves of closures have in fact responded to specific economic objectives, such as the renewal of ageing infrastructure (England and Wales, 1960s) [2], rationalization of resources in dispersed areas (Australia, 1980s) [3] and overall economic restructuring (Eastern Europe, post 1990s) [4].