4.º Relatório Do Ecossistema Ferroviário Português – 2019
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Análise Ao Sistema De Alimentação De Tração Elétrica (1X25 Kv - Rede Convencional, 2X25 Kv - Rede Convencional + Alta Velocidade)
Análise ao Sistema de Alimentação de Tração Elétrica (1x25 kV - Rede convencional, 2x25 kV - Rede convencional + Alta velocidade) Rui de Carvalho Costa Pereira Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Eletrotécnica - Sistemas Elétricos de Energia Dissertação realizada sob orientação do Professor Doutor Filipe Miguel Tavares de Azevedo Mestrado em Engenharia Eletrotécnica Sistemas Elétricos de Energia Departamento de Engenharia Eletrotécnica Instituto Superior de Engenharia do Porto Porto, Outubro de 2013 ii Resumo O transporte ferroviário é um meio de transporte em que o meio de deslocamento ocorre por meio de vias férreas, transportando, entre outros, pessoas e cargas. Este meio de transporte é um dos mais antigos e a sua origem está ligada diretamente com a Primeira Revolução Industrial, acontecimento histórico que sucedeu na Europa no final do século XVIII e início do século XIX. Uma rede ferroviária é um sistema único no ponto de vista do uso de tração elétrica assim como no modo que se insere na sociedade por ser um meio de transporte seguro, rápido e bastante utilizado pela população. As redes de alimentação de energia (transporte e distribuição) e a rede de alta velocidade ditaram novas soluções para a alimentação elétrica ferroviária contribuindo para a sua evolução técnica, na segurança e também na compatibilidade eletromagnética no sentido de se estabelecerem critérios de controlo e prevenção dos efeitos indesejáveis provocados pela interferência magnética. O presente trabalho tem por objetivo analisar e estudar tecnicamente como se comportam as redes que alimentam os veículos de tração elétrica desde as subestações até à alimentação das locomotivas. Dada a complexidade da sua análise torna-se necessário o recurso a ferramentas de simulação mais ou menos complexas. -
Projeto De 60 Milhões Transforma Loulé Numa Pequena Hollywood
O SEMANÁRIO DE MAIOR EXPANSÃO DO ALGARVE Prioritário O SEMANÁRIO DE MAIOR EXPANSÃO DO ALGARVE FUNDADOR: José Barão I DIRETOR: Fernando Reis quinta-feira I 27 de fevereiro de 2020 I ANO LXIII - N.º 3283 I Preço 1,30 PORTE PAGO -TAXA PAGA www.jornaldoalgarve.pt Projeto de 60 milhões transforma Loulé numa pequena Hollywood O concelho de Loulé vai ter uma Cidade do Cinema, graças a um investimento de 60 milhões de euros por parte de duas entidades britânicas ligadas à Sétima Arte e TV. Pretendem construir estúdios de cinema, TV e uma plataforma de streaming P 5 NESTE NÚMERO Valorizar património local dá 80% a fundo perdido P 19 Turismo: Ciclismo: Alcoutim Gastronomia: Algarve e Andaluzia Belga Evenepoel debate problemas Feira dos Enchidos criam rede de ganha Volta e desafios rurais regressa veículos elétricos ao Algarve do Baixo Guadiana a Monchique P 4 P 21 P 24 JA magazine RADIS Dr. Jorge Pereira JORNALJORNAL do do ALGARVE ALGARVE - -COBRANÇA COBRANÇA DE DE ASSINATURAS ASSINATURAS Está a decorrer a COBRANÇA de ASSINATURAS do JA, pelo que apelamos aos nossos assinantes Agora com TAC - Rx - Ecografia - Mamografia RX Panorâmico Dentário que procedam ao seu PAGAMENTO de acordo com a carta de cobrança enviada no princípio de dezembro Acordos - Convenções ou consultando o valor indicado no canto inferior direito da etiqueta de direção que envolve o jornal. ADSE - SAMS - CGD - PSP - CTT - TELECOM - ADMFA PROPONHA 2 ASSINANTES E USUFRUA DE 1 ANO GRÁTIS! ADMG - MÚTUA PESCADORES - MEDIS SAMS QUADROS - MULTICARE Dados para transferências (mencionando o nº ou nome de assinante): Rua Aug. -
Campus of Av. De Berna
Safety Guidelines 1 Congratulations! You have entered The use of a NOVA FCSH, a place where you will mask is mandatory create unique memories over the next inside the years. campus. 2 The beginning of this new academic year is challenging and unusual, but Keep a safe distance while we want you to feel good and we will moving help you overcome your doubts, con- between floors cerns and uncertainties. and common areas. By unfolding this leaflet you’ll get to 3 know the different areas from our Do not get to campus as well as the services that will your classroom assist you throughout your academic before the path. The leaflet also provides informa- starting time of your class. YOUR NEW HOME tion on the safety guidelines to follow inside our campus (Avenida de Berna). 4 Do not remain in classroom’s lobbies. 5 Avoid gatherings. 6 Connect to Wash or sanitize your hands before and after entering a classroom. fb.com/fcshunl @nova_fcsh @nova_fcsh fcsh.unl.pt 7 Directions Student’s guide Sanitize all school equipment, before and after using it. Academic calendar 8 Avoid Institutional sharing Avenida de Berna, 26-C phone: (+351) 21 790 83 00 e-mail account 1069-061 Lisboa email: [email protected] personal objects. Wi-fi access 9 Always keep Areas and services the same seat in the same Carris Metro classroom. Student’s Union 716, 726, 756 Campo Pequeno Station (Yellow Line) São Sebastião Station 10 TST (Red Line) and more Praça de Espanha Station Follow the rules 160, 161, 190 (Blue Line) and advices from NOVA FCSH Download and read carefully the file embedded in this and DGS. -
As Ligações Ferroviárias Internacionais Portuguesas 150
As Ligações Ferroviárias Internacionais Portuguesas 150 Anos depois 1 - Introdução Ao percorrermos 150 anos na história dos caminhos de ferro portugueses é fácil constatar que, alguns dos problemas do início da construção da rede voltam hoje, com toda a acuidade, a colocarem-se à sociedade portuguesa. Neste comunicação pretende-se identificar as diversas variáveis que no passado foram determinantes na estruturação das ligações internacionais. Seguidamente, confronta-se a realidade executada, registam-se as principais consequências e apresenta-se uma síntese explicativa para as mesmas. 2 – O debate inicial 2.1 – “Lisboa a porta da Europa” Na segunda metade do séc. XIX, o projecto de construção do porto de Lisboa assumiu no discurso político da época a dimensão dos grandes eventos transformadores da sociedade portuguesa oitocentista. As obras do porto, para além de um imperativo de saúde pública, com a infra - estruturação de uma rede de saneamento, de modo a evitar a exposição dos dejectos no lodo da margem do Aterro, constituíam ainda, no dizer dos seus protagonistas, a afirmação de que Lisboa era “a porta da Europa”. A premissa das naturais condições de Lisboa, como términos de uma rede ferroviária de e para a Europa, levou ao desenho de uma rede, bem como, ao desenvolvimento de estratégias e políticas de captação de tráfegos altamente penalizantes para as companhias ferroviárias. O concessionário das obras do porto de Lisboa, o empreiteiro Hersent, iniciou os trabalhos em 1887, os quais se arrastaram penosamente. As posições dos portos espanhois de Vigo ou de Cádiz jamais foram destronadas pela concorrência do porto de Lisboa. 2.2 – O problema da “bitola” No séc. -
Especificações Técnicas Da Via-Férrea
Especificações Técnicas da Via-Férrea MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE outubro de 2017 Especificações Técnicas da Via-Férrea MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE Outubro de 2017 Outubro de 2017 de Outubro Especificações Técnicas da Via-Férrea da Técnicas Especificações MARIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE DIOGO VIANA SANTOS RUI MARIO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA MÁRIO RUI SANTOS VIANA DIOGO LEITE Dissertação submetida para satisfação parcial dos requisitos do grau de MESTRE EM ENGENHARIA CIVIL – RAMO DE INFRAESTRUTURAS Orientador: Maria da Fátima Guimarães Faria Portela Moreira OUTUBRO DE 2017 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA VIA-FÉRREA ÍNDICE GERAL Índice Geral .................................................................................................................................................. iii Resumo .......................................................................................................................................................... v Abstract ....................................................................................................................................................... vii Índice de Texto ............................................................................................................................................. ix Índice de Figuras .......................................................................................................................................... xv Índice de Tabelas ..................................................................................................................................... -
Ata Da Segunda Sessão Ordinária Da Assembleia Municipal De Viseu, Realizada No Dia Trinta De Dezembro De Dois Mil E Treze
28 ATA DA SEGUNDA SESSÃO ORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE VISEU, REALIZADA NO DIA TRINTA DE DEZEMBRO DE DOIS MIL E TREZE. ------ No trinta de dezembro de dois mil e treze, teve lugar no Solar dos Peixotos, a Segunda Sessão Ordinária da Assembleia Municipal, a qual foi presidida pelo Senhor Presidente da Assembleia Municipal, José Manuel Henriques Mota de Faria, secretariado pelo Senhor João Fernando Marques Rebelo Cotta, como primeiro secretário e a Senhora Cristina Paula Cunha Pereira Gomes, como segunda secretária. --------------------------------- ------ A Sessão teve início às nove horas e vinte e cinco minutos, tendo-se verificado as faltas dos Senhores Deputados: JOSÉ ALBERTO DA COSTA FERREIRA (justificada) e FERNANDO ANTÓNIO PEREIRA DE FIGUEIREDO (justificada).--------------------------- Para que conste na presente ata, o resumo da correspondência expedida e recebida, previamente distribuída, fica a seguir transcrito:----------------------------------------------------- CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA:------------------------------------------------------------------- – A Assembleia Municipal recebeu convites de diversos Organismos, Associações e Entidades, a convidar o Exmo. Senhor Presidente deste Órgão Autárquico a participar e assistir às mais variadas reuniões e realizações.------------------------------------------------------– – Diversas Entidades e Partidos Políticos solicitaram a cedência do Salão da Assembleia Municipal.----------------------------------------------------------------------------------------------------– -
ANNUAL REPORT 2020 2020 RESULTS at a GLANCE 16.1 ORDER BACKLOG in CHF BILLION NET REVENUE Previous Year: 15.0 in Thousands of CHF
ANNUAL REPORT 2020 2020 RESULTS AT A GLANCE 16.1 ORDER BACKLOG IN CHF BILLION NET REVENUE Previous year: 15.0 in thousands of CHF 3,500,000 2,800,000 2,100,000 3,200,785 3,084,948 34,912 REGISTERED SHAREHOLDERS AS AT 31.12.2020 1,400,000 Previous year: 30 419 2,000,806 700,000 0 2018 2019 2020 NET REVENUE BY GEOGRAPHICAL MARKET in thousands of CHF Germany, Austria, Switzerland: 1,502,759 4.33 Western Europe: 963,548 ORDER INTAKE Eastern Europe: 457,488 IN CHF BILLION CIS: 68,207 Previous year: 5.12 America: 83,909 Rest of the world 9,037 % 12,303 5.1 EBIT MARGIN EMPLOYEES WORLDWIDE Previous year: 6.1% (average FTE 1.1. – 31.12.2020) Previous year: 10 918 156.1 EBIT IN CHF MILLION Previous year: 193.7 STADLER – THE SYSTEM PROVIDER OF SOLUTIONS IN RAIL VEHICLE CONSTRUCTION WITH HEADQUARTERS IN BUSSNANG, SWITZERLAND. Stadler Annual Report 2020 3 SUSTAINABLE MOBILITY – 16.1 ORDER BACKLOG TRAIN AFTER TRAIN IN CHF BILLION Previous year: 15.0 Stadler has been building rail vehicles for over 75 years. The company operates in two reporting segments: the “Rolling Stock” segment focuses on the development, design and production of high-speed, intercity and re gional trains, locomotives, metros, light rail vehicles and passenger coaches. With innovative signalling solutions Stadler supports the interplay be tween vehicles and infrastructure. Our software engineers in Wallisellen develop Stadler’s own solutions in the areas of ETCS, CBTC and ATO. The “Service & Components” segment offers customers a variety of services, ranging from the supply of individual spare parts, vehicle repairs, mod erni- sation and overhauls to complete full-service packages. -
Estudo Atualizado De Procura E Análise Custo-Benefício Do Satu - Versão Final
ESTUDO ATUALIZADO DE PROCURA E ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO DO SATU - VERSÃO FINAL - Estudo Atualizado de Procura e Análise Custo-Benefício do SATU Índice A. ENQUADRAMENTO GLOBAL............................................................................................................ 1 A.1. ANTECEDENTES DO ESTUDO E OBJETIVOS PRINCIPAIS................................................................................................. 1 A.2. EVOLUÇÃO POTENCIAL DO CORREDOR DO SATU ......................................................................................................... 2 A.3. ANOS HORIZONTE ............................................................................................................................................................ 5 A.4. ORGANIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO ............................................................................................................................... 6 B. DINÂMICAS DE PROCURA E CONSTRUÇÃO DAS MATRIZES DE VIAGENS ..................................... 7 B.1. BREVE ENQUADRAMENTO ................................................................................................................................................ 7 B.2. DEFINIÇÃO DO ZONAMENTO ............................................................................................................................................ 7 B.2.1. Zonamento na envolvente ao SATU ....................................................................................................................... 8 B.2.2. Zonamento na restante -
Plano-Estratégico-SPI.Pdf
PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico PR-04037 fevereiro de 2019 PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico Sociedade Portuguesa de Inovação PR-04037 | fevereiro de 2019 FERREIRA DO ALENTEJO | PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO ENTREGÁVEL 02. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO FEVEREIRO 2019 Índice de conteúdos 1. Introdução .................................................................................................................... 12 1.1. Apresentação do trabalho .......................................................................................................... 12 1.2. Apresentação do documento ..................................................................................................... 16 2. Caraterísticas e Tendências do Território .................................................................... 20 2.1. Ferreira do Alentejo no Mapa ..................................................................................................... 20 2.1.1. Enquadramento Territorial .................................................................................................. 20 2.1.2. Enquadramento Geoestratégico ........................................................................................ 23 2.1.3. Considerações para o Diagnóstico ................................................................................... 30 2.2. Recursos Naturais e Sustentabilidade Ambiental ..................................................................... -
Do Peti3+ Ao Ferrovia 2020 E O Processo De Decisão Do Plano De Investimentos 2030
DO PETI3+ AO FERROVIA 2020 E O PROCESSO DE DECISÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS 2030 José Carlos Clemente Diretor de Empreendimentos, Infraestruturas de Portugal, S.A. Porto, 25 de outubro de 2018 ÍNDICE 1 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI3+ 2 PLANO FERROVIA 2020 2.1 CORREDOR INTERNACIONAL SUL 2.2 CORREDOR INTERNACIONAL NORTE 2.3 CORREDOR NORTE-SUL 2.4 CORREDORES COMPLEMENTARES 3 PROGRAMA NACIONAL DE INVESTIMENTO 2030 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI 3+ METODOLOGIA O quê Como Pressupostos Ferrovia Fase 1: Diagnóstico e Restrições Mercadorias vs Passageiros Rodovia Fase 2: Metodologia de Priorização Abordagem "seguir o ativo": infraestruturas existentes Portos Fase 3: Priorização de investimentos vs. Aeroportos Fase 4: Recomendações não projetos greenfield infraestruturais Principais restrições Falta de ligação eficiente dos principais Degradação da infraestrutura portos e centros logísticos à Europa Prazo de validade e obsolescência Limitações de Capacidade técnica Bitola, sistemas de sinalização e Deficientes ligações com as alimentação elétrica heterogênea autoestradas e aeroportos Linhas não eletrificadas Restrição de elevada prioridade Restrição de prioridade moderada Limitações no comprimento e peso dos comboios Restrição de baixa prioridade RELATÓRIO Com base no relatório do GT-IEVA, o governo produziu um plano nacional (PETI3 +) que foi enviado à UE e submetido a uma avaliação ambiental estratégica (cumprimento das recomendações ambientais da UE) com um período de consulta pública. Em seguida, parte desses investimentos -
A Linha De Velocidade Elevada (LVE) a Construir Entre Porto E Vigo
Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada PortoGaliza através da Linha de Leixões António Alves 10‐01‐2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de ligar Porto a Vigo em 60 minutos, a facilidade de construção e o baixo custo financeiro. Esta ligação será sempre muitíssimo mais barata que uma solução em túnel e com prazos de construção incomparavelmente menores. António Alves, 10 de Janeiro de 2008 Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto-Galiza através da Linha de Leixões Enquadramento Segundo as propostas tornadas públicas pelo Governo, a Linha de Velocidade Elevada (LVE) a construir entre Porto e Vigo assentará basicamente, pelo menos numa primeira fase, no aproveitamento de parte do actual traçado da Linha do Minho (Porto Campanhã a Nine), Ramal de Braga (Nine a Braga) e na construção de um novo troço entre Braga e Valença. Será construída em bitola1 ibérica (1668 mm), mas o novo troço Braga -Valença será desde já assente em travessas polivalentes a fim de no futuro facilitar a sua migração para a bitola europeia (1435 mm). A linha estará vocacionada para tráfego misto (mercadorias e passageiros); a velocidade de projecto será de 250 km/h de modo a permitir um tempo de percurso na casa dos 60 minutos entre as cidades do Porto e Vigo. Na prática esta linha oferecerá um serviço de passageiros em tudo idêntico ao que é actualmente oferecido na Linha do Norte pelos comboios Alfa Pendular, os quais tecnicamente são Comboios de Velocidade Elevada (CVE). -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ...............................................................................................