Em Nome Da Lei
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O Conselho Consultivo Do Serviço Nacional De Teatro: Antigas Polêmicas E Novas Propostas Para Uma Política De Teatro
Artigo O CONSELHO CONSULTIVO DO SERVIÇO NACIONAL DE TEATRO: ANTIGAS POLÊMICAS E NOVAS PROPOSTAS PARA UMA POLÍTICA DE TEATRO ANGÉLICA RICCI CAMARGO Resumo: Este artigo analisa a criação e os primeiros anos da trajetória do Conselho Consultivo do Serviço Nacional de Teatro (SNT) durante a administração do crítico, diretor e dramaturgo Aldo Calvet, entre 1951 e 1954. O Conselho Consultivo reuniu representantes de entidades de classe e tinha como principal finalidade deliberar sobre os auxílios concedidos pelo Serviço Nacional de Teatro a companhias e grupos teatrais. Com isso, o órgão passou a dialogar mais diretamente com o setor teatral, em um processo que foi permeado por disputas entre projetos artísticos e pela busca por maior espaço de representação na esfera oficial. Palavras-chave: Teatro Brasileiro, Serviço Nacional de Teatro, Conselho Consultivo de Teatro. Abstract: The objective of this paper is to study the creation and the beginning of the trajectory of the Advisory Council of the National Theatrical Service during administration of the critic, director and playwright Aldo Calvet, between 1951 and 1954. The Advisory Council of Theatre was established with the main purpose of deciding on aid to companies and theatre groups and brought together representatives of professional associations. Thus, the National Theatrical Service went on to talk more directly with the theatrical industry, in a process that was permeated by disputes between artistic projects for the Brazilian theatre and by the space of representation in the official sphere. Keywords: Brazilian theatre, National Theatrical Service, Advisory Council of Theatre Artigo recebido em 9 de Fevereiro de 2014 e aprovado para publicação em 12 de Julho de 2014. -
Carta Aberta Aos Ministros Do Supremo Tribunal Federal - Stf
CARTA ABERTA AOS MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF Assunto: Recurso Extraordinário (RE) nº. 1.017.365 Excelentíssimos Ministros do Supremo Tribunal Federal Dirigimo-nos respeitosamente a Vossas Excelências na condição de cidadãs e cidadãos não-indígenas deste território em que se constituiu o Estado Brasileiro e envergonhados com a forma com que, há séculos, tratamos os povos originários e os assuntos que são de seu interesse e direito. Os indígenas foram tratados pela lei brasileira como indivíduos relativamente incapazes até a Constituição de 1988. É verdade que esse tratamento poderia se justificar como uma proteção do Estado-guardião contra práticas enganosas e fraudulentas a sujeitos sem a plena compreensão dos parâmetros sociais da sociedade dominante. Entretanto, a história de expulsão, transferência forçada e tomada de suas terras pelo Estado ou por particulares sob aquiescência ou conivência do Estado evidenciam os efeitos deletérios de uma tutela estatal desviada de sua finalidade protetiva. Segundo o último Censo do IBGE (2010), 42,3% dos indígenas brasileiros vivem fora de terras indígenas e quase metade deles vive nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do país. Essas regiões foram as primeiras e as mais afetadas pelas práticas de expulsão e ocupação não-indígena das terras dos povos originários. Embora boa parte da sociedade brasileira, por simples desinformação, pense que a tomada e a ocupação das terras dos indígenas tenham ocorrido nos primeiros anos da chegada dos europeus a este território, isso não é verdade. Foi sobretudo com as políticas de expansão para o Oeste iniciadas sob Getúlio Vargas e aprofundadas na Ditadura Militar, com grandes obras de infraestrutura e abertura de frentes agropecuárias, que os indígenas sentiram com mais vigor e violência o significado do avanço da “civilização” sobre suas terras e seus recursos. -
O Í DIO No Cinema Brasileiro E O ESPELHO RECE TE
JULIAO GOÇALVES DA SILVA O ÍDIO no cinema brasileiro E O ESPELHO RECETE Dissertação apresentada ao Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas, para obtenção do Título de Mestre em Multimeios Orientador: Prof. Dr. Fernão Pessoa de Almeida Ramos CAMPIAS 2002 iii FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DO ISTITUTO DE ARTES DA UICAMP Silva, Juliano Gonçalves da. Si38i O índio no cinema brasileiro e o Espelho Recente. / Juliano Gonçalves da Silva. – Campinas, SP: [s.n.], 2002. Orientador: Fernão Pessoa Ramos. Dissertação(mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes. 1. Índio. 2. Cinema. 3. Imagem. 4. Estética. I. Ramos, Fernão Pessoa. II. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Artes. III. Título. (lf/ia) Título em ingles:“The indian in brazilian cinema and the recent mirror” Palavras-chave em inglês (Keywords): Indian – Cinema – Image - Aesthetic Titulação: Mestre em Multimeios Banca examinadora: Prof. Dr. Fernão Pessoa de Almeida Ramos Prof. Dr. José Soares Gatti Junior Profa. Dra. Neusa Maria Mendes de Gusmão Data da defesa: 28 de Agosto de 2002 Programa de Pós-Graduação: Multimeios iv Instituto de Artes Comissão de Pós-Graduação Defesa de Dissertação de Mestrado em Multimeios, apresentada pelo Mestrando Juliano Gonçalves da Silva - RA 994951, como parte dos requisitos para a obtenção do título de MESTRE EM MULTIMEIOS, apresentada perante a Banca Examinado:ra: Prof. Dr. Fernão Pessoa de A Ramos -D:MM:/IA Presidente/Orientador Prof. Dr. José Soares Gatti Junior -Artes/UFSCar Membro Titula:r Profa. Dra. Neusa Maria Mendes de Gusmão -FE Membro Titula:r 2 \..9 ~ ,f) UNrCA.MP (\- BmUOTECA CeNTRAL CtSAH LXtTES ~ v DESFNVOLVr:'~E;'iTO'MU_____--.--[jE COLf:ÇAO ,. -
Por Um Serviço Nacional De Teatro: Debates, Projetos E O Amparo Oficial Ao Teatro No Brasil (1946-1964)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Por um Serviço Nacional de Teatro: debates, projetos e o amparo oficial ao teatro no Brasil (1946-1964) Angélica Ricci Camargo Rio de Janeiro 2017 Por um Serviço Nacional de Teatro: debates, projetos e o amparo oficial ao teatro no Brasil (1946-1964) Angélica Ricci Camargo Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Doutora em História Social. Linha: Sociedade e Política Orientadora: Profa. Dra. Marieta M. Ferreira Rio de Janeiro 2017 FOLHA DE APROVAÇÃO Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de doutora em História Social. Aprovada por: Profa. Dra. Marieta de Moraes Ferreira – Orientadora (PPGHIS/UFRJ) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Lia Calabre (Fundação Casa de Rui Barbosa) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Lúcia Lippi Oliveira (CPDOC/FGV) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Maria Paula Nascimento Araújo (PPGHIS/UFRJ) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Tania Brandão (PPGAC/ UNIRIO) ______________________________________________________________________ CIP - Catalogação na Publicação C172 Camargo, Angélica Ricci u Por um Serviço Nacional de Teatro: debates, projetos e o amparo oficial ao teatro no Brasil (1946-1964) / Angélica Ricci Camargo. -- Rio de Janeiro, 2017. 397 f. Orientadora: Marieta de Moraes Ferreira. Tese (doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de História, Programa de Pós Graduação em História Social, 2017. 1. Teatro e Estado – Brasil. 2. Teatro Brasileiro – História, Séc. XX. -
O Teatro Adulto Na Cidade De São Paulo Na Década De 1980 / Alexandre Mate
Alexandre Alexandre Mate A seleção do que é exposto no livro é bastante Este livro é resultado de pesquisa e reflexão prodigiosas sobre Conheci Alexandre Mate em 1985, quando estáva- feliz, pois apresenta um aspecto geral do teatro durante mos envolvidos na realização de um trabalho extrema- os anos de 1980, em que cabem tanto as experiências o teatro em São Paulo nos anos de 1980. A elaboração analítica mente difícil e desafiador: apresentar novas propostas radicais de um Gerald Thomas, como os trabalhos mais de um panorama exaustivo da produção comercial produz os curriculares para professores da rede estadual de escolas singelos do chamado “besteirol”. Na amplitude que dis- critérios necessários ao exame da trajetória de dois grupos – do estado de São Paulo, dentro de um órgão pertencen- tancia vivências teatrais quase antagônicas, um ponto em te à Secretaria de Educação denominado Coordenadoria comum: a incompreensão apressada da crítica que reage Teatro União e Olho Vivo e Apoena/Engenho Teatral –, que, por de Estudos e Normas Pedagógicas (Cenp). Ele fazia parte segundo o senso comum, negando-se a reconhecer “o opções ética, política e estética, atuaram à margem do circuito, da equipe de Educação Artística que tentava construir a que não é espelho”. A acertada preocupação do autor proposta para essa disciplina, e eu compunha a equipe de está na questão tanto da acessibilidade do teatro, ou pagando o preço da incompreensão crítica e da invisibilidade História com o mesmo propósito. Estávamos, portanto, seja, a quem ele consegue atingir, bem como daquilo social. Em reviravolta histórica, esses mesmos grupos se torna- em meio àquela que não foi uma “década perdida”. -
Rádio Nacional Fm De Brasília
Rádio Nacional FM Brasília RÁDIO NACIONAL FM Data Hora Descrição Intérprete Compositor 01/09/16 00:02:27 For Emily Luiz Eça Trio Pacífico Mascarenhas 01/09/16 01:56:02 Ser Brasileiro George Durand George Durand 01/09/16 02:54:31 A Última Dança Paula Nunes Vanessa Pinheiro / Lidiana Enéias 01/09/16 04:01:21 Uma Gaita Sobre O Morro Edu da Gaita Edu da Gaita 01/09/16 05:00:26 Pressentimento Grupo Toque de Salto Elton Medeiros / Hermínio Belo de Carvalho 01/09/16 06:00:56 Fita Amarela Martinho da Vila & Aline Calixto Noel Rosa 01/09/16 06:03:38 Tim Tim Por Tim Tim Leonel Laterza Haroldo Barbosa / Geraldo Jaques 01/09/16 06:07:43 Verdade, Uma Ilusão Carlinhos Brown/Paralamas do Sucesso Carlinhos Brown / Marisa Monte / Arnaldo Antunes 01/09/16 06:11:31 O Que Se Quer Marisa Monte Marisa Monte / Rodrigo Amarante 01/09/16 06:14:12 Geraldofla Mário Adnet & Lobão Mário Adnet / Bernardo Vilhena 01/09/16 06:18:14 Pagu Maria Rita Rita Lee / Zélia Duncan 01/09/16 06:22:27 Ela Gilberto Gil & Moska Gilberto Gil 01/09/16 06:25:16 Onde A Dor Não Tem Razão Mariana de Moraes & Zé Renato Paulinho da Viola / Elton Medeiros 01/09/16 06:29:06 Dois Cafés Tulipa Ruiz & Lulu Santos Tulipa Ruiz 01/09/16 06:32:46 Lenha Zeca Baleiro Zeca Baleiro 01/09/16 06:36:42 Milagreiro Djavan & Cássia Eller Djavan 01/09/16 06:42:26 Capitu Zélia Duncan & Hamilton de Holanda Luiz Tatit 01/09/16 06:47:27 Terra Caetano Veloso Caetano Veloso 01/09/16 06:53:55 Pavão Misterioso Ednardo, Amelinha & Belchior Ednardo 01/09/16 06:57:56 Estrelar Marcos Valle Marcos & Paulo Sérgio Valle 01/09/16 -
Globo Parte Para O Ataque a Regina Duarte E Divulga Manifesto De 500 Artistas Contra Ela No Jornal Nacional
Globo parte para o ataque a Regina Duarte e divulga manifesto de 500 artistas contra ela no Jornal Nacional Caetano Veloso, Emicida, Chico Buarque e Rita Lee, entre outros mais de 500 artistas assinaram manifesto de repúdio a Regina Duarte, que teve ampla divulgação no Jornal Nacional deste sábado Regina Duarte em entrevista à CNN Brasil (Foto: Reprodução) 247 com Fórum – O Jornal Nacional da TV Globo reproduziu, neste sábado (9), trechos de uma manifesto assinado por mais de 500 artistas contra a secretária Especial de Cultura, Regina Duarte, e as declarações feitas por ela durante entrevista concedida à rede CNN Brasil. “O grupo diz que faz parte da maioria de brasileiros que ‘não tolera os crimes cometidos por qualquer governo, que repudia a corrupção e a tortura e que não deseja a volta da ditadura militar’”, disse o apresentador Flavio Fachel ao ler trecho do manifesto. “O manifesto termina dizendo: ‘Ela não nos representa’”, acrescentou. O telejornal deu destaque à pluralidade do grupo, que é formado por atores, cantores, compositores, escritores, roteiristas, cineastas, artistas plásticos, fotógrafos e dançarinos. Entre os signatários estão os cantores Caetano Veloso, Emicida, Chico Buarque e Rita Lee, as atrizes Marieta Severo, Elisa Lucinda e Patricia Pillar, os atores Paulo Betti e Tonico Pereira e os autores de novela Walter Carrasco e Maria Adelaide Amaral. Confira aqui a relação completa. Leia o manifesto na íntegra: Somos artistas brasileiros e fazemos parte da maioria de cidadãs e cidadãos que defende a democracia e apoia a independência das instituições para fazer valer a Constituição de 1988. Fazemos parte da maioria que entende a gravidade do momento que estamos vivendo e pedimos respeito aos mortos e àqueles que lutam pela própria sobrevivência no país devastado pela pandemia e pela nefasta ineficiência do poder público. -
Rio: Foi Uma França Que Passou Em Nossa Vida
rio: foi uma frança que passou em nossa vida Ah! As voltas que dá a história dos povos, das gentes – e de cidades como o Rio... Fala-se agora, mais do que nunca, de um importante personagem: Ni- colas Durand de Villegagnon. O almirante – é sabido – fundou na Baía de Gua- nabara a França Antártica, cujos 450 anos deveriam ser celebrados, com pom- pa e circunstância, no ano que vem. Aliás, em 2005, a França estará homenage- ando o Brasil com dezenas de eventos. Mas por que Villegagnon passa agora a ser tratado como benfeitor do Rio, ele, que foi considerado pela História oficial, por séculos, um aventureiro e inva- sor? Porque só agora estão sendo levantados os véus do preconceito religioso imposto pelos (inegavelmente) sedutores adversários de Villegagnon, os tam- bém franceses, mas calvinistas, Jean de Léry e Jean Couvin, o próprio Calvino, o primeiro seu comandado quando a instalação da França Antártica, e o segundo, seu amigo de bancos escolares. A verdadeira história de Villegagnon lança um novo olhar sobre sua aventura na Guanabara, nome indígena que os franceses adotaram. E com o acento oxí- tono dos índios: Guana-bará. Ele foi um dos personagens mais interessantes da França no século XVI. Cavaleiro da Ordem de Malta (1523), Villegagnon tem uma biografia épica. Seqüestrou a rainha católica Maria Stuart na Escócia e le- EsqUina do ricardo vou-a para a França, livrando-a das garras do rei anglicano Henrique VIII. Tor- nou-se um personagem quase mítico: foi o galante guerreiro que humilhou os ingleses e ajudou a redefinir o mapa político do seu tempo. -
Grande Teatro Tupi Do Rio De Janeiro1
INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Salvador/BA – 1 a 5 Set 2002 GRANDE TEATRO TUPI DO RIO DE JANEIRO1 Maria Cristina Brandão de Faria* RESUMO: Nos primórdios da nossa televisão, o Grande Teatro Tupi do Rio de janeiro serviu como paradigma dos teleteatros brasileiros primeiro, por manter um elenco fixo de atores originários do TBC como Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Ítalo Rossi, Nathália Timberg e Sérgio Britto (que também dirigia as telepeças) segundo, por encenar durante nove anos , cerca de 450 espetáculos teleteatrais optando por um repertório de clássicos da dramaturgia .Com o sucesso na televisão e o apoio financeiro de telespectadores/sócios, esse grupo de atores conseguiu formar a importante companhia teatral Teatro dos Sete. PALAVRA-CHAVE: teleteatro brasileiro. 1 Trabalho apresentado no NP14 – Núcleo de Pesquisa Ficção Seriada, XXV Congresso Anual em Ciência da Comunicação, Salvador/BA, 04 e 05. setembro.2002. * Maria Cristina Brandão de Faria é professora do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora, (MG) onde leciona disciplinas de Jornalismo e Radialismo. Defendeu sua tese de Mestrado na Universidade do Rio de Janeiro – UNI RIO, em outubro de 1998, sobre o teleteatro brasileiro (O Grande Teatro Tupi do Rio de Janeiro – o teleteatro e suas múltiplas faces). Atualmente cursa o Doutorado na mesma instituição. 1 INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Salvador/BA – 1 a 5 Set 2002 Se hoje é nas telenovelas ou minisséries que vamos encontrar a linguagem e o padrão de qualidade tão procurados no universo ficcional da TV, não há dúvida de que foi o teleteatro que desbravou o desconhecido terreno da linguagem televisiva. -
Comunicado Cadastro Municipal De Cultura Do Rio
COMUNICADO CADASTRO MUNICIPAL DE CULTURA DO RIO DE JANEIRO A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, no uso de suas atribuições, torna público a homologação final dos espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias cadastrados no Cadastro Municipal de Cultura no período de 29 de junho de 2020 até 03 de setembro de 2020. ATENÇÃO: Os cadastros realizados posterior a data de 03 de setembro deverão aguardar nova publicação que ocorrerá em até 15 (quinze) dias corridos a partir da data da publicação deste Comunicado. A homologação no Cadastro Municipal de Cultura não garante o benefício em forma de subsídio mensal previsto no inciso II do Art. 2º da Lei 14.017, de 29 de junho de 2020, uma vez que o rol preliminar dos beneficiários com os respectivos valores dos subsídios será homologado e publicado após parecer da Comissão de Validação e Homologação, tendo em vista a aplicação dos critérios orientadores contidos no Art. 14 da Resolução SMC nº 442, de 13 de outubro de 2020. Após detida análise dos recursos, a Secretaria Municipal de Cultura resolve proferir o seguinte julgamento: a) Consideram-se homologados os cadastros de espaços, grupos, instituições, coletivos e microempresas culturais realizados no Cadastro Municipal de Cultura, no período de 29 de junho de 2020 até 03 de setembro de 2020: Nº de Razão Social Nome da instituição CNPJ/CPF inscrição (se for o caso) Grupo de Choro e 3 - Samba Pixin Bodega 717.XXX.XXX-53 Escola de dança 5 Marcelo Estrella Marcelo Estrella 15871498000135 Fontinelle Criações 6 Artísticas 11533434000173 Vivá Cia de Dança Os Ciclomáticos 7 Companhia de Teatro 04417889000168 Os Ciclomáticos Cia. -
Stolen Dreams Stolen Dreams a Film by Sandra Werneck
stolen dreams stolen dreams sandra werneck a film by Studio: Cineluz Distribution: Europa Filmes 2009 · Brazil · Drama 90 min · 35 mm · color cast Jessica Nanda Costa Daiane Amanda Diniz Sabrina Kika Farias Dolores Marieta Severo Uncle Pery Daniel Dantas Horacio Nelson Xavier Mr. Germano Ângelo Antônio Aunt Socorro Lorena da Silva Wesley Guilherme Duarte Andresson Silvio Guindane Mrs. Jandira Zezeh Barbosa Presenting MV Bill fact sheet Producer and Director: Sandra Werneck Script: Paulo Halm, Michelle Franz, Adriana Falcão, Sandra Werneck, José Joffily, Mauricio O. Dias Executive producer: Elisa Tolomelli Production director: Fernando Zagallo Photography director and cameraman: Walter Carvalho Art director: José Joaquim Direct sound: Leandro Lima Editor: Mair Tavares Sound editor: Waldir Xavier Soundtrack: Fabio Mondego, Fael Mondego, Marco Tommaso Studio: Cineluz Co-producers: Estudios Mega, Labocine Sponsors: BNDES, Petrobras, Secretaria Especial das Mulheres, Bayer, Childhood 2 introduction During the shooting of the documentary Teen Mothers, in 2005, about low- income teenage pregnancy in Brazil, Sandra Werneck read Corner Girls – A diary about the Dreams, Trials and Adventures of Six Adolescents in Brazil, written by the journalist Eliane Trindade. Upon reading the first chapter, the director immediately recognized the book’s potential for a cinema adaptation. The work presents intimate and personal accounts of adolescents who found in prostitution a way to survive. While the book narrates the lives of six girls, the script of Stolen Dreams portrays three characters. The protagonists of the feature film – Jessica, Sabrina and Daiane – live in a low-income community in Rio de Janeiro. Their daily lives are similar to those of many young women in other regions of Brazil, where dysfunctional families, early pregnancy, domestic violence, lack of education and the banalization of life are common factors. -
Fernando Peixoto Capa.Indd 1 23/10/2009 22:00:19 Fernando Peixoto
fernando peixoto capa.indd 1 23/10/2009 22:00:19 Fernando Peixoto Em Cena Aberta fernando peixoto miolo.indd 1 23/10/2009 17:30:42 fernando peixoto miolo.indd 2 23/10/2009 17:30:42 Fernando Peixoto Em Cena Aberta Marilia Balbi São Paulo, 2009 fernando peixoto miolo.indd 3 23/10/2009 17:30:42 Governador José Serra Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho fernando peixoto miolo.indd 4 23/10/2009 17:30:43 Apresentação Segundo o catalão Gaudí, Não se deve erguer monumentos aos artistas porque eles já o fize- ram com suas obras. De fato, muitos artistas são imortalizados e reverenciados diariamente por meio de suas obras eternas. Mas como reconhecer o trabalho de artistas ge niais de outrora, que para exercer seu ofício muniram-se simplesmente de suas próprias emo- ções, de seu próprio corpo? Como manter vivo o nome daqueles que se dedicaram à mais volátil das artes, escrevendo, dirigindo e interpretan- do obras-primas, que têm a efêmera duração de um ato? Mesmo artistas da TV pós-videoteipe seguem esquecidos, quando os registros de seu trabalho ou se perderam ou são muitas vezes inacessíveis ao grande público. A Coleção Aplauso, de iniciativa da Imprensa Oficial, pretende resgatar um pouco da memória de figuras do Teatro, TV e Cinema que tiveram participação na história recente do País, tanto dentro quanto fora de cena. Ao contar suas histórias pessoais, esses artistas dão-nos a conhecer o meio em que vivia toda fernando peixoto miolo.indd 5 23/10/2009 17:30:43 uma classe que representa a consciência crítica da sociedade.