Comunicado Cadastro Municipal De Cultura Do Rio
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
O Conselho Consultivo Do Serviço Nacional De Teatro: Antigas Polêmicas E Novas Propostas Para Uma Política De Teatro
Artigo O CONSELHO CONSULTIVO DO SERVIÇO NACIONAL DE TEATRO: ANTIGAS POLÊMICAS E NOVAS PROPOSTAS PARA UMA POLÍTICA DE TEATRO ANGÉLICA RICCI CAMARGO Resumo: Este artigo analisa a criação e os primeiros anos da trajetória do Conselho Consultivo do Serviço Nacional de Teatro (SNT) durante a administração do crítico, diretor e dramaturgo Aldo Calvet, entre 1951 e 1954. O Conselho Consultivo reuniu representantes de entidades de classe e tinha como principal finalidade deliberar sobre os auxílios concedidos pelo Serviço Nacional de Teatro a companhias e grupos teatrais. Com isso, o órgão passou a dialogar mais diretamente com o setor teatral, em um processo que foi permeado por disputas entre projetos artísticos e pela busca por maior espaço de representação na esfera oficial. Palavras-chave: Teatro Brasileiro, Serviço Nacional de Teatro, Conselho Consultivo de Teatro. Abstract: The objective of this paper is to study the creation and the beginning of the trajectory of the Advisory Council of the National Theatrical Service during administration of the critic, director and playwright Aldo Calvet, between 1951 and 1954. The Advisory Council of Theatre was established with the main purpose of deciding on aid to companies and theatre groups and brought together representatives of professional associations. Thus, the National Theatrical Service went on to talk more directly with the theatrical industry, in a process that was permeated by disputes between artistic projects for the Brazilian theatre and by the space of representation in the official sphere. Keywords: Brazilian theatre, National Theatrical Service, Advisory Council of Theatre Artigo recebido em 9 de Fevereiro de 2014 e aprovado para publicação em 12 de Julho de 2014. -
Por Um Serviço Nacional De Teatro: Debates, Projetos E O Amparo Oficial Ao Teatro No Brasil (1946-1964)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Por um Serviço Nacional de Teatro: debates, projetos e o amparo oficial ao teatro no Brasil (1946-1964) Angélica Ricci Camargo Rio de Janeiro 2017 Por um Serviço Nacional de Teatro: debates, projetos e o amparo oficial ao teatro no Brasil (1946-1964) Angélica Ricci Camargo Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Título de Doutora em História Social. Linha: Sociedade e Política Orientadora: Profa. Dra. Marieta M. Ferreira Rio de Janeiro 2017 FOLHA DE APROVAÇÃO Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de doutora em História Social. Aprovada por: Profa. Dra. Marieta de Moraes Ferreira – Orientadora (PPGHIS/UFRJ) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Lia Calabre (Fundação Casa de Rui Barbosa) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Lúcia Lippi Oliveira (CPDOC/FGV) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Maria Paula Nascimento Araújo (PPGHIS/UFRJ) ______________________________________________________________________ Profa. Dra. Tania Brandão (PPGAC/ UNIRIO) ______________________________________________________________________ CIP - Catalogação na Publicação C172 Camargo, Angélica Ricci u Por um Serviço Nacional de Teatro: debates, projetos e o amparo oficial ao teatro no Brasil (1946-1964) / Angélica Ricci Camargo. -- Rio de Janeiro, 2017. 397 f. Orientadora: Marieta de Moraes Ferreira. Tese (doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de História, Programa de Pós Graduação em História Social, 2017. 1. Teatro e Estado – Brasil. 2. Teatro Brasileiro – História, Séc. XX. -
Grande Teatro Tupi Do Rio De Janeiro1
INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Salvador/BA – 1 a 5 Set 2002 GRANDE TEATRO TUPI DO RIO DE JANEIRO1 Maria Cristina Brandão de Faria* RESUMO: Nos primórdios da nossa televisão, o Grande Teatro Tupi do Rio de janeiro serviu como paradigma dos teleteatros brasileiros primeiro, por manter um elenco fixo de atores originários do TBC como Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Ítalo Rossi, Nathália Timberg e Sérgio Britto (que também dirigia as telepeças) segundo, por encenar durante nove anos , cerca de 450 espetáculos teleteatrais optando por um repertório de clássicos da dramaturgia .Com o sucesso na televisão e o apoio financeiro de telespectadores/sócios, esse grupo de atores conseguiu formar a importante companhia teatral Teatro dos Sete. PALAVRA-CHAVE: teleteatro brasileiro. 1 Trabalho apresentado no NP14 – Núcleo de Pesquisa Ficção Seriada, XXV Congresso Anual em Ciência da Comunicação, Salvador/BA, 04 e 05. setembro.2002. * Maria Cristina Brandão de Faria é professora do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora, (MG) onde leciona disciplinas de Jornalismo e Radialismo. Defendeu sua tese de Mestrado na Universidade do Rio de Janeiro – UNI RIO, em outubro de 1998, sobre o teleteatro brasileiro (O Grande Teatro Tupi do Rio de Janeiro – o teleteatro e suas múltiplas faces). Atualmente cursa o Doutorado na mesma instituição. 1 INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Salvador/BA – 1 a 5 Set 2002 Se hoje é nas telenovelas ou minisséries que vamos encontrar a linguagem e o padrão de qualidade tão procurados no universo ficcional da TV, não há dúvida de que foi o teleteatro que desbravou o desconhecido terreno da linguagem televisiva. -
LAILA GARIN Frente Teatro RJ Mantém Vaquinha Aberta Após Mostra
CARTA AO LEITOR ÍNDICE 70 EXPEDIENTE 6 | ENTREVISTA 48 | HOLOFOTES TV O verbo do teatro era re- com ingressos populares A jornalista Fabiana Seragusa entrevista Conheça um pouco mais sobre Drayson Elias Andreato, um dos maiores nomes Menezzes e Rodrigo Miallaret, dois nomes de Grande Teatro TUPI: o feliz sistir. Agora, ele tem que para o público abraçar a destaque na cena teatral. Diretor de Redação: do teatro paulistano. encontro da televisão e do reexistir. A pandemia do classe teatral. Ainda que se teatro no Brasil. Paulo Fernando Góes novo Coronavírus foi um fale na valorização do in- 10 | EM BOA COMPANHIA Conheça mais sobre a Velha Companhia, TEATRO PELO MUNDO duro golpe em um grupo já gresso (que já não dá conta Colaboradores: por Kyra Piscitelli. combalido, financeiramente de pagar todos os custos 50 | NEW YORK 62 | NAS REDES 17 | EVOÉ Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick Bruno Cavalcanti O que postam os principais nomes falando. Artisticamente, do teatro e do espetáculo), Confira as novidades mais quentes do se reencontram em “Plaza Suite”, comédia Cacá Valente do teatro nas redes sociais. quando mais o teatro apa- há de se pesar que o públi- teatro na coluna do Leonardo Torres, de Neil Simon. Claudio Martins do Teatro em Cena. nha, mais forte e criativo co também teve suas ren- 64 | TEATRO NA WEB 52 | LONDRES Fabiana Seragusa 18 | REGISTRO Canal no YouTube disponibiliza 55 ele fica. Mas o que fazer das diminuídas com a pan- “4.000 Miles”, de Amy Herzog: Estúdios Disney preparam gravação vídeos do ensaio de “Grande Sertão Kyra Piscitelli espetáculo reflete sobre pontes quando as cortinas estão demia e não terá dinheiro do musical “Hamilton” para distribuição Veredas”, de Bia Lessa. -
Tv Tupi Do Tamanho Do Brasil
TV TUPI DO TAMANHO DO BRASIL VOLUME 3 A Implantação das Cores, a Cassação e o Legado da TV Pioneira Elmo Francfort e Maurício Viel Copyright © 2020 de Elmo Francfort e Maurício Viel Todos os direitos reservados. Esta obra ou qualquer parte dela não pode ser reproduzida ou usada de forma alguma sem autorização expressa, por escrito, dos autores ou editor. Os Autores Entramos em rede. Acho que é isso Como um grande fã, senti vontade de contar a rica que posso falar da parceria com história septuagenária da Televisão Tupi sob o viés o Viel. Amigo de muito tempo, técnico, enfocando os processos da radiodifusão, a nos unimos para contar essa estrutura e o equipamento. Unindo forças com meu história. No final dos anos 2000, experiente amigo Francfort, meu desejo se tornou trabalhando com a atriz Vida realidade e esta obra nasce dentro do lugar ideal: na Alves, ela me disse que eu deveria associação que congrega as emissoras de radiodifusão do contar algo mais detalhado país. A pesquisa e a produção dos textos foi o resultado sobre a Tupi, com uma visão de de mais de uma década de pesquisas, mais aprofundadas pesquisador. Nos últimos anos, nos últimos três anos, quando a ideia amadureceu e se em conversa com o Viel, ele me intensificou. Esperamos que esta obra se torne fonte de apresentou a mesma ideia. Pronto! informação e referência bibliográfica em muitos e muitos Com o seu olhar altamente clínico, trabalhos de pesquisa sobre a história da TV brasileira, juntamos esforços por vocês, pela esta que aqui ganhou alguns aspectos mais verossímeis memória da TV e, principalmente, e esclarecedores para sua plena compreensão. -
Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA TESE DE DOUTORADO IDENTIDADES INVENTIVAS: TERRITORIALIDADES NA REDE CULTURA VIVA NA REGIÃO SUL PATRICIA DORNELES ORIENTADOR: PROF. DR. NELSON REGO PORTO ALEGRE, 07 DE NOVEMBRO DE 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA IDENTIDADES INVENTIVAS: TERRITORIALIDADES NA REDE CULTURA VIVA NA REGIÃO SUL PATRICIA DORNELES Orientador: Prof. Dr. Nelson Rego Banca Examinadora: Profa. Dra. Maristela Fantin (Centro de Educação /UFSC) Prof. Dr. Marcus Vinicius Machado de Almeida (Escola de Educação Física /UFRJ) Profa. Dra. Dirce Maria Antunes Suertegaray (POSGea/IG/UFRGS) Profa. Dra. Claudia Luisa Zeferino Pires (POSGea/IG/UFRGS) Tese apresentada ao programa de Pós- graduação em Geografia como o requisito para obtenção do título de Doutor em Geografia PORTO ALEGRE, 07 DE NOVEMBRO DE 2011 Dorneles, Patrícia Identidades inventivas : territorialidades na Rede Cultura Viva na Região Sul./ Patrícia Dorneles. – Porto Alegre : UFRGS/POSGea, 2011. [376 f.] il. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Geociências. Programa de Pós-Graduação em Geografia, Porto Alegre, RS - BR, 2011. Orientador: Prof. Dr. Nelson Rego 1. Política cultural. 2. Ação cultural. 3. Experiência estética. 4. Território. I. Título. _____________________________ Catalogação na Publicação Biblioteca do Instituto de Geociências - UFRGS Miriam Alves CRB 10/1947 ABSTRACT DORNELES Patricia Silva. Identidades Inventivas – Territorialidades nas redes dos Pontos de Cultura na Região Sul. Porto Alegre: UFRGS:2011. 317f. Tese (Doutorado em Geografia)- Programa de Pós-Graduação em Geografia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre 2011. -
Miriam Mehler
Miriam Mehler 1 Sensibilidade e Paixão Governador Geraldo Alckmin Secretário Chefe da Casa Civil Arnaldo Madeira Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Diretor Vice-presidente Luiz Carlos Frigerio Diretor Industrial Teiji Tomioka Diretora Financeira e Administrativa Nodette Mameri Peano Chefe de Gabinete Emerson Bento Pereira Núcleo de Projetos 2 Institucionais Vera Lucia Wey Fundação Padre Anchieta Presidente Marcos Mendonça Projetos Especiais Adélia Lombardi Diretor de Programação Rita Okamura Coleção Aplauso Perfil Coordenador Geral Rubens Ewald Filho Coordenador Operacional e Pesquisa Iconográfica Marcelo Pestana Projeto Gráfico e Editoração Carlos Cirne Revisão Cláudia Rodrigues Assistente Operacional Andressa Veronesi Tratamento de Imagens José Carlos da Silva Miriam Mehler Sensibilidade e Paixão 3 por Vilmar Ledesma São Paulo - 2005 © 2005 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação elaborados pela Biblioteca da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Ledesma, Vilmar Miriam Mehler : sensibilidade e paixão / por Vilmar Ledesma. – São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo : Cultura – Fundação Padre Anchieta, 2005. 240p. : il. – (Coleção aplauso. Série perfil / coordenador geral Rubens Ewald Filho). ISBN 85-7060-233-2 (Obra completa) (Imprensa Oficial) ISBN 85-7060-384-3 (Imprensa Oficial) 1. Atores e atrizes de teatro – Brasil 2. Atores e atrizes de televisão - Biografia 3. Mehler, Miriam I. Ewald Filho, Rubens II. Título. III. Série. CDD – 791.092 4 Índices para catálogo sistemático: -
Célia Helena
Célia Helena Uma Atriz Visceral Célia Helena Uma Atriz Visceral Nydia Licia São Paulo, 2010 Governador Alberto Goldman Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho No Passado Está a História do Futuro A Imprensa Oficial muito tem contribuído com a sociedade no papel que lhe cabe: a democratização de conhecimento por meio da leitura. A Coleção Aplauso, lançada em 2004, é um exemplo bem-sucedido desse intento. Os temas nela abordados, como biografias de atores, diretores e dramaturgos, são garantia de que um fragmento da memória cultural do país será preservado. Por meio de conversas informais com jornalistas, a história dos artistas é transcrita em primeira pessoa, o que confere grande fluidez ao texto, conquistando mais e mais leitores. Assim, muitas dessas figuras que tiveram importância fundamental para as artes cê- nicas brasileiras têm sido resgatadas do esquecimento. Mesmo o nome daqueles que já partiram são frequentemente evocados pela voz de seus companheiros de palco ou de seus biógrafos. Ou seja, nessas histórias que se cruzam, verdadeiros mitos são redescobertos e imortalizados. E não só o público tem reconhecido a importância e a qualidade da Aplauso. Em 2008, a Coleção foi laureada com o mais importante prêmio da área editorial do Brasil: o Jabuti. Concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a edição especial sobre Raul Cortez ganhou na categoria biografia. Mas o que começou modestamente tomou vulto e novos temas passaram a integrar a Coleção ao longo desses anos. Hoje, a Aplauso inclui inúmeros outros temas cor- relatos como a história das pioneiras TVs brasileiras, companhias de dança, roteiros de filmes, peças de teatro e uma parte dedicada à música, com biografias de com- positores, cantores, maestros, etc. -
Histórico Do Teatro
50 anos do Teatro Aliança Francesa Histórico de apresentações 1964 O Ovo de Felicien Marceau com Armando Bógus, Vera Nunes e Silvana Lopes. Dir. Jean Lucien Descaves. Censura 18 anos. De março a setembro de 1964. (inauguração). Renée Gumiel “estouramos” dança de Vanguarda. O Circo de Bonecos (Infantil) Teatro de Grupo dir. Roberto Vignati. Julinho e os cabelos do diabo Cia os Fantoches dos 3 Cataventos. Infantil estreia 22/11/1964 Caprichos do Amor de Marivaux dir. Osmar Rodrigues Cruz. O Resto é Silêncio Shakespeare (Recital) com Sérgio Cardoso. 1965 A Megera Domada Shakespeare (tradução de Millôr Fernandes) dir. Antunes Filho com Armando Bógus, Eva Wilma, Regina Duarte, Irina Grecco, Carminha Brandão e Jackson de Sousa. Figurinos e cenário: Maria Bonini (Prêmio Molière). Teatro de Esquina. Estréia dia 18/09/1965 até abril de 1966. (FOTO) O Caso Oppenheimer de Heinat Kipphardat. Narra o drama do pai da Bomba Atômica. Dir. Jean-Luc Descaves com Jairo Arco e Flecha e Rubens de Falco. Um lobo na cartola (infantil) de Oscar Von Pfuhl. Dir, Roberto Vignati. Teatro ed Grupo. Concurso de desenhos e exposição no saguão da Aliança. 1966 Tchin-Tchin François Billetdoux dir. de Antônio Abujamra com Stênio Garcia, Cleide Yaconis e Silvio de Abreu. Cenário e figurinos de Sara Feres. Música de Geraldo Vandré. Estréia em 03/06/1966 (6a feira). Sistema Frabizzi do francês Husson (estreia de Débora Duarte que recebeu o prêmio Revelação do Ano). Estreia em agosto. Com Leonardo Vilar, Yvan Mesquita, Riva Mimitz, Zé Luís Pinto, Débora Duarte, Luiz D’ávila, Lea Zurian, Luiz Umberto, Cavagnoli Neto, Lino Sérgio, Elvira Gentil e Hernê Lebon. -
ETERNAS EMOÇÕES a Questão Do Remake Na Telenovela Brasileira
ETERNAS EMOÇÕES A questão do remake na telenovela brasileira texto de MAURO ALENCAR Resumo A identidade é a marca, o registro do tempo. Cada tempo tem a sua identidade e linguagem. Remake: velhos temas com novas identidades, novos registros. É a “transformação” da telenovela. Um processo que ganhará impulso a partir da década de 80. Vamos reviver e questionar um pouco deste recurso da telenovela que muito bem poderíamos chamar de Eternas Emoções. CAPÍTULO 1 ORIGENS DA TELENOVELA DIÁRIA Em julho de 1963, o gênero telenovela (tal e qual conhecemos hoje) é importado da Argentina pelo diretor artístico da TV Excelsior, Edson Leite, que entregou o texto original de Alberto Migré (0597 da Ocupado, um grande sucesso da televisão argentina) à experiente e muito bem conceituada radionovelista Dulce Santucci. Vale aqui fazer uma pausa para lembrar que a tv brasileira - PRF 3 TV Tupi - nasceu em 18 de setembro de 1950. A primeira experiência dramatúrgica ocorreu em novembro do mesmo ano pelas mãos do diretor Cassiano Gabus Mendes ao adaptar para tv um filme norte-americano com o título de A Vida Por Um Fio, com a atriz Lia de Aguiar. Somente em 21 de dezembro de 1951, através de Walter Forster é que a novela começou a ganhar contornos do que viria a ser em 1963. O diretor, autor e ator protagonista (ao lado de Vida Alves), levou ao ar Sua Vida Me Pertence. Tendo como base a estrutura radiofônica de apresentar dramaturgia, resolveu lançar a telenovela (com 15 capítulos exibidos 2 vezes por semana) propriamente dita. Daí suas ligações com o folhetim do século XIX, o cinema seriado da década de 50 e toda a estrutura da radionovela de então. -
Uma Atriz Rodrigueana? Governador Geraldo Alckmin Secretário Chefe Da Casa Civil Arnaldo Madeira
Sônia Oiticica 1 Uma Atriz Rodrigueana? Governador Geraldo Alckmin Secretário Chefe da Casa Civil Arnaldo Madeira Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Diretor Vice-presidente Luiz Carlos Frigerio Diretor Industrial Teiji Tomioka Diretora Financeira e Administrativa Nodette Mameri Peano Núcleo de Projetos Institucionais Vera Lucia Wey 2 Fundação Padre Anchieta Presidente Marcos Mendonça Projetos Especiais Adélia Lombardi Diretor de Programação Rita Okamura Coleção Aplauso Perfil Coordenador Geral Rubens Ewald Filho Coordenador Operacional e Pesquisa Iconográfica Marcelo Pestana Revisão Cláudia Rodrigues Projeto Gráfico e Editoração Carlos Cirne Assistente Operacional Andressa Veronesi Tratamento de Imagem José Carlos da Silva e Tiago Cheregati Sônia Oiticica Uma Atriz Rodrigueana? 3 por Maria Thereza Vargas São Paulo - 2005 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Vargas, Maria Thereza. Sônia Oiticica : uma atriz rodrigueana? / por Maria Thereza Vargas. – São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo : Cultura – Fundação Padre Anchieta, 2005. 208p.: il. - (Coleção aplauso. Série perfil / coordenador geral Rubens Ewald Filho). ISBN 85-7060-233-2 (Obra completa) (Imprensa Oficial) ISBN 85-7060-344-4 (Imprensa Oficial) 1. Atores e atrizes de teatro – Biografia 2. Oiticia, Sônia I. Ewald Filho, Rubens. II. Título. III. Série. 05-2780 CDD – 791.092 Índices para catálogo sistemático: 4 1. Atores brasileiros : Biografia : Representações públicas : Artes 791.092 Foi feito o depósito legal na Biblioteca Nacional (Lei nº 1.825, de 20/12/1907). Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Rua da Mooca, 1921 - Mooca 03103-902 - São Paulo - SP - Brasil Tel.: (0xx11) 6099-9800 Fax: (0xx11) 6099-9674 www.imprensaoficial.com.br e-mail: [email protected] SAC 0800-123401 A Eduardo Tolentino e demais companheiros 5 do Grupo TAPA Sônia Oiticica 6 “Subir, subir sempre ao mais acima”. -
A Incomparável De 15 Anos Desligou-Se Da Empresa Passando Para O Segundo Caderno Do Jornal O Globo Exercendo Também O Papel De Crítica De Shows E Discos
MUSICA MUSICA COLECAO COLECAO Zegoli Diana Aragão Bacharel em Jornalismo e Comunicação pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 1973) estagiando em seguida no Jornal do Brasil atuando no Caderno de Turimo e, em seguida, no Caderno B nas funções de repórter, crítica de shows, discos e TV. Depois A Incomparável de 15 anos desligou-se da empresa passando para o Segundo Caderno do jornal O Globo exercendo também o papel de crítica de shows e discos. Mesmas funções no jornal O Dia e na Revista Visão, sucursal Rio de Janeiro, assim como no Jornal da Tarde, de São Paulo, sucursal Rio, na área de cultura. Trabalhou Marlene ainda como assistente de direção dos shows Memória do Samba realizados no final de 1993 no Teatro Gonzaguinha, do Centro de Artes Calouste Gulbenkain. Co-autora do vídeo Thereza Aragão-Memória do Samba realizado em 1995. Diretora dos seguintes shows realizados na Sala Funarte Sidney DIANA ARAGÃO Miller e no Projeto Pixinguinha, no Teatro Carlos Gomes, em 1995: Velha Guarda da Portela e convidados, Marcos de Pina e conjunto Vibrações; Alaíde Costa, João Carlos Assis Brasil e Renato Borghetti, Velha Guarda da Mangueira e convidados. Diretora e Produtora do show reunindo Nelson Sargento e Família Roitman para o Projeto Pixinguinha de 1997. Trabalhou ainda com a cantora e compositora Telma Tavares no Teatro Rival Rio, além de escrever textos dos seus discos para artistas como Alcione, Maria Bethânia, Tunai e Nana Caymmi, entre outros. Autora ainda da série de fascículos/CDs Grandes nomes da MPB, da Editora Del Prado.