Giuliano Remoça Lhe Maior Pode- Rio. E Já Nao Sao
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Djalma Santos (Depoimento, 2011)
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL (CPDOC) Proibida a publicação no todo ou em parte; permitida a citação. A citação deve ser textual, com indicação de fonte conforme abaixo. SANTOS, Djalma. Djalma Santos (depoimento, 2011). Rio de Janeiro, CPDOC, 2011. 81 pg. DJALMA SANTOS (depoimento, 2011) Rio de Janeiro 2011 Transcrição Nome do entrevistado: Djalma Santos Local da entrevista: Uberaba, Minas Gerais Data da entrevista: 17 de junho de 2011 Nome do projeto: Futebol, Memória e Patrimônio: Projeto de constituição de um acervo de entrevistas em História Oral. Entrevistadores: Bernardo Buarque (CPDOC/FGV) e Daniela Alfonsín (Museu do Futebol) Transcrição: Elisa de Magalhães e Guimarães Data da transcrição: 03 de outubro de 2011 Conferência de fidelidade: Fernando Herculiani Data da Conferência: 13 de outubro de 2011 ** O texto abaixo reproduz na íntegra a entrevista concedida por Djalma Santos em 17/07/2011. As partes destacadas em vermelho correspondem aos trechos excluídos da edição disponibilizada no portal CPDOC. A consulta à gravação integral da entrevista pode ser feita na sala de consulta do CPDOC. Bernardo Buarque – Uberaba, Minas Gerais. 17 de junho de 2011. Depoimento do ex- jogador Djalma Santos para o Projeto Futebol Memória e Patrimônio. Esse projeto é uma parceria entre a Fundação Getúlio Vargas CPDOC-SP e o Museu do Futebol. Os entrevistadores são Bernardo Buarque e Daniela Alfonsi. Djalma, muito bom dia. É uma grande alegria estar com você, é um imenso prazer estarmos na sua casa. Muito obrigado pela gentileza da sua acolhida, é uma honra estarmos aqui. Nós queremos saber.. -
Trabalho, Interessa Mais a Discussão Jornalística, Da Produção Do Conteúdo Até Sua Apropriação Pelo Público
Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – São Paulo - SP – 05 a 09/09/2016 Tecnologias do imaginário como ferramentas para compreender as derrotas do Brasil nas Copas de 1950 e 20141 Lucas RIZZATTI2 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS Resumo Diante da repercussão da derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014, surgiram diversas comparações do trauma recente em relação ao primeiro revés da seleção como anfitrião desse evento, em 1950. O objetivo é igualmente estabelecer uma comparação, mas sob ponto de vista jornalístico, acerca do possível impacto dos meios de comunicação de cada época na construção dos vilões das derrotas. Pretende-se apresentar a noção de tecnologias do imaginário para nortear as seguintes questões, entre outras: teriam os brasileiros absorvido da mesma maneira um fracasso esportivo com diferença de 64 anos uma vez que os meios de comunicação parecem ter recursos distintos de emissão e apropriação? O quanto isso pode afetar a cristalização do imaginário do culpado por uma derrota? Assim, busca-se uma reflexão preliminar sobre os meios e suas coberturas. Palavras-chave: tecnologias do imaginário; jornalismo esportivo; Copa do Mundo; vilão. Introdução Um dos maiores eventos esportivos do planeta, a Copa do Mundo vai muito além de suas implicações relativas ao futebol. Mexe com imaginário de uma nação, tem capacidade de eleger heróis e vilões e, por que não, pode sintetizar conceitos e tendências de uma determinada época. Não raro, lembranças ou personagens são evocados como exemplos ou sintetizadores de determinada Copa do Mundo e, por consequência, acabam se perpetuando e ultrapassando a fronteira de um campo de jogo. -
Luiz Moraes (Depoimento, 2011)
FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL (CPDOC) Proibida a publicação no todo ou em parte; permitida a citação. A citação deve ser textual, com indicação de fonte conforme abaixo. MORAES, Luiz. Luiz Moraes (depoimento, 2011). Rio de Janeiro, CPDOC/FGV, 2011. 56 p. LUIZ MORAES (depoimento, 2011) Rio de Janeiro 2011 Transcrição Nome do Entrevistado: Luiz Moraes Local da entrevista: Museu do Futebol, São Paulo Data da entrevista: 20 de maio 2011 Nome do projeto: Futebol, Memória e Patrimônio: Projeto de constituição de um acervo de entrevistas em História Oral. Entrevistadores: Bernardo Buarque (CPDOC/FGV), Daniela Alfonsi (Museu do Futebol) e Fernando Herculiani (CPDOC/FGV) Câmera: Eduardo Ferraz Transcrição: Elisa de Magalhães e Guimarães Data da transcrição: 25 de julho de 2011 Conferência de Fidelidade: Fernando Herculiani ** O texto abaixo reproduz na íntegra a entrevista concedida por Luiz Moraes em 20/05/2011. As partes destacadas em vermelho correspondem aos trechos excluídos da edição disponibilizada no portal CPDOC. A consulta à gravação integral da entrevista pode ser feita na sala de consulta do CPDOC. Entrevista: 20.05.2011 Eduardo Ferraz1 – Não, Você está bem aqui. É porque é importante ficar próximo do eixo, "tá”, mas está tranquilo. É só não inclinar aqui para a lente. Bernardo Buarque – “Tá”. Eduardo Ferraz – Então, quando vocês quiserem, está rodando, já, “tá”? B.B. – Podemos começar? Podemos começar? Luiz Moraes – Vai. B.B. – Eu vou fazer uma breve apresentação e, em seguida, faço a pergunta. A gente tem que, primeiro, ter uma apresentação bem... Que é padrão para todos. -
Kahlil Gibran a Tear and a Smile (1950)
“perplexity is the beginning of knowledge…” Kahlil Gibran A Tear and A Smile (1950) STYLIN’! SAMBA JOY VERSUS STRUCTURAL PRECISION THE SOCCER CASE STUDIES OF BRAZIL AND GERMANY Dissertation Presented in Partial Fulfillment of the Requirements for The Degree Doctor of Philosophy in the Graduate School of The Ohio State University By Susan P. Milby, M.A. * * * * * The Ohio State University 2006 Dissertation Committee: Approved by Professor Melvin Adelman, Adviser Professor William J. Morgan Professor Sarah Fields _______________________________ Adviser College of Education Graduate Program Copyright by Susan P. Milby 2006 ABSTRACT Soccer playing style has not been addressed in detail in the academic literature, as playing style has often been dismissed as the aesthetic element of the game. Brief mention of playing style is considered when discussing national identity and gender. Through a literature research methodology and detailed study of game situations, this dissertation addresses a definitive definition of playing style and details the cultural elements that influence it. A case study analysis of German and Brazilian soccer exemplifies how cultural elements shape, influence, and intersect with playing style. Eight signature elements of playing style are determined: tactics, technique, body image, concept of soccer, values, tradition, ecological and a miscellaneous category. Each of these elements is then extrapolated for Germany and Brazil, setting up a comparative binary. Literature analysis further reinforces this contrasting comparison. Both history of the country and the sport history of the country are necessary determinants when considering style, as style must be historically situated when being discussed in order to avoid stereotypification. Historic time lines of significant German and Brazilian style changes are determined and interpretated. -
Pontifícia Universidade Católica Do Rio Grande Do Sul – Pucrs Faculdade De Comunicação Social – Famecos Programa De Pós-Graduação Em Comunicação Social – Ppgcom
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL – PUCRS FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – FAMECOS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL – PPGCOM Lucas Osório Rizzatti POR QUE BARBOSA? O papel das tecnologias do imaginário sobre o vilão da Copa de 1950 no Jornal dos Sports Porto Alegre 2017 Lucas Osório Rizzatti POR QUE BARBOSA? O papel das tecnologias do imaginário sobre o vilão da Copa de 1950 no Jornal dos Sports Dissertação apresentada ao Programa de Pós- graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul como parte dos requisitos para obtenção do título de mestre no Curso de Mestrado em Comunicação Social. Orientadora: Profª Dra. Juliana Tonin Porto Alegre 2017 POR QUE BARBOSA? O papel das tecnologias do imaginário sobre o vilão da Copa de 1950 no Jornal dos Sports Dissertação apresentada ao Programa de Pós- graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul como requisito parcial para obtenção do título de mestre no Curso de Mestrado em Comunicação Social. Prof. Dr. Álvaro Nunes Larangeira – UTP Prof. Dr. Juremir Machado da Silva – PUCRS Orientadora: Profª Dra. Juliana Tonin Porto Alegre 2017 RESUMO Este trabalho procura uma reflexão do papel das tecnologias do imaginário sobre a figura do vilão da Copa do Mundo de 1950, disputada no Brasil. Tomamos como ponto de partida que o goleiro Barbosa centraliza o imaginário do vilão e, a partir daí, busca-se compreender como se chegou a tal cenário e o quanto as tecnologias disponíveis agiram nesse sentido tendo como foco de pesquisa as edições do Jornal dos Sports de 1950, desde que o Brasil perdera para o Uruguai por 2 a 1 na partida decisiva. -
“Vai Curintia!!!!” Lá Pelos Idos De 1958, Na Pacata Conquista, Sítio Nas
“Vai Curintia!!!!” Lá pelos idos de 1958, na pacata Conquista, sítio nas cercanias da bucólica Botelhos, onde vivíamos à luz de lamparinas e lampiões, certo dia, Zé Chiachio chega em casa puxando uma égua, castanha, novinha. - Troquei a bicicleta pela égua da sua tia; disse todo entusiasmado. O velho havia adquirido uma bicicleta Caloi, com pneus tipo “balão” e com farol, para possibilitar nossas idas e vindas até a cidade, escola etc. Mas na época das chuvas, as estradas ficavam intransitáveis. Andávamos mais a pé, amassando barro, puxando a bicicleta do que montado nela. Por isso, a melhor solução era mesmo um equino, como meio de transporte. - Temos que botar um nome nela, avisou. - Curinga, disse eu. - Por quê? - É a melhor carta do baralho, serve pra qualquer coisa e igual a égua do Rubinho, respondi. - Tá bom, dê umas voltas com ela chamando de Curinga pra acostumar. Agora posso ir pra escola a cavalo, qualquer que seja o tempo; pensei. Todavia, menos de uma semana, aparece em casa o Rubinho, nosso vizinho, filha de Maria Chica, conhecida benzedeira da região: - Ceis tem qui mudá o nome da égua por causa qui nossa já chama Curinga e a mãe disse qui não pode duas éguas cum memo nome. Não pra evitar possível homonímia, mesmo porque ainda não se pedia certidões negativas pra éguas, mas, sim, não criar problemas com a vizinha, meu pai mandou escolher outro nome. - Curin ... curin ... curin .... Curintia!!!! Gritei. - Da onde tirou esse nome moleque? Perguntou. - Curin porque parece com curinga e tia porque era dela. Além disso, tem pelo da cor do cabelo da tia, expliquei. -
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'-¦-¦-., -Çi de fevereiro de 1950 O GLOBO SPORTIVQ Página 2 Sexta-feira, 10 B^j_ L^_—JLj___. i mmmmmmammmmm**-—————-—-"¦¦——» "**j"-,___H______5^.S_rv« _*>>>s$'& -" 2 »_aaB§_r ^'-'<c^_£JCT_<Rd_^S80-'-¦>-''®^'"'*^"'^^^_Bç'^^ta_»íSÉ>,í'í Baltazar salta com Pedro e cabeceia violentamente para o arco Caxambú saiu do arco e de munhecaço evitou a cabeçada de Baltazar u c rica em meza na retaguarda c agressnividade no — P. técnico aliás, era impossível exibir primeiro ao último minuto, foi S. PAULO, fevereiro (De que, ataque. Na partida contra a PPortuguesa O GLOBO SPOR- em virtude do estado do gramado, pro- movimentação e emotividade, prendendo Frank, especial para a torcida em todo o seu o pivot gaúcho teve u > atuação por- T1VO) — A Portuguesa de Desportos porcionaram aos torcedores que acorre- e arrebatando Municipal uma das me- transcorrer. Lusos e corintianos deram feita, o que levou a equipe corinliana, viu-!he fugir a última chance de vencer ram ao Estádio sem dúvida, a ter mais nc lhores do "Rio-São Paulo". Pe- tudo para laurear-se vencedor, sem me- presença gra- o torneio interclubes ao ser derrotada partidas energias. Luta mado. Baltazar, Cláudio e Luizint o se- tarde de sábado. Am- leja disputada de igual para igual, do dir sacrifícios ou poupar y pelo Corintians na reflexo da dos guiram Touguinha de perto, eerlrali- as equipes atuando com en- porcionaram aos torcedores que acorre- de gigantes, justo posição bas grande na tabela de classificação zando as atenções dos torcedorei. Üs tusiasmo, desprezando qualquer padrão leja disputada de igual para igual, do dois quadros »do interestadual, que terminou Ires avantes disputaram unia partida de certame a com a vitoria do Corintians, melhor gala, pondo em constante polvorosa e com sua linha de avantes retaguarda lusa. -
A Memria Do Trauma De 1950 No Testemunho Do Goleiro Barbosa
Esporte e Sociedade ano 8, n 21, março2013 A memória do trauma de 1950 Cornelsen A memória do trauma de 1950 no testemunho do goleiro Barbosa Elcio Loureiro Cornelsen* Faculdade de Letras da UFMG Resumo: Nossa contribuição visa a uma análise discursiva de depoimentos do goleiro Moacyr Barbosa a respeito da derrota da Seleção Brasileira na final da Copa do Mundo de 1950 contra o Uruguai. Momento singular na história do futebol brasileiro, sem dúvida, a memória discursiva que se constroi sobre a derrota da Seleção Brasileira em 1950 é perpassada pelo trauma. Nesse sentido, baseados na teoria do testemunho e em conceitos e métodos da história oral, nossa intenção é avaliar em termos discursivos não só o quê, mas, sobretudo, como, décadas mais tarde, o goleiro enunciava, através da memória, sua versão sobre aquele fatídico 16 de julho de 1950 e seus desdobramentos. Barbosa, tido como um dos “bodes expiatórios” daquela derrota, por diversas vezes, revela em sua fala as marcas de um momento traumático – individual e coletivo –, que o acompanharia pelo resto de sua vida. Palavras-chave: Barbosa, Copa do Mundo de 1950, Memória. Abstract: Our contribution aims at a discursive analysis of the testimonies of the goalkeeper Moacyr Barbosa about the defeat of the Brazilian team in the final of the 1950 World Cup against Uruguay. Singular moment in the history of Brazilian football, undoubtedly the discursive memory that builds on the defeat of the Brazilian national team in 1950 is permeated by trauma. Accordingly, based on the theory of testimony and concepts and methods of oral history, our intention is to evaluate in discursive terms not only what, but most importantly how, decades later, the goalkeeper enunciated, through memory, his version of that fateful July 16, 1950 and its aftermath. -
Wm 1950 Brasilien
WM 1950 BRASILIEN GRUPPE A GRUPPE B 24.06.1950, Rio de Janeiro (Estadio Maracana), 81.649 25.06.1950, Rio de Janeiro (Estadio Maracana), 29.703 BRASILIEN – MEXIKO 4 : 0 (1 : 0) ENGLAND – CHILE 2 : 0 (1 : 0) Ademir (30.,79.), Jair (66.), Baltazar (71.) Mortensen (27.), Mannion (52.) Brasilien: Barbosa, Augusto, Juvenal, Eli, Danilo, Bigode, England: Williams, Ramsey, Aston, Wright, Hughes, Maneca, Ademir, Baltazar, Jair, Friaça. Trainer: F.Costa (BRA) Dickinson, Finney, Mortensen, Bentley, Mannion, Mullen. Mexiko: Carbajal, Zetter, Montemajor, Ruiz, Ochoa, Roca, Trainer: Winterbottom (ENG) Septien, Ortiz, Casarin, Perez, Velasquez. Trainer: Vial (MEX) Chile: Livingstone, Farias, Roldan, Alvarez, Busquet, Carvalho, Mayanes, Cremaschi, Robledo, Muñoz, Diaz. Trainer: Bucciardi 15.06.1950, Belo Horizonte (Estadio 7. Setembro), 7.336 (CHI) JUGOSLAWIEN – SCHWEIZ 3 : 0 (2 : 0) Tomasevic (19.,25.), Ognjanov (82.) 25.06.1950, Curitiba (Estadio Brito), 9.511 Jugoslawien: Mrkusic, Horvat, B.Stankovic, Zl.Cajkovski, SPANIEN – USA 3 : 1 (0 : 1) M.Jovanovic, Djajic, Ognjanov, Mitic, Tomasevic, Bobek, Igoa (81.), Basora (83.), Zarra (89.); J.Souza (18.) Vukas. Trainer: Arsenijevic (YUG) Spanien: I.Eizaguirre, G.Alonso, Antuñez, J.Gonzalvo, Schweiz: Stuber, Neury, Bocquet, Lusenti, Eggimann, M.Gonzalvo, Puchades, Basora, Hernandez, Zarra, Igoa, Quinche, Bickel, Antenen, Tamini, Bader, Fatton. Trainer: Gainza. Trainer: G.Eizaguirre (ESP) Andreoli (SUI) USA: Borghi, Keough, Maca, McIlvenny, Colombo, Bahr, Craddock, J.Souza, Gaetjens, Pariani, Valentini. Trainer: 28.06.1950, São Paulo (Estadio Pacaembu), 42.032 Jeffrey (USA) BRASILIEN – SCHWEIZ 2 : 2 (2 : 1) Alfredo (2.), Baltazar (44.); Fatton (16.,88.) 29.06.1950, Rio de Janeiro (Estadio Maracana), 19.790 Brasilien: Barbosa, Augusto, Juvenal, Bauer, Ruy, Noronha, SPANIEN – CHILE 2 : 0 (2 : 0) Maneca, Ademir, Baltazar, Alfredo, Friaça. -
“A Derrota Do Jeca” Na Imprensa Brasileira: Nacionalismo, Civilização E Futebol Na Copa Do Mundo De 1950
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA “A DERROTA DO JECA” NA IMPRENSA BRASILEIRA: NACIONALISMO, CIVILIZAÇÃO E FUTEBOL NA COPA DO MUNDO DE 1950. Gerson Wasen Fraga Orientador: Prof. Dr. Cesar Augusto Barcellos Guazzelli. Porto Alegre 2009/1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA “A DERROTA DO JECA” NA IMPRENSA BRASILEIRA: NACIONALISMO, CIVILIZAÇÃO E FUTEBOL NA COPA DO MUNDO DE 1950. Gerson Wasen Fraga Tese apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de Doutor em História. Orientador: Prof. Dr. Cesar Augusto Barcellos Guazzelli. Porto Alegre 2009/1 Resumo Disputada em solo brasileiro no ano de 1950, a IV Copa do Mundo de Futebol assumiu, aos olhos da imprensa brasileira, um conjunto de significados que iam além de seu aspecto meramente esportivo, sendo apresentado como uma possibilidade ímpar de nos mostrarmos ao mundo como uma nação civilizada, moderna e capaz de grandes conquistas e realizações. Contudo, após a inesperada derrota para o Uruguai na última partida, foram buscadas explicações e culpados para o que havia acontecido dentro das quatro linhas do Maracanã. Ainda que de forma involuntária, este processo acabaria por resgatar antigas perspectivas acerca do brasileiro, auto-imagens depreciativas que nos tinham por condenados ao atraso diante de um modelo europeu de civilização, no momento exato em que tais visões passavam a serem contestadas por novas interpretações acerca do Brasil. O objetivo deste trabalho é vislumbrar como tal processo ocorreu através das páginas da imprensa escrita brasileira, instrumento capaz de difundir através da sociedade conjuntos de idéias e sensações. -
O RÁDIO COMO VEÍCULO INFORMACIONAL: a Dicotomia Entre Vitória E Derrota No Jogo Final Da Copa Do Mundo De Futebol De 1950
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS - CCH ESCOLA DE BIBLIOTECONOMIA JOÃO PAULO MENDES LIMA ANTUNES O RÁDIO COMO VEÍCULO INFORMACIONAL: a dicotomia entre vitória e derrota no jogo final da Copa do Mundo de Futebol de 1950 RIO DE JANEIRO 2014 JOÃO PAULO MENDES LIMA ANTUNES O RÁDIO COMO VEÍCULO INFORMACIONAL: a dicotomia entre vitória e derrota no jogo final da Copa do Mundo de Futebol de 1950 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, como requisito parcial à obtenção do grau de Bacharel em Biblioteconomia. Orientador: Prof. Dr. Fabrício José Nascimento da Silveira RIO DE JANEIRO 2014 A636r Antunes, João Paulo Mendes Lima. O rádio como veículo informacional: a dicotomia entre vitória e derrota no jogo final da Copa do Mundo de Futebol de 1950 / João Paulo Mendes Lima Antunes - 2014 63 f.; 30 cm. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biblioteconomia)—Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014. Bibliografia: f.59-61 1. Rádio – Veículo Informacional 2. Rádio Nacional (Brasil) 3. Copa do Mundo FIFA 1950. I. Título. CDD 070.190981 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO JOÃO PAULO MENDES LIMA ANTUNES O RÁDIO COMO VEÍCULO INFORMACIONAL: a dicotomia entre vitória e derrota no jogo final da Copa do Mundo de Futebol de 1950 Aprovado pela Banca Examinadora Rio de Janeiro, ______/______/______ ____________________________________________________ Professor Dr. Fabrício José Nascimento da Silveira Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO _____________________________________________________ Professor Dr. -
Dossiê 50”, Relançamento Muito Oportuno Da E-Galáxia
ROTEIRO DE VIAGEM RUMO A JULHO, 1950 1. SILÊNCIO! O BRASIL ESTÁ CHORANDO 2. BARBOSA – “GHIGGIA, O PAPA E FRANK SINATRA CALARAM O MARACANÃ. EU TAMBÉM CALEI.” 3. AUGUSTO – “EU SERIA O PRIMEIRO BRASILEIRO A LEVANTAR A TAÇA. MAS TUDO É SONHO.” 4. JUVENAL – “NÃO É POSSÍVEL QUE O BRASIL NÃO TENHA FEITO O GOL DE EMPATE.” 5. BAUER – “VIM PARA SER CAMPEÃO. VOLTEI PARA SÃO PAULO NO CHÃO DO TREM.” 6. DANILO – “PARECIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DESCENDO DO CARRO, VAIADO. MAS ERA EU CHEGANDO EM CASA DEPOIS DA DERROTA.” 7. BIGODE – “O QUE FIZERAM COMIGO FOI UMA COVARDIA, UMA INJUSTIÇA. NÃO LEVEI TAPA DO CAPITÃO DO URUGUAI.” 8. FRIAÇA – “O TRAUMA FOI ENORME. QUANDO DEI POR MIM, ESTAVA EMBAIXO DE UMA JAQUEIRA.” 9. ZIZINHO – “MEU SONHO ERA ASSIM: A GENTE AINDA IRIA JOGAR CONTRA O URUGUAI. AQUILO QUE ACONTECEU ERA MENTIRA.” 10. ADEMIR – “UM MENINO QUERIA ME VER NO HOSPITAL. PASSEI A NOITE PENSANDO: EU SOU UM SANTO? EU SOU DEUS?” 11. JAIR – “VOCÊ SAI DO CAMPO, ATRAVESSA O TÚNEL, CHEGA AO VESTIÁRIO, TIRA A ROUPA E COMEÇA A CHORAR.” 12. CHICO – “TIVE UM PRESSENTIMENTO ESTRANHO. QUANDO O BRASIL ENTROU EM CAMPO, A DERROTA JÁ ESTAVA ESCRITA.” 13. FLÁVIO COSTA – “NEM O GENERAL SOLANO LÓPEZ TEVE DE EXPLICAR TANTO A DERROTA PARA O BRASIL NA GUERRA DO PARAGUAI.” 14. POR QUÊ? 15. EXPEDIÇÃO EM BUSCA DO CARRASCO: UM ENCONTRO COM GHIGGIA. UM DIA DE ESPANTO As lágrimas do Maracanã contam o momento de um país esperançoso e extraordinariamente promissor. Este livro de Geneton Moraes Neto registra-o com a qualidade de um grande repórter.