Revista Brasileira Fase Viii
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Crítica Machado De Assis
Crítica Machado de Assis Crítica 2005 S u m á r i o Capítulo Página [1] O PASSADO, O PRESENTE E O FUTURO DA LITERATURA............................................. 5 [2] IDÉIAS SOBRE O TEATRO ................................................................................................ 10 [3] O IDEAL DO CRÍTICO .................................................................................................................................................... 19 [4] NOTÍCIA DA ATUAL LITERATURA BRASILEIRA. INSTINTO DE NACIONALIDADE......23 [5] A NOVA GERAÇÃO............................................................................................................. 31 [6] A CRÍTICA TEATRAL. JOSÉ DE ALENCAR: MÃE............................................................ 54 [7] PROPÓSITO....................................................................................................................... 59 [8] J.M. DE MACEDO: O CULTO DO DEVER .................................................................................................................................................. 62 [9] JOSÉ DE ALENCAR: IRACEMA.......................................................................................... 67 [10] JUNQUEIRA FREIRE: INSPIRAÇÕES DO CLAUSTRO................................................... 72 [11] FAGUNDES VARELA: CANTOS E FANTASIAS.............................................................. 77 [12] O TEATRO NACIONAL...................................................................................................... 81 -
Brasil [email protected] ASIL
SALVADOR SEXTA-FEIRA 8/11/2013 B7 Editora-coordenadora PROTESTOS Governos criarão comitê para definir Hilcélia Falcão aÇãoantivandalismo www.atarde.com.br/brasil [email protected] ASIL Marcos de Paula/ Estadão Conteúdo IMORTAL Torres ocupará a cadeira 23, Torres nasceu fundada pelo escritor Machado de Assis em Sátiro Dias, onde despertou Baiano é eleito para a leitura para Academia VERENA PARANHOS Antônio Torres nasceu no pe- queno povoado de Junco (ho- je a cidade de Sátiro Dias), no Brasileira interior da Bahia, em 13 de setembrode 1940. Seu inte- resse pela leitura foidesper- tado ainda na escola rural do lugarejo. de Letras Ele começou a carreira co- mo jornalista e depois passou aatuarcomopublicitário. Seu ROBERTA PENNAFORT primeiro livro, Um cão Uivan- Estadão Conteúdo, Rio FAVORITO NA DISPUTA do para a Lua, foi lançado em 1972. Essa Terra (1976), sua Depois de duas tentativas Favorito na disputa, Torres obrademaiorsucesso,estána frustradas, oescritor baiano derrotou cinco candidatos 25ª edição e tem como temá- Antônio Torres foi eleito nes- que não tinham cabos ticaprincipalaquestãodami- ta quinta-feira, com 34 votos, eleitorais: Blasco Peres gração interna. para a Academia Brasileira de Rêgo, Eloi Angelos Ghio, letras. José William Vavruk, Condecorado O novo imortal ocupará a Felisbelo da Silva e Wilson Oescritorfoicondecoradope- cadeira 23, fundada pelo pri- Roberto de Carvalho de lo governo francês, em 1998, meiro-presidentedaABL,Ma- Almeida Antônio Torres festejou a vitória na casa de amigos, em Botafogo, na zona sul do Rio como “Chevalier des Arts et chadodeAssis,ecomtradição des Lettres”, por seus roman- baiana: foi ocupada por Oc- ces publicados na França até távio Mangabeira, Jorge Ama- então (Essa Terra e Um Táxi do e Zélia Gattai antes de per- obra (o mais prestigioso da terceira candidatura à ABL. -
A Transcendência Pela Natureza Em Álvares De Azevedo
ALEXANDRE DE MELO ANDRADE A TRANSCENDÊNCIA PELA NATUREZA EM ÁLVARES DE AZEVEDO Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Araraquara, como requisito para a obtenção do título de Doutor em Estudos Literários. Linha de Pesquisa: Teorias e Crítica da Poesia Orientador: Prof. Dr. Antônio Donizeti Pires Bolsa: CAPES ARARAQUARA – SP 2011 2 Andrade, Alexandre de Melo A transcendência pela natureza em Álvares de Azevedo Alexandre de Melo Andrade – 2011 217 f.; 30 cm Tese (Doutorado em Estudos Literários) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara Orientador: Antônio Donizeti Pires 1. Álvares de Azevedo (1832-1851) 2. Literatura brasileira 3. Poesia brasileira 4. Crítica literária I. Título 3 ALEXANDRE DE MELO ANDRADE A TRANSCENDÊNCIA PELA NATUREZA EM ÁLVARES DE AZEVEDO Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Araraquara, como requisito para a obtenção do título de Doutor em Estudos Literários. Linha de Pesquisa: Teorias e Crítica da Poesia Orientador: Prof. Dr. Antônio Donizeti Pires Bolsa: CAPES Membros componentes da Banca Examinadora: ________________________________ Prof. Dr. Antônio Donizeti Pires (Orientador) ________________________________ Prof. Dr. Adalberto Luis Vicente ________________________________ Prof. Dra. Karin Volobuef ________________________________ Prof. Dr. Jaime Ginzburg ________________________________ Prof. Dra. Solange Fiuza Cardoso Yokozawa Local: Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências e Letras 4 UNESP – Campus de Araraquara AGRADECIMENTOS A meus pais, pelo incentivo e apoio; especialmente à minha mãe, que, sem que ela mesma o saiba, arrebata-me com seu olhar de ternura e compreensão. -
II L Movimiento De Mas Trascendencia En La Historia
< \ \ EL ROMANTICISMO EN LA LITERATURA BRASILENA L movimiento de mas trascendencia en la historia IIliteraria del Brasil ha sido el romanticismo, al cual =====-se le ha Hamada en portugues "romantismo" y que d om in 6 1a literatura diecinuevesca par media siglo. El romantismo no foe solamente un movimiento literario en el Brasil sino, en realidad, el com1enzo de una litera ura verdaderamente brasilefia. No caso brasileiro, o Romantismo nao veio fecundar un romance porventura existente. Veio criar o romance.. Com o romantismo, pois, nasceu a nove/fstica brasileira ... 1 o Romantismo, no Brasil, tern una importancia extraordinaria, porquanto foi a e/e que deveu o pa fs a sua indepenencia literaria, conquistando una liberdade de pensamento e de expressao sem precedentes... 2 Anteriormente, las manifestaciones literarias del Brasil eran reflejos de lo que venfa de Europa par via de Portugal, o simplemente brotes rudimentarios de una colonia que apenas iba adquiriendo vida propia. (1) A franio Coutinho, A /iteratura no Brasil, Rio de Janeiro, Ed. Sul Americana S.A., 1955, 12 p. 840- 41 (2) Ibid., p. 575. 85 . ' '1 Al mismo tiempo que el B~as il \ obtuvo su independencia politica, se afirm6 su independencia'· literaria. El movimiento romantico se inspir6 en el p at~iotismo de la epoca y se manifesto en temas locales. Surgieron los poetas regionalistas. El m ovimi en to romantico y el movimiento nacionalista se mezclaron hasta confundirse y dominar, momentaneamente, la tendencia literaria de la joven naci6n. Vamos a estudiar el romantismo brasilefio siguiendo la subdivision cronol6gi~a aceptada por Coutinho. Configurase o Romantismo, no Brasil, entre as datas do 7808 e 7836 para o Pre-romantismo; de 7836 a 7860 para o Romantismo pr6priamente dito, sendo que o apogeu do movimento se situa entre 7846 e 7856. -
Revista Brasileira 102 Internet.Pdf
Revista Brasileira FASE IX • JANEIRO-FEVEREIRO-MARÇO 2020 • ANO III • N.° 102 ACADEMIA BRASILEIRA REVISTA BRASILEIRA DE LETRAS 2020 D IRETORIA D IRETOR Presidente: Marco Lucchesi Cicero Sandroni Secretário-Geral: Merval Pereira C ONSELHO E D ITORIAL Primeiro-Secretário: Antônio Torres Arnaldo Niskier Segundo-Secretário: Edmar Bacha Merval Pereira Tesoureiro: José Murilo de Carvalho João Almino C O M ISSÃO D E P UBLI C AÇÕES M E M BROS E FETIVOS Alfredo Bosi Affonso Arinos de Mello Franco, Antonio Carlos Secchin Alberto da Costa e Silva, Alberto Evaldo Cabral de Mello Venancio Filho, Alfredo Bosi, P RO D UÇÃO E D ITORIAL Ana Maria Machado, Antonio Carlos Secchin, Antonio Cicero, Antônio Torres, Monique Cordeiro Figueiredo Mendes Arnaldo Niskier, Arno Wehling, Carlos R EVISÃO Diegues, Candido Mendes de Almeida, Vania Maria da Cunha Martins Santos Carlos Nejar, Celso Lafer, Cicero Sandroni, P ROJETO G RÁFI C O Cleonice Serôa da Motta Berardinelli, Victor Burton Domicio Proença Filho, Edmar Lisboa Bacha, E D ITORAÇÃO E LETRÔNI C A Evaldo Cabral de Mello, Evanildo Cavalcante Estúdio Castellani Bechara, Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Carneiro, Geraldo Holanda ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS Cavalcanti, Ignácio de Loyola Brandão, João Av. Presidente Wilson, 203 – 4.o andar Almino, Joaquim Falcão, José Murilo de Rio de Janeiro – RJ – CEP 20030-021 Carvalho, José Sarney, Lygia Fagundes Telles, Telefones: Geral: (0xx21) 3974-2500 Marco Lucchesi, Marco Maciel, Marcos Setor de Publicações: (0xx21) 3974-2525 Vinicios Vilaça, Merval Pereira, Murilo Melo Fax: (0xx21) 2220-6695 Filho, Nélida Piñon, Paulo Coelho, Rosiska E-mail: [email protected] Darcy de Oliveira, Sergio Paulo Rouanet, site: http://www.academia.org.br Tarcísio Padilha, Zuenir Ventura. -
Anais 191.Qxd
1 2 ANO 2006 VOL. 191 ANAIS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS JANEIRO A JUNHO DE 2006 RIO DE JANEIRO 3 A C A D E M I A B R A S I L E I R A D E L E T R A S DIRETORIA DE 2006 Presidente: Marcos Vinicios Vilaça Secretário-Geral: Cícero Sandroni Primeira-Secretária: Ana Maria Machado Segundo-Secretário: José Murilo de Carvalho Tesoureiro: Antonio Carlos Secchin Diretor das Bibliotecas: Murilo Melo Filho Diretor do Arquivo: Sergio Paulo Rouanet Diretor dos Anais da ABL: Eduardo Portella Diretor da Revista Brasileira: João de Scantimburgo Diretor das Publicações: Antonio Carlos Secchin ______________ Monique Mendes – Produção editorial / Organização dos Anais da ABL Revisão – Paulo Teixeira ______________ Sede da ABL: Av. Presidente Wilson, 203 – 4o andar Castelo – 20030-021 – Rio de Janeiro – RJ – Brasil Tel.: (0xx21) 3974-2500 / Fax: (0xx21) 2220-6695 Correio eletrônico: [email protected] (Este volume foi editado no 2o semestre de 2007) ISSN 1677-77255 ______________ A Academia Brasileira de Letras não é responsável pelas opiniões manifestadas nos trabalhos assinados em suas publicações. ______________ Capa Victor Burton Editoração eletrônica Maanaim Informática Ltda. 4 SUMÁRIO ANO 06 VOL. 191 1o Semestre Págs. – Sessão do dia 9 de março de 2006............................................................. 9 Termo de comodato entre a ABL e a Prefeitura do Rio de Janeiro.... 16 – Sessão do dia 21 de março de 2006........................................................... 21 Discurso de adeus a Josué Montello – Palavras do Presidente Acadêmico Marcos Vinicios Vilaça........................................................... 24 Sessão de saudade dedicada à memória de Josué Montello .................. 26 – Sessão do dia 23 de março de 2006.......................................................... -
Minh' Alma É Triste
Arnaldo Nogari Júnior TRISTEZA, MELANCOLIA E BELEZA ESTÉTICA EM “MINH’ ALMA É TRISTE”, DE CASIMIRO DE ABREU Arnaldo NOGARI JÚNIOR1 RESUMO Como se sabe, o homem se utiliza da arte para expressar suas perspectivas sobre a vida social e sobre a si, que são reflexos de seu tempo. Dentre as variadas formas artísticas de expressão está o poema, o qual se vale da linguagem para trazer à tona a visão do eu- lírico, seja ela qual for. Para tanto, o escritor, para se expressar e se fazer entender, se valerá não apenas da mensagem que deseja transmitir aos seus leitores, mas também, em se tratando de arte escrita, de recursos sintáticos, léxicos e semânticos. Assim, o presente artigo, objetiva verificar como esses recursos são utilizados no poema “Minh’ alma é triste”, do escritor romântico Casimiro de Abreu, para a construção do sentido expressado pelo autor, que trata dos temas da tristeza, pessimismo e melancolia. É importante ressaltar que será analisado apenas a segunda parte do referido poema, o qual se constitui em quadras de cinco estrofes. PALAVRAS-CHAVE: Casimiro de Abreu; Minh’alma é triste; Poesia; Romantismo. Considerações Iniciais De maneira geral, a poesia está em todas as formas de manifestação artística: pinturas, esculturas, arquiteturas, poemas, etc. Dentre as distintas definições de poesia, destaca-se sua tentativa observar e explorar de maneira efetiva o que a humanidade não repara significativamente. No entanto, o poeta, consciente da importância de se observar os detalhes, tenta se fazer entender através da arte. O poema se traduz como um dos formatos de manifestação poesia que se vale da linguagem para trazer à tona os sentimentos e visão de mundo dos poetas. -
Junqueira Freire E Gonçalves Dias
A IRONIA NA POESIA ROMÂNTICA: JUNQUEIRA FREIRE E GONÇALVES DIAS Patrícia Martins Ribeiro de Oliveira (PIBIC/UEMS- UUC) [email protected] Danglei de Castro Pereira (UEMS/UUNA) [email protected] RESUMO Buscaremos, nesta pesquisa, encontrar dentro do discurso de Gonçalves Dias e Junqueira Freire os mecanismos utilizados para a materialização da ironia romântica na lírica destes poetas e, com isso, discutir em que medida a ironia contribui para diversidade da lírica romântica brasileira. PALAVRAS-CHAVE: Poesia romântica, revisão do cânone, ironia. ABSTRACT We will look for, in this research, to find inside of Gonçalves Dias speech and Junqueira Freire the mechanisms used for the materialização of the romantic irony in the lyrical of these poets and, with that, to discuss in that measured the irony contributes to Brazilian romantic diversity of the lyrical KEYWORDS: Romantic poetry, Revision of the canon, Irony INTRODUÇÃO Durante o século XVIII a Europa passava por um dos grandes momentos de sua história: A Revolução Industrial, na Inglaterra e, no final do mesmo século, a Revolução Francesa. Os ideais de Igualdade, Fraternidade e Liberdade criaram novas perspectivas no homem europeu, fato que em pouco tempo se prolongou como movimento político e estético no século XIX. Esse movimento libertário e revolucionário recebeu o nome de Romantismo. A pesquisa comentou em que medida pode-se pensar a ironia como elemento constitutivo da diversidade romântica. Para tanto discorreremos sobre o conceito de ironia romântica e, posteriormente, aplicaremos um olhar investigativo as poesias selecionadas no projeto. Como se trata de um trabalho de fôlego curto, desenvolvido dentro do prazo de doze meses, optamos por abordar os poemas “Canção do Exílio”, “Marabá” e “Leito de folhas verdes”, de Gonçalves Dias e “A freira”, “O jesuíta”, e “Meu filho no claustro”, de Junqueira Freire. -
Antônio Frederico Castro Alves
ANTÔNIO FREDERICO CASTRO ALVES Antônio Frederico Castro Alves nasceu em Muritiba, Bahia, em 14 de março de 1847, e faleceu em Salvador em 6 de julho de 1871. É o patrono da cadeira n. 7 da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Valentim Magalhães. Era filho do médico Antônio José Alves, mais tarde professor na Faculdade de Medicina de Salvador, e de Clélia Brasília da Silva Castro, falecida quando o poeta tinha 12 anos, e, por esta, neto de um dos grandes heróis da Independência da Bahia. Por volta de 1853, ao mudar-se com a família para a capital, estudou no colégio de Abílio César Borges, futuro Barão de Macaúbas, onde foi colega de Rui Barbosa, demonstrando vocação apaixonada e precoce para a poesia. Mudou-se em 1862 para o Recife, onde concluiu os preparatórios e, depois de duas vezes reprovado, matriculou-se finalmente na Faculdade de Direito em 1864. Cursou o 1º ano em 1865, na mesma turma que Tobias Barreto. Logo integrado na vida literária acadêmica e admirado graças aos seus versos, cuidou mais deles e dos amores que dos estudos. Em 1866, perdeu o pai e, pouco depois, iniciou apaixonada ligação amorosa com atriz portuguesa Eugênia Câmara, dez anos mais velha, que desempenhou importante papel em sua lírica e em sua vida. Nessa época Castro Alves entrou numa fase de grande inspiração e tomou consciência do seu papel de poeta social. Escreveu o drama Gonzaga e, em 1868, transferiu-se para o sul do país em companhia da amada, matriculando-se no 3º ano da Faculdade de Direito de São Paulo, na mesma turma de Rui Barbosa. -
Revista Brasileira
Revista Brasileira o Fase VII Julho-Agosto-Setembro 2004 Ano X N 40 Esta a glória que fica, eleva, honra e consola. Machado de Assis ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS 2004 REVISTA BRASILEIRA Diretoria Presidente: Ivan Junqueira Diretor Secretário-Geral: Evanildo Bechara João de Scantimburgo Primeira-Secretária: Ana Maria Machado Segundo-Secretário: Marcos Vinicius Vilaça Conselho editorial Diretor-Tesoureiro: Cícero Sandroni Miguel Reale, Carlos Nejar, Arnaldo Niskier, Oscar Dias Corrêa Membros efetivos Affonso Arinos de Mello Franco, Produção editorial e Revisão Alberto da Costa e Silva, Alberto Nair Dametto Venancio Filho, Alfredo Bosi, Ana Maria Machado, Antonio Carlos Assistente editorial Secchin, Antonio Olinto, Ariano Frederico de Carvalho Gomes Suassuna, Arnaldo Niskier, Candido Mendes de Almeida, Carlos Heitor Cony, Carlos Nejar, Projeto gráfico Celso Furtado, Cícero Sandroni, Victor Burton Eduardo Portella, Evanildo Cavalcante Bechara, Evaristo de Moraes Filho, Editoração eletrônica Pe. Fernando Bastos de Ávila, Estúdio Castellani Ivan Junqueira, Ivo Pitanguy, João de Scantimburgo, João Ubaldo ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS Ribeiro, José Murilo de Carvalho, Av. Presidente Wilson, 203 – 4o andar José Sarney, Josué Montello, Lêdo Ivo, Rio de Janeiro – RJ – CEP 20030-021 Lygia Fagundes Telles, Marco Maciel, Telefones: Geral: (0xx21) 3974-2500 Marcos Vinicios Vilaça, Miguel Reale, Setor de Publicações: (0xx21) 3974-2525 Moacyr Scliar, Murilo Melo Filho, Fax: (0xx21) 2220.6695 Nélida Piñon, Oscar Dias Corrêa, E-mail: [email protected] Paulo Coelho, Sábato Magaldi, Sergio site: http://www.academia.org.br Corrêa da Costa, Sergio Paulo Rouanet, Tarcísio Padilha, Zélia Gattai. As colaborações são solicitadas. Sumário Editorial . 5 CICLO ORIGENS DA ACADEMIA ALBERTO VENANCIO FILHO Lúcio de Mendonça, o fundador da Academia Brasileira de Letras. -
A Filosofia Do Cotidiano Na Crônica Brasileira
Verso e Reverso, XXVIII(69):230-236, setembro-dezembro 2014 © 2014 by Unisinos – doi: 10.4013/ver.2014.28.69.09 ISSN 1806-6925 A filosofia do cotidiano na crônica brasileira The daily philosophy in the Brazilian chronicle Luis Eduardo Veloso Garcia Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Rod. Araraquara-Jaú Km 1, Machados, 14800-901, Araraquara, SP, Brasil. [email protected] Resumo. O artigo em questão procurará levantar Abstract. This paper will seek to raise a refl ection uma refl exão sobre a capacidade da crônica brasi- on the capacity of Brazilian chronicle in portraying leira em retratar as dinâmicas próprias do dia a dia the dynamics of daily life through the ideas in the através das ideias presentes na fi losofi a do cotidia- philosophy of everyday life theorized by Michel de no teorizada por Michel de Certeau em A Invenção Certeau in A Invenção do Cotidiano and Michel Ma- do Cotidiano e Michel Maff esoli em A Conquista do ff esoli in A Conquista do Presente, and also the re- Presente, além da refl exão de textos fundamentais fl ection of fundamental texts by Antonio Candido, de nomes como Antonio Candido, Afrânio Couti- Afrânio Coutinho, Eduardo Portella and Davi Ar- nho, Eduardo Portella e Davi Arrigucci Jr. sobre o rigucci Jr. about the value of the chronicle as a text valor da crônica como um texto que torna a “cidade which makes the “city done lett er”. Therefore, our feita letra”. Portanto, nosso intuito é representar o intention is to represent how much a chronicler can quanto um cronista pode transmitir a movimen- transmit the movement and the local voice through tação e a voz local de seu espaço através de suas his chronicles. -
Public Policy Issues and Latin American Library Resources : Papers
HAROLD B. LEL <.<uH*Hy BRlGHAM VOUNO UNIVERSITY PROVO, UTAH Kti&Sg^***no * **. Public Policy Issues and Latin American Library Resources Published for SALALM Secretariat Memorial Library University of Wisconsin— Madison W7, Public Policy Issues and Latin American Library Resources Papers of the Twenty-Seventh Annual Meeting of the SEMINAR ON THE ACQUISITION OF LATIN AMERICAN LIBRARY MATERIALS Washington, D.C. March 2-5, 1982 SALALM SECRETARIAT University of Wisconsin— Madison UCLA LATIN AMERICAN CENTER PUBLICATIONS University of California, Los Angeles ———— © 1984 by The Regents of the University of California All rights reserved Printed in the United States of America Cover design by Serena Sharp, Los Angeles Publication Design Library of Congress Cataloging in Publication Data Seminar on the Acquisition of Latin American Library Materials (27th : 1982 : Washington, D.C.) Public policy issues and Latin American library resources. The seminar was held in conjunction with the 10th National Meeting of the Latin American Studies Associa- tion. Bibliography: p. Includes index. 1. Acquisition of Latin American publications Congresses. 2. Latin America — Cultural policy Congresses. 3. Libraries and state — Latin America Congresses. 4. Library resources — Latin America Congresses. I. Latin American Studies Association. National Meeting (10th : 1982 : Washington, D.C.) II. Title. Z688.L4S46 1982 025.2'9'8 84-8526 ISBN 0-917617-01-0 HAROLD B F \ RY 8RIGHAM YC TY PROVO. UTAH .. Contents Editor's Note ix Preface xi Censorship and Propaganda 1 Censorship in Brazil 3 Laurence Hallewell 2. State Controls on Private Commercial Broadcasting in Mexico 13 Elizabeth Mahan National Policies and Cultural Patrimony 3 The Organization of American States and the Protection of Latin America's Cultural Patrimony 31 Roberto Etchepareborda 4.