Encontros Com Imagens E Palavras Indígenas

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO Amanda Maria Pinheiro Ramos Infâncias possíveis: encontros com imagens e palavras indígenas CAMPINAS, 2018 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO Amanda Maria Pinheiro Ramos Infâncias possíveis: encontros com imagens e palavras indígenas Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Educação da Unicamp, para obtenção do título de licenciada em Pedagogia, sob orientação da Profª. Drª Alik Wunder. CAMPINAS, 2018 2 Agência(s) de fomento e nº(s) de processo(s): Não se aplica. Ficha catalográfica Universidade Estadual de Campinas Biblioteca da Faculdade de Educação Rosemary Passos - CRB 8/5751 Ramos, Amanda Maria Pinheiro, 1997- R147i Infâncias possíveis: encontros com imagens e palavras indígenas / Amanda Maria Pinheiro Ramos. – Campinas, SP: [s.n.], 2018. Orientador: Alik Wunder. Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) – Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação. 1. Infância. 2. Educação indígena. 3. Cultura. 4. Narrativas. I. Wunder, Alik, 1974-. II. Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação. III. Título. Informações adicionais, complementares Titulação: Licenciatura em Pedagogia Banca examinadora: Profº. Drº. Daniel Munduruku Data de entrega do trabalho definitivo: 13-12-2018 3 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO INFÂNCIAS POSSÍVEIS: ENCONTROS COM IMAGENS E PALAVRAS INDÍGENAS AMANDA MARIA PINHEIRO RAMOS ORIENTADORA: PROFª. DRª. ALIK WUNDER ESTE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DEFENDIDO POR AMANDA MARIA PINHEIRO RAMOS E ORIENTADO PELA PROF.ª DRA. ALIK WUNDER Orientadora: Profª. Drª. Alik Wunder Segundo leitor: Profº. Drº Daniel Munduruku CAMPINAS, 2018 1 Ser parte da teia Da memória se fez… Fragmentos de armadura Passado que é presente Palavra, arte de educar Olhos são portadores da verdade Verdades carregam significâncias O Brasil construído sob um cemitério Qual a verdade que nos foi contada? O rio, a mata, o fogo, o vento, vidas como a nossa Criações que se complementam no universo Chacoalhar a maraca, manter o equilíbrio Estamos agitando nossos corpos? O verdadeiro saber é simples Precisamos despertar Não somos só nós que habitamos esse mundo Aos parentes, que trouxeram a força de suas existências ao centro da minha ... 2 Agradecimentos Grande parte do que me constitui devo ao Ser maior do universo, ao qual aprendi a chamar de Deus, que me conduziu nos momentos mais alegres e tristes, e me trouxe a estes encontros tão importantes em minha vida. Agradeço de todo coração à minha família, sem eles não teria tido a chance de vivenciar momentos inspiradores nestes anos, pelos apoios incondicionais em todos meus projetos. Pelas horas dedicadas a conversas, pelos conselhos, pela alegria com que recebiam meus aprendizados, e sobretudo pelo amor incondicional, pela vida. De todo coração à minha mãe Maria Cristina, meu pai Marcos Roberto, irmãos Marcos José e Cristian José e meu noivo Felipe Ibraim. À Profª. Drª. Alik Wunder, por nossos caminhos terem se cruzado, por me apresentar outras formas de olhar para o mundo. Pela oportunidade de convivência, e todos aprendizados partilhados em cada gesto ou palavra. Sobretudo por me levar também a conhecer e integrar a Rede de Apoio Kariri- Xocó, e todos encontros que se sucederam em momentos diversos. Agradeço por ser mais que uma professora, mas uma amiga e um ser humano de inspiração! Ynatekié! A todos povos indígenas que tive a grande felicidade de conhecer. Pelos atravessamentos e experiências compartilhados, por me deixarem conhecer um pouco mais de cada etnia, de sua ancestralidade. Em especial ao grupo Sabuká Kariri – Xocó, com quem pude vivenciar momentos únicos em minha vida, agradeço de todo coração pelo carinho pela oportunidade de tê-los em minha vida! Agradeço ao Profº. Drº Daniel Munduruku pelo semestre partilhado, pelas histórias boas de se ouvir. Sua presença trazia força e calmaria ao meu coração, por ter compartilhado seus cantos, formas de pensar, de criar e vivenciar o mundo. Através das experiências com ele pude ser livre e ter uma reconexão com a história escondida e roubada da memória de nossos antepassados. Gratidão que não cabe no peito. Reverberá para levar-me até outras experiências com nossa história! Aos amigos que entraram nesta jornada de experiências indígenas comigo: Carol, Victor, Caio, Marília, Danilo. Vocês me mostraram dia a dia que podemos cavar nossos tempos 2 e espaços dentro da Universidade, buscando outras formas de criação e pensamento. Levarei sempre vocês em meu coração! A todos professores da Faculdade de Educação, em especial àqueles com quem tive a chance de partilhar saberes e que trouxeram contribuições essenciais para minhas reflexões: Lalo Watanabe, Helena Sampaio, Carolina Catini, Alexandro Paixão, Alik Wunder, Maria Aparecida, Ana Aragão, Geisa Mendes, Gabriela Tebet, Arnaldo Pinto, Luana Costa, Ana Lucia Horta, Ana Luiza Smolka, Luana Costa, Amélia Teles, Jacqueline Mendes, Pedro Ganzeli, Selma Venco, Norma Trindade, Luciane Muniz... Às amigas da turma, pelos momentos de partilha em nossos estudos e sobretudo pela partilha de nossas vidas, pelas parcerias em trabalhos e desafios. Por seguirmos juntas nessa jornada de um ciclo fundamental de formação em nossas vidas; com cada uma pude aprender um pouco mais sobre educação e humanidade. Agradeço em especial a Ivy Camargo, Bárbara Ceotto, Felipe Borges, por acompanharem mais de perto minhas lutas diárias e me mostrarem caminhos possíveis para caminhar. À Maira Trentin, Cláudia Martins, Carolina Salinas, Gabriela Fernanda, Natália, Mariana Maia e Analice Nunes, mulheres incríveis que durante a graduação tive o grande prazer em dividir um lar, como costumamos chamar “nossa casinha”, pelos aprendizados infinitos e tantos momentos de afetos. Agradeço também a todos funcionários da Faculdade de Educação, pela presença sempre carinhosa em querer ajudar! E não poderia deixar de agradecer à todas as crianças que me remexeram, investigaram, transformaram, encantaram, pela alegria e intensidade que vivem cada momento, pela oportunidade de ser tocada por vocês! Pelo sentido que deram à minha formação e oportunidade de aprender dia a dia com vocês! Gratidão a todos que me atravessaram com suas histórias, gestos, palavras, afetos, cheiros, que sigamos agradecendo sempre pela oportunidade dos encontros! 3 INFÂNCIAS POSSÍVEIS: ENCONTROS COM IMAGENS E PALAVRAS INDÍGENAS AUTORA: Amanda Maria Pinheiro Ramos ORIENTADORA: Profª. Drª. Alik Wunder Resumo Como o encontro com as produções indígenas reverberam em mim e em minha formação apontando caminhos outros para pensar a infância? É a partir desta inquietação de pensamento que este trabalho se inicia. De que formas a infância me foi apresentada na graduação em Pedagogia, quais as concepções que embasaram minhas vivências? Neste lugar de uma educadora em formação que foi remexida em encontros com produções literárias, audiovisuais indígenas e com encontros com diversas etnias, que surge a necessidade de buscar outras infâncias, em especial para os modos de compreender a criança em quatro eixos: a formação do corpo com a natureza, a relação com o brincar, as conexões entre gerações e a concepção de tempo. O trabalho traz relatos de experiências vividas em diferentes contextos nos encontros com povos indígenas que mobilizaram em mim um pensar outro, bem como um exercício de escrita que busca se utilizar de linguagens poéticas diversificadas. O estudo tem caráter qualitativo, uma vez que procura deixar-se atravessar por outras formas de compreender a infância a partir do encontro, com: gentes, obras, escritas, filmes, cheiros, sabores, cores. Para isso, o método cartográfico e os pensadores da filosofia da diferença se apresentaram como potencializadores de caminhos, proporcionando ao pensamento um fluir amplo sobre diferentes campos. Palavras chave: encontros com produções indígenas; narrativas de formação, infâncias; culturas tradicionais; educação. NÚMERO DE PÁGINAS: 93 CURSO: PEDAGOGIA INTEGRAL 4 SUMÁRIO Apresentação ............................................................................................................................ 6 1. Narrativas “encontrantes” ............................................................................................... 11 1.1 - Chibé literário: entre percepções e conexões com o sagrado ................................. 15 1.2 - Entre o real e o imaginário: manifestar da experiência ......................................... 24 2. Da corporeidade e do brincar .......................................................................................... 31 3. A circularidade do tempo e a relação com os avós ........................................................ 54 4. Produções discursivas da infância ................................................................................... 73 5. Considerações finais.......................................................................................................... 84 5 Apresentação Pensar a criança na sociedade na qual vivemos, é pensa-la segundo um contexto histórico, político, material e também subjetivo de compreensão, que está sempre ligado a um ponto de vista particular para os diferentes sujeitos. Dentre as inúmeras possibilidades de interpretá-la quais a que vêm predominando numa educação institucionalizada moderna ocidental? Ou ainda, à quais discursos de infância fui apresentada? No meu percurso pela graduação em Pedagogia, diversas visões de como olhar a criança chegaram até mim,
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    Realizações 2012 Serviço Social do Comércio Administração Regional no Estado de São Paulo Realizações 2012 Serviço Social do Comércio Administração Regional no Estado de São Paulo Um ano feito Estar atento aos processos culturais, registrando-os como elemen- deve ser proporcional ao prazer que nos chega com a alegria, a to essencial à lida cotidiana nas Unidades; emoção, as revelações, os descansos daqueles que, nesse mesmo cotidiano, são nosso termômetro: o público frequentador do Sesc. Estar atento, ao mesmo tempo, em não perder as vistas daqueles que se estabeleceram na tradição, seja num aspecto longínquo do É esse “como fazer” que proporciona as aclamadas mudanças tempo, concretizados em nossa cronologia, seja em suas adapta- rumo a um viver melhor. Mudanças concretas, como as que nos ções e referenciais mutantes, antropofagias contemporâneas que revela a inauguração da nova Unidade de Sorocaba; e mudanças eclodem a todo instante; subjetivas, como nos mostram as tantas palavras de conforto, de agradecimentos, de críticas e elogios com as quais nos deparamos Estar atento ao público e aos funcionários, ou seja, ao aspecto ao longo do ano. físico do humano, que deve, na concepção do ideário do Sesc, ter seu acesso facilitado às atividades nos mais diversos setores Por essas e muitas outras razões, podemos dizer que o trabalho de suas atribuições, fortalecendo, assim, as possibilidades da foi intenso. No entanto, o ano que passou não nos deixou mais democratização cultural; fracos ou menos preparados pela força hercúlea dedicada à lida diária. No seu contrário, nos elevou a uma condição cada vez mais Propiciar o encontro entre as pessoas, fornecendo-lhes condições honrada, nos deixou cada vez mais competentes e cada vez mais para que possam se (re)descobrir, nas dependências das Unida- presentes nas pequenas felicidades que ajudamos a construir des, com suas motivações para a busca de sua própria qualidade graças à potência do trabalho em conjunto.
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    A LITERATURA INFANTIL INDÍGENA COMO MEIO DE PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO MULTICULTURAL A intervenção didática em uma escola de Belém (Brasil) Maria da Luz Lima Sales Orientadora Profª. Drª. Ângela Balça Tese apresentada à Universidade de Évora para obtenção do Grau de Doutor em Ciências da Educação Évora, janeiro de 2019 INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO E FORMAÇÃO AVANÇADA A LITERATURA INFANTIL INDÍGENA COMO MEIO DE PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO MULTICULTURAL A intervenção didática em uma escola de Belém (Brasil) Maria da Luz Lima Sales Orientadora Profª. Drª. Ângela Balça Tese apresentada à Universidade de Évora para obtenção do Grau de Doutor em Ciências da Educação Évora, janeiro de 2019 INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO E FORMAÇÃO AVANÇADA A Literatura Infantil Indígena como meio de promoção da educação multicultural: a intervenção didática em uma escola de Belém (Brasil) Maria da Luz Lima Sales Composição do júri Presidente Doutor José Carlos Bravo Nico, Professor Associado c/ Agregação da Universidade de Évora, por delegação de competências do Diretor do Instituto de Investigação e Formação Avançada. Vogais Doutora Eliane Santana Dias Debus, Professora Associada da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Brasil; Doutora Maria da Natividade Carvalho Pires, Professora Coordenadora da Escola de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco; Doutora Renata Junqueira de Souza, Professora Livre Docente da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Brasil; Doutora Ângela Maria Franco Martins Coelho de Paiva Balça, Professora Auxiliar da Universidade de Évora, orientadora; Doutor António Ricardo Santos Fadista de Mira, Professor Auxiliar da Universidade de Évora; Doutor Paulo Jaime Lampreia Costa, Professor Auxiliar da Universidade de Évora. INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO E FORMAÇÃO AVANÇADA ii Aos meus pais, Carolina e Francisco.