Projeto De Lei Nº 1204/Xiii/4ª Aprova As Normas Orientadoras Do Plano
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Campus of Av. De Berna
Safety Guidelines 1 Congratulations! You have entered The use of a NOVA FCSH, a place where you will mask is mandatory create unique memories over the next inside the years. campus. 2 The beginning of this new academic year is challenging and unusual, but Keep a safe distance while we want you to feel good and we will moving help you overcome your doubts, con- between floors cerns and uncertainties. and common areas. By unfolding this leaflet you’ll get to 3 know the different areas from our Do not get to campus as well as the services that will your classroom assist you throughout your academic before the path. The leaflet also provides informa- starting time of your class. YOUR NEW HOME tion on the safety guidelines to follow inside our campus (Avenida de Berna). 4 Do not remain in classroom’s lobbies. 5 Avoid gatherings. 6 Connect to Wash or sanitize your hands before and after entering a classroom. fb.com/fcshunl @nova_fcsh @nova_fcsh fcsh.unl.pt 7 Directions Student’s guide Sanitize all school equipment, before and after using it. Academic calendar 8 Avoid Institutional sharing Avenida de Berna, 26-C phone: (+351) 21 790 83 00 e-mail account 1069-061 Lisboa email: [email protected] personal objects. Wi-fi access 9 Always keep Areas and services the same seat in the same Carris Metro classroom. Student’s Union 716, 726, 756 Campo Pequeno Station (Yellow Line) São Sebastião Station 10 TST (Red Line) and more Praça de Espanha Station Follow the rules 160, 161, 190 (Blue Line) and advices from NOVA FCSH Download and read carefully the file embedded in this and DGS. -
Rede Metro-SPS-AML170516
AML, 16/05/2017 EXPANSÃO DA REDE DO METRO DE LISBOA S. Pompeu Santos REDE ATUAL Inauguração: 1959 Situação atual: Linhas: 4 Km: 44 Estações: 56 BREVE HISTÓRIA 1888- Primeira proposta: Eng. H. Lima e Cunha 1923/24- Outras propostas 1948- Constituição duma sociedade para o estudo da viabilidade de uma rede de Metro 1955- Inicio da construção dos troços SeteRios- Rotunda e Entrecampos-Rotunda 1959 (29Dez)- Abertura ao público EVOLUÇÃO DA REDE 1959 Troços: 3 (6,6 km) JZ-MP: 2,8 km EC-MP: 2,7 km MP-Rest: 1,1 km Estações: 10 EVOLUÇÃO DA REDE 1963 EVOLUÇÃO DA REDE 1966 EVOLUÇÃO DA REDE 1972 EVOLUÇÃO DA REDE 1988 EVOLUÇÃO DA REDE 1993 EVOLUÇÃO DA REDE 1997 EVOLUÇÃO DA REDE 1998 EVOLUÇÃO DA REDE 2002 EVOLUÇÃO DA REDE 2009 EVOLUÇÃO DA REDE 2012 EVOLUÇÃO DA REDE 2016 PROPOSTAS DE EXPANSÃO DA REDE PROPOSTAS DE EXPANSÃO DA REDE PROPOSTAS DE EXPANSÃO DA REDE PLANO DO MOPTC2009 30 novas estações PLANO DO GOVERNO 2019-2022 (8/5/2017) Extensão: 2,4 km Estações novas: 2 Custo: 216 M € Custo/km ≈ 100 M € (incluindo estações) Criação de linha circular formada pela linha Amarela e a linha Verde (dificuldades de operação) A zona ocidental de Lisboa vai continuar sem acesso ao Metro PLANO DO GOVERNO 2019-2022 (8/5/2017) Obra arriscada, por baixo de edifícios frágeis e aterros lodosos (aterro da Boavista) Pendente de 9% (!) no troço Santos-Estrela (desnível de 60m em 670m de extensão) PROPOSTA SPS (2008) “Alcântara-Terra: Placa Giratória do Sistema de Transportes Urbanos da Zona Ocidental de Lisboa” (Publicada na revista “Transportes em Revista” de Junho/2008, -
Plano De Mobilidade E Transportes De Albufeira Fase 3 – Planos De Ação E Monitorização
Plano de Mobilidade e Transportes de Albufeira Fase 3 – Planos de Ação e Monitorização ÍNDICE 1. NOTA INTRODUTÓRIA ............................................ 11 1.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 11 1.2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO PMT DE ALBUFEIRA .......................................................................... 11 1.3. METODOLOGIA E FASEAMENTO .................................................................................................... 12 1.4. ORGANIZAÇÃO DO PRESENTE RELATÓRIO ....................................................................................... 14 2. PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO ..................................... 15 2.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 15 2.2. OBJETIVO ESPECÍFICO 1 – ARTICULAR A POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E USOS DO SOLO COM O PLANEAMENTO DE TRANSPORTES ................................................................................................. 16 2.2.1. Enquadramento e Linhas de Orientação ......................................................................................................... 16 2.2.2. LO 1.1. – Definir requisitos para a localização de novos polos geradores/atractores de deslocações .................. 17 2.2.3. LO 1.2. – Promover a elaboração de estudos de mobilidade e transportes ....................................................... 19 2.2.4. LO 1.3. -
Estudo Atualizado De Procura E Análise Custo-Benefício Do Satu - Versão Final
ESTUDO ATUALIZADO DE PROCURA E ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO DO SATU - VERSÃO FINAL - Estudo Atualizado de Procura e Análise Custo-Benefício do SATU Índice A. ENQUADRAMENTO GLOBAL............................................................................................................ 1 A.1. ANTECEDENTES DO ESTUDO E OBJETIVOS PRINCIPAIS................................................................................................. 1 A.2. EVOLUÇÃO POTENCIAL DO CORREDOR DO SATU ......................................................................................................... 2 A.3. ANOS HORIZONTE ............................................................................................................................................................ 5 A.4. ORGANIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO ............................................................................................................................... 6 B. DINÂMICAS DE PROCURA E CONSTRUÇÃO DAS MATRIZES DE VIAGENS ..................................... 7 B.1. BREVE ENQUADRAMENTO ................................................................................................................................................ 7 B.2. DEFINIÇÃO DO ZONAMENTO ............................................................................................................................................ 7 B.2.1. Zonamento na envolvente ao SATU ....................................................................................................................... 8 B.2.2. Zonamento na restante -
Plano-Estratégico-SPI.Pdf
PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico PR-04037 fevereiro de 2019 PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DE FERREIRA DO ALENTEJO Diagnóstico Estratégico Sociedade Portuguesa de Inovação PR-04037 | fevereiro de 2019 FERREIRA DO ALENTEJO | PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO ENTREGÁVEL 02. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO FEVEREIRO 2019 Índice de conteúdos 1. Introdução .................................................................................................................... 12 1.1. Apresentação do trabalho .......................................................................................................... 12 1.2. Apresentação do documento ..................................................................................................... 16 2. Caraterísticas e Tendências do Território .................................................................... 20 2.1. Ferreira do Alentejo no Mapa ..................................................................................................... 20 2.1.1. Enquadramento Territorial .................................................................................................. 20 2.1.2. Enquadramento Geoestratégico ........................................................................................ 23 2.1.3. Considerações para o Diagnóstico ................................................................................... 30 2.2. Recursos Naturais e Sustentabilidade Ambiental ..................................................................... -
Do Peti3+ Ao Ferrovia 2020 E O Processo De Decisão Do Plano De Investimentos 2030
DO PETI3+ AO FERROVIA 2020 E O PROCESSO DE DECISÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS 2030 José Carlos Clemente Diretor de Empreendimentos, Infraestruturas de Portugal, S.A. Porto, 25 de outubro de 2018 ÍNDICE 1 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI3+ 2 PLANO FERROVIA 2020 2.1 CORREDOR INTERNACIONAL SUL 2.2 CORREDOR INTERNACIONAL NORTE 2.3 CORREDOR NORTE-SUL 2.4 CORREDORES COMPLEMENTARES 3 PROGRAMA NACIONAL DE INVESTIMENTO 2030 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI 3+ METODOLOGIA O quê Como Pressupostos Ferrovia Fase 1: Diagnóstico e Restrições Mercadorias vs Passageiros Rodovia Fase 2: Metodologia de Priorização Abordagem "seguir o ativo": infraestruturas existentes Portos Fase 3: Priorização de investimentos vs. Aeroportos Fase 4: Recomendações não projetos greenfield infraestruturais Principais restrições Falta de ligação eficiente dos principais Degradação da infraestrutura portos e centros logísticos à Europa Prazo de validade e obsolescência Limitações de Capacidade técnica Bitola, sistemas de sinalização e Deficientes ligações com as alimentação elétrica heterogênea autoestradas e aeroportos Linhas não eletrificadas Restrição de elevada prioridade Restrição de prioridade moderada Limitações no comprimento e peso dos comboios Restrição de baixa prioridade RELATÓRIO Com base no relatório do GT-IEVA, o governo produziu um plano nacional (PETI3 +) que foi enviado à UE e submetido a uma avaliação ambiental estratégica (cumprimento das recomendações ambientais da UE) com um período de consulta pública. Em seguida, parte desses investimentos -
A Linha De Velocidade Elevada (LVE) a Construir Entre Porto E Vigo
Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada PortoGaliza através da Linha de Leixões António Alves 10‐01‐2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de ligar Porto a Vigo em 60 minutos, a facilidade de construção e o baixo custo financeiro. Esta ligação será sempre muitíssimo mais barata que uma solução em túnel e com prazos de construção incomparavelmente menores. António Alves, 10 de Janeiro de 2008 Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto-Galiza através da Linha de Leixões Enquadramento Segundo as propostas tornadas públicas pelo Governo, a Linha de Velocidade Elevada (LVE) a construir entre Porto e Vigo assentará basicamente, pelo menos numa primeira fase, no aproveitamento de parte do actual traçado da Linha do Minho (Porto Campanhã a Nine), Ramal de Braga (Nine a Braga) e na construção de um novo troço entre Braga e Valença. Será construída em bitola1 ibérica (1668 mm), mas o novo troço Braga -Valença será desde já assente em travessas polivalentes a fim de no futuro facilitar a sua migração para a bitola europeia (1435 mm). A linha estará vocacionada para tráfego misto (mercadorias e passageiros); a velocidade de projecto será de 250 km/h de modo a permitir um tempo de percurso na casa dos 60 minutos entre as cidades do Porto e Vigo. Na prática esta linha oferecerá um serviço de passageiros em tudo idêntico ao que é actualmente oferecido na Linha do Norte pelos comboios Alfa Pendular, os quais tecnicamente são Comboios de Velocidade Elevada (CVE). -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ............................................................................................... -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2009 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 2 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 ÍNDICE IDENTIFICAÇÃO DA SOCIEDADE ............................................................................................................................. 4 ÓRGÃOS SOCIAIS ...................................................................................................................................................... 5 ORGANIGRAMA - 2009............................................................................................................................................... 6 GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2009 ............................................................................................................................ 7 SÍNTESE DE INDICADORES....................................................................................................................................... 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................................... 9 I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................... 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO ............................................................................................................. 12 III. APRECIAÇÃO GLOBAL ............................................................................................................................. 12 IV. ANÁLISE SECTORIAL .............................................................................................................................. -
Automotoras Diesel Terminam a Carreira
Portugal FErroviário - os CaMinhos dE FErro na intErnEt Edição n.º 20 | Março dE 2012 AutomotorAs diesel 0600/50 terminAm A cArreirA Índice TrainspoTTer n.º 20 - Março 2012 Redacção • Carlos Loução • João Cunha Editorial 2 • Pedro André • Ricardo Cruz Spotting 3 • Ricardo Ferreira • Ricardo Quinas • Tiago Ferreira Comboio Correio 4 Contribuições para: Spotting 7 [email protected] Endereço: Reportagem http://www.portugalferroviario.net O adeus ao reinado das 0600/50 6 Spotting 15 Comboio Histórico O Passado dos Horários - Zona sul (1992) 16 Spotting 21 Dez anos do fim das 1800 22 Cais de Embarque Viagem pelas Vias Estreitas do Douro - Linha do Tua 24 A Minha Opinião 0604 prestes a despedir-se do Barreiro, Dezembro de 2008. Carlos Loução Sobre as novas paragens 32 Figura do Passado As Tremonhas do ex Lena 34 Estação Terminal 36 1 ediTorial No cruzamento da linha do Minho com a estrada nacional nº204, todos ainda param para ver o comboio passar. Ricardo Ferreira Ricardo Ferreira À distância de um simples clique, eis da sua história, raramente lhes ter todos devemos dar os braços e que surge mais uma publicação da sido consagrado um devido valor, continuar a aclamar pelo nome do Trainspotter. Uma publicação onde, face, naturalmente, à conjectura comboio, em prol de um património mais uma vez, o espalhamento encantadora da ferrovia portuguesa ferroviário nacional mais robusto e fraquejante da época IV do caminho- que lhe fazia frente. fortalecido (por vezes ingloriamente de-ferro domina. Nós, entusiastas e ferroviários, não malbaratado), transmitindo um Foram décadas e décadas onde poderíamos deixar passar esta data testemunho histórico que contribui Portugal nutriu sobre carris um tão simbólica e enfraquecedora directamente para uma admiração comboio mais que fascinante, para o caminho-de-ferro português mais profunda pelo tema e que que movia pequenos e graúdos, e, à semelhança do mês anterior, fará sonhar as futuras gerações. -
Research Report
MARVILA/BEATO RESEARCH REPORT João Carlos Martins João Mourato Institute of Social Sciences University of Lisbon Document produced for the Horizon 2020 project ‘ROCK’. Year: 2018. Status: Final. Disseminaon Level: Public. 1 Contents Figures Graphics Tables Introduction 1 Intervention Area 1.1 ROCK integration on Lisbon: 1998-2018. Between planning and the constructed city. Territorial Management, Strategic Plans. From late 1990’s to contemporary practices. Eastern Waterfront of Lisbon 1.2 ROCK Space, Internal borders, urban frontiers and mobilities 1.2.1 Zone 1: Marvila’s Library and Alfinetes Palace. PRODAC, Quinta do Chale, Cooperative Housing and Palace, Alfinetes and Marques de Abrantes Areas 1.2.2 Zone: 2: Island. Marvila and Beato Island Areas 1.2.3 Zone 3: Harbour. Marvila and Beato Harbour Areas 2 Socioeconomic Outline 2.1 Demographic features: people and families 2.2 Old and New Economic profiles 3. Built Space, Green Spaces and Voids 3.1 Housing Stock: Private and Public Funded Initiatives 3.2 Heritage and Culture related Spaces 3.3 Local Agriculture and Lisbon´s Green Belt. Urban Voids, empty spaces and future perspectives 4. Political and Institutional Outline 4.1 Elected governments and other political groups in Marvila and Beato 4.2 Local based groups. Public Funded initiatives and projects References 2 Figures Figure 1 Soil uses of Chelas Masterplan. Font: Gabinete Técnico da Habitação, CML Figure 2 ROCK Zones and Areas Figure 3: Zone 1 Library and Palace Figure 4: Bairro Chines Graffiti Figure 5: Collective Toilet on Bairro do Chines in the 1960’s. Figure 6: Library and Alfinetes Area Figure 7 Bairro Chines on the 1960’s Figure 8: Bairro Chines today.