Plano De Ação Da Linha De Cintura
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Campus of Av. De Berna
Safety Guidelines 1 Congratulations! You have entered The use of a NOVA FCSH, a place where you will mask is mandatory create unique memories over the next inside the years. campus. 2 The beginning of this new academic year is challenging and unusual, but Keep a safe distance while we want you to feel good and we will moving help you overcome your doubts, con- between floors cerns and uncertainties. and common areas. By unfolding this leaflet you’ll get to 3 know the different areas from our Do not get to campus as well as the services that will your classroom assist you throughout your academic before the path. The leaflet also provides informa- starting time of your class. YOUR NEW HOME tion on the safety guidelines to follow inside our campus (Avenida de Berna). 4 Do not remain in classroom’s lobbies. 5 Avoid gatherings. 6 Connect to Wash or sanitize your hands before and after entering a classroom. fb.com/fcshunl @nova_fcsh @nova_fcsh fcsh.unl.pt 7 Directions Student’s guide Sanitize all school equipment, before and after using it. Academic calendar 8 Avoid Institutional sharing Avenida de Berna, 26-C phone: (+351) 21 790 83 00 e-mail account 1069-061 Lisboa email: [email protected] personal objects. Wi-fi access 9 Always keep Areas and services the same seat in the same Carris Metro classroom. Student’s Union 716, 726, 756 Campo Pequeno Station (Yellow Line) São Sebastião Station 10 TST (Red Line) and more Praça de Espanha Station Follow the rules 160, 161, 190 (Blue Line) and advices from NOVA FCSH Download and read carefully the file embedded in this and DGS. -
Plano De Mobilidade E Transportes De Albufeira Fase 3 – Planos De Ação E Monitorização
Plano de Mobilidade e Transportes de Albufeira Fase 3 – Planos de Ação e Monitorização ÍNDICE 1. NOTA INTRODUTÓRIA ............................................ 11 1.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 11 1.2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DO PMT DE ALBUFEIRA .......................................................................... 11 1.3. METODOLOGIA E FASEAMENTO .................................................................................................... 12 1.4. ORGANIZAÇÃO DO PRESENTE RELATÓRIO ....................................................................................... 14 2. PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO ..................................... 15 2.1. ENQUADRAMENTO .................................................................................................................... 15 2.2. OBJETIVO ESPECÍFICO 1 – ARTICULAR A POLÍTICA DE ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E USOS DO SOLO COM O PLANEAMENTO DE TRANSPORTES ................................................................................................. 16 2.2.1. Enquadramento e Linhas de Orientação ......................................................................................................... 16 2.2.2. LO 1.1. – Definir requisitos para a localização de novos polos geradores/atractores de deslocações .................. 17 2.2.3. LO 1.2. – Promover a elaboração de estudos de mobilidade e transportes ....................................................... 19 2.2.4. LO 1.3. -
Estudo Atualizado De Procura E Análise Custo-Benefício Do Satu - Versão Final
ESTUDO ATUALIZADO DE PROCURA E ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO DO SATU - VERSÃO FINAL - Estudo Atualizado de Procura e Análise Custo-Benefício do SATU Índice A. ENQUADRAMENTO GLOBAL............................................................................................................ 1 A.1. ANTECEDENTES DO ESTUDO E OBJETIVOS PRINCIPAIS................................................................................................. 1 A.2. EVOLUÇÃO POTENCIAL DO CORREDOR DO SATU ......................................................................................................... 2 A.3. ANOS HORIZONTE ............................................................................................................................................................ 5 A.4. ORGANIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO ............................................................................................................................... 6 B. DINÂMICAS DE PROCURA E CONSTRUÇÃO DAS MATRIZES DE VIAGENS ..................................... 7 B.1. BREVE ENQUADRAMENTO ................................................................................................................................................ 7 B.2. DEFINIÇÃO DO ZONAMENTO ............................................................................................................................................ 7 B.2.1. Zonamento na envolvente ao SATU ....................................................................................................................... 8 B.2.2. Zonamento na restante -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ............................................................................................... -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
O Transporte Ferroviário De Passageiros E De Mercadorias
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE MERCADORIAS Manuel Seabra Pereira Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Para reflexão • Quais as mudanças que o sistema ferroviário (SF) enfrenta • Quais as implicações: – Tecnológicas, demográficas, estruturais, legais e financeiras e no domínio regulatório • Identificar aspectos de: – Atractividade, custos, segurança – O comboio é um modo de transporte fiável, ambientalmente limpo e competitivo, • Sector mais ágil e competitivo – Implementação de novos enquadramentos legais, económicos e financeiros • Desenvolver conhecimento, aptidões e competências investindo em: – Investigação e desenvolvimento – Actualização tecnológica • Novos talentos e pessoal qualificado com ambições para enfrentar os desafios do SF. Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 2 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Indicadores • Declives – Passageiros < 30 m/km – Mercadoria 12 – 18 m/km • Massa/passageiro – Inter-cidades 1000 kg/pass – Suburbano 240 kg/pass • Cargas por eixo 22.5 - 30 t • Reperfilagem de rodados 0.2-1.0 x106 km • Velocidade de detecção de defeitos 40-80 km/h • Ruído exterior (25 m) 90 dBA • Ruído interior 65 dBA • Crashworthiness: Energia absorvida na frente 5 MJ • Custos – Metro 4.5 M€ – LRV 2.5 M€ – Locomotivas 4 M€ – Nova linha convencional 3 M€/km – Reconversão bitola ibérica p/ bitola europeia .45 M€/km Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 3 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Pontos fortes do SF 1. Mais eficiente energéticamente e o mais amigo do ambiente – Um passageiro a viajar num comboio gasta 3 a 10 vezes menos combustivel por km que um passageiro no sistema rodoviário 2. -
Oeiras: Ainda Há Quem Queira Ressuscitar Osatu Sistema De Transporte Acumulou Prejuízos E Não Passageiros
2 Oeiras: ainda há quem queira ressuscitar oSATU Sistema de transporte acumulou prejuízos e não passageiros. Hoje está ao abandono. P Mobilidade Oeiras: fim da linha paraoSATU? PlBa2l Fim da linha para o SATU? O SATU é uma obra do regime autárquico de Isaltino Morais, que trouxe para Paço de Arcos, Oeiras, um sistema de transporte que viu em Sydney. Acumulou prejuízos em vez de passageiros (mais de 40 milhões de euros) e fechou. Está ao abandono há três anos, mas há quem queira ressuscitá-10, como o grupo que hoje sai à rua para o defender Por Inês Ameixa c Ruben Martins texto ejoão Catarino ilustração "^B u não desisti de SATU transporte pode não ser exactamente como U^^f^™I nenhum". A garantia era, isto porque o grupo de trabalho criado pela I * édo presidente da autarquia vai estudar "outras hipóteses", que Câmara de Oeiras, podem passar por "um eléctrico rápido". L^^ de actual ¦^^^ Isaltino Morais, que nu- A ideia do SATU surgiu depois o ¦ .ma entrevista recente presidente da Câmara Municipal de Oeiras ter I ã ao PÚBLICO anunciou viajado até Sydney, onde conheceu o Sydney cá i^^^^^^B que o sistema de trans- Monorail, a inspiração que por prometia melhorar mobilidade no interior do conce- porte que apadrinhou há mais de dez anos pode a residentes trabalha vir a ser reactivado. Certo é que o projecto de lho para e para quem nos A obra foi mobilidade "do futuro" em Oeiras está preso a parques tecnológicos aí localizados. Isaltino Morais um passado de prejuízos. O SATU - acrónimo pensada por para ligar Paço de Sistema Automático de Transporte Urbano de Arcos, na Linha de Cascais, ao Cacem, na Linha de Sintra. -
Impacto Da Construção Ferroviária Sobre a Cidade De Lisboa
Impacto da construção ferroviária sobre a cidade de Lisboa Magda Pinheiro- CEHCP-ISCTE Em 1856, quando o primeiro troço de caminho de ferro é inaugurado em Portugal, do plano de construção de estradas de 1842/1843 apenas algumas centenas de quilómetros estavam concluídas. No entanto Lisboa estava situada na foz do maior rio navegável do País e, como mais importante porto nacional, estava ligada por barco a vapor à sua segunda maior cidade, o Porto. Ao Norte Viana do Castelo, no centro Figueira Foz, ao Sul Setúbal e os vários portos do Algarve punham a capital em contacto com o litoral e com as zonas servidas por transportes fluviais. Estas circunstâncias geográficas explicam em parte que os primeiros projectos de construção ferroviária tivessem por objectivo uma ligação com a fronteira de Espanha. Ao analisar a rede ferroviária portuguesa é-se inevitavelmente levado a concluir que a sua construção contribuiu, a partir dos anos sessenta do século XIX, para aumentar o fosso entre a velocidade de crescimento demográfico do País e a da sua capital1. A rede ferroviária, construída após 1853, tem o seu ponto de partida em Lisboa e em menor medida no Porto, desenvolvendo-se por ramificação. Esta forma arborescente facilita as trocas entre Lisboa e os diversos pontos do interior ao mesmo tempo que mantém as dificuldades de comunicação entre as diversas zonas situadas longe da plataforma costeira. Em termos de crescimento económico poder-se-à ainda considerar relevante o facto de, em 1897, o preço da condução das mercadorias e passageiros desde as sedes de concelho até às estações ferroviárias ser ainda muito elevado, exprimindo a baixa densidade de caminhos de ferro e a permanência de um défice na construção de estradas2 . -
Boletim Do Trabalho E Emprego 13/2012
Conselho Económico e Social 1082 Regulamentação do trabalho 1104 Propriedade Organizações do trabalho 1105 Ministério do Trabalho Informação sobre trabalho e emprego 1158 e da Solidariedade Social Edição Gabinete de Estratégia e Planeamento N.o Vol. Pág. 2012 Centro de Informação 13 79 1079-1164 8 abril e Documentação ÍNDICE Conselho Económico e Social: Arbitragem para definição de serviços mínimos: — Greve na Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S. A. (CARRIS), das 22 horas de 1 de fevereiro até 3 de fevereiro de 2012. 1082 — Greve na Sociedade de Transportes Coletivos do Porto, S. A. (STCP), entre as 23 horas de 1 de fevereiro e as 2 horas de 3 de fevereiro de 2012. 1084 — Greve na CP Carga — Logística e Transportes Ferroviários de Mercadorias, S. A., e na CP Comboios de Portugal, E. P. E., de 1 a 29 de fevereiro de 2012 e na CP Carga — Logística e Transportes Ferroviários de Mercadorias, S. A., e na CP Comboios de Portugal, E. P. E., no dia 2 de fevereiro de 2012, incluindo os turnos com início no dia 1 ou termo no dia 3 de fevereiro . 1085 — Greve na CP Carga — Logística e Transportes Ferroviários de Mercadorias, S. A., e na CP Comboios de Portugal, E. P. E., de 1 a 29 de fevereiro de 2012 e na CP Carga — Logística e Transportes Ferroviários de Mercadorias, S. A., e na CP Comboios de Portugal, E. P. E., no dia 2 de fevereiro de 2012, incluindo os turnos com início no dia 1 ou termo no dia 3 de fevereiro — Retificação . -
A Linha Do Douro: Importância No Plano Económico E Demográfico Da Região Duriense
Nuno André Cerqueira Esteves A Linha do Douro: Importância no plano económico e demográfico da região duriense Relatório final de Estágio pedagógico no Mestrado de Ensino em História e Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Secundário , orientada pelo Doutor António Campar de Almeida e coorientada pelo Doutor Fernando Taveira da Fonseca, apresentado à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 2013 1 Faculdade de Letras A Linha do Douro - importância no plano económico e demográfico da Região Duriense Relatório Final de Estágio Pedagógico em Ensino de História e de Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário Ficha Técnica: Tipo de trabalho Relatório de estágio pedagógico Título A Linha do Douro: Importância no plano económico e demográfico da Região Duriense. Autor Nuno André Cerqueira Esteves Orientador António Campar de Almeida Coorientador Fernando Taveira da Fonseca Júri Presidente: Doutor João Paulo Cabral de Almeida Avelãs Nunes Vogais: 1. Doutora Irene Maria de Montezuma de Carvalho Mendes Vaquinhas 2. Doutor Paulo Manuel de Carvalho Tomás 3. Doutor António Campar de Almeida Identificação do Curso 2º Ciclo em Ensino de História e Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Secundário Área científica História Especialidade/Ramo Geografia Data da defesa 22-10-2013 Classificação 16 valores 2 Dedicatória Á minha avó Angelina por ter rezado por mim até à sua partida e ao avô e avó Cerqueira por me terem criado e ensinado os valores da vida. 3 Agradecimentos Aos meus Orientadores da Faculdade de Letras, Professor António Campar de Almeida e o Professor Doutor Fernando Taveira da Fonseca. -
Master's Degree in Tourism and Communication
Master’s Degree in Tourism and Communication Project Portugal for Chinese Tourists, an e-guide Li Xiaoxiao October 2019 I Mestrado em Turismo e Comunicação Projeto Portugal para turistas chineses - Um guia eletrónico Li Xiaoxiao Outubro 2019 II Master’s Degree in Tourism and Communication Project Portugal for Chinese Tourists, an e-guide Li Xiaoxiao Supervisors: Professora Doutora Maria de Lurdes Calisto Professora Doutora Cândida Cadavez Project presented for the award of the Master’s Degree in Tourism and Communication from the Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (Estoril Higher Institute for Tourism and Hotel Studies) October 2019 III Mestrado em Turismo e Comunicação Projeto Portugal para turistas chineses - Um guia eletrónico Li Xiaoxiao Orientadoras: Professora Doutora Maria de Lurdes Calisto Professora Doutora Cândida Cadavez Projeto apresentado à Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril para a obtenção do Grau de Mestre em Turismo e Comunicação. Outubro 2019 IV ACKNOWLEDGMENTS I would first like to thank my project advisor Professora Doutora Maria de Lurdes Calisto of the ESHTE. The door to Prof. Doutora Maria de Lurdes Calisto office was always open whenever I ran into a trouble spot or had a question about my research or writing. She consistently allowed this paper to be my own work but steered me in the right the direction whenever he thought I needed it. I would also like to acknowledge Professora Doutora Cândida Cadavez of ESHTE as another supervisor of this project, and I am gratefully indebted to her for her very valuable comments on this work. I would also like to thank the experts who were involved in the validation survey for this research project. -
TEMA 10 - Acessibilidades, Transportes E Mobilidade
Câmara Municipal de Sintra TEMA 10 - Acessibilidades, Transportes e Mobilidade Relatório de Caracterização e Diagnóstico do Concelho de Sintra Gabi nete do Plano Diretor Municipal Outubro 2014 Relatório de Caracterização e Diagnóstico do Concelho de Sintra FICHA TÉCNICA GPDM - GABINETE DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL DE SINTRA Álvaro Terezo, Geólogo Emília Santos, Eng.ª do Território (Coordenação do Tema) Isabel Henriques, Socióloga Manuel Espada, Urbanista Rui Colaço, Eng. do Território Sónia Barreira, Geógrafa Tiago Trigueiros, Arq. Urbanista DTMU - DIVISÃO DE TRÂNSITO E MOBILIDADE URBANA Rute Damião, Eng.ª do Território GPDM 1 Relatório de Caracterização e Diagnóstico do Concelho de Sintra INDICE GERAL CAPÍTULO 1 ......................................................................................................................................................... 12 REDE RODOVIÁRIA ......................................................................................................................................... 12 1.1 INTRODUÇÃO À CLASSIFICAÇÃO DA REDE RODOVIÁRIA NACIONAL ........................................... 12 1.1.1 NOVO MODELO DE CONCESSÕES - CONCESSIONÁRIAS A ATUAR NO CONCELHO ........... 13 1.2 VIAS DO PLANO RODOVIÁRIO NACIONAL QUE ATRAVESSAM O CONCELHO DE SINTRA ......... 16 1.3 REDE A DESCLASSIFICAR E DESCLASSIFICADA ............................................................................. 19 1.4 REDE MUNICIPAL ................................................................................................................................