Cultura Botafoguense & Amapafogo
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Universidade Federal Do Ceará Centro De Humanidades Departamento De Letras Programa De Pós-Graduação Em Letras
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE HUMANIDADES DEPARTAMENTO DE LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS JOHNY PAIVA FREITAS A NARRATIVA DA MEMÓRIA SOBRE A DITADURA CIVIL-MILITAR NO BRASIL EM TROPICAL SOL DA LIBERDADE, DE ANA MARIA MACHADO. FORTALEZA 2021 JOHNY PAIVA FREITAS A NARRATIVA DA MEMÓRIA SOBRE A DITADURA CIVIL-MILITAR NO BRASIL EM TROPICAL SOL DA LIBERDADE, DE ANA MARIA MACHADO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará, como requisito parcial à obtenção do título de mestre em Letras. Área de concentração: Literatura Comparada. Orientador: Prof. Dr. Geraldo Augusto Fernandes. Co-orientadora: Prof. Drª. Ana Rita Fonteles Duarte. FORTALEZA 2021 JOHNY PAIVA FREITAS A NARRATIVA DA MEMÓRIA SOBRE A DITADURA CIVIL-MILITAR NO BRASIL EM TROPICAL SOL DA LIBERDADE, DE ANA MARIA MACHADO. Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Letras. Área de concentração: Literatura Comparada. Aprovada em: 26/01/2021. BANCA EXAMINADORA ________________________________________ Prof. Dr. Geraldo Augusto Fernandes (Orientador) Universidade Federal do Ceará (UFC) ________________________________________ Profª. Drª. Ana Rita Fonteles Duarte (Coorientadora) Universidade Federal do Ceará (UFC) _________________________________________ Prof. Drª. Eurídice Figueiredo Universidade Federal Fluminense (UFF) _________________________________________ Prof. Drª. Ana Márcia Alves Siqueira Universidade Federal do Ceará (UFC) Aos dois seres que fizeram do amor um ato de criação: Maria e João (meus pais). AGRADECIMENTOS Às forças divinas que me guiaram até aqui. À autora Ana Maria Machado por ter me acolhido como leitor em seu universo de fabulação. Aos meus pais, Maria e João, que sempre acreditaram em mim e me ensinaram que amar é um gesto de doação, de mergulho no coração do outro. -
DO PROIBICIONISMO À REDUÇAO DE DANOS E SEUS REFLEXOS NAS POLÍTICAS LOCAIS Sergio Do Nascimento Silva Trad
A TRAJECTÓRIA DA PREVANÇAO ÀS DROGAS NO BRASIL: DO PROIBICIONISMO À REDUÇAO DE DANOS E SEUS REFLEXOS NAS POLÍTICAS LOCAIS Sergio do Nascimento Silva Trad ISBN: Dipòsit Legal: T.1233-2011 ADVERTIMENT. La consulta d’aquesta tesi queda condicionada a l’acceptació de les següents condicions d'ús: La difusió d’aquesta tesi per mitjà del servei TDX (www.tesisenxarxa.net) ha estat autoritzada pels titulars dels drets de propietat intel·lectual únicament per a usos privats emmarcats en activitats d’investigació i docència. No s’autoritza la seva reproducció amb finalitats de lucre ni la seva difusió i posada a disposició des d’un lloc aliè al servei TDX. No s’autoritza la presentació del seu contingut en una finestra o marc aliè a TDX (framing). Aquesta reserva de drets afecta tant al resum de presentació de la tesi com als seus continguts. En la utilització o cita de parts de la tesi és obligat indicar el nom de la persona autora. ADVERTENCIA. La consulta de esta tesis queda condicionada a la aceptación de las siguientes condiciones de uso: La difusión de esta tesis por medio del servicio TDR (www.tesisenred.net) ha sido autorizada por los titulares de los derechos de propiedad intelectual únicamente para usos privados enmarcados en actividades de investigación y docencia. No se autoriza su reproducción con finalidades de lucro ni su difusión y puesta a disposición desde un sitio ajeno al servicio TDR. No se autoriza la presentación de su contenido en una ventana o marco ajeno a TDR (framing). Esta reserva de derechos afecta tanto al resumen de presentación de la tesis como a sus contenidos. -
Zuenir Ventura, Jornalismo E Testemunhos: Interpretações Da Cultura
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES FELIPE QUINTINO Zuenir Ventura, jornalismo e testemunhos: interpretações da cultura São Paulo 2017 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES FELIPE QUINTINO Zuenir Ventura, jornalismo e testemunhos: interpretações da cultura Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade de São Paulo, como exigência para obtenção do título de doutor em Ciências da Comunicação. Área de Concentração: Teoria e Pesquisa em Comunicação Orientador: Profa. Dra. Sandra Reimão São Paulo 2017 FELIPE QUINTINO Zuenir Ventura, jornalismo e testemunhos: interpretações da cultura Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade de São Paulo, como exigência para obtenção do título de doutor em Ciências da Comunicação. Data de defesa: ___ /___ /___ Banca examinadora: Prof. Dr. ____________________________________________________ Instituição: ___________________Assinatura: _____________________ Prof. Dr. ____________________________________________________ Instituição: ___________________Assinatura: _____________________ Prof. Dr. ____________________________________________________ Instituição: ___________________Assinatura: ______________________ Prof. Dr. ____________________________________________________ Instituição: ___________________Assinatura: _____________________ Prof. Dr. ____________________________________________________ Instituição: ___________________Assinatura: _____________________ Aos meus pais, Adriano -
ESTADOS UNIDOS DO BRASIL (Decreto N
ESTADOS UNIDOS DO BRASIL (Decreto n. 21.076, de 24 de fevereiro de 1932) ANNO III RIO DE JANEIRO, 24 DE AGOSTO DE 1934 N. 82 SUMMARIO Processo n. 717 I — Jurisprudência do Tribunal Superior: Consulta Processo n. 702 - - Território do Acre. Natureza do processo — Território do Acre — Sobre se o Processo n. 717- T. R. pode praticar os actos quo o juiz eleitoral es - Território do Acre. II — Tribunal Regional dc Jnsileii Bleitoral do Dlstricto tava impedido de praticar, visto estar afastado das Federal: funeções de juiz de direito. :itaes e avisos. Juiz relator — O Sr. Dr. João C. da Roclia Cabral. Quando, na applicaç.ão do disposto nos arts. 128, paragrapko único do Có• RIBUNAL SUPERIOR DE JUSTIÇA digo e 16, n. 19) do Reg. dos Tribunaes Regionaes e Io, parographo único do ELEITORAL Regimento Geral, forem os pedidos dc qualificação enviados ao juiz eleitoral da zona mais próxima, para despacho, JURISPRUDÊNCIA uma vez- despachados por este juiz, os autos devem ser devolvidos para a co Processo n. 702 marca ou termo dc origem, afim dc Consulta ser feita a publicação da lista de que trata o § 4o do art. 14 do Reg. Geral, Eaiuvoza do prorrsso — Território dó Acre — Sobre se tem assim como para os cffeitos da entrega cabimento uma diligencia requerida pelo procurador re dos mesmos autos, aos respectivos re gional para apurar se houve, ou não, causa para o afas querentes, tamento do desembargador Souza Ramos. Juiz relator — O Sr. Dr. Monteiro de Sales. ACCORDÃO Não se toma conhecimento da Vistos, examinados e relatados estes autos de matéria cuja decisão importa em pre- julgamento do recurso, que por ven consulta vinda do Território do Acre, dclles consta tura seja interposto contra a 'resolu que o vice-presidente em exercício do Tribunal Re ção ou acto do Tribunal "a quo". -
Ordem Do Mérito Aeronáutico Relação De Agraciados
ORDEM DO MÉRITO AERONÁUTICO RELAÇÃO DE AGRACIADOS (Atualizada até novembro de 2015) QUALIFICAÇÃO NOME GRAU DECRETO PORTARIA SO QSS BET Abcélvio Rodrigues Cavaleiro 17/10/2002 Gen Ex Abdias da Costa Ramos Grande-Oficial 23/09/1993 Gen Div Abdon Sena Grande-Oficial 29/09/1971 Maj Av Abdon Vargas Soto Oficial 13/03/1950 Senhor Abel da Costa Vale Neto Cavaleiro 2.753/MD 22/10/14 Cel Ex Abel Machado Oficial 25/09/1981 Senhor Abel Pereira Leite Cavaleiro 17/09/1980 Ten Cel Av Abel Romero Oficial 30/10/1950 1º Ten Av Abelardo de Almeida e Albuquerque Cavaleiro 22/10/1948 General-de-Brigada Abelardo Prisco de Souza Júnior Comendador 06/09/2004 CMG Abelardo Romano Milanez Oficial 17/10/1966 Superintendente da INFRAERO (RJ) Abibe Ferreira Junior Oficial 2.818/MD 22/10/12 Engenheiro Abilio Augusto Real Biato Cavaleiro 2.267/MD 21/10/2015 Senhor Abílio José Mendes Gomes Cavaleiro 21/10/2011 Senhor Abílio Ribeiro de Oliveira Oficial 20/09/2006 Doutor Abner Brígido Costa Grande-Oficial 17/09/1980 Coronel-de-Engenharia Abner Gonçalves de Magalhães Oficial 21/10/2011 Cel Av Abner Medeiros Correia Oficial 26/09/2001 Comandante Abraham Namihas Marin Oficial 17/10/1983 Astrónomo Abrahão de Moraes Grande-Oficial 07/10/1968 SO QSS BEV Abrahão Nascimento dos Santos Cavaleiro 26/09/2001 Senhor Abram Szajman Grande-Oficial 26/09/2000 Senhor Achiles Hipólyto Garcia Comendador 13/10/1969 Gen Bda Achilles Furlan Neto Comendador 20/10/2015 Gen Div (Med) Achilles Paulo Galloti Grande-Oficial 17/10/1960 Senhor Acir Luiz de Almeida Padilha Cavaleiro 25/09/1979 Senador -
Vaniucha De Moraes a Elite Dos Jornalistas Brasileiros
VANIUCHA DE MORAES A ELITE DOS JORNALISTAS BRASILEIROS Estratégias de legitimação e simbolização entre o período ditatorial e os anos pós-redemocratização Tese submetida ao Programa de Pós- Graduação em Sociologia Política da Universidade Federal de Santa Catarina para obtenção do grau de doutora em Sociologia Política Orientador: Prof. Dr. Alexandre Bergamo Idargo Área de Concentração: Representações Sociais e Produções Simbólicas FLORIANÓPOLIS 2017 Ao Nino. AGRADECIMENTOS Agradeço a todas as pessoas que colaboraram para realização dessa pesquisa. Meu orientador, Alexandre Bergamo, agradeço por me encorajar a pensar com independência, desmistificar padrões e ousar na pesquisa e na reflexão. Agradeço à generosidade intelectual dos professores Ernesto Seidl, Letícia Nedel e Jacques Mick que gentilmente leram meus textos e instigaram questões fundamentais. Agradeço aos colegas do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política, cada um deles foi importante ao longo do percurso. Aos jornalistas que conheci enquanto realizava essa pesquisa, especialmente os que se predispuseram a dar entrevistas, Mylton Severiano (Myltainho, querido e saudoso amigo), Carlos Azevedo, José Hamilton Ribeiro, Renato Tapajós e Bernardo Kucinski. O que procuraste em ti ou fora de teu ser restrito e nunca se mostrou, mesmo afetando dar-se ou se rendendo, e a cada instante mais se retraindo, olha, repara, ausculta: essa riqueza sobrante a toda pérola, essa ciência sublime e formidável, mas hermética, essa total explicação da vida, esse nexo primeiro e singular que nem concebes mais, pois tão esquivo se revelou ante a pesquisa ardente em que te consumiste... vê, contempla, abre teu peito para agasalhá-lo. Carlos Drummond de Andrade, A Máquina do Mundo, 1951. -
Revista Brasileira 102 Internet.Pdf
Revista Brasileira FASE IX • JANEIRO-FEVEREIRO-MARÇO 2020 • ANO III • N.° 102 ACADEMIA BRASILEIRA REVISTA BRASILEIRA DE LETRAS 2020 D IRETORIA D IRETOR Presidente: Marco Lucchesi Cicero Sandroni Secretário-Geral: Merval Pereira C ONSELHO E D ITORIAL Primeiro-Secretário: Antônio Torres Arnaldo Niskier Segundo-Secretário: Edmar Bacha Merval Pereira Tesoureiro: José Murilo de Carvalho João Almino C O M ISSÃO D E P UBLI C AÇÕES M E M BROS E FETIVOS Alfredo Bosi Affonso Arinos de Mello Franco, Antonio Carlos Secchin Alberto da Costa e Silva, Alberto Evaldo Cabral de Mello Venancio Filho, Alfredo Bosi, P RO D UÇÃO E D ITORIAL Ana Maria Machado, Antonio Carlos Secchin, Antonio Cicero, Antônio Torres, Monique Cordeiro Figueiredo Mendes Arnaldo Niskier, Arno Wehling, Carlos R EVISÃO Diegues, Candido Mendes de Almeida, Vania Maria da Cunha Martins Santos Carlos Nejar, Celso Lafer, Cicero Sandroni, P ROJETO G RÁFI C O Cleonice Serôa da Motta Berardinelli, Victor Burton Domicio Proença Filho, Edmar Lisboa Bacha, E D ITORAÇÃO E LETRÔNI C A Evaldo Cabral de Mello, Evanildo Cavalcante Estúdio Castellani Bechara, Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Carneiro, Geraldo Holanda ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS Cavalcanti, Ignácio de Loyola Brandão, João Av. Presidente Wilson, 203 – 4.o andar Almino, Joaquim Falcão, José Murilo de Rio de Janeiro – RJ – CEP 20030-021 Carvalho, José Sarney, Lygia Fagundes Telles, Telefones: Geral: (0xx21) 3974-2500 Marco Lucchesi, Marco Maciel, Marcos Setor de Publicações: (0xx21) 3974-2525 Vinicios Vilaça, Merval Pereira, Murilo Melo Fax: (0xx21) 2220-6695 Filho, Nélida Piñon, Paulo Coelho, Rosiska E-mail: [email protected] Darcy de Oliveira, Sergio Paulo Rouanet, site: http://www.academia.org.br Tarcísio Padilha, Zuenir Ventura. -
O Globo Repórter Dos Anos 70
Departamento de Comunicação EXPERIÊNCIAS AUDIOVISUAIS ENTRE A TELEVISÃO E O CINEMA: O GLOBO REPÓRTER DOS ANOS 70 Aluno: Caíque Mello Orientadora: Andréa França Introdução Globo Repórter Quando eu fui fazer o , o que me chamou a ção era que eu poderia fazer imagem. O Globo Repórter aten às 11 da noite. A censura acabava às 10. Às onze da noite, a era censura era muito mais preocupada com o texto do locutor. Ela ão percebia que existia a imagem n ... E eu saquei isso de cara e passei a me dedicar a fazer imagem. Walter Lima Junior Globo Repórter é o único programa televisivo, de origem documental, que está no ar O é hoje. Surgiu no período mais repressivo do regime militar, nos anos 70, sobrevi à at vendo údo mais preocupada c ditadura e se adequando sobretudo a uma censura de conte om íveis provocações e críticas políticas do que com questões ligadas aos procedimentos de poss ístico de enorme sucesso de público e de crítica linguagem. Tratava-se de um programa jornal às 23 horas, dando continuidade a que estreou em 04 de abril de 1973, o seu precursor, o Globo-Shell Especial érie de documentários que entrou no ar pela primeira vez em 14 , uma s ém no horário das 23 horas. Os altos índices de audiência de de novembro de 1971, tamb Globo Repórter iriam fazer com que, um ano depois, em setembro de 1974, o programa ário nobre, às 21 horas, entre a novela das oito e a das dez. passesse a ocupar o hor ícula, já no início dos anos 80 o programa começaria a ser feito Inicialmente filmado em pel ídeo, uma alternativa mais barata e mais rápida dentr ção e edição em v o do processo de grava das imagens. -
2009 - Revista 1 2017 2.Indd 1 19/12/2017 10:37:56 2009 - Revista 1 2017 2.Indd 2 19/12/2017 10:38:28 Revista Da Academia Mineira De Letras
2009 - Revista 1 2017 2.indd 1 19/12/2017 10:37:56 2009 - Revista 1 2017 2.indd 2 19/12/2017 10:38:28 Revista da Academia Mineira de Letras ANO 97º – VOLU ME LXXVII – 2017 2009 - Revista 1 2017 2.indd 3 19/12/2017 10:38:28 Ficha Catalográ¿ ca Revista da Academia Mineira de Letras – Ano 96° – volume LXXVI Revista da Academia Mineira de Letras/Academia Mineira de Letras / V. LXXVI/ 2016. Belo Horizonte: Academia Mineira de Letras, 2016. Fundada em 1922 ISSN 1982-6680 l. Literatura – Periódico. 2. Obras Literárias I. Academia Mineira de Letras REVISTA DA ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS Publicação trimestral Diretora: Elizabeth Rennó Editor: Manoel Hygino dos Santos Revisão: Pedro Sérgio Lozar Digitação: Marília Moura Guilherme Capa: Liu Lopes Diagramação: Gilson dos Santos Costa Impressão: Parque Grá¿ co da Companhia de Tecnologia da Informação de Mi- nas Gerais - Prodemge 2009 - Revista 1 2017 2.indd 4 19/12/2017 10:38:29 OBSERVAÇÃO Apresentamos um novo número de nossa Revista, depois de um longo hia- to. Este se deveu a profundas transformações na estrutura e no funcionamento da Imprensa O¿ cial, como estabelecido na Lei Estadual 22.285/2016. A partir da presente edição, estaremos operando ao lado da Prodemge, que será a nossa par- ceira, nos termos ajustados com a Secretaria de Estado de Casa Civil e Relações Institucionais – Secri. No ensejo, cabe transmitir agradecimentos aos que cooperaram para êxito dos entendimentos havidos no período de transição, especialmente ao confrade Angelo Oswaldo, que tanto ajudou nas gestões com a Casa Civil-IO e Prodemge. -
Em Que a Globo Era Pobre Trinta Anos Atrás, Agiotas De Plantão E O Baú De Sílvio Santos Eram a Salvaçã O EXCLUSIVO
04,0 I so 04, kt IMPRENSA A sci ¥¥¥ 9¥ ¥ Editorial Ano VIII Maio 9 5 O JORNALISMO DA COMUNICAÇÃ O N° 92 R$ 4,00 f No tempo em que a Globo era pobre Trinta anos atrás, agiotas de plantão e o Baú de Sílvio Santos eram a salvaçã o EXCLUSIVO Alberico de Souza Cruz, diretor d e jornalismo da Globo Alberico rompe o silênci o O homem mais poderos o da mídia analisa a imprensa e o jornalismo de TV Leia o nosso time de colunistas •Alberto Dines • Carlos Lemos •Armando Nogueira • Josué Machado •Augusto Nunes • Lucas Mendes • Carlos Brickmann • Moacir Japiassu • Carlos Eduardo • Roberto Drummond Lins da Silva • Washington Novaes Capa 0 C7 - 1965: a Globo chama Walter Clark, que logo depois... ... chama Boni. Começa a revolução na televisã o A Globo, 30 anos atrás Os tempos bicudos do começo, quando o dinheiro era curto até para pagamento de salários e cachês porWalter Silva Conta a lenda que Roberto Paulo, quando trabalhava na Folha. o furioso João Calmon, presidente da s Marinho, no início da TV Para falar a verdade eles nem sabia m Emissoras Associadas, que via naquel e Globo, chegou a ser barra- direito o que fazer com aquela concessã o convênio um ato de lesa-pátria; e cada pro- L\lll 13 do pelo porteiro da emisso- dada pelo governo para explorar uma nunciamento seu ameaçava abalar o pres- 0 ra, que não o conhecia. Não emissora de televisão . De rádio, eles en- tígio já então adquirido pelos Marinho e deve ser de todo mentira, uma ve z tendiam. -
Rede Jim Final.Indd
1969 a 1970 Janelas do Tempo Orgs. Álvaro Nunes Larangeira Christina Ferraz Musse Cláudia de Albuquerque Thomé Denise Tavares Juremir Machado da Silva Renata Rezende Ribeiro SELO PESQUISA EM COMUNICAÇÃO E SOCIEDADE Conselho Editorial Christina Ferraz Musse (UFJF) Claudia de Albuquerque Thomé (UFJF) Paulo Roberto Figueira Leal (UFJF) Wedencley Alves Santana (UFJF) Maria Immacolata Vassalo de Lopes (USP) Mirian Nogueira Tavares (Universidade do Algarve) Sallie Hughes (Universidade de Miami) Comissão Editorial Gabriela Borges Martins Caravela Sonia Virgínia Moreira Iluska Maria da Silva Coutinho Programa de Pós-Graduação em Comunicação Faculdade de Comunicação Universidade Federal de Juiz de Fora Campus Universitário, Bairro São Pedro CEP 36.036-330 – Juiz de Fora – Minas Gerais www.ufjf.br/ppgcom Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPQ Copyright © Autores, 2020 Copyright © Editora UFJF, 2020 Copyright © Editora Meridional, 2020 Projeto gráfico e capa Carlos Eduardo Nunes e Eutália Ramos Editoração Estela Loth Costa, Eutália Ramos e Niura Fernanda Souza Revisão Caroline Mello, Gustavo Teixeira de Faria Pereira e Julia Fagioli Assistente editorial Talita Magnolo Bibliotecária responsável: Denise Mari de Andrade Souza CRB 10/960 M637 1969-1970: janelas do tempo [livro digital] / organizado por Álvaro Nunes Larangeira...[et al.]. -- Porto Alegre: Sulina; Juiz de Fora: UFJF, 2020. 441 p.; E-book. ISBN: 978-65-5759-023-1 1. Sociologia da Comunicação. -
IHU On-Line 184ª Edição
Futebol: mística, identidade e comércio Leia nesta edição Editorial pg. 2 Tema de capa Entrevistas Reinaldo Olécio AguiarAguiar:::: Esporte, magia e religião pg. 3 Arlei Sander DamoDamo:: Um campo de guerra pg. 7 Roberto DaMattaDaMatta:: Ritual, drama e jogo pg. 101010 Edison Luis GastaldoGastaldo:::: Negros jogam, brancos assistem pg. 121212 Simoni Lahud Guedes: Futebol e sentimento de nacionalidade pg. 171717 Rogério Delanhesi: Paixão que une colorados e gremistas pg. 191919 Destaques da semana Entrevistas da Semana: Gilles LipovetskyLipovetsky:::: O hedonismo fraturado pg. 23 Luiz Eduardo CheidaCheida:::: Araucária: um referencial histórico e geográfico pg. 28 Artigo da Semana: Cristovam BuarqueBuarque:::: Paixão nacional pg. 30 Deu nos jornais: pg. 32 Frases da Semana: pg. 34 Destaques On-Line: pg. 36 IHU ONLINE • WWW.UWWW.UNISINOS.BRNISINOS.BR /IHU 1 SÃO LEOPOLDO, 12 DE JUNHO DE 2006 IHU em revista Eventos pg. 39 IHU Repórter pg. 52 Errata pg. 55 Editorial O futebol, longamente desprezado pela pesquisa, vai se tornando um apaixonado objeto de estudo para diferentes áreas do saber. Do dribling game dos colégios britânicos da metade do século XIX até a grande celebração da Copa do Mundo, o futebol, por sua simplicidade, se universalizou a tal ponto, como constata a última edição da revista francesa Autrement, que a FIFA conta com mais membros que a ONU. Saído da burguesia, o futebol perpassa todas as classes sociais graças a seus valores coletivos. Espelho de uma nação, de uma cidade, de um bairro, ele revela a identidade, a alteridade e os estereótipos que lhe são associados. Movido pela mística ele é, cada vez mais, submetido às leis do mercado.