Alguma Bricolage Sobre Arte Em Lévi-Strauss
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Peoples in the Brazilian Amazonia Indian Lands
Brazilian Demographic Censuses and the “Indians”: difficulties in identifying and counting. Marta Maria Azevedo Researcher for the Instituto Socioambiental – ISA; and visiting researcher of the Núcleo de Estudos em População – NEPO / of the University of Campinas – UNICAMP PEOPLES IN THE BRAZILIAN AMAZONIA INDIAN LANDS source: Programa Brasil Socioambiental - ISA At the present moment there are in Brazil 184 native language- UF* POVO POP.** ANO*** LÍNG./TRON.**** OUTROS NOMES***** Case studies made by anthropologists register the vital events of a RO Aikanã 175 1995 Aikanã Aikaná, Massaká, Tubarão RO Ajuru 38 1990 Tupari speaking peoples and around 30 who identify themselves as “Indians”, RO Akunsu 7 1998 ? Akunt'su certain population during a large time period, which allows us to make RO Amondawa 80 2000 Tupi-Gurarani RO Arara 184 2000 Ramarama Karo even though they are Portuguese speaking. Two-hundred and sixteen RO Arikapu 2 1999 Jaboti Aricapu a few analyses about their populational dynamics. Such is the case, for RO Arikem ? ? Arikem Ariken peoples live in ‘Indian Territories’, either demarcated or in the RO Aruá 6 1997 Tupi-Mondé instance, of the work about the Araweté, made by Eduardo Viveiros de RO Cassupá ? ? Português RO/MT Cinta Larga 643 1993 Tupi-Mondé Matétamãe process of demarcation, and also in urban areas in the different RO Columbiara ? ? ? Corumbiara Castro. In his book (Araweté: o povo do Ipixuna – CEDI, 1992) there is an RO Gavião 436 2000 Tupi-Mondé Digüt RO Jaboti 67 1990 Jaboti regions of Brazil. The lands of some 30 groups extend across national RO Kanoe 84 1997 Kanoe Canoe appendix with the populational data registered by others, since the first RO Karipuna 20 2000 Tupi-Gurarani Caripuna RO Karitiana 360 2000 Arikem Caritiana burder, for ex.: 8,500 Ticuna live in Peru and Colombia while 32,000 RO Kwazá 25 1998 Língua isolada Coaiá, Koaiá contact with this people in 1976. -
Maize As Material Culture? Amazonian Theories of Persons and Things
Miller, Maize as material culture? MAIZE AS MATERIAL CULTURE? AMAZONIAN THEORIES OF PERSONS AND THINGS THERESA MILLER Introduction: the ‘nature’ of materials in anthropological analyses As a significant sub-discipline within anthropology, material culture studies have been at the forefront of ground-breaking theories regarding the relationships between people and things. A whole genre of object biographies have been produced, based on Kopytoff’s (1986) article on the ‘social life of things’ (cf. Saunders 1999, Thomas 1999, Harrison 2003). Daniel Miller’s (1987) interpretation of Hegel’s dialectical materialism led to a serious discussion of how people and objects mutually reinforce and create each other. While Kopytoff’s theory has been widely criticized for its passive, semiotic approach (Thomas 1999, Holtorf 2002), Miller’s notion of ‘materiality’ (1987, 2010) moved away from the meanings of objects to focus on how they act within the field of social relations. As more anthropologists and archaeologists engage with material culture studies, however, the assumptions on which this sub-field have been based are being called into question. Rival’s edited volume (1998) includes ethnographic accounts attempting to reconcile the symbolic and material aspects of person ̶ thing relationships. Ingold (2007b) adopts a more radical view, bypassing a discussion of symbolism and critiquing ‘materiality’ for being an abstract category. His phenomenological approach calls for an analysis of the material substance and affects/effects of things. Instead of analysing the ‘thinginess’ of things, as is the case in materiality studies, Ingold advocates an exploration of how things are ‘thingly’; that is, how they emerge in the world of both people and things (Ingold 2007b: 9). -
Esteio De Gente: Reflexões Sobre Assimetria E Parentesco a Partir De Depoimentos De Chefes Kalapalo1
@ Revista de Antropologia Social dos Alunos do PPGAS-UFSCar, v.3, n.1, jan.-jun., p.95-126, 2011 Esteio de gente: reflexões sobre assimetria e parentesco a partir de depoimentos de chefes kalapalo1 Antonio Guerreiro Júnior - Veja só, a lua está sentada. - Você está falando da lua cheia? Por que ela está sentada? - Porque ela está chefiando seu pessoal na festa de outra aldeia. Veja como ela está grande e bonita. (Conversa na aldeia em uma noite de lua cheia) Inhalü beha engü uhutinhihüngü ngipi inhalü Os que não são conhecedores não têm/sabem nada dessas coisas, não Tükima uhunalü ihekeni? Para que eles saberiam? (Chefe kalapalo, sobre o conhecimento da fala ritual) Antes mesmo de figurar como uma questão importante nas etnografias, os chefes alto xinguanos2 (anetü3, em kalapalo; anetaõ, em sua forma coletiva) já faziam parte da realidade do contato. Ramiro Noronha (1952), em 1920, falava em “caciques” e “capitães”, e os Bakairi já traduziam a diferença entre chefes e não chefes sob a forma da oposição capitão/camarada (certamente desde muito antes). Dos anos 1940 em diante a figura dos chefes ficou ainda mais marcada, pois eles é que se tornaram, na maioria das 1 Este artigo sintetiza parte da discussão sobre chefia que desenvolvo em minha pesquisa de doutorado, que trata de transformações políticas entre os Kalapalo a partir de uma etnografia do ritual pós mortuário da nobreza (egitsü, em karib, mas popularmente conhecido como Quarup). 2 O Alto Xingu é um complexo sociocultural pluriétnico e multilíngue formado por dez povos falantes de línguas pertencentes a diferentes troncos e famílias linguísticas, localizado na porção sul do Parque Indígena do Xingu (doravante, PIX), no nordeste do estado do Mato Grosso. -
Os Nomes Próprios Nas Sociedades Indígenas Das Terras Baixas Da América Do Sui
Os Nomes Próprios nas Sociedades indígenas das Terras Baixas da América do Sui Marco Antonio Gonçalves A sociologia da nominação não é um te do estudo da onomástica dentro das cosmo- ma novo na Etnologia sul-americana. De um logias indígenas sul-americanas. modo geral, as monografias sobre esta região Apresentamos, de forma sumária e es fazem referência ao emprego dos nomes quemática, alguns sistemas onomásticos en pessoais, mas um interesse específico sobre contrados na literatura etnográfica sobre as os sistemas de nominação é algo recente terras baixas (Tupinambá, Aché-Guaiaki, (Lopes da Silva, 1984; Petesch, 1984). Apapocuva-Guanani, Nandeva-Guarani, Ta- O fio condutor deste trabalho é a inter piraré, Sirionó, Araweté, Yanomami, Jívaro, ferência seminal feita por Viveiros de Castro Txicão, Apinayé, Krahó, Krikati, Suyá, Kaya em nota a seu trabalho sobre os Araweté pó, Xikrin, Bororo, Xavante, Tukano, Kain- (1986). No jogo das comparações entre a gang, Suruí, Xinguano, Matis, Marubo, Pi- onomástica Araweté e as de outras socieda rahã). Nesta empresa, correremos o risco de des indígenas, o autor esboça um sistema de empobrecer as interpretações destes siste transformações. De um lado, estariam os mas de nominação, uma vez que teremos de “sistemas canibais” ou exonímicos (Tupi- recortá-los com vistas a uma formalização. nambá, Tupi-Guarani, Txicão, Yanomami) Buscaremos examiná-los a partir do esque e, de outro, “os sistemas centrípetos” ou ma proposto por Viveiros de Castro (1986), “dialéticos” (sistemas Timbira; Kayapó, Tu que estabelece um continuum entre os siste cano). Nos “sistemas canibais”, os nomes mas de nominação designados canibais e vêm de fora: dos deuses, dos mortos, dos ini centrípetos. -
De Divinações Xamânicas E Acusações De Feitiçaria: Imagens Wauja Da Agência Letal*
MANA 12(2): 285-313, 2006 DE DIVINAÇÕES XAMÂNICAS E ACUSAÇÕES DE FEITIÇARIA: IMAGENS WAUJA DA AGÊNCIA LETAL* Aristóteles Barcelos Neto Entre os Wauja1 do Alto Xingu, a elaboração dos domínios da feitiçaria e do xamanismo realiza-se por meio de um esforço de descontinuidade epistemo- lógica entre ambos. Os feiticeiros não são, como os xamãs, figuras públicas; eles existem, sobretudo, no plano das acusações. Pretendo demonstrar que o manejo conceitual desse plano é fundamental para a construção da dimen- são visionário-divinatória do xamanismo e da cosmopolítica wauja. Apesar da descontinuidade entre feitiçaria e xamanismo, há momentos, como nas práticas de contrafeitiçaria (tNJpaki), em que ocorre um cruzamento episte- mológico entre ambos. Em certas regiões das Terras Baixas da América do Sul, como no Noroeste Amazônico (Reichel-Dolmatoff 1975), nas Guianas (Sztutman 2000, 2005) e na Amazônia Oriental (Fausto 2001; Teixeira-Pinto 2004), o xamanismo tem uma natureza bipolar, ou seja, pode tanto curar quanto agredir/matar. Este não é o caso do Alto Xingu, onde as técnicas do xamanismo e da feitiçaria são bastante distintas. A própria gnosiologia da agência patológica não situa a feitiçaria como uma prática maléfica de xamanismo. Quero insistir na separação entre xamanismo e feitiçaria não apenas por ser ela um claro dispositivo êmico de classificação das relações sociocosmológicas no Alto Xingu, mas porque tal separação permite refletir sobre aspectos ainda obscuros do sistema xingua- no (Coelho de Souza 2001) e confrontá-los com as ontologias amazônicas da predação (Viveiros de Castro 2002a, 2002b; Fausto 2001, 2002). A diferença centrada no corpo A doença grave é a relação modelar entre humanos e não-humanos, à qual corresponde o rapto da alma (princípio vital, consciência) do doente pelos apapaatai — os seres prototípicos da alteridade, basicamente caracteri- 286 DE DIVINAÇÕES XAMÂNICAS E ACUSAÇÕES DE FEITIÇARIA zados por animais e monstros “mascarados” (veja discussão detalhada na terceira seção). -
Exchanging Words School for Advanced Research Resident Scholar Series Michael F
Exchanging Words School for Advanced Research Resident Scholar Series Michael F. Brown General Editor Since 1992 the School for Advanced Research (formerly the School of American Research) and SAR Press have published the Resident Scholar series. These volumes arise from the work of scholars who come to SAR’s Santa Fe campus to complete their own research projects. The resident scholars write, present ongoing research, and share data relevant to problems of significance in anthropology and related disciplines. The resulting volumes reflect SAR’s commitment to the development of new ideas and to scholarship of the highest caliber. The complete Resident Scholar series can be found at www .sarweb .org. Also available in the School for Advanced Research Resident Scholar Series: Making Disasters: Climate Change, Neoliberal Governance, and Livelihood Insecurity on the Mongolian Steppe by Craig R. Janes and Oyuntsetseg Chuluundorj Fixing the Books: Secrecy, Literacy, and Perfectibility in Indigenous New Mexico by Erin Debenport Our Lives: Collaboration, Native Voice, and the Making of the National Museum of the American Indian by Jennifer A. Shannon A Pueblo Social History: Kinship, Sodality, and Community in the Northern Southwest by John A. Ware The Future of Our Pasts: Ethical Implications of Collecting Antiquities in the Twenty- first Century edited by Michael A. Adler and Susan Bruning Becoming Indian: The Struggle over Cherokee Identity in the Twenty- first Century by Circe Sturm The Work of Sovereignty: Tribal Labor Relations and Self- Determination at the Navajo Nation by David Kamper The Ancient City: New Perspectives on Urbanism in the Old and New World edited by Joyce Marcus and Jeremy A. -
No País Dos Cinta Larga: Uma Etnografia Do Ritual
JOÃO DAL POZ NETO N O P A Í S D O S C I N T A L A R G A Uma etnografia do ritual Dissertação de mestrado apresentada ao Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo São Paulo 1991 Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamento de Antropologia Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social N O P A Í S D O S C I N T A L A R G A Uma etnografia do ritual João Dal Poz Neto Orientação: profa. dra. Manuela Carneiro da Cunha Redação final (revisada) da Dissertação defendida e aprovada em 27/08/1991 BANCA EXAMINADORA profa.dra. M. Manuela L. Carneiro da Cunha prof.dr. Eduardo Viveiros de Castro prof.dr. José Guilherme Cantor Magnani São Paulo 1991 in memoriam meu pai Alexandre Dal Poz meus amigos Raimundo Kabân Vicente Canhas Ezequiel Ramin Arthur Nantes Agradecimentos Foi um longo caminho, tantas pessoas, dum lado e outro. Se faço memória de alguns, são os que tiveram parte direta. De alguma maneira, dívidas antropológicas. Primeiro, por onde comecei. Ivar, Anni e Thomaz, que me levaram a primeira vez aos Cinta Larga, e Joãozinho e Inês, com quem convivi convivendo nas aldeias. Aprendi com eles mais do que por mim. Ao povo Cinta Larga, pãzérey: destemidos, hospitaleiros - se ninguém aceitou o papel de informante, porque não caberia entre amigos. E Paulo Kabân e Taterezinho, etnógrafos competentes. E Bubura Suruí, que fez o possível nas traduções dos cantos. E João, Parakida, Naki, Sabá, Manoel, Eduardo, Capitão, Roberto, Manezinho, Nasek, Pio, Japonês, Baiano, Pra-Frente, Gabriel, Pedrão, Chico, mulheres, crianças e as velhas senhoras - com eles conheci a floresta, e atravessei fronteiras. -
Interpretation Through Incorporation Among Peruvian Urarina
Harry Walker On logophagy and truth: interpretation through incorporation among Peruvian Urarina Article (Accepted version) (Refereed) Original citation: Walker, Harry (2018) On logophagy and truth: interpretation through incorporation among Peruvian Urarina. Language and Communication. ISSN 0271-5309 (In Press) DOI: 10.1016/j.langcom.2018.03.003 © 2018 Elsevier Ltd. This version available at: http://eprints.lse.ac.uk/87531/ Available in LSE Research Online: April 2018 LSE has developed LSE Research Online so that users may access research output of the School. Copyright © and Moral Rights for the papers on this site are retained by the individual authors and/or other copyright owners. Users may download and/or print one copy of any article(s) in LSE Research Online to facilitate their private study or for non-commercial research. You may not engage in further distribution of the material or use it for any profit-making activities or any commercial gain. You may freely distribute the URL (http://eprints.lse.ac.uk) of the LSE Research Online website. This document is the author’s final accepted version of the journal article. There may be differences between this version and the published version. You are advised to consult the publisher’s version if you wish to cite from it. On logophagy and truth: Interpretation through incorporation among Peruvian Urarina Dr Harry Walker Department of Anthropology London School of Economics and Political Science [email protected] Abstract This paper develops an Amazonian critique of Western theories of interpretation as grounded in correspondence between a proposition and a state of affairs, and of truth as correspondence between mind and reality. -
Aweti in Relation with Kamayurá: the Two Tupian Languages of the Upper
O presente arquivo está disponível em http://etnolinguistica.org/xingu Alto Xingu UMA SOCIEDADE MULTILÍNGUE organizadora Bruna Franchetto Rio de Janeiro Museu do Índio - Funai 2011 COORDENAÇÃO EDITORIAL , EDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO André Aranha REVISÃO Bruna Franchetto CAPA Yan Molinos IMAGEM DA CAPA Desenho tradicional kuikuro Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Alto Xingu : uma sociedade multilíngue / organizadora Bruna Franchetto. -- Rio de Janeiro : Museu do Indio - FUNAI, 2011. Vários autores. ISBN 978-85-85986-34-6 1. Etnologia 2. Povos indígenas - Alto Xingu 3. Sociolinguística I. Franchetto, Bruna. 11-02880 CDD-306.44 Índices para catálogo sistemático: 1. Línguas alto-xinguanas : Sociolinguística 306.44 EDIÇÃO DIGITAL DISPON Í VEL EM www.ppgasmuseu.etc.br/publicacoes/altoxingu.html MUSEU DO ÍNDIO - FUNAI PROGRAMA DE PÓS -GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA SOCIAL DO MUSEU NACIONAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO SEBAST I AN DRUDE AWETI IN ReLATION WITH KAMAYURÁ THE TWO TUP I AN LANGUAGES OF THE UPPER X I NGU S EBAST I AN DRUDE Johann Wolfgang Goethe-Universität Frankfurt/Main Museu Paraense Emílio Goeldi INTRODUCT I ON The Aweti and the Kamayurá are the two peoples speaking Tupian languages within the Upper Xingu system in focus in this volume. This article explores the relationship between the two groups and their languages at various levels, as far as space and our current kno- wledge allow. The global aim is to answer a question that frequently surfaces: how closely related are these two languages? This question has several answers depending on the kind and level of ‘relationship’ between the two languages one wishes to examine. -
Situação Sociolinguística Dos Gavião Kỳikatêjê
DOI: 10.14393/DL27-v10n4a2016-3 Situação sociolinguística dos Gavião Kỳ ikatêjê Sociolinguistics situation of the Gavião Kỳikatêjê Lucivaldo Silva da Costa* Tereza Maracaipe Barboza** Concita Guaxipiguara Sompré *** RESUMO: O presente artigo tem como ABSTRACT: This paper aims to describe the objetivo principal descrever a situação sociolinguistic situation of the Gavião sociolinguística dos Gavião Kỳikatêjê da Kỳikatêjê Indians who live in the Mãe Maria Reserva Indígena Mãe Maria, localizados no Reservation, located in Brazil, in the southeast Brasil, na região Sudeste do estado do Pará, region of the state of Pará. They are speakers falantes da língua kỳikatêjê, da família Jê, do of the Kỳikatêjê language that belongs to the Tronco linguístico Macro-Jê. Por meio da Jê-family and to the Macro-Jê Stock. Using aplicação de questionários, entrevistas e questionnaires, interviews and observations in observações em lócus, pudemos observar que locus, it was observed that the mother tongue a língua materna dos Kỳikatêjê tem perdido of Kỳikatêjê speakers has lost ground to the espaço para a língua portuguesa em todos os Portuguese language, in all social areas within domínios sociais dentro da aldeia. Os the village. The results show the historical resultados apontam os aspectos históricos de aspects of interethnic contact and intergroup contato interétnico e intergrupal como um dos as one of the predominant factors in the fatores predominantes no enfraquecimento linguistic and cultural weakening of these linguístico e cultural desses povos face ao people in relation to the current intense atual contato intenso da sociedade envolvente contact of the surrounding society and the e as pressões da língua majoritária - o pressures of the majority language – the português entre os indígenas, os quais têm Portuguese language among the Indians, atuado na atual configuração sociolinguística which have been active in the current dos Gavião Kỳikatêjê. -
Messias Furtado Da Silva INTERCULTURALIDADE NO
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIENCIAS Campus de Bauru PROGRAMA DE PÓS -GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO PARA A CIÊNCIA Messias Furtado da Silva INTERCULTURALIDADE NO CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NA ESCOLA INDÍGENA TATAKTI KỲIKATÊJÊ: POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO DE UM PROJETO SOCIETÁRIO. Bauru-SP 2019 Messias Furtado da Silva INTERCULTURALIDADE NO CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NA ESCOLA INDÍGENA TATAKTI KỲIKATÊJÊ: POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO DE UM PROJETO SOCIETÁRIO. Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação para a Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Campus Bauru, como requisito à obtenção do título de Doutor em Educação para a Ciência (área de concentração Multidisciplinar) Orientador: Dr. Renato Eugênio da Silva Diniz Coorientadora: Dra. Joelma Cristina Parente Monteiro Alencar. Bauru-SP 2019 Messias Furtado da Silva INTERCULTURALIDADE NO CURRÍCULO DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS NA ESCOLA INDÍGENA TATAKTI KỲIKATÊJÊ: POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO DE UM PROJETO SOCIETÁRIO. Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação para a Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Campus Bauru, como requisito à obtenção do título de Doutor em Educação para a Ciência (área de concentração Multidisciplinar) Orientador: Dr. Renato Eugênio da Silva Diniz Coorientadora: Dra. Joelma Cristina Parente Monteiro Alencar. Banca Examinadora: ---------------------------------------------------------------------- -
Variações Interétnicas Etnicidade, Conflito E Transformações
Variações interétnicas etnicidade, conflito e transformações Organizadores Stephen Grant Baines Cristhian Teófilo da Silva David Ivan Rezende Fleischer Rodrigo Paranhos Faleiro Brasília, 2012 EDIÇÃO Universidade de Brasília – UnB Instituto Internacional de Educação do Brasil – IEB Centro de Pesquisa e Pós-Graduação Sobre as Américas – CEPPAC Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama Produção Editorial Centro Nacional de Informação Ambiental – Cnia SCEN - Trecho 2 - Bloco C - Edifício-Sede do Ibama CEP 70818-900, Brasília, DF - Brasil Telefones: (61) 3316-1225/3316-1294 Fax: (61) 3307-1987 http://www.ibama.gov.br e-mail: [email protected] Equipe Técnica Capa e diagramação Paulo Luna Nornalização bibliográfica Helionidia C. Oliveira Revisão Maria José Teixeira Enrique Calaf Vitória Adail Brito Catalogação na Fonte Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis V299 Variações interétnicas: etnicidade, conflitos e transformações – Stephen Grant Baines... [et al.]. Organizadores. – Brasília: Ibama; UnB/Ceppac; IEB, 2012. 560 p. : il, color. ; 21 cm ISBN 978-85-7300-362-8 1. Etnia. 2.Índio. 3. Recursos naturais. 4. Desenvolvimento sustentável. I. Baines, Stephen Grant. II. Silva, Cristhian Teófilo da. III. Fleischer, David Ivan. IV. Faleiro, Rodrigo Paranhos. V. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. VII. Cnia. VIII. IEB. IX. UnB. X. Título. CDU(2.ed.)502.175(047) Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença CC BY-NC-SA Impresso no Brasil Printed in Brazil Sumário Apresentação ..................................................................................11 Introdução ....................................................................................... 13 Primeira variação: identidade, movimento e territorialização Capítulo 1 Contatos interétnicos em regiões de fronteiras: a visão dos Ticuna e dos Galibi do Oiapoque.