Castro Alves Na Cultura Brasileira
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Parnasianismo E Simbolismo
Nas últimas décadas do século XIX, a literatura brasileira abandonou o sentimentalismo dos românticos e percorreu novos caminhos. Na prosa, surgiu o Realismo/Naturalismo e na poesia, o Parnasianismo e Simbolismo. ) Parnasianismo: contexto O Parnasianismo surge na França, na década de 1860, com a publicação do coletivo de poetas: Le Parnasse Contemporain. Romantismo – afasta-se por conta da superação da subjetividade, da idealização e não apresenta exageros (as lamúrias românticas); afasta-se do desejo de liberdade Aproximação e formal do romantismo. >> iguala-se por buscar as afastamento das sensações e por ser popular. estéticas românticas e Realismo – aproxima-se pelo objetivismo, materialismo e realistas preocupação formal com o “método” (o fazer) >> afasta-se por conta da ausência de crítica às instituições (à burguesia), não há uma preocupação ideologizada. Uma poesia acrítica, com uma abordagem superficial, musicalidade e imagens graciosas – um texto de fácil Interesse da classe leitura. burguesa nessa poesia A poesia é um objeto de consumo que pode ser “usado” em ocasiões especiais e serem “trocados” entre as pessoas – utilitarismo da poesia. Parnasianismo: aspectos formais Surge como resposta moderna ao Romantismo, que já estava desgastado, visto como a “velha escola”. Mais próximo do Objetivo dos Realismo, busca no estilo e nas técnicas poéticas um método Parnasianos franceses que os afaste do universo sentimentalista, de intensa subjetividade e idealização. Todo o esforço de Gautier foi, no campo da arte, a procura pela forma ideal da Beleza, da Palavra, minuciosamente Concepção de arte e de escolhida, dos ritmos, dos sons, rimas, que deveriam primar, sua finalidade segundo antes de tudo, pelo rigor da forma, pelo apuro da linguagem. -
35º Encontro Anual Da Anpocs GT 19 – Memória Social, Museus E Patrimônios: Novas Construções De Sentidos E Experiências
35º Encontro Anual da Anpocs GT 19 – Memória social, museus e patrimônios: novas construções de sentidos e experiências de transdisciplinaridade / Coordenadoras: Regina Maria do Rego Monteiro de Abreu (UNIRIO) & Myrian Sepúlveda dos Santos (UERJ) Museu Casa de Rui Barbosa: entre o público e o privado Aparecida M. S. Rangel 1 1 – Introdução Uma das maneiras de se retratar o passado é através de imagens do surgimento e do declínio de um modo de vida determinado. Essas imagens produzem naturalmente um sentido de saudosismo, que é um sentimento perigoso. Richard Sennett 1 Marilena Chauí inicia seu livro simulacro e poder afirmando que “faz parte da vida da grande maioria da população brasileira ser espectadora de um tipo de programa de televisão no qual a intimidade das pessoas é o objeto central 2”. Por meio de outras associações a autora tece crítica ao fato de questões políticas serem substituídas por questões privadas que passam a ter mais relevância para a opinião pública do que as primeiras. A vida privada, no entanto, parece exercer grande fascínio na imaginação popular muito antes da mídia televisa oferecer esta possibilidade por meio de seus programas ou da mídia impressa se valer de assuntos desta natureza para vender milhares de exemplares de seus periódicos. Ainda que nosso foco se volte para o cenário político, alguns indícios nos levam a supor que o movimento de despolitização pela privatização da esfera pública parece ter sido uma estratégia adotada pelo jogo do poder para imortalizar um personagem que, após a sua morte, provavelmente, cairia no esquecimento. É neste contexto social que se encontra a criação do Museu Casa de Rui Barbosa, uma instituição que nasce com a clara intenção de perpetuar a imagem de um homem público “ considerando a conveniencia de manter sempre bem vivo o culto á memoria 3 dos grandes cidadãos que por seus serviços se impuzeram á gratidão da Pátria ” [...] . -
O Drama Público De Raul Pompeia Sexualidade E Política No Brasil Finissecular
O DRAMA PÚblico DE Raul Pompeia Sexualidade e política no Brasil finissecular Novo conceito em pesquisa com acesso gratuito Richard Miskolci www.cis.org.br Fernando de Figueiredo Balieiro O que é o Consórcio de Informações Sociais? É um sistema de intercâmbio de informações que visa reforçar a infra-estrutura de pesquisa dos cien- tistas sociais. Ele resultou de um convênio entre a ANPOCS e o NADD/USP, apoiado pela Fundação Ford e coordenado pelo prof. Brasilio Sallum Jr. Qual o objetivo principal do CIS? O CIS é um site de pesquisa para os cientistas sociais, possibilitando o acesso a bancos de dados sobre diferentes aspectos da sociedade brasileira. Os bancos de dados do acervo podem auxiliar no ensino de métodos e técnicas de pesquisa e servir como fonte de informação para a elaboração de artigos, relatórios, dissertações de mestrado e teses de doutorado. O que o site disponibiliza para pesquisa? No site do Consórcio você terá acesso gratuito, por assunto, aos bancos de dados já incluídos em nosso acervo e a mais de 300 links para bancos de dados ou tabelas on line disponibilizados por ins- tituições brasileiras e internacionais. À Notícia e ao Brasil declaro que Questionando os julgamentos ou as conjectu- sou um homem de honra. ras sobre o “caráter” de Pompeia, é possível recons- Como posso obter dados das pesquisas incluídas no acervo do CIS? RAUL POMPEIA – 25-12-1895 tituir historicamente e analisar de forma sociológica Os bancos de dados do acervo do CIS são transferidos gratuitamente para os pesquisadores interes- o que sua tragédia oculta sobre os valores, os ideais sados. -
Machado De Assis
RUI BAR BOS A O ADEUS DA ACADEMIA A MACHADO DE ASSIS. Imjm CASA.DE RUI BARBOSA * 1958 O ADEUS DA ACADEMIA A MACHADO DE ASSIS RUI B A R B O S A O ADEUS DA ACADEMIA A MACHADO DE ASSIS CASA DE RUI BARBOSA * 1958 tSaá-.QSS y CINQ ÜENTENÁRIO DÁ MORTE DÉ MACHADO DE ASSIS Homenagem da CASA DE RUI BARBOSA a 5 de novembro de 1958 oube a Rui Barbosa, a 30 de setembro de 1908, dizer a Machado de Assis o adeus da Academia Brasileira de Letras. Um clássico falando a outro clássico. Espíritos representativos de duas atitudes diferentes diante da x/ida, de duas formas diversas da arte literá- ria, defrontavam-se em face do mistério da morte: e a palavra ciceroniana do vivo pela primeira vez se fêz ática em páginas admiráveis de concisão e clareza — para interpretar a arte daquele que "prosava como Luis de Sousa e cantava como Luis de Camões". Educados ambos na sólida disciplina clássica da lín- gua, era de ver que se haviam de entender e amar nesse terreno comum em que tinham firmado a fôrça e a têm- pera do estilo. Outros, e muitos, viriam, depois de Rui, tôda uma legião, admirar e interpretar uma obra, que se consagrou afinal impar, nacional e universal a um tempo, ponto culminante de nossa literatura de ficção. Mas a primeira grande consagração foi esta : a pala- vra de Rui Barbosa à beira do ataúde — um clássico fa- lando a outro clássico. Publicando agora êste discurso, a Casa de Rui Bar- bosa, pela voz autorizada de seu patrono, presta a Ma- chado de Assis, neste cinqüentenário de sua morte, uma autêntica homenagem. -
REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo De José Do Patrocínio E Sua Vivência Na República
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA RITA DE CÁSSIA AZEVEDO FERREIRA DE VASCONCELOS REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Niterói 2011 2 RITA DE CÁSSIA AZEVEDO FERREIRA DE VASCONCELOS REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense. Mestrado em História Contemporânea I na Universidade Federal Fluminense. Orientador: Prof. Dr. Humberto Fernandes Machado 3 Niterói 2011 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá V331 Vasconcelos, Rita de Cássia Azevedo Ferreira de. República sim, escravidão não: o republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República / Rita de Cássia Azevedo Ferreira de Vasconcelos. – 2011. 214 f. Orientador: Humberto Fernandes Machado. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2011. Bibliografia: f. 208-214. 1. Abolição da escravatura, 1888. 2. Proclamação da República, 1889. 3. Patrocínio, José do, 1854-1905. I. Machado, Humberto Fernandes. II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. III. Título. CDD 981.04 4 REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Rita de Cássia Azevedo Ferreira de Vasconcelos Dissertação de Mestrado -
Páginas De Crítica De Arthur De Salles As Marcas Do Discurso
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGÜÍSTICA Rua Barão de Geremoabo, nº147; CEP: 40170-290 Campus Universitário - Ondina, Salvador - BA Tel.: (71) 336-0790 / 8754 Fax: (71) 336-8355 E-mail: [email protected] NORMA SUELY DA SILVA PEREIRA PÁGINAS DE CRÍTICA DE ARTHUR DE SALLES: AS MARCAS DO DISCURSO. Salvador 2007 NORMA SUELY DA SILVA PEREIRA PÁGINAS DE CRÍTICA DE ARTHUR DE SALLES : AS MARCAS DO DISCURSO. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística da Universidade Federal da Bahia como requisito parcial para obtenção do grau de Doutora em Letras. Orientador: Profa. Dra. Célia Marques Telles Salvador 2007 À minha mãe, D. Nilza, que me ensinou a ser forte e persistente. Ao meu filho, Gabriel, amigo e companheiro de todas as horas. AGRADECIMENTOS À minha orientadora, Profª. Drª. Célia Marques Telles, pelo estímulo, pela confiança, paciência, solicitude e competente orientação e pela disponibilização de sua biblioteca. À Profª. Drª. Albertina Ribeiro da Gama, por ter me apresentado, um dia, ao universo da Crítica Textual, e à obra de Arthur de Salles, primeiros passos trilhados na direção deste trabalho. Aos funcionários da Academia de Letras da Bahia, da Biblioteca do Instituto de Letras da UFBA, da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, do Centro de Documentação e Informação Cultural sobre a Bahia – CEDIC e do Arquivo Público Municipal, em especial, aos senhores Luiz José de Carvalho, da BPEB e Mª. das Graças N. Cantalino, do CEDIC, pela solicitude com que me auxiliaram na consulta dos respectivos acervos. Ao Prof. -
2021 -Pleasures of Reading Brazilian Literature #Brazilianlitreadingpleasures
VIRTUAL BRAZILIAN BILINGUAL BOOK CLUB of the Embassy of Brazil in London YEAR SEVEN Reading list for the second half of 2021 BOOK CLUB MEETINGS 18.30-21.00 2021 -Pleasures of Reading Brazilian Literature #BrazilianLitReadingPleasures DATES TITLE & AUTHOR translated as A pitch for the book DETAILS OF AVAILABLE PUBLICATIONS 22nd Jul Senhora -Perfil de Mulher (1875) A riveting tale of how a woman ends up buying a husband and by a beguiling love story, too! JOSÉ MARTINIANO DE ALENCAR (1829-1877) A masterly early Brazilian psychological novel, with a 21st century feel, Numerous editions: e.g. ISBN-10: 0850515076 ISBN-13: 978- exploring the meaning of marriage … 0850515077 ASIN: B00BBFSFMS as a commercial venture and a suitably convenient arrangement. Free downloads: . 1875 original Garnier Intertextual references abound: Shakespearean drama, English novel traditions, https://digital.bbm.usp.br/bitstream/bbm/4646/1/001813- Sir Walter Scott, Feuillet’s Monsieur Camors-type character construction, Byronian 1_COMPLETO.pdf poetry, G. Sandian morality, Balzacian philosophy, Machado de Assis (Ressureição, Or Melhoramentos Contos Fluminenses) and more metamorphosed into a delightful, discreetly erotic, http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv00013 and 9.pdf a thought-provoking Fluminense (=Brazilian) novel! Translated as Our book club discussed this novel in January 2018 – visit: Senhora - Profile of a Woman (1994) https://sistemas.mre.gov.br/kitweb/datafiles/Londres/en-us/file/cul-bookclub- by Catarina Feldmann Edinger ISBN-10: 029270450X ISBN-13: 26-senhora.pdf 978-0292704503 Pureza (1937) A pearl of a novel, neglected for too long, a love story and much more! 19th Aug by José Lins do Rego, an exceptionally original author of the Recife Modernism, a leading author of the regional social literature in Brazil. -
Escrivaninha Do Poeta Olavo Bilac, Conservada Na Biblioteca Da Academia Brasileira De Letras
Escrivaninha do poeta Olavo Bilac, conservada na Biblioteca da Academia Brasileira de Letras. Guardados da Memória A morte de Eça de Queirós Machado de Assis 23 de agosto de 1900. Machado de Assis, que recusava os Meu caro H. Chaves. – Que hei de eu dizer que valha esta ca- direitos autorais, lamidade? Para os romancistas é como se perdêssemos o melhor legados ou da família, o mais esbelto e o mais válido. E tal família não se supostamente legados – quem compõe só dos que entraram com ele na vida do espírito, mas trata da questão também das relíquias da outra geração e, finalmente, da flor da é Josué Montello nova. Tal que começou pela estranheza acabou pela admiração. – por Eça de Queirós, Os mesmos que ele haverá ferido, quando exercia a crítica direta admirou-o. e quotidiana, perdoaram-lhe o mal da dor pelo mel da língua, Quando lhe pelas novas graças que lhe deu, pelas tradições velhas que con- chegou a notícia de seu servou, e mais a força que as uniu umas e outras, como só as une falecimento, a grande arte. A arte existia, a língua existia, nem podíamos os escreveu esta dois povos, sem elas, guardar o patrimônio de Vieira e de Ca- página sobre o grande mões; mas cada passo do século renova o anterior e a cada gera- romancista. ção cabem os seus profetas. (N. da Redação) 307 Machado de Assis A antiguidade consolava-se dos que morriam cedo considerando que era a sorte daqueles a quem os deuses amavam. Quando a morte encontra um Goethe ou um Voltaire, parece que esses grandes homens, na idade extrema a que chegaram, precisam de entrar na eternidade e no infinito, sem nada mais dever à terra que os ouviu e admirou. -
Brazilian Literature and Culture
Yale Portuguese Studies in Portuguese language, literatures, and cultures YALE SUMMER SESSIONS 2016 PORT S-352 Introduction to Brazil: A Cultural History Conducted in English at Yale and Portuguese in Brazil MEETS from May 30- June 17 MWTh 1:30-3:30 p.m. at Yale, HGS117; Paraty TBA; June 27 – July 22 MW 1:00-3:00 at IBEU Ipanema, Rio de Janeiro Professor: K. David Jackson DEPARTMENT OF SPANISH AND PORTUGUESE <[email protected]> Tel. 432-7608 -- 82-90 Wall Street, Room 224 Description This course provides a comprehensive introduction to Brazil’s regions and cultural history, to Brazil’s unique place in the Americas, and to its place in the world of Portuguese language. It presents major topics in the panorama of Brazilian cultural history and civilization from 1500 to the present through readings on regions, cultures, peoples, and arts, including the architects of Brazil’s national cultural identity, its chronological development, and modern self-description. Topics include discovery and rediscovery of Brazil, baroque architecture, romanticism and empire, regionalism, immigration, urbanization, and modernization. The main texts draw on a cultural history of Brazil through selected writings by major authors and scholars. The course features an individual creative project on the student’s experience in Brazil to be presented in Portuguese during the final two classes. Requirements No absences allowed in YSS. Two objective tests during weeks 3 and 6 (40%) covering important names, documents, and events from the readings. Preparation and oral participation in each class discussion required (20%). Each student will prepare an original project on a specific interest in Brazil, coordinated with the professor (25%), presented in class on July 20. -
Bolívar Lamounier and the Liberal Interpretation of Brazilian Political Thought* Brazilian Political Science Review, Vol
Brazilian Political Science Review ISSN: 1981-3821 Associação Brasileira de Ciência Política Lynch, Christian Edward Cyril; Cassimiro, Paulo Henrique Paschoeto Freedom through form: Bolívar Lamounier and the Liberal Interpretation of Brazilian Political Thought* Brazilian Political Science Review, vol. 12, no. 2, e0002, 2018 Associação Brasileira de Ciência Política DOI: 10.1590/1981-3821201800020002 Available in: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=394356951004 How to cite Complete issue Scientific Information System Redalyc More information about this article Network of Scientific Journals from Latin America and the Caribbean, Spain and Journal's webpage in redalyc.org Portugal Project academic non-profit, developed under the open access initiative Freedom through form: Bolívar Lamounier and the Liberal Interpretation of Brazilian Political Thought* Christian Edward Cyril Lynch Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil Paulo Henrique Paschoeto Cassimiro Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil This article examines the contribution of Bolívar Lamounier to Brazilian political thought. Our main argument is that, by replacing nationality with freedom as the defining criterion of the real, Bolívar Lamounier offers a liberal interpretation of Brazilian political thought, in direct contrast to the nationalist tradition formulated by Oliveira Vianna. In this view, it is the liberals who are the realists, while nationalists and Marxists are idealists. As we shall see, this interpretation is normatively committed to one side, that of liberalism, guided by the aspiration to establish institutions that will foster the autonomous flowering of the market and civil society in opposition to a state prone to authoritarianism. -
Manifiesto De Los Estudiantes Brasileños De Río De Janeiro a Sus Compañeros En El País1
Manifiesto de los estudiantes brasileños de Río de Janeiro a sus compañeros en el país1 (Brasil,1928) ompañeros: Desplegamos, en esta hora rioso movimiento de Córdoba, la brillante pági- C decisiva de la vida nacional, la bandera na que la juventud argentina escribió, inspirada de la Reforma Universitaria concitando a las energías jóvenes a la batalla reivindicadora de para reivindicar el poder civil. Primera: Acción combi- la manumisión educacional.1Nos parece el glo- nada de los estudiantes de las facultades de Derecho, Medicina e Ingeniería de San Pablo, Recife, Bahía, Río, Porto Alegre. Ruy Barbosa y Julio de Mesquita conduje- ron la campaña. Segundo: Ruy Barbosa, en la Facultad 1 La rica tradición de lucha de los estudiantes en la de Derecho de San Pablo, y en correspondencia con historia de Brasil tuvo, a partir de los años 1929 y 1930, otras facultades superiores y de enseñanza secundaria, su expresión como Reforma Universitaria. El movi- organizaron la lucha por el derecho popular de elec- miento, en consecuencia, se vinculó continentalmente ción de mandatarios, para el poder ejecutivo y el judi- y expresó, como el de sus demás congéneres, por pri- cial. En 1919, Ruy Barbosa plantó el roble simbólico al mera vez puntos de vista sobre unión americana e inde- que se refiere la nota de los estudiantes argentinos que pendencia cultural. Damos un resumen de anteceden- se transcribe. El roble fue arrancado por la policía del tes: l) Campañas republicanas (1830, 1831, 1835 a 1849). Partido Republicano Paulista (oligarquía) y fue replan- 2) Campaña abolicionista, en la que actuaron eficiente y tado por los estudiantes en el Parque Auhangabahú. -
1 Combined Comprehensive Reading List Brazilian
1 COMBINED COMPREHENSIVE READING LIST BRAZILIAN LITERATURE Department of Spanish and Portuguese Vanderbilt University I. COLONIAL • Pêro Vaz de Caminha: “Carta do Achamento”. • Literatura dos Jesuítas: Padre Manoel da Nóbrega. “Diálogo Sobre a Conversão dos Gentios”. Barroco • Gregório de Matos: a) “Triste Bahia” e b) “À Cidade da Bahia”. • Padre Antônio Vieira: “Sermão da Sexagésima”. II. ARCADISMO • Tomás Antônio Gonzaga: Marília de Dirceu. • José Basílio da Gama: O Uraguai III. SÉCULO XIX ROMANTISMO A. Poesia • Castro Alves: a) “Vozes d’África” e b) “Navio Negreiro”. • Gonçalves Dias: a) “Canção do Exílio” e b) “I-Juca Pirama”. • Álvaro de Azevedo: a) “A Lira dos Vinte Anos”. B. Prosa • José de Alencar: Iracema. Literatura de Transição • Manuel Antônio de Almeida: Memórias de um Sargento de Milícias. MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria José • Dom Casmurro. • Memórias Póstumas de Brás Cubas. • Conto: “O Alienista”. NATURALISMO • Aluísio de Azevedo: O Cortiço. SIMBOLISMO • João da Cruz e Souza: a) “Antífona” e b) “Emparedado”. PARNASIANISMO • Olavo Bilac: a) “Profissão de Fé”. 2 IV. SÉCULO XX PRÉ-MODERNISMO • Lima Barreto: Triste Fim de Policarpo Quaresma. • Euclides da Cunha: Os Sertões, capítulos “O Homem” e “Últimos Dias”. • Monteiro Lobato: Urupês. MODERNISMO: PRIMEIRA FASE A. Poesia • Mário de Andrade: a) “Ode Ao Burguês” e b) “Inspiração”. • Oswald de Andrade: a) “Erro de Português”, b) “Pronominais” e c) “Canto de Regresso à Pátria.” • Manuel Bandeira: a) “Vou-me Embora pra Pasárgada”, b) “Trem de Ferro” e c) “Os sapos”. • Jorge de Lima: a) “Essa Negra Fulô” e b) “Volta à Casa Paterna”. B. Prosa • Mário de Andrade: “Prefácio Interessantíssimo” (ensaio). • Oswald de Andrade: “Manifesto Antropófago”.