MPB): Uma Proposta Para O Ensino De Geografia
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A Rainha Quelé: Raízes Do Empretecimento Do Samba1
A RAINHA QUELÉ: RAÍZES DO EMPRETECIMENTO DO SAMBA1 “Quelé” Queen: The Roots of the Samba Blackening Dmitri Cerboncini Fernandes* RESUMO Neste artigo analiso o advento de Clementina de Jesus ao cenáculo artístico na década de 1960. Seu surgimento possibilitou que certo nacionalismo de esquerda, até então propugnado de modo unívoco por um grupo de intelectuais e ativistas das artes populares, descobrisse uma nova feição, a que viria a ser considerada a mais “autêntica”: a afro-negro-brasileira. A partir deste ponto abria-se uma via aos movimentos negros e aos construtos que davam conta da categorização do outrora “nacional-universal” samba: o “verdadeiro” samba encontrava doravante a sua raiz exclusivamente afro-negra, ao passo que, de outro lado, o que se pode denominar imprecisa e vagamente de “cultura” afro-brasileira – ideário que em partes subsidiou a formação do Movimento Negro Unificado – o seu símbolo-mor nas artes nos anos 1970-80: o samba “verdadeiro”. Palavras-chave: Movimento Negro, Samba, Sociologia da Arte. ABSTRACT In this article I analyse the advent of Clementina de Jesus within the artistic cenacle of the 1960s. Her rise made possible that a certain left-wing nationalism, thus far advocated univocally by a group of intellectuals and activists from the popular arts, discovered a new feature, one that would come to be considered 1 Uma primeira versão deste artigo foi apresentada no 36.º Encontro anual da Anpocs, Grupo de Trabalho 30 – Relações Raciais: desigualdades, identidades e políticas públicas, em outubro de 2012. Agradeço as críticas e sugestões de Walter Risério. * Professor Adjunto II de Ciências Sociais na Universidade Federal de Juiz de Fora. -
RETRATOS DA MÚSICA BRASILEIRA 14 Anos No Palco Do Programa Sr.Brasil Da TV Cultura FOTOGRAFIAS: PIERRE YVES REFALO TEXTOS: KATIA SANSON SUMÁRIO
RETRATOS DA MÚSICA BRASILEIRA 14 anos no palco do programa Sr.Brasil da TV Cultura FOTOGRAFIAS: PIERRE YVES REFALO TEXTOS: KATIA SANSON SUMÁRIO PREFÁCIO 5 JAMELÃO 37 NEY MATOGROSSO 63 MARQUINHO MENDONÇA 89 APRESENTAÇÃO 7 PEDRO MIRANDA 37 PAULINHO PEDRA AZUL 64 ANTONIO NÓBREGA 91 ARRIGO BARNABÉ 9 BILLY BLANCO 38 DIANA PEQUENO 64 GENÉSIO TOCANTINS 91 HAMILTON DE HOLANDA 10 LUIZ VIEIRA 39 CHAMBINHO 65 FREI CHICO 92 HERALDO DO MONTE 11 WAGNER TISO 41 LUCY ALVES 65 RUBINHO DO VALE 93 RAUL DE SOUZA 13 LÔ BORGES 41 LEILA PINHEIRO 66 CIDA MOREIRA 94 PAULO MOURA 14 FÁTIMA GUEDES 42 MARCOS SACRAMENTO 67 NANA CAYMMI 95 PAULINHO DA VIOLA 15 LULA BARBOSA 42 CLAUDETTE SOARES 68 PERY RIBEIRO 96 MARIANA BALTAR 16 LUIZ MELODIA 43 JAIR RODRIGUES 69 EMÍLIO SANTIAGO 96 DAÍRA 16 SEBASTIÃO TAPAJÓS 44 MILTON NASCIMENTO 71 DORI CAYMMI 98 CHICO CÉSAR 17 BADI ASSAD 45 CARLINHOS VERGUEIRO 72 PAULO CÉSAR PINHEIRO 98 ZÉ RENATO 18 MARCEL POWELL 46 TOQUINHO 73 HERMÍNIO B. DE CARVALHO 99 CLAUDIO NUCCI 19 YAMANDU COSTA 47 ALMIR SATER 74 ÁUREA MARTINS 99 SAULO LARANJEIRA 20 RENATO BRAZ 48 RENATO TEIXEIRA 75 MILTINHO EDILBERTO 100 GERMANO MATHIAS 21 MÔNICA SALMASO 49 PAIXÃO CÔRTES 76 PAULO FREIRE 101 PAULO BELLINATI 22 CONSUELO DE PAULA 50 LUIZ CARLOS BORGES 76 ARTHUR NESTROVSKI 102 TONINHO FERRAGUTTI 23 DÉRCIO MARQUES 51 RENATO BORGHETTI 78 JÚLIO MEDAGLIA 103 CHICO MARANHÃO 24 SUZANA SALLES 52 TANGOS &TRAGEDIAS 78 SANTANNA, O Cantador 104 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) PAPETE 25 NÁ OZETTI 52 ROBSON MIGUEL 79 FAGNER 105 (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ANASTÁCIA 26 ELZA SOARES 53 JORGE MAUTNER 80 OSWALDO MONTENEGRO 106 Refalo, Pierre Yves Retratos da música brasileira : 14 anos no palco AMELINHA 26 DELCIO CARVALHO 54 RICARDO HERZ 80 VÂNIA BASTOS 106 do programa Sr. -
O Violão De Caymmi Nas Canções Praieiras
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES GUSTAVO INFANTE SILVEIRA Vela ao vento - o violão de Caymmi nas canções praieiras Campinas 2017 GUSTAVO INFANTE SILVEIRA Vela ao vento - o violão de Caymmi nas canções praieiras Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas como parte dos requisitos exigidos para obtenção do título de Mestre em Música, na área de concentração: Música: Teoria, Criação e Prática. Orientador: Prof. Dr. Hermilson Garcia do Nascimento ESTE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL DA DISSERTAÇÃO DEFENDIDA PELO ALUNO GUSTAVO INFANTE SILVEIRA, E ORIENTADA PELO PROF. DR. HERMILSON GARCIA DO NASCIMENTO. Campinas 2017 Agência(s) de fomento e nº(s) de processo(s): CAPES - 0 FICHA CATALOGRÁFICA “Há poucas coisas nesse mundo melhores do que as canções de Dorival Caymmi em sua própria voz por sobre seu tempestuoso violão”. (Caetano Veloso) AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, à minha família - Cristina, Djair e Guilherme, por fazer tudo ser possível e pelo amor incondicional. Agradeço, imensamente, ao meu orientador Prof. Dr. Hermilson Garcia do Nascimento, que tornou possível este trabalho e, sobretudo, por me ensinar e estimular. À Letícia Rodrigues, por todo nosso amor, carinho e poesia. À Maria Rita e ao André “Boca”, por serem minha família campineira. À Livia Carolina, por todo o nosso ‘transe’ musical e pela amizade mais que verdadeira e rica. Ao André Batiston, pela amizade mineira e por ter conferido trechos das transcrições com cuidado e carinho. Agradeço, imensamente, ao Prof. Dr. Ivan Vilela Pinto e ao Prof. Dr. José Alexandre Leme Lopes Carvalho, pelas contribuições riquíssimas da qualificação/defesa e por me mostrarem muitos outros caminhos a seguir. -
Black Music of All Colors
SÉRIE ANTROPOLOGIA 145 BLACK MUSIC OF ALL COLORS. THE CONSTRUCTION OF BLACK ETHNICITY IN RITUAL AND POPULAR GENRES OF AFRO-BRAZILIAN MUSIC José Jorge de Carvalho Brasília 1993 Black Music of all colors. The construction of Black ethnicity in ritual and popular genres of Afro-Brazilian Music. José Jorge de Carvalho University of Brasília The aim of this essay is to present an overview of the charter of Afro-Brazilian identities, emphasizing their correlations with the main Afro-derived musical styles practised today in the country. Given the general scope of the work, I have chosen to sum up this complex mass of data in a few historical models. I am interested, above all, in establishing a contrast between the traditional models of identity of the Brazilian Black population and their musics with recent attempts, carried out by the various Black Movements, and expressed by popular, commercial musicians who formulate protests against that historical condition of poverty and unjustice, forging a new image of Afro- Brazilians, more explicit, both in political and in ideological terms. To focus such a vast ethnographic issue, I shall analyse the way these competing models of identity are shaped by the different song genres and singing styles used by Afro-Brazilians running through four centuries of social and cultural experience. In this connection, this study is also an attempt to explore theoretically the more abstract problems of understanding the efficacy of songs; in other words, how in mythopoetics, meaning and content are revealed in aesthetic symbolic structures which are able to mingle so powerfully verbal with non-verbal modes of communication. -
5 Mulheres Que Transformaram O Samba – Para Conhecer E Reverenciar
5 mulheres que transformaram o samba – para conhecer e reverenciar Por muito tempo, as mulheres não tiveram vez no samba. Não que não estivessem lá, mas as rodas de samba, as composições, o palco e o sucesso eram territórios dominados por homens. A importância delas era minimizada. Ainda assim, sambistas mulheres de ontem e hoje deixaram suas marcas na história. Não pediram passagem, mas vieram com suas posturas questionadoras e atemporais nos versos sobre o universo feminino, sobre a vida. Há um legado deixado por Tia Ciata e Clementina de Jesus defendido e honrado por Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Mariene de Castro, Teresa Cristina e tantas outras. (TPM, 23/02/2017 – acesse no site de origem) É bom lembrar: o samba, mesmo antes do rap, foi utilizado para cantar as injustiças sociais, a vida nos morros e nas periferias, a alegria e a resistência de quem tinha pouco dinheiro e até pouca sorte. Elas seguiram a tradição. Aqui, cinco delas que provaram que o samba (também) é lugar de mulher. Clementina de Jesus, a Rainha Ginga (7 de fevereiro de 1901 – 19 de julho de 1987) Da mãe lavadeira filha de escravos, Clementina herdou as melodias do jongo, do lundu, os pontos de umbanda, as músicas que falavam sobre a África, sobre a tristeza do trabalho forçado longe da terra-mãe. Do pai, pedreiro, violeiro e capoeirista, puxou o gingado, a malandragem benéfica ao sambista. Nasceu no Rio de Janeiro, pouco depois da abolição da escravatura. Trabalhou como empregada doméstica e, só aos 63 anos, começou a carreira. Foi descoberta em 1964 pelo produtor Hermínio Bello de Carvalho enquanto cantava num bar. -
Percurso E Produção Musical De Gonzagão E Gonzaguinha
PERCURSO E PRODUÇÃO MUSICAL DE GONZAGÃO E GONZAGUINHA Cláudia Pereira Vasconcelos 1 Resumo: Este artigo pretende discutir de que forma os percursos, permeados por fronteiras geográficas, culturais e afetivas, interferiram na produção musical de Luiz Gonzaga do Nascimento (Gonzagão) e de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (Gonzaguinha). O pai é oriundo do sertão de Pernambuco, tendo se deslocado para o Rio de Janeiro, onde alcançou grande sucesso nos anos 1940/50; já o filho, nasceu no Morro de São Carlos, área periférica no Rio de Janeiro e marcou presença no cenário nacional entre as décadas de 1970/80. O fato de ambos virem de lugares historicamente marginalizados no Brasil, sendo homens não brancos, pertencentes a uma classe social desprivilegiada e, ainda assim, terem alcançado o "panteão" da Música Popular Brasileira, indica que estes artistas realizaram deslocamentos de fronteiras diversos. Importa pensar quais estratégias e/ou táticas cada um utilizou para driblar as citadas fronteiras, e se nesse movimento, suas obras e presenças podem ser vistas como discursos insubordinados que vão na contramão das representações oficiais da brasilidade. Para tanto, será analisada uma música de cada artista que nos ajudará a adentrar a discussão, ainda em processo de investigação. Palavras-chave: Fronteiras culturais; Gonzagão e Gonzaguinha; música; identidades; percursos decoloniais. 1. Introdução ou apresentação da pesquisa O presente trabalho trata de uma pesquisa de doutorado em andamento, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura, realizada na Universidade de Lisboa em regime de co-tutela com o Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade da UFBA2. -
Universidade Federal Da Paraíba Centro De Ciências Humanas, Letras E Artes Programa De Pós-Graduação Em Letras - Ppgl
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS - PPGL LÍVIA CAVALCANTE GAYOSO DE SOUSA A POÉTICA DE FERNANDO PESSOA NAS CANÇÕES-POEMAS DE MARIA BETHÂNIA: UM OLHAR SEMIÓTICO JOÃO PESSOA - PB 2019 LÍVIA CAVALCANTE GAYOSO DE SOUSA A POÉTICA DE FERNANDO PESSOA NAS CANÇÕES-POEMAS DE MARIA BETHÂNIA: UM OLHAR SEMIÓTICO Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras – PPGL – da Universidade Federal da Paraíba, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestra em Letras. Área de concentração: Literatura, Teoria e Crítica Linha de pesquisa: Estudos Semióticos Orientador: Prof. Dr. Expedito Ferraz Júnior JOÃO PESSOA – PB 2019 Nossa vida foi um palco iluminado, vivíamos vestidos de dourado, já que gente é pra brilhar, não pra morrer de fome! Cantamos a beleza de ser um eterno aprendiz, olhando para a vida como maravilha, sofrimento, alegria e lamento, sem lembrar que, ao fim de cada ato, ela é um nada no mundo, uma gota, um tempo que nem dá um segundo. Atiraram uma pedra e, hoje, coração na boca, peito aberto, sangrando, sou fera ferida no corpo, na alma e no coração. Dionísio, este trabalho é dedicado a você. AGRADECIMENTOS A Deus, pelo dom da vida; A meus pais, Vicente e Niedja, pelo amor incondicional, por terem me dado acesso à melhor educação e a todas as manifestações de arte, além de terem construído a estrada por onde, hoje, trilho o caminho do bem; Às minhas avós Cizinha e Tetê, que se retiraram deste plano ao longo da elaboração deste trabalho, mas que estão comigo, mais do que in memorian, in cordis, in anima. -
Bibliografia De Vinicius De Moraes
BIBLIOGRAFIA O falso mendigo: poemas de Vinicius Cordélia e o peregrino. Rio de Janeiro, de Moraes (com xilogravuras de Luiz Serviço de Documentação do MEC, Ventura). Sel. Marilda Pedroso. Rio 1965. de Janeiro, Editora Fontana, 1978. As feras: tragédia em três atos. Rio DE VINICIUS DE MORAES Vinicius de Moraes: poemas de de Janeiro, Serviço Nacional de muito amor (com desenhos de Teatro, MEC, 1968. POESIA Carlos Leão). Rio de Janeiro, Teatro em versos (org. Carlos Augusto José Olympio, 1982. Calil). São Paulo, Companhia das O caminho para a distância. Rio de Os melhores poemas de Vinicius de Letras, 1995. Janeiro, Schmidt, 1933; reed. São Moraes (org. Renata Pallottini). Paulo, Companhia das Letras, 2008. São Paulo, Global, 1984. Forma e exegese. Rio de Janeiro, O cinema de meus olhos (org. Carlos CANÇÃO Pongetti, 1935. Augusto Calil). São Paulo, Ariana, a mulher. Rio de Janeiro, Companhia das Letras, 1991. Livro de letras (org. José Castello). São Pongetti, 1936. Roteiro lírico e sentimental da cidade Paulo, Companhia das Letras, 1991. Novos poemas. Rio de Janeiro, José do Rio de Janeiro e outros lugares Songbook. 3 vols. Rio de Janeiro, Olympio, 1938. por onde passou e se encantou Lumiar, 1993. Cinco elegias. Rio de Janeiro, o poeta. São Paulo, Companhia das O poeta aprendiz: uma canção Pongetti, 1943. Letras, 1992. de Vinicius de Moraes e Toquinho Poemas, sonetos e baladas (com As coisas do alto: poemas de formação cantada e ilustrada por Adriana desenhos de Carlos Leão). São (org. José Castello e João Moreira Calcanhotto. São Paulo, Companhia Paulo, Gaveta, 1946; reed. São Salles). -
Arbache, Nazira
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CLEBER SBERNI JUNIOR IMPRENSA E MÚSICA NO BRASIL: ROCK, MPB E CONTRACULTURA NO PERIÓDICO ROLLING STONE – 1972 FRANCA 2015 CLEBER SBERNI JUNIOR IMPRENSA E MÚSICA NO BRASIL: ROCK, MPB E CONTRACULTURA NO PERIÓDICO ROLLING STONE - 1972 Tese apresentada à Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”, como pré-requisito para obtenção do Título de Doutor em História. Área de concentração: História e Cultura Social. Orientadora: Profa. Dra. Tânia da Costa Garcia FRANCA 2015 Sberni Junior, Cleber. Nos rastros das pedras: rock, MPB e contracultura no periódico Rolling Stone – 1972 / Cleber Sberni Junior. – Franca : [s.n.], 2015. 231 f. Tese (Doutorado em História). Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Orientadora: Tânia da Costa Garcia 1. Música - História e crítica. 2. Grupos de rock. 3. Contra- cultura. I. Título. CDD – 050.9181 CLEBER SBERNI JUNIOR IMPRENSA E MÚSICA NO BRASIL: ROCK, MPB E CONTRACULTURA NO PERIÓDICO ROLLING STONE - 1972 Tese apresentada à Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, como pré-requisito para a obtenção do Título de Doutor em História. Área de Concentração: História e Cultura Social. Linha de Pesquisa: História e Cultura Social BANCA EXAMINADORA Presidente:__________________________________________________________ Dra. Tânia da Costa Garcia (UNESP) 1º Examinador:_______________________________________________________ Dr. José Adriano Fenerick (UNESP) 2º Examinador:_______________________________________________________ Dra. Fabiana Lopes da Cunha (UNESP) 3º Examinador:_______________________________________________________ Dra. Marcia Regina Tosta Dias (UNIFESP) 4º Examinador:_______________________________________________________ Dr. Frederico Oliveira Coelho (PUC-RIO) Franca, 14 de agosto de 2015. -
Gender and Race in the Making of Afro-Brazilian Heritage by Jamie Lee Andreson a Dissertation S
Mothers in the Family of Saints: Gender and Race in the Making of Afro-Brazilian Heritage by Jamie Lee Andreson A dissertation submitted in partial fulfillment of the requirements for the degree of Doctor of Philosophy (Anthropology and History) in the University of Michigan 2020 Doctoral Committee: Professor Paul Christopher Johnson, Chair Associate Professor Paulina Alberto Associate Professor Victoria Langland Associate Professor Gayle Rubin Jamie Lee Andreson [email protected] ORCID iD: 0000-0003-1305-1256 © Jamie Lee Andreson 2020 Dedication This dissertation is dedicated to all the women of Candomblé, and to each person who facilitated my experiences in the terreiros. ii Acknowledgements Without a doubt, the most important people for the creation of this work are the women of Candomblé who have kept traditions alive in their communities for centuries. To them, I ask permission from my own lugar de fala (the place from which I speak). I am immensely grateful to every person who accepted me into religious spaces and homes, treated me with respect, offered me delicious food, good conversation, new ways of thinking and solidarity. My time at the Bate Folha Temple was particularly impactful as I became involved with the production of the documentary for their centennial celebrations in 2016. At the Bate Folha Temple I thank Dona Olga Conceição Cruz, the oldest living member of the family, Cícero Rodrigues Franco Lima, the current head priest, and my closest friend and colleague at the temple, Carla Nogueira. I am grateful to the Agência Experimental of FACOM (Department of Communications) at UFBA (the Federal University of Bahia), led by Professor Severino Beto, for including me in the documentary process. -
Meu Samba É Galo Cantando Antes Do Sol Nascer: Sérgio Ricardo E a Canção De Protesto No Sistema Cancional Brasileiro
Universidade de Brasília – UnB Instituto de Letras – IL Departamento de Teoria Literária e Literaturas – TEL Programa de Pós-Graduação em Literatura – PósLit Meu samba é galo cantando antes do sol nascer: Sérgio Ricardo e a canção de protesto no sistema cancional brasileiro Rafael Gazzola de Lima Brasília, 2019 Meu samba é galo cantando antes do sol nascer: Sérgio Ricardo e a canção de protesto no sistema cancional brasileiro Rafael Gazzola de Lima Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Literatura do Departamento de Teoria Literária e Literaturas do Instituto de Letras da Universidade de Brasília – UNB como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Literatura. Orientador: Prof. Dr. Alexandre Simões Pilati Brasília, 2019 Ficha catalográfica elaborada automaticamente, com os dados fornecidos pelo(a) autor(a) Lima, Rafael Gazzola de LL732m Meu samba é galo cantando antes do sol nascer: Sérgio Ricardo e a canção de protesto no sistema cancional brasileiro / Rafael Gazzola de Lima; orientador Alexandre Simões Pilati. -- Brasília, 2019. 149 p. Dissertação (Mestrado - Mestrado em Literatura) -- Universidade de Brasília, 2019. 1. Sérgio Ricardo. 2. Canção de protesto. 3. Sistema cancional brasileiro. I. Pilati, Alexandre Simões, orient. II. Título. 3 BANCA EXAMINADORA ______________________________________ Prof. Dr. Alexandre Simões Pilati (PósLit/UnB) (Orientador) ______________________________________ Prof. Dr. Rafael Litvin Villas Bôas (FUP/UnB) (Examinador interno) ______________________________________ Prof. -
Uma Árvore Da Música Brasileira, Das DA MÚSICA EINURDOÍGPEENIAA Edições Sesc São Paulo, E Não Pode Ser Vendido Separadamente
Cordel do Fogo Encantado Mestre Ambrósio Pitty Beto Guedes Paulinho Moska Cássia Eller Nação Zumbi Lô Borges Rumo Nuno Mindelis Capital Inicial Titãs DJ Patife Maria Rita Renato Braz Mundo Livre S/A Suzana Salles Legião Urbana Velhas Virgens Itamar Assumpção Tavinho Moura Cólera Skank André Christovam Suba Sepultura Chico César Damiano Cozzella Chico Science Inocentes T DJ Dolores Ultraje a Rigor Pato Fu Djavan Luiz Tatit Wagner Tiso Flávio Guimarães A Blues Etílicos E O Rappa Guilherme Arantes B Ira! Zélia Duncan Rogério Duprat E U DJ Marky Arrigo Barnabé Márcio Borges Ratos de Porão G Engenheiros do Havaii Jota Quest N Camisa de Vênus RPM Marina Lima Seu Jorge A Celso Blues Boy M DJ Mau Mau Vânia Bastos Toninho Horta Júlio Medaglia Cazuza Mamonas Assassinas P Fátima Guedes Tony Osanah U N Karol Conka Oswaldo Montenegro Ná Ozzetti BL K Barão Vermelho Milton Nascimento O Terço UES Ritchie Criolo Raimundos Adriana Calcanhoto Lobão Léo Jaime Rincon Sapiência Premeditando o Breque Lanny Gordin Kid Abelha Ludmilla V Ronaldo Bastos Som Nosso de Cada Dia Charlie Brown Jr. AN Sabotage G Ney Matogrosso Zé Ramalho U Paralamas do Sucesso Emicida A C R Made in Brazil Anitta D L Capinan Blitz A U Black Alien Fafá de Belém P B Emílio Santiago A Rappin’ Hood E Fábio Jr. Simone U L D Secos & Molhados Lulu Santos Rosa Passos Bonde do Tigrão Alceu Valença I S A T Torquato Neto Marcelo D2 Danilo Caymmi A E Belchior N Wando S Tati Quebra-Barraco Walter Franco A Joelho de Porco Q Rita Lee Leny Andrade Sérgio Mendes Aldir Blanc Gabriel, o Pensador Fagner