Viajando Por Angola Em 1969
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Estudo De Impacto Ambiental (EIA) Para O Projecto De
SFG2144 MINISTÉRIO DE ENERGIA E ÁGUAS Public Disclosure Authorized DIRECÇÃO NACIONAL DE ÁGUAS UNIDADE DE COORDENAÇÃO DE PROJECTOS PROJECTO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DO SECTOR DE ÁGUAS II (PDISA II) Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para o Projecto de Public Disclosure Authorized Desenvolvimento Institucional do Sector de Águas II (PDISA II), na cidade de N’Dalatando em Angola Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized ABRIL DE 2016 Estudo de Impacto Ambiental (EIA) para o Projecto de Desenvolvimento Institucional do Sector de Águas II (PDISA II), em Angola na cidade de N’Dalatando Índice ABREVIATURAS ........................................................................................................................................................... 50 1. SUMÁRIO EXECUTIVO ........................................................................................................................................... 51 2. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................................... 53 2.1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR ............................................................................................................. 53 2.2. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE QUE ELABORA EIA ............................................................................................ 53 3. DESCRIÇÃO DO PROJECTO .................................................................................................................................. -
Inventário Florestal Nacional, Guia De Campo Para Recolha De Dados
Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais de Angola Inventário Florestal Nacional Guia de campo para recolha de dados . NFMA Working Paper No 41/P– Rome, Luanda 2009 Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais As florestas são essenciais para o bem-estar da humanidade. Constitui as fundações para a vida sobre a terra através de funções ecológicas, a regulação do clima e recursos hídricos e servem como habitat para plantas e animais. As florestas também fornecem uma vasta gama de bens essenciais, tais como madeira, comida, forragem, medicamentos e também, oportunidades para lazer, renovação espiritual e outros serviços. Hoje em dia, as florestas sofrem pressões devido ao aumento de procura de produtos e serviços com base na terra, o que resulta frequentemente na degradação ou transformação da floresta em formas insustentáveis de utilização da terra. Quando as florestas são perdidas ou severamente degradadas. A sua capacidade de funcionar como reguladores do ambiente também se perde. O resultado é o aumento de perigo de inundações e erosão, a redução na fertilidade do solo e o desaparecimento de plantas e animais. Como resultado, o fornecimento sustentável de bens e serviços das florestas é posto em perigo. Como resposta do aumento de procura de informações fiáveis sobre os recursos de florestas e árvores tanto ao nível nacional como Internacional l, a FAO iniciou uma actividade para dar apoio à monitorização e avaliação de recursos florestais nationais (MANF). O apoio à MANF inclui uma abordagem harmonizada da MANF, a gestão de informação, sistemas de notificação de dados e o apoio à análise do impacto das políticas no processo nacional de tomada de decisão. -
Angolan National Report for Habitat III
Republic of Angola NATIONAL HABITAT COMMITTEE Presidential Decree no. 18/14, of 6 of March Angolan National Report for Habitat III On the implementation of the Habitat II Agenda Under the Coordination of the Ministry of Urban Development and Housing with support from Development Workshop Angola Luanda – June 2014 Revised - 11 March 2016 Angola National Report for Habitat III March 2016 2 Angola National Report for Habitat III March 2016 TABLE OF CONTENTS I. INTRODUCTION ........................................................................................................................ 11 II. URBAN DEMOGRAPHIC ISSUES ............................................................................................... 12 1. Migration and rapid urbanisation ...................................................................................... 12 Urban Population Growth ............................................................................................ 12 Drivers of Migration ...................................................................................................... 14 2. Rural-urban linkages........................................................................................................... 16 3. Addressing urban youth needs .......................................................................................... 17 4. Responding to the needs of the elderly ............................................................................. 19 5. Integrating gender in urban development ........................................................................ -
Mapa Rodoviario Angola
ANGOLA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FUNDO RODOVIÁRIO Miconje ANGOLA Luali EN 220 Buco Zau Belize Inhuca Massabi EN 220 Necuto Dinge O Chicamba ANG LU O EN 101 EN 100 I R CABINDA Bitchequete Cacongo Zenza de Lucala Malembo Fubo EN 100 EN 201 CABINDA Cabassango Noqui Luvo Pedra do Buela EN 210 Feitiço EN 120 EN 210 Sacandica Lulendo Maquela Sumba ZAIRE Cuimba do Zombo Icoca Soyo Béu EN 160 Cuango Lufico M´BANZA Quimbocolo Canda Cuilo Futa Quiende CONGO EN 140 Quimbele Quielo Camboso EN 210 Mandimba Sacamo Camatambo Quincombe Fronteira EN 120 Damba Quiximba Lucunga Lemboa Buengas Santa Tomboco 31 de Janeiro Quinzau EN 160 RIO BRIDG Cruz M E Quimbianda Uambo EN 100 Bessa Bembe Zenguele UIGE Macocola Macolo Monteiro Cuilo Pombo N´Zeto EN 120 Massau Tchitato Mabaia Mucaba Sanza Uamba EN 223 E EN 223 OG O L EN 140 Quibala Norte RI Songo Pombo Lovua Ambuíla Bungo Alfândega DUNDO EN 220 EN 220 Quinguengue EN 223 Musserra UÍGE Puri EN 180 Canzar Desvio do Cagido Caiongo Quihuhu Cambulo Quipedro EN 120 Negage EN 160 Zala Entre os Rios Ambriz Bela Dange EN 220 Vista Gombe Quixico Aldeia Quisseque Cangola EN 140 Mangando EN 225 EN 100 MuxaluandoViçosa Bindo Massango BENGO Tango MALANGE Camissombo Luia Canacassala Cambamba Bengo EN 165 Caluango Tabi Quicunzo Cabombo Cuilo Quicabo Vista Quiquiemba Camabatela Cuale EN 225 Ramal da Barra Cage Alegre Maua Caungula Camaxilo Capaia Cachimo DANDE do Dande Libongos O RI S. J.das Terreiro EN 225 Barra do BolongongoLuinga Marimba Luremo Quibaxe Matas Cateco Micanda Lucapa Dande Mabubas EN 225 -
Mapa Rodoviario Cuanza Norte
PROVÍNCIAPROVÍNCIAPROVÍNCIAPROVÍNCIA DE DO DODO CABINDA BENGO ZAIREUÍGE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FUNDO RODOVIÁRIO CUANZA NORTE Quiala EN 140 10 EC 309 7 8 7 TANGO 20 BINDO Lucala 3 10 Lussua 3 EC 313-1 Quimaco EN 313 18 12 4 EN 313 20 5 CAMABATELA Quicongo Mambulo AMBACA Manduge Luamba 8 8 Quina 19 10 MAUA 7 Mununa Balamo 15 6 DANDE 6 4 Calanda 7 Dala 2 9 Calumbo 4 Socolange 1 Calaiala Quingungo 3 11 9 Cuale do Sul 8 Ujimba 12 QUIQUIEMBA Catamba 3 4 EN 140 Luinga BOLONGONGO8 Cote 13 2 3 Senda 24 26 20 8 EC 122 1 4 Lufua 1 Cumessa 17 10 9 Hengue Bengueje 5 14 9 EC 317 15 Loma 7 BOLONGONGO TERREIRO 10 EC 314 Camacala Senda LUINGA QUIAGE 11 5 3 11 7 9 6 8 EN 225 Cafuta 6 EN 140 6 5 11 Pambos 8 EN 225 Camongua Caboco 3 de Sonhe Macusso Bata 7 QUICULUNGOQUICULUNGO 19 EC 122 Luinga 10 19 12 Bélem BANGA 14 EC 130 9 EN 320 EN 225 CARIAMBALufua 17 ALDEIA Quidulo Trás-os-Montes 8 Tabe NOVA 14 EC 327 13 12 EC 316 19 Quiangombe 14 16 Quindange 7 5 Hui Lulovo 9 11 2 BANGA 2 EC 316 10 Quiambata 9 Quimbole 4 5 13 CACULO 2 Lombige SAMBA 2 43 CABAÇA EC 130 23 Campinas 13 EN 120 CAJU Lombige 2 Tumba 11 4 14 Calua SAMBA19 CAJU QUILOMBO Calumbo 3 Beira GONGUEMBO Quiongua DOS DEMBOS Cassuice 5 2 Alta Catombe Longo 4 ZENZA 7 15 4 EC 118-1 28 Cuzo Luege ZENZA 1 5 3 13 6 Cafuta Caluache 7 L.Zunzulo 6 4 Bango 2 2 10 9 1 Santo Camama Mataba 17 Muloco 13 L.Quirima Danda 6 Gonguembo 2 Bango António ZENZA Guimbe L.Zungue Recta Maluige EC 118 Azongo 6 Sende 12 10 SAMBA 16 EC 118-1 10 EC 320-1 4 20 Bembo EC 130 5 QUILOMBO 14 LUCALA 5 4 EC 122 9 4 -
A Geologia Da República Popular De Angola
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Repositório do LNEG A GEOLOGIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA DESDE O PALEOARCAICO AO PALEOZÓICO INFERIOR POR ANTERO FERREIRA DA SILVA Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, IP 2005 ÍNDICE ÍNDICE .................................................................................................................................................... 2 1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................... 3 2. GEOMORFOLOGIA ........................................................................................................................... 3 3. GEOLOGIA ......................................................................................................................................... 6 3.1. PALEOARCAICO -NEOPROTEROZÓICO ................................................................................ 6 3.1.1. Rochas gnáissico-migmatítico-graníticas indiferenciadas e metaultramáfico-máficas frequentemente metamorfizadas, metassomatizadas, migmatizadas e charnoquitizadas ................. 6 3.2. MESOARCAICO–NEOPROTEROZÓICO .................................................................................. 11 3.2.1. Metassequências supracrustais (rochas metassedimentares, metavulcano-sedimentares e metavulcânicas) ............................................................................................................................ 11 3.3. NEOARCAICO -
Environmental Impact Study for the Rehabilitation and Expansion of the Cambambe Hydroelectric Power Plant Prepared By: Checked By: Initials: Approved By
REVISION DATE REVISION PREPARED APPROVED BGV CHECKED BY INITIALS STATUS SCOPE BY BY Revision CLIENT COMPANY ENTERPRISE: CAMBAMBE HYDROELECTRIC POWER PLANT AREA: ENVIRONMENT TITLE: ENVIRONMENTAL IMPACT STUDY FOR THE REHABILITATION AND EXPANSION OF THE CAMBAMBE HYDROELECTRIC POWER PLANT PREPARED BY: CHECKED BY: INITIALS: APPROVED BY: DATE Sheet of 17/12/2012 DOCUMENT NO. REVISION CLIENT NO. REVISION RESTRICTED ENVIRONMENTAL IMPACT STUDY FOR THE REHABILITATION AND EXPANSION OF THE CAMBAMBE HYDROELECTRIC POWER PLANT Prepared by: DECEMBER 2012 RESTRICTED Project’s Technical Data: Title: Environmental Impact Study for the Rehabilitation and Expansion of the Cambambe Hydroelectric Power Plant Client: Office for the Medium Kwanza Project (GAMEK). Rua do Massangano, s/n, Luanda. Http://www.gamek.com Telephone: +244-222-445072 / 222-675801; Fax: +244-222-447973 E-mail: Consultant: Holísticos, Lda. – Serviços, Estudos & Consultoria. Rua 60, Casa 559, Urbanização Harmonia, Benfica, Luanda. Telephone: +244-222-006938; Fax: +244-222-006435. E-mail: [email protected] Date: December 2012 RESTRICTED EIA (Environmental Impact Study) for the Rehabilitation and Expansion of the Cambambe Hydroelectric Power Plant CONTENTS Text Box List xii Figure List xii Photo List xv Table List xvii Chart List xxi Attachment List xxi Abbreviations xxiii 1. INTRODUCTION 1- 1 1.1. Background 1-1 1.2. Justification 1-4 1.3. Enterprise Sponsor 1-14 1.4. Scope of the Study 1-16 1.5. EIA’s Targets 1-19 1.6. Localization 1-20 1.7. Work Methodology 1-22 1.8. Areas Affected by the Project 1-23 1.8.1. Regional Coverage Area (AAR) 1-25 1.8.2. -
Boletim Informativo Consulado Geral Da República De Angola | Região Administrativa Especial De Macau | República Popular Da China
No39 16-30 Setembro 2009 Boletim Informativo Consulado Geral da República de Angola | Região Administrativa Especial de Macau | República Popular da China ACTIVIDADE PRESIDENCIAL Chefe de Estado analisa funcionamento da Comissão do Golfo da Guiné LUANDA Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, analisou, O terça-feira (22), em Luanda, com o Secretário-Executivo da Comissão do Golfo da Guiné (CGG), Miguel Trovoada, o funcionamento da organização durante os últimos oito meses. “Foi um relatório daquilo que nós fi zemos e das perspectivas imediatas”, disse Miguel Trovoada à imprensa no fi nal da audiência a si concedida pelo igualmente presidente da CGG. No seu entender, estas perspectivas “passam por uma maior coordenação entre o Secretariado e a Presidência, bem como na preparação dos próximos encontros que irão definir os passos a dar ao longo dos dois anos”. Segundo informou, o organismo deverá reunir em Outubro próximo para abordar aspectos ligados a estabilidade e a segurança, sem no entanto apontar o local, a fi m de se colmatar a fracassada reunião que deveria ter lugar em São Tomé e Príncipe. “O orçamento da organização, estimado em quatro milhões de dólares, quando for pago por todos os estados membros, contribuirá para o normal funcionamento do organismo”, referiu. Angola, enquanto país sede da comissão, referiu, tem concedido apoios fi nanceiros que garantem a sua sobrevivência. Criada em 1999 a CGG é integrada por Angola, Congo Democrático, República do Congo, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Gabão, Camarões e Guiné Equatorial. CG/Angolapress ACTIVIDADE PRESIDENCIAL PR recebe garantias da disponibilidade do Banco Espírito Santo LUANDA vamos continuar acrescer e tem tido bons resultados”, disse. -
Resettlement and Compensation Action Plan
Laúca-Bita Transmission Line, Angola Resettlement and Compensation Action Plan Draft Report March 2019 www.erm.com NHID New Horizons of Infrastructure of Denmark Laúca-Bita Transmission Line, Angola: Resettlement and Compensation Action Plan Draft Report March 2019 For and on behalf of Environmental Resources Management Approved by: Vicky Copeman Signed: Position: Partner Date: 5th March 2019 Title and Version Date Description Prepared By Reviewed By Approved By Draft Report v5.0 5th March 2019 For review by NHID E Francisco V Copeman V Copeman Draft Report v4.0 30th January 2019 For review by NHID E Francisco V Copeman V Copeman Draft Report v3.0 8th November 2018 For review by NHID E Francisco V Copeman V Copeman Draft Report v2.0 7th November 2018 For review by NHID E Francisco V Copeman V Copeman Draft Report v1.0 31st October 2018 For review by NHID E Francisco V Copeman V Copeman This report has been prepared by Environmental Resources Management with all reasonable skill, care and diligence within the terms of the Contract with the client, incorporating our General Terms and Conditions of Business and taking account of the resources devoted to it by agreement with the client. We disclaim any responsibility to the client and others in respect of any matters outside the scope of the above. This report is confidential to the client and we accept no responsibility of whatsoever nature to third parties to whom this report, or any part thereof, is made known. Any such party relies on the report at their own risk. -
Angola Livelihood Zone Report
ANGOLA Livelihood Zones and Descriptions November 2013 ANGOLA Livelihood Zones and Descriptions November 2013 TABLE OF CONTENTS Acknowledgements…………………………………………………………………………................……….…........……...3 Acronyms and Abbreviations……….………………………………………………………………......…………………....4 Introduction………….…………………………………………………………………………………………......………..5 Livelihood Zoning and Description Methodology……..……………………....………………………......…….…………..5 Livelihoods in Rural Angola….………........………………………………………………………….......……....…………..7 Recent Events Affecting Food Security and Livelihoods………………………...………………………..…….....………..9 Coastal Fishing Horticulture and Non-Farm Income Zone (Livelihood Zone 01)…………….………..…....…………...10 Transitional Banana and Pineapple Farming Zone (Livelihood Zone 02)……….……………………….….....…………..14 Southern Livestock Millet and Sorghum Zone (Livelihood Zone 03)………….………………………….....……..……..17 Sub Humid Livestock and Maize (Livelihood Zone 04)…………………………………...………………………..……..20 Mid-Eastern Cassava and Forest (Livelihood Zone 05)………………..……………………………………….……..…..23 Central Highlands Potato and Vegetable (Livelihood Zone 06)..……………………………………………….………..26 Central Hihghlands Maize and Beans (Livelihood Zone 07)..………..…………………………………………….……..29 Transitional Lowland Maize Cassava and Beans (Livelihood Zone 08)......……………………...………………………..32 Tropical Forest Cassava Banana and Coffee (Livelihood Zone 09)……......……………………………………………..35 Savannah Forest and Market Orientated Cassava (Livelihood Zone 10)…….....………………………………………..38 Savannah Forest and Subsistence Cassava -
Como Exportar Angola
Como Exportar Angola entre Ministério das Relações Exteriores Departamento de Promoção Comercial e Investimentos Divisão de Inteligência Comercial Como Exportar 1 Angola Sumário INTRODUÇÃO ........................................................2 3. Documentação e formalidades ............................ 157 MAPA .....................................................................3 4. Regimes especiais ............................................. 160 DADOS BÁSICOS ....................................................4 VI - ESTRUTURA DE COMERCIALIZAÇÃO ............171 I – ASPECTOS GERAIS ...........................................6 1. Canais de distribuição........................................ 171 1. Geografia.............................................................6 2. Promoção de vendas ......................................... 176 2. População, centros urbanos e nível de vida ...............9 3. Práticas comerciais ........................................... 179 3. Transportes e comunicações ................................. 13 4. Organização política e administrativa ..................... 28 VII - RECOMENDAÇÕES ÀS EMPRESAS BRASILEI- 5. Organizações e acordos internacionais ................... 33 RAS ................................................................... 187 II – ECONOMIA, MOEDA E FINANÇAS...................40 ANEXOS .............................................................189 1. Conjuntura econômica ........................................ 40 I - Endereços ...................................................... -
Boletim Da SOCIEDADE PORTUGUESA De ENTOMOLOGIA
ISSN 0870-7227 Boletim da SOCIEDADE PORTUGUESA de ENTOMOLOGIA Vol. VIII-14 Bolm Soc. Port. Ent. N.º 228 2013.07.31 GAZETTEER OF THE ANGOLAN LOCALITIES KNOWN FOR BEETLES (COLEOPTERA) AND BUTTERFLIES (LEPIDOPTERA: PAPILIONOIDEA) LUIS F. MENDES(1), A. BIVAR DE SOUSA(2), R. FIGUEIRA(3), & ARTUR R.M. SERRANO(4) Resumo: Apresenta-se uma lista de localidades de Angola de onde se tem conhecimento de se terem capturado coleópteros (Coleoptera) e lepidópteros diurnos (Lepidoptera, Papilionoidea). Para cada localidade são indicadas a Província administrativa, e as longitude, latitude e altitude aproximadas, assim como o número da correspondente carta de levantamento aero-fotogramétrico na escala de 1:100 000. Quando é conhecido mais do que um nome para a mesma localidade selecciona-se o mais recente e/ou com a ortografia mais correcta, sendo os restantes considerados sinónimos. Palavras-chave: Coleoptera; Lepidoptera; Papilionoidea; Localidades de capturas; Coordenadas; Angola. DICIONÁRIO GEOGRÁFICO DAS LOCALIDADES CONHECIDAS DE ANGOLA PARA OS COLEÓPTEROS (COLEOPTERA) E OS LEPIDÓPTEROS DIURNOS (LEPIDOPTERA, PAPILIONOIDEA) Abstract: A list of Angolan localities where beetles (Coleoptera) and butterflies (Lepidoptera: Papilionoidea) were collected is presented. For each site the administrative Province, and the approximate longitude, latitude and altitude, as well as the number of the correspondent 1: 100 000 aero-photogrammetric survey map are reported. When more than one name is known to one only locality, the more recent denomination and/or the correct one is selected and the remaining ones are considered as synonyms. Key words: Coleoptera; Lepidoptera; Papilionoidea; Collecting localities; Coordinates; Angola. (1) Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT). JBT/Zoologia.