Relatório Do Estado Geral Do Ambiente Em Angola
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2.3 Angola Road Network
2.3 Angola Road Network Distance Matrix Travel Time Matrix Road Security Weighbridges and Axle Load Limits For more information on government contact details, please see the following link: 4.1 Government Contact List. Page 1 Page 2 Distance Matrix Uige – River Nzadi bridge 18 m-long and 4 m-wide near the locality of Kitela, north of Songo municipality destroyed during civil war and currently under rehabilitation (news 7/10/2016). Road Details Luanda The Government/MPLA is committed to build 1,100 km of roads in addition to 2,834 km of roads built in 2016 and planned rehabilitation of 7,083 km of roads in addition to 10,219 km rehabilitated in 2016. The Government goals will have also the support from the credit line of the R. of China which will benefit inter-municipality links in Luanda, Uige, Malanje, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Benguela, Huambo and Bié provinces. For more information please vitsit the Website of the Ministry of Construction. Zaire Luvo bridge reopened to trucks as of 15/11/2017, this bridge links the municipality of Mbanza Congo with RDC and was closed for 30 days after rehabilitation. Three of the 60 km between MCongo/Luvo require repairs as of 17/11/2017. For more information please visit the Website of Agencia Angola Press. Works of rehabilitation on the road nr, 120 between Mbanza Congo (province Zaire) and the locality of Lukunga (province of Uige) of a distance of 111 km are 60% completed as of 29/9/2017. For more information please visit the Website of Agencia Angola Press. -
Mapa Rodoviario Benguela
PROVÍNCIAPROVÍNCIAPROVÍNCIAPROVÍNCIAPROVÍNCIA DEDE DO DODO MALANGECABINDA BENGO ZAIREUÍGE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FUNDO RODOVIÁRIO BENGUELA Eval Loeto Tapado Eval Guerra10 1 7 EC 100-7 12 6 Cinjamba 6 2 15 1 5 6 Caiandula Hangala Nomaca1 8 Bumba Inguelume Santa 8 2 10 Egito Braia 13 Teresa 3 22 Balombo5 6 Canjala Vouga 1 3 Bom Jesus 10 2 1 BALABAIA Luime 15 9 9 Tala 7 Cuula 10 6 CHILA 17 Banja 2 4 Casseque 12 Calul 7 10 25 20 9 16 EN 110 EN 100 10 3 Chicala 17 20 12 Chicuma Balombo Satanda 10 do Egito 20 7 4 15 Cuula1 2 Nunda Moma LOBITO 3 Choundo 14 Brita 5 10 Hanha Cuhula 8 Cangumbi 2 5 2 15 Felino 2 11 EC 367 Fonte do Jomba 3 2 Cubal 17 Cubal CAVIMBE 10 Ussoque 1 4 17 7 Culango Cubal do Lombodo Lumbo 10 Chinjir CHINGONGO 8 9 17 Culai 21 15 Chimbambo 13 2 9 6 Cubal de Quissaine Achuio EN 250 Cota LOBITO 8 7 13 18 3 21 MONTE 3 18 1 7 12 7 CANATA 11 1 BOCOIO 12 Bussa 8 Londengo BELO Amera Caluita BALOMBO 8 18 10 Lamalo 4 8 Cúmia 2 5 9 Chifena 10 7 CATUMBELA Balombo Caala Balombo 4 Aldeia do EN 250 Uequia BOCOIO 10 11 Luango 10 3 13 2 Biopio 20 Cubal15 do CamoneNunce BALOMBO 4 Lussinga 7 8 11 Lomete EN 100 Barragem Crabeiro Lopes8 6 Cateque 4 10 Humbondo Lucunga 22 Damba Maria 6 Saleiro 9 13 Temba 8 EC 356 CATUMBELA 7 16 Mabubo 4 Upano 7 2 Tola Cavicha BENGUELA 6 11 10 PASSE 5 5 Chimuco 7 Chiculo Cagendente 4 2 4 10 Caota 5 16 10 EC 355 Cuvomba 3 7 11 6 5 1 16 Vicua BAIA FARTA 5 EC 250-1 10 CuchiEN 110 16 1 Baia Azul NavegantesCavaco10 12 2 Capilongo EC 356-1 4 4 6 3 Chivanda 1 7 2 7 7 5 9 5 6 12 Cutembo ENDungo 100-2 -
Inventário Florestal Nacional, Guia De Campo Para Recolha De Dados
Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais de Angola Inventário Florestal Nacional Guia de campo para recolha de dados . NFMA Working Paper No 41/P– Rome, Luanda 2009 Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais As florestas são essenciais para o bem-estar da humanidade. Constitui as fundações para a vida sobre a terra através de funções ecológicas, a regulação do clima e recursos hídricos e servem como habitat para plantas e animais. As florestas também fornecem uma vasta gama de bens essenciais, tais como madeira, comida, forragem, medicamentos e também, oportunidades para lazer, renovação espiritual e outros serviços. Hoje em dia, as florestas sofrem pressões devido ao aumento de procura de produtos e serviços com base na terra, o que resulta frequentemente na degradação ou transformação da floresta em formas insustentáveis de utilização da terra. Quando as florestas são perdidas ou severamente degradadas. A sua capacidade de funcionar como reguladores do ambiente também se perde. O resultado é o aumento de perigo de inundações e erosão, a redução na fertilidade do solo e o desaparecimento de plantas e animais. Como resultado, o fornecimento sustentável de bens e serviços das florestas é posto em perigo. Como resposta do aumento de procura de informações fiáveis sobre os recursos de florestas e árvores tanto ao nível nacional como Internacional l, a FAO iniciou uma actividade para dar apoio à monitorização e avaliação de recursos florestais nationais (MANF). O apoio à MANF inclui uma abordagem harmonizada da MANF, a gestão de informação, sistemas de notificação de dados e o apoio à análise do impacto das políticas no processo nacional de tomada de decisão. -
Avaliação Da Vulnerabilidade Da População À Insegurança Alimentar
PROVÍNCIA DO BENGO GRUPO PROVINCIAL DE AVALIAÇÃO DE VULNERABILIDADE AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE DA POPULAÇÃO À INSEGURANÇA ALIMENTAR Novembro 2003 - Abril 2004 Membros do grupo: - AAA - ADAC - COSV - IDA - MINARS - MINSA - OMS - PAM - UTCAH - GSA - MSF/B Caxito, Maio de 2004 Grupo Provincial de Análise de Vulnerabilidade,Bengo, Maio de 2004 ÍNDICE Resumo 3 1. Introdução 4 2. Acessibilidade e população 4 2.1 Acessibilidade 4 2.2 População 4 3. Produção Alimentar 5 3.1 Análise do desenvolvimento da campanha agrícola 2003-04 5 3.2 Avaliação das reservas alimentares da campanha agrícola 2003-04 5 4. Mercados e Preços 6 4.1 Comportamento da cesta alimentar básica 6 4.2 Diferenças de preços entre regiões 7 5. Situação nutricional e de saúde 7 5.1 Situação de nutrição 7 5.2 Situação de saúde 7 5.3 Dados sobre HIV/SIDA 8 6. Meios de sustento e estratégias de sobrevivência 8 6.1 Zona Litoral 8 6.2 Zona de transição 8 6.3 Zona dointerior 8 7. Identificação das áreas e grupos populacionais em risco de insegurança alimentar 9 8. Conclusão: índice integrado de vulnerabilidade 9 9. Recomendações 10 Anexo 1 – Risco geográfico à insegurança alimentar 11 Anexo 2 – Índice integrado de vulnerabilidade 12 2 Grupo Provincial de Análise de Vulnerabilidade,Bengo, Maio de 2004 Resumo O quadro da acessibilidade da província do Bengo, foi caracterizado pela redução acentuada na circulação de viaturas nos troços que ligam a sede de Caxito com as comunas de Cage, Gombe, Quixico, Quicunzo e Zala, isto no município de Nambuangongo e a comuna de Quiage em Bula Atumba, motivado pelo mau estado de conservação de certas rotas. -
Em Luanda (1926 – 1961)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Gentes do Mato: Os “Novos Assimilados” em Luanda (1926 – 1961) Versão corrigida Washington Santos Nascimento São Paulo 2013 2 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL Gentes do Mato: Os “Novos Assimilados” em Luanda (1926 – 1961) Versão corrigida Washington Santos Nascimento Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, como requisito parcial para a obtenção do título de doutor em História sob a orientação da Profa. Dra. Leila Maria Gonçalves Leite Hernandez. São Paulo 2013 3 Para meus pais Cida e Uilson. Para minha irmã Fernanda, minha esposa Railda e minha filha Amanda. Obrigado por terem “segurado a barra” nesses anos do doutoramento. 4 AGRADECIMENTO Esta tese é o resultado coletivo de uma grande somatória de esforços, que envolveu uma série de pessoas sem as quais ela não seria possível. É também o resultado de uma trajetória e dos diálogos realizados nesse período. Inicialmente gostaria de agradecer à minha orientadora, Prof. Dra. Leila Maria Gonçalves Leite Hernandes, por quem nutro um sentimento de admiração e respeito difícil de expressar. Na solidão e dificuldade de um trabalho de pesquisa, foi sempre uma interlocutora qualificada, conhecedora do tema, apontando caminhos, descortinando comigo descobertas, sendo rigorosa na construção do texto, nos cortes dos excessos, mas sem perder a dimensão humana. -
Angolan National Report for Habitat III
Republic of Angola NATIONAL HABITAT COMMITTEE Presidential Decree no. 18/14, of 6 of March Angolan National Report for Habitat III On the implementation of the Habitat II Agenda Under the Coordination of the Ministry of Urban Development and Housing with support from Development Workshop Angola Luanda – June 2014 Revised - 11 March 2016 Angola National Report for Habitat III March 2016 2 Angola National Report for Habitat III March 2016 TABLE OF CONTENTS I. INTRODUCTION ........................................................................................................................ 11 II. URBAN DEMOGRAPHIC ISSUES ............................................................................................... 12 1. Migration and rapid urbanisation ...................................................................................... 12 Urban Population Growth ............................................................................................ 12 Drivers of Migration ...................................................................................................... 14 2. Rural-urban linkages........................................................................................................... 16 3. Addressing urban youth needs .......................................................................................... 17 4. Responding to the needs of the elderly ............................................................................. 19 5. Integrating gender in urban development ........................................................................ -
Mapa Rodoviario Angola
ANGOLA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FUNDO RODOVIÁRIO Miconje ANGOLA Luali EN 220 Buco Zau Belize Inhuca Massabi EN 220 Necuto Dinge O Chicamba ANG LU O EN 101 EN 100 I R CABINDA Bitchequete Cacongo Zenza de Lucala Malembo Fubo EN 100 EN 201 CABINDA Cabassango Noqui Luvo Pedra do Buela EN 210 Feitiço EN 120 EN 210 Sacandica Lulendo Maquela Sumba ZAIRE Cuimba do Zombo Icoca Soyo Béu EN 160 Cuango Lufico M´BANZA Quimbocolo Canda Cuilo Futa Quiende CONGO EN 140 Quimbele Quielo Camboso EN 210 Mandimba Sacamo Camatambo Quincombe Fronteira EN 120 Damba Quiximba Lucunga Lemboa Buengas Santa Tomboco 31 de Janeiro Quinzau EN 160 RIO BRIDG Cruz M E Quimbianda Uambo EN 100 Bessa Bembe Zenguele UIGE Macocola Macolo Monteiro Cuilo Pombo N´Zeto EN 120 Massau Tchitato Mabaia Mucaba Sanza Uamba EN 223 E EN 223 OG O L EN 140 Quibala Norte RI Songo Pombo Lovua Ambuíla Bungo Alfândega DUNDO EN 220 EN 220 Quinguengue EN 223 Musserra UÍGE Puri EN 180 Canzar Desvio do Cagido Caiongo Quihuhu Cambulo Quipedro EN 120 Negage EN 160 Zala Entre os Rios Ambriz Bela Dange EN 220 Vista Gombe Quixico Aldeia Quisseque Cangola EN 140 Mangando EN 225 EN 100 MuxaluandoViçosa Bindo Massango BENGO Tango MALANGE Camissombo Luia Canacassala Cambamba Bengo EN 165 Caluango Tabi Quicunzo Cabombo Cuilo Quicabo Vista Quiquiemba Camabatela Cuale EN 225 Ramal da Barra Cage Alegre Maua Caungula Camaxilo Capaia Cachimo DANDE do Dande Libongos O RI S. J.das Terreiro EN 225 Barra do BolongongoLuinga Marimba Luremo Quibaxe Matas Cateco Micanda Lucapa Dande Mabubas EN 225 -
A Caminho Da Cidade: Migração Interna, Urbanização E Saúde Em Angola Carlos M
OBSERVATORY ON MIGRATION OBSERVATOIRE ACP SUR LES MIGRATIONS OBSERVATÓRIO ACP DAS MIGRAÇÕES A CAMINHO DA CIDADE: Migração interna, urbanização e saúde em Angola Carlos M. Lopes Cristina U. Rodrigues Gabriela Simas © 2012 Gabriela Simas – Bairro Palanca, Luanda Palanca, © 2012 Gabriela Simas – Bairro Research Report Uma iniciativa do Secretariado ACP, financiada pela União Europeia, ACPOBS/2013/PUB05 implementada pela OIM e com o apoio financeiro da Suíça, da OIM, do Fundo da OIM para o Desenvolvimento e do UNFPA International Organization for Migration (IOM) Organisation internationale pour les migrations (OIM) Organização Internacional para as Migrações (OIM) 2013 Observatório ACP das Migrações O Observatório ACP das Migrações é uma iniciativa do Secretariado do Grupo dos Estados da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP), financiada pela União Europeia, implementada pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) num consórcio com 15 parceiros e com o apoio financeiro da Suíça, da OIM, do Fundo da OIM para o Desenvolvimento e do UNFPA. Fundado em 2010, o Observatório ACP é uma instituição concebida para produzir dados relativos à migração Sul-Sul no Grupo dos Estados ACP para migrantes, para a sociedade civil e para os decisores políticos, bem como para aperfeiçoar as capacidades de investigação nos países ACP para a melhoria da situação dos migrantes e o fortalecimento da relação migração-desenvolvimento. O Observatório foi fundado para facilitar a criação de uma rede de instituições de investigação e de especialistas na investigação da migração. As actividades estão a iniciar-se em 12 países piloto e serão progressivamente alargadas a outros países ACP interessados. Os 12 países piloto são: Angola, Camarões, Haiti, Quénia, Lesoto, Nigéria, Papua-Nova Guiné, a República Democrática do Congo, a República Unida da Tanzânia, Senegal, Timor-Leste, e Trindade e Tobago. -
Chapter 3 Profile of the Study Area
Chapter 3 Profile of the Study Area 3.1 Benguela Province 3.1.1 Outline Benguela Province is located in mid-west Angola. Its northern part meets the Province of Kwanza Sul, the east with Huambo, and the south with the Province of Huila and Namibe. The surface area is 39,826,83km2, and covers 3.19% of the national territory. It consists of 9 Municipalities including Lobito, and 27 Comunas and has a population of 1.93 million. The major Municipalities are Lobito (population: 736,000), Benguela (470,000) and Cubal (230,000). Its climate is dry and hot in the coastal areas, with an average temperature of 24.2 degrees Celsius with a highest temperature of 35 degrees Celsius. Vegetation is concentrated in the western areas, and in recent years, the forest areas along the coastline are decreasing due to deforestation. It has approx 1 million hectare of potential farmland and can produce various agricultural products thanks to its rich land and water sources. Primary products include bananas, corn, potatoes (potato, sweet potato), wheat flour, coconuts, beans, citrus fruit, mangos, and sugar cane. It is known nationwide for its variety of production, and the scale of cattle breeding ranks 4th in country. Currently cultivated areas total approx 214,000ha, and the production of primary products reaches approx 247,000 tons. Table 3-1 Profile of Municipalities in Benguela (As of 2007) Estimated Surface area Municipality Density/km2 population (km2) Benguela 469,363 2,100 223.5 Lobito 736,978 3,685 200.0 Baia Farta 97,720 6,744 14.5 Ganda 190,006 4,817 39.4 Cubal 230,848 4,794 48.2 Caimbambo 44,315 3,285 13.5 Balombo 27,942 2,635 10.6 Bocoio 55,712 5,612 9.9 Chongoroi 75,256 6,151 12.2 Total.. -
Thesis Presented for the Degree Of
The copyright of this thesis vests in the author. No quotation from it or information derived from it is to be published without full acknowledgement of the source. The thesis is to be used for private study or non- commercial research purposes only. Published by the University of Cape Town (UCT) in terms of the non-exclusive license granted to UCT by the author. University of Cape Town Thesis Presented for the Degree of DOCTOR OF PHILOSOPHY In the Department of Social Anthropology UNIVERSITY OF CAPE TOWN November 2009 Ambitions of cidade: War-displacement and concepts of the urban among bairro residents in Benguela, Angola University of Cape Town Sandra Roque Doctorate in Social Anthropology - Ambitions of cidade: War-displacement and concepts of the urban among bairro residents in Benguela, Angola Contents LIST OF TABLES ----------------------------------------------------------------------------------------------------- III LIST OF MAPS -------------------------------------------------------------------------------------------------------- III ABSTRACT ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ IV ACKNOWLEDGEMENTS --------------------------------------------------------------------------------------------- V CHAPTER 1: ENCOUNTERS, SITES AND QUESTIONS -----------------------------------------------1 THE MAP IN THE DUST -----------------------------------------------------------------------------------------------1 THE SITES OF THIS STUDY: BENGUELA AND BAIRRO CALOMBOTÃO -
Creating Markets in Angola : Country Private Sector Diagnostic
CREATING MARKETS IN ANGOLA MARKETS IN CREATING COUNTRY PRIVATE SECTOR DIAGNOSTIC SECTOR PRIVATE COUNTRY COUNTRY PRIVATE SECTOR DIAGNOSTIC CREATING MARKETS IN ANGOLA Opportunities for Development Through the Private Sector COUNTRY PRIVATE SECTOR DIAGNOSTIC CREATING MARKETS IN ANGOLA Opportunities for Development Through the Private Sector About IFC IFC—a sister organization of the World Bank and member of the World Bank Group—is the largest global development institution focused on the private sector in emerging markets. We work with more than 2,000 businesses worldwide, using our capital, expertise, and influence to create markets and opportunities in the toughest areas of the world. In fiscal year 2018, we delivered more than $23 billion in long-term financing for developing countries, leveraging the power of the private sector to end extreme poverty and boost shared prosperity. For more information, visit www.ifc.org © International Finance Corporation 2019. All rights reserved. 2121 Pennsylvania Avenue, N.W. Washington, D.C. 20433 www.ifc.org The material in this work is copyrighted. Copying and/or transmitting portions or all of this work without permission may be a violation of applicable law. IFC does not guarantee the accuracy, reliability or completeness of the content included in this work, or for the conclusions or judgments described herein, and accepts no responsibility or liability for any omissions or errors (including, without limitation, typographical errors and technical errors) in the content whatsoever or for reliance thereon. The findings, interpretations, views, and conclusions expressed herein are those of the authors and do not necessarily reflect the views of the Executive Directors of the International Finance Corporation or of the International Bank for Reconstruction and Development (the World Bank) or the governments they represent. -
Universidade Federal De Santa Catarina Programa De Pós-Graduação Em História
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA Maysa Espíndola Souza A LIBERDADE DO CONTRATO: O TRABALHO AFRICANO NA LEGISLAÇÃO DO IMPÉRIO PORTUGUÊS, 1850-1910. Dissertação submetida ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de mestre em História Cultural. Orientador: Dr. Henrique Espada Rodrigues Lima Filho Co-orientadora: Dr.ª Beatriz Gallotti Mamigonian. Florianópolis Março de 2017 Ficha de identificação da obra elaborada pela autora através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC. Para Janete e Luiz Fernando. AGRADECIMENTOS Não sei ao certo como agradecer a todos que de alguma forma contribuíram para a realização deste trabalho, direi “muito obrigada” na esperança de que simbolize a minha mais sincera gratidão e citarei alguns nomes tendo em mente que muitos outros careceriam de menção. À minha família agradeço por tudo, sem figuras de linguagem, obrigada por tudo mesmo. À Janete Espíndola e Luiz Fernando de Oliveira Souza, meus pais, agradeço especialmente por todo amparo e compreensão. À Elaine, minha irmã, e sua família, Alexandro, Gustavo, Sophia e Thomás obrigada pela eterna confiança. Ao vô Jorge pela ternura. À Bilyana Petrova, Kristian Larios e Sydney Henderson agradeço as intermináveis conversas, elas foram responsáveis pelos insights que resultaram no meu projeto de pesquisa e por muitos momentos alegres durante a execução dele. Às parcerias de Angela Lima, Esther Rossi, Janaína Maciel, Jeniffer Silva, Samira Moretto, Luana Mayra da Silva que tornaram a vida mais leve. À Patrícia Geremias por indiretamente fazer da orientação desta pesquisa e pelas palavras de apoio em momentos decisivos.