O Diverso No Verso De Martinho Da Vila
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RAUL SEIXAS: a MOSCA NA SOPA DA DITADURA MILITAR Ílio (1973 Censura, Tortura E Ex -1974)
id6595296 pdfMachine by Broadgun Software - a great PDF writer! - a great PDF creator! - http://www.pdfmachine.com http://www.broadgun.com PAULO DOS SANTOS RAUL SEIXAS: A MOSCA NA SOPA DA DITADURA MILITAR ílio (1973 Censura, tortura e ex -1974) ção apresentada à Banca Disserta ícia Universidade Examinadora da Pontif ólica de São Paulo, como exigência Cat ção do tít parcial para obten ulo de ória ção MESTRE em Hist , sob a orienta da Profa. Dra. Maria Izilda Santos de Matos. São Paulo 2007 2 BANCA EXAMINADORA _____________________________ _____________________________ _____________________________ 3 Esta pesquisa é dedicada: À Paulinha, minha filha e também à memória de: Maria Eugênia Seixas Raul Santos Seixas Raul Varella Seixas e Rosália Venância dos Santos, minha mãe. 4 “Sabemos, através da experiência dolorosa, que a liberdade jamais é dada voluntariamente pelos opressores, ela deve ser exigida pelo oprimido.” Martin Luther King 5 AGRADECIMENTOS á anos me A todos aqueles que me incentivaram e que h élio Fraga acompanham. Aos colegas da PUC/SP, em especial ao amigo H únior, me ouvindo por horas com enorme atenção e paciência, à amiga J Leanira da Silva, uma linda pessoa com excelentes virtudes e um grande exemplo de vida. À CAPES (Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal ível Superior), pela bolsa que incentivou e possibilitou as diversas de N às cidades de Salvador e Rio de Janeiro, que muito leituras e viagens íram para o desenvolvimento estrutural desta pesquisa. contribu Às contribuições de Amailton Magno Azevedo e Frederi co ção, Alexandre de Moraes Hecker, enquanto membros da banca de qualifica me direcionando nos melhores caminhos a seguir. -
Axé: Multiple Meanings with a Sole Essence Found in the Unity of Body, Nature and Spirit
Axé: Multiple Meanings with a Sole Essence Found in the Unity of Body, Nature and Spirit PLÍNIO TADEU DE GÓES, JR. hat does the word axé signify? Is there a way to create one Wdefinition for the word? The term is capable of multiple meanings. How do we unite all of these unique meanings within a single conceptual framework in order to better grasp each distinct understanding of the term? Can we reach a totalizing understanding of axé? Over the course of this paper, I will discuss the various meanings of the term in the hopes that this will add to our understanding of the complex relationships between religion, music, popular culture, and politics in the context of the African diaspora in the Americas. As opposed to discussing how some popular music finds its origin within Candomblé rituals, however, I go beyond such well-known histories and seek to explain how the theology of Candomblé manifests itself in ritual and popular music. Avoiding generalizations, I believe that African religious philosophies have played a primary role in generating a way of life in Northeastern South America and the Caribbean. I use the term axé to explore the above-mentioned relationships because the term appears simultaneously in Candomblé theology, Afro-Brazilian religious practices, and popular music. This article represents the first attempt to explicitly place this central facet of Candomblé theology as a crucial element at the heart of Afro-Brazilian culture. To some Brazilians, the term connotes a sort of upbeat reggae- infused dance music genre, danced at a frighteningly exhausting aerobic pace, from the Northeastern region of the country. -
O Preto Que Você Gosta Ou Ao Negro Que Você Quer? Um Estudo Sobre As Representações
O preto que você gosta ou a o negro que você quer? Um estudo sobre as representações da negritude na obra de Caetano Veloso. Marcelo Gonçalves de Souza – UFU 1 Luiz Carlos Avelino da Silva – UFU 2 Resumo: Esse trabalho teve por objetivo analisar as representações sobre a negritude na obra de Caetano Veloso e em particular,o que o autoriza, sendo branco, a chamar um negro de preto. Para tanto se tomou na sua obra todas as canções que fazem referência a negritude, posteriormente analisadas como um discurso. Nesse processo emergiram temas e categorias que apontam Caetano Veloso como um sujeito informado, que por conta de sua experiência pessoa com os negros, não precisa recorrer a modalidades de tratamento preconceituosas ou politicamente corretas. Introdução “Caetano venha ver o preto que você gosta”. A música de Neguinho do Samba mostra o chamado de Dona Canô, mãe de Caetano Veloso, se referindo a Gilberto Gil, que se apresentava na televisão, na já longínqua mocidade dos dois. O primeiro é branco e o segundo negro e a parceria, e todos os ganhos culturais advindos dessa amizade não são suficientes para esconder ou desfazer o preconceito do termo empregado pela mãe de Caetano quando ele é subtraído do contexto em que acontece. É essa situação que originou esse trabalho. O seu objetivo foi investigar o que autoriza um homem branco a chamar um homem negro de preto, abandonando o uso do politicamente correto. De um modo mais geral, o que autoriza um branco a se referir a um negro como preto sem que isso seja um ato preconceituoso ou desqualificador. -
12083369 Miolo Diogo.Indd 1 22/7/2010 17:49:50 2
MUSICA MUSICA COLECAO COLECAO Acervo pessoal Alfredo Sternheim Paulistano nascido em 1942, é jornalista e cineasta desde o início dos anos de 1960. Ao mesmo tempo que atuava como assistente de direção de Walter Hugo Khouri em A Ilha e Noite Vazia, foi crítico de cinema no jornal O Estado de S. Paulo (1963 à 1967). Nesse tempo, fez os primeiros de seus vários documentários de curta-metragem. Dois deles, Noturno e Flávio de Carvalho, ganharam o prêmio Governador do Estado da categoria em Um Maestro Para Todos Para Um Maestro 1967 e 1968. Noturno representou o Brasil no 28o Festival Diogo Pacheco Internacional de Veneza. Após produzir o programa Cinema Brasileiro na TV Educativa de Um Maestro Para Todos São Paulo (1969-1970), estreou na direção do longa-metragem ALFREDO STERNHEIM em Paixão na Praia, com Norma Bengell, Ewerton de Castro e Lola Brah (prêmio Governador do Estado de melhor roteiro de 1973). Daí em diante, paralelamente a sua atividade de jornalista e crítico na Folha da Tarde (1972-1979), fez longas como Anjo Loiro, com Vera Fischer e Mario Benvenuti, Pureza Proibida, com Rossana Ghessa, Zózimo Bulbul e Ruth de Souza, Diogo Pacheco Lucíola (do romance de José de Alencar), que representou o Brasil no IVº. Festival Internacional de Teerã, Violência na Carne, Amor de Perversão, Borboletas e Garanhões, entre outros. Contratado pela Fundação Roberto Marinho, dirigiu o tele-curso de Educação Moral e Cívica e OSPB em 1978, com histórias protagonizadas por Selma Egrei, Aldine Müller, Carlos Alberto ALFREDO STERNHEIM Richelli, Lélia Abramo, Dionizio Azevedo e outros. -
Minister of Counterculture
26 Guardian Weekly December 23 2005-January 5 2006 Culture Gilberto Gil is a musical legend - and now a senior Brazilian politician. He tz Minister of counterculture Gilberto Gil wears a sober suit and tie these days, and his dreadlocks are greying at the temples. But you soon remember that, as well as the serving culture minister of Brazil, you are in the presenceof one of the biggest l,atin American musicians of the 60s and 70s when you ask him about his intellectual influences and he cites Timothy l,eary. "Oh, yeah!" Gil says happily, rocking back in his chair at the Royal SocietyoftheArts in London. "Forexam- ple, all those guys at Silicon Valley - they're all coming basically from the psychedelic culture, you know? The brain-expanding processesof the crystal had a lot to do with the internet." Much as it may be currently de rigueur for journalists to ask politicians whether or not they have smoked marijuana, the question does not seem worth the effort. Gil's constant references to the hippy counterculture are not simplythe nostalgia of a 63-year-old with more than 4O albums to his name. For several years now, largely under the rest of the world's radar, the Braeilian government has been building a counterculture ofits own. The battlefield has been intellectual property - the ownership ofideas - and the revolution has touched everything, from internet file- sharing to GM crops to HIV medication. Phar- maceutical companies selling patented Aids drugs, for example, were informed that Brazil would simply ignore their claims to ownership and copy their products more cheaply if they didn't offer deep discounts. -
1 -A Análise Sociológica De Letras De Música
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA A Análise Social nas Letras das Canções de Lupicínio Rodrigues Daniel de Almeida Pinto Kirjner Professora Doutora Maria Angélica Brasil Gonçalves Madeira Orientadora Banca: Prof. Doutor Marcelo Carvalho Rosa (UnB) Banca:Maria Therezinha Ferraz Negrão de Mello (UnB) Brasília Março de 2011 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA A Análise Social nas Letras das Canções de Lupicínio Rodrigues Daniel de Almeida Pinto Kirjner Dissertação apresentada ao Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília/UnB como parte dos requisitos para a obtenção do título de mestre. Brasília Março de 2011 2 Sumário I – Agradecimentos...............................................................................................................................4 II - Introdução ......................................................................................................................................5 1 - A Análise Sociológica de Letras de Música....................................................................................8 1.1 - Samba-canção: Fratura e Paixão.........................................................................................9 1.2 – Lupicínio Rodrigues: o Feminino, o Masculino e Suas Relações. .................................15 1.3 – Contribuições de Teorias da Ação...................................................................................30 1.3.1 – A Agência -
José Eduardo Agualusa Um Estranho Em Goa
José Eduardo Agualusa Um Estranho em Goa quetzal língua comum | José Eduardo Agualusa Plácido Domingo contempla o Mandovi Onde será que isso começa A correnteza sem paragem O viajar de uma viagem A outra viagem que não cessa? Caetano Veloso, O Nome da Cidade Los viajes son una metáfora, una réplica terrenal del único viaje que de verdad, importa: el viaje interior. El viajero peregrino se dirige, más allá del último horizonte, hacia una meta que ya está presente en lo más íntimo de su ser, aunque aún siga oculta a su mirada. Se trata de descubrir esa meta, que equivale a descubrir-se a sí mismo; no se trata de conocer al otro. Javier Moro, «Sedentarios que dan vueltas», Altair, inverno de 2000 1 As gralhas, lá fora, ralham umas com as outras. Arra- nham a noite numa algazarra áspera. Viro-me no colchão tentando encontrar um pedaço fresco de lençol. Sinto que estou a ser cozinhado ao vapor como se fosse um legume. Salto da cama e sento-me no parapeito da janela. Se fumas- se — nunca fumei — seria agora a altura certa para acen- der um cigarro. Assim, fico a olhar a enorme figueira (Ficus benghalensis) no quintal, tentando seguir entre as sombras o combate das gralhas. Não sopra o alívio de uma brisa. A noite, porém, girando por sobre Pangim imensa e límpi- da, com a sua torrente de estrelas, refresca-me a alma. Penso nesta frase e não gosto dela. Está uma noite de cristal, funda, transparente, e isso produz, realmente, uma certa sensação de frescura. -
Universidade Federal De Juiz De Fora Made in Bra(S)Zil
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA MADE IN BRA(S)ZIL UM ESTUDO DO JOGO DE FORÇAS NA MÚSICA BRASILEIRA NO TEMPO DO TROPICALISMO por PABLO DE MELO PEIXOTO Dissertação apresentada à banca examinadora como requisito final para obtenção de grau de Mestre em Ciências Sociais. 2006 2 MADE IN BRA(S)ZIL: UM ESTUDO DO JOGO DE FORÇAS NA MÚSICA BRASILEIRA NO TEMPO DO TROPICALISMO Pablo de Melo Peixoto 3 Para todo aquele que nos empresta sua testa construindo coisas pra se cantar. Para tudo aquilo que o malandro pronuncia e que o otário silencia. Para toda festa que se dá ou não se dá. Para aquele que se presta a esta ocupação. Dedico este trabalho ao compositor popular. (Emprestando “tropicalisticamente” os versos de Caetano Veloso) 4 Peixoto, Pablo de Melo “Made in Bra(s)zil - um estudo do jogo de forças na música brasileira no tempo do tropicalismo” Pablo de Melo Peixoto. Juiz de Fora: UFJF/ Programa de pós-graduação em Ciências Sociais, 2007. 207p. Dissertação – Universidade Federal de Juiz de Fora, CCCS. 1. Sociologia da Cultura. 2. Movimentos culturais no Brasil contemporâneo. 3. Memória e práticas culturais. 4. Música Popular 5. Dissertação (Mestr. – UFJF/PROPG). I. “ Made in Bra(s)zil - um estudo do jogo de forças na música brasileira no tempo do tropicalismo.” PEIXOTO, Pablo de Melo. “ Made in Bra(s)zil - um estudo do jogo de forças na música brasileira no tempo do tropicalismo” Orientador: Eduardo Magrone. Rio de Janeiro: UFJF/ICHL/PROPG, 2007. Diss. 5 Resumo O presente trabalho investiga as relações de forças entre os diversos agentes do campo musical brasileiro durante a década de sessenta, analisada a partir de observações históricas e relatos da época, em confluência com as teorias dos campos e do mercado de bens simbólicos de Pierre Bourdieu, trazendo essas teorias para o estudo de música popular no Brasil. -
Tropo-Tropicalista.Pdf
o tropo tropicalista o tropo tropicalista joão camillo penna COORDENAÇÃO EDITORIAL Renato Rezende PROJETO GRÁFICO Sergio Cohn REVISÃO Ingrid Vieira CAPA Sergio Cohn, sobre foto de Renato Mangolim da obra “Penetrável Genet/ Experiência Araçá” de Celso Sim e Anna Ferrari. P59t Penna, João Camillo O tropo tropicalista / João Camillo Penna. - Circuito/Azougue, Rio de Janeiro, 2017. 244 p. ISBN 978.85.9582.008-1 1. Cultura brasileira. 2. Tropicália. 3. João Camillo Penna. CDD 890 CDU 78.01 Editora Circuito - www.editoracircuito.com.br/ Azougue Editorial - www.azougue.com.br 2017 VIRAR O VIRÁ: VIRÁ O VIRAR, por Alexandre Nodari 9 ANOTAÇÃO DAS DATAS 21 EXÍLIO 33 O VEREDITO 45 ABSURDO-BRASIL 57 POP TRÓPICO 89 BÓLIDE SEBASTIANISTA 117 CONVERSÕES 145 O POSSESSO E A POÇÃO 181 AÇO FRIO DE UM PUNHAL 205 REFRÃO 233 SOBRE O AUTOR 244 [...] Figuras são chamadas tropos, do grego tropos, conversio, cuja raiz é trepo, verto, eu viro. Elas são assim chamadas porque, quando tomamos uma palavra no sentido figurado, viramo-la, por assim dizer, a fim de fazê-la significar o que ela não significa no sentido próprio...1 Trópico, 1532 (uma primeira vez em 1377, em Oresme). Emprestado do baixo latim, tropicus (do grego tropikos, de tropos, “vol- ta”); dito desta forma porque “quando o sol veio ou chegou a cada um, ele se volta ao equinócio (o “Equador”)”.2 1 Du Marsais. Traité des tropes. Paris: Le Nouveau Commerce, 1977 [edição original, 1730], p.19. 2 O. Bloch, e W. Von Wartburg, Dictionnaire étymologique de la langue française. Paris: Presses Universitaires de France, 1975, 6a edição, verbete “Tropique”. -
As Músicas De Martinho Da Vila (1972 a 1994) E O Ensino De História E Cultura Afro-Brasileira
Versão On-line ISBN 978-85-8015-076-6 Cadernos PDE OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR PDE Artigos AS MÚSICAS DE MARTINHO DA VILA (1972 A 1994) E O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA Fábio de Oliveira Cardoso - Professor PDE1 Vanda Fortuna Serafim - Professora - Orientadora IES2 Resumo: O Presente artigo faz uma análise dos estudos e ações do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) entre os anos de 2013 e 2014, implementado com uma turma de alunos e alunas de 9º ano do Colégio Estadual Tânia Varella Ferreira – E. F. M., no qual visou atender a demanda da Lei n. 10.639/2003, quanto à obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana na escola com o tema: O uso de novas fontes no ensino de história e cultura afro-brasileira por meio das músicas de Martinho da Vila – 1972 a 1994 e intitulado: As músicas de Martinho da Vila (1972 a 1994) e o ensino de história e cultura afro-brasileira. No desenvolvido do Projeto de Intervenção Pedagógica no Colégio utilizou-se a Produção Didático-Pedagógica da Unidade Didática, elaborada com base nas fontes musicais: “Jubiabá”, “O Caveira”, “Festa de Umbanda”, “Casa de bamba”, “Nas águas de Amaralina” e “Semba dos ancestrais”, das quais, foram analisados os temas extraídos da linguagem musical, relacionados ao simbolismo das religiões de matriz africana e identificados pelos discentes como hibridismo cultural religioso afro-brasileiro. Os aportes teóricos consistiram principalmente nos estudos de Peter Burke, Marcos Napolitano e Reginaldo Prandi. Palavras-chave: Ensino de história. -
Relatório De Ecad
Relatório de Programação Musical Razão Social: Empresa Brasileira de Comunicação S/A CNPJ: 09.168.704/0001-42 Nome Fantasia: Rádio Nacional do Rio de Janeiro Dial: 1130 Khz Cidade: UF: Data Hora Nome da música Nome do intérprete Nome do compositor Gravadora Vivo Mec. 01/04/2020 11:43:40 QUERO TE ENCONTRAR Claudinho & Buchecha X 01/04/2020 16:07:29 Um novo tempo Ivan Lins Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle X Nelson Motta 01/04/2020 16:31:11 Maria Fumaça Banda Black Rio Luiz Carlos X Oderdan 01/04/2020 16:35:27 Olhos coloridos Seu Jorge & Sandra de Sá Macau X 01/04/2020 20:00:43 Juventude Transviada Luiz Melodia & Cassia Eller Luiz Melodia X 01/04/2020 20:05:13 Amores Possíveis Paulinho Moska João Nabuco/Totonho Villeroy X 01/04/2020 20:07:31 Me faz um dengo - Disritmia Roberta Sá & Martinho da Vila Martinho da Vila X 01/04/2020 20:12:50 Cigana (ao vivo) Raça Negra Gabu X 01/04/2020 20:15:54 Encontros e Despedidas Maria Rita Milton Nascimento/Fernando Brant X 01/04/2020 20:19:54 A Francesa Cláudio Zóli Antonio Cicero e Claudio Zoli X 01/04/2020 20:23:53 Tive Sim Cartola Cartola X 01/04/2020 20:26:02 Sem Compromisso Marcos Sacramento Geraldo Pereira/Nelson Trigueiro X 01/04/2020 20:28:33 Um Homem Também Chora Gonzaguinha Gonzaguinha X 01/04/2020 20:31:58 Apesar de Cigano Jorge Vercilo Altay Veloso X 01/04/2020 20:36:25 Só depois (ao vivo no morro) Grupo Revelação Carlos Caetano/Claudemir/Charles Bonfim X 01/04/2020 20:39:39 A Voz Do Morro Zé Renato Zé Ketti X 01/04/2020 20:43:03 Vitoriosa Ivan Lins Ivan Lins/Vitor Martins X 01/04/2020 20:46:57 -
Resolução Comentada
PPORTUGUÊS 1 Examine a tirinha. Laerte, in: Manual do Minotauro. a) De que maneira o terceiro quadrinho contribui para a construção do humor da tirinha? b) A que contexto se relaciona o último enunciado da tirinha? Justifique. Resolução a) O terceiro quadrinho apresenta cavalos galo pan - do, imagem inesperada, considerando-se que a palavra, em fundo negro, que aparece nos dois qua drinhos iniciais é “protocolo”. Porém, o efeito de quebra de expectativa explica a palavra “proto - colo”, que é usada como onomatopeia, repro - duzindo o som do galope, no lugar do já conhecido po cotó, pocotó, pocotó. b) O último quadrinho faz referência ao serviço prestado por uma central de atendimento eletrô - nico, ao introduzir um exemplo de frases usadas nesse tipo de serviço (“se quiser que repita, tecle 2”). Nota-se uma crítica à vida buro cra tizada, que submete o indivíduo a ações mecâ nicas e repeti - tivas, metaforizadas pelo galope dos cavalos. FUVEST (2ª FASE) - JANEIRO/2019 2 Examine o anúncio e leia o texto. I. Ministério Público do Trabalho II. Art. 149 – Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto: Pena – reclusão, de dois a oito anos, e multa, além da pena correspondente à violência. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.803.htm a) Explique a relação de sentido entre os trechos (I) “Escravidão no Brasil não é analogia” e (II) “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo”.