Projeto Comédia Popular Brasileira Da Fraternal

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Projeto Comédia Popular Brasileira Da Fraternal PROJETO COMÉDIA POPULAR BRASILEIRA DA FRATERNAL COMPANHIA DE ARTE E MALAS-ARTES (1993-2008) TRAJETÓRIA DO VER, OUVIR E IMAGINAR ROBERTA CRISTINA NININ PROJETO COMÉDIA POPULAR BRASILEIRA DA FRATERNAL COMPANHIA DE ARTE E MALAS-ARTES (1993-2008) Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 1 29/3/2011, 00:53 CONSELHO EDITORIAL ACADÊMICO Responsável pela publicação desta obra Alexandre Luiz Mate Omar Khouri Rejane Galvão Coutinho Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 2 29/3/2011, 00:53 ROBERTA CRISTINA NININ PROJETO COMÉDIA POPULAR BRASILEIRA DA FRATERNAL COMPANHIA DE ARTE E MALAS- ARTES (1993-2008) TRAJETÓRIA DO VER, OUVIR E IMAGINAR Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 3 29/3/2011, 00:53 © 2010 Editora UNESP Cultura Acadêmica Praça da Sé, 108 01001-900 – São Paulo – SP Tel.: (0xx11) 3242-7171 Fax: (0xx11) 3242-7172 www.editoraunesp.com.br [email protected] CIP – Brasil. Catalogação na fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ N622p Ninin, Roberta Cristina Projeto Comédia Popular Brasileira da Fraternal Companhia de Artes e Malas-Artes (1993-2008) : trajetória do ver, ouvir e imaginar / Roberta Cristina Ninin. - São Paulo : Cultura Acadêmica, 2010. il. Inclui bibliografia ISBN 978-85-7983-097-6 1. Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes. 2. Comédia. 3. Tea- tro brasileiro (Comédia) - História e crítica. 4. Teatro épico. 5. Cultura popular. 6. Teatro - Brasil - História e crítica. I. Título. 11-0126. CDD: 792.230981 CDU: 792.22(81) Este livro é publicado pelo Programa de Publicações Digitais da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) Editora afiliada: Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 4 29/3/2011, 00:53 AGRADECIMENTOS Ao Marinho, meu paciente e esclarecedor orientador. À Fraternal Cia. de Arte e Malas-Artes, em especial a Ednaldo Freire, Mirtes Nogueira, Edgar Campos e Aiman Hammoud, que prazerosamente compartilharam entrevistas, conversas e materiais riquíssimos para minha pesquisa. Ao Alexandre Mate, meu professor e provocador deste livro, desde a graduação. A Carminda, pelas preciosas reflexões partilhadas no exame de qualificação. A todos os meus professores da graduação e da pós-graduação. Aos funcionários do IA. Às meninas da pós-graduação: Marisa, Ângela, Marli, Thaís. Ao Tomás, amigo e revisor do meu texto. A minha família, pela compreensão da distância, às vezes, ne- cessária. A minha amiga Michelle, companheira das alegrias e tristezas desse meu percurso. Aos meus camaradas, militantes marxistas. Ao Sambaqui, pelas vivências e brincadeiras, pelo contato com manifestações populares brasileiras. Aos grupos de teatro Atrás do Grito, Artehúmus, Engenho Teatral. À Capes, pela concessão de bolsa mestrado. Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 5 29/3/2011, 00:53 Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 6 29/3/2011, 00:53 SUMÁRIO Introdução 9 1 Sobre os trabalhadores e sobre seus trabalhos 15 2 Ver: primeira fase do projeto Comédia Popular Brasileira 51 3 Ouvir: segunda fase do projeto Comédia Popular Brasileira 93 4 Imaginar: terceira fase do projeto Comédia Popular Brasileira 127 Considerações finais: trajetória do ver, ouvir, imaginar 183 Referências bibliográficas 197 Anexos 207 Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 7 29/3/2011, 00:53 Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 8 29/3/2011, 00:53 INTRODUÇÃO Quinta-feira à noite, o teatro do Centro de Educação Unificado (CEU) Rosa da China, localizado na Zona Leste da cidade de São Pau- lo, transborda sua lotação. Teatro preenchido não somente por alunos do grupo Educação de Jovens e Adultos da Rede Pública Municipal de Ensino da cidade de São Paulo (EJA) contemplados pelo Projeto For- mação de Público da Secretaria Municipal de Cultura, mas também por visitantes da comunidade que ali retornam pela terceira vez para assistir ao espetáculo Borandá da Fraternal Companhia de Arte e Ma- las-Artes. Como monitora do Projeto Formação de Público no ano de 2004, aproximei-me da Cia., vivenciando questionamentos: Por que a comé- dia da Fraternal é tão bem recebida pelo público? O que a torna eficaz? Como ocorre seu processo de criação? Contemplada por projetos artístico-culturais praticamente todos os anos desde a sua formação, a Cia. estreou em 2003 Borandá, 11º traba- lho produzido pelo projeto Comédia Popular Brasileira (CPB), criado junto à fundação da Fraternal pelo diretor Ednaldo Freire e pelo dra- maturgo Luís Alberto de Abreu em 1993. Em busca de um teatro bra- sileiro com foco na comédia popular, a Cia. investiga, a partir de sua segunda fase do projeto, a comédia épica com o intuito de valorizar cada vez mais a participação ativa do público perante o fenômeno teatral. Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 9 29/3/2011, 00:53 10 ROBERTA CRISTINA NININ Tendo em vista que a comédia popular dificilmente é alvo de re- conhecimento estético e muito menos de elaborações aprofundadas cientificamente no âmbito da linguagem cênica (não por mero aca- so), é importante salientar que na história das sociedades sempre houve uma classe dominante, detentora dos meios de produção, que ao longo da história oprimiu uma maioria excluída material e espiri- tualmente. Para iniciar a reflexão sobre o protagonismo da comédia popular desenvolvida pela Fraternal Cia., faz-se necessário partir do escrito de 1848, o Manifesto Comunista: A história de toda sociedade até hoje1 é a história de luta de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, mestres e companheiros, numa palavra, opressores e oprimidos, sempre estive- ram em constante oposição uns aos outros, que terminou sempre ou com uma transformação revolucionária de toda a sociedade, ou com o declínio comum das classes em luta. Nas épocas anteriores da história encontramos quase por toda parte uma completa estruturação da sociedade em diversas ordens, uma múl- tipla gradação das posições sociais. Na Roma antiga temos patrícios, guerreiros, plebeus, escravos; na Idade Média, senhores feudais, vassalos, mestres, companheiros, servos; e, em quase todas essas clas- ses, outras gradações particulares. A moderna sociedade burguesa, surgida das ruínas da sociedade feu- dal, não eliminou os antagonismos entre as classes. Apenas estabeleceu novas classes, novas condições de opressão, novas formas de luta em lugar das antigas. A nossa época, a época da burguesia, caracteriza-se, entretanto, por ter simplificado os antagonismos de classe. A sociedade vai-se dividin- do cada vez mais em dois grandes campos inimigos, em duas grandes classes diretamente opostas entre si: burguesia e proletariado.2 (Marx & Engels, 2001, p.67) 1 Anteriormente à história escrita, quase desconhecida em 1847. 2 Por burguesia entende-se a classe dos capitalistas modernos, que são proprie- tários dos meios de produção social e empregam trabalho assalariado. Por pro- letariado, a classe dos trabalhadores assalariados modernos que, não tendo meios Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 10 29/3/2011, 00:53 PROJETO COMÉDIA POPULAR BRASILEIRA 11 Partindo desse pressuposto, evidencia-se a necessidade de com- preender a trajetória do projeto CPB da Fraternal Cia. a partir de um ponto de vista histórico e material, pontuando os objetivos e re- sultados construídos ao longo de mais de uma década de pesquisa. Estudar a comédia do ponto de vista popular é minimamente instigante e desafiador, uma vez que envolve compreender o seu processo de criação mediante sua função questionadora e ambiva- lente, muito abordada pelo filólogo Mikhail Bakhtin. Walter Benjamin (1994), Dario Fo (1999) e o dramaturgo alemão Bertolt Brecht também serão pautados tanto no que concerne a uma apreen- são da dramaturgia, da encenação e da interpretação cômica, quanto a seus posicionamentos críticos perante a atividade artística. Ao colocar em foco a investigação e a realização cênica de uma linguagem mais próxima do público, em especial do público brasi- leiro, a Fraternal objetiva despertar a imaginação do espectador – aproximando-o ludicamente de seu universo cultural. Para isso, re- toma elementos da commedia dell’arte refletida nas manifestações populares brasileira e do teatro épico, a narrativa. Outras referên- cias para a pesquisa de linguagem são o teatro de revista e o circo- teatro brasileiro. Os jogos cênicos, essenciais para que o público se torne cúmplice dessa história, estão calcados no processo de trian- gulação, o cerne da comunicação imediata e comentada exigida nas apresentações cômico-populares. O filólogo Bakhtin (1987), estudado pela Fraternal, é constan- temente consultado neste livro. Mais que princípios do cômico registrados por Bakhtin, o seu ponto de vista carnavalesco serve de linha condutora para a materialização cênica. O estudioso russo, ao debruçar-se sobre o contexto de Rabelais, contempla o mundo por uma perspectiva cômica, refletindo sobre o processo de redu- ção e empobrecimento progressivos dos ritos e espetáculos carna- valescos populares. de produção próprios, são obrigados a vender sua força de trabalho para sobre- viver (nota de Engels à edição inglesa de 1888). Projeto_comedia_(FINAL_V2).pmd 11 29/3/2011, 00:53 12 ROBERTA CRISTINA NININ O principal objeto de análise serão as personagens da Cia., com- preendidas durante 15 anos do projeto. Na primeira fase da Comé- dia Popular Brasileira, as personagens foram representadas por ti- pos fixos; na segunda fase, por heróis guerreiros (inspirados em personagens das festas populares medievais) e, recentemente, por atores saltimbancos que se apresentam com seus elementos de cena essenciais e, empregando a narrativa, multiplicam-se em inúmeros personagens. Nesse sentido, percebe-se uma notável mudança no quadro de personagens em cena, no número de atores e em suas fun- ções interpretativas. É presumível que concomitante a essa mudan- ça a relação estabelecida com o público também sofra alterações. Para melhor apreender a linguagem cômica da Fraternal, no final de 2007 e no decorrer do primeiro semestre de 2008, participei como observadora dos processos práticos e teóricos desenvolvidos durante o projeto A Vertente Esquecida: O Cômico Feminino, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo/2007. O pro- jeto resultou na montagem de As três graças, realizada no Teatro Célia Helena (SP) em agosto de 2008. O acompanhamento do processo de criação da Cia.
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