Victor Hugo Junqueira
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A Maçonaria Presente
RUBENS PANTANO FILHO REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932 A MAÇONARIA PRESENTE 2021 © 2021, Fox Tablet Título - Revolução Constitucionalista de 1932: a Maçonaria presente Autor: Rubens Pantano Filho Revisão: Meire Helen Godoi de Moraes Imagem da capa: Governo do Estado de São Paulo. Obelisco do Ibirapuera. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Passagem_da_Tocha_Ol%C3%ADmpica_em_SP_( 28605512140).jpg. Acesso em: 12 nov. 2019. Design e Diagramação: Ademilson Francisco Couto FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA POR: Bibliotecário: Sandro Revolti ─ CRB8 / 7535. P222r Pantano Filho, Rubens. Revolução Constitucionalista de 32: a Maçonaria presente. / Rubens Pantano Filho. – 3ª ed. - Salto (SP): Fox Tablet, 2021. 166 p.: il. Inclui bibliografia ISBN: 978-65-89010-22-7 1. República. 2. Revolução Constitucionalista. 3. Maçonaria. I. Grande Oriente de São Paulo. II. Salto. III. Título. CDD – 981.06 Índices para catálogos sistemáticos: Proibida a reprodução total ou parcial desta obra, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico, mecânico, inclusive por meio de processos xerográficos, sem a permissão expressa do editor (Lei nº 9.610, de 19/02/1998). Todos os direitos desta edição reservados pelo Autor Rua Toscana, 176 – Bairro Vila Roma – Salto/SP – CEP 13321-440 Tel. (11) 4840-8999 / Cel. (11) 98689-1789 / [email protected] In memoriam Ao querido primo e grande amigo, Paulo Menotti Del Picchia Neto, médico e professor universitário, neto do ilustre maçom Paulo Menotti Del Picchia, poeta, romancista, cronista, jornalista, advogado e revolucionário em 32. AGRADECIMENTOS Registro aqui minha imensa gratidão às pessoas e entidades que me auxiliaram, tornando possível a publicação deste livro, agora no formato digital: Grande Oriente de São Paulo – GOSP; Academia Campinense Maçônica de Letras – ACML; A.R.L.S. -
Brazilian History
Brazilian History Brazilian History: Culture, Society, Politics 1500- 2010 By Roberto Pinheiro Machado Brazilian History: Culture, Society, Politics 1500-2010 By Roberto Pinheiro Machado This book first published 2017 Cambridge Scholars Publishing Lady Stephenson Library, Newcastle upon Tyne, NE6 2PA, UK British Library Cataloguing in Publication Data A catalogue record for this book is available from the British Library Copyright © 2017 by Roberto Pinheiro Machado All rights for this book reserved. No part of this book may be reproduced, stored in a retrieval system, or transmitted, in any form or by any means, electronic, mechanical, photocopying, recording or otherwise, without the prior permission of the copyright owner. ISBN (10): 1-5275-0349-6 ISBN (13): 978-1-5275-0349-6 To Cláudia Mendonça Scheeren CONTENTS Introduction ................................................................................................. 1 Chapter One ................................................................................................. 9 The Colonial Period (1500–1822) 1.1 From the Discovery to the Colonization 1.2 The French Invasions (1555–1560 and 1594–1615) 1.3 The Dutch Invasions (1624–1625 and 1630–1654) 1.4 The Iberian Union and the Portuguese Territorial Expansion 1.5 The Discovery of Gold and the Minas Gerais 1.6 The Conspiracy of Minas Gerais and Brazilian Neoclassicism 1.7 The Conspiracy of Bahia and the Emergence of the Notion of Citizenship 1.8 A European Monarchy in the Tropics and the End of Colonial Rule Chapter Two .............................................................................................. 49 The Brazilian Empire (1822–1889) 2.1 The Costly Independence 2.2 The First Empire (1822–1831) 2.3 The Regency (1831–1840) 2.4 The Second Empire (1840–1889) 2.5 Culture and Society in the Brazilian Empire Chapter Three ......................................................................................... -
Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul Instituto De Filosofia E Ciências Humanas Programa De Pós-Graduação Em Ciência Política Tese De Doutorado
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA POLÍTICA TESE DE DOUTORADO ELITES POLÍTICAS E A CONSTRUÇÃO DOS ESTADOS FEDERATIVOS NA PRIMEIRA REPÚBLICA EM PERSPECTIVA COMPARADA: SÃO PAULO E RIO GRANDE DO SUL Ledir de Paula Pereira Orientador: Prof. Dr. Hélgio Trindade Porto Alegre, 23 de abril de 2015. 2 Elites políticas e a construção dos Estados federativos na Primeira República em perspectiva comparada: São Paulo e Rio Grande do Sul Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em Ciência Política. Orientador: Prof. Dr. Hélgio Trindade Porto Alegre, 23 de abril de 2015. Banca Examinadora: _____________________________________ Prof. Dr. Hélgio Trindade – Orientador PPGCP/UFRGS _____________________________________ Prof. Dra. Maria Izabel Noll PPGCP/UFRGS _____________________________________ Prof. Dr. Luiz Alberto Grijó PPGHIST/UFRGS ____________________________________ Prof. Dr. Renato Monseff Perissinotto PPGCP/UFPR 3 AGRADECIMENTOS Agradeço ao CNPq pela bolsa concedida ao longo do curso de Doutorado e a CAPES que viabilizou a pesquisa empírica no acervo histórico da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e no Memorial da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, em 2011, a cujos funcionários devo o acesso aos dados da pesquisa. Agradeço sua atenção, cordialidade e profissionalismo. Fundamental é referir a Universidade Federal do Rio Grande do Sul pela acolhida e suporte ao longo dos anos, em particular aos professores do curso de Pós-Graduação em Ciência Política, e em especial ao orientador Prof. -
Maria Do Rosario Correa De Salles Gomes.Pdf
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Maria do Rosario Corrêa de Salles Gomes Nacionalização da Política de Assistência Social e Governos Estaduais no Brasil: o caso do estado de São Paulo DOUTORADO EM SERVIÇO SOCIAL SÃO PAULO 2008 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Maria do Rosario Corrêa de Salles Gomes Nacionalização da Política de Assistência Social e Governos Estaduais no Brasil: o caso do estado de São Paulo DOUTORADO EM SERVIÇO SOCIAL Tese apresentada à Banca Examinadora como exigência parcial para obtenção do título de Doutor em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, sob a orientação da Profa. Doutora Aldaiza Sposati. SÃO PAULO 2008 2 Banca Examinadora _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ 3 DEDICATÓRIA Para minhas crias Mariana, Juliana e Lua 4 RESUMO TÍTULO: Nacionalização da Política de Assistência Social e Governos Estaduais no Brasil: o caso do estado de São Paulo NOME DO AUTOR: Maria do Rosario Corrêa de Salles Gomes Está em curso a elaboração de um novo pacto federativo de gestão da Política de Assistência Social, dado pelo processo de implantação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Trata-se de um sistema público não-contributivo, descentralizado e participativo que dá efetividade à Política Nacional de Assistência Social, vinculado à divisão de responsabilidades entre os entes federados, a um modo de gestão compartilhada, ao co-financiamento e a cooperação técnica. Sob o peso de um processo de descentralização político-administrativa que enfatizou, ao longo dos últimos 20 anos a municipalização, faz-se mister a redefinição do exercício prático das competências e responsabilidades de cada esfera governamental. -
QUEM FOI QUEM NA ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE DE 1946 Um Perfil
Biblioteca Digital da Câmara dos Deputados Centro de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca http://bd.camara.gov.br "Dissemina os documentos digitais de interesse da atividade legislativa e da sociedade.” C Â M A R A D O S D E P U T A D O S QUEM FOI QUEM NA ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE DE 1946 Um perfil socioeconômico e regional da Constituinte de 1946 VOLUME I SÉRGIO SOARES BRAGA BRASÍLIA - 1998 MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS 50ª Legislatura — 4ª Sessão Legislativa 1998 PRESIDENTE: MICHEL TEMER (PMDB-SP) Primeiro-Vice-Presidente: HERÁCLITO FORTES (PFL-PI) Segundo-Vice-Presidente: SEVERINO CAVALCANTI (PPB-PE) Primeiro-Secretário: UBIRATAN AGUIAR (PSDB-CE) Segundo-Secretário: NELSON TRAD (PTB-MS) Terceiro-Secretário: PAULO PAIM (PT-RS) Quarto-Secretário: EFRAIM MORAIS (PFL-PB) Suplentes de Secretário Primeiro-Suplente: JOSÉ MAURÍCIO (PDT-RJ) Segundo-Suplente: WAGNER SALUSTIANO (PPB-SP) Terceiro-Suplente: ZÉ GOMES DA ROCHA (PSD-GO) Quarto-Suplente: LUCIANO CASTRO (PSDB-RR) Diretor-Geral: Adelmar Silveira Sabino Secretário-Geral da Mesa: Mozart Vianna de Paiva CÂMARA DOS DEPUTADOS QUEM FOI QUEM NA ASSEMBLÉIA CONSTITUINTE DE 1946 Um perfil socioeconômico e regional da Constituinte de 1946 Dissertação de Mestrado apresentada no Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, sob a orientação do Professor Dr. Décio Azevedo Marques de Saes. VOLUME I SÉRGIO SOARES BRAGA CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Coordenação de Publicações BRASÍLIA - 1998 CÂMARA DOS DEPUTADOS DIRETORIA LEGISLATIVA Diretor: Afrísio Vieira Lima Filho CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO Diretora: Suelena Pinto Bandeira COORDENAÇÃO DE PUBLICAÇÕES Diretora: Nelda Mendonça Raulino SÉRIE Ação cultural. -
Estrada De Ferro Campos Do Jordão, Uma Abordagem
ESTRADA DE FERRO CAMPOS DO JORDÃO, UMA ABORDAGEM Marly Rodrigues 1 SUMÁRIO ESTRADA DE FERRO CAMPOS DO JORDÃO, UMA ABORDAGEM Parte 1: A modernização das formas de vida O contexto 2 A “peste branca” e as políticas de saúde 3 Campos do Jordão, entre a cura e o lazer 5 Parte 2: Os trilhos de uma estrada Trilhos, cura e lazer 10 Nem sempre fácil... 13 Em busca da solução 14 Sob nova direção 15 Outra energia 17 Outros ventos 22 Redefinindo 24 Revendo 27 No século XXI 29 Referências 30 2 Parte 1: A modernização das formas de vida O contexto A criação da hoje centenária Estrada de Ferro de Campos do Jordão está relacionada ao aumento da população e à expansão da vida urbana, fenômenos sociais que caracterizaram a modernização das formas de vida no estado de São Paulo. Em 1890, viviam no território paulista 1.384.753 pessoas, e dessas, cerca de 65 mil na cidade de São Paulo. O crescimento populacional também se verificou em cidades do interior, à medida que avançavam as frentes pioneiras da cafeicultura e os trilhos das companhias ferroviárias. Segundo o IBGE, em 1900 a população do estado chegou aos 2.282.279 habitantes, e vinte anos depois, a 4.592.188. Parte dessa população se aglomerava nos centros urbanos de maior porte e enfrentava longas jornadas de trabalho em indústrias, sem condições de salubridade. O caso da cidade de São Paulo é exemplar. Boa parte da população era composta por imigrantes e brasileiros pobres, muitos vindos de outros estados da federação, atraídos pelo trabalho gerado pela expansão física e econômica que ocorria desde a década de 1870, quando a cidade se tornou ponto obrigatório de passagem da produção cafeeira para o porto exportador, o que implicou a expansão das atividades financeiras, mercantis, de serviços, e fabris. -
Tesehelvio.Pdf
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENERGIA EP-FEA-IEE-IF HÉLVIO RECH A FORMAÇÃO DO SETOR ENERGÉTICO DE MATO GROSSO DO SUL: UMA ANÁLISE À LUZ DA TEORIA DO DESENVOLVIMENTO DE CELSO FURTADO SÃO PAULO 2010 HÉLVIO RECH A FORMAÇÃO DO SETOR ENERGÉTICO DE MATO GROSSO DO SUL: UMA ANÁLISE À LUZ DA TEORIA DO DESENVOLVIMENTO DE CELSO FURTADO Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (Escola Politéc- nica/Faculdade de Economia e Administração/Instituto de Eletrotécnica e Energia e Instituto de Física) para a obtenção do título de Doutor em Energia Orientador: Professor Dr. Geraldo Francisco Burani SÃO PAULO 2010 AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PA- RA FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE. FICHA CATALOGRÁFICA Rech, Hélvio. A formação do setor energético de Mato Grosso do Sul: uma análise à luz da Teoria do DesenvolvimentoIDADE DE de SÃO Celso PAULO Furtado / Hélvio Rech; orien- tador: GeraldoPROGRAMA Francisco DE Burani. PÓS-GRADUAÇÃO – São Paulo, 2010 EM ENERGIA 204 p.: il.; 30 cm. EP-FEA-IEE-IF Tese (Doutorado – Programa de Pós-Graduação em Energia) – EP / FEA / IEE / IF da Universidade de São Paulo. HÉLVIO RECH 1. Energia 2. Desenvolvimento econômico 3. Celso Furtado 4. Serviçosa partirpúblicos da teoria I. Título. do desenvolvimento de Celso Furtado Dedicatória Dedico este trabalho à memória de Celso Furtado e Florestan Fernandes, próceres do de- senvolvimento com inclusão social e do pensamento crítico brasileiro. Agradecimentos Ao meu orientador, Professor Doutor Geraldo Francisco Burani, por ter acreditado, meu espe- cial reconhecimento. -
FAGUNDES, Almeida * Dep. Fed. RJ 1915-1917. João Frederico De Almeida Fagundes Nasceu Em Maricá, Na Antiga Província Do Rio D
FAGUNDES, Almeida * dep. fed. RJ 1915-1917. João Frederico de Almeida Fagundes nasceu em Maricá, na antiga província do Rio de Janeiro, em 24 de maio de 1856, filho de José Manuel Nunes Fagundes e de Maria José Ribeiro de Almeida Fragundes, proprietários rurais. Tendo concluído a instrução primária em uma escola pública no ano de 1865, somente em 1869 pôde iniciar o curso secundário no Seminário de São José. Contudo, frequentou apenas os três primeiros anos dos seis de estudo preparatório. Deixando o seminário em 1872, dedicou-se à docência e aproveitou o tempo que lhe sobrava para preparar-se para a matrícula na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Iniciou os estudos superiores no ano de 1878, concluindo-os em 1883. Durante essa fase de sua vida, devido à convivência e influência de Raimundo Teixeira Mendes, um dos próceres propagandistas do positivismo do Brasil, também matriculado naquela faculdade, passou a se orientar pela filosofia de Augusto Comte. Depois de formado, passou a exercer a medicina no estado do Rio de Janeiro. Republicano e abolicionista, tomou parte, com Antônio da Silva Jardim, Aníbal Falcão, Júlio Diniz, Teixeira de Sousa e Sampaio Ferraz, nos movimentos em prol dessas causas. Com alguns desses amigos, redigiu, na sua primeira fase (1887), O Grito do Povo, semanário republicano editado por João Ferreira Policarpo. Nomeado médico da Marinha, em 1887 foi designado em comissão para Montevidéu, capital do Uruguai, onde, além das atribuições oficiais, praticou a clínica médica. Nessa época travou amizade com Alberto Baez Conrado, posteriormente cônsul do Brasil naquela cidade, e Alfredo Bastos, correspondente do Jornal do Comércio em Buenos Aires. -
A Ação Supervisora Na Região Metropolitana Da Baixada Santista: Tensões Entre a Instrumentalização E a Humanização
1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SANTOS DOUTORADO EM EDUCAÇÃO ENÉAS MACHADO A AÇÃO SUPERVISORA NA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA: TENSÕES ENTRE A INSTRUMENTALIZAÇÃO E A HUMANIZAÇÃO SANTOS/SP 2021 2 ENÉAS MACHADO A AÇÃO SUPERVISORA NA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA: TENSÕES ENTRE A INSTRUMENTALIZAÇÃO E A HUMANIZAÇÃO Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu – Mestrado e Doutorado em Educação da Universidade Católica de Santos e à Banca Examinadora para obtenção do título de Doutor em Educação, sob a orientação da Profa. Dra. Maria de Fátima Barbosa Abdalla. SANTOS/SP 2021 3 4 MEMBROS DA COMISSÃO Profa. Dra. Maria de Fátima Barbosa Abdalla (Orientadora) – UNISANTOS Prof. Dr. Alexandre Saul Pinto – UNISANTOS Profa. Dra. Helenice Maria Sbrogio Muramoto – UNIFIEO Profa. Dra. Margaréte May Berkenbrock-Rosito – UNICID Profa. Dra. Rosângela Aparecida Ferini Vargas Chede – UNICAMP Profa. Dra. Ivanise Monfredini (Suplente) – UNISANTOS Prof. Dr. José Cerchi Fusari (Suplente) – FEUSP 5 Ouve-se muitas vezes falar que a boa ciência deveria começar propondo conceitos definidos clara e meticulosamente. Na verdade, nenhuma ciência, mesmo a mais exata, procede dessa maneira. Ela começa juntando, ordenando e diferenciando fenômenos que surpreendem a todos, porque são perturbadores e exóticos, ou constituem um escândalo. (MOSCOVICI, p. 2005, p.167) Esse trabalho de desvendamento, de desencantamento, de desmistificação não tem nada de desencantador: de fato, ele só pode se realizar em nome dos próprios valores que estão na -
Dep. Fed. RS 1891-1892; Gov
ABBOTT, Fernando *const. 1891; gov. RS 1891; dep. fed. RS 1891-1892; gov. RS 1892-1893; dep. fed. RS 1893-1894; emb. Bras. Argentina 1894-1897. Fernando Fernandes Abbott nasceu em São Gabriel (RS) em 1857, filho de Jonatas Abbott Filho, natural da Bahia, e de Zeferina Fernandes Abbott. Seu avô paterno foi grande anatomista e professor da Faculdade de Medicina da Bahia. Fez o curso primário em São Gabriel e o ginásio em Porto Alegre. Formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e desenvolveu sua carreira médica em São Gabriel. Positivista e abolicionista, fundou em sua cidade o Clube Republicano e filiou-se a seguir ao Partido Republicano Rio-Grandense (PRR). Foi também jornalista, tendo dirigido em São Gabriel O Precursor, órgão republicano de propaganda, e Zig-Zag (1885), igualmente destinado à propaganda republicana. Com a proclamação da República em 15 de novembro de 1889 e a convocação do Congresso Nacional Constituinte, foi eleito deputado constituinte pelo Rio Grande do Sul. Tomou posse em 15 de novembro de 1890 e foi um dos signatários da Constituição de 24 de fevereiro de 1891. Afastando-se da Câmara dos Deputados, assumiu interinamente o governo do Rio Grande do Sul de 16 de março a 15 de julho de 1891, quando passou o poder ao presidente eleito Júlio de Castilhos. Voltou então à Câmara e mais uma vez afastou-se, 27 de setembro de 1892, para exercer interinamente o governo de seu estado e conduzir as eleições que levaram Júlio de Castilhos ao poder. Em 25 de janeiro de 1893 transmitiu o governo a Castilhos e, diante da deflagração da Revolução Federalista no mês seguinte, combateu-a ao lado das forças legalistas, embora por tempo limitado. -
TARDE, a Jornal Vespertino Lançado Em Salvador No Dia 15 De Outubro
TARDE, A Jornal vespertino lançado em Salvador no dia 15 de outubro de 1912. Foi fundado por Ernesto Simões Filho e atualmente é propriedade de seus descendentes. É o maior e o mais importante jornal do estado da Bahia. Os primeiros números de A Tarde foram impressos numa velha Marinoni manual, instalada num pardieiro à rua da Preguiça. O jornal começou a circular com apenas quatro páginas, mas, rompendo os padrões tradicionais do jornalismo, promoveu verdadeira revolução entre os diários do estado e entre o público leitor. A primeira bateria de linotipos foi instalada em agosto de 1920, quando A Tarde foi transferida para antiga sede do Banco do Brasil, na rua Santos Dumont. Cerca de dez anos depois, A Tarde inaugurou novas instalações, em sede própria, na praça Castro Alves. Em 1949, o jornalista Jorge Calmon assumiu a função de redator-chefe, submetendo o jornal a profundas transformações na linha editorial, caracterizando melhor as seções, especialmente o então chamado artigo de fundo. REPÚBLICA VELHA A Tarde surgiu numa tensa atmosfera política, gerada pela prática da “política das salvações”. A cidade de Salvador havia sido bombardeada (10/1/1912) e J. J. Seabra, ministro da Viação na presidência Hermes da Fonseca, fora guindado à chefia do Executivo baiano. Simões Filho havia iniciado sua carreira política e também seu aprendizado jornalístico sob os auspícios de Seabra. Mas, à medida que as facções oposicionistas locais rearticulavam-se sob o comando de Pinheiro Machado, cujos interesses políticos haviam sido seriamente atingidos pela política das salvações, Simões Filho afastou-se, gradativamente, de Seabra. Em janeiro de 1913, quando se efetivou o rompimento político entre Seabra e Luís Viana, representante do “pinheirismo” na Bahia, o fundador de A Tarde formalizou o seu desligamento do grupo seabrista.