Francisco De Assis Barbosa, O Repórter Que Sonhava
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Shakespeare's Plays in Print in Brazilian Portuguese
SHAKESPEARE’S PLAYS IN PRINT IN BRAZILIAN PORTUGUESE1 Marcia A. P. Martins The cultural influence of William Shakespeare is unquestionable. His plays are constantly performed on the world’s stages, while a plethora of translations into the most diverse of languages have been published and continue to be published at an ever faster pace all over the world. Brazil is no exception: after tentative beginnings in the nineteenth century, with translations of selected passages and excerpts, Shakespeare’s works soon awakened the keen interest of poets, translators,dilettantes and publishers, leading to the publication of the whole dramatic canon in Brazilian Portuguese in the 10.17771/PUCRio.TradRev.19729 1950s (by Carlos Alberto Nunes), the 1960s (by Fernando Carlos de Almeida Cunha Medeiros and Oscar Mendes) and most likely by 2013 (by Barbara Heliodora), besides the coming out of new renderings of individual plays by different translators. In the year 2010 alone twelve new such translations were published. Shakespeare’s plays were firstrendered into Brazilian Portuguese in the nineteenth century, commissioned by the theater company owned by João Caetano, an actor-manager who was “at the center of Brazilian dramatic activity for at least three decades (1835-1863)[and] may be accorded the title of ‘father’ of the Brazilian national theater” (O’Shea2005, p. 25). Interestingly, a number ofsuch translations were indirect, having a French rendering as a source text. Caetano staged Hamlet for the first time in 1835, translated directly from an English original. Due to the negative response of the audience to this version, he thenturned to indirect translations from the French, most of them imitations by Jean-François Ducis— not only of Hamlet but also of Othello and Macbeth, obtaininggreat commercial successand coming under stringent criticisms from Brazilian poets and writers (Gomes 1960, p. -
PARA CONHECER JOSÉ DE ALENCAR Eduardo Vieira Martins
1 DEZ ESTUDOS (E UMA PEQUENA BIBLIOGRAFIA) PARA CONHECER JOSÉ DE ALENCAR Eduardo Vieira Martins (DTLLC) 1. 1.1. José Martiniano de Alencar nasceu no dia 1.º de maio de 1829, em Mecejana, na época um pequeno povoado nas proximidades de Fortaleza, no Ceará, e morreu no Rio de Janeiro, em 12 dezembro de 1877, vitimado por uma moléstia contra a qual lutava havia alguns anos. Neto da lendária Bárbara de Alencar, cujo nome se prende às revoltas libertárias das províncias do Norte, e filho de um padre que abandonou a batina para dedicar-se à carreira política, mudou-se ainda menino para a corte, onde iniciou seus estudos, e formou-se na academia de direito de São Paulo, tendo sido contemporâneo de Álvares de Azevedo (1831-1852), Bernardo Guimarães (1825-1884) e Francisco Otaviano (1825-1889). Vivendo numa época em que os princípios da estética romântica já vinham sendo introduzidos no Brasil pela geração de Gonçalves de Magalhães (1811-1882), alinhou-se ao projeto imperial de construção da nação fundada em 1822 e participou ativamente da vida pública do seu tempo, empenhando-se em atividades distintas, como o jornalismo, a política (foi deputado pelo partido conservador e chegou a ocupar, por um breve período, o cargo de ministro da justiça do gabinete Itaboraí), a advocacia e, sobretudo, a literatura, graças à qual seu nome chega até os dias de hoje. Como um artista consciente do valor do seu instrumento de trabalho, a palavra escrita, Alencar preparou-se cuidadosamente para o ofício literário, seja por meio da leitura atenta de autores antigos e contemporâneos, seja pela reflexão crítica, divulgada em artigos jornalísticos ou em prefácios e comentários a suas próprias obras. -
1 Entre a Sociedade E a Política: a Produção Intelectual De Arthur
Entre a sociedade e a política: a produção intelectual de Arthur Azevedo (1873-1897) Giselle Pereira Nicolau* Arthur Azevedo viveu uma época de mudanças. Nascido em São Luís do Maranhão, em 14 de julho de 1855, este deixou a terra natal aos 18 anos, em busca de oportunidades na Corte.1 No Rio de Janeiro, foi jornalista, cronista e funcionário público, mas destacou-se como autor de teatro. Arthur testemunhou a passagem do Império à República, fazendo desse conjunto de acontecimentos, matéria e cenário para suas crônicas, contos e peças teatrais, em especial, em suas Revistas de Ano. Quando chegou ao Rio de Janeiro em 1873, com o objetivo de trabalhar no jornalismo e no teatro, o jovem de apenas 18 anos, iniciou suas atividades na folha A Reforma, dirigido por Joaquim Serra,2 um dos precursores da moderna imprensa política brasileira. Periódico de cunho liberal tinha, entre os colaboradores, nomes como os de Joaquim Nabuco, Rodrigo Otávio e Cesário Alvim. A redação do semanário era ponto de encontro de políticos, como Francisco Otaviano, Afonso Celso, que posteriormente veio a se tornar o Visconde Ouro Preto, e Tavares Bastos, além de outras figuras ligadas ao Partido Liberal. Não obstante a baixa remuneração, o trabalho jornalístico abria as portas para jovens que desejavam seguir carreira literária. Algo muito comum nessa época, o apadrinhamento ou mecenato, para usar a expressão de Machado Neto, dava oportunidades na imprensa para jovens que desejavam ganhar a vida com as letras (NETO, 1973: 11). Com Arthur Azevedo não ocorreu de outra maneira. Recém-chegado do Maranhão, onde havia desempenhado funções de jornalista, encontrou espaço no periodismo carioca, por intermédio de seu conterrâneo, Joaquim Serra. -
Um Mar À Margem: O Motivo Marinho Na Poesia Brasileira Do Romantismo
Comunicação apresentada no Con- gresso Internacional La Lusophonie: Voies/Voix Océaniques, Université Libre de Bruxelles, 16-19 de se- tembro de 1998. Um mar à margem: o motivo marinho na poesia brasileira ANTONIO CARLOS SECCHIN do Romantismo ANTONIO CARLOS Para procurar a resposta, percorremos a SECCHIN é ononom nom obra de 52 poetas (2) do Romantismo bra- onomn mon mon omnm sileiro, uma vez que o centramento exclu- onm onm onm onm onm onm onm onm sivo nos autores canônicos nos parecia in- suficiente para revelar a dimensão da inci- dência (ou da ausência) do mar na produ- ção do período. Foram lidos todos os poe- inha terra tem palmeiras, / mas que fizessem no título menção explíci- Onde canta o sabiá” (1). Nos ta ao mar, ou implícita, através de campos famosíssimos versos da metonímicos como praia, concha, areia, “Canção do Exílio”, Gonçal- barco. Desse total, nada menos do que 22 ves Dias fala de terra, aves, poetas não assinaram textos com motivo “Mestrelas, bosques: fala de quase tudo, mas marinho; dos 30 restantes (3), 23 possuem não do mar. A natureza do Brasil, na sua poemas efetivamente dedicados ao tema, e idealização exemplar, já surge celebrada nos demais o mar comparece na condição com o mar a menos. E nos outros poetas de coadjuvante, seja no contexto mais 1 G. Dias, 1957, p. 83. Para românticos? O mar teria sido elemento im- amplo de uma baía ou de um litoral, seja evitar excessiva remissão às portante na constituição de um espaço num cenário protagonizado pela lua. Pre- notas, doravante as citações serão acompanhadas, no cor- paradisíaco, ou, ao contrário, acabou re- sença, portanto, relativamente moderada, po do texto, do número da página do livro em que se en- traindo-se como um convidado modesto que vem de encontro às expectativas de uma contram. -
Machado Cronista: Diálogos Do Cotidiano the Chronicler Machado: Daily Dialogues
15 MACHADO CRONISTA: DIÁLOGOS DO COTIDIANO THE CHRONICLER MACHADO: DAILY DIALOGUES Marcos Hidemi Lima 1 Resumo: Este artigo pretende analisar a faceta do cronista Machado de Assis, sobretudo nalguns textos desse gênero publicados na seção “Bons dias” ( Gazeta de Notícias ), entre os dias 5 de abril de 1888 a 26 de junho de 1888 durante os dias do processo de abolição, revelando ao leitor a ironia, a acidez corrosiva e a postura crítica de um escritor preocupado com a nova situação dos libertos face a uma sociedade que não os reconhecia como cidadãos ou como trabalhadores livres, ou seja, foi por intermédio da crônica que Machado encontrou uma de suas maneiras de expressar-se contra a mentalidade senhorial e escravocrata. Palavras-chave: Machado de Assis, crônicas, “Bons dias”. Abstract: $ is paper aims to analize the facet of the chronicler Machado de Assis, especially in some texts of this genre published in his column “Bons dias” (Gazeta de Notícias ), between April 5, 1888 to June 26, 1888, during the pe- riod of the abolition of slavery. In these texts, the reader % nds a writer who is a master of irony, acidity and critical stance, a writer who is worried about the new situation of the freedmen, because he knew that society did not recognize them as citizens or as free laborers, that means Machado was found in his chronicles a way of expressing his opposition to the mentality of slave owners. Keywords: Machado de Assis, chronicles, “Bons dias”. 1 Marcos Hidemi Lima (UTFPR- Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Professor de literatura brasileira da UTFPR, câmpus Pato Branco-PR, lotado no Departamento de Letras, no curso de Licenciatura em Letras (Português/Inglês) dessa instituição) 16 Marcos H. -
CORRESPONDÊNCIA COMPLETA DE CASIMIRO DE ABREU Academia Brasileira De Letras
Coleção Afrânio Peixoto Academia Brasileira de Letras CORRESPONDÊNCIA COMPLETA DE CASIMIRO DE ABREU Academia Brasileira de Letras Casimiro de Abreu Coleção Afrânio Peixoto Correspondência Completa de Casimiro de Abreu Reunida, organizada e comentada por Mário Alves de Oliveira Rio de Janeiro 2007 COLEÇÃO AFRÂNIO PEIXOTO Antonio Carlos Secchin (Diretor) José Murilo de Carvalho ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS Diretoria de 2007 Presidente: Marcos Vinicios Vilaça Secretário-Geral: Cícero Sandroni Primeira-Secretária: Ana Maria Machado Segundo-Secretário: Domício Proença Filho Diretor Tesoureiro: Evanildo Cavalcante Bechara PUBLICAÇÕES DA ABL Produção editorial Monique Mendes Revisão Mário Alves de Oliveira Projeto gráfico Victor Burton Editoração eletrônica Estúdio Castellani Catalogação na fonte: Biblioteca da Academia Brasileira de Letras 869.6B Abreu, Casimiro de, 1839-1860 A148c Correspondência completa / de Casimiro de Abreu ; reunida, organizada e comentada por Mário Alves de Oliveira. Rio de Janeiro : Academia Brasileira de Letras, 2007. XX, 271 p., [16] f. de lâms. : il., fac-síms., retrs. ; 21 cm. – (Coleção Afrânio Peixoto, 77) ISBN 978-85-7440-113-3 1. Abreu, Casimiro de, 1839-1860. 2. Correspondência. I. Oliveira, Mário Alves de. II. Título. III. Série. Dedicado à Ilma. Sra. D.a Maria José de Abreu Sampaio de Lima Carneiro Pacheco de Andrade, da cidade do Porto, prima em quarto grau de Casimiro, gentilíssima e nobre representante dos mais altos valores espirituais do bravo povo português. Casimiro de Abreu em foto de Joaquim José “Insley” Pacheco. (Col. Dr. Waldyr da Fontoura Cordovil Pires) Viveu, cantou, morreu. Clímaco Ananias Barbosa de Oliveira A Casimiro de Abreu Viveu como uma flor tão curta vida, Ou foi uma esperança falecida, Ou sonho que acabou; Sem gozar dos festins que o mundo afaga, Como um batel que a tempestade traga, Os dias seus passou. -
O Rio De Janeiro Centro De Filosofia E Ciências Humanas Escola De Comunicação
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS ESCOLA DE COMUNICAÇÃO O ÚTIL E O FÚTIL: O JORNAL E A CRÔNICA NA VISÃO DO JOVEM MACHADO DE ASSIS JULIA WILTGEN CASTELLO DA COSTA Rio de Janeiro/ RJ 2009 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS ESCOLA DE COMUNICAÇÃO O ÚTIL E O FÚTIL: O JORNAL E A CRÔNICA NA VISÃO DO JOVEM MACHADO DE ASSIS Monografia de graduação apresentada à Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo. JULIA WILTGEN CASTELLO DA COSTA Orientador: Prof. Ms. Paulo Roberto Pires de Oliveira Jr. Rio de Janeiro/ RJ 2009 FICHA CATALOGRÁFICA COSTA, Julia Wiltgen Castello da. O útil e o fútil: o jornal e a crônica na visão do jovem Machado de Assis. Rio de Janeiro, 2009. Monografia (graduação em Comunicação Social – Jornalismo) – Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Escola de Comunicação – ECO. Orientador: Paulo Roberto Pires de Oliveira Jr. 1. Crônica. 2. Escritores-jornalistas. 3. Metalinguagem. I. OLIVEIRA JÚNIOR, Paulo Roberto Pires de (orientador) II. ECO/UFRJ III. Jornalismo IV. Título UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE COMUNICAÇÃO TERMO DE APROVAÇÃO A Comissão Examinadora, abaixo assinada, avalia a Monografia O útil e o fútil: o jornal e a crônica na visão do jovem Machado de Assis , elaborada por Julia Wiltgen Castello da Costa. Monografia examinada: Rio de Janeiro, no dia ....../....../...... Comissão Examinadora: Orientador: Prof. Ms. Paulo Roberto Pires de Oliveira Jr. -
A Fonte Subterranea"
Eduardo Vieira Martins Este exemplar e a redação lil,}al_da tese defendida por MoJuJÚJ V.AUAc~ m~ e aprovada Jt'la Comissüo ,Ju!gadora cn·, os- og !? ~ -··- . .J r'~c:v-- A FONTE SUBTERRANEA" - O Pensamento Crítico de José de Alencar e a Retórica Oitocentista- Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Teoria e História Literária Orientador: Prof. Dr. Luiz Dantas Unicamp Instituto de Estudos da Linguagem 2003 UNICAMP UNICAMP BIBLIOTECA CENTRAL BIBLIOTECA CENTRAL SEÇÃO CiRCULANT; FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA IEL - UN1CAMP Martins, Eduardo Vieira M366f A fonte subterrânea : o pensamento crítico de José de Alencar e a retórica oitocentista I Eduardo Vieira Martins.-- Campinas, SP: [s.n.], 2003. Orientador: Luiz Carlos da Silva Dantas Tese (doutorado)- Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem. 1. Alencar, José, 1829-1877- Crítica e interpretação. 2. Literatura brasileira- História e crítica. 3. Romantismo. 4. Retórica. 5. Crítica. I. Dantas, Luiz Carlos da Silva. II. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Estudos da Linguagem. III. Título. ii Sumário Resumo/Résumé!Abstract .............. ................. ,.lll Epígrafes ..... .. .. Vl A Fonte Subterrânea~ Introdução .... ...... 1 1. A Educação Retórica.... .. ............... ......... 8 HughBlair .............................................................................. ....... 12 Francisco Freire -
Joaquim Norberto E Sua Contribuição À Edição De Textos E À Crítica Literária1
JOAQUIM NORBERTO E SUA CONTRIBUIÇÃO À EDIÇÃO DE TEXTOS E À CRÍTICA LITERÁRIA1 Roberto Acízelo de SOUZA2 ▪ RESUMO: Na obra vasta e diversifi cada de Joaquim Norberto ocupa lugar de destaque a edição de textos. A crítica literária, por sua vez, aparece como atividade em geral derivada daquela, bem como em posição de menos relevo no conjunto de sua produção. Como crítico, segue principalmente uma orientação biográfi ca, muitas vezes enfeitando com lances dignos de folhetins sentimentais a reconstituição das vidas dos escritores estudados. ▪ PALAVRAS-CHAVE: Brasil. Crítica literária romântica. Edições de textos românticas. Joaquim Norberto (1820-1891) foi um trabalhador intelectual eclético e prolífi co. Produziu poesia, prosa de fi cção, peças dramáticas, ensaios históricos, ensaios literários, nem sempre havendo limites muito claros entre os gêneros das produções que nos legou. Nosso propósito aqui é analisar duas vertentes de suas atividades no campo dos estudos literários – ou, mais exatamente, histórico-literários –, a organização em livro das composições de poetas brasileiros dos séculos XVIII e XIX e a crítica literária, entendida esta última no sentido de estudo analítico e apreciativo de autores e obras literárias específi cas. Entre os muitos e variados empreendimentos do escritor fl uminense que nos ocupa fi gura com destaque especial a organização de obras poéticas em livros, atividade de que foi um dos pioneiros entre nós, cabendo-lhe o mérito de haver criado “[...] certo tipo de edição erudita no Brasil” (CANDIDO, 1971 [1959], v.2, -
Cultural Perspectives on Lord Byron's Image in Brazilian Romanticism
Brigham Young University BYU ScholarsArchive Theses and Dissertations 2005-03-18 The Byronic Myth in Brazil: Cultural Perspectives on Lord Byron's Image in Brazilian Romanticism Matthew Lorin Squires Brigham Young University - Provo Follow this and additional works at: https://scholarsarchive.byu.edu/etd Part of the English Language and Literature Commons BYU ScholarsArchive Citation Squires, Matthew Lorin, "The Byronic Myth in Brazil: Cultural Perspectives on Lord Byron's Image in Brazilian Romanticism" (2005). Theses and Dissertations. 289. https://scholarsarchive.byu.edu/etd/289 This Thesis is brought to you for free and open access by BYU ScholarsArchive. It has been accepted for inclusion in Theses and Dissertations by an authorized administrator of BYU ScholarsArchive. For more information, please contact [email protected], [email protected]. THE BYRONIC MYTH IN BRAZIL: CULTURAL PERSPECTIVES ON LORD BYRON’S IMAGE IN BRAZILIAN ROMANTICISM by Matthew Lorin Squires A thesis submitted to the faculty of Brigham Young University in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Arts Department of English Brigham Young University April 2005 BRIGHAM YOUNG UNIVERSITY GRADUATE COMMITTEE APPROVAL of a thesis submitted by Matthew Lorin Squires This thesis has been read by each member of the following graduate committee and by majority vote has been found to be satisfactory. ________________________ ____________________________________ Date Nicholas Mason, Chair ________________________ ____________________________________ -
Castro Alves E Seu Tempo Castro Alves E Seu Tempo Por Euclides Da Cunha Conferência Realizada Em S
Castro Alves e seu tempo Castro Alves e seu tempo por Euclides da Cunha Conferência realizada em S. Paulo, no Clube Acadêmico XI de Agosto Informações desta edição Meus jovens compatriotas. — No cativante ofício que me dirigistes convidando-me a realizar esta conferência sobre Castro Alves, trai-se a feição preeminente do vosso culto pelo poeta. “Insigne e extraordinário condoreiro da Bahia”, dissestes; e transfigurastes, na fórmula gloriosa de uma consagração, um título não raro irônico, ou derivado dos escrúpulos assombradiços da crítica literária ante o misticismo anômalo do cantor. Por isso mesmo deliberei acompanhar-vos neste rumo; não já por ajustar-me ao vosso nobilíssimo entusiasmo, senão também por facilitar, simplificando-a, a tarefa que me cometestes. Mas observei para logo que a facilidade prefigurada, como efeito do restringimento da tese, era ilusória. O sonhador, contemplado na fisionomia particular que lhe imprimiu o seu lirismo revolucionário de propagandista fervente das ideias e sentimentos de seu tempo, apareceu-me maior do que abrangido na universalidade dos motivos determinantes das emoções estéticas. À restrição da sua figura literária correspondeu um alargamento na história. O fantasista imaginoso transmudou-se. Revendo-o, vi o aparecimento, quase inesperado, de uma fase nova na evolução da nossa sociedade. Mas, para isto, fechei os meus olhos modernos e evitei a traiçoeira ilusão da personalidade, que está no projetar-se o nosso critério atual sobre as tendências, por vezes tão outras, das gentes que passaram. Fui, deste modo, muito ao arrepio das ideias correntes, fortalecidas ainda há pouco por Guilherme Ferrero, na sua tentativa de deslocar para o estudo da humanidade o princípio das causas atuais, que o gênio de Lyell instituiu para explicar-se o desenvolvimento evolutivo da terra. -
Universidade De São Paulo
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Reitor: MARCO ANTONIO ZAGO Vice-Reitor: VAHAN AGOPYAN Pró-Reitor de Graduação: ANTONIO CARLOS HERNANDES Pró-Reitora de Pós-Graduação: BERNADETTE DORA GOMBOSSY DE MELO FRANCO Pró-Reitor de Pesquisa: JOSÉ EDUARDO KRIEGER Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária: MARIA ARMINDA DO NASCIMENTO ARRUDA FACULDADE DE DIREITO Diretor: JOSÉ ROGÉRIO CRUZ E TUCCI (2014 – 2017) Vice-Diretor: RENATO DE MELLO JORGE SILVEIRA (2014 – 2017) UNIVERSITY OF SÃO PAULO President: MARCO ANTONIO ZAGO Vice-President: VAHAN AGOPYAN Provost for Undergraduate Studies: ANTONIO CARLOS HERNANDES Provost for Graduate Studies: BERNADETTE DORA GOMBOSSY DE MELO FRANCO Provost for Research: JOSÉ EDUARDO KRIEGER Provost for Culture and Extention: MARIA ARMINDA DO NASCIMENTO ARRUDA FACULTY OF LAW Dean: JOSÉ ROGÉRIO CRUZ E TUCCI (2014 – 2017) Vice-Dean: RENATO DE MELLO JORGE SILVEIRA (2014 – 2017) ÍNDICE APRESENTAÇÃO .................................................................................................................................................... 5 I. HISTÓRICO .......................................................................................................................................................... 6 1. Dados históricos da Academia e dos seus Edifícios ........................................................................................ 6 2. Personalidades Célebres .................................................................................................................................. 12 II. INSTALAÇÕES