Revista Brasileira Fase Viii
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[26 JANVIER 2015] ------Écrivains Brésiliens ANTHOLOGIES / REVUES (Classement Par Dates De Publication)
[26 JANVIER 2015] ------------------------------------------------------------------------------------- Écrivains brésiliens ANTHOLOGIES / REVUES (classement par dates de publication) ------------------------------------------------------------------------------------- — Ferdinand Josef Wolf, Le Brésil littéraire. Histoire de la littérature brésilienne, suivi d’un choix de morceaux tirés des meilleurs auteurs brésiliens. [Berlin], A. Cohn et D. Collin, 1863, in-8, épuisé. [Cet ouvrage a été traduit en portugais, préfacé et annoté par Jamil Almansour Haddad, en 1955, sous le titre O Brasil literário]. ------------------------------------------------------------------------------------- — Melo Morais Filho, La Poésie au Brésil (Parnaso brasileiro, 1885), traduit du portugais (Brésil) par Émile Allain. [Paris], Le Monde poétique, 1885, épuisé. ------------------------------------------------------------------------------------- — Anthologie des poètes brésiliens, choix et traductions du portugais (Brésil) par Hippolyte Pujol ; préface de Manoel de Oliveira Lima. [São Paulo], sans nom d’éditeur (imprimé en France), 1912, 224 pages, épuisé. [Contient des poèmes de : Alvarenga Peixoto – Thomas Antonio Gonzaga – Gonçalves Dias – Gonçalves de Magalhaes – Laurindo Rabello – Aureliano Lessa – Bruno Seabra – Alvares de Azevedo – Luiz Delfino – Pedro Luiz de Souza – Machado de Assis – Gonçalves Crespo – Fagundes Varella – Luiz Guimaraes – Castro Alves – Theophilo Dias – Raul Pompeia – José Bonifacio – Lucio de Mendonça – Mello Moraes Filho – Damasceno -
Parnasianismo E Simbolismo
Nas últimas décadas do século XIX, a literatura brasileira abandonou o sentimentalismo dos românticos e percorreu novos caminhos. Na prosa, surgiu o Realismo/Naturalismo e na poesia, o Parnasianismo e Simbolismo. ) Parnasianismo: contexto O Parnasianismo surge na França, na década de 1860, com a publicação do coletivo de poetas: Le Parnasse Contemporain. Romantismo – afasta-se por conta da superação da subjetividade, da idealização e não apresenta exageros (as lamúrias românticas); afasta-se do desejo de liberdade Aproximação e formal do romantismo. >> iguala-se por buscar as afastamento das sensações e por ser popular. estéticas românticas e Realismo – aproxima-se pelo objetivismo, materialismo e realistas preocupação formal com o “método” (o fazer) >> afasta-se por conta da ausência de crítica às instituições (à burguesia), não há uma preocupação ideologizada. Uma poesia acrítica, com uma abordagem superficial, musicalidade e imagens graciosas – um texto de fácil Interesse da classe leitura. burguesa nessa poesia A poesia é um objeto de consumo que pode ser “usado” em ocasiões especiais e serem “trocados” entre as pessoas – utilitarismo da poesia. Parnasianismo: aspectos formais Surge como resposta moderna ao Romantismo, que já estava desgastado, visto como a “velha escola”. Mais próximo do Objetivo dos Realismo, busca no estilo e nas técnicas poéticas um método Parnasianos franceses que os afaste do universo sentimentalista, de intensa subjetividade e idealização. Todo o esforço de Gautier foi, no campo da arte, a procura pela forma ideal da Beleza, da Palavra, minuciosamente Concepção de arte e de escolhida, dos ritmos, dos sons, rimas, que deveriam primar, sua finalidade segundo antes de tudo, pelo rigor da forma, pelo apuro da linguagem. -
VIDA E OBRA DO “MAIOR ARTISTA DO VERSO” NO BRASIL BREVES NOTAS NO CENTENÁRIO DE SEU FALECIMENTO Antônio Martins De Araújo (UFRJ/ABRAFIL) [email protected]
FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES VIDA E OBRA DO “MAIOR ARTISTA DO VERSO” NO BRASIL BREVES NOTAS NO CENTENÁRIO DE SEU FALECIMENTO Antônio Martins de Araújo (UFRJ/ABRAFIL) [email protected] 1. O contexto histórico Tantas e tão diversas as forças motrizes da fermentação social nas três décadas compreendidas entre 1870 e 1900, que a ela bem se pode a- plicar, segundo já disseram, o epíteto de Renascença Brasileira. No plano político-social, o perfil da nação brasileira se transformou com a Aboli- ção da Escravatura e a proclamação da República. No plano da literatura, de um lado, assistiu-se à quase total substi- tuição do Romantismo pelo Naturalismo, pelo Realismo e pelo Parnasia- nismo; e, de outro, pelo Simbolismo. No plano da filosofia e da sociolo- gia, o chamado Idealismo Romântico deu lugar ao Racionalismo e ao Po- sitivismo nas ideias. Desde os pródromos desse período, nos centros universitários do eixo Rio-São Paulo, assistiu-se ao advento do que se convencionou cha- mar “Ideia Nova”, trazendo em seu bojo o realismo, o socialismo, o re- publicanismo, o anticlericalismo, o objetivismo e o determinismo de base tainiana. Participando ativamente tanto das lides acadêmicas paulistas, co- mo, depois, colaborando intensamente com suas ideias nos periódicos da cidade mineira e das fluminenses por onde exerceu com a integridade de sempre a magistratura, Raimundo Correia pôde divulgar para as mentes idealistas suas progressistas posições. 206 SOLETRAS, Ano XI, Nº 22, jul./dez.2011. São Gonçalo: UERJ, 2011 DEPARTAMENTO DE LETRAS 2. Um nome nobre Conforme nos mostra seu principal biógrafo e editor, crítico, o a- cadêmico Waldir Ribeiro do Val, Raimundo Correia. -
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO Os Livros Infantis Brasileiros Que Aqui Circulam, Não Circulam Como L
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO DE PESQUISA Os livros infantis brasileiros que aqui circulam, não circulam como lá NORMA SANDRA DE ALMEIDA FERREIRA Campinas, março de 2009 PESQUISADOR RESPONSÁVEL Profª. Drª. Norma Sandra de Almeida Ferreira Docente do Departamento de Educação, Conhecimento, Linguagem e Arte – DELART Faculdade de Educação – Universidade Estadual de Campinas – São Paulo – Brasil Endereço:Rua Bertrand Russell, 801, caixa postal: 6120 Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – CEP 13083-970 telefones: Departamento: (0XX 19) 3521-5578 e-mail: [email protected] PROFESSOR INTERLOCUTOR Prof. Dr. António Branco (Professor Associado) Centro de Investigação em Artes e Comunicação Universidade do Algarve – Faro – Portugal Endereço: Campus de Gambelas, 8005-139 Faro, Portugal. e-mail: [email protected] 2 Os livros infantis brasileiros que aqui circulam, não circulam como lá RESUMO O presente estudo pretende investigar a circulação e recepção, em Portugal, de livros de literatura infantil escritos por autores brasileiros. Toma como desafio a identificação da presença e do circuito desses livros, cuja materialidade traz inscrita a percepção que os editores têm de seus leitores e de suas práticas de leitura. Indaga sobre quais são as obras e autores à disposição dos leitores portugueses; em que edições e projetos editoriais essas obras são encontradas; quais práticas de leitura esses livros suscitam e instigam, previstas e inscritas em seus projetos editoriais e quais são os leitores que procuram esses livros. O material a ser coletado consistirá de fichas preenchidas pelos leitores, depoimentos de bibliotecários e professores, os próprios livros, etc., no trabalho realizado em bibliotecas públicas de Portugal, mais especificamente nas cidades de Algarve e Lisboa, e será interpretado à luz dos estudos e reflexões oriundos da História Cultural (Chartier, 1996; 1998; Darnton, 1990;1992). -
Quadro De Docentes Ativos Por Lotacao
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ QUADRO DE PESSOAL DOCENTE ATIVO POR LOTAÇÃO PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS UNIDADE DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 01/11/2019 1 FOLHA: Mês de outubro MSIAPE TITUL RH CLASSE PA NC CARGO NOME Total de Servidores: 2553 SETOR DE ARTES COMUNICACAO E DESENHO Número de servidores para o Setor: 69 AC - DEPARTAMENTO DE DESIGN Número de servidores para a Lotação: 23 1120131 MESTRADO 20 ASSISTENTE 501 A5 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR GABRIEL CHEMIN ROSENMANN 2571066 DOUTORADO 20 ADJUNTO 601 C6 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR RAFAEL PEREIRA DUBIELA 1630812 MESTRADO 20 ASSISTENTE 502 B5 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR RICARDO ALEXANDRE LEITE MARTINS 0344144 ESPECIA NS 20 AUXILIAR 401 A4 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR RITA DE CASSIA SOLIERI BRANDT BRAGA DE MORAES 1227883 DOUTORADO 40 ADJUNTO 601 C6 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR NAOTAKE FUKUSHIMA 1552513 DOUTORADO DE ASSOCIADO 702 D7 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR ADRIANO HEEMANN 1351421 DOUTORADO DE ASSOCIADO 703 D7 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR AGUINALDO DOS SANTOS 1044860 MESTRADO DE ADJUNTO 604 C6 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR ALBERTO IRENEU PUPPI 1133892 DOUTORADO DE ASSOCIADO 701 D7 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CARLA GALVAO SPINILLO 1160776 DOUTORADO DE ADJUNTO 601 C6 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CAROLINA CALOMENO MACHADO 1803087 DOUTORADO DE ADJUNTO 602 C6 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR CLAUDIA REGINA HASEGAWA ZACAR 1629802 DOUTORADO DE ADJUNTO 601 C6 PROFESSOR DO MAGISTERIO SUPERIOR DANIELLA ROSITO MICHELENA MUNHOZ -
Conversando Com Carlos Heitor Cony 294
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS – FFLCH DEPARTAMENTO DE LETRAS CLÁSSICAS E VERNÁCULAS – DLCV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LITERATURA BRASILEIRA “UMA CERTA MANEIRA DE DESEJAR A LIBERDADE”: CAMINHOS DA LITERATURA DE CARLOS HEITOR CONY NO PÓS-1964 VERSÃO CORRIGIDA MARINA SILVA RUIVO São Paulo – 2012 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – USP FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS – FFLCH DEPARTAMENTO DE LETRAS CLÁSSICAS E VERNÁCULAS – DLCV PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LITERATURA BRASILEIRA “UMA CERTA MANEIRA DE DESEJAR A LIBERDADE”: CAMINHOS DA LITERATURA DE CARLOS HEITOR CONY NO PÓS-1964 Tese de doutorado apresentada à Banca Examinadora da Universidade de São Paulo como exigência parcial para a obtenção do título de Doutora em Letras, área de concentração Literatura Brasileira. Orientador: PROF. DR. FLÁVIO WOLF DE AGUIAR VERSÃO CORRIGIDA MARINA SILVA RUIVO São Paulo – 2012 2 Ruivo, Marina Silva. “Uma certa maneira de desejar a liberdade”: caminhos da literatura de Carlos Heitor Cony no pós-1964. 2012. 346 f. Tese (Doutorado). Versão corrigida – Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Nesta tese respeitou-se o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 3 A meus pais, Regina e Jairo, dos quais surgi, e que estão, portanto, na origem de tudo, sempre. Deste caminho, deste trabalho para o qual tanto incentivo deram, desta união e do neto que lhes dá também tanta alegria. Caminho de amor. A meu marido, Fábio, que surgiu em meu caminho pouco antes de eu dar início a este trabalho, e para ele me incentivou constantemente, com muitas e muitas palavras de estímulo e apoio. -
Os Vestígios Do Nobel
Opiniões Número: Depoimentos ornalornal Novos Lançamentos 229 dede Mês: Novembro Entrevista JJ Ano: 2017 LetrasLetras Literatura Infantil Preço: R$ 5,00 OsOs VestígiosVestígios dodo NobelNobel O escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro, de 62 anos, é o Prêmio Nobel de Literatura de 2017. A escolha foi anunciada em Estocolmo, na Suécia, pela Academia Sueca. Nascido em Nagasaki, no Japão, em 1954, Ishiguro vive na Inglaterra desde os cinco anos de idade. (Por Manoela Ferrari – págs. 10 e 11) ornalde 2 JLetras Opinião JL Editorial JL Arnaldo Niskier Não se pode entender muito a razão pela qual o Brasil jamais deu acervo JL “Os sonhos seguram o mundo” um Prêmio Nobel. Mesmo o da Paz andou perto de um brasileiro, quan- do se falava em D. Hélder Câmara ou o professor Josué de Castro. Em matéria de literatura, a Academia Brasileira de Letras, quando instada a Quando eu disse à escritora Nélida citar um nome, enviou para a Academia Sueca o de Nélida Piñon, que, Piñon, autora do famoso A república dos convenhamos, é uma bela indicação. Mas sabe-se que temos alguns sonhos, que estava de viagem a Portugal, obstáculos, o principal dos quais é a língua portuguesa. Os julgadores ela, de forma veemente, recomendou: “Não não conhecem o nosso idioma e, portanto, têm dificuldades para tomar deixe de visitar a Fundação José Saramago. conhecimento do que se passa no íntimo da nossa literatura. Mas vamos Há muito o que aprender com as obras do continuar insistindo, pois o país merece esse tipo de homenagem. Se foi único escritor em língua portuguesa que ganhou o Prêmio Nobel de possível dar o Prêmio a José Saramago, por que não se pode chegar a um Literatura.” titular brasileiro? Lembramos que, durante alguns anos, a nossa indi- De fato, a acadêmica brasileira tinha razão. -
(D)E Resistência: a Poesia No Alternativo Versus
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO DEPARTAMENTO DE LÍNGUA E LITERATURA VERNÁCULAS JEFERSON CANDIDO POESIA (D)E RESISTÊNCIA A POESIA NO ALTERNATIVO VERSUS Florianópolis Julho/2004 Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Língua e Literatura Vernáculas da Universidade Federal de Santa Catarina como requisito final para obtenção do grau de Bacharel em Letras – Língua Portuguesa e Literaturas. Orientadora: Drª Maria Lucia de Barros Camargo No estado atual das cousas, a literatura não pode ser perfeitamente um culto, um dogma intelectual, e o literato não pode aspirar a uma existência independente, mas sim tornar-se um homem social, participando dos movimentos da sociedade em que vive e de que depende. Machado de Assis O passado, o presente e o futuro da literatura Eu quero que os cadáveres desses desaparecidos saiam de meu armário. Gal. Golbery do Couto e Silva, em maio de 1974. RESUMO O presente trabalho teve como objetivo mapear e discutir a presença da poesia no jornal alternativo Versus – editado em São Paulo, em circulação de outubro de 1975 a outubro de 1979 – detendo-se, ao final, na discussão do caráter da poesia enquanto forma de “resistência” ao autoritarismo então vigente. O trabalho conta ainda com uma breve antologia dos poemas publicados no jornal. Palavras-chave: Década de 70 Imprensa alternativa Literatura Poesia SUMÁRIO INTRODUÇÃO 05 1. NO MEIO DO CAMINHO 08 ABERTURA(S) 08 PARA ALEGRIA DOS GENERAIS 09 NINGUÉM VIU, NINGUÉM SABE... 12 “IMPRENSA DE COMUNISTAS” 14 2. VERSUS 20 VERSUS LTDA. 20 O JORNAL 24 1ª FASE 25 2ª FASE 31 3ª FASE 36 O ESPAÇO DE VERSUS E SEU CONCEITO DE LITERATURA 41 3. -
Tese De Doutorado Universidade Estadual De
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Repositorio da Producao Cientifica e Intelectual da Unicamp TESE DE DOUTORADO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS ANGELA HARUMI TAMARU A CONSTRUÇÃO LITERÁRIA DA MULHER NORDESTINA EM RACHEL DE QUEIROZ Tese apresentada ao Curso de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas para obtenção do título de Doutor em Letras na Área de Teoria Literária. Orientadora: Profa. Dra. Enid Yatsuda Frederico Banca: Prof. Dr. Haquira Osakabe Profa. Dra. Maria Betania Amoroso Prof. Dr. Luís Gonçales Bueno de Camargo Profa. Dra. Cilaine Alves Cunha UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ESTUDOS DA LINGUAGEM 2004 1 FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA IEL - UNICAMP Tamaru, Angela Harumi. T15c A construção literária da mulher nordestina em Rachel de Queiroz / Angela Harumi Tamaru. - Campinas, SP : [s.n.], 2004. Orientadora : Profa. Dra. Enid Yatsuda Frederico. Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem. 1. Modernismo (Literatura) - Brasil. 2. Queiroz, Rachel de, 1910- 2003 – Personagens - Mulheres. 3. Matriarcado. I. Frederico, Enid Yatsuda. II. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Estudos da Linguagem. III. Título. 2 Nota e agradecimentos Foi já no fechamento deste trabalho que, subitamente, Rachel de Queiroz interrompe sua existência de quase 93 anos. Sua posição de mulher forte, que marcou o século 20 no Brasil, aponta-a como uma figura feminina importante do Brasil, a ser lembrada tanto pela sua obra como pelo que representou, pois abriu espaço para a mulher na vida brasileira. Por ter sobrevivido a quase todos os seus amigos, Rachel dizia-se pesarosa: “meus amigos eram todos mais velhos que eu, de forma que fui perdendo todos eles, de um em um. -
Brazilian Images of the United States, 1861-1898: a Working Version of Modernity?
Brazilian images of the United States, 1861-1898: A working version of modernity? Natalia Bas University College London PhD thesis I, Natalia Bas, confirm that the work presented in this thesis is my own. Where information has been derived from other sources, I confirm that this has been indicated in the thesis. Abstract For most of the nineteenth-century, the Brazilian liberal elites found in the ‘modernity’ of the European Enlightenment all that they considered best at the time. Britain and France, in particular, provided them with the paradigms of a modern civilisation. This thesis, however, challenges and complements this view by demonstrating that as early as the 1860s the United States began to emerge as a new model of civilisation in the Brazilian debate about modernisation. The general picture portrayed by the historiography of nineteenth-century Brazil is still today inclined to overlook the meaningful place that U.S. society had from as early as the 1860s in the Brazilian imagination regarding the concept of a modern society. This thesis shows how the images of the United States were a pivotal source of political and cultural inspiration for the political and intellectual elites of the second half of the nineteenth century concerned with the modernisation of Brazil. Drawing primarily on parliamentary debates, newspaper articles, diplomatic correspondence, books, student journals and textual and pictorial advertisements in newspapers, this dissertation analyses four different dimensions of the Brazilian representations of the United States. They are: the abolition of slavery, political and civil freedoms, democratic access to scientific and applied education, and democratic access to goods of consumption. -
Carlos De Laet E a Intelectualidade Carioca Na Virada Do Século XIX Para O XX
Carlos de Laet e a intelectualidade carioca na virada do século XIX para o XX Helena Ramalho Crispiniano Mestranda do PPGHS/UERJ. e-mail: [email protected] Introdução Este trabalho busca apresentar o personagem histórico Carlos de Laet, situando-o nas suas principais esferas de atuação e levando em consideração as turbulências que balançaram as estruturas políticas e culturais do entre séculos XIX e XX. Dividido em três subtítulos, o primeiro deles faz uma breve reflexão sobre os aspectos necessários para a escrita de uma biografia atenta e próxima da verdade, como o trabalho do historiador deve ser. O segundo subitem inserem-se dentro da apresentação da vida de Carlos de Laet, contemplando sua atuação como jornalista e educador, já o terceiro caracteriza-se por fazer uma breve apresentação dos conceitos “intelectuais” e “rede de sociabilidade” tendo como destaque a participação de Laet no processo de fundação da Academia brasileira de Letras (ABL). Considerações sobre o uso da biografia como escrita da História As biografias, nas últimas décadas, em decorrência de seu caráter atrativo, expressaram-se em um crescente número de publicações (GOMES, 2005, p.9). Juntamente com elas, os estudos biográficos recuperaram um lugar de prestígio na produção dos historiadores (AVELAR, 2010, p.157). Entretanto, para o historiador, a biografia, como escrita da história, não se limita a uma narração dos fatos em ordem cronológica, apesar de também poder sê-lo. Assim como na escrita da História em que a “intenção de construção de um discurso próximo da verdade é uma das marcas de sua prática, podendo ser percebida desde o momento da pesquisa documental, passando pela elaboração explicativa até se consolidar na construção textual, o historiador biógrafo (RICOUER, 1994, p.169-171)”. -
REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo De José Do Patrocínio E Sua Vivência Na República
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA RITA DE CÁSSIA AZEVEDO FERREIRA DE VASCONCELOS REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Niterói 2011 2 RITA DE CÁSSIA AZEVEDO FERREIRA DE VASCONCELOS REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense. Mestrado em História Contemporânea I na Universidade Federal Fluminense. Orientador: Prof. Dr. Humberto Fernandes Machado 3 Niterói 2011 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá V331 Vasconcelos, Rita de Cássia Azevedo Ferreira de. República sim, escravidão não: o republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República / Rita de Cássia Azevedo Ferreira de Vasconcelos. – 2011. 214 f. Orientador: Humberto Fernandes Machado. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2011. Bibliografia: f. 208-214. 1. Abolição da escravatura, 1888. 2. Proclamação da República, 1889. 3. Patrocínio, José do, 1854-1905. I. Machado, Humberto Fernandes. II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. III. Título. CDD 981.04 4 REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Rita de Cássia Azevedo Ferreira de Vasconcelos Dissertação de Mestrado