Palácio Itamaraty Itamaraty Palace
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Márcia Elisa De Paiva Gregato
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES MESTRADO EM ARTES CONSTRUÇÃO DE FORMAS GEOMÉTRICAS NO ESPAÇO ANALISANDO AS OBRAS DE FRANZ WEISSMANN E AMILCAR DE CASTRO Márcia Elisa de Paiva Gregato Campinas, 2005 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES MESTRADO EM ARTES CONSTRUÇÃO DE FORMAS GEOMÉTRICAS NO ESPAÇO ANALISANDO AS OBRAS DE FRANZ WEISSMANN E AMILCAR DE CASTRO MÁRCIA ELISA DE PAIVA GREGATO Dissertação apresentada ao Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Artes sob a orientação do Prof. Dr. Marco Antonio Alves do Valle. Campinas, 2005 3 G861c Gregato, Márcia Elisa de Paiva. Construção de formas geométricas no espaço analisando as obras de Franz Weissmann e Amilcar de Castro. / Márcia Elisa de Paiva Gregato. – Campinas,SP: [s.n.], 2005. Orientador: Marco Antonio Alves do Valle. Dissertação(mestrado) - Universidade Estadual de Campinas Instituto de Artes. 1. Escultura. 2. Franz Weissmann. 3. Amilcar de Castro. I. Valle, Marco Antonio Alves do. II. Universidade Estadual de Campinas.Instituto de Artes. III. Título. 5 Aos meus pais Roberto e Irene e também ao meu amigo e mestre Gastão, pessoas que sempre me estimularam e tudo fizeram para que hoje eu pudesse concluir este trabalho. A eles a minha dedicação. 7 Agradeço primeiramente a Deus, pela realização de mais um sonho. Confiando em Seu amor mostrou-se, novamente, fiel a mim. “... pois até durante a noite o meu coração me ensina”. (Sl 16:7); Ao Giba, meu amigo fiel e inseparável; A Cássia Sofiato e Soraia Lelis, pela amizade demonstrada e por todas as boas lembranças vividas na Unicamp; A André Valle, cujas palavras faltam para demonstrar todo o meu respeito profissional e pessoal; Ao João, da AB Corte e Dobra, pela destreza na execução das maquetes em ferro; A Lucas e Rodrigo Gregato, pela paciência e grande ajuda na finalização das maquetes; Ao Professor Marco do Valle, que além de orientador, mostrou-se ao longo deste período um grande amigo. -
A Arte Como Objeto De Políticas Públicas
FAVOR CORRIGIR O TAMANHO DA LOMBADA DE ACORDO COM A MEDIDA DO MIOLO n. 13 2012 REVISTA OBSERVATÓRIO ITAÚ CULTURAL ITAÚ NÚMERO A arte como objeto de políticas públicas Banco de dados e pesquisas como instrumentos de construção de políticas O mercado das artes no Brasil .13 Artista como trabalhador: alguns elementos de análise itaú cultural avenida paulista 149 [estação brigadeiro do metrô] fone 11 2168 1777 [email protected] www.itaucultural.org.br twitter.com/itaucultural youtube.com/itaucultural Foto: iStockphoto Centro de Documentação e Referência Itaú Cultural Revista Observatório Itaú Cultural : OIC. – n. 13 (set. 2012). – São Paulo : Itaú Cultural, 2012. Semestral. ISSN 1981-125X 1. Política cultural. 2. Gestão cultural. 3. Arte no Brasil. 4. Setores artísticos no Brasil. 5. Pesquisa 6. Produção de conhecimento I. Título: Revista Observatório Itaú Cultural. CDD 353.7 .2 n. 132012 SUMÁRIO .06 AOS LEITORES Eduardo Saron .08 O BANCO DE DaDos DO ItaÚ Cultural: sobre O PassaDO E O Futuro Fabio Cypriano .23 CoNHECER PARA atuar: A IMPortÂNCIA DE ESTUDos E PESQuisas NA FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A Cultura Ana Letícia Fialho e Ilana Seltzer Goldstein .33 SOBRE MOZart: soCioloGIA DE UM GÊNIO, DE Norbert ELIAS Dilma Fabri Marão Pichoneri .39 AS ESPECIFICAÇÕES DO MERCADO DE artes Visuais NO BRASIL: ENTREVista COM GeorGE KORNIS Isaura Botelho .55 Arte, Cultura E SEUS DEMÔNios Ana Angélica Albano .63 QuaNDO O toDO ERA MAIS DO QUE A soma DAS Partes: ÁLBUNS, SINGLES E os rumos DA MÚSICA GRAVADA Marcia Tosta Dias .75 CINEMA PARA QUEM PRECisa Francisco Alambert .85 O Direito ao teatro Sérgio de Carvalho .93 MÚSICA, DANÇA E artes Visuais: ASPECtos DO TRABALHO artÍSTICO EM DISCUSSÃO Liliana Rolfsen Petrilli Segnini .3 Revista Observatório Itaú Cultural n. -
E MAIS Brasil, a Construção Interrompida Impactos E Consequências Do Golpe De 1964
Brasil, a construção LINE interrompida ON- Revista do Instituto Humanitas Unisinos IHUNº 439 - Ano XIV - 31/03/2014 ISSN 1981-8769 (impresso) ISSN 1981-8793 (online) Imagem: Golpe de 1964 em Porto Alegre/ Imagem: Golpe de 1964 em Porto Acervo Iconographia - Biblioteca Nacional Jair Krischke: José C. Moreira: Alexandre Rocha: O regime militar é a “Não há tema mais atual do A invenção interrompida da trajetória da mentira que a memória” cultura da diversidade Charles Camosy: Bernardo Kucinski: Marcus Mello: O domínio sobre K. em busca da verdade. Livro Noite e nevoeiro: os animais na ética reúne realidade e ficção para “Um alerta para as cristã histórica revisitar os anos de chumbo futuras gerações” E MAIS Brasil, a construção interrompida Impactos e consequências do golpe de 1964 ão há tema mais duação em Ciências Criminais da Pon- festações culturais brasileiras antes e Editorial atual do que a me- tifícia Universidade Católica do Rio depois do Golpe — uma força ativa e mória”, afirma o Grande do Sul - PUCRS e vice-presi- criativa combatida pelos militares. “Npesquisador José dente da Comissão de Anistia, analisa A historiadora Claudia Wasser- Carlos Moreira. “Entender o passado as relações entre empresários e mili- man, também professora da UFRGS, como morto é o caminho mais rápido tares e o favorecimento aos simpati- analisa a Campanha da Legalidade e para eliminarmos nosso futuro”, des- zantes do regime com financiamentos o seu legado para a sociedade brasi- taca ele em entrevista publicada nesta e contratos públicos. Juremir Macha- leira. Por fim, o documentarista Paulo edição. O direito à memória e ao não do, jornalista, historiador e professor Fontenelle, diretor de Dossiê Jango esquecimento são as principais razões da PUCRS, descreve a relevância do (2012), defende que não investigar o para a IHU On-Line publicar este se- papel da mídia na legitimação do re- falecimento do ex-presidente é fechar gundo volume sobre os 50 anos do gime golpista. -
Art's Complicity
Papers on Social Representations Volume 26, Issue 1, pages 6.1-6.15 (2017) Peer Reviewed Online Journal ISSN 1021-5573 © 2017 The Authors [http://www.psych.lse.ac.uk/psr/] Art’s Complicity JORGE COLI University of Campinas ABSTRACT In the course of its history, the artistic culture fashioned in Brazil has rebuffed direct observation. In the country’s domain of the visual arts and literature, artists, intellectuals and writers tend to cloister in an imaginary world, without seeing their own surroundings. Some of the significant works in the history of Brazilian art and culture have been taken into account in this paper. The works described here in a synthetic and simplified manner reiterated myths, arranged hierarchies, established preconceptions and concealed perceptions for the benefit of imaginaries that were not all that innocent. One can easily see that, in the course of its history, the artistic culture fashioned in Brazil has rebuffed direct observation. In the country’s domain of the visual arts and literature, artists, intellectuals and writers tend to cloister in an imaginary world, with no eyes for their own surroundings. Correspondence should be addressed to: Jorge Coli, Email: [email protected] 6.1 J. Coli Art’s Complicity Although rather generic and simplified, this initial comment sheds light on certain fundamental characteristics that historically have been associated with Brazil’s art history and production. These characteristics are linked to ideological tenets involving national identity and original roots. They comprise fictions, constructs and fantasies that definitively affect not only individual and group perceptions and expectations, but also ways of thinking and conceiving the world. -
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE LETRAS E ARTES ESCOLA DE BELAS ARTES Paula Karoline De Carvalho ELISEU VISCO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE LETRAS E ARTES ESCOLA DE BELAS ARTES Paula Karoline de Carvalho ELISEU VISCONTI E AS PINTURAS DE NU FEMININO NO FINAL DO SÉCULO XIX Rio de Janeiro 2019 Paula Karoline de Carvalho ELISEU VISCONTI E AS PINTURAS DE NU FEMININO NO FINAL DO SÉCULO XIX Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de bacharel em História da Arte. Orientadora: Ana Maria Tavares Cavalcanti. Rio de Janeiro 2019 REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO a Prof . Denise Pires de Carvalho COORDENADORA DO CURSO DE BACHARELADO EM HISTÓRIA DA ARTE a Prof . Ana de Gusmão Mannarino FOLHA DE APROVAÇÃO Paula Karoline de Carvalho. ELISEU VISCONTI E AS PINTURAS DE NU FEMININO NO FINAL DO SÉCULO XIX. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de bacharel em História da Arte. Área de concentração: História e Teoria da Arte. Situação: ( ) Aprovada / ( ) Reprovada Rio de Janeiro, _____ de _____ de _____ BANCA EXAMINADORA _____________________________________ Prof. Dra. Ana Maria Tavares Cavalcanti Universidade Federal do Rio de Janeiro _____________________________________ Prof. Dra. Mirian Nogueira Seraphim Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) _____________________________________ Prof. Dra. Ana de Gusmão Mannarino Universidade Federal do Rio de Janeiro AGRADECIMENTOS Gostaria de agradecer a todos que me apoiaram durante esse processo difícil mas recompensador de não desistir dos próprios sonhos. -
Ar Luz Razão Certa:João Cabral Vendo Franz Weissmann
LITERATURA E SOCIEDADE | Nº 29 | P. 72-85 | JAN/JUN 2019 AR LUZ RAZÃO CERTA: JOÃO CABRAL VENDO FRANZ WEISSMANN* http://dx.doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i29p72-85 Renan Nuernberger Universidade de São Paulo (USP) RESUMO PALAVRAS-CHAVE: Este artigo propõe uma breve análise de “Exposição João Cabral de Melo Neto; Franz Weissmann”, texto publicado por João Cabral Franz Weissmann; de Melo Neto na década de 1960 e recuperado em poesia moderna; Museu de tudo (1975), a fim de compreender a reflexão arte concreta; do poeta sobre a produção do artista plástico. Tendo literatura comparada. em vista a similaridade entre os projetos estéticos de Weissmann e João Cabral, o artigo também pretende repensar o lugar específico do poema na própria obra do autor como um momento de problematização interna de seu ideário construtivista. ABSTRACT KEYWORDS This article intends to analyse the “Exposição Franz João Cabral de Melo Neto; Weissmann”, published by João Cabral de Melo Neto in Franz Weissmann; 1960’s and recovered at the Museu de tudo (1975), in modern poetry; order to understand the poet’s thoughts on the visual concrete art; artist’s production. Keeping in mind the resemblance comparative literature. between aesthetic projects of Weissmann and João Cabral, the article will reconsider the specific place of the poem as a questioning of the constructive ideology inside Cabral’s own work. * O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001. 72 | DOSSIÊ: AMÉRICA LATINA ENTRE OS ANOS 50 E 60 – Novos Olhares LITERATURA E SOCIEDADE | Nº 29 | P. -
Brasileiros Do Século XIX MASP E MNBA
Brasileiros do século XIX MASP e MNBA Instituto de Artes da UNESP Prof. Dr. Percival Tirapeli Chegou ao Rio com 25 anos em 1849 vindo da Itália (Treviso). Pouco se sabe de sua formação, a não ser sobre o verismo da arte italiano dos oitocentos. Trabalha com o espaço grandioso produzindo pequenas paisagens de grandes amplidões. Sabe compor entre as tensões do infinitamente pequeno e infinitamente grande Praia do Botafogo Estudou em Roma, Milão e pintou A primeira missa em Paris, em 1861. No Rio pintou a Batalha de Guararapes em 1879, em contraposição à Batalha de Avaí de Pedro Américo. Faz um grande panorama do Rio de Janeiro para a exposição universal de Paris em 1889, ano em que D. Pedro II se exilou, e morreu em 1891. VÍTOR MEIRELES DE LIMA (Florianópolis, SC, 1832 - Rio de Janeiro, 1903) Dom Pedro II, 1864 óleo sobre tela, 252 x 165 cm D. Pedro II nasceu no Palácio de São Cristovão no Rio de Janeiro em 1825 e assumiu o trono em 1831 quando ocorreu a Regência, até sua posse em 1840. Casou-se com Dona Teresa Cristina, napolitana, em 1843 com a qual teve 4 filhos. Morreu no Porto, em Portugal, em 1889. Obra de corpo inteiro em traje de gala, chapéu bicórnio na mão esquerda e olhando para o espectador. O traje tem ombreira de marechal-de-campo, casaca rebordada de ouro, configurando uma armadura. A posição da mão direita dá-lhe altivez. O ambiente: gabinete com mesa de trabalho, livros, globo terrestre e obras de arte como Atena, deusa da sabedoria, busto de humanista e dois quadros. -
Material Didático Exposição Arte
Ao longo dos últimos 30 anos, a Fundação Edson Queiroz, sediada em Fortaleza, vem constituindo uma das mais sólidas coleções de arte brasileira do País. Das alegorias dos quatro continentes, pintadas no século XVII, à arte contemporânea, a coleção reunida pelo chanceler Airton Queiroz percorre cerca de quatrocentos anos de produção artística com obras significativas de todos os períodos. A exposição “Arte moderna na Coleção da Fundação Edson Queiroz” traz um recorte circunscrito no tempo desse precioso acervo, destacando um conjunto de obras produzidas entre 1920 e 1960 tanto por artistas brasileiros quanto por estrangeiros residentes no País. A mostra abre com Duas amigas, pintura referencial da fase expressionista de Lasar Segall e, em seguida, apresenta trabalhos dos chamados anos heroicos do modernismo brasileiro, em que as tentativas de renovação formal estão em pauta. Paralelamente à modernização da linguagem, alguns artistas dessa geração também se interessaram pela busca de imagens que refletissem uma identidade do e para o Brasil. No século XX, o debate nacionalista girava em torno da recuperação de elementos nativos, anteriores à colonização europeia, somados à miscigenação racial, fator que passa a ser considerado decisivo na formação do povo brasileiro. As décadas de 1930 e 1940 foram marcadas por uma acomodação das linguagens modernistas. As experimentações cedem lugar a um olhar para a arte do passado e, nesse momento, surgem “artistas-professores”, como Ernesto de Fiori, Alberto da Veiga Guignard e Alfredo Volpi, que se tornariam referenciais para seus contemporâneos e para gerações vindouras. Desse período, merecem destaque trabalhos de Alfredo Volpi e José Pancetti que, além de comparecerem com um número significativo de obras na Coleção da Fundação Edson Queiroz, estabelecem uma transição entre a pintura figurativa e a abstração, apresentada na sequência. -
A Escrita Que Mora Em Mim Que Leituras Nos (Trans)Formam? 2ª Capa
capa ano VII – número 16 Março de 2011 A escrita que mora em mim Que leituras nos (trans)formam? 2ª capa COORDENAÇÃO TÉCNICA Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, O que será 2011 Cultura e Ação Comunitária – CENPEC Estar em contato com professores, educadores e CRÉDITOS DA PUBLICAÇÃO estudantes de todo o país é a atividade mais esperada e agradável para a equipe que trabalha na Olimpíada Coordenação Sonia Madi de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. Isso fica ainda mais especial nos anos pares, quando a Olim- píada ocorre “de fato”: os textos são produzidos, a Texto e edição seleção é feita e os encontros são organizados ao Luiz Henrique Gurgel vivo nas semifinais e na final. São ocasiões que pos- Maria Aparecida Laginestra Regina Andrade Clara sibilitam o contato direto, olho no olho, sorriso com sorriso, estreitando os dois polos que sustentam o projeto: os profissionais da Fundação Itaú Social, do Revisão Ministério da Educação (MEC) e do Centro de Estu- Rosania Mazzuchelli e Mineo Takatama dos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comu- nitária (Cenpec), de um lado e, de outro, professores, estudantes, coordenadores pedagógicos, técnicos, Edição de arte diretores e equipes do Conselho Nacional de Secretá- Criss de Paulo e Walter Mazzuchelli rios de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Ilustrações Esses encontros possibilitam conhecer aqueles Criss de Paulo com quem – quase sempre – só nos comunicamos por telefone, e-mail ou carta. Também permitem discutir, Editoração debater, trocar ideias, ouvir as experiências trazidas AGWM Editora e Produções Editoriais de diferentes pontos do país e aprender mais sobre a língua que nos une e com a qual nos posicionamos e nos apresentamos ao mundo e entre nós mesmos, Tiragem 150 mil exemplares brasileiros. -
Funarte E a Arte Brasileira Contemporânea: Políticas Culturais Públicas Do Inap E Ceav
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES ANDRÉ GUILLES TROYSI DE CAMPOS ANDRIANI FUNARTE E A ARTE BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA: POLÍTICAS CULTURAIS PÚBLICAS DO INAP E CEAV FUNARTE AND THE BRAZILIAN CONTEMPORARY ART: PUBLIC CULTURAL POLICIES OF INAP AND CEAV CAMPINAS 2016 ANDRÉ GUILLES TROYSI DE CAMPOS ANDRIANI FUNARTE E A ARTE BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA: POLÍTICAS CULTURAIS PÚBLICAS DO INAP E CEAV FUNARTE AND THE BRAZILIAN CONTEMPORARY ART: PUBLIC CULTURAL POLICIES OF INAP AND CEAV Tese apresentada ao Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas como parte dos requisitos exigidos para a obtenção do título de Doutor em Artes Visuais, na Área de Artes Visuais Thesis presented to Institute of Arts of the University of Campinas in partial fulfillment of the requirements for the degree of Doctor of Visual Arts, in area of Visual Arts ORIENTADOR: Dr. MARCO ANTONIO ALVES DO VALLE ESTE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL DA TESE DEFENDIDA PELO ALUNO ANDRÉ GUILLES TROYSI DE CAMPOS ANDRIANI E ORIENTADA PELO PROF. DR. MARCO ANTONIO ALVES DO VALLE ASSINATURA DO ORIENTADOR CAMPINAS 2016 Dedico este trabalho à minha querida avó Ivone Oliva Troysi que sempre me apoiou nos estudos e comemorava todas as nossas conquistas. AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. Marco do Valle, meu grande mestre das artes e da vida, sempre nos ensinando com muita sabedoria. Ao poeta Ferreira Gullar que nos recebeu em sua residência nos esclarecendo suas posições e o seu olhar amplo sobre a arte brasileira contemporânea. Ao artista multimídia e atual diretor do CEAV da FUNARTE, Xico Chaves, por nos fornecer uma extensa entrevista em seu escritório no Palácio Capanema, abrindo as portas da instituição sem melindres, com total liberdade. -
Obras De Arte Do Senado Federal
SENADO FEDERAL SENADO FEDERAL Obras de arte do Senado Federal Catálogo do Acervo BRASÍLIA – DF 00544.indd 1 09/08/2010 10:38:46 O Conselho Editorial do Senado Federal, criado pela Mesa Diretora em 31 de janeiro de 1997, buscará editar, sempre, obras de valor histórico e cultural e de importância relevante para a compreensão da história política, econômica e social do Brasil e reflexão sobre os destinos do país. Organização: Serviço de Museu e Secretaria de Informação e Documentação Projeto gráfico: SEPRVI – Serviço de Programação Visual da Secretaria Especial de Editoração e Publicações do Senado Federal © Senado Federal, 2010 Congresso Nacional Praça dos Três Poderes s/nº – CEP 70165-900 – DF [email protected] http://www.senado.gov.br/web/conselho/conselho.htm Todos os direitos reservados . Brasil. Congresso Nacional. Senado Federal. Obras de arte do Senado Federal. – Brasília : Senado Federal, 2010. 260 p. : il. 1. Obra de arte, catálogo. 2. Brasil. Congresso Nacional. Senado Federal, catálogo. I. Título. CDD 709.81 . 00544.indd 2 09/08/2010 10:38:46 Obras de arte do Senado Federal 00544.indd 3 09/08/2010 10:38:46 ...................... S ENADO F EDERAL ...................... Mesa Diretora Biênio 2009/2010 Senador José Sarney Presidente Senador Marconi Perillo Senadora Serys Slhessarenko 1o Vice-Presidente 2a Vice-Presidente Senador Heráclito Fortes Senador João Vicente Claudino 1o Secretário 2o Secretário Senador Mão Santa Senadora Patrícia Saboya 3o Secretário 4a Secretária Suplentes de Secretário Senador César Borges Senador Adelmir Santana Senador Cícero Lucena Senador Gerson Camata Conselho Editorial Senador José Sarney Joaquim Campelo Marques Presidente Vice-Presidente Conselheiros Carlos Henrique Cardim Carlyle Coutinho Madruga Raimundo Pontes Cunha Neto 00544.indd 4 09/08/2010 13:07:34 Edições do Senado Federal Obras de arte do Senado Federal ..................... -
Camila Dazzi (Bolsista IC/Cnpq) 2 CAVALCANTI, Ana Maria."Os Prêmios De Viagem Da Academia Em Pintura"
FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DO IFCH – UNICAMP Dazzi, Camila Carneiro D339r Relações Brasil-Itália na Arte do Segundo Oitocentos: estudo sobre Henrique Bernardelli (1880 a 1890) / Camila Carneiro Dazzi. - - Campinas, SP: [s.n.], 2006. Orientador: Luciano Migliaccio. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. 1. Bernardelli, Henrique, 1858 - 1936. 2. Arte italiana - Brasil. 3. Arte – Brasil – Séc. XIX. 4. Crítica de arte. I. Migliaccio, Luciano. II. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. III. Título. (msh/ifch) Palavras-chave em inglês (Keywords): Bernardelli, Henrique, 1858 - 1936 Italian art – Brazil Art – Brazil – 19th century Art criticism Área de concentração: História da Arte Titulação: Mestrado em História Banca examinadora: Prof. Dr. Luciano Migliaccio (orientador) Prof. Dr. Jorge Coli Prof. Dr. Luis Carlos da Silva Dantas Data da defesa: 31 de maio de 2006 ii A minhas duas paixões, Danillo Dazzi, pelo seu amor incondicional Arthur, por me enriquecer com suas críticas e me amparar nas dificuldades iii Agradecimentos O presente trabalho é o resultado de uma pesquisa que teve início ainda durante a Graduação, como bolsista IC/CNPq. Por esse motivo, devo agradecer primeiramente aquela que, acreditando na minha capacidade, me possibilitou dar os primeiros passos da minha carreira acadêmica. A Profa. Dra. Sonia Gomes Pereira agradeço pelas inúmeras oportunidades que me concebeu. Ao meu orientador, prof. Dr. Luciano Migliaccio, através do qual travei meu primeiro contato com a obra de Henrique Bernardelli e com a arte italiana oitocentista. Agradeço pelo confiança e entusiasmo demonstrados, assim como pela constante participação durante a toda a elaboração deste trabalho.