Estudo De Impacte Ambiental Do
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Atahca – Associação De Desenvolvimento Das Terras, Altas Do Homem, Cávado E Ave
AVISO Nº NORTE-M8-2017-15 - SISTEMA DE INCENTIVOS AO EMPREENDEDORISMO E AO EMPREGO (SI2E) ATAHCA – ASSOCIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DAS TERRAS, ALTAS DO HOMEM, CÁVADO E AVE Em caso de dúvidas/esclarecimentos, não hesite em contatar-nos: Alípio Oliveira (Dr.) – [email protected] Teresa Costa (Dr.ª) – [email protected] Alcina Sousa (Dr.ª) – [email protected] Prazo Fase 1: de 30 de junho de 2017 até 14 de agosto de 2017 (15h59m59s) => Decisão final: 08 de novembro de 2017. Fase 2: de 14 de agosto de 2017 (16h00) até 14 de novembro de 2017 (15h59m59s) => Decisão final: 09 de fevereiro de 2018. Objetivos As candidaturas devem demonstrar o seu contributo para a prossecução dos objetivos específicos das prioridades de investimento, em particular: - Objetivo específico no âmbito da PI 9.6 - Dinamizar a criação de estratégias de desenvolvimento socioeconómico de base local lideradas pelas respetivas comunidades. - Objetivo específico no âmbito da PI 9.10 – Constituir estratégias de desenvolvimento socioeconómico de base local lideradas pelas respetivas comunidades. Âmbito Territorial Tem aplicação no território de intervenção da entidade gestora: - Concelho de Amares – Todas as freguesias abrangidas; - Concelho de Barcelos - Aborim, Adães, Airó, Aldreu, Areias (S. Vicente), Balugães, Barcelinhos, Carapeços, Cossourado, Fragoso, Galegos (São Martinho), Lama, Martim, Oliveira, Palme, Panque, Pousa, Rio Covo (Santa Eugénia), Roriz, União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte, Ucha, União das freguesias de Alheira -
Escudeiros Via Esporões De Braga Faculda De De Te Ologia São João
Novo Hospital de Braga Frossos Gualtar Este-Sã o Pedro Parque Industrial do Feital Estádio Municipal de Braga São Vít or Parque Industrial de Frossos Universidade do M inho Parada de Tibães Campus de Gualt ar Pad im da Graça São Vicente Semelhe R5eal 9 Tenões AveMnercado Municipal daUniversidad e C atódlica Portugue sa a Liberdade - Escudeiros via Esporões de Braga Faculda de de Te ologia São João do Souto Ped ralva Raio (Senhora-a-Branca) Sé !( São José de Raio (Novais e Sousa) !( São Lázaro Maximinos !( João XXI (31 de Janeiro II) Liberdade (Igreja S Lázaro II) Cividade !( Nogueiró Liberdade (Carandá II) Liberdade (Carandá) !( Espinho Sob reposta Cons Lobato (Travessa) Cons Lobato (Fujacal) !( Lamaçães Cons Lobato (Monsenhor Airosa) !( Liberdade (Ponte) Gondizalves !( !( Cabreiros Couteiro !( Estádio Primeiro de M aio !(!( Viriato A Nunes I Fraião Zona Indu strial de Braga Viriato A Nunes II Mouta I !( !( Barros e Soares I Mouta II !( !( Barros e Soares II Zona Industrial de Sequeira Mouta III (Limite 2/1) Ferreiros <! <! Barros e Soares III (Limite 1/2) José A Ferreira (Junta) !( Barros e Soares IV Sequeira José Granja I (Escola) !( !( Lomar José Granja II !( !( Barros e Soares V Nogueira Bouça I !( !( Independência I Aveleda Passos Bouça II !( Arcos !( Independência II (Igreja) Veiga I (Limite 3/2) <! <! Independência III (Limite 2/3) Vilaça Parque Industrial Veiga II !( de Celeirós !( S Tiago I Esporões Parque Industrial de Esporões !( S Tiago II (Cruzamento) Pinheiro Bicho I (Além Rio) !( !( S Tiago III Celeirós Tadim Senhor Aflitos -
Linha De Guimarães
O COMBOIO EM PORTUGAL Departamento de Informática Universidade do Minho Campus de Gualtar 4710-057 BRAGA Telefone: 253.604457 Fax: 253.604471 http://ocomboio.net 038 PREFÁCIO DA 22ª EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “O COMBOIO EM PORTUGAL” - GUIMARÃES Biblioteca Interactiva - pólo de azurém (Guimarães) - Universidade do Minho - 26 de março a 13 de abril de 2007 MARco NO DESENVOLVIMENTO Martins Sarmento, a Associação Ar- dos muros da sua historicidade e tística Vimaranense e a Associação passar a ser também uma cidade Casimiro Silva e Samuel Silva Comercial de Guimarães, além da do Presente e do Futuro. própria Câmara Municipal. Se há um símbolo da Modernida- E conseguiu-o, por força das loco- de é o comboio. Máquina perfeita, E não havia melhor maneira de motivas que todos os dias percor- simultaneamente mãe e filha da transportar a Modernidade até à ci- riam a linha-férrea que liga a Trofa Revolução Industrial, a locomotiva dade-berço que não fosse trazê-la a Guimarães. Isto fez com que o puxou o Ocidente para um nível de em carris. século XIX se tornasse, após a Fun- desenvolvimento até então único e, dação, a época mais importante da para muitos, inimaginável. O com- Por isso é que o dia 14 de Abril de vida vimaranense. Guimarães pas- boio foi o mais importante agente 1884 marca o nascimento da Gui- sou a ser um pólo industrial mui- da Revolução Industrial, transpor- marães Moderna. Nesse dia, o pri- to importante no plano regional e tando as gentes, os produtos, abrin- meiro comboio chegou à estação o transporte em caminho-de-ferro do o Mundo e espalhando um novo do Cavalinho – que na altura estava constituiu uma componente funda- impulso à sua passagem. -
Corredores Verdes Como Estratégia De Valorização Da Paisagem E Recreio Público: Caso Prático Do Ramal Ferroviário De Aljustrel
Corredores Verdes como Estratégia de Valorização da Paisagem e Recreio Público: Caso Prático do Ramal Ferroviário de Aljustrel Maria Inês Pimenta Abranches Timóteo Dissertação para a obtenção do Grau de Mestre em Arquitetura Paisagista Orientador: Doutor Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro Júri: Presidente: Doutora Maria João Prudêncio Rafael Canadas, Professora Auxiliar do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa Vogais: Doutor Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro, Professor Auxiliar do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa; Mestre Ana Luísa Arrais Falcão Beja da Costa, Arquiteta Paisagista na qualidade de especialista 2015 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Arquiteto Paisagista Luís Paulo Ribeiro, por todo o apoio e acompanhamento nesta dissertação e por todos os conhecimentos que partilhou tanto neste processo como durante os anos que passei no Instituto Superior de Agronomia. À Infraestruturas de Portugal (que inclui a antiga REFER), em especial à Arquiteta Lara Rodrigues, por toda a ajuda, disponibilidade e simpatia que forneceu no decurso deste trabalho. Ao CEAP, em especial à Arq.ª Paisagista Selma Pena e Arq.ª Paisagista Natália Cunha, por toda a ajuda na procura e tratamento de informação SIG. Ao Arq.º Paisagista Nuno Lecoq pela rápida disponibilidade, ajuda e simpatia que ofereceu na fase de análise deste trabalho. Ao Sr. Eduardo Moreira pela receção calorosa e partilha de tantas histórias e informação importante sobre Aljustrel e as suas minas. À Unidade de Intervenção Territorial Norte (UITN), da Câmara Municipal de Lisboa, por me aceitar como estagiária durante 3 meses, período no qual aprendi tanto da minha área. Conhecimentos esses que aplico agora neste trabalho. -
Análise De Custos Ao Longo Do Ciclo De Vida De Pontes Ferroviárias Resumo
ANÁLISE DE CUSTOS AO LONGO DO CICLO DE VIDA DE PONTES FERROVIÁRIAS RESUMO A dissertação tem como principal objectivo fazer um ponto de situação da construção das obras de arte na rede ferroviária do norte de Portugal, com análise dos custos dessas obras relacionando-os com as condições de execução, tendo presente que as mesmas decorreram em dois cenários completamente diferentes, sem circulação de tráfego ferroviário ou com condicionamentos introduzidos pela exploração ferroviária. Faz-se referência ao normativo que regula o projecto das obras de arte ferroviárias em Portugal. Caracterizam-se, do ponto de vista técnico, as obras de arte construídas na década de 1990 e nos primeiros anos do século XXI, nas Linhas do Douro, Minho, Guimarães e Ramal de Braga, no âmbito da modernização do caminho de ferro. Faz-se um ponto de situação da inspecção de pontes em Portugal, na Grã - Bretanha e no Estados Unidos da América. Apresentam-se alguns casos de trabalhos de reabilitação ou de conservação de obras de arte de alvenaria, de uma ponte com tabuleiro metálico e de reposicionamento de aparelhos de apoio de uma ponte em betão armado pré - esforçado. Por último, faz-se uma abordagem da análise de ciclo de vida das pontes, referindo-se aspectos que condicionam essa análise, apresentando-se em relação a alguns conjuntos de obras, os custos de projecto, de fiscalização e de construção, comparando-se obras da mesma natureza construídas em diferentes linhas ferroviárias, em alturas distintas. Palavras – chave: obras de arte ferroviárias, pontes ferroviárias, projecto, inspecção, manutenção, conservação, reabilitação, análise de custos, ciclo de vida. -
A Linha De Velocidade Elevada (LVE) a Construir Entre Porto E Vigo
Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada PortoGaliza através da Linha de Leixões António Alves 10‐01‐2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de ligar Porto a Vigo em 60 minutos, a facilidade de construção e o baixo custo financeiro. Esta ligação será sempre muitíssimo mais barata que uma solução em túnel e com prazos de construção incomparavelmente menores. António Alves, 10 de Janeiro de 2008 Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto-Galiza através da Linha de Leixões Enquadramento Segundo as propostas tornadas públicas pelo Governo, a Linha de Velocidade Elevada (LVE) a construir entre Porto e Vigo assentará basicamente, pelo menos numa primeira fase, no aproveitamento de parte do actual traçado da Linha do Minho (Porto Campanhã a Nine), Ramal de Braga (Nine a Braga) e na construção de um novo troço entre Braga e Valença. Será construída em bitola1 ibérica (1668 mm), mas o novo troço Braga -Valença será desde já assente em travessas polivalentes a fim de no futuro facilitar a sua migração para a bitola europeia (1435 mm). A linha estará vocacionada para tráfego misto (mercadorias e passageiros); a velocidade de projecto será de 250 km/h de modo a permitir um tempo de percurso na casa dos 60 minutos entre as cidades do Porto e Vigo. Na prática esta linha oferecerá um serviço de passageiros em tudo idêntico ao que é actualmente oferecido na Linha do Norte pelos comboios Alfa Pendular, os quais tecnicamente são Comboios de Velocidade Elevada (CVE). -
Estudos De História Empresarial De Portugal O Setor Ferroviário
Série Documentos de Trabalho Working Papers Series Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério DT/WP nº 68 (GHES –CSG–ISEG –ULisboa) ISSN 2183-1785 Instituto Superior de Economia e Gestão Universidade de Lisboa Estudos de História Empresarial de Portugal O setor ferroviário Ana Tomás Nuno Valério (GHES – CSG – ISEG – ULisboa) Resumo Este documento de trabalho pretende ser o primeiro de um conjunto a preparar e publicar nos próximos anos, tendo como objetivo final elaborar uma História Empresarial de Portugal. Nele é sintetizada a evolução do setor dos caminhos-de-ferro em Portugal, quer sob a ótica da disponibilidade de serviços ferroviários, quer sob a ótica das empresas que construíram as infraestruturas ou prestaram esse serviço. Abstract This working paper aims to be the first one of a set to be prepared and published along the next years, with the final purpose of preparing a Business History of Portugal. It summarizes the evolution of the railroad sector in Portugal, both from the perspective of the availability of the railway service, and from the perspective of the firms that built the infrastructure or provided that service. Palavras-chave Portugal, caminhos-de-ferro, empresas ferroviárias. Keywords Portugal, railroads, railway firms. Classificação JEL / JEL classification L92 – caminhos-de-ferro e outros transportes de superfície / railroads and other surface transports 1 Plano Apresentação geral O setor ferroviário 1 – Projeto na década de 40 do século XIX 2 – A construção da rede -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2009 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 2 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 ÍNDICE IDENTIFICAÇÃO DA SOCIEDADE ............................................................................................................................. 4 ÓRGÃOS SOCIAIS ...................................................................................................................................................... 5 ORGANIGRAMA - 2009............................................................................................................................................... 6 GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2009 ............................................................................................................................ 7 SÍNTESE DE INDICADORES....................................................................................................................................... 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................................... 9 I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................... 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO ............................................................................................................. 12 III. APRECIAÇÃO GLOBAL ............................................................................................................................. 12 IV. ANÁLISE SECTORIAL .............................................................................................................................. -
Munic Í Piodebraga
M U N I C Í P I O D E B R A G A ER-205 CM-1299 CM-1299-1 EM-591-1 EM-565 CM-1299 CM-1296-3 EM-591-1 CM-1281-1 CM-1286 EN-101 EM-565 EM-591 EM-565 CM-1283 CM-1284 União das freguesias de CM-1281 Crespos e Pousada CM-1283-1 CM-1286-2 CM-1300 CM-1298 CM-1283-2 União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra CM-1283 CM-1286-1 ER-205-4 CM-1283 EN-101 CM-1287 EN-103 Palmeira Adaúfe CM-1285 CM-1283-2 CM-1286-1 CM-1297 CM-1280 CM-1286 EM-591 EM-564 EM-590 CM-1282-1 CM-1277 CM-1291 CM-1277-2 CM-1282 CM-1278-1 Variante à EN-101/201 CM-1278-3 Variante do Cávado CM-1296 CM-1278 CM-1288 União das freguesias de CM-1282 CM-1277-1 Merelim (São Pedro) e Frossos EN-103 CM-1277 CM-1278-3 EM-597 CM-1294 CM-1278-2 CM-1282-2 ER-205-4 EM-597 CM-1295 CM-1278 CM-1290 CM-1289 EN-205-4 CM-1293 EM-597 EN-201 Gualtar CM-1277-1 Avenida do Estádio Mire de Tibães CM-1290 CM-1292 União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) União das freguesias de Variante do Fojo Merelim (São Paio), Panoias CM-1221 e Parada de Tibães Braga (São Vicente) CM-1301 EN-205-4 Padim da Graça EN-205-4 EM-594 EM-587 CM-1279 EM-590 Pedralva Via do Alto da Vela CM-1323 CM-1289-1 EN-103-3 EN-101 CM-1326 CM-1327 CM-1293 EM-589 CM-1324 Variante de Real CM-1292 CM-1341 União das freguesias de Braga (São Vítor) EN-103-3 Real, Dume e Semelhe EN-309 CM-1325 CM-1326-1 União das freguesias de CM-1340-1 CM-1341 Nogueiró e Tenões EM-564 CM-1341-1 CM-1325-2 Sobreposta EN-201 CM-1325-1 Variante Sul Variante da Encosta CM-1326 EN-103 CM-1340 CM-1321-1 Variante à EN14 CM-1337 CM-1339 União -
Rede Ferroviária Nacional
Relatório e Contas 2012 I Relatório de Gestão I. 2 I RELATÓRIO DE GESTÃO Todos os relatórios da REFER se encontram disponíveis em www.refer.pt. Rede Ferroviária Nacional – REFER, EPE Estação de Santa Apolónia 1100-105 Lisboa www.refer.pt Capital Social: 430 200 000 euros NIF: 503 933 813 Relatório e Contas 2012 I Relatório de Gestão I. 3 Índice Mensagem do Conselho de Administração ....................................................... 4 Síntese de Indicadores .......................................................................................... 6 Síntese do Ano 2012 ............................................................................................. 8 Conjuntura Económica ........................................................................................ 19 A Atividade ........................................................................................................ 23 Gestão da Infraestrutura ................................................................................. 24 Investimentos .................................................................................................... 37 Atividades Complementares ........................................................................... 48 Segurança ............................................................................................................. 49 Qualidade e Ambiente ......................................................................................... 52 Recursos Humanos ............................................................................................ -
O Reordenamento Da Rede Escolar No Concelho De Braga
Revista Portuguesa de Investigação Educacional, vol. 13, 2013, pp. 175-193 O REORDENAMENTO DA REDE ESCOLAR NO CONCELHO DE BRAGA João Sérgio M. Rodrigues* Joaquim Machado** RESUMO: A generalização do ensino pós-primário, as alterações demográfi cas e a dimi- nuição de crianças e jovens em idade escolar estão na base de processos de expansão ou retração da rede escolar e obrigam a repensar, não apenas os modelos da sua organização, mas também os modelos de gestão das escolas. Este artigo descreve o processo (des)contínuo de reordenamento da rede de estabele- cimentos de um concelho do Norte de Portugal, evidencia os argumentos mobilizados pela Administração Educativa e pelos atores locais neste processo social e político e problematiza o sentido da sua evolução num quadro marcado pela tensão entre o Estado e o mercado. PALAVRAS-CHAVE: rede escolar, centralização, descentralização, municipalização. 1. INTRODUÇÃO Depois de duzentos anos a levar a escola a cada aldeia, e nas vésperas da Lei de Bases do Sistema Educativo, a rede escolar confrontava-se com dois problemas maiores: por um lado, tinha escolas a que faltava aldeia, facto atestado pelos 47% de escolas primárias frequentadas por menos de dezas- seis alunos; por outro lado, na década de 70, o alargamento da escolaridade * Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado ([email protected]). ** Universidade Católica Portuguesa – Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano ([email protected]). O reordenamento da rede escolar no concelho de Braga 175 obrigatória fez explodir a procura mas faltava escola para todas as crianças. Por outras palavras, em fi nais do século XX, o tipo de escolas e o local onde as havia já não respondiam às necessidades dos novos tempos ou, como diz Sarmento, “foram necessários duzentos anos para que a escola pública, criada pelo Marquês de Pombal em 1772, pudesse fi nalmente ser instalada, durando, no tempo histórico de um fósforo, o seu ciclo de vida” (1999: 149). -
Concelho Freguesia Drap Freguesias Parcialmente
FREGUESIAS PARCIALMENTE DENTRO DA ZD DE TRIOZA ERYTREAE CONCELHO FREGUESIA DRAP AMARANTE Bustelo, Carneiro e Carvalho de Rei NORTE Figueiró (Santiago e Santa Cristina) Fregim Freixo de Cima e de Baixo Gouveia (São Simão) Mancelos Telões Travanca Vila Garcia, Aboim e Chapa Vila Meã AMARES Lago NORTE ARCOS DE VALDEVEZ Alvora e Loureda NORTE Padroso Portela e Extremo AROUCA Alvarenga NORTE Cabreiros e Albergaria da Serra Canelas e Espiunca Covelo de Paivó e Janarde BAIÃO Ancede e Ribadouro NORTE Gestaçô Gove Grilo Santa Cruz do Douro e São Tomé de Covelas Santa Marinha do Zêzere Teixeira e Teixeiró Valadares BARCELOS Alheira e Igreja Nova NORTE Areias Cossourado Galegos (Santa Maria) Galegos (São Martinho) Lama Oliveira Panque Roriz Ucha Viatodos, Grimancelos, Minhotães, Monte de Fralães BRAGA Adaúfe NORTE Arentim e Cunha Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) Braga (São Vítor) Celeirós, Aveleda e Vimieiro Ferreiros e Gondizalves Lomar e Arcos Palmeira Priscos Ruilhe Sequeira Tadim Tebosa Vilaça e Fradelos CABECEIRAS DE BASTO Abadim NORTE Arco de Baúlhe e Vila Nune Basto Bucos Cabeceiras de Basto Cavez Faia Rio Douro CASTELO DE PAIVA Real NORTE São Martinho de Sardoura Sobrado e Bairros CELORICO DE BASTO Agilde NORTE Basto (São Clemente) Caçarilhe e Infesta Fervença Moreira do Castelo 06/09/2019 FREGUESIAS PARCIALMENTE DENTRO DA ZD DE TRIOZA ERYTREAE CONCELHO FREGUESIA DRAP Rego Ribas Vale de Bouro CHAVES Águas Frias NORTE Bustelo Eiras, São Julião de Montenegro e Cela Lama de Arcos Madalena e Samaiões Outeiro Seco Santa Cruz/Trindade