VI EFEMERIDES BRASILEIRAS-CORRIGIDO.Indd
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Special List 412: Nineteenth-Century Brazilian Imprints
special list 412 1 RICHARD C.RAMER Special List 412 Nineteenth-Century Brazilian Imprints 2 RICHARDrichard c. C.RAMER ramer Old and Rare Books 225 east 70th street . suite 12f . new york, n.y. 10021-5217 Email [email protected] . Website www.livroraro.com Telephones (212) 737 0222 and 737 0223 Fax (212) 288 4169 May 17, 2021 Special List 412 Nineteenth-Century Brazilian Imprints Items marked with an asterisk (*) will be shipped from Lisbon. SATISFACTION GUARANTEED: All items are understood to be on approval, and may be returned within a reasonable time for any reason whatsoever. VISITORS BY APPOINTMENT special list 412 3 Special List 412 Nineteenth-Century Brazilian Imprints INDEX OF PRINTING PLACES Rio de Janeiro ................................ Pages 4-132, Items 1-146 Bahia ....................................... Pages 133-142, Items 147-153 Pernambuco ........................... Pages 143-148, Items 154-160 Recife ...................................... Pages 149-156, Items 161-167 Maranhão ............................... Pages 157-160, Items 168-172 Ouro Preto ....................................... Page 161, Items 173-174 São Paulo ................................ Pages 162-164, Items 175-177 Santo Amaro (São Paulo) .......................Page 165, Item 178 Ceará ................................................ Pages 165-166, Item 179 Pará . ...................................... Pages 167-184, Items 180-184 4 richard c. ramer Item 1 special list 412 5 Special List 412 Nineteenth-Century Brazilian Imprints ☞ Rio de Janeiro, 1808 Changes Status of Cabo Verde—Early Rio de Janeiro Imprint *1. [PORTUGAL. Laws. D. João, Prince Regent of Portugal 1799-1816, then D. João VI King of Portugal and Brazil, 1816-1826]. Decreto. Con- vindo muito ao bem do Estado nas circunstancias actuaes, muito mais graves do que no tempo, em que as Ilhas de Cabo Verde se governavão com Capitania General, que aquellas Ilhas sejão novamente regidas por hum Governador e Capitão General …. -
HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA José Veríssimo
1 MINISTÉRIO DA CULTURA Fundação Biblioteca Nacional Departamento Nacional do Livro HISTÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA José Veríssimo À memória cada vez mais amada e mais saudosa de meus pais José Veríssimo de Matos e Ana Flora Dias de Matos consagro este livro, remate da minha vida literária, que lhes deve o seu estímulo inicial. José Veríssimo Dias de Matos Rio (Engenho Novo), 11 de julho de 1915 3 Índice Geral INTRODUÇÃO PERÍODO COLONIAL Capítulo I A PRIMITIVA SOCIEDADE COLONIAL Capítulo II PRIMEIRAS MANIFESTAÇÕES LITERÁRIAS Os Versejadores Os prosistas I Portugueses II Brasileiros Capítulo III O GRUPO BAIANO Capítulo IV GREGÓRIO DE MATOS Capítulo V ASPECTOS LITERÁRIOS DO SÉCULO XVIII Capítulo VI A PLÊIADE MINEIRA I Os Líricos II Os Épicos Capítulo VII OS PREDECESSORES DO ROMANTISMO I Os Poetas II Prosadores Capítulo VIII O ROMANTISMO E A PRIMEIRA GERAÇÃO ROMÂNTICA Capítulo IX MAGALHÃES E O ROMANTISMO Capítulo X OS PRÓCERES DO ROMANTISMO I Porto Alegre II Teixeira e Sousa III Pereira da Silva IV Varnhagen V Norberto VI Macedo Capítulo XI GONÇALVES DIAS E O GRUPO MARANHENSE Capítulo XII A SEGUNDA GERAÇÃO ROMÂNTICA. OS PROSADORES Capítulo XIII A SEGUNDA GERAÇÃO ROMÂNTICA. OS POETAS I Álvares de Azevedo II Laurindo Rabelo III Junqueira Freire IV Casimiro de Abreu V Poetas Menores 4 Capítulo XIV OS ÚLTIMOS ROMÂNTICOS I Prosadores II Poetas Capítulo XV O MODERNISMO Capítulo XVI O NATURALISMO E O PARNASIANISMO Capítulo XVII O TEATRO E A LITERATURA DRAMÁTICA Capítulo XVIII PUBLICISTAS, ORADORES, CRÍTICOS Capítulo XIX MACHADO DE ASSIS Índice Onomástico 5 Introdução A LITERATURA QUE SE escreve no Brasil é já a expressão de um pensamento e sentimento que se não confundem mais com o português, e em forma que, apesar da comunidade da língua, não é mais inteiramente portuguesa. -
Obras Do Barão Do Rio Branco Vi A
OBRAS DO BARÃO DO RIO BRANCO VI A EFEMÉRIDES BRASILEIRAS MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Ministro de Estado Embaixador Antonio de Aguiar Patriota Secretário-Geral Embaixador Ruy Nunes Pinto Nogueira FUNDAÇÃO ALEXANDRE DE GUSMÃO Presidente Embaixador José Vicente de Sá Pimentel Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais Diretor Centro de História e Documentação Diplomática Diretor Embaixador Maurício E. Cortes Costa A Fundação Alexandre de Gusmão, instituída em 1971, é uma fundação pública vinculada ao Ministério das Relações Exteriores e tem a finalidade de levar à sociedade civil informações sobre a realidade internacional e sobre aspectos da pauta diplomática brasileira. Sua missão é promover a sensibilização da opinião pública nacional para os temas de relações internacionais e para a política externa brasileira. Ministério das Relações Exteriores Esplanada dos Ministérios, Bloco H Anexo II, Térreo, Sala 1 70170-900 Brasília, DF Telefones: (61) 2030-6033/6034/6847 Fax: (61) 2030-9125 Site: www.funag.gov.br Obras do Barão do Rio Branco VI A Efemérides Brasileiras Ministério das Relações Exteriores Fundação Alexandre de Gusmão Brasília, 2012 Direitos de publicação reservados à Fundação Alexandre de Gusmão Ministério das Relações Exteriores Esplanada dos Ministérios, Bloco H Anexo II, Térreo 70170-900 Brasília – DF Telefones: (61) 2030-6033/6034 Fax: (61) 2030-9125 Site: www.funag.gov.br E-mail: [email protected] Editor: Embaixador Manoel Antonio da Fonseca Couto Gomes Pereira Equipe Técnica: Eliane Miranda Paiva Vanusa dos Santos Silva André Luiz Ventura Ferreira Pablinne Stival Marques Gallert Revisão: Mariana de Moura Coelho Programação Visual e Diagramação: Gráfica e Editora Ideal Ltda. Impresso no Brasil 2012 Obras do Barão do Rio Branco VI : efemérides brasileiras. -
Vanderléia Da Silva Oliveira Teixeira E Sousa E O
VANDERLÉIA DA SILVA OLIVEIRA TEIXEIRA E SOUSA E O ROMANCE-FOLHETIM: UMA LEITURA DE O FILHO DO PESCADOR (1843) VANDERLÉIA DA SILVA OLIVEIRA TEIXEIRA E SOUSA E O ROMANCE-FOLHETIM: UMA LEITURA DE O FILHO DO PESCADOR (1843) Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências e Letras de Assis – UNESP, para a obtenção do título de Mestre em Letras (Área de Concentração: Literaturas de Língua Portuguesa). Orientadora: Prof. Dra. Sílvia Maria Azevedo Assis - SP 2002 Sistema de Bibliotecas da Unopar – Londrina/PR - Setor de Tratamento da Informação - Oliveira, Vanderléia da Silva O45T Teixeira e Sousa e o romance-folhetim: uma leitura de O Filho do Pescador (1843) / Vanderléia da Silva Oliveira. Assis, 2002. 224p. : il. Anexos Dissertação de Mestrado – Faculdade de Ciências e Letras de Assis - Universidade Estadual Paulista. 1- Literatura brasileira – crítica e interpretação 2- Romance- folhetim 3- Teixeira e Sousa, Antonio Gonçalves – 1812-1861 – romancista brasileiro 4- O Filho do Pescador – crítica e interpretação. CDU-869.0(81) VANDERLÉIA DA SILVA OLIVEIRA TEIXEIRA E SOUSA E O ROMANCE-FOLHETIM: UMA LEITURA DE O FILHO DO PESCADOR (1843) COMISSÃO JULGADORA DISSERTAÇÃO PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE MESTRE Presidente e Orientador: Dra. SÍLVIA MARIA AZEVEDO – Unesp/Assis-SP 2º Examinador: Dra. KARIN VOLOBUEF – Unesp/Araraquara-SP 3º Examinador: Dr. JOSÉ CARLOS ZAMBONI - Unesp/Assis-SP Assis, SP, ........ de......................... de 2002. DADOS CURRICULARES VANDERLÉIA DA SILVA OLIVEIRA NASCIMENTO 06.10.1970 – Bandeirantes – PR FILIAÇÃO João da Silva -
Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul Instituto De Letras Programa De Pós-Graduação Em Letras Mestrado Em Literatura Brasileira
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS MESTRADO EM LITERATURA BRASILEIRA O LUGAR (IN)CERTO DE DOMINGOS CALDAS BARBOSA: DOS ACORDES DA VIOLA À CONSTRUÇÃO DA BRASILIDADE EM ALHEIAS CAMPINAS NARA ABRANTES TIMM PORTO ALEGRE JULHO - 2004 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE LETRAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS MESTRADO EM LITERATURA BRASILEIRA O LUGAR (IN) CERTO DE DOMINGOS CALDAS BARBOSA: DOS ACORDES DA VIOLA À CONSTRUÇÃO DA BRASILIDADE EM ALHEIAS CAMPINAS NARA ABRANTES TIMM Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul como requisito parcial para obtenção do Grau de Mestre em Literatura Brasileira. PROFESSORA DOUTORA MARIA DO CARMO CAMPOS Orientadora da Dissertação de Mestrado PORTO ALEGRE JULHO - 2004 AGRADECIMENTOS Para a concretização deste trabalho precisei de ajuda, colaboração, apoio e compreensão. Do universo de graças que devo, registro as que rendo a Deus, a minha família, a minha incansável orientadora Professora Doutora Maria do Carmo Campos. RESUMO O presente trabalho está centrado em aspectos da música e da literatura do século XVIII no Brasil colonial. Mais especificamente focaliza algumas questões relevantes sobre as etnias que convergiram na formação do complexo histórico, étnico e sócio - cultural do período, com vistas ao exame das condições da produção poético-musical na colônia em fins do século XVII e XVIII. A pesquisa aborda manifestações musicais desse espaço de tempo, principalmente modinhas e lundus, destacando a produção poética de Domingos Caldas Barbosa. Partindo das vertentes que forjaram o amálgama característico da formação do Brasil, concentramo-nos no exame da poética de Caldas Barbosa, cuja produção literária na obra “Viola de Lereno” revela estar o autor inteiramente inserido na sedimentação de uma brasilidade literária anterior ao século XIX. -
Slave Cowboys in the Cattle Lands of Southern Brazil, 1800-1850
SLAVE COWBOYS IN THE CATTLE LANDS OF SOUTHERN BRAZIL, 1800-1850. SPENCER LEITMAN Purdue University. (Indiana. USA). Perhaps the most striking feature of Rio Grande do Sul, Brazil, in the first part of the nineteenth century was the presence of slave cow- boys. Giuseppe Garibaldi, who had fought for many years in Rio Grande do Sul alongside the black Ragamuffins in the Ragamuffin War, 1835-1845, considered these recently freed slaves among the finest busters, ropers, and horse soldiers in all the province, so famous for its gauchos (1) . Venezuela, Texas, and Cuba had slave cowboys., too, but the data on the social organization and culture in these areas is lacking (2). Slave cowboys in the Spanish lands, it appears, were used in small numbers before the develompent of large scale plantation agri- culture, as was the case in Cuba (3) . However, after a search through the secondary socio-historic literature on Latin America, one is left with the impression that slavery and ranching did not mix. Two Pla- (1). — Giuseppe Garibaldi, The Life of General Garibaldi Written by Himself. Trans, by Theodore Dwight (New York, 1859), 86; The Portuguese crown also considered slaves excellent cowbovs. In 1820 the crown ordered four slaves from the Royal Ranch in Rio Grande do Sul to Maranhão to instruct slaves there in the use of the lasso and bolas. Thomas Antônio de Villanova Portugal to Conde de Figueira, Rio de Janeiro, February 16, 1820 Arquivo Histórico de Rio Grande do Sul, (AHRGS), Avisos do Governo. (2) . — Miguel Acosta Saignes, Vida de los esclavos negros en Vene- zuela (Caracas, 1967), 179-180; Philip Durham and Everett L. -
A Trajetória Do Negro Na Literatura Brasileira DOMÍCIO PROENÇA FILHO
A T RAJETÓRIA DO N EGRO NA L ITERATURA B RASILEIRA A trajetória do negro na literatura brasileira DOMÍCIO PROENÇA FILHO PRESENÇA DO NEGRO na literatura brasileira não escapa ao tratamento marginalizador que, desde as instâncias fundadoras, marca a etnia no A processo de construção da nossa sociedade. Evidenciam-se, na sua trajetória no discurso literário nacional, dois posi- cionamentos: a condição negra como objeto, numa visão distanciada, e o negro como sujeito, numa atitude compromissada. Tem-se, desse modo, literatura sobre o negro, de um lado, e literatura do negro, de outro. O negro como objeto: a visão distanciada A visão distanciada configura-se em textos nos quais o negro ou o descen- dente de negro reconhecido como tal é personagem, ou em que aspectos ligados às vivências do negro na realidade histórico-cultural do Brasil se tornam assunto ou tema. Envolve, entretanto, procedimentos que, com poucas exceções, indiciam ideologias, atitudes e estereótipos da estética branca dominante. Assim dimensionada, a matéria negra, embora só ganhe presença mais significativa a partir do século XIX, surge na literatura brasileira desde o século XVII, nos versos satíricos e demolidores de Gregório de Matos, como os do “Juízo anatômico dos achaques que padecia o corpo da República em todos os seus membros e inteira definição do que em todos os tempos é a Bahia”, poema de que vale lembrar a seguinte passagem, a propósito, manifestamente reveladora: Que falta nesta cidade?... Verdade. Que mais por sua desonra?... Honra. Falta mais que se lhe ponha?... Vergonha. O demo a viver se exponha, Por mais que a fama a exalta Numa cidade onde falta Verdade, honra, vergonha. -
Atas Da Academia Brasileira De Letras 1920 E 1921
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ ESCOLA DE COMUNICAÇÃO – ECO INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA – IBCTI PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – PPGCI ANA MARIA RUTTIMANN Informação e memória: Atas da Academia Brasileira de Letras 1920 e 1921 Rio de Janeiro 2015 1 ANA MARIA RUTTIMANN Informação e memória: Atas da Academia Brasileira de Letras 1920 e 1921 Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, convênio entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e a Universidade Federal do Rio de Janeiro/Escola de Comunicação, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Ciência da Informação. Orientador: Geraldo Moreira Prado Coorientadora: Rosali Fernandez de Souza Rio de Janeiro 2015 2 ANA MARIA RUTTIMANN Informação e memória: Atas da Academia Brasileira de Letras 1920 e 1921 Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Ciência da Informação, convênio entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia e a Universidade Federal do Rio de Janeiro/Escola de Comunicação, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Ciência da Informação. Aprovada em: ___________________________________________________________ Prof. Dr. Geraldo Moreira Prado (Orientador) PPGCI/IBCTI – ECO/UFRJ ___________________________________________________________ Prof.ª Dr.ª Rosali Fernandez de Souza (Co-orientadora) PPGCI/IBCTI – ECO/UFRJ Prof.ª Dr.ª Lena Vania Ribeiro Pinheiro PPGCI/IBCTI – ECO/UFRJ Prof.ª Dr.ª Icleia Thiesen Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO 3 DEDICATÓRIA Dedico esta dissertação a meu pai, que apesar de não estar mais entre nós, é sempre presente, como modelo e exemplo, que me ensinou o amor pelos livros, pela catalogação e investigação científica desde criança, começando por nossa singela coleção de selos, até a organização da sua própria biblioteca e documentos, memórias de uma vida. -
A Sede Do Jornal Do Commercio, O Grande Órgão Da Imprensa
A sede do Jornal do Commercio, o grande órgão da imprensa brasileira ligado ininterruptamente à Academia Brasileira de Letras desde que foi fundada, em 1897, e que teve entre seus colaboradores o jornalista Urbano Duarte, fundador da Cadeira 12. Guardados da Memória A Academia Brasileira e o Jornal do Commercio João Luso Jornal do Commercio não tem apenas como toda a imprensa, Pseudônimo de acompanhado a Academia Brasileira de Letras. A ela, e desde Armando Erse O (1875-1950), a sua fundação, o já então chamado Velho Órgão se ligou por víncu- português radicado los de inteligência e afeto que, nem por um só momento, haviam de no Brasil. Contista, se desprender. Por um esforço e um sentimento comum logo as duas teatrólogo, jornalista, Casas, a de Pierre Planchet e a de Machado de Assis, confraterniza- colaborador em vam. Do Jornal do Commercio se dizia que era o Senado da Imprensa; a diversos periódicos Academia vinha a ser o Senado das Letras. Se percorrermos as cole- paulistas, entrou para o Jornal do ções da folha em outros tempos tão avara do espaço para homenagens Commercio em 1901. e encômios, veremos que, para a Ilustre Companhia, sempre as suas Foi membro da ABI, colunas se dilataram generosa e prazenteiramente. Para ela se reserva- da SBAT e correspondente da vam ali adjetivos de raro emprego e só para ocorrências ou persona- ABL. O artigo aqui gens excepcionais; e, certamente, algumas fórmulas de louvor que publicado saiu na nunca haviam logrado acesso àquelas páginas severas, agora para lá su- Ilustração Brasileira – Dezembro de 1946. -
Fronteiras Da Liberdade: Experiências Escravas De Recrutamento, Guerra E Escravidão: (Rio Grande De São Pedro, C
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Filosofia e Ciências Sociais Programa de Pós-Graduação em História Social Fronteiras da Liberdade: Experiências Escravas de Recrutamento, Guerra e Escravidão: (Rio Grande de São Pedro, c. 1835-1850) Daniela Vallandro de Carvalho Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, como requisito parcial e último para a obtenção do título de Doutor em História Social. Orientador: Prof. Dr.Vitor Izecksohn 08 de julho de 2013. 2 Carvalho, Daniela Vallandro de. Fronteiras da Liberdade: “Experiências Escravas de Recrutamento, Guerra e Escravidão: Rio Grande de São Pedro, c. 1835-1850. Daniela Vallandro de Carvalho. Rio de Janeiro: UFRJ/ PPGHIS, 2013. 372 f.: Il. Tese (doutorado) – UFRJ /IH/ PPGHIS, Rio de Janeiro, 2013. Orientadora: Vitor Izecksohn I. Escravidão. Recrutamento. Trajetórias. Guerra Civil Farroupilha. II. Izecksohn III. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de História, Programa de Pós-graduação em História Social. IV. Título. 3 Daniela Vallandro de Carvalho FRONTEIRAS DA LIBERDADE. “Experiências Escravas de Recrutamento, Guerra e Escravidão: (Rio Grande de São Pedro, c. 1835- 1850) Tese de doutorado submetida ao Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em História Social. Banca Examinadora: _______________________________________________________ Prof. Dr. Orientador Vitor Izecksohn (Orientador/UFRJ) -
TRIUNFAL RETORNO DE MACHADO DE ASSIS Sinto-Me Honrado Por
TRIUNFAL RETORNO DE MACHADO DE ASSIS Sinto-me honrado por aqui me encontrar para redigir como que sucinto prólogo a uma obra psicografada, cujo autor espiritual se encarregou, ele mesmo, o velho Machado de Assis, de aqui apor dois prolóquios — “Duas Palavras”, datadas de agosto de 958, e “Mais uma Palavra”— que antecedem o primeiro e belíssimo capítulo, intitulado “Ela”, o mesmo “Ela” da primeira poesia que ele fez e publicou, na “Marmota Fluminense”, aos dezesseis anos de idade. Este livro, fruto de dedicada tarefa mediúnica — tenho certeza — se tornará um best-seller, chamando a atenção de grande parte dos críticos literários, como aconteceu após o lançamento do Parnaso de Além-Túmulo, em julho de 93, enfeixando produções poéticas de grandes vates do Brasil e de Portugal, e a chegada ao público ledor, em 95, do Falando à Terra, ambos psicografados pelo inesquecível médium e amigo, Francisco Cândido Xavier (90-00), editados pela Federação Espírita Brasileira. Neste último, de prosadores, comparecem quarenta ilustres personalidades brasileiras e de outras nacionalidades, inclusive a inglesa; doze famosos representantes da Igreja Católica; seis espiritistas, além de um médium português, desencarnado, no Rio de Janeiro. Dentre os Espíritos comunicantes, destacam-se: Rui Barbosa (849-93), com belíssima “Oração ao Brasil”; Frei André 9 de Cristo; Frei Bartolomeu dos Mártires; Antônio Americano do Brasil; Padre Bento Pereira; Deodoro da Fonseca; Frei Fabiano de Cristo; Farias Brito; Frei Francisco do Monte Alverne; Francisco Vilela Barbosa, Marquês de Paranaguá; Inácio Bittencourt; Madre Joana Angélica de Jesus; Padre João de Brito; Arcebispo Joaquim Arcoverde; Leopoldo Fróis; Luís Olímpio Teles de Menezes; Frei Mâncio da Cruz; Mariano José Pereira da Fonseca, Marquês de Maricá; Múcio Teixeira; Paulo Barreto; Roberth Southey; Romeu do Amaral Camargo; Padre Sousa Caldas; Teresa D’Ávila, e Viana de Carvalho. -
(Carlo Ginzburg) ISSN: 2175-5892
RTH Página | 1 (Carlo Ginzburg) ISSN: 2175-5892 http://revistadeteoria.historia.ufg.br/ VERSÃO COMPLETA (Sumário ao fim) _______________________________________________ Revista de Teoria da História Universidade Federal de Goiás — ISSN: 2175 - 5892 RTH Página | 2 Universidade Federal de Goiás Reitor: Prof. Dr. Edward Madureira Brasil Vice-reitor: Prof.ª Dr.ª Sandramara Matias Chaves Faculdade de História Diretor: Prof. Dr. Eugênio Rezende de Carvalho Vice-diretora: Prof.ª Dr.ª Dulce Oliveira A. Dos Santos Programa de Pós-graduação em História Coordenadora: Prof.ª Dr.ª Fabiana de Souza Fredrigo Vice-coordenador: Prof. Dr. Jiani Fernando Langaro Revista indexada em: Sumários.org – Sumários de Revistas Brasileiras Latindex – Sistema Regional de Informacíon en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Livre! – Portal para periódicos de livre acesso na Internet DOAJ – Directory of Open Access Journals Diadorim – Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas Brasileiras Portal de Periódicos da Capes Google Scholar Revista de Teoria da História Vol. 20, n. 2, dezembro de 2018 Universidade Federal de Goiás Faculdade de História ISSN: 2175-5892 _______________________________________________ Revista de Teoria da História Universidade Federal de Goiás — ISSN: 2175 - 5892 RTH Página | 3 Editores Executivos Prof. Dr. Ulisses do Valle (UFG) Prof. Dr. Marcello Felisberto Morais de Assunção (FFLCH-USP) Conselho Editorial Prof. Dr. Augusto Bruno de Carvalho Dias Leite, UFES, Brasil Prof. Dr. Anderson Zalewski Vargas, UFRGS, Brasil Prof. Dr. Arthur Alfaix Assis, UnB, Brasil Prof. Dr. Cristiano Arrais Alencar, UFG Prof. Dr. Dagmar Manieri, UFT, Brasil Prof. Dr. Diogo da Silva Roiz, UEMS/Amambai Prof. Dr. Dominique Vieira Coelho Santos, FURB, Brasil Prof.