Ponte 25 De Abril Com Risco De Colapso
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Os Descendentes De Ero Fernandes (Séculos IX-XII)
Sobre a ascendência condal entre a aristocracia infancional: os descendentes de Ero Fernandes (séculos IX-XII) About the countly ascentry among the “infancional” aristocracy: the descendents of Ero Fernandes (IX th-XII th century) João Paulo Martins Ferreira Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade. Universidade do Porto RESUMO Na sequência dos trabalhos de José Mattoso, os infanções foram sendo descritos como uma classe aris- tocrática heterogénea de terratenentes, que se encontrava na dependência da nobreza condal ou, pelo menos, num patamar secundário em relação a ela. Contudo, o levantamento das linhas familiares pro- venientes de Ero Fernandes permite discernir um parentesco claro com os Baião, uma das linhagens infancionais fundadoras da nobreza portuguesa, e com os Celanova e Trava-Trastâmara, representantes de uma aristocracia condal galego-portuguesa mais recente. Com efeito, importa não só analisar estes laços de parentesco e hierarquia interna da antiga nobreza portucalense (condal e infancional), como também relacionar o sentido ascendente do percurso dos Baião, Celanova e Trava-Trastâmara, com a paulatina decadência da velha aristocracia condal, reequa- cionando a situação histórica de Pedroso enquanto último capítulo deste grupo social. PALAVRAS-CHAVE: Infanções; Aristocracia Condal; Ero Fernandes; Baião; Celanova; Trava-Trastâmara; Pedroso; Linhagem e Parentesco. ABSTRACT Following the works of José Mattoso, the “infanções” were described as a heterogeneous aristocratic group of landowners, that were dependents of the families of the old counts of Portugal and Coim- bra or, at least, in a secondary level towards them. However, the reconstitution of the family lines of descendents of Ero Fernandes allows us to assess a clear kinship with the Baião, one of the lineages of “infanções” that founded the Portuguese nobility, and with the Celanova and Trava-Trastâmara, members of a new aristocracy of Galician-Portuguese counts. -
Timeline1800 18001600
TIMELINE1800 18001600 Date York Date Britain Date Rest of World 8000BCE Sharpened stone heads used as axes, spears and arrows. 7000BCE Walls in Jericho built. 6100BCE North Atlantic Ocean – Tsunami. 6000BCE Dry farming developed in Mesopotamian hills. - 4000BCE Tigris-Euphrates planes colonized. - 3000BCE Farming communities spread from south-east to northwest Europe. 5000BCE 4000BCE 3900BCE 3800BCE 3760BCE Dynastic conflicts in Upper and Lower Egypt. The first metal tools commonly used in agriculture (rakes, digging blades and ploughs) used as weapons by slaves and peasant ‘infantry’ – first mass usage of expendable foot soldiers. 3700BCE 3600BCE © PastSearch2012 - T i m e l i n e Page 1 Date York Date Britain Date Rest of World 3500BCE King Menes the Fighter is victorious in Nile conflicts, establishes ruling dynasties. Blast furnace used for smelting bronze used in Bohemia. Sumerian civilization developed in south-east of Tigris-Euphrates river area, Akkadian civilization developed in north-west area – continual warfare. 3400BCE 3300BCE 3200BCE 3100BCE 3000BCE Bronze Age begins in Greece and China. Egyptian military civilization developed. Composite re-curved bows being used. In Mesopotamia, helmets made of copper-arsenic bronze with padded linings. Gilgamesh, king of Uruk, first to use iron for weapons. Sage Kings in China refine use of bamboo weaponry. 2900BCE 2800BCE Sumer city-states unite for first time. 2700BCE Palestine invaded and occupied by Egyptian infantry and cavalry after Palestinian attacks on trade caravans in Sinai. 2600BCE 2500BCE Harrapan civilization developed in Indian valley. Copper, used for mace heads, found in Mesopotamia, Syria, Palestine and Egypt. Sumerians make helmets, spearheads and axe blades from bronze. -
Revista De Guimarães Publicação Da Sociedade Martins Sarmento
Revista de Guimarães Publicação da Sociedade Martins Sarmento PORTUGAL NO PERÍODO VIMARANENSE (868-1128). FERNANDES, A. de Almeida Ano: 1972 | Número: 82 Como citar este documento: FERNANDES, A. de Almeida, Portugal no Período Vimaranense (868-1128). Revista de Guimarães, 82 (1-2) Jan.-Jun. 1972, p. 37-90. Casa de Sarmento Largo Martins Sarmento, 51 Centro de Estudos do Património 4800-432 Guimarães Universidade do Minho E-mail: [email protected] URL: www.csarmento.uminho.pt Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional. https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ Portugal no Período Vimaranense (8684128) (Continuada da página 254 do rol. XXXI) POI A. DE ALMEIDA FERNANDES V Do FASTÍGIO ÀQUEDA E À RUÍNA a) O mais alto grau do Poder Portzggaleflse. Entretanto, pontificava no mosteiro vimaranense como principal no corpo dos «dornnos de Vimaranes›› uma nova e ilustre condessa Mumadona, neta e inteira- mente homónima da fundadora. Filha de Diogo Mendes e de Ildôncia (DC 77), devia Ser já então viúva, sem isso significar que no mosteiro vivesse quando se tornou nele a do/fiifza principal. No meu actual entender, havia casado com o conde Telo Alvites, ainda parente seu (um primo direito do pai da dona, como sabemos) e bisneto do duo Lucídio Vimarâniz (1). Seu marido vivia ainda em meados de 985, (1) Qualquer opinião minha anterior em total ou parcial discrepância com esta (AFI 136-138) deve corrigir-se pelo que agora digo. Do conde não há qualquer notícia posterior a 985, e de forma nenhuma será possível supor que se trata de Telo Aldiâniz (suges- tão em FCP 16, obra que eu só conheci quando o cap. -
São Salvador E São Vicente Da Vacariça: O Domínio De Um Cenóbio De Fronteira No Ocidente Peninsular (Sécs
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS SÃO SALVADOR E SÃO VICENTE DA VACARIÇA: O DOMÍNIO DE UM CENÓBIO DE FRONTEIRA NO OCIDENTE PENINSULAR (SÉCS. X-XII) PEDRO ANTÓNIO ALEXANDRE GONÇALVES DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Orientado pelo Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes e co-orientado pela Prof.ª Doutora Hermínia Vasconcelos Vilar, especialmente elaborada para a obtenção do grau de mestre em HISTÓRIA DO MEDITERRÂNEO ISLÂMICO E MEDIEVAL, na modalidade de dissertação 2020 São Salvador e São Vicente da Vacariça: o Domínio de um Cenóbio de Fronteira no Ocidente Peninsular UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS São Salvador e São Vicente da Vacariça: o Domínio de um Cenóbio de Fronteira no Ocidente Peninsular (Sécs. X-XII) Volume I Pedro António Alexandre Gonçalves, n.º 137 952 Dissertação de Mestrado em História do Mediterrâneo Islâmico e Medieval Dissertação de Mestrado elaborada sob a orientação do Prof. Doutor Hermenegildo Fernandes e co-orientação da Prof.ª Doutora Hermínia Vasconcelos Vilar Lisboa 2020 1 São Salvador e São Vicente da Vacariça: o Domínio de um Cenóbio de Fronteira no Ocidente Peninsular 2 São Salvador e São Vicente da Vacariça: o Domínio de um Cenóbio de Fronteira no Ocidente Peninsular A meus pais, António e Maria da Conceição 3 São Salvador e São Vicente da Vacariça: o Domínio de um Cenóbio de Fronteira no Ocidente Peninsular 4 São Salvador e São Vicente da Vacariça: o Domínio de um Cenóbio de Fronteira no Ocidente Peninsular Índice Resumo…………………………………………………………………………………. 9 Abstract………………………………………………………………………………... 11 Critérios usados para a transcrição do árabe………………………………………...13 Abreviaturas…………………………………………………………………………...14 Abreviaturas de fontes consultadas………………………………………………..…15 Índice de mapas………………………………………………………………………..17 Índice de tabelas……………………………………………………………………….17 Índice de gráficos………………………………………………………………………18 Apresentação e agradecimentos………………………………………………………19 0. -
Guimarães E Portucale, Entre O Passado E a Memória *
FORUM 28, Jul-Dez 2000, Pág. 3-42 Guimarães e Portucale, * entre o passado e a memória Maria da Conceição Falcão Ferreira Não posso deixar de agradecer, de imediato, o convite que me foi endereçado pelas Instituições responsáveis por esta iniciativa: o Conselho Cultural da Universidade do Minho, na pessoa do Senhor Professor Lúcio Craveiro da Silva; a Câmara Municipal de Guimarães, na pessoa do Senhor Dr. António Magalhães e a Sociedade Martins Sarmento, na pessoa do Doutor Santos Simões. Um obrigada do tamanho destes mil anos à cidade que, com tanta estima, tem acolhido a minha investigação. À Professora Manuela Martins, cujas palavras só podem entender-se à luz da profunda amizade que nos une, o meu grato e sentido reconhecimento. Ao contrário do que tanta vez acontece, hoje, a dimensão da apresentadora excede, em muito, a da conferencista. Cumpre-me confessar, também, que não obstante os afazeres de um quoti diano académico que me vem confiscando os dias, me é sempre muito grato falarde Guimarães. É com efeito a cidade que venho estudando sistematica mente, em toda a minha vida útil de investigação. À procura dos homens, os feitores da história, e à procura do espaço que moldaram, tenho perseguido a cidade medieval, nas suas mais variadas facetas. Razão de ser desta minha presença, ainda que muitos outros, que à terra vêm dedicando aturado labor, o pudessem fazer, e por certo melhor. • Texto da conferência proferida em Guimarães, em 12 Julho 2000, por iniciativa do Conselho Cultural da Universidade do Minho, da Sociedade Martins Sarmento e da Câmara Municipal de Guimarães, integrada na comemoração do Milenário da cidade. -
Da Representação Documental À Materialidade Do Espaço Território Da Diocese De Braga (Séculos IX-XI)
da .Sem sobre a sobre do espaço. do clássico casal: uma unidade O ARQUES prosopografia M A ANGELIST V . Corunha, Medieval Historia de 2008 (Premio RÉ E ormação da rede paroquial.ormação da rede actualmente, Trabalha egrado do IEM (FCSH-UNL) e colaborador do CITCEM egrado do IEM (FCSH-UNL) e colaborador do ncreto) sobre os problemas que a representação a representação que os problemas sobre ncreto) segunda propõe uma reflexão aplicada (a um corpus uma reflexão segunda propõe ilizado pelos redactores medievais para classificar pelosilizado redactores outor em História pela História em U.outor (2012). Porto A sua XI, a pondo foi livro a este conduziu que a investigação da organização social do espaço na Alta Idade Média, Idade Alta da organização espaço na social do t onflitos no territórioonflitos portucalense (séculos IX-XI), e está a o Concebida inicialmente como um estudo um estudo como inicialmente Concebida os séculos IX entre organização espaço minhoto social do e prévios que problemas de um conjunto descoberto importava estudar, em assentar a construção pena sob de fundações frágeis. os modelos estavam De um lado transmissão de textos e as circunstâncias dos discursivos espaço deste documental moldaramque a representação regional; outro, do a morfologia espaço organizado do e articulado(paisagem) (território), a analisar dentro pelo escrito. impostos registo constrangimentos dos O vai que assim no arco construiu-se estudo de objecto AND D da história rural no âmbito desenvolveu-se investigação e à história pontuais incursões da Igreja e ao problema com da f da FCT, bolseiro como pós-doutoramento de projecto num de e mecanismos resolução de judiciais processos sobre c a 1101 anterior da documentação ultimar o inventário portugueses.conservada arquivos em Investigador int CEHR (UCP).(UP) e do de É autor morfologicamente espaciais. -
Magna Carta Do Vinho Do Porto
A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO – a escritura de Cister (1142) 1 Altino Moreira Cardoso FICHA TÉCNICA A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO – a escritura de Cister (1142) Autor Altino Moreira Cardoso Amadora-Sintra Editora Endereço Apartado 108 - 2726 M. Martins Av. Vitorino Nemésio, 1-1º Dt 2725-471 MEM MARTINS Tel. 219208188 - 919487766 e-mail:[email protected] Paginação electrónica © Altino Moreira Cardoso Capa M. Rafaela Cardoso (Eng. Civil-IST – Doc. do IST) Impressão Rolo & Filhos II, S.A. Tiragem 250 exemplares Depósito Legal 349436/12 ISBN: 978-989-98044-0-1 2 A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO Altino Moreira Cardoso– a escritura de Cister (1142) A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO a Escritura de Cister (1142) Setembro de 2012 3 Altino Moreira Cardoso 4 A MAGNA CARTA DA HISTÓRIA DO VINHO DO PORTO – a escritura de Cister (1142) O título MAGNA CARTA O presente estudo de investigação em História do Vinho do Porto baseia-se num de vários projectos de história do Douro, que conservo entre papéis e irei publicar em oportunidade conveniente. [1] Há muitos aspectos fundamentais ainda inéditos, que nestes tempos de crise económica e também cultural, é urgente estudar e divulgar, mesmo provocando certas surpresas e atraindo eventuais polémicas. O trânsito pelas bibliotecas e, agora, o ‘milagre’ da net, permitem verificar uma inédita e inaceitável deficiência na investigação da história das origens medievais daVinha e do Vinho do Douro. Não está ainda estabelecido o fluxo da história vitivinícola duriense entre a época romana e o tempo do Marquês de Pombal – uns doze séculos! Como se entre o séc V e o séc XVII tivesse caído uma grossa cortina de escuridão e ignorância, alimentada pela moleza graxista do emproado ‘magister dixit‘ que tem eivado o ensino e investigação da História Medieval – fenómeno a que J.