Key Facts and Figures on Brazil / Unesco Cooperation
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Axé: Multiple Meanings with a Sole Essence Found in the Unity of Body, Nature and Spirit
Axé: Multiple Meanings with a Sole Essence Found in the Unity of Body, Nature and Spirit PLÍNIO TADEU DE GÓES, JR. hat does the word axé signify? Is there a way to create one Wdefinition for the word? The term is capable of multiple meanings. How do we unite all of these unique meanings within a single conceptual framework in order to better grasp each distinct understanding of the term? Can we reach a totalizing understanding of axé? Over the course of this paper, I will discuss the various meanings of the term in the hopes that this will add to our understanding of the complex relationships between religion, music, popular culture, and politics in the context of the African diaspora in the Americas. As opposed to discussing how some popular music finds its origin within Candomblé rituals, however, I go beyond such well-known histories and seek to explain how the theology of Candomblé manifests itself in ritual and popular music. Avoiding generalizations, I believe that African religious philosophies have played a primary role in generating a way of life in Northeastern South America and the Caribbean. I use the term axé to explore the above-mentioned relationships because the term appears simultaneously in Candomblé theology, Afro-Brazilian religious practices, and popular music. This article represents the first attempt to explicitly place this central facet of Candomblé theology as a crucial element at the heart of Afro-Brazilian culture. To some Brazilians, the term connotes a sort of upbeat reggae- infused dance music genre, danced at a frighteningly exhausting aerobic pace, from the Northeastern region of the country. -
Paulo Freire As Learning Theorist
Kansas State University Libraries New Prairie Press 2019 Conference Proceedings (Buffalo, New Adult Education Research Conference York) Paulo Freire as Learning Theorist John Holst The Pennsylvania State University, [email protected] Follow this and additional works at: https://newprairiepress.org/aerc Part of the Adult and Continuing Education Administration Commons, Latin American Studies Commons, Political Theory Commons, Social Psychology Commons, and the Theory and Philosophy Commons This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial 4.0 License Recommended Citation Holst, John (2019). "Paulo Freire as Learning Theorist," Adult Education Research Conference. https://newprairiepress.org/aerc/2019/papers/29 This Event is brought to you for free and open access by the Conferences at New Prairie Press. It has been accepted for inclusion in Adult Education Research Conference by an authorized administrator of New Prairie Press. For more information, please contact [email protected]. Paulo Freire as Learning Theorist John D. Holst The Pennsylvania State University Abstract: I defend the thesis that Paulo Freire had a theory of learning. Contrary to what learning theorists sustain, I will present a theory of learning in Freire’s work. Key words: adult learning, dialectics, lifelong education, Paulo Freire, praxis It was while in exile that I realized I was truly interested in learning (Freire, 1985, p. 181). Teaching and learning are a part of the same process of knowing (Freire, 1993a, p. 112). A theory of learning is central to the field of Adult Education. Moreover, a theory of learning is actually increasingly important if we consider the fact that we are now referring to our field as lifelong learning rather than adult education. -
Extracting Web Data As a Support for Tourism Indicators Development In
EXTRACTING WEB DATA FROM TRIPADVISOR AS A SUPPORT FOR TOURISM INDICATORS IN MINAS GERAIS Rafael Almeida de Oliveira (MSc.) Renata Maria Arantes Baracho Porto (PhD.) Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais Universidade Federal de Minas Gerais • Population: 20,8 million • Territory: same size as France • 853 cities • Third largest economy in Brazil • 1 hour flight from São Paulo and Rio de Janeiro MINAS GERAIS Belo Horizonte Diamantina Ouro Preto Congonhas 4 cities on the world heritage list Photos: Rossana Magri, Sérgio Mourão, Edison Zanatto INHOTIM. Largest museum of contemporary art in the world Photo: Sérgio Mourão BELO HORIZONTE. Host City – World Cup FIFA 2014 Photo: FIFA MINAS GERAIS. Soccer Competition and Delegations: Olympic Games Rio 2016 Source: https://www.teamgb.com/news/welcome-to-team-gb's-belo-horizonte-prep-camp-paradise TOURISM DATA IN MINAS GERAIS • State Department of Tourism (SETUR-MG) • Tourism demand survey • Depends directly on budgetary resources • Catches information by municipalities, not individual attractions • Search for new ways of extracting and interpreting data • to optimize processes • lower public resources How can we minimize this problems? CONTEXT Sustained by multiple users Information Collected produced in and stored by digital format computers Big Data Analysis PUSCHMANN, Cornelius; BURGESS, Jean. Metaphors of Big Data. International Journal of Communication, nº 8, 2014. METHODOLOGY TripAdvisor Information needed Web Scraper: import.io TRIPADVISOR SCRAPING PROCESS Extract URLs from Minas -
Identidades Imaginadas Ou Agualusa Vs. Agostinho Neto: a Falência Do Projeto Original Da Identidade Nacional Angolana
1 Universidade de Brasília Instituto de Letras Departamento de Teoria Literária e Literaturas Programa de Pós-Graduação em Literatura IDENTIDADES IMAGINADAS OU AGUALUSA VS. AGOSTINHO NETO: A FALÊNCIA DO PROJETO ORIGINAL DA IDENTIDADE NACIONAL ANGOLANA LÉO MACKELLENE GONÇALVES DE CASTRO Orientador: Prof. Dr. João Vianney Cavalcanti Nuto Brasília Maio de 2011 2 LÉO MACKELLENE GONÇALVES DE CASTRO IDENTIDADES IMAGINADAS OU AGUALUSA VS. AGOSTINHO NETO: A FALÊNCIA DO PROJETO ORIGINAL DA IDENTIDADE NACIONAL ANGOLANA Dissertação de Conclusão de Curso apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Literatura da Universidade de Brasília para obtenção do título de Mestre em Literatura. Área de Concentração: Literatura e Práticas Sociais Orientador: Prof. Dr. João Vianney Cavalcanti Nuto Brasília Maio de 2011 3 4 AGRADECIMENTOS Peço licença para fazer desses agradecimentos um espaço em que eu me mostro sem amarras, sem padronizações, sem formalidades, sem preocupação de estar alerta em não me delongar muito, como num lugar em que se pode estar sozinho meditando sobre o fechamento de um ciclo imenso que é a conclusão desse mestrado, momento em que tudo, no mais absoluto silêncio, se põe a ouvir a espiral do tempo dando mais uma volta, a engrenagem dos dias se encaixando, o mecanismo do mundo dando seu imenso giro. De novo. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça o estalar do encaixe nos dentes da catraca dos séculos e das horas. Essas são pessoas por quem serei eternamente grato porque contribuíram imensamente, infinitamente para a realização desse curso, para a escritura deste texto, para a passagem de mais essa fase na minha vida, fase que marca algo que para muitos pode parecer simples, comum, mas que, pra mim, significa ter alcançado um horizonte distante. -
História E Teoria Da Arquitetura E Do Urbanismo I
A ARQUITETURA DA MINERAÇÃO URBANISMO MINERADOR: 1700 A 1750 Teoria, História e Crítica da Arquitetura e do Urbanismo II – TH 2 Curso de Arquitetura e Urbanismo Pontificia Universidade Católica de Goiás ARQUITETURA DA MINERAÇÃO – LOCALIZAÇÃO interiorização do território brasileiro: incentivo da Coroa na busca por ouro e pedras preciosas 2ª metade Séc. XIX Decadência da lavoura de cana Crise econômica em Portugal Solução: encontrar outra fonte de riqueza, o ouro. ARQUITETURA DA MINERAÇÃO – HISTÓRIA A descoberta do ouro vai provocar uma corrida de aventureiros sedentos de riqueza fácil à região das minas. O surgimento de uma forma FIGURA– O sítio urbano de Ouro Preto implantado: bairros, arruamento e topografia. Fonte: SILVA (2004) diferente de ocupação espacial, até então desconhecida na colônia portuguesa da América. O processo minerador, pelo seu próprio caráter de organização, não comporta o FIGURA – Ilustração do “caminho-tronco” feita estabelecimento da população pelo arquiteto Sylvio de Vasconcellos; termo de forma rural ou isolada. criado por ele. Fonte: SALCEDO (2007, p.117) ARQUITETURA DA MINERAÇÃO – HISTÓRIA A OCUPAÇÃO DO ESPAÇO URBANO Em decorrência da forma como os pontos de mineração se organizavam, entrincheirando-se junto ao próprio local do trabalho, utilizando as bocas das minas como abrigo. Não houve dificuldade alguma na formação dos primeiros povoados, que se estabeleceram tendo como referências principais a estrada, que geralmente margeava os cursos d’água, e a capela, construída e ocupada de forma democrática e coletiva, onde era mantido um tosco oratório de viagem. A Estrada ARQUITETURA DA MINERAÇÃO – ESPAÇO URBANO Os primeiros núcleos implantados junto aos pontos de mineração recebiam o nome de “arraial” e eram estabelecidos a curta distância uns dos outros, estando, na maioria das vezes, separados por densas matas e tendo como ponto comum a proximidade ou mesmo a ligação direta com o caminho geral, FIGURA– Mariana - implantado: bairros, arruamento e topografia. -
DISSERTAÇÃO Versão Final Impressão1
Universidade de Brasília (UnB) Centro de Excelência em Turismo Programa de Pós-Graduação em Turismo Mestrado Profissional em Turismo DE CEMITÉRIO DE IDEIAS A EMBRIÃO DE SEMENTES Uma experiência sobre a mobilização social em Fernando de Noronha ALICE WATSON CLETO BRASÍLIA, JULHO, 2013. Universidade de Brasília Centro de Excelência em Turismo Programa de Pós-Graduação em Turismo Mestrado Profissional em Turismo DE CEMITÉRIO DE IDEIAS A EMBRIÃO DE SEMENTES Uma experiência sobre a mobilização social em Fernando de Noronha Alice Watson Cleto. Dissertação apresentada ao Mestrado Profissional em Turismo, no Centro de Excelência em Turismo (CET), da Universidade de Brasília (UnB) como requisito para obtenção do título de mestre. Orientadora: Profª Drª Iara Lucia Gomes Brasileiro. BRASÍLIA, JULHO, 2013. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central da Universidade de Brasília. Acervo 1010173. C l e t o , A l i ce Wa t son . C634c De cemi t é r i o de i de i as a emb r i ão de semen t es : uma expe r i ênc i a sob r e a mob i l i zação soc i a l em Fe r nando de Noronha / A l i ce Wa t son C l e t o . - - 2013 . x i i , 192 f . : i l . ; 30 cm. D i sse r t ação (mes t r ado ) - Un i ve r s i dade de Br as í l i a , Cen t r o de Exce l ênc i a em Tu r i smo , Pr og r ama de Pós -Gr aduação em Tu r i smo , 2013 . -
Sobre a Divulgação E Recepção Da Literatura Brasileira Na Hungria
Sobre a divulgação e recepção da literatura brasileira na Hungria Ferenc Pál Professor Emeritus da Eötvös Loránd University. As primeiras informações da literatura brasileira chegam ao público húngaro por via dos verbetes das enciclopédias editadas na viragem dos séculos XIX e XX. N’A Grande Enciclopédia da Pallas1 alguns poetas destacados (como Gonçalves de Magalhães, Gonçalves Dias e Tomás António de Gonzaga) já tem verbetes autónomos. No volume 3, de 1911, da Grande Enciclopédia da Révai2 já se encontra um verbete em separado sobre a “literatura brasiliana”, rezando que “a literatura brasiliana durante muito tempo foi apenas um ramo da literatura portuguesa e só nos últimos tempos começou a se desenvolver em rumo diferente”. Nesta enciclopédia já aumenta o número dos autores com verbete autónomo (assim encontramos incluídos nela os mais importantes ou famosos autores do romantismo, como Macedo, Álvares de Azevedo, Bernardo Guimarães, etc.). Nas enciclopédias posteriores, em especial nas enciclopédias de literatura universal3, encontramos informações cada vez mais sofisticadas da literatura brasileira, até que na volumosa Enciclopédia da Literatura Universal, cujos volumes saíam desde 1970 até meados dos 19904, encontramos, além dos verbetes sobre a literatura brasileira e fenómenos literários ligados com o Brasil (como por ex.: o Modernismo), verbetes de 228 escritores brasileiros. Mas tudo isto é apenas uma mera informação das letras brasileiras que ainda não é acompanhada de obras traduzidas para conhecimento do público húngaro. A primazia, segundo hoje podemos afirmar, corresponde a um conto de Machado de Assis, que foi 1 A Pallasz Nagy Lexikona. 2 Révai Nagy Lexikona. 3 Queremos mencionar, apenas como contribuição bibliográfia, as enciclopédias da literatura seguintes, mencionadas na bibliografia: Irodalmi Lexikon, Világirodalmi Lexikon, Világirodalmi Kisenciklopédia 4 Világirodalmi Lexikon. -
Minister of Counterculture
26 Guardian Weekly December 23 2005-January 5 2006 Culture Gilberto Gil is a musical legend - and now a senior Brazilian politician. He tz Minister of counterculture Gilberto Gil wears a sober suit and tie these days, and his dreadlocks are greying at the temples. But you soon remember that, as well as the serving culture minister of Brazil, you are in the presenceof one of the biggest l,atin American musicians of the 60s and 70s when you ask him about his intellectual influences and he cites Timothy l,eary. "Oh, yeah!" Gil says happily, rocking back in his chair at the Royal SocietyoftheArts in London. "Forexam- ple, all those guys at Silicon Valley - they're all coming basically from the psychedelic culture, you know? The brain-expanding processesof the crystal had a lot to do with the internet." Much as it may be currently de rigueur for journalists to ask politicians whether or not they have smoked marijuana, the question does not seem worth the effort. Gil's constant references to the hippy counterculture are not simplythe nostalgia of a 63-year-old with more than 4O albums to his name. For several years now, largely under the rest of the world's radar, the Braeilian government has been building a counterculture ofits own. The battlefield has been intellectual property - the ownership ofideas - and the revolution has touched everything, from internet file- sharing to GM crops to HIV medication. Phar- maceutical companies selling patented Aids drugs, for example, were informed that Brazil would simply ignore their claims to ownership and copy their products more cheaply if they didn't offer deep discounts. -
SUMARIO Caderno De Leituras
APRESENTAÇÃO LILIA M. SCHWARCZ e MARIANA MENDES Em 1999, quando criamos o primeiro Caderno de Leituras dedicado aos livros do catálogo Companhia das Letrinhas, nos surpreendemos com a rapi- dez com que ele foi acolhido pelos educadores do país. O material reunia artigos sobre diversos temas relacionados ao aproveitamento da produção literária no processo educativo, tendo como ponto de partida o vasto catálo- go de literatura infantojuvenil da editora. Na ocasião, recebemos pedidos de todo o Brasil para que fossem enviados exemplares em quantidade para se- cretarias de educação, salas de leituras, órgãos governamentais, em geral, além da ótima acolhida por parte da rede privada de ensino. Ficamos felizes ao notar que a publicação, apesar de não ser essa a sua intenção, havia ga- nhado ares de livro de formação. Em 2002, passamos a publicar toda a obra do Erico Verissimo e, como reconhecimento à importância do autor para a nossa literatura, dedicamos um Caderno de Leituras exclusivamente à sua obra. Assim surgiu o primeiro Caderno de Leituras destinado a um autor em especial. Vieram na sequência Caderno de Leituras Vinicius de Moraes, Jorge Amado (dois volumes, um mais dedicado a temas sociais, outro mais à literatura, propriamente dita), Lygia Fagundes Telles e Carlos Drummond de Andrade. Os Cadernos de Leituras de Jorge Amado, Vinicius de Moraes e Carlos Drummond de An- drade deram suporte para um trabalho especial, voltado para a formação de professores em todo o Brasil, em parceria com diferentes Secretarias Esta- duais. A importância desses projetos inaugurou um novo departamento, de- pois incorporado ao departamento de educação, que chamamos de Núcleo de incentivo à leitura. -
Linha Do Tempo 1903 - 1962
Portinari - O Bauzinho do Pintor Linha do Tempo 1903 - 1962 Realização Patrocínio Portinari O bauzinho do Pintor Linha do Tempo 1903 - 1962 Apresentação Candido Portinari nasceu no penúltimo dia de 1903. Um ano antes de outro grande gênio da pintura, o catalão Salvador Dali. Dois anos antes que fosse inaugurada, no Rio de Janeiro, a avenida Central, que hoje se chama Rio Branco. Três anos antes que Alberto Santos Dumont fizesse o seu primeiro vôo. Um outro tempo, um outro mundo, aquele que viu Portinari nascer. E em sua vida breve – ele morreu aos 58 anos de idade – Portinari soube ver esse mundo se transformando, enfrentando os horrores da I Guerra Mundial, depois da Guerra Civil Espanhola, e depois da II Guerra Mundial, e nesse mundo ávido e conturbado soube ver as possibilidades do futuro, as heranças do passado e as mazelas de um presente duro, de injustiça profunda, de desigualdade sem fim. Soube ver tudo isso sem perder, nem por um instante, seu olhar poético e profundo, sua memória de uma etapa de inocência, e pôs tudo isso no que pintou. Acompanhar, ainda que de forma sucinta, o passar do tempo no Brasil e no mundo, ao longo da vida de Portinari, não faz outra coisa que realçar sua importância e confirmar sua sensibilidade certeira. A Petrobras foi criada em 1953, nove anos da morte do grande pintor. E tomou seu exemplo de apego ao país, de compromisso com o seu povo, de fé em nosso futuro. Selecionado pelo Programa Petrobras Cultural no segmento dedicado à educação para as artes, o projeto “Portinari – O Bauzinho do Pintor” abriga parte desse grande tesouro que é a obra do mestre. -
Silence in the Coffee Plantation: the Painting- Poetics of Candido Portinari
See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/286368729 Silence in the Coffee Plantation: The Painting- poetics of Candido Portinari Article · October 2015 CITATIONS READS 0 20 2 authors: Rafael Duarte Oliveira Venancio Marina Colli de Oliveira Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Universidade Federal de Uberlândia (UFU) 78 PUBLICATIONS 3 CITATIONS 4 PUBLICATIONS 0 CITATIONS SEE PROFILE SEE PROFILE Some of the authors of this publication are also working on these related projects: Triângulo do Futebol: Culturas e Comunicações Esportivas sobre a prática futebolística no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba View project Arquibancada UFU: Projeto de Redação Esportiva Jornalística do Desporto Universitário em Mídias Sociais View project All in-text references underlined in blue are linked to publications on ResearchGate, Available from: Rafael Duarte Oliveira Venancio letting you access and read them immediately. Retrieved on: 06 October 2016 Asian Journal of Humanities and Social Studies (ISSN: 2321 – 2799) Volume 03 – Issue 05, October 2015 Silence in the Coffee Plantation: The Painting-poetics of Candido Portinari Rafael Duarte Oliveira Venancio1*, Marina Colli de Oliveira2 1 Universidade Federal de Uberlândia Uberlândia, Minas Gerais, Brazil 2 Universidade Federal de Uberlândia Uberlândia, Minas Gerais, Brazil *Correpsonding author’s email: rdovenancio [AT] gmail.com _________________________________________________________________________________ ABSTRACT— This article wants to analyze how Candido Portinari in his paintings with rural theme, engages a poetry of silence. To understand the functioning of this poetic language, we will adopt the Groupe μ analysis method (both the General Rhetoric and the Treatise on the Visual Sign). Whereas the language is manifold as the forms of representation, and it present in all media, whatever the lack of speech - silence - would find its richest form in both directions through the metaphors and metonymy engaged in metasememes of the paintings studied. -
Nelson Rodrigues
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