Os Múltiplos Lugares De Roberto Farias
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Do Teatro Ao Cinema – Três Olhares Sobre O Auto Da Compadecida1
Do Teatro ao Cinema – três olhares sobre o Auto da Compadecida1 Cláudio Bezerra2 Universidade Católica de Pernambuco Sinopse O presente trabalho faz um estudo comparativo das três adaptações cinematográficas da peça Auto da Compadecida, do escritor Ariano Suassuna. A análise observa e compara as características gerais dos três filmes em relação a alguns elementos narrativos como fábula, trama, caracterização dos personagens, presença do narrador, pontos de vista e montagem. Sem qualquer julgamento de valor, procura-se entender a adaptação como um processo que envolve opções estéticas pessoais, relacionadas a certas tendências dominantes na linguagem audiovisual. Palavras-chave: cinema; adaptação; narrativa; Auto da Compadecida. Introdução A transposição de um texto literário ou dramático para o audiovisual, chamada adaptação3, é uma operação complexa e envolve uma série de detalhes, sutilezas e possibilidades criativas, muitas vezes não levadas em consideração quando da análise de obras adaptadas. Durante muito tempo, o debate em torno da adaptação esteve concentrado no problema da fidelidade ao texto de origem e, não raro, os críticos julgavam o trabalho do cineasta com critérios específicos ao campo literário (as propriedades sensíveis do texto) e procuravam sua tradução no que é específico do cinema (fotografia, trilha, ritmo da montagem, composição das personagens, etc). Mas, os estudos sobre as adaptações têm passado por um processo evolutivo, com novos aportes teóricos sendo incorporados à análise cinematográfica. É nesse contexto em que a metalinguagem tem sido apontada como um elemento central para o entendimento da obra fílmica, e as análises das adaptações passaram a dar uma atenção especial aos deslocamentos entre as culturas. Através da metalinguagem, a adaptação de um texto 1 Trabalho apresentado ao NP 07 – Comunicação Audiovisual, do IV Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom. -
Uma Dama Na Cena Livre
UMA DAMA NA CENA LIVRE Eva Wilma, uma dama da arte de interpretar, vê possibilidade de a programação de televisão, principalmente das educativas, ajudar na conquista do direito à cidadania Eva Wilma Buckup, nos primeiros anos domada. No vigor de sua sabedoria, Eva da década de 50, foi bailarina do Balé Quar- Wilma tem apostado no trabalho de qualida- to Centenário; começou sua carreira, simul- de e no respeito ao público, o que pode ser taneamente, no teatro, no cinema e na televi- constatado no trabalho que ora realiza no são. Trabalhou, durante dez anos, com seriado para televisão Mulher. Sua garra e Cassiano Gabus Mendes, na TV Tupi, na co- talento poderão ser vistos em novos traba- média de costumes Alô, doçura!, sem dúvida lhos no teatro e, quem sabe, futuramente, um dos programas precursores de nossa tele- também no cinema. dramaturgia. Confissões de Penélope (1970) Por Roseli Fígaro foi outro seriado de sucesso, do qual partici- pou por mais de dois anos. No cinema, tra- Revista Comunicação & Educação: balhou com Procópio Ferreira, Roberto e Eva, você começou sua carreira artística co- Reginaldo Farias, Luís Sérgio Person, entre mo bailarina, fale um pouco dessa sua expe- outros, em produções como O craque, Chico riência. Como você chegou ao teatro e à te- Viola não morreu, A ilha e São Paulo SIA. levisão? Como as diferentes linguagens, a No teatro, ao lado de José Renato, participou da música e a do teatro, contribuíram na sua do nascimento do Teatro de Arena e traba- formação? lhou, entre outras, nas peças Esta noite é Eva Wilma: Eu tinha muito estímulo nossa, O demorado adeus, Uma mulher e três em casa. -
DP Jangada 2014
Dossier de presse 13/03/2014 UNE PROGRAMMATION EXCEPTIONNELLE EN 2014 ! Ce printemps brésilien au cinéma l’Arlequin sera placé sous le signe de l’Histoire, qui se conjuguera au présent et au passé. La ferveur liée à la Coupe du monde sera teintée du souvenir d’une période plus sombre, celle de la dictature. Le 1er avril 2014, date d’ouverture du festival, retentiront les 50 ans du Coup d’État militaire du 1er avril 1964. Le monde entier ayant les yeux rivés sur le Brésil, le Festival du Cinéma Brésilien de Paris s’est donc exceptionnellement choisi 2 thèmes pour l’édition 2014 : - Le football et la dictature. Au programme, des hommages, des débats avec les équipes des films, des avant- premières mondiales, des séances jeune public et des rencontres professionnelles. À travers une sélection des meilleures productions du cinéma brésilien, cette 16ème édition questionnera la construction d’une identité brésilienne mouvante qui s’est formée et continue de se transformer grâce à l’un, malgré l’autre, et inversement. Venez découvrir le florilège des meilleurs fictions et documentaires brésiliens au cinéma l’Arlequin du 1er au 8 avril 2014. Pour la programmation complète et détaillée, rendez-vous sur le site internet du festival ! http://www.festivaldecinemabresilienparis.com - La soirée d’ouverture - Deux films qui illustrent la diversité des cultures brésiliennes : Serra Pelada, le nouveau film d’Heitor Dhalia, nous fera voyager au cœur de la forêt amazonienne, à la fin des années 1970, quand des milliers de brésiliens ont participé à une gigantesque ruée vers l’or. -
História Do Cinema Brasileiro
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO DE ARTES DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Plano de Ensino Universidade Federal do Espírito Santo Campus Goiabeiras Curso: Cinema e Audiovisual Departamento Responsável: Comunicação Social Data de Aprovação (art. nº 91): Reunião do Departamento de Comunicação Social (Remota), em 3 de setembro de 2020. Docentes Responsáveis: Alexandre Curtiss Fabio Camarneiro Qualificação / atalho para o Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3817609373788084 (Alexandre Curtiss) http://lattes.cnpq.br/5820527580375928 (Fabio Camarneiro) Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM AUDIOVISUAL I Código: COS 10416 (Tópicos em História do Cinema Brasileiro) Carga Horária Pré-requisito: Não possui Semestral: 60h Distribuição da Carga Horária Semestral Créditos: 03 Teórica Exercício Laboratório 30 30 0 Aspectos estéticos, históricos e políticos do cinema brasileiro. Tópicos da história do cinema brasileiro: o período silencioso, as chanchadas, o cinema de estúdio, o Cinema Novo, o cinema marginal, o documentário, a Embrafilme, o cinema da retomada e o cinema contemporâneo. Diretores pretos e diretoras mulheres. Objetivos: Capacitar os estudantes a compreender a periodização do cinema brasileiro conforme a historiografia clássica e ser capaz de criticá-la. Capacitar os estudantes a estabelecer relações entre os contextos históricos e políticos e a produção cultural cinematográfica. Capacitar os estudantes a debater as especificidades do cinema brasileiro frente à América Latina e à produção mundial. Conteúdo Programático HISTÓRIA -
Nasceu Na Argentina E Entrou Para a História Do Cinema Brasileiro
BELÉM, SEXTA-FEIRA, 15 DE JULHO DE 2016 [email protected] Tel.: 3216-1126 SHOW CULTURA GENTE Valéria no Brega Paradise Só as raras de Cartola Vocalista do Fruto Sensual (foto) cantará o Caixa com CDs do compositor traz três repertório dos 21 anos da banda. Página 3. gravações notáveis. Página 4. O LIBERAL Hector Babenco sai de cena Argentino de de 40 anos. Faz parte da his- dirigiu Jack Nicholson e Meryl tória de cinema desse país”, Streep – e os dois foram indica- nascimento, completou Janka. DIVULGAÇÃO dos ao Oscar pelos trabalhos. brasileiro Além de Janka, Babenco dei- Já em “Brincando nos cam- xa mais uma filha, dois netos e a pos do senhor” (1990), dirigiu por opção, esposa, a atriz Bárbara Paz, com Aidan Quinn e Katty Bates. quem era casado desde 2010. Depois deste último, passou o cineasta O velório será hoje, na Ci- um longo período sem fazer dirigiu “O beijo nemateca, em São Paulo, das filmes após descobrir um 10h às 15h. Depois disso, o câncer linfático. Seu trabalho da Mulher- corpo do cineasta será cre- seguinte foi “Coração Ilumi- mado no cemitério Horto da nado” (1998), que antecedeu Aranha”, Paz, em Itapecerica da Serra, “Carandiru” (2003). O filme “Pixote” e em uma cerimônia apenas resultou ainda na série “Ca- para familiares e amigos. randiru – Outras hitórias” “Carandiru”, (2005), codirigida por Walter entre outros. CARREIRA Carvalho e Roberto Gervitz e exibida pela TV Globo. Estava Babenco nasceu em Buenos Hector Babenco também Aires, na Argentina, em 1946 dirigiu peças de teatro, com internado e se mudou para o Brasil aos destaque para “Loucos de e teve uma 19 anos. -
Pra Frente Brasil E O Cinema De Roberto Farias
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS NITERÓI 2016 WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Área de concentração: História social Orientadora: Profª Drª Denise Rollemberg Cruz Niterói, RJ 2016 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá G924Guedes, Wallace Andrioli. Política como produto: Pra frente Brasil e o cinema de Roberto Farias / Wallace Andrioli Guedes. – 2016. 317f.; il. Orientador: Denise Rollemberg Cruz. Tese (Doutorado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, 2016. Bibliografia: f. 277-286. 1.Pra frente Brasil (Filme).2. Farias, Roberto, 1932. 3. Embrafilme.4. Ditadura Militar, 1964-1979.5. Brasil.6. Resistência ao governo.I. Cruz, Denise Rollemberg.II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. III. Título. WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Área de concentração: História social Aprovada em 12 de maio de 2016 BANCA EXAMINADORA Profª Drª Denise Rollemberg Cruz – UFF Orientadora Prof. Dr. Paulo Knauss de Mendonça – UFF Profª Drª Ana Lúcia Andrade – UFMG Profª Drª Beatriz Kushnir – AGCRJ Prof. Dr. Igor Sacramento – FIOCRUZ Niterói 2016 Ao Zé, que, na ausência, me apresentou a saudade. -
Capitu Em Laços De Família Juiz De Fora
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Letícia Henrique Duarte Prostituição: A Representação na Telenovela Um Olhar Sobre Capitu em Laços de Família Juiz de Fora Novembro de 2008 Letícia Henrique Duarte Prostituição: A Representação na Telenovela Um Olhar sobre Capitu em Laços de Família Trabalho de Conclusão de Curso Apresentado como requisito para obtenção de grau de Bacharel em Comunicação Social na Faculdade de Comunicação Social da UFJF Orientador: Maria Cristina Brandão de Faria Juiz de Fora Novembro de 2008 Letícia Henrique Duarte Prostituição: A Representação na Telenovela Um Olhar Sobre Capitu em Laços de Família Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito para obtenção de grau de Bacharel em Comunicação Social na Faculdade de Comunicação Social da UFJF Orientador: Maria Cristina Brandão de Faria Trabalho de Conclusão de Curso / Dissertação aprovado (a) em 25/11/2008 pela banca composta pelos seguintes membros: _______________________________________________ Profã. Dra. Maria Cristina Brandão de Faria (UFJF) ± Orientador _____________________________________________________ Profã. Ms. Teresa Cristina da Costa Neves (UFJF) - Convidado _____________________________________________________ Prof. Ms. Álvaro Eduardo Trigueiro Americano (UFJF) - Convidado Conceito Obtido _______________________________________ Juiz de Fora Novembro de 2008 DEDICATÓRIA Dedico essa monografia, à todos aqueles que se fizeram presentes, ao longo desse quatro anos de faculdade... AGRADECIMENTOS Agradeço, A Deus por ter me guiado e ajudado a trilhar esse caminho. Aos meus pais, Haroldo e Selma, por todo amor, dedicação e por não terem medido esforços para que eu pudesse chegar à faculdade e me formar. Aos meus irmãos, Luciana e Victor, pela cumplicidade, compreensão e força. Aos meus amigos e companheiros de sala, por todos os momentos compartilhados. -
A Partir De 1964 Desenvolve-Se, Inicialmente No Cone Sul E
Revista Maracanan Edição: n.11, Dezembro 2014, p. 24-40 ISSN-e: 2359-0092 DOI: http://dx.doi.org/10.12957/revmar.2014.14304 Dossiê O cinema político na ditadura militar brasileira: as representações dos “anos de chumbo” no filme Pra Frente, Brasil (1982) The political cinema in the Brazilian military dictatorship: the representations of the "years of lead" in the movie Go Ahead, Brazil! (1982) Wagner Pinheiro Pereira Universidade Federal do Rio de Janeiro [email protected] Resumo: O presente artigo pretende realizar uma análise das representações da natureza repressiva e autoritária do regime militar brasileiro em sua fase de maior recrudescimento político, sob a égide do governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), apresentada no filme Pra Frente, Brasil (1982). Palavras-Chave: Cinema; Ditadura Militar Brasileira; Pra Frente, Brasil. Abstract: This article intends to undertake an analysis of the representations of repressive and authoritarian nature of Brazilian military regime in its phase of greater political resurgence, under the aegis of General Emilio Medici Garrastazu government (1969-1974), presented in the movie Pra Frente, Brasil [Go Ahead, Brazil!] (1982). Keywords: Cinema; Brazilian Military Dictatorship; Go Ahead, Brazil! Artigo recebido para publicação em: dezembro de 2014 Artigo aprovado para publicação em: dezembro de 2014 O cinema político na ditadura militar brasileira: as representações dos “anos de chumbo” no filme Pra Frente, Brasil (1982) Pra Frente, Brasil: cinema e política na ditadura militar brasileira “Viver é participar politicamente. E um dos temas de Pra Frente, Brasil é demonstrar justamente que as pessoas que se julgam apolíticas, na verdade não são. -
Aes Corporation
THE AES CORPORATION THE AES CORPORATION The global power company A Passion to Serve A Passion A PASSION to SERVE 2000 ANNUAL REPORT ANNUAL REPORT THE AES CORPORATION 1001 North 19th Street 2000 Arlington, Virginia 22209 USA (703) 522-1315 CONTENTS OFFICES 1 AES at a Glance AES CORPORATION AES HORIZONS THINK AES (CORPORATE OFFICE) Richmond, United Kingdom Arlington, Virginia 2 Note from the Chairman 1001 North 19th Street AES OASIS AES TRANSPOWER Arlington, Virginia 22209 Suite 802, 8th Floor #16-05 Six Battery Road 5 Our Annual Letter USA City Tower 2 049909 Singapore Phone: (703) 522-1315 Sheikh Zayed Road Phone: 65-533-0515 17 AES Worldwide Overview Fax: (703) 528-4510 P.O. Box 62843 Fax: 65-535-7287 AES AMERICAS Dubai, United Arab Emirates 33 AES People Arlington, Virginia Phone: 97-14-332-9699 REGISTRAR AND Fax: 97-14-332-6787 TRANSFER AGENT: 83 2000 AES Financial Review AES ANDES FIRST CHICAGO TRUST AES ORIENT Avenida del Libertador COMPANY OF NEW YORK, 26/F. Entertainment Building 602 13th Floor A DIVISION OF EQUISERVE 30 Queen’s Road Central 1001 Capital Federal P.O. Box 2500 Hong Kong Buenos Aires, Argentina Jersey City, New Jersey 07303 Phone: 852-2842-5111 Phone: 54-11-4816-1502 USA Fax: 852-2530-1673 Fax: 54-11-4816-6605 Shareholder Relations AES AURORA AES PACIFIC Phone: (800) 519-3111 100 Pine Street Arlington, Virginia STOCK LISTING: Suite 3300 NYSE Symbol: AES AES ENTERPRISE San Francisco, California 94111 Investor Relations Contact: Arlington, Virginia USA $217 $31 Kenneth R. Woodcock 93% 92% AES ELECTRIC Phone: (415) 395-7899 $1.46* 91% Senior Vice President 89% Burleigh House Fax: (415) 395-7891 88% 1001 North 19th Street $.96* 18 Parkshot $.84* AES SÃO PAULO Arlington, Virginia 22209 Richmond TW9 2RG $21 Av. -
De Roberto Farias
AVISO AO USUÁRIO A digitalização e submissão deste trabalho monográfico ao DUCERE: Repositório Institucional da Universidade Federal de Uberlândia foi realizada no âmbito do Projeto Historiografia e pesquisa discente: as monografias dos graduandos em História da UFU, referente ao EDITAL Nº 001/2016 PROGRAD/DIREN/UFU (https://monografiashistoriaufu.wordpress.com). O projeto visa à digitalização, catalogação e disponibilização online das monografias dos discentes do Curso de História da UFU que fazem parte do acervo do Centro de Documentação e Pesquisa em História do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia (CDHIS/INHIS/UFU). O conteúdo das obras é de responsabilidade exclusiva dos seus autores, a quem pertencem os direitos autorais. Reserva-se ao autor (ou detentor dos direitos), a prerrogativa de solicitar, a qualquer tempo, a retirada de seu trabalho monográfico do DUCERE: Repositório Institucional da Universidade Federal de Uberlândia. Para tanto, o autor deverá entrar em contato com o responsável pelo repositório através do e-mail [email protected]. Universidade Federal de Uberlândia Instituto de História História e cinema: Um estudo de Pra frente Brasil (1983), de Roberto Farias Sérgio Campos Mesquita 2006 SÉRGIO CAMPOS MESQUITA História e cinema: Um estudo de Pra frente Brasil (1983), de Roberto Farias Monografia apresentada ao Curso de Graduação em História, do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia, como exigência parcial à obtenção do título de Bacharel em História, sob a orientação do Prof. Dr. Pedro Spinola Pereira Caldas. Uberlândia/MG 2006 MESQUITA, Sérgio Campos (1975). História e cinema: Um estudo de Pra frente Brasil (1983), de Roberto Farias. -
Da Favela “Para O Povo” À Favela “Por Nós Mesmos”
VIVIANE DE CARVALHO CID 5X FAVELA, 50 ANOS DEPOIS: Da favela “para o povo” à favela “por nós mesmos” PPGSA/IFCS/UFRJ 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA E ANTROPOLOGIA 5X FAVELA, 50 ANOS DEPOIS: Da favela “para o povo” à favela “por nós mesmos” VIVIANE DE CARVALHO CID Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Sociologia e Antropologia. Orientador: Marco Antonio Gonçalves Co-orientadora: Eliska Altmann RIO DE JANEIRO 2013 5X FAVELA, 50 ANOS DEPOIS: Da favela “para o povo” à favela “por nós mesmos” Viviane de Carvalho Cid Dissertação de Mestrado submetida ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Sociologia e Antropologia. Banca Examinadora: Orientador: Marco Antonio Gonçalves – PPGSA/UFRJ Co-orientadora: Eliska Altmann - PPGCS/UFRRJ Prof. Cezar Migliorin – PPGCOM/UFF Prof. Fernando Rabossi – PPGSA/UFRJ RIO DE JANEIRO, AGOSTO DE 2013 Cid, Viviane Carvalho. 5x favela, 50 anos depois: Da favela “para o povo” à favela “por nós mesmos”/ Viviane de Carvalho. Rio de Janeiro: UFRJ,IFCS, 2013. C565f: il.; 21cm. Orientador: Marco Antonio Gonçalves; Co-orientadora: Eliska Altmann Dissertação (mestrado) – UFRJ/ Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/ Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia, 2013. Referências Bibliográficas: 1. Representação. 2. Favela. 3. Cinema. 4. Cineasta da favela. -
Programação Ciclo a Filosofia E O Cinema Brasileiro
IX CICLO DE CINEMA DA FILOSOFIA – UFPEL A FILOSOFIA E O CINEMA BRASILEIRO O filósofo francês August Comte afirmou, em 1851, que a “fórmula sagrada dos positivistas” era “O Amor por princípio, a Ordem por base, e o Progresso por fim”, fórmula profanada mais tarde na inscrição da bandeira brasileira, que traz apenas as palavras “Ordem e Progresso”. Se na política em nosso país o amor foi posto de lado, o mesmo não se pode dizer em relação à sétima arte. Registros indicam a aparição dos primeiros filmes brasileiros já em 1897, menos de dois anos depois da primeira exibição de um filme realizada pelos irmãos Lumière na França. Entretanto, a arte cinematográfica brasileira, apesar do reconhecimento obtido por meio de diversos prêmios em festivais e mostras internacionais, permanece pouco conhecida entre nós. Ao abordar parte da filmografia nacional produzida desde a década de 1930, o nono Ciclo de Cinema do Departamento de Filosofia da UFPEL busca dar a conhecer em nossa sociedade aquilo que ela desconhece: as obras de referência em nossa cinematografia e, por meio delas, debater temas de suma importância para uma melhor compreensão do povo brasileiro. COORDENAÇÃO: Luís Rubira Professor adjunto do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pelotas. Doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), suas linhas de pesquisa são Nietzsche, Filosofia e Cultura. O presente Ciclo de Cinema é um Projeto de Extensão do autor no Departamento de Filosofia, o nono de uma série de caráter educativo e cultural, sem finalidade lucrativa, cuja temática é proposta a cada ano. PROJETO GRÁFICO: Guilherme Tavares – Suldesign Estúdio – Centro de Artes – UFPEL IMAGEM: Almeida Júnior, Moça com livro, 1879 COLABORAÇÃO: Adriana Etges, diretora da Faculdade de Odontologia – UFPEL Rafael Silveira, graduado em Ciências Sociais – UFPEL Wagner França, mestre em Filosofia – UFPEL PROGRAMAÇÃO 22/3 – LIMITE 16/8 – CABRA MARCADO PARA MORRER Limite, 1931, BRA.