Relatório De Sustentabilidade 2013 FICHA TÉCNICA
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Rede Metro-SPS-AML170516
AML, 16/05/2017 EXPANSÃO DA REDE DO METRO DE LISBOA S. Pompeu Santos REDE ATUAL Inauguração: 1959 Situação atual: Linhas: 4 Km: 44 Estações: 56 BREVE HISTÓRIA 1888- Primeira proposta: Eng. H. Lima e Cunha 1923/24- Outras propostas 1948- Constituição duma sociedade para o estudo da viabilidade de uma rede de Metro 1955- Inicio da construção dos troços SeteRios- Rotunda e Entrecampos-Rotunda 1959 (29Dez)- Abertura ao público EVOLUÇÃO DA REDE 1959 Troços: 3 (6,6 km) JZ-MP: 2,8 km EC-MP: 2,7 km MP-Rest: 1,1 km Estações: 10 EVOLUÇÃO DA REDE 1963 EVOLUÇÃO DA REDE 1966 EVOLUÇÃO DA REDE 1972 EVOLUÇÃO DA REDE 1988 EVOLUÇÃO DA REDE 1993 EVOLUÇÃO DA REDE 1997 EVOLUÇÃO DA REDE 1998 EVOLUÇÃO DA REDE 2002 EVOLUÇÃO DA REDE 2009 EVOLUÇÃO DA REDE 2012 EVOLUÇÃO DA REDE 2016 PROPOSTAS DE EXPANSÃO DA REDE PROPOSTAS DE EXPANSÃO DA REDE PROPOSTAS DE EXPANSÃO DA REDE PLANO DO MOPTC2009 30 novas estações PLANO DO GOVERNO 2019-2022 (8/5/2017) Extensão: 2,4 km Estações novas: 2 Custo: 216 M € Custo/km ≈ 100 M € (incluindo estações) Criação de linha circular formada pela linha Amarela e a linha Verde (dificuldades de operação) A zona ocidental de Lisboa vai continuar sem acesso ao Metro PLANO DO GOVERNO 2019-2022 (8/5/2017) Obra arriscada, por baixo de edifícios frágeis e aterros lodosos (aterro da Boavista) Pendente de 9% (!) no troço Santos-Estrela (desnível de 60m em 670m de extensão) PROPOSTA SPS (2008) “Alcântara-Terra: Placa Giratória do Sistema de Transportes Urbanos da Zona Ocidental de Lisboa” (Publicada na revista “Transportes em Revista” de Junho/2008, -
INSTITUTION of LOCOMOTIVE ENGINEERS, LONDON. Some
THE INSTITUTION OF LOCOMOTIVE ENGINEERS, LONDON. Some French Train Services and Locomotive Performances. BY C. F. BURTT, Member, Lewes. With an abstract of the discussion upon the Paper. NINETEENTH PAPER (OF TRANSACTIONS). SESSION 1913. Read on Friday, October 3rd, 1913, at Caxton Hall, Yictoria Street, Westminster. Presided oYer by Mr. William A. Lelean, MJ.Mech.E., Yice-Chairman. LONDON : gnblisbeb bp tbe Institufion 1913. Price One Shilling and Sixpence net. Downloaded from jil.sagepub.com at UNIV OF VIRGINIA on June 4, 2016 PAPER No. 19. Some French Train Services and Locomotive Performances. BY C. F. BURTT, Member, Lewes. In presenting this paper before the Institution, the author wishes to emphasisc the fact that it has not been written with a i.iew of criticising French practice-as that may be well left to the discussion-but with the idea 'ot bringing to the notice of the meeting the actual practice prevailing on the railways under consideration. To draw comparisons of the methods that prevail in one country with that of another is, in the opinion of the writer, hardly compatible with reason or justice, as the customs and requirements of one nation are frequently so entirely different from that of others. France is served by six great railway systems, each accommodating a \veil defined area which their names indi- cate; the Nord, Est, hlidi, Paris Lyon et M&ditterranCe, Paris a Orleans, and the Etat, tvhich latter serves a district situated between I3orde;iux in the west and Dieppe in the north. France is perhaps unique to the extent that being a country largely devoted to agricultural pursuits, it has few really very large towns besides Paris, Lille, Lyon, Mar- seille, Bordeaux and Nantes, and these are situated many miles apart, and in no instance excepting Bordeaux and Nantes do any two lincs serve the same district or even town of any importance from a competitive point of view. -
Estudo Atualizado De Procura E Análise Custo-Benefício Do Satu - Versão Final
ESTUDO ATUALIZADO DE PROCURA E ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO DO SATU - VERSÃO FINAL - Estudo Atualizado de Procura e Análise Custo-Benefício do SATU Índice A. ENQUADRAMENTO GLOBAL............................................................................................................ 1 A.1. ANTECEDENTES DO ESTUDO E OBJETIVOS PRINCIPAIS................................................................................................. 1 A.2. EVOLUÇÃO POTENCIAL DO CORREDOR DO SATU ......................................................................................................... 2 A.3. ANOS HORIZONTE ............................................................................................................................................................ 5 A.4. ORGANIZAÇÃO DESTE DOCUMENTO ............................................................................................................................... 6 B. DINÂMICAS DE PROCURA E CONSTRUÇÃO DAS MATRIZES DE VIAGENS ..................................... 7 B.1. BREVE ENQUADRAMENTO ................................................................................................................................................ 7 B.2. DEFINIÇÃO DO ZONAMENTO ............................................................................................................................................ 7 B.2.1. Zonamento na envolvente ao SATU ....................................................................................................................... 8 B.2.2. Zonamento na restante -
Do Peti3+ Ao Ferrovia 2020 E O Processo De Decisão Do Plano De Investimentos 2030
DO PETI3+ AO FERROVIA 2020 E O PROCESSO DE DECISÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS 2030 José Carlos Clemente Diretor de Empreendimentos, Infraestruturas de Portugal, S.A. Porto, 25 de outubro de 2018 ÍNDICE 1 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI3+ 2 PLANO FERROVIA 2020 2.1 CORREDOR INTERNACIONAL SUL 2.2 CORREDOR INTERNACIONAL NORTE 2.3 CORREDOR NORTE-SUL 2.4 CORREDORES COMPLEMENTARES 3 PROGRAMA NACIONAL DE INVESTIMENTO 2030 CONSTRUÇÃO DO PLANO DE INVESTIMENTOS PETI 3+ METODOLOGIA O quê Como Pressupostos Ferrovia Fase 1: Diagnóstico e Restrições Mercadorias vs Passageiros Rodovia Fase 2: Metodologia de Priorização Abordagem "seguir o ativo": infraestruturas existentes Portos Fase 3: Priorização de investimentos vs. Aeroportos Fase 4: Recomendações não projetos greenfield infraestruturais Principais restrições Falta de ligação eficiente dos principais Degradação da infraestrutura portos e centros logísticos à Europa Prazo de validade e obsolescência Limitações de Capacidade técnica Bitola, sistemas de sinalização e Deficientes ligações com as alimentação elétrica heterogênea autoestradas e aeroportos Linhas não eletrificadas Restrição de elevada prioridade Restrição de prioridade moderada Limitações no comprimento e peso dos comboios Restrição de baixa prioridade RELATÓRIO Com base no relatório do GT-IEVA, o governo produziu um plano nacional (PETI3 +) que foi enviado à UE e submetido a uma avaliação ambiental estratégica (cumprimento das recomendações ambientais da UE) com um período de consulta pública. Em seguida, parte desses investimentos -
Gress of Medicine, Madrid
923 in disease of the retina and with the fine terminations of the arteries. In microscopy it is well known that the insertion THE FOURTEENTH INTERNATIONAL CON- ’of a Gifford’s screen between the light and the section adds GRESS OF MADRID. greatly to the detail by absorbing the red rays where MEDICINE, structures have been stained red. By the kind courtesy (FROM A SPECIAL CORRESPONDENT.) - of the Westinghouse Electrical Company I have been able to examine a number of fundi, both normal and diseased, THE JOURNEY. by means of the mercury vapour lamp, the light of which is produced by allowing a direct current to THERE are two routes by which Madrid may be reached- flow through a vacuum containing mercury, from a the longer but more comfortable and healthy journey by sea to an iron the resistance in the tube platinum electrode, to Lisbon or Oporto, and the overland route through Paris. been first broken down a of tension. having by spark high The latter course is most to be men This when examined is seen to be likely adopted by busy light, spectroscopically, and in the Sud will be the train chosen. deficient in red rays, being very rich in blue and violet. The general Express light, although brilliant, is diffuse and produces an "after Now, the Sud Express is as ill-contrived a train as any so- image" of very short duration. On looking at the fundus called train de lqtxe can well be. In the first place it has no by this light the background" appears pale green instead direct communication with any train from London ; the of the usual the vessels out red ; appear purple, standing traveller must either leave London in the morning and with unusual distinctness ; the arteries being the same from 15 to 18 hours in or he must travel all colour as the veins can be traced to their finest ramifica- spend Paris, tions. -
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO Do ERTMS
PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO do ERTMS (22-06-2017) ÍNDICE 1 ENQUADRAMENTO ............................................................................................................................... 3 2 ESTRATÉGIA ........................................................................................................................................... 3 3 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO .............................................................................................................. 4 3.1 Planeamento ................................................................................................................................. 4 3.2 Curto Prazo ................................................................................................................................... 4 3.2.1 No âmbito da Sinalização, ETCS e ATP .................................................................................. 4 3.2.2 No âmbito das Telecomunicações ........................................................................................ 7 3.3 Médio Prazo .................................................................................................................................. 8 3.4 Longo Prazo ................................................................................................................................... 9 4 OPERADORES FERRÓVIARIOS ............................................................................................................. 10 4.1 CP - Comboios de Portugal, E.P.E ............................................................................................... -
R E L a T Ó R I O E C O N T
RELATÓRIO E CONTAS 2009 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 2 Relatório de Gestão do Conselho de Administração - 2009 ÍNDICE IDENTIFICAÇÃO DA SOCIEDADE ............................................................................................................................. 4 ÓRGÃOS SOCIAIS ...................................................................................................................................................... 5 ORGANIGRAMA - 2009............................................................................................................................................... 6 GRUPO TEIXEIRA DUARTE - 2009 ............................................................................................................................ 7 SÍNTESE DE INDICADORES....................................................................................................................................... 8 RELATÓRIO DE GESTÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.......................................................................... 9 I. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................... 10 II. ENQUADRAMENTO ECONÓMICO ............................................................................................................. 12 III. APRECIAÇÃO GLOBAL ............................................................................................................................. 12 IV. ANÁLISE SECTORIAL .............................................................................................................................. -
052 2008.Pdf
O COMBOIO EM PORTUGAL http://ocomboio.net 052 UMA VIAGEM NO SUD EXPRESS “O coMBOIO ROMPE A NOITE PRECEDIDO DE UM Foco DE LUZ QUE A BARULHENTA LocoMOTIVA PROJECTA NOS CARRIS MOLHADOS. EM SEU REDOR A ESCURIDÃO É TOTAL. NA SEGUNDA CLASSE SÃOPOUcoS OS coMPARTIMENTOS AINDA ILUMINADOs. (...)” TEXTO DE CARLOS CIPRIANO FOTOGRAFIAS DE MIGUEL MADEIRA (JORNAL PÚBLI- co) E DARIO SILVA PUBLICADO ORIGINALMENTE NA GAZETA DAS CAL- DAS EM 06 DE JUNHO DE 2008 6 de Junho 2008 25 Uma viagem no Sud Expresso Em memória do António Martinho e do Maurício Levy comboio rompe a as começara às noite precedido 16 horas e seis de um foco de luz O minutos da tarde que a barulhenta locomotiva M anterior quando, em Santa projecta nos carris molhados. Apolónia, o Sud Expresso sol- Em seu redor a escuridão é tou um apito e arrancou, vaga- total. Na segunda classe são roso, da linha número três. A poucos os compartimentos seguir pára no Oriente e logo ainda iluminados. A carrua- acelera pela beira do Tejo até gem-restaurante acaba de à primeira paragem no Entron- apagar as luzes. camento. No vagão azul que segue Há 120 anos que este com- na cauda da composição os boio liga Lisboa a Paris, em- estores estão todos corridos e bora, em rigor, só vá até à fron- o corredor alcatifado está va- teira francesa de Hendaya, zio. É a carruagem-cama. Os onde outra composição asse- quartos, forrados a madeira, gura o resto do percurso devi- têm um velho lavatório sobre do à diferença de bitola (dis- o qual se desce um tampo a tância entre carris). -
Tarifas Carregamento Em Cartões Viva Viagem/7 Colinas E Lisboa Viva Linha De Sintra Dos Seguintes Montantes: 3€, 5€, 10€, 15€, 20€, 25€, 30€, 35€ E 40€
4_18 e 4_18 e validade sub23 sub23 Títulos ocasionais normal (valores em euros) temporal normal Escalão B Escalão A Bilhete Carris/Metro* 1,50 Bilhete diário (24h) Metro/Comboios de Portugal Carris/Metro** 6,40 Linha da Azambuja Carris/Metro/Transtejo (Cacilhas)** 9,50 Metro/CP Alverca 30 dias 59,95 44,95 24,00 Carris/Metro/CP** 10,55 Metro/CP Vila Franca de Xira 30 dias 73,95 55,45 29,60 * Válido para uma viagem durante 1h, após a primeira validação. Metro/CP Azambuja 30 dias 88,65 66,50 35,45 Não permite duas entradas consecutivas no metro. ** Válido durante um período de 24h após a primeira validação. Linha de Cascais Metro/CP Oeiras 30 dias 59,95 44,95 24,00 Zapping Metro/CP Cascais 30 dias 72,00 54,00 28,80 Tarifas Carregamento em cartões viva viagem/7 colinas e Lisboa viva Linha de Sintra dos seguintes montantes: 3€, 5€, 10€, 15€, 20€, 25€, 30€, 35€ e 40€. Metro/CP Queluz 30 dias 50,60 37,95 20,25 59,95 44,95 24,00 Viagem no Metro 1,33 Metro/CP Rio de Mouro 30 dias Válido em toda a rede. Metro/CP Sintra 30 dias 74,15 55,60 29,65 Cartão bancário Metro/Rodoviária de Lisboa Viagem no Metro 1,33 Metro/RL1 mensal 46,00 34,50 18,40 Válido em toda a rede. Metro/RL2 mensal 51,40 38,55 20,55 Metro/RL3 mensal 60,20 45,15 24,10 4_18 Cartões normal sub23 Metro/Transportes Sul do Tejo Metro/TST A/E 30 dias (úteis)* 45,70 34,30 18,30 viva viagem/7 colinas 0,50 (em vigor desde 1 de janeiro 2019) (em vigor desde 1 de janeiro Metro/TST A1/E 30 dias (úteis)* 53,65 40,25 21,45 Lisboa viva* 7,00 3,50 Metro/TST A1sx/E 30 dias (úteis)* 74,90 56,20 29,95 Lisboa viva urgente** 12,00 6,00 Metro/TST A 30 dias 51,55 38,65 20,60 * Estações de metro Jardim Zoológico, Colégio Militar/Luz, Marquês de Pombal, Metro/TST A1 30 dias 59,75 44,80 23,90 Campo Grande, Rossio, Baixa Chiado, Cais do Sodré, Oriente e Aeroporto. -
Escorted Holidays by Rail
Escorted Holidays By Rail March 2021 – February 2022 Offering the best in rail travel Since 1998 “One of the world’s best and most innovative rail touring companies” – The Daily Mail Enjoy the freedom of travel with THE PTG TOURS TRAVEL EXPERIENCE GROUP TRAVEL Let us guide you through unfamiliar territory in the most In today’s world the group tour has become an opportunity comfortable and relaxing way possible. We journey on some to travel with other likeminded people who share common of the most scenic routes in the world. Simply enjoy the world interests. At PTG Tours our itineraries further enhance the passing you by as you travel in comfort to your destination. experience by visiting places not on the itineraries of other tour Your trusted guide will be traveling with you to make sure you groups. However, our itineraries are designed to give you the get the best and most unique experiences. We make sure your choice of having your independence from the group by giving trip is relaxed and problem free. you the option to take time out to enjoy your own Our guides have a passion for travel and extensive tour day or evening experience. experience over many years but from time to time we join up HOTELS with local guides, in addition to our tour guide, who have local We aim to provide stays at good hotels and these will vary insights and take your experience to another level that might depending on the type of tour. Generally the hotels we will use be missed if travelling without a guide. -
A Eletrificação Da Estação Ferroviária Do Cais Do Sodré Em Lisboa: Uma Perspetiva Urbana
V Simposio Internacional de la Historia de la Electrificación La electricidad y la transformación de la vida urbana y social Évora, 6-11 de mayo de 2019 A ELETRIFICAÇÃO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DO CAIS DO SODRÉ EM LISBOA: UMA PERSPETIVA URBANA Fernanda de Lima Lourencetti CIDEHUS-Universidade de Évora, HERITAS [PhD]-História, Estudos de património [email protected] Rita Morais CIDEHUS-Universidade de Évora [email protected] Na primeira metade do século XX os caminhos de ferro começaram a gozar da limpeza, rapidez e flexibilidade de tráfico providas pela eletrificação das linhas. Em 1918, a locomotiva a vapor que percorria os 25 Km de carris entre a estação ferroviária lisboeta Cais do Sodré e a estação Terminus da Linha de Cascais via os seus dias contados. A 16 de agosto de 1926 a Gazeta dos Caminhos de Ferro anunciou a inauguração dos comboios elétricos da Linha de Cascais, sublinhando a sua importância devido à nova possibilidade de aumentar o seu tráfego1. Apesar de ter sido construída pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses, a eletrificação da Linha de Cascais foi executada pela Sociedade “Estoril”, com o intuito de promover o turismo da região. Desde o início da conversão do sistema de tração a vapor para o elétrico, foi questionado em entrevistas de imprensa o que ocorreria com a estação do Cais do Sodré. A relevância desta questão está no facto de que a circulação de comboios entre Cascais e Lisboa ocorria desde 1895, mas o edifício definitivo desta estação ainda não tinha sido construído. A razão dada para explicar a demora na criação desta estação foi a sua localização ter sido planeada em terrenos ocupados por barracões da Câmara Municipal e da Alfândega. -
O Transporte Ferroviário De Passageiros E De Mercadorias
O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS E DE MERCADORIAS Manuel Seabra Pereira Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Para reflexão • Quais as mudanças que o sistema ferroviário (SF) enfrenta • Quais as implicações: – Tecnológicas, demográficas, estruturais, legais e financeiras e no domínio regulatório • Identificar aspectos de: – Atractividade, custos, segurança – O comboio é um modo de transporte fiável, ambientalmente limpo e competitivo, • Sector mais ágil e competitivo – Implementação de novos enquadramentos legais, económicos e financeiros • Desenvolver conhecimento, aptidões e competências investindo em: – Investigação e desenvolvimento – Actualização tecnológica • Novos talentos e pessoal qualificado com ambições para enfrentar os desafios do SF. Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 2 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Indicadores • Declives – Passageiros < 30 m/km – Mercadoria 12 – 18 m/km • Massa/passageiro – Inter-cidades 1000 kg/pass – Suburbano 240 kg/pass • Cargas por eixo 22.5 - 30 t • Reperfilagem de rodados 0.2-1.0 x106 km • Velocidade de detecção de defeitos 40-80 km/h • Ruído exterior (25 m) 90 dBA • Ruído interior 65 dBA • Crashworthiness: Energia absorvida na frente 5 MJ • Custos – Metro 4.5 M€ – LRV 2.5 M€ – Locomotivas 4 M€ – Nova linha convencional 3 M€/km – Reconversão bitola ibérica p/ bitola europeia .45 M€/km Ordem dos Engenheiros, 12 Janeiro 2012, Lisboa 3 Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica Pontos fortes do SF 1. Mais eficiente energéticamente e o mais amigo do ambiente – Um passageiro a viajar num comboio gasta 3 a 10 vezes menos combustivel por km que um passageiro no sistema rodoviário 2.