Enaildo Goncalves Viana.Pdf
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Universidade Estadual De Campinas Sandra Cristina
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES SANDRA CRISTINA NOVAIS CIOCCI CANTORES E CANÇÕES NOS FILMES DA ATLÂNTIDA SINGERS AND SONGS ON ATLÂNTIDA’S MOVIES CAMPINAS 2015 SANDRA CRISTINA NOVAIS CIOCCI CANTORES E CANÇÕES NOS FILMES DA ATLÂNTIDA Tese apresentada ao Programa de pós-graduação em Música, do Instituto de Artes, da Universidade Estadual de Campinas, como parte dos requisitos exigidos para a obtenção do título de Doutora em Música, na área de Fundamentos Teóricos. Thesis presented to the Music postgraduate program, from Arts Institute, on Universidade of Campinas, in part fulfillments of requirements for obtain the degree of doctor, in Theoretical Foundations area. Orientador: CLAUDINEY RODRIGUES CARRASCO ESTE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL DA TESE DEFENDIDA PELA ALUNA SANDRA CRISTINA NOVAIS CIOCCI, E ORIENTADA PELO PROF. DR. CLAUDINEY RODRIGUES CARRASCO CAMPINAS 2015 Dedico este trabalho a três profissionais do cinema brasileiro que, atenciosamente, despenderam horas para fornecer detalhes para esta pesquisa. Ao diretor Carlos Manga, o rei da comédia, profissional incansável, criativo, apaixonado pela música brasileira. A Adelaide Chiozzo, a cantora eternizada nas comédias da Atlântida. A Billy Blanco, um compositor que emprestou a genialidade das suas canções para o cinema brasileiro. AGRADECIMENTOS Agradeço à UNICAMP, que considero minha segunda casa. Ao apoio da Rede Globo de televisão por meio do programa Globo Universidade, por ter aberto seus arquivos e agendado entrevistas fundamentais para a obtenção de dados. Aos professores que, mesmo não sendo meus orientadores, despenderam tempo lendo, comentando e corrigindo meus textos, trabalhos e planejamentos de aula: Rafael dos Santos, José Roberto Zan, Maria José Carrasqueira e Sara Lopes. -
A RE-CARICATURA DE GILBERTO GIL: ZELBERTO ZEL Cássia
IV ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura 28 a 30 de maio de 2008 Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. A RE-CARICATURA DE GILBERTO GIL: ZELBERTO ZEL Cássia Lopes 1 O debate sobre a representação da identidade, principalmente em se tratando de um artista e de um político, não descarta o papel desempenhado pela construção das caricaturas divulgadas pelos meios midiáticos. Esse projeto identitário, envolvendo o coletivo, presume o desenho de uma pessoa com base na partilha de consensos quanto a seus traços fisionômicos e psíquicos, apostando, entretanto, nas deformações obtidas pelo exagero na escolha de uma dada característica, cujo resultado, quase sempre, deságua no burlesco. Se a identidade só faz sentido para quem dela necessite, a partir de determinados contextos de negociação cultural e política, é preciso interrogar que jogo identitário pode ser produzido na recepção das caricaturas realizadas sobre Gilberto Gil, principalmente uma que ganhou mais notoriedade: Zelberto Zel. Palavras-chave: Gilberto Gil, caricatura, identidade, representação, mídias. O humorista Chico Anísio, no programa Chico Anysio show da Rede Globo de Televisão, criou, entre tantos quadros, o personagem Zelberto Zel. A figura montada para a cena humorística foi construída com base no corpo caricato de Gilberto Gil: o político bem intencionado, um vereador, que tinha o seu bordão a repercutir em todo território por onde a Rede Globo espalhava as suas imagens e os ecos das vozes de seus atores: “Soteropolitanos e soteropolitanas, vamos carnavalizar geral!” 2 O efeito risível deste pregão era conquistado pelo recurso do vocativo composto de palavras polissílabas, com as quais se experimentava a pausa, na distensão do tempo, direcionadas aos dois gêneros. -
A Polêmica Das Biografias
A polêmica das biografias Não fosse por um italiano nascido em 1511, ninguém saberia hoje que o pintor Paolo Uccello abandonou uma obra num mosteiro, porque o abade lhe enchia diariamente de queijo. E Uccello, vejam só, odiava queijo! Não saber-se-ia também que Polidoro de Caravaggio foi morto por um aprendiz que “gostava mais do dinheiro do mestre do que do próprio mestre”. Histórias como essas, que misturam detalhes da vida pessoal com descrições sobre como foram realizadas as obras de 133 artistas renascentistas, são conhecidas hoje pelo trabalho de Giorgio Vasari. Pintor, arquiteto e escritor, Vasari ficou conhecido como o primeiro biógrafo de artistas, como aquele que deu origem à história da arte ao publicar, em 1550, o livro Vidas dos artistas. Giorgio Vasari Por muito tempo, a biografia foi considerada um gênero menor e desacreditado pela Academia, embora tenha a característica de ser de grande apelo popular. Foi preciso esperar até os anos 1980, para que o gênero biografia ganhasse um renascimento fulminante tanto erudito quanto comercial. Em seu livro O desafio biográfico, uma espécie de biografia da biografia, lançado no Brasil pela Edusp, em 2009, o historiador e epistemólogo francês François Dosse mostra como o relato sobre a vida de artistas, políticos e pensadores deixou de ser o patinho feio das universidades e editoras, para tornar-se um imprescindível vetor de difusão de memória e conhecimento em seu país. Para o historiador, trata-se de um agente capaz de redimensionar o legado de uma figura histórica, esteja ela viva ou morta. [...] Dosse, inclusive, reagiu com perplexidade ao ser informado sobre os detalhes do sistema de censura prévia imposto aos biógrafos brasileiros, que há anos vem inibindo a produção do gênero em nosso país. -
Engraçadinha*, Passagens E Cortes. Nelson Rodrigues Na Televisão
DILMA BEATRIZ ROCHA JULIANO Engraçadinha*, passagens e cortes. Nelson Rodrigues na Televisão. Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre. Curso de Pós-graduação em Literatura Brasileira e Teoria Literária, Universidade Federal de Santa Catarina. Orientadora; Prof. Dr^. ANA LUIZA ANDRADE FLORIANOPOLIS 1997 Aos personagens centrais: Cecilia pelo esforço em entender o que eu fazia e dizia; Frederico por incorporar os diálogos, mesmo que de forma transversa; Paulo, o amante, por manter circulando o desejo do texto ao extra-texto, e vice- versa. n Agradecimentos À minha mãe e ao meu pai que me permitiram e mesmo na ausência se fazem presentes nos limites; À Maninha, à Ana e à Rita que me balizam a vida; À Luciene, sobretudo, por ter me autorizado a compartilhar das ‘Letras’; Ao Sr. Lauro e à D. Aracy pelo filho e pelo respeito que me têem; À Suzana como amiga que soube entender a distância que o trabalho impõe; Ao Jorge pela amizade traduzida do espanhol; Ao Artur que sabe ser ‘colega’ e me propiciou contatos; Ao Carlos Gerbase pela pronta atenção e fornecimento do rico material; À Prof* Miriam Grossi pelo inestimável incentivo e afeto; À Prof Maria Lúcia de Barros Camargo por “corrigir” esse trabalho desde a monografia do curso; À Prof Tânia Regina Oliveira Ramos pelo crédito inicial; Em especial, à Prof Ana Luiza Andrade por provar que lidar com a Literatura com seriedade e “rigor científico” pode causar grande prazer. in SUMARIO RESUMO V ABSTRACT vi PELAS MÃOS DE NELSON RODRIGUES: FOLHETIM E TELEVISÃO 7 O ROMANCE-FOLHETIME NELSON RODRIGUES 19 OS FOLHETINS VINDOS DO ESTRANGEIRO 21 OS FOLHETINS DE NELSON RODRIGUES 35 ENGRAÇADINHA: MARCO FOLHETINESCO 44 Cronos na Dimensão Rodrigueana 49 As Aventuras no Registro das Farsas 54 Do Romântico Erotismo à Evidência do Sexo 59 REPETINDO E ATUALIZANDO 64 TELEVISÃO: UM BEM OU UM MAL SIMBÓLICO? 69 TELEVISÃO NO BRASIL 71 TELEDRAMATURGIA 84 A CULTURA EA INDÚSTRIA DA CULTURA 97 TELEVISÃO COMO BEM SIMBÓLICO 108 E A PALAVRA SE FEZ IMAGEM.. -
Popular Culture Imaginings of the Mulatta: Constructing Race, Gender
Popular Culture Imaginings of the Mulatta: Constructing Race, Gender, Sexuality, and Nation in the United States and Brazil A DISSERTATION SUBMITTED TO THE FACULTY OF THE GRADUATE SCHOOL OF THE UNIVERSITY OF MINNESOTA BY Jasmine Mitchell IN PARTIAL FULFILLMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY Bianet Castellanos, Co-adviser Erika Lee, Co-adviser AUGUST 2013 © Jasmine Mitchell 2013 Acknowledgements This dissertation would have been impossible without a community of support. There are many numerous colleagues, family, friends, and mentors that have guided ths intellectual and personal process. I would first like to acknowledge my dissertation committee for their patience, enthusiasm, and encouragement while I was in Minneapolis, New York, São Paulo, and everywhere in between. I am thankful for the research and methodological expertise they contributed as I wrote on race, gender, sexuality, and popular culture through an interdisciplinary and hemispheric approach. Special gratitude is owed to my co-advisors, Dr. Bianet Castellanos and Dr. Erika Lee for their guidance, commitment, and willingness to read and provide feedback on multiple drafts of dissertation chapters and applications for various grants and fellowships to support this research. Their wisdom, encouragement, and advice for not only this dissertation, but also publications, job searches, and personal affairs were essential to my success. Bianet and Erika pushed me to rethink the concepts used within the dissertation, and make more persuasive and clearer arguments. I am also grateful to my other committee members, Dr. Fernando Arenas, Dr. Jigna Desai, and Dr. Roderick Ferguson, whose advice and intellectual challenges have been invaluable to me. -
Do Retrato De Vargas À Carta De Brasília
Paulo Amador Do retrato de Vargas à Carta de Brasília: 50 anos de Fenaseg Grupiara Comunicação 1 Apresentação Dentre as comemorações previstas para marcar o Cinqüentenário da Fenaseg, a edição deste livro - “Do retrato de Vargas à Carta de Brasília” - reveste-se de significado especial. Além de historiar a evolução da entidade, que temos tido a honra de Presidir desde 1992, enseja uma reflexão muito positiva sobre a laboriosa dedicação de dirigentes, conselheiros, técnicos e servidores da Fenaseg, e seu empenho no esforço corporativo no sentido do aprimoramento regulamentar e institucional do mercado de seguros, capita- lização e previdência privada. Para escrevê-lo, convocamos o jornalista Paulo Amador, credenciado para a tarefa por um currículo que inclui mais de uma dezena de obras pu- blicadas e vários prêmios literários, mas particularmente, pela demonstração de um indisfarçável entusiasmo por tudo quanto diga respeito à cultura da atividade seguradora em nosso País. Nesta oportunidade, em que se presta uma homenagem tão justa ao passado da Fenaseg, e quando nos voltamos tão esperançosamente para o futuro de nossa atividade, eu me permitiria lembrar um nome. Conforme declarado pelo próprio autor deste livro, a nitidez do registro da história de nossa Federação, coligida em milhares de páginas e documentos consulta- dos, deve muito a pessoas tão excepcionalmente dedicadas como foi Luiz Mendonça. João Elisio Ferraz de Campos Presidente da Fenaseg 2 Antelóquio e Agradecimento Para realizar este livro, premido pelo tempo (três meses desde o iní- cio da pesquisa até sua entrega à gráfica) e pela perspectiva do desafio de não cansar a paciência do leitor, fui obrigado a fazer algumas escolhas. -
Cinema Brasileiro E Futebol – 70 Anos Driblando a Precariedade
Cinema brasileiro e futebol – 70 anos driblando a precariedade Adriano Messias de Oliveira∗ [email protected] Futebol e cinema são fenômenos da soci- trar intenções de se colocar a imagem em edade moderna, e representam valores cultu- movimento na Renascença, chegando-se às rais, sociais e econômicos que estão presen- pesquisas na área da física (cinemática) nos tes entre nós desde o final do século XIX. séculos XVIII e XIX. Era um momento em Apesar de o futebol ter origens milenares que os cientistas, empolgados com invenções (há quem diga que rudimentos desta prática como a da fotografia (entenda-se daguerreo- esportiva podem ser encontrados na China tipia), acreditavam ser possível criar-se en- há 5.000 anos) e ter perpassado parte da genhocas que pudessem simular os movi- Idade Média com uma configuração bem se- mentos. Em breve, máquinas – dentre elas, a melhante à atual, foi apenas a partir do sé- mais famosa foi o cinematógrafo dos irmãos culo XVIII, na Inglaterra, que ele ganhou Lumière – captavam as nuances da vida no forma e regras mais definidas, tendo seu vi- planeta. Estava o cinema inventado e, daí gor instaurado a partir do início do século para se tornar um meio de comunicação po- XX. O cinema também tem origens secula- deroso, foi questão de uma ou duas décadas e res, e tem remotíssimas afinidades, segundo o investimento de muitos pesquisadores, co- alguns, com práticas chinesas como a da lan- merciantes, atores e industriais em diferen- terna mágica, em que figuras eram projetadas tes países. Assim como o futebol, o cinema por meio de uma tela atrás da qual um foco terá seu desenvolvimento acelerado a partir de luz existia. -
SP Edison Delmiro Silva O Papel Narrativo Da Canção Nos Filmes
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP Edison Delmiro Silva O papel narrativo da canção nos filmes brasileiros a partir da Retomada DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA SÃO PAULO 2008 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP Edison Delmiro Silva O papel narrativo da canção nos filmes brasileiros a partir da Retomada DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA Tese apresentada à Banca Examinadora como exigência parcial para a obtenção do título de doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da Profa. Doutora Leda Tenório da Motta SÃO PAULO 2008 BANCA EXAMINADORA __________________________________ __________________________________ __________________________________ __________________________________ __________________________________ Edison Delmiro Silva O papel narrativo da canção nos filmes brasileiros a partir da Retomada RESUMO: A partir da análise de sessenta e dois filmes brasileiros lançados a partir de 1995, a tese apresenta uma categorização do papel narrativo das canções populares nestas produções. A filmografia deste período denominado “Retomada do Cinema Nacional” apresenta o uso desta forma musical específica para a construção dos significados nas cenas e, em última instância, para a constituição de alegorias que formam uma identidade cultural contemporânea e renovam a noção de nacionalidade representada no cinema. O estudo aplica os paradigmas analíticos da trilha sonora audiovisual no contexto da canção, categoriza as suas funções narrativas -
Lídia Carla Holanda Alcântara MEMORIAL DE MARIA MOURA: Do
Lídia Carla Holanda Alcântara MEMORIAL DE MARIA MOURA: do romance à minissérie São Paulo 2015 LÍDIA CARLA HOLANDA ALCÂNTARA MEMORIAL DE MARIA MOURA: do romance à minissérie Tese de doutorado apresentada ao curso de pós-graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como requisito para a obtenção do título de Doutor. Orientadora: Profª. Drª. Maria Luiza Guarnieri Atik São Paulo 2015 LÍDIA CARLA HOLANDA ALCÂNTARA MEMORIAL DE MARIA MOURA: do romance à minissérie Tese de doutorado apresentada ao curso de pós-graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como requisito para a obtenção do título de Doutor. Banca Examinadora ___________________________________ Profª. Drª. Maria Luiza Guarnieri Atik ____________________________________ Profa. Dra. Ana Lúcia Trevisan ______________________________ Profa. Dra. Gloria Carneiro do Amaral ____________________________________ Profa. Dra. Alleid Ribeiro Machado ______________________________ Profa. Dra. Maria Helena Peixoto AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, a Deus, por tudo. À minha orientadora querida, professora Maria Luiza Atik, pelo companheirismo, pelo carinho, por guiar, orientar, sem nunca impor sua opinião. A ela, que sempre com muita humildade e paciência, mostra o caminho, o meu “muito obrigada” jamais seria o suficiente. Aos meus pais, pela incansável dedicação, por me mostrarem o que é o amor e a compreensão, especialmente nessa cansativa jornada. Se eu sou hoje alguém, devo a vocês. Sou muito abençoada por tê-los em minha vida. À minha irmã Luiza, que é meu exemplo de dedicação e força de vontade, por simplesmente estar sempre do meu lado, acreditando em mim mais do que eu mesma, me ajudando sem nunca pedir nada em troca. À minha irmã Verena, que está sempre disposta a ajudar, até mesmo nas horas mais difíceis. -
The Humor of Northeastern Brazil's Anthroponomy
DOI: 10.14393/DL46-v15n2a2021-10 The humor of Northeastern Brazil’s anthroponomy O humor da antroponímia nordestina Shara Lylian de Castro LOPES* ABSTRACT: This article aims to analyze RESUMO: A proposta desse artigo é the functioning of Northeastern names as analisar o funcionamento dos nomes elements of humor in virtual texts. The próprios nordestinos como elementos de corpus of analysis consists of two posts of humor em textos virtuais. O corpus de northeastern humor profiles on social análise dessa pesquisa são duas network Instagram: Suricate Seboso postagens de perfis de humor nordestinos (greasy suricate) and Bode Gaiato da rede social Instagram: Suricate Seboso (mocking goat). The analytical process e Bode Gaiato. O processo analítico considers Discourse Analysis theoretical considera premissas teóricas da Análise premises and considers concepts such as do Discurso e leva em conta conceitos discursive memory, as in Courtine (1999, como memória discursiva, como em 2014), Robin (2016) and Paveau (2005) and Courtine (1999, 2014), Robin (2016) e discursive ethos, as in Maingueneau Paveau (2005) e ethos discursivo, como (2008a, 2018, 2020). Since these notions are em Maingueneau (2008a, 2018, 2020). directly linked to anthroponomic Essas noções estão diretamente ligadas à onomastics regarding historical and Onomástica antroponímica no que tange social facts related to language, I also aos fatos históricos e sociais relacionados consider the work by Leite de à língua e, por isso, também considero Vasconcelos (1928) as organized in aqui o trabalho de Leite de Vasconcelos Carvalhinhos (2007). The conclusions (1928) como organizado em Carvalhinhos point to a functioning of the Northeastern (2007). As conclusões apontam para um names in this type of discourse as funcionamento dos nomes nordestinos elements of humor linked to different apresentados nesse tipo de discurso como memories, which present a shift in the elementos de humor ligados a memórias naming processes, for example by diversas, que apresentam deslizamento updating patronymics. -
“O Negro É a Soma De Todas As Cores”
Universidade de Brasília Instituto de Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em História Área de Concentração: História Cultural Linha de Pesquisa: Identidades, Tradições, Processos Tese de Doutorado Orientadora: Profª DrªEleonora Zicari Costa de Brito “O negro é a soma de todas as cores” A construção da africanidade na trajetória e obra de Gilberto Gil (1942-2008) Débora Dutra Fantini Brasília, 2016 Universidade de Brasília “O negro é a soma de todas as cores” A construção da africanidade na trajetória e obra de Gilberto Gil (1942-2008) Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Brasília, na área de Concentração de História Cultural, como requisito à obtenção do título de Doutora em História. Orientadora: Profª Drª Eleonora Zicari Costa de Brito Débora Dutra Fantini Brasília, 2016 Banca examinadora Profª. Dra. Eleonora Zicari Costa de Brito (UnB - Orientadora) Profª. Dra. Maria Thereza Ferraz Negrão de Mello (UnB) Prof. Dr. Anderson Ribeiro Oliva (UnB) Prof. Dr. Marcelo Gustavo Costa de Brito (UEG/Formosa) Prof. Dr. Leandro Santos Bulhões de Jesus (UniCEUB/UnB) À fé, que nunca costuma faiá... Agradecimentos Primeiramente gostaria de agradecer à minha musa inspiradora maior, minha mãe. Além de minha terapeuta personalizada, me apoia com um colo que só as mães sabem dar. Ao Kuka, por me possibilitar constantemente abrir as portas da percepção. Gostaria de agradecer especialmente à Elê, que não só acreditou nesse projeto como aceitou me orientar. Além de excelente professora, Eleonora é dessas pessoas que te ensinam várias coisas em todas as “horinhas de descuido”, numa companhia pra lá de divertida. E, acima de tudo, por suas preciosas sugestões. -
Whelden, Schuyler Dunlap
UCLA UCLA Electronic Theses and Dissertations Title The Political Voice: Opinião and the Musical Counterpublic in Authoritarian Brazil Permalink https://escholarship.org/uc/item/22t2k3p3 Author Whelden, Schuyler Dunlap Publication Date 2019 Peer reviewed|Thesis/dissertation eScholarship.org Powered by the California Digital Library University of California UNIVERSITY OF CALIFORNIA Los Angeles The Political Voice: Opinião and the Musical Counterpublic in Authoritarian Brazil A dissertation submitted in partial satisfaction of the requirements for the degree Doctor of Philosophy in Musicology by Schuyler Dunlap Whelden 2019 © Copyright by Schuyler Dunlap Whelden 2019 ABSTRACT OF THE DISSERTATION The Political Voice: Opinião and the Musical Counterpublic in Authoritarian Brazil by Schuyler Dunlap Whelden Doctor of Philosophy in Musicology University of California, Los Angeles, 2019 Professor Tamara Judith-Marie Levitz, Co-Chair Professor Timothy D. Taylor, Co-Chair This dissertation investigates how music making shapes political participation during periods of democratic crisis and authoritarianism. It examines the musical theater production Opinião, which was staged nightly in Rio de Janeiro from December 1964 to April 1965 at the onset of the Brazilian military dictatorship. Rather than examining Opinião as the reflection of its director’s or authors’ politics, I take an intersectional approach that focuses on the performers and audience members, who came from different gender, racial, geographic, and class backgrounds. Through an analysis of the show’s performances, I demonstrate how people from diverse populations enacted political protest. I put their diverse strategies for intervening in the Rio de Janeiro public sphere into dialogue with one another to demonstrate how authoritarian regimes impact different ii sectors of society.