Museu Afro Brasil No Contexto Da Diáspora
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O QUE SE VÊ NO CERRADO Por Agnaldo Farias
O QUE SE VÊ NO CERRADO por Agnaldo Farias Se é fato que um artista muda, que fique claro que ele muda em função de sua obra, por imposições dela, por caminhos que ela só concede ao ser construída, o que se faz frequentando materiais e instru- mentos, e é por eles que ela vai se abrindo em alternativas que o artista sequer imaginava de antemão, até porque, nesses casos, nunca se sabe exatamente o que se quer. Parafraseando Paul Klee, “o artista sabe tudo, mas só quando acaba”. Assim será mais acertado afirmar que o artista não muda por si só mas, sim, na construção de sua obra. Formulação que serve para dissipar de uma vez por todas esse grande mal en- tendido que consiste em supor que de um lado estamos nós e de outro o mundo e, mais do que isso, que pre- valecemos sobre ele. Convém não esquecer que o mundo, ponto de meu apoio em sentido amplo, é o que me move. Movo-me nele e por causa dele. E é por seu intermédio, no contato com a matéria variada, dando-me conta de suas idiossincrasias, aprendendo sua maneira de ser, que eu me faço. Como argumenta Joseph Brodsky, a biografia de um poeta “está em suas vogais e sibilantes, em sua métrica, em suas rimas e metáforas”( 1 ), raciocínio que, em se tratando de um músico, deve ser pensado na maneira com que ele lida com os timbres, alturas e durações, prevendo sua florescência nos instrumentos musicais, em seu controle do silêncio e em sua capacidade de articulá-lo com o som; no pintor traduz-se numa história pessoal que se monta já a partir da escolha do tamanho do papel ou da tela, do campo – não necessariamente branco -, retesado ou não em bastidores de madeira, de pé, fixado sobre o planos vertical da parede ou aberto sobre o chão como uma piscina aparentemente seca, inenfática somente para aqueles que não sabem ver, e que ele ousa desafiar armado de cores que podem vir em pó ou misturadas ao óleo, solvente, pincel, lápis, mão, sabe-se lá do que mais, dado que virtualmente infinitos os meios que se pode fazer uso com a intenção de fazer com que algo medre ali. -
Paulonascimentoverano.Pdf
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Comunicações e Artes Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação PAULO NASCIMENTO VERANO POR UMA POLÍTICA CULTURAL QUE DIALOGUE COM A CIDADE O caso do encontro entre o MASP e o graffiti (2008-2011) São Paulo 2013 PAULO NASCIMENTO VERANO POR UMA POLÍTICA CULTURAL QUE DIALOGUE COM A CIDADE O caso do encontro entre o MASP e o graffiti (2008-2011) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como requisito para obtenção do título de mestre em Ciência da Informação. Orientadora: Profª Drª Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira Área de concentração: Informação e Cultura São Paulo 2013 Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa desde que citada a fonte. PAULO NASCIMENTO VERANO POR UMA POLÍTICA CULTURAL QUE DIALOGUE COM A CIDADE O caso do encontro entre o MASP e o graffiti (2008-2011) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como requisito para obtenção do título de mestre em Ciência da Informação. BANCA EXAMINADORA _____________________________________________________ a a Prof Dr Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira (orientadora) Universidade de São Paulo _____________________________________________________ Universidade de São Paulo _____________________________________________________ Universidade de São Paulo CLARICE, CLARIDADE, CLARICIDADE. AGRADECIMENTOS Sou profundamente grato à Profa Dra Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira pela oportunidade dada para a realização deste estudo. Sua orientação sempre presente e amiga, o diálogo aberto, as aulas ministradas, as indicações bibliográficas, a leitura atenta e exigente durante todas as fases desta dissertação, dos esboços iniciais à versão final. -
Temporada 2014 32 Assinaturas 144
MINISTÉRIO DA CULTURA, GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO E SECRETARIA DA CULTURA APRESENTAM 2014 TEMPORADA ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO TEMPORADA 2014 32 ASSINATURAS 144 Capa_Assinatura_4.0.indd 1 25/10/13 11:40 Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo prepara uma temporada inesquecível com grande satisfação, e plena certeza da importância em dar continuidade ao tra- para celebrar, em 2014, seus 60 anos de existência. balho desta entidade, que me dirijo ao público da Orquestra Sinfônica do Estado A É uma oportunidade especial para desfrutar da beleza e da técnica desta que é Éde São Paulo, pela primeira vez, na condição de presidente do seu Conselho a melhor orquestra sinfônica do Brasil e, por sua excelência, reconhecida internacional- Administrativo. mente como uma das melhores do mundo. Não é missão fácil suceder o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que, Num testemunho da força e do acerto do modelo de gestão implantado pela Fundação Osesp, ao longo dos últimos oito anos desempenhou esta função com muito empenho e competência. a orquestra vê fortalecida sua vocação de promover transformações culturais e sociais profundas. Uma coisa é certa: daremos continuidade ao amparo, criação e fomento de novas Têm destaque, em sua programação, os concertos a preço popular, os concertos ma- ideias que ampliem a visibilidade da instituição e fortaleçam seu vínculo com a socie- tinais gratuitos e as apresentações ao ar livre. E é motivo de grande orgulho o Osesp dade. Seguiremos com o propósito de excelência e disseminação da cultura, que per- Itinerante e os programas educativos da Fundação. -
Diagramação Mestrado Sergio.Indd
SÉRGIO MIGUEL FRANCO ICONOGRAFIAS DA METRÓPOLE: GRAFITEIROS E PIXADORES REPRESENTANDO O CONTEMPORÂNEO 1 Dissertação apresentada à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Mestre em Arquitetura e Urbanismo ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PROJETO, ESPAÇO E CULTURA ORIENTADORA: PROFª. DRª. VERA MARIA PALLAMIN JUNHO DE 2009 AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE. E-MAIL: [email protected] Franco, Sérgio Miguel F825i Iconografias da metrópole: grafiteiros e pixadores representando o contemporâneo / Sérgio Miguel Franco. --São Paulo, 2009. 2 175 p. : il. Dissertação (Mestrado - Área de Concentração: Projeto Espaço e Cultura) - FAUUSP. Orientadora: Vera Maria Pallamin 1.Graffiti 2.Arte contemporânea 3.Mercado de arte 4.Arte na paisagem urbana I.Título CDU 7.036 3 IN MEMORIAN A Walter Benedito Miguel, que em sua conduta de humildade pungente me ofertou o aprendizado sobre a sociabilidade do homem simples. AGRADECIMENTOS Ofereço esta dissertação à Satiko Aramaghi, que na coordenação do projeto pedagógico do CEFAM de Jales, estabeleceu um pro- grama de cunho republicano que mobilizou em mim a disposição crítica sem intermédio do clichê afetivo. Não poderia dizer que somos amigos, muito menos que influenciou na minha pesquisa, mas me ofereceu um espelho próspero quando possuía 15 anos de idade, me abrindo para uma perspectiva de pertencimento ao mundo não baseada restritamente à esfera privada. Sem ela e os princípios internalizados durante a minha adolescência, permaneceria nos grotões do Estado de São Paulo, numa região em que vigora o provincianismo arcaico. -
Ecstatic Encounters Ecstatic Encounters
encounters ecstatic encounters ecstatic ecstatic encounters Bahian Candomblé and the Quest for the Really Real Mattijs van de Port AMSTERDAM UNIVERSITY PRESS Ecstatic Encounters Bahian Candomblé and the Quest for the Really Real Mattijs van de Port AMSTERDAM UNIVERSITY PRESS Layout: Maedium, Utrecht ISBN 978 90 8964 298 1 e-ISBN 978 90 4851 396 3 NUR 761 © Mattijs van de Port / Amsterdam University Press, Amsterdam 2011 All rights reserved. Without limiting the rights under copyright reserved above, no part of this book may be reproduced, stored in or introduced into a retrieval system, or transmitted, in any form or by any means (electronic, mechanical, photocopying, recording or otherwise) without the written permission of both the copyright owner and the author of the book. Contents PREFACE / 7 INTRODUCTION: Avenida Oceânica / 11 Candomblé, mystery and the-rest-of-what-is in processes of world-making 1 On Immersion / 47 Academics and the seductions of a baroque society 2 Mysteries are Invisible / 69 Understanding images in the Bahia of Dr Raimundo Nina Rodrigues 3 Re-encoding the Primitive / 99 Surrealist appreciations of Candomblé in a violence-ridden world 4 Abstracting Candomblé / 127 Defining the ‘public’ and the ‘particular’ dimensions of a spirit possession cult 5 Allegorical Worlds / 159 Baroque aesthetics and the notion of an ‘absent truth’ 6 Bafflement Politics / 183 Possessions, apparitions and the really real of Candomblé’s miracle productions 5 7 The Permeable Boundary / 215 Media imaginaries in Candomblé’s public performance of authenticity CONCLUSIONS Cracks in the Wall / 249 Invocations of the-rest-of-what-is in the anthropological study of world-making NOTES / 263 BIBLIOGRAPHY / 273 INDEX / 295 ECSTATIC ENCOUNTERS · 6 Preface Oh! Bahia da magia, dos feitiços e da fé. -
Daniel Dissertação 28Set VER
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA INSTITUTO DE LETRAS E LINGUÍSTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TEORIA LITERÁRIA AUTORIA E SUBJETIVIDADE LÍRICA EM MANOEL DE BARROS: ESTUDO SOBRE OS ELEMENTOS PARATEXTUAIS UBERLÂNDIA AGOSTO DE 2012 DANIEL PEREIRA PÉRES AUTORIA E SUBJETIVIDADE LÍRICA EM MANOEL DE BARROS: ESTUDO SOBRE OS ELEMENTOS PARATEXTUAIS Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Teoria Literária do Instituto de Letras e Linguística da Universidade Federal de Uberlândia como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Teoria Literária. Área de concentração: Teoria Literária Orientadora: Profª. Drª. Elaine Cristina Cintra UBERLÂNDIA AGOSTO DE 2012 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Sistema de Bibliotecas da UFU, MG, Brasil. P437a Péres, Daniel Pereira., 1985- 2012 Autoria e subjetividade lírica em Manoel de Barros : estudo sobre os elementos paratextuais. / Daniel Pereira Péres. - Uberlândia, 2012. 175 f. : il. Orientadora: Elaine Cristina Cintra. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Uberlândia, Programa de Pós-Graduação em Letras. Inclui bibliografia. 1. Literatura - Teses. 2. Literatura brasileira - História e crítica - Teses. 3. Barros, Manoel de, 1916- - Crítica e interpretação - Teses. I. Cintra, Elaine Cristina. II. Universidade Federal de Uberlândia. Programa de Pós- Graduação em Letras. III. Título. CDU: 82 Prelude to Winter The moth under the eaves with wings like the bark of a tree, lies symmetrically still— And love is a curious soft-winged thing unmoving under the eaves when the leaves fall. (William Carlos Williams) À Jéssyca, por todo amor, carinho e compreensão. AGRADECIMENTOS À Profa. Dra. Elaine Cristina Cintra que tornou possível a realização deste trabalho com sua paciência, sabedoria e suporte, desde a Iniciação Científica. -
CD Dissertação
1 CLAUDIA TEIXEIRA PAIM ESPAÇOS DE ARTE, ESPAÇOS DA ARTE: PERGUNTAS E RESPOSTAS DE INICIATIVAS COLETIVAS DE ARTISTAS EM PORTO ALEGRE, ANOS 90 Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre. Curso de Pós-Graduação em Artes Visuais, ênfase em História, Teoria e Crítica da Arte. Instituto de Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientadora: Profª. Drª. Maria Amélia Bulhões. PORTO ALEGRE 2004 2 Claudia Teixeira Paim ESPAÇOS DE ARTE, ESPAÇOS DA ARTE: PERGUNTAS E RESPOSTAS DE INICIATIVAS COLETIVAS DE ARTISTAS EM PORTO ALEGRE, ANOS 90 Dissertação realizada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre no curso de Pós-Graduação em Artes Visuais, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Prof. Dr. Luiz Camillo Osorio Profª. Drª. Icleia Borsa Cattani Prof. Dr. Flávio Gonçalves Orientadora: Profª. Drª. Maria Amélia Bulhões Porto Alegre, 20 de janeiro de 2004. 3 Agradecimentos À Andrea Paiva Nunes e Claudia Zanatta, pelo apoio, amizade e momentos compartilhados. À Roseli Nery, pelo olhar generoso. Aos artistas entrevistados, pelo suporte. Aos colegas e amigos Alice, Kássia, Lenir, Marcelo, Flávia, Mara e Miriam, pelas trocas. À Maria Amélia, pela orientação e confiança. Ao Geraldo, pelo carinho, incentivo e paciência. Ao Heiny, Nina, Jana e Tomás por serem como são. ii 4 SUMÁRIO Lista de ilustrações...............................................................................................................v Resumo.................................................................................................................................vii -
Dissertação Apresentada Ao Programa De Pós-Graduação Em História Da Universidade Federal De Goiás Como Requisito Para Obtenção Do Título De Mestre Em História
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO DAS PAISAGENS INTERIORANAS ÀS URBANIZADAS: UMA VISÃO ARTÍSTICA DE G. FOGAÇA (1985-2018) BIANCA CRISTINA BARRETO CASANOVA GOIÂNIA JULHO/2019 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE HISTÓRIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA MESTRADO DAS PAISAGENS INTERIORANAS ÀS URBANIZADAS: UMA VISÃO ARTÍSTICA DE G. FOGAÇA (1985-2018) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Goiás como requisito para obtenção do título de mestre em História. Área de Concentração: História da Arte Linha de Pesquisa: Fronteiras, Interculturalidades e Ensino de História Orientadora: Professora Doutora Maria Elízia Borges GOIÂNIA JULHO/2019 A minha família. Em especial, à mãezona Elizabeth e à queridíssima vovó Iêda, pelo apoio, e a meu pai, Renato Carlos, pela base educacional. A André Zampollo, meu amor, meu parceiro e grande incentivador. A meus amigos, pela compreensão durante o percurso. À Dr.ª Maria Elizia Borges, por orientar esta pesquisa com didática e paciência. A G. Fogaça e a Malu, por suas trajetórias inspiradoras e auxílio nesta pesquisa. Aos entrevistados Dayalis González Perdomo, Amaury Menezes, Zé César, Alexandre Liah, Miguel Jorge, PX Silveira e Antônio da Mata. Às colaboradoras do Museu de Arte de Goiânia. E a todos que de alguma forma contribuíram para a realização deste trabalho. Gratidão! Bianca Casanova RESUMO O trabalho “Das paisagens interioranas às urbanizadas: Uma visão artística de G. Fogaça (1985-2018)” objetiva interpretar o conjunto da obra de G. Fogaça a partir da compreensão de sua trajetória de vida atrelada às dinâmicas históricas pelas quais Goiás perpassou. -
Parque Vila Maria
PARQUE VILA MARIA JOSÉ SANTOS, SELMA MARIA E ESTUDANTES DAS ESCOLAS MUNICIPAIS ILUSTRAÇÕES DE NARA E HEITOR ISODA São Paulo 2019 Há mais de 70 anos, a Viação Cometa transporta pessoas de cidade a cidade. Sem dúvida, é emocionante saber que muitas dessas viagens trazem as pessoas de volta para casa, depois de uma jornada de trabalho ou de passeio. É sempre gostoso voltar para nossa cidade, sempre um reencontro com emoções ternas e memórias que dizem muito sobre quem nós somos. O Instituto JCA, ligado à Viação Cometa, do Grupo JCA, tem como marca atuar em parceria com escolas, apoiando comunidades para pensarem em seus territórios e encontrarem caminhos melhores para o desenvolvimento humano e econômico, principalmente para as crianças e os jovens. Resgatar a memória faz parte disso, pois é uma maneira de fortalecer laços e preparar melhor a construção do futuro. O projeto A Cidade da Gente reúne esses valores que cultivamos em nosso dia a dia. O projeto convida crianças de escolas públicas de diversas cidades do país a descobrir seus próprios lugares, cultivando e compartilhando a memória das comunidades locais, e fazendo disso um processo de intenso e afetuoso aprendizado. Afinal, olhar para o lugar onde vivemos também é um jeito de voltar para casa, sobretudo do ponto de vista simbólico. E preparar- se para criar novos lugares. Ao apoiar esse projeto, a Cometa e o IJCA reafirmam seu compromisso com a comunidade onde estão inseridos há décadas. Trata-se do Parque Vila Maria, um bairro na Zona Norte de São Paulo, que a cada dia descobre mais seu potencial, sua história e sua riqueza e diversidade culturais. -
White Hegemony in the Land of Carnival
White Hegemony in the Land of Carnival The (Apparent) Paradox of Racism and Hybridity in Brazil Benito Cao Thesis submitted for the degree of Doctor of Philosophy in the Discipline of Politics School of History and Politics University of Adelaide October 2008 for Adela ii Table of Contents Abstract ……………………………………………………………………………..… v Declaration …………………………………………………………………………... vi Acknowledgements …………………………………………………………...…… vii Notes on Language and Bibliography ……………………………………………. ix Introduction: Brazil(ianness) ………………………………………………………. 1 The Myth of (Brazilian) Racial Democracy …………………………………...…... 2 The (De)Colonisation of the (Brazilian) Imagination …………………………… 11 (Eurocentric) History and the Writing of (White) Hegemony …………………. 20 The (Re)Invention of the (Brazilian) Nation ……………………………………... 29 Supplements to the Initial Basic Approach ………………………………………. 45 The Indian (Other) …………………………………………………………… 46 The Female (Other) ………………………………………………………….. 46 The Popular (Culture) ……………………………………………………….. 48 (De)Constructing Brazil(ianness) …………………………………………………. 50 Chapter One: Discovery …………………………………………………………... 52 Vision and Power in the Birth Certificate of Brazil ……………………………... 53 Objects and Subjects in the Birth Certificate of Brazil …………………………... 60 Marriage as Metaphor of the Origins of Brazil(ianness) ………………………... 66 (Re)Discovering Brazil: (Re)Visions of the Nation ……………………………… 74 Voyage: Modernity ………………………………………………………….. 75 Encounter: Cordiality ……………………………………………………….. 81 Other (Re)Visions ……………………………………………………………. 85 Conclusion: The First -
Universidade De Brasília Faculdade De Educação Programa De Pós-Graduação Em Educação
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO O PAPEL DA SENSIBILIDADE E DAS LINGUAGENS POÉTICAS NOS PROCESSOS FORMATIVOS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA CIRANDA MULTICOR Rosana Gonçalves da Silva Brasília, dezembro de 2008. I UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO O PAPEL DA SENSIBILIDADE E DAS LINGUAGENS POÉTICAS NOS PROCESSOS FORMATIVOS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA CIRANDA MULTICOR Rosana Gonçalves da Silva Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Brasília como parte dos requisitos para obtenção do Título de Mestre. Brasília, dezembro de 2008. II UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO O papel da sensibilidade e das linguagens poéticas nos processos formativos em educação ambiental: uma Ciranda Multicor Rosana Gonçalves da Silva Orientadora Profa. Dra. Vera Lessa Catalão BANCA EXAMINADORA Profª. Drª Izabel Zaneti - CDS- UnB Profª. Drª Dulcinéia Schunck - FAU - UnB Prof. Dr. Estevão Monti Ribeiro - CDS- UnB Brasília, dezembro de 2008. III UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO DISSERTAÇÃO DE MESTRADO O papel da sensibilidade e das linguagens poéticas nos processos formativos em educação ambiental: uma Ciranda Multicor Rosana Gonçalves da Silva Esta dissertação foi julgada adequada para a obtenção do título de Mestre em Educação e aprovada em sua forma final pela Orientadora e pela Banca examinadora. Orientadora: ____________________________ Prof ª Drª Vera Lessa Catalão. Banca Examinadora ________________________________________________ Profª. Drª Izabel Zaneti - CDS- UnB ____________________________________________ Profª. Drª Dulcinéia Schunck - FAU – UnB ________________________________________ Prof. Dr. Estevão Monti Ribeiro - CDS- UnB Brasília, dezembro de 2008. -
Afro-Latin American Art
10 Afro-Latin American Art Alejandro de la Fuente1 It is a remarkable moment, barely perceptible, tucked at the edge of the image. Titled “Mercado de Escravos,” the 1835 Johann Moritz Rugendas (1802–58) lithograph depicts a group of African slaves who wait to be purchased, while some potential buyers walk around and a notary or scribe appears ready to make use of the only visible desk (see Figure 10.1). In the background, a Catholic Church coexists harmoniously with the market and overlooks a bay and a vessel, perhaps the same ship that brought those Africans from across the Atlantic. While they wait, most of the slaves socialize, sitting around a fire. Others stand up, awaiting their fate, between resignation and defiance. One slave, however, is doing something different: he is drawing on a wall, an action that elicits the attention of several of his fellow slaves (see Figure 10.1A). What was this person drawing on the wall? What materials was he using? Who was his intended audience? Did these drawing partake of the graphic communication systems developed by some population groups in the African continent? Was he drawing one of the cosmograms used by the Bantu people from Central Africa to communicate with the ancestors and the divine? (Thompson 1981; Martínez-Ruiz 2012). Was he leaving a message for other Africans who might find themselves in the same place at 1 I gratefully acknowledge the comments, suggestions, and bibliographic references that I received from Paulina Alberto, George Reid Andrews, David Bindman, Raúl Cristancho Álvarez, Thomas Cummins, Lea Geler, María de Lourdes Ghidoli, Bárbaro Martínez- Ruiz, and Doris Sommer.