O Carnaval Que Já Começou!
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Juventude, Sociabilidade E Associativismo Nas Escolas De Samba Mirins Do Rio De Janeiro Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, Núm
Revista do Instituto de Estudos Brasileiros ISSN: 0020-3874 ISSN: 2316-901X Instituto de Estudos Brasileiros Ribeiro, Ana Paula Alves O futuro do sambista e o sambista do futuro: juventude, sociabilidade e associativismo nas escolas de samba mirins do Rio de Janeiro Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, núm. 70, Maio-Agosto, 2018, pp. 189-207 Instituto de Estudos Brasileiros DOI: 10.11606/issn.2316-901X.v0i70p189-207 Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=405657236011 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Redalyc Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina e do Caribe, Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Sem fins lucrativos acadêmica projeto, desenvolvido no âmbito da iniciativa acesso aberto O futuro do sambista e o sambista do futuro: juventude, sociabilidade e associativismo nas escolas de samba mirins do Rio de Janeiro [ The future of the samba musician and the samba musician of the future: youth, sociability and associativism in children’s samba schools from Rio de Janeiro Ana Paula Alves Ribeiro1 Artigo desenvolvido a partir da tese de doutorado Novas conexões, velhos associativis- mos: projetos sociais em escolas de samba mirins (Instituto de Medicina Social/UERJ, 2009), em diálogo com o Núcleo de Pesquisa das Violências (Nupevi/UERJ). RESUMO • Crianças e adolescentes participam, participate with their families in the activities com as suas famílias, das atividades das escolas of samba schools. These young people have their de samba, tendo, há décadas, espaços próprios: own spaces for decades: children’s section; mas- ala das crianças; escolinhas de mestre-sala e por- ter of ceremonies and flag-bearer (courses); drum ta-bandeira; baterias mirins, com a perspectiva sections, allowing for professionalization and de profissionalização e renovação nas próprias renovation within the samba school itself; and escolas; e escolas de samba mirins. -
O Processo De Institucionalização Do Grêmio Recreativo Escola De Samba Unidos Do Porto Da Pedra
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA SOCIAL BRUNO CESAR SANTOS DE SOUZA O processo de institucionalização do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Porto da Pedra. Rio de Janeiro 2017. BRUNO CESAR SANTOS DE SOUZA O processo de institucionalização do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Porto da Pedra Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em História Social. Orientadora: Prof. Dr. Joana D’Arc do Valle Bahia Rio de Janeiro 2017 De todo o amor que eu tenho Metade foi tu que me deu Salvando minh'alma da vida Sorrindo e fazendo o meu eu. Para Helena Laranjeira Santos. Agradecimentos: Agradecer é talvez um dos momentos mais complicados da obra. Lembrar de todos os nomes que me auxiliaram nessa empreitada, sem deixar faltar um é missão muito difícil, quase impossível. Tenho em mente que necessitaria de escrever um sem número de páginas para poder abranger todos e todas que durante esse período me demandaram seu tempo, sua atenção e seus ensinamentos. Infelizmente, não o posso fazer. Todavia, buscarei, tal como um historiador, formular uma linha do tempo afim de lembrar de todos aqueles que, ao longo desses dois anos me ajudaram. Sendo assim, parto do princípio para agradecer imensamente aos meus pais Claudia Helena e Felix Teixeira por toda a educação, amor, conselhos e, principalmente pelo caminho que me ensinaram a traçar. -
Carla Machado Lopes
Universidade Do Estado do Rio de Janeiro Centro de Educação e Humanidades Instituto de Artes Carla Machado Lopes Entre educação e espetáculo: escolas de samba mirins no Rio de Janeiro Rio de Janeiro 2019 2 Carla Machado Lopes Entre educação e espetáculo: escolas de samba mirins no Rio de Janeiro Tese apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Doutor, ao Programa de Pós-Graduação em Artes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Área de concentração: Arte e Cultura Contemporânea. Orientador: Prof. Dr. Roberto Conduru Co-Orientador: Prof. Dr. Luiz Felipe Ferreira Rio de Janeiro 2019 3 CATALOGAÇÃO NA FONTE UERJ/REDE SIRIUS/ BIBLIOTECA CCS/A Autorizo, apenas para fins acadêmicos e científicos, a reprodução total ou parcial desta tese, desde que citada a fonte. ________________________________ __________________________ Assinatura Data 4 Carla Machado Lopes Entre educação e espetáculo: escolas de samba mirins no Rio de Janeiro Tese apresentada como requisito parcial para obtenção do título de Doutor, ao Programa de Pós-Graduação em Artes, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Área de concentração: Arte e Cultura Contemporânea. Aprovada em ___ de novembro de 2019. Banca examinadora: _______________________________________ Prof. Dr. Roberto Conduru (Orientador) Instituto de Artes - UERJ _______________________________________ Prof. Dr. Luiz Felipe Ferreira (Co-Orientador) Instituto de Artes - UERJ _______________________________________ Profa. Dra. Ana Paula Alves Ribeiro Faculdade de Educação da Baixada Fluminense- -
3 O Samba, O Sambista E a Indústria Cultural
3 O samba, o sambista e a indústria cultural Se considerarmos o samba enquanto um espaço popular de fala do subalterno, construído a partir de uma matriz híbrida e de um espaço polifônico, precisamos entender como se relacionam, dentro deste espaço, as principais forças motoras de um universo repleto de tensões que se configurou no maior espaço de visibilidade do cenário das produções culturais nacionais. Dentro deste contexto faz-se necessário compreender as três principais personagens desta complexa relação: o samba, o sambista e a indústria cultural. Embora pareçam palavras que apresentem sentidos congruentes, muitas vezes a relação entre estes três elementos, que compõem o tripé de uma das mais significativas manifestações da cultura popular brasileira, é dotada da mais forte tensão. Primeiramente porque a expressão samba, como já afirmamos no capítulo anterior, pode conter em si diversos significados; em segundo lugar, porque, julgando-se par natural do samba, o sambista tem uma leitura própria, muito particular, do que seja samba e do que ele representa para a cultura popular; por fim, porque, para a indústria cultural, o samba é uma mercadoria, e, como tal, precisa de mercado, e para alcançá-lo mais amplamente, ela incorporará a ele aquilo que julgar necessário. Talvez aí esteja o maior foco das tensões estabelecidas nesta relação: nem sempre é o sambista quem determina aquilo que será incorporado, o que lhe causa certa estranheza, muito embora, várias vezes ele mesmo se beneficie destas incorporações. Como já afirmamos, a expressão samba, para nós, significa mais do que um gênero musical significa “evento”, que reúne em torno de si diversas manifestações, entre elas a escola de samba, o desfile e, por último, um dos desdobramentos do gênero musical samba, o “samba-enredo”. -
Mocidade.Pdf
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PROFESSOR ORIENTADOR: MARCELO GUEDES ALUNOS: DANIELA PADUA, MARIANA BIASIOLI, PAULO HENRIQUE OLIVEIRA. Índice Analítico Agradecimentos ___________________________________________________________________________ 9 Resumo executivo ________________________________________________________________________ 11 Breve descrição da escola __________________________________________________________________ 11 Identificação do problema e a proposta estratégica _______________________________________________ 11 Introdução 14 I. ANÁLISE EXTERNA ______________________________________________ 18 I.1.1. Mercado ______________________________________________________________________ 19 I.1.1.1. Histórico ______________________________________________________________________ 19 I.1.1.1.1. As raízes do termo ______________________________________________________________ 19 I.1.1.1.2. Conceito e origem _______________________________________________________________ 19 I.1.1.1.3. Período de duração _______________________________________________________________ 20 I.1.1.1.4. Carnaval no Brasil _______________________________________________________________ 20 I.1.1.1.5. Bailes de carnaval ________________________________________________________________ 21 I.1.1.1.6. Escolas de samba ________________________________________________________________ 21 I.1.2. Tamanho do mercado ____________________________________________________________ 23 I.1.3. Sazonalidade ___________________________________________________________________ 25 -
Conflito E Sociabilidade Em Uma Pequena Escola De Samba: O Acadêmicos Do Dendê Da Ilha Do Governador
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA E ANTROPOLOGIA Conflito e Sociabilidade em uma pequena escola de samba: O Acadêmicos do Dendê da Ilha do Governador Ricardo José de Oliveira Barbieri Rio de Janeiro/2010 Conflito e Sociabilidade em uma pequena escola de samba: O Acadêmicos do Dendê da Ilha do Governador Ricardo José de Oliveira Barbieri Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia). Orientadora: Profa. Dra. MARIA LAURA VIVEIROS DE CASTRO CAVALCANTI Rio de Janeiro 2010 2 Conflito e Sociabilidade em uma pequena escola de samba: O Acadêmicos do Dendê da Ilha do Governador Ricardo José de Oliveira Barbieri Orientadora: Profa. Dra. Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia). Aprovada por: _________________________________________________ Profa. Dra. Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti _________________________________________________ Profa. Dra. Karina Kuschnir _________________________________________________ Prof. Dr. Luiz Felipe Ferreira Rio de Janeiro Junho 2010 3 Aos meus pais e meu irmão em retribuição ao carinho infinito. 4 Agradecimentos Foram dois longos anos até a conclusão deste percurso. Dois longos anos resumem a preparação desta pesquisa, antes, porém já no processo de idealização da mesma contei sempre com a companhia e apoio da minha orientadora Maria Laura Cavalcanti. -
O GRES Acadêmicos Do Salgueiro E As
Universidade Federal Fluminense Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Área de História Programa de Pós-Graduação em História - Doutorado Guilherme José Motta Faria O G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro e as representações do negro nos desfiles das escolas de samba nos anos 1960 Niterói 2014 1 Universidade Federal Fluminense Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Área de História Programa de Pós-Graduação em História – Doutorado Guilherme José Motta Faria O G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro e as representações do negro nos desfiles das escolas de samba nos anos 1960 Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor, sob orientação da Prof. Dra. Martha Campos Abreu. Orientadora: Prof. Dra. Martha Campos Abreu Niterói 2014 2 Universidade Federal Fluminense Centro de Estudos Gerais Instituto de Ciências Humanas e Filosofia Área de História Programa de Pós-Graduação em História – Doutorado Guilherme José Motta Faria O G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro e as representações do negro nos desfiles das escolas de samba nos anos 1960 Banca Examinadora: Prof. Dra. Martha Campos Abreu (Orientadora) Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFF _______________________________________________ Prof. Dra. Marilene Rosa Nogueira da Silva Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ ________________________________________________ Prof. Dra. Rachel Soihet Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFF _________________________________________________ Prof. Dr. Marcelo de Souza Magalhães Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da UNIRIO ________________________________________________ Prof. Dr. Matthias Wolfram Orhan Rohring Assunção Universidade de ESSEX (Prof. -
COMISSÃO ESPECIAL DO PLANO DIRETOR DEBATE PÚBLICO REALIZADO EM 29 DE SETEMBRO DE 2009 Presidência Da Sra. Vereadora Aspásia
COMISSÃO ESPECIAL DO PLANO DIRETOR DEBATE PÚBLICO REALIZADO EM 29 DE SETEMBRO DE 2009 Presidência da Sra. Vereadora Aspásia Camargo, Presidente da Comissão. Às dez horas e doze minutos, no Plenário Teotônio Villela, tem início o Debate Público da Comissão Especial do Plano Di- retor, sob a Presidência da Sra. Vereadora Aspásia Camargo, Presidente da Comissão, “PARA DEBATER OS TEMAS TU- RISMO E CULTURA, CONTIDOS NO SUBSTITUTIVO Nº 3 AO PLC Nº 25/2001” A SRA. PRESIDENTE (ASPÁSIA CAMARGO) – Senhoras e senhores, bom-dia! Dou por aberto esse Debate Público do Plano Diretor Decenal de Cidade do Rio de Janeiro, que está em discussão aqui há bastante tempo, mas este ano estamos com- prometidos a aprová-lo e ter, afinal, depois de sete longos anos, um Plano Diretor para a cidade. Acho que é muito importante esse compromisso com o planejamento e uma visão de cidade. Na verdade, estamos partindo de um Rio que temos para um Rio que queremos. É fundamental que os problemas que enfrentamos e as áreas que consideramos prioritárias sejam acordados, pactu- ados com os interessados, com os atores mais atuantes e também com toda a população. A realização desse Debate visa atender o disposto no § 4º do artigo 40 do Estatuto da Cidade, Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001, que determina a realização de processo participa- tivo na elaboração e revisão do Plano Diretor. O objeto da dis- cussão no Debate de hoje serão os dispositivos referentes ao te- ma Turismo e Cultura. Vamos começar pela Cultura, contida no Substitutivo nº 3 ao Projeto de Lei Complementar nº 25 de 2001, bem como nas emendas referentes a esses dispositivos enviadas pelo Poder Executivo e na tramitação de projetos que promovam sua alteração. -
Da Passarela Do Samba Ao Enredo
SOARES, Alessandro Cury; LOGUERCIO, Rochele de Quadros; FERREIRA,Luiz Felipe (2016)._______________ ________________________________________________________________________________135 Da passarela do samba ao enredo: a visibilidade da ciência no desfile das escolas de samba The passarela do samba to the plot: the visibility of science in the parade of samba schools Alessandro Cury Soares Universidade Federal do Rio Grande do Sul [email protected] Rochele de Quadros Loguercio Universidade Federal do Rio Grande do Sul [email protected] Luiz Felipe Ferreira Universidade Estadual do Rio de Janeiro [email protected] Resumo A pesquisa aqui proposta tem como objetivo analisar a Marquês de Sapucaí, seus contornos e as maneiras com que esta arquitetura engendra o desfile, faz ver e dá visibilidade a ciência presente nos temas das escolas de samba. Essa atitude, conforme nosso entendimento, pode dar conta de criar condições de aprendizagens. Palavras-Chave: Escolas de Samba. Visibilidade. Ciência. Abstract The research proposed here aims to analyze the Marques de sapucai contours and the ways in which this engenders architecture the parade, do view and gives visibility to science present in samba schools themes. That attitude, according to our understanding, can handle creating the conditions of learning. Keywords: Samba schools. Visibility. Science. Introdução Revista Interface, Edição nº 12, dezembro de 2016 – p. 135-146. SOARES, Alessandro Cury; LOGUERCIO, Rochele de Quadros; FERREIRA,Luiz Felipe (2016)._______________ Visitaremos a estrutura arquitetônica da Marquês de Sapucaí a fim de percebermos quais os fatores do local que instituem uma maneira de desfilar e de apresentar esse desfile, entendemos que as inscrições das paredes, arquibancadas e espaço como um todo deem conta de um dizer sobre o como fazer desfile e de como ele deve ser organizado e como se deve olhar para os desfiles. -
Cidade Maravilhosa: Discursos Entre O Imaginário E O Mito
Cidade Maravilhosa: discursos entre o imaginário e o mito Priscilla Oliveira Xavier IPPUR/UFRJ [email protected] Introdução As cidades são palcos, atores, imagem e reflexo de uma complexa trama entre as dinâmicas econômicas, políticas, sociais e culturais. Acerca da produção e gestão dos espaços urbanos, a atualidade tem como marca distintiva uma arguciosa elaboração discursiva, ao sabor dos imperativos de uma ordem econômica mundial. O Rio de Janeiro entra para o circuito das grandes cidades mundiais, no âmbito de uma disputa pela atração de capitais. O título de Cidade Maravilhosa é captado por atores diversos como um enredo que inspira e legitima ações variadas identificando, distinguindo e qualificando a cidade. Nos discursos sobre o Rio de Janeiro, a maravilha incita a dissolução de uma suposta divisão entre o real e o imaginário, em que ganham peso apelos míticos e o viés performático, animando atores à criação e apropriação simbólica do espaço urbano. Com efeito, simulam na população uma aura identitária e propagam para o mundo paisagens admiráveis de uma cidade encantadora. No presente trabalho pretende-se remontar uma origem e percurso do imaginário da Cidade Maravilhosa, esboçando uma leitura crítica da incorporação da ideia como título do Rio de Janeiro. Avançando para a atualidade, a intenção é analisar ações e discursos produzidos por diferentes atores sobre a Cidade Maravilhosa. Ao destacar o caráter simbólico, mitológico e performático, a análise expressa a vitalidade do mito nas sociedades pós modernas, e reitera na produção discursiva o teor e potência política. A origem da Cidade Maravilhosa Sem quaisquer pretensões puristas ou excessivo apelo essencialista, nos anima buscar o título de cidade Maravilhosa na trajetória histórica e simbólica do Rio de Janeiro. -
Helder Thiago Cordeiro Maia1 Resumo: Neste Artigo
MARIA QUITÉRIA DE JESUS / SOLDADO MEDEIROS: O HERÓI DA INDEPENDÊNCIA NO CARNAVAL CARIOCA Helder Thiago Cordeiro Maia1 Resumo: Neste artigo, analiso a presença de Maria Quitéria de Jesus/Soldado Medeiros na cultura brasileira a partir de doze sambas-enredos de Escolas de samba do Rio de Janeiro, e seus respectivos desfiles, entre os carnavais de 1954 e 2020. Com base no material encontrado e nas análises realizadas, podemos dizer que há duas narrativas significativamente distintas sobre a personagem. Na primeira, entre as décadas de 50 e 70, há uma perspectiva militarizada, onde a personagem é construída a partir de sua capacidade guerreira e da sua atuação nas lutas de independência, na segunda, entre as décadas de 90 e 10, há uma perspectiva feminista, sendo a personagem construída a partir de sua capacidade de transgredir as normatividades de gênero. Palavras-chave: Carnaval, Maria Quitéria, Soldado Medeiros. Maria Quitéria de Jesus, o Soldado Medeiros, nasceu em 1792, na vila de São José das Itapororocas, no interior da Bahia, primogênita de Gonçalo Alves de Almeida e Quitéria Maria de Jesus, onde viveu até os doze anos. Após a morte da mãe e da primeira madrasta, e com o terceiro casamento do pai, a família se muda para a Serra da Agulha. Em setembro de 1822, aos trinta anos, sob o nome de Soldado Medeiros, assenta praça como soldado, em Cachoeira, no regimento da artilharia, sendo logo depois transferido para infantaria, para o Batalhão dos Periquitos, onde sua habilidade com espingardas seria mais bem aproveitada. As guerras de independência da Bahia, que visavam expulsar a autoridade portuguesa do estado, onde era mantida uma grande frota militar, aconteceram entre fevereiro de 1822 e julho de 1823. -
EDB Rio 2018 Programme
ESCOLA DE BATERIA RIO 2018 PROGRAMME Below is the programme of classes for Escola de Bateria Rio 2018. The list is varied and will be held over several locations throughout the city. Most venues will be within easy reach of your accommodation, transport will be provided for those which are not.There will be a break in the middle of each session. It is advisable that you bring sticks, shoulder strap, a tamborim in case they don’t have one and ear plugs to the bateria classes. Read on for more info on each class. #edbrio DATE WHAT'S HAPPENING? ADDRESS TIMES Mon 22nd Oct Roda de Samba with Chinelo de Dedo Fundição Progresso, Rua dos arcos, 24, Lapa 1400-1800 Tue 23rd Oct Modern bloco arrangements with DuRio Avenida das Américas, 5300, Barra da Tijuca 1400-2145 Wed 24th Oct Maracatu rhythms with Rio Maracatu Leviano Bar, Avenida Mem de Sá, 47, Lapa 1500-1900 Samba school bateria with G.R.E.S Mocidade Thurs 25th Oct Independente de Padre Miguel Rua Coronel Tamarindo, 38, Padre Miguel 1400-1800 Fri 26th Oct Jongo with Jongo da Serrinha Rua Compositor Silas de Oliveira, 101, Madueira 1200-1600 Mon 29th Oct Samba school bateria with G.R.E.S Portela Rua Clara Nunes, 81, Oswaldo Cruz 1400-1800 Tue 30th Oct Gabriel Policarpo and Batuquebatu Maracatu Brasil, Rua Ipiranga, 49, Laranjeiras 1400-1800 Wed 31st Oct Pandeiro with Marcus Suzano Maracatu Brasil, Rua Ipiranga, 49, Laranjeiras 1400-1800 Samba school bateria with G.R.E.S Academicos do Thurs 1st Nov Salgueiro Quadra da escola, R.