Novos Rumos, Uma Velha Fórmula
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Formas Do Cronotopo Do Realismo Fantástico Nas Telenovelas De Dias Gomes E Suas Zonas De Contato Com O Presente Histórico Brasileiro1
revista Fronteiras – estudos midiáticos 22(1):109-121 janeiro/abril 2020 Unisinos – doi: 10.4013/fem.2020.221.10 Formas do cronotopo do realismo fantástico nas telenovelas de Dias Gomes e suas zonas de contato com o presente histórico brasileiro1 Forms of the chronotope of fantastic realism in Dias Gomes telenovelas and its areas of contact with the present Brazilian history Daniela Jakubaszko2 [email protected] Joyce Simplicia de Moraes2 [email protected] Lucas Lunguinho Soares2 [email protected] RESUMO ABSTRACT Este artigo apresenta parte dos resultados de uma pesquisa cujo This research aims to analyze, from the study of the forms objetivo é analisar, a exemplo do estudo das formas do ‘cronotopo’ of ‘chronotope’ undertaken by M. Bakhtin (1993, 2006), the empreendido por M. Bakhtin (1993; 2006), a produção de sentidos production of meanings of four telenovelas representing the de quatro telenovelas representantes do realismo fantástico de fantastic realism of Dias Gomes (O Bem Amado, Saramandaia, Dias Gomes (O Bem Amado, Saramandaia, Roque Santeiro, O Roque Santeiro, The End of the World). The central concern, Fim do Mundo). A preocupação central, a exemplo de Bakhtin, é like Bakhtin’s, is to realize how the categories of time-space a de perceber como se articulam na ficção as categorias de tempo- (fictional and historical) are articulated in fiction and the image espaço (ficcionais e históricas) e a imagem dos variados tipos de of the various types of Brazilian citizens represented there, cidadãos brasileiros ali representados, de forma a consolidar para so as to consolidate beyond their time history of production, além de seu tempo histórico de produção, as narrativas e conflitos the narratives and conflicts that emerge from this articulation. -
FAMECOS Mídia, Cultura E Tecnologia Metodologias
Revista FAMECOS mídia, cultura e tecnologia Metodologias A legião dos rejeitados: notas sobre exclusão e hegemonias no cinema brasileiro dos anos 20001 The legion of rejected: notes on exclusion and hegemonies in the years 2000 Brazilian cinema JOÃO GUILHERME BARONE REIS E SILVA Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PPGCOM-PUCRS) – Porto Alegre, RS, Brasil. <[email protected]> RESUMO ABSTRACT Este artigo retoma questões relacionadas ao desempenho dos This paper reworks on questions related with the performance filmes de longa metragem nacionais lançados no mercado of the Brazilian feature film released in the theatrical market, de salas, entre os anos 2000-2009, os quais não atingiram a in the years 2000-2009, whose box office did not reach the marca de 50 mil espectadores, propondo algumas reflexões mark of 50 thousand spectators, in order to propose some sobre a ocorrência de processos hegemônicos e de exclusão reflections about a process of hegemonies and exclusion que parecem ter se estabelecido no cinema brasileiro that seems to be settled in the contemporary Brazilian contemporâneo. cinema. Palavras-chaves: Cinema brasileiro; Distribuição; Indústria Keywords: Brazilian cinema; Distribuition; Film industry. cinematográfica. Porto Alegre, v. 20, n. 3, pp. 776-819, setembro/dezembro 2013 Baronea, J. G. – A legião dos rejeitados Metodologias a identificação de hegemonias e assimetrias DDurante o projeto de pesquisa Comunicação, tecnologia e mercado. Assimetrias, desempenho e crises no cinema brasileiro contemporâneo, iniciado em 2009, uma das principais constatações foi o estabelecimento de um cenário de assimetrias profundas entre os lançamentos nacionais que chegavam ao mercado de salas, no período compreendido entre os anos 2000-2009. -
Terra Em Transe a Busca Da Re Construção De Uma Identidade
TERRA EM TRANSE: A BUSCA DA (RE) CONSTRUÇÃO DE UMA IDENTIDADE JEFERSON CARVALHO MATEUS 1 RESUMO A invenção do cinema no final do século XIX gera fascinação pelo movimento das imagens, das fotografias e renasce no homem o imaginário sobre a sua existência e seus sonhos. O cinema e a história possuem uma perspectiva histórico-dialética, pois os filmes são documentos históricos e têm um discurso sobre a história. A presente pesquisa tem assim como objetivo discutir o filme Terra em Transe de Glauber Rocha (1967), justamente porque retrata o período militar e podem nos fornecer muitos aspectos a serem questionados como o político, a economia e a sociedade do referente período. Para sua elaboração utilizarei obras bibliográficas de autores como Rocha (1981), Almeida (2009), Pinto (2006), dentre outros, além da análise do filme. Palavras-chave: cinema, ditadura, produção nacional, repressão. INTRODUÇÃO O cinema é uma invenção que propagou-se pelo mundo e tornou-se uma forma de expressão, onde em suas diversas fases, destaca-se o Cinema Novo que nasceu em 1952 no Brasil, com uma linguagem despojada e adequada à realidade social que serviu de divertimento e análise para a existência socioeconômica, a cultural, e como mecanismo de contestação social. Este período foi marcado pelo autoritarismo político dos militares com um governo fundado no poder de dominação, veto aos direitos estabelecidos pela Constituição, perseguição política, opressão policial e militar, à censura aos canais de informação, à produção cinematográfica e à música. Os militares queriam passar para a população a ideia que o país estava em ordem sem muitas possibilidades de revolta da sociedade civil como os camponeses, estudantes, movimentos ideológicos de esquerda (luta armada, e ações sindicais). -
O Brasil Na Rota Das Co-Produções
O BRASIL NA ROTA DAS CO-PRODUÇÕES SELEÇÃO DA PREMIÈRE BRASIL APOSTA EM NOVOS TALENTOS JORGE PEREGRINO, VP DA PARAMOUNT, ANALISA O CINEMA NA AMÉRICA LATINA UM LEVANTAMENTO DE 100 FILMES BRASILEIROS EM PRODUÇÃO 2 Juventude EDITORIAL ONDE ESTÁ O PROBLEMA? Paulo Sérgio Almeida 04 PREMIÈRE BRASIL Em meio à maré de pessimismo, não custa lembrar A seção competitiva do Festival do Rio apresenta que o cinema no Brasil ainda vive um momento de mais de 30 longas-metragens, entre filmes de conquistas. No setor da distribuição, as majors, fa- ficção e documentários vorecidas por um real forte e um dólar nem tanto, estão faturando alto com os blockbusters, e conti- nuam investindo mais em filmes brasileiros. Nunca houve tantas distribuidoras independentes atuando no mercado, tanto na produção como na distribui- CO-PRODUÇÃO ção da produção local, que vive um boom talvez jamais visto em termos de quantidade de filmes. Vi- 10 O crescimento das co-produções vemos também um momento crescente e raro em internacionais tem aumentado as termos de co-produção internacional. A exibição Ensaio sobre a possibilidades de financiamento cegueira continua em processo de expansão e renovação. do cinema brasileiro Os multiplex atingiram 50% do parque exibidor e já entramos na era das salas vip. Já chegamos também ENTREVISTA ao 3D e demos os primeiros passos no mundo do cinema digital. Jorge Peregrino, VP da Paramount Pictures Então, onde está o problema? Fica difícil falar em International, analisa a importância do solução se não sabemos qual é o problema. 16 mercado latino-americano para Hollywood Além daqueles problemas que chegam com o novo – ou seja, a transição digital –, podemos listar ques- FILME MÉDIO tões velhas e contraditórias. -
Terra Em Transe.P65
Terra em Transe Land in Trance / Earth Entranced Regie: Glauber Rocha Land: Brasilien 1967. Produktion: Mapa Filmes, Difilm (Rio de Janeiro). Buch, Regie: Glauber Rocha. Kamera: Luís Carlos Barreto. Ton: Aluizio Viana. Ausstattung: Paulo Gil Soares. Originalmusik: Sérgio Ricardo. Kompositionen von Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Verdi sowie Samba- und Candomblé-Musik. Schnitt: Eduardo Escorel. Produzenten: Luís Carlos Barreto, Carlos Diegues, Raymundo Wanderley, Glauber Rocha. Produktionsleitung: Zelito Viana. Team der Restaurierung: Projeto Coleção Glauber Rocha Fase 1. Produzenten: Paloma Rocha, Tarcisio Vidigal. Produktionsleitung: Daniela Arantes. Gesamtleitung: Eduardo Escorel. Kontrolle der Photographie: Lauro Escorel. Ton-Kontrolle: José Luiz Sasso. Ton- Bearbeitung: Álamo Laboratório de Cinematografia e Som. Digitale Ton- und Bildrestaurierung: Estúdios Mega. Kopierwerke: Mega Color, Cine Color. Wissenschaftliche Beratung: Joel Pizzini. Förderung: Petrobras. Darsteller: Jardel Filho (Paulo Martins), Paulo Autran (Porfirio Diaz), José Lewgoy (Filipe Vieira), Glauce Rocha (Sara), Paulo Gracindo (Júlio Fuentes), Hugo Carvana (Alvaro), Danuza Leão (Silvia), Jofre Soares (Priester), Paulo César Pereiro, Maurício do Valle, Francisco Milani. Format: 35mm, 1:1.66, Schwarzweiß. Länge: 115 Minuten, 24 Bilder/Sekunde. Sprache: Brasilianisches Portugiesisch. Urauf- führung: 8. Mai 1967, Rio de Janeiro, Bruni-Flamengo. Weltvertrieb: Grupo Novo de Cinema e TV, Rua Capitão Salomão 42, Humaitá, Rio de Janeiro, RJ, Brasil 22271-040, Brasilien. Tel.: (55-21) 2539 1538. Fax: (55-21) 2266 3637, e-mail: [email protected] Der Film läuft im Rahmen der ‘Carte blanche’-Reihe und wurde von The film is being presented as part of the “carte-blanche” Peter B. Schumann ausgesucht. series and was selected by Peter B. Schumann. 1 Inhalt Synopsis Eldorado, ein fiktives Land. -
Cinema Marginal Brasileiro E Suas Fronteiras, Perspectiva Histórica
CINEMA MARGINALBRASILEIRO FILMES PRODUZIDOS NOS ANOS 1960 E 1970 Esta não é apenas uma reedição do livro Cinema Marginal Brasileiro, é uma nova edição, com treze novos fi lmes em relação às duas primeiras, lançadas em 2001 e 2004. Entre longas, médias e curtas-metragens, são cinquenta obras catalogadas e analisadas, fi lmes produzidos em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais, apontando a amplitude desse vigoroso movimento. Um sem-número de artigos críticos e de refl exão sobre o nosso cinema, bibliografi a comentada e fi lmografi a completa dos diretores participantes das cinco edições da mostra “Cinema Marginal e suas fronteiras”, duas delas realizadas em São Paulo (2001 e 2009), uma no Rio de Janeiro (2002) e outra em Brasília (2004), além do vasto material iconográfi co. Pela profundidade e abrangência, trata-se, indiscutivelmente, da mais completa publicação sobre o Cinema Marginal (experimental) dos anos 1960 e 1970. Viva Jairo Ferreira, viva Rogério Sganzerla, viva Sylvio Renoldi viva Carlos Reichenbach, viva todos os cineastas participantes desta mostra! 1 Concepção editorial Eugenio Puppo Vera Haddad Heloisa Cavalcanti de Albuquerque Pesquisa de imagens Alexandre Britto FILMES PRODUZIDOS NOS ANOS 1960 E 1970 Eugenio Puppo Marina Leme Produção editorial Eugenio Puppo Matheus Sundfeld Direção de arte e ilustrações Pedro Di Pietro Revisão de textos Lila Rodriguez Zanetti Edição e organização Thyago Nogueira EUGÊNIO PUPPO Coordenação e produção gráfica GFK Comunicação Impressão Stilgraf Heco Produções Ltda., 2012. Todos os direitos reservados www.portalbrasileirodecinema.com.br [email protected] 2 3 CINEMA MARGINAL BRASILEIRO NA CINEMATECA PORTUGUESA Temos grande satisfação em apresentar, no âmbito do Ano Brasil O cinema brasileiro permanece pouco visto em Portugal, sobretudo se pensarmos em uma Portugal, a mostra Cinema Marginal Brasileiro e suas Fronteiras, perspectiva histórica. -
Universidade Federal De São Carlos - Ufscar Departamento De Artes E Comunicação - Dac Programa De Pós-Graduação Em Imagem E Som - Ppgis
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - UFSCAR DEPARTAMENTO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - DAC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM IMAGEM E SOM - PPGIS LAILA ROTTER SCHMIDT DO PALCO AO ÉCRAN: ELES NÃO USAM BLACK-TIE VOLUME 1 SÃO CARLOS MARÇO DE 2012 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS - UFSCAR DEPARTAMENTO DE ARTES E COMUNICAÇÃO - DAC PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM IMAGEM E SOM - PPGIS LAILA ROTTER SCHMIDT DO PALCO AO ÉCRAN: ELES NÃO USAM BLACK-TIE VOLUME 1 Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos, na linha Narrativa Audiovisual, para obtenção do título de mestre em Imagem e Som. Área de concentração: Linguística, Letras e Artes - Artes - Cinema. Orientação: Profa. Dra. Josette Maria Alves de Souza Monzani SÃO CARLOS MARÇO DE 2012 Ficha catalográfica elaborada pelo DePT da Biblioteca Comunitária da UFSCar Schmidt, Laila Rotter. S349pe Do palco ao écran : Eles não usam black-tie / Laila Rotter Schmidt. -- São Carlos : UFSCar, 2012. 305 f. - (2 v.). Dissertação (Mestrado) -- Universidade Federal de São Carlos, 2012. 1. Cinema brasileiro. 2. Hirszman, Leon, 1937-1987. 3. Transcriação audiovisual. 4. Processos criativos. I. Título. CDD: 791.430981 (20a) 2 Nome: SCHMIDT, Laila Rotter Título: Do palco ao écran: Eles não usam black-tie Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos, na linha Narrativa Audiovisual, para obtenção do título de mestre em Imagem e Som. Área de concentração: Linguística, Letras e Artes -
(Gustavo Amaral) O Autor De Telenovela Brasil
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES GUSTAVO SILVA BARRANCO (GUSTAVO AMARAL) O AUTOR DE TELENOVELA BRASILEIRA Identificação e análise da obra de Walther Negrão, Lauro César Muniz e Silvio de Abreu São Paulo 2016 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES GUSTAVO SILVA BARRANCO (GUSTAVO AMARAL) O AUTOR DE TELENOVELA BRASILEIRA Identificação e análise da obra de Walther Negrão, Lauro César Muniz e Silvio de Abreu Dissertação apresentada à Área de Concentração: Teoria e Pesquisa em Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, como exigência parcial para obtenção do título de Mestre em Ciências da Comunicação, sob a orientação da Profª Drª Maria Cristina Palma Mungioli São Paulo 2016 Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte. Catalogação na Publicação Serviço de Biblioteca e Documentação Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo Dados fornecidos pelo(a) autor(a) Barranco, Gustavo Silva (Gustavo Amaral) O autor de telenovela brasileira: Identificação e análise da obra de Walther Negrão, Lauro César Muniz e Silvio de Abreu / Gustavo Silva Barranco (Gustavo Amaral). -- São Paulo: G. S. Barranco, 2016. 229 p. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação - Escola de Comunicações e Artes / Universidade de São Paulo. Orientadora: Maria Cristina Palma Mungioli Bibliografia 1. Autor 2. Roteiro 3. Telenovela 4. Estrutura narrativa 5. Folhetim I. Palma Mungioli, Maria Cristina II. Título. CDD 21.ed. - 791.45 FOLHA DE APROVAÇÃO Gustavo Silva Barranco (Gustavo Amaral) O Autor de Telenovela Brasileira: Identificação e Análise da Obra de Walther Negrão, Lauro César Muniz e Silvio de Abreu Dissertação apresentada à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo para obtenção do título de Mestre em Ciências da Comunicação. -
Sobre O Cinema Popular E Erótico
0 JOSÉ INACIO DE MELO SOUZA ABRINDO AS PERNAS AO SOM DE MOZART E BARTÓK: OBSERVAÇÕES SOBRE O CINEMA POPULAR E ERÓTICO RESUMO Ensaio sobre o filme popular e a comédia erótica produzidos na Boca do Lixo de São Paulo e na “Boca” carioca durante os anos de 1969 a 1982. As balizas foram dadas pelos filmes Adultério à brasileira, de Pedro Carlos Rovai, e Coisas eróticas, de Raffaele Rossi, o primeiro filme pornográfico a vencer a barreira da Censura. PALAVRAS-CHAVES Filme Popular; Comédia Erótica; Chanchada; Pornochanchada; Exibição; Boca do Lixo ABSTRACT Essay on the popular film and erotic comedy produced at the Boca do Lixo and the "Boca" carioca between 1969 and 1982. The analisys were limited by the films Adultério à brasileira (1969), directed by Pedro Carlos Rovai, and Coisas eróticas (1982), by Raffaele Rossi, the first pornographic movie to overcome the barrier of censorship. KEY WORDS Popular film; Erotic comedy; Chanchada; Pornochanchada; Exibition; Boca do Lixo 1 INTRODUZINDO O PROBLEMA: O BANHO DE CHUVEIRO O banho de Janet Leigh em Psicose (Psycho, 1960) de Alfred Hitchcock. Há sequência no cinema moderno mais analisada do que esta? Para um filme de 109 minutos, 45 segundos parecem um tempo desmesurado para a “cena do chuveiro”, termos com que a maioria dos comentários define este mínimo espaço dentro da narrativa. Para a sequência, Hitchcock usou três ou sete bíblicos dias dos 36 empregados nas filmagens, mostrando especial carinho pela meticulosidade dedicada ao momento de terror vivido pela protagonista. O argumento central é bem conhecido. Marion Crane (Janet Leigh), depois de dar um desfalque na firma em que trabalha, hospeda-se num motelzinho decadente de beira de estrada dirigido por Norman Bates (Anthony Perkins). -
Faculdade De Arquitetura, Artes E Comunicação (Faac) Programa De Pós-Graduação Em Comunicação
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE ARQUITETURA, ARTES E COMUNICAÇÃO (FAAC) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO LUÍS GERALDO ROCHA A CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA DE ELY AZEREDO E O CINEMA BRASILEIRO NA TRIBUNA DA IMPRENSA (1956-1964) E NO JORNAL DO BRASIL (1965-1973) Bauru 2017 LUÍS GERALDO ROCHA A CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA DE ELY AZEREDO E O CINEMA BRASILEIRO NA TRIBUNA DA IMPRENSA (1956-1964) E NO JORNAL DO BRASIL (1965-1973) Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, para obtenção do título de Mestre em Comunicação, sob a orientação do Prof. Dr. Arlindo Rebechi Junior. Bauru 2017 Rocha, Luís Geraldo. A crítica cinematográfica de Ely Azeredo e o cinema brasileiro na Tribuna da Imprensa (1956-1964) e no Jornal do Brasil (1965-1973) / Luís Geraldo Rocha, 2017 257 f. Orientador: Arlindo Rebechi Junior Dissertação (Mestrado)– Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, Bauru, 2017 1. Ely Azeredo. 2. Crítica cinematográfica. 3. Cinema Novo. 4. Cinema Marginal. 5. Comédia erótica I. Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação. II. Título. Dedico este trabalho aos meus pais, José Carlos e Carla, por todo o amor, carinho e esforço com que se dedicaram à minha formação. Do fundo do meu coração, muito obrigado! AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, alicerce de toda a minha vida, que com Seu amor infinito, me conferiu à graça de poder realizar este Mestrado. Sem Ele nada faria sentido. Ao Imaculado Coração da Santíssima Virgem Maria, cujas intercessões, confortaram-me e auxiliaram-me nos momentos de dúvidas, tristezas e angústias no qual me confrontei no decorrer desta pesquisa. -
O Figurino, a Narrativa, E Os Movimentos Artísticos Nos Filmes De Guel Arraes.Pdf
REITORA Ângela Maria Paiva Cruz VICE-REITOR José Daniel Diniz Melo DIRETORIA ADMINISTRATIVA DA EDUFRN Luis Passeggi (Diretor) Wilson Fernandes (Diretor Adjunto) Judithe Albuquerque (Secretária) CONSELHO EDITORIAL Luis Álvaro Sgadari Passeggi (Presidente) Ana Karla Pessoa Peixoto Bezerra Anna Emanuella Nelson dos S. C. da Rocha Anne Cristine da Silva Dantas Christianne Medeiros Cavalcante Edna Maria Rangel de Sá Eliane Marinho Soriano Fábio Resende de Araújo Francisco Dutra de Macedo Filho Francisco Wildson Confessor George Dantas de Azevedo Maria Aniolly Queiroz Maia Maria da Conceição F. B. S. Passeggi Maurício Roberto Campelo de Macedo Nedja Suely Fernandes Paulo Ricardo Porfírio do Nascimento Paulo Roberto Medeiros de Azevedo Regina Simon da Silva Richardson Naves Leão Rosires Magali Bezerra de Barros Tânia Maria de Araújo Lima Tarcísio Gomes Filho Teodora de Araújo Alves EDITORAÇÃO Kamyla Alvares (Editora) Alva Medeiros da Costa (Supervisora Editorial) Natália Melão (Colaboradora) Emily Lima (Colaboradora) Suewellyn Cassimiro (Colaboradora) REVISÃO Wildson Confessor (Coordenador) Vitória Belo (Colaboradora) DESIGN EDITORIAL Michele Holanda (Coordenadora) Marcos Paulo do N. Pereira (Miolo e Capa) Carla Patrícia Oliveira de Souza O FIGURINO, A NARRATIVA E OS MOVIMENTOS ARTÍSTICOS NOS FILMES DE GUEL ARRAES 2017 Divisão de Serviços Técnicos Catalogação da Publicação na Fonte. UFRN / Biblioteca Central Zila Mamede Souza, Carla Patrícia Oliveira de. O figurino, a narrativa e os movimentos artísticos nos filmes de Guel Arraes [recurso eletrônico] / Carla Patrícia Oliveira de Souza. – Natal, RN : EDUFRN, 2017. 156 p. : il. ; PDF ; 9.9 Mb Modo de acesso: <www.edufrn.ufrn.br> ISBN 978-85-425-0735-5 1. Arraes, Guel, 1953- 2. Cinema – Produção e direção. -
Célia Helena
Célia Helena Uma Atriz Visceral Célia Helena Uma Atriz Visceral Nydia Licia São Paulo, 2010 Governador Alberto Goldman Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho No Passado Está a História do Futuro A Imprensa Oficial muito tem contribuído com a sociedade no papel que lhe cabe: a democratização de conhecimento por meio da leitura. A Coleção Aplauso, lançada em 2004, é um exemplo bem-sucedido desse intento. Os temas nela abordados, como biografias de atores, diretores e dramaturgos, são garantia de que um fragmento da memória cultural do país será preservado. Por meio de conversas informais com jornalistas, a história dos artistas é transcrita em primeira pessoa, o que confere grande fluidez ao texto, conquistando mais e mais leitores. Assim, muitas dessas figuras que tiveram importância fundamental para as artes cê- nicas brasileiras têm sido resgatadas do esquecimento. Mesmo o nome daqueles que já partiram são frequentemente evocados pela voz de seus companheiros de palco ou de seus biógrafos. Ou seja, nessas histórias que se cruzam, verdadeiros mitos são redescobertos e imortalizados. E não só o público tem reconhecido a importância e a qualidade da Aplauso. Em 2008, a Coleção foi laureada com o mais importante prêmio da área editorial do Brasil: o Jabuti. Concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), a edição especial sobre Raul Cortez ganhou na categoria biografia. Mas o que começou modestamente tomou vulto e novos temas passaram a integrar a Coleção ao longo desses anos. Hoje, a Aplauso inclui inúmeros outros temas cor- relatos como a história das pioneiras TVs brasileiras, companhias de dança, roteiros de filmes, peças de teatro e uma parte dedicada à música, com biografias de com- positores, cantores, maestros, etc.