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RETRATOS DA MÚSICA BRASILEIRA 14 Anos No Palco Do Programa Sr.Brasil Da TV Cultura FOTOGRAFIAS: PIERRE YVES REFALO TEXTOS: KATIA SANSON SUMÁRIO
RETRATOS DA MÚSICA BRASILEIRA 14 anos no palco do programa Sr.Brasil da TV Cultura FOTOGRAFIAS: PIERRE YVES REFALO TEXTOS: KATIA SANSON SUMÁRIO PREFÁCIO 5 JAMELÃO 37 NEY MATOGROSSO 63 MARQUINHO MENDONÇA 89 APRESENTAÇÃO 7 PEDRO MIRANDA 37 PAULINHO PEDRA AZUL 64 ANTONIO NÓBREGA 91 ARRIGO BARNABÉ 9 BILLY BLANCO 38 DIANA PEQUENO 64 GENÉSIO TOCANTINS 91 HAMILTON DE HOLANDA 10 LUIZ VIEIRA 39 CHAMBINHO 65 FREI CHICO 92 HERALDO DO MONTE 11 WAGNER TISO 41 LUCY ALVES 65 RUBINHO DO VALE 93 RAUL DE SOUZA 13 LÔ BORGES 41 LEILA PINHEIRO 66 CIDA MOREIRA 94 PAULO MOURA 14 FÁTIMA GUEDES 42 MARCOS SACRAMENTO 67 NANA CAYMMI 95 PAULINHO DA VIOLA 15 LULA BARBOSA 42 CLAUDETTE SOARES 68 PERY RIBEIRO 96 MARIANA BALTAR 16 LUIZ MELODIA 43 JAIR RODRIGUES 69 EMÍLIO SANTIAGO 96 DAÍRA 16 SEBASTIÃO TAPAJÓS 44 MILTON NASCIMENTO 71 DORI CAYMMI 98 CHICO CÉSAR 17 BADI ASSAD 45 CARLINHOS VERGUEIRO 72 PAULO CÉSAR PINHEIRO 98 ZÉ RENATO 18 MARCEL POWELL 46 TOQUINHO 73 HERMÍNIO B. DE CARVALHO 99 CLAUDIO NUCCI 19 YAMANDU COSTA 47 ALMIR SATER 74 ÁUREA MARTINS 99 SAULO LARANJEIRA 20 RENATO BRAZ 48 RENATO TEIXEIRA 75 MILTINHO EDILBERTO 100 GERMANO MATHIAS 21 MÔNICA SALMASO 49 PAIXÃO CÔRTES 76 PAULO FREIRE 101 PAULO BELLINATI 22 CONSUELO DE PAULA 50 LUIZ CARLOS BORGES 76 ARTHUR NESTROVSKI 102 TONINHO FERRAGUTTI 23 DÉRCIO MARQUES 51 RENATO BORGHETTI 78 JÚLIO MEDAGLIA 103 CHICO MARANHÃO 24 SUZANA SALLES 52 TANGOS &TRAGEDIAS 78 SANTANNA, O Cantador 104 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) PAPETE 25 NÁ OZETTI 52 ROBSON MIGUEL 79 FAGNER 105 (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ANASTÁCIA 26 ELZA SOARES 53 JORGE MAUTNER 80 OSWALDO MONTENEGRO 106 Refalo, Pierre Yves Retratos da música brasileira : 14 anos no palco AMELINHA 26 DELCIO CARVALHO 54 RICARDO HERZ 80 VÂNIA BASTOS 106 do programa Sr. -
Universidade Estadual De Campinas Sandra Cristina
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES SANDRA CRISTINA NOVAIS CIOCCI CANTORES E CANÇÕES NOS FILMES DA ATLÂNTIDA SINGERS AND SONGS ON ATLÂNTIDA’S MOVIES CAMPINAS 2015 SANDRA CRISTINA NOVAIS CIOCCI CANTORES E CANÇÕES NOS FILMES DA ATLÂNTIDA Tese apresentada ao Programa de pós-graduação em Música, do Instituto de Artes, da Universidade Estadual de Campinas, como parte dos requisitos exigidos para a obtenção do título de Doutora em Música, na área de Fundamentos Teóricos. Thesis presented to the Music postgraduate program, from Arts Institute, on Universidade of Campinas, in part fulfillments of requirements for obtain the degree of doctor, in Theoretical Foundations area. Orientador: CLAUDINEY RODRIGUES CARRASCO ESTE EXEMPLAR CORRESPONDE À VERSÃO FINAL DA TESE DEFENDIDA PELA ALUNA SANDRA CRISTINA NOVAIS CIOCCI, E ORIENTADA PELO PROF. DR. CLAUDINEY RODRIGUES CARRASCO CAMPINAS 2015 Dedico este trabalho a três profissionais do cinema brasileiro que, atenciosamente, despenderam horas para fornecer detalhes para esta pesquisa. Ao diretor Carlos Manga, o rei da comédia, profissional incansável, criativo, apaixonado pela música brasileira. A Adelaide Chiozzo, a cantora eternizada nas comédias da Atlântida. A Billy Blanco, um compositor que emprestou a genialidade das suas canções para o cinema brasileiro. AGRADECIMENTOS Agradeço à UNICAMP, que considero minha segunda casa. Ao apoio da Rede Globo de televisão por meio do programa Globo Universidade, por ter aberto seus arquivos e agendado entrevistas fundamentais para a obtenção de dados. Aos professores que, mesmo não sendo meus orientadores, despenderam tempo lendo, comentando e corrigindo meus textos, trabalhos e planejamentos de aula: Rafael dos Santos, José Roberto Zan, Maria José Carrasqueira e Sara Lopes. -
Garota De Ipanema: Comentários Acerca Da Canção E De Três Versões Instrumentais Sob a Perspectiva Lucas Wink Interpretativa Da Bateria Lucas Wink
42 Garota de Ipanema: comentários acerca da canção e de três versões instrumentais sob a perspectiva Lucas Wink interpretativa da bateria Lucas Wink. GAROTA DE IPANEMA: COMENTÁRIOS ACERCA DA CANÇÃO E DE TRÊS VERSÕES INSTRUMENTAIS SOB A PERSPECTIVA INTERPRETATIVA DA BATERIA LUCAS WINK LUCAS WINK1 RESUMO Em virtude da grande popularidade conquistada ao longo dos 52 anos de existência, é possível constatar a adaptação da canção aos mais diversos gêneros musicais identificados com os mais variados moldes de construção discursivo-musical. Por meio do presente artigo, busca-se realizar uma breve observação acerca de aspectos que fazem de Garota de Ipanema uma das mais célebres e executadas canções populares brasileiras para então discorrer sobre três versões musicais que se ajustam àquela forma de discurso sonoro que garante grande ênfase no instrumentista: a música instrumental. A primeira versão a ser comentada é a de Tom Jobim, de 1963. A segunda é a do Milton Banana Trio, de 1965. A última é a versão do Trio Corrente, de 2005. Dando ênfase à interpretação de três diferentes bateristas, centraliza- se a análise musical sob a perspectiva interpretativa da bateria. Procura-se apontar, dessa forma, eventuais semelhanças e diferenças entre aspectos interpretativos específicos do instrumento ao utilizar uma das mais afamadas canções brasileiras da segunda metade do século XX como fonte para a obtenção de dados analítico-musicais. Palavras-chave: Música popular; Garota de Ipanema; bateria; interpretação. ABSTRACT Due to its great popularity earned over the 52 years of existence, it is possible to note the adjustment of the song to the most diverse musical genres identified with the most varied discursive and musical construction molds. -
Março 2012 Revista UBC
REVISTA DA UNIÃO BRASILEIRA DE COMPOSITORES #12 / MARÇO de 2012 + TOCA (E VÊ) RAUUUUUL! + EMBARQUE DE INSTRUMENTOS: A CONFUSÃO ESTÁ NO AR + NOS 70 ANOS DA UBC, UMA HOMENAGEM A MÁRIO LAGO ALCEU VALENÇA REVERENCIADO NO CARNAVAL DE PERNAMBUCO, QUE AJUDOU A CRAVAR NO IMAGINÁRIO BRASILEIRO, COMPOSITOR COMEMORA QUATRO DÉCADAS DE UMA CARREIRA BEM-SUCEDIDA REVISTA DA UNIÃO 40 BRASILEIRA DE 50 COMPOSITORES #12 : MARÇO de 2012 Frédéric Chopin Ângela Maria EDITORIAL 60 A música é união, sinfonia, encontro de sons. No caso das canções, o som dos instrumentos se junta à poesia e à voz. Mas quem cria beleza para todos precisa sobreviver, viver do produto de seu trabalho, ver sua obra e seu talento reconhecidos. Aí nasce um importante direito humano, o autoral. A história da luta dos compositores musicais do Brasil vem desde a pioneira Chiquinha Gonzaga e tem uma data símbolo, 22 de junho de 1942. Foi o dia em que todos se uniram para fundar a União Brasileira de Compositores, a UBC. Há 70 anos, a UBC é a nossa sinfônica, o braço que nos une e 70 protege os nossos direitos. Dercy Gonçalves 80 Vinicius de Moraes 90 04-05 06-07 08-09 10-11 12-13 ÍNDICE Rita Lee Mário Lago 2000 14-15 16-17 18-19 20-21 22 04 : NOVIDADES NACIONAIS 11 : FIQUE DE OLHO 2010 06 : LANÇAMENTOS 12 : CAPA: ALCEU VALENÇA 07 : NOVIDADES inTERnacionais 16 : ENTREVISTA: BID 08 :CINEMA: RAUL SEIXAS 17 : ARRECADAÇÃO DIGITAL 10 : ENTREVISTA: FILIPE CATTO 18 : TRANSPORTE DE INSTRUMENTOS 20 : HOMENAGEM: MÁRIO LAGO erasmo carlos ROUPA NOVA A Revista UBC é uma publicação da União Brasileira -
A Polêmica Das Biografias
A polêmica das biografias Não fosse por um italiano nascido em 1511, ninguém saberia hoje que o pintor Paolo Uccello abandonou uma obra num mosteiro, porque o abade lhe enchia diariamente de queijo. E Uccello, vejam só, odiava queijo! Não saber-se-ia também que Polidoro de Caravaggio foi morto por um aprendiz que “gostava mais do dinheiro do mestre do que do próprio mestre”. Histórias como essas, que misturam detalhes da vida pessoal com descrições sobre como foram realizadas as obras de 133 artistas renascentistas, são conhecidas hoje pelo trabalho de Giorgio Vasari. Pintor, arquiteto e escritor, Vasari ficou conhecido como o primeiro biógrafo de artistas, como aquele que deu origem à história da arte ao publicar, em 1550, o livro Vidas dos artistas. Giorgio Vasari Por muito tempo, a biografia foi considerada um gênero menor e desacreditado pela Academia, embora tenha a característica de ser de grande apelo popular. Foi preciso esperar até os anos 1980, para que o gênero biografia ganhasse um renascimento fulminante tanto erudito quanto comercial. Em seu livro O desafio biográfico, uma espécie de biografia da biografia, lançado no Brasil pela Edusp, em 2009, o historiador e epistemólogo francês François Dosse mostra como o relato sobre a vida de artistas, políticos e pensadores deixou de ser o patinho feio das universidades e editoras, para tornar-se um imprescindível vetor de difusão de memória e conhecimento em seu país. Para o historiador, trata-se de um agente capaz de redimensionar o legado de uma figura histórica, esteja ela viva ou morta. [...] Dosse, inclusive, reagiu com perplexidade ao ser informado sobre os detalhes do sistema de censura prévia imposto aos biógrafos brasileiros, que há anos vem inibindo a produção do gênero em nosso país. -
Popular Culture Imaginings of the Mulatta: Constructing Race, Gender
Popular Culture Imaginings of the Mulatta: Constructing Race, Gender, Sexuality, and Nation in the United States and Brazil A DISSERTATION SUBMITTED TO THE FACULTY OF THE GRADUATE SCHOOL OF THE UNIVERSITY OF MINNESOTA BY Jasmine Mitchell IN PARTIAL FULFILLMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY Bianet Castellanos, Co-adviser Erika Lee, Co-adviser AUGUST 2013 © Jasmine Mitchell 2013 Acknowledgements This dissertation would have been impossible without a community of support. There are many numerous colleagues, family, friends, and mentors that have guided ths intellectual and personal process. I would first like to acknowledge my dissertation committee for their patience, enthusiasm, and encouragement while I was in Minneapolis, New York, São Paulo, and everywhere in between. I am thankful for the research and methodological expertise they contributed as I wrote on race, gender, sexuality, and popular culture through an interdisciplinary and hemispheric approach. Special gratitude is owed to my co-advisors, Dr. Bianet Castellanos and Dr. Erika Lee for their guidance, commitment, and willingness to read and provide feedback on multiple drafts of dissertation chapters and applications for various grants and fellowships to support this research. Their wisdom, encouragement, and advice for not only this dissertation, but also publications, job searches, and personal affairs were essential to my success. Bianet and Erika pushed me to rethink the concepts used within the dissertation, and make more persuasive and clearer arguments. I am also grateful to my other committee members, Dr. Fernando Arenas, Dr. Jigna Desai, and Dr. Roderick Ferguson, whose advice and intellectual challenges have been invaluable to me. -
Deliberativa Ordinária - CD LOCAL: Plenário Principal - CD INÍCIO: 14H TÉRMINO: 18H56min
DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO SESSÃO: 120.2.55.O DATA: 17/05/16 TURNO: Vespertino TIPO DA SESSÃO: Deliberativa Ordinária - CD LOCAL: Plenário Principal - CD INÍCIO: 14h TÉRMINO: 18h56min DISCURSOS RETIRADOS PELO ORADOR PARA REVISÃO Hora Fase Orador 15:30 PE CLAUDIO CAJADO 18:26 GE DANIEL ALMEIDA Obs.: Ata da 120ª Sessão da Câmara dos Deputados, Deliberativa Ordinária, Vespertina, da 2ª Sessão Legislativa Ordinária, da 55ª Legislatura, em 17 de maio de 2016. Presidência dos Srs.: Waldir Maranhão, 1º Vice-Presidente, no exercício da Presidência. Carlos Manato, Raimundo Gomes de Matos, Mauro Pereira, Izalci, nos termos do § 2º do artigo 18 do Regimento Interno. ÀS 14 HORAS COMPARECEM À CASA OS SRS.: Waldir Maranhão Giacobo Beto Mansur Felipe Bornier Mara Gabrilli Alex Canziani Mandetta Gilberto Nascimento Luiza Erundina Ricardo Izar CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ REDAÇÃO FINAL Número Sessão: 120.2.55.O Tipo: Deliberativa Ordinária - CD Data: 17/05/2016 Montagem: 5185/4176 I - ABERTURA DA SESSÃO O SR. PRESIDENTE (Carlos Manato) - A lista de presença registra na Casa o comparecimento de 195 Senhoras Deputadas e Senhores Deputados. Está aberta a sessão. Sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro iniciamos nossos trabalhos. O Sr. Secretário procederá à leitura da ata da sessão anterior. II - LEITURA DA ATA O SR. DELEGADO EDSON MOREIRA , servindo como 2º Secretário, procede à leitura da ata da sessão antecedente, a qual é, sem observações, aprovada. III - EXPEDIENTE (Não há expediente a ser lido) 3 CÂMARA DOS DEPUTADOS - DETAQ REDAÇÃO FINAL Número Sessão: 120.2.55.O Tipo: Deliberativa Ordinária - CD Data: 17/05/2016 Montagem: 5185/4176 O SR. -
Do Retrato De Vargas À Carta De Brasília
Paulo Amador Do retrato de Vargas à Carta de Brasília: 50 anos de Fenaseg Grupiara Comunicação 1 Apresentação Dentre as comemorações previstas para marcar o Cinqüentenário da Fenaseg, a edição deste livro - “Do retrato de Vargas à Carta de Brasília” - reveste-se de significado especial. Além de historiar a evolução da entidade, que temos tido a honra de Presidir desde 1992, enseja uma reflexão muito positiva sobre a laboriosa dedicação de dirigentes, conselheiros, técnicos e servidores da Fenaseg, e seu empenho no esforço corporativo no sentido do aprimoramento regulamentar e institucional do mercado de seguros, capita- lização e previdência privada. Para escrevê-lo, convocamos o jornalista Paulo Amador, credenciado para a tarefa por um currículo que inclui mais de uma dezena de obras pu- blicadas e vários prêmios literários, mas particularmente, pela demonstração de um indisfarçável entusiasmo por tudo quanto diga respeito à cultura da atividade seguradora em nosso País. Nesta oportunidade, em que se presta uma homenagem tão justa ao passado da Fenaseg, e quando nos voltamos tão esperançosamente para o futuro de nossa atividade, eu me permitiria lembrar um nome. Conforme declarado pelo próprio autor deste livro, a nitidez do registro da história de nossa Federação, coligida em milhares de páginas e documentos consulta- dos, deve muito a pessoas tão excepcionalmente dedicadas como foi Luiz Mendonça. João Elisio Ferraz de Campos Presidente da Fenaseg 2 Antelóquio e Agradecimento Para realizar este livro, premido pelo tempo (três meses desde o iní- cio da pesquisa até sua entrega à gráfica) e pela perspectiva do desafio de não cansar a paciência do leitor, fui obrigado a fazer algumas escolhas. -
Uma Árvore Da Música Brasileira, Das DA MÚSICA EINURDOÍGPEENIAA Edições Sesc São Paulo, E Não Pode Ser Vendido Separadamente
Cordel do Fogo Encantado Mestre Ambrósio Pitty Beto Guedes Paulinho Moska Cássia Eller Nação Zumbi Lô Borges Rumo Nuno Mindelis Capital Inicial Titãs DJ Patife Maria Rita Renato Braz Mundo Livre S/A Suzana Salles Legião Urbana Velhas Virgens Itamar Assumpção Tavinho Moura Cólera Skank André Christovam Suba Sepultura Chico César Damiano Cozzella Chico Science Inocentes T DJ Dolores Ultraje a Rigor Pato Fu Djavan Luiz Tatit Wagner Tiso Flávio Guimarães A Blues Etílicos E O Rappa Guilherme Arantes B Ira! Zélia Duncan Rogério Duprat E U DJ Marky Arrigo Barnabé Márcio Borges Ratos de Porão G Engenheiros do Havaii Jota Quest N Camisa de Vênus RPM Marina Lima Seu Jorge A Celso Blues Boy M DJ Mau Mau Vânia Bastos Toninho Horta Júlio Medaglia Cazuza Mamonas Assassinas P Fátima Guedes Tony Osanah U N Karol Conka Oswaldo Montenegro Ná Ozzetti BL K Barão Vermelho Milton Nascimento O Terço UES Ritchie Criolo Raimundos Adriana Calcanhoto Lobão Léo Jaime Rincon Sapiência Premeditando o Breque Lanny Gordin Kid Abelha Ludmilla V Ronaldo Bastos Som Nosso de Cada Dia Charlie Brown Jr. AN Sabotage G Ney Matogrosso Zé Ramalho U Paralamas do Sucesso Emicida A C R Made in Brazil Anitta D L Capinan Blitz A U Black Alien Fafá de Belém P B Emílio Santiago A Rappin’ Hood E Fábio Jr. Simone U L D Secos & Molhados Lulu Santos Rosa Passos Bonde do Tigrão Alceu Valença I S A T Torquato Neto Marcelo D2 Danilo Caymmi A E Belchior N Wando S Tati Quebra-Barraco Walter Franco A Joelho de Porco Q Rita Lee Leny Andrade Sérgio Mendes Aldir Blanc Gabriel, o Pensador Fagner -
Cinema Brasileiro E Futebol – 70 Anos Driblando a Precariedade
Cinema brasileiro e futebol – 70 anos driblando a precariedade Adriano Messias de Oliveira∗ [email protected] Futebol e cinema são fenômenos da soci- trar intenções de se colocar a imagem em edade moderna, e representam valores cultu- movimento na Renascença, chegando-se às rais, sociais e econômicos que estão presen- pesquisas na área da física (cinemática) nos tes entre nós desde o final do século XIX. séculos XVIII e XIX. Era um momento em Apesar de o futebol ter origens milenares que os cientistas, empolgados com invenções (há quem diga que rudimentos desta prática como a da fotografia (entenda-se daguerreo- esportiva podem ser encontrados na China tipia), acreditavam ser possível criar-se en- há 5.000 anos) e ter perpassado parte da genhocas que pudessem simular os movi- Idade Média com uma configuração bem se- mentos. Em breve, máquinas – dentre elas, a melhante à atual, foi apenas a partir do sé- mais famosa foi o cinematógrafo dos irmãos culo XVIII, na Inglaterra, que ele ganhou Lumière – captavam as nuances da vida no forma e regras mais definidas, tendo seu vi- planeta. Estava o cinema inventado e, daí gor instaurado a partir do início do século para se tornar um meio de comunicação po- XX. O cinema também tem origens secula- deroso, foi questão de uma ou duas décadas e res, e tem remotíssimas afinidades, segundo o investimento de muitos pesquisadores, co- alguns, com práticas chinesas como a da lan- merciantes, atores e industriais em diferen- terna mágica, em que figuras eram projetadas tes países. Assim como o futebol, o cinema por meio de uma tela atrás da qual um foco terá seu desenvolvimento acelerado a partir de luz existia. -
SP Edison Delmiro Silva O Papel Narrativo Da Canção Nos Filmes
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP Edison Delmiro Silva O papel narrativo da canção nos filmes brasileiros a partir da Retomada DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA SÃO PAULO 2008 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC - SP Edison Delmiro Silva O papel narrativo da canção nos filmes brasileiros a partir da Retomada DOUTORADO EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA Tese apresentada à Banca Examinadora como exigência parcial para a obtenção do título de doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo sob a orientação da Profa. Doutora Leda Tenório da Motta SÃO PAULO 2008 BANCA EXAMINADORA __________________________________ __________________________________ __________________________________ __________________________________ __________________________________ Edison Delmiro Silva O papel narrativo da canção nos filmes brasileiros a partir da Retomada RESUMO: A partir da análise de sessenta e dois filmes brasileiros lançados a partir de 1995, a tese apresenta uma categorização do papel narrativo das canções populares nestas produções. A filmografia deste período denominado “Retomada do Cinema Nacional” apresenta o uso desta forma musical específica para a construção dos significados nas cenas e, em última instância, para a constituição de alegorias que formam uma identidade cultural contemporânea e renovam a noção de nacionalidade representada no cinema. O estudo aplica os paradigmas analíticos da trilha sonora audiovisual no contexto da canção, categoriza as suas funções narrativas -
Lídia Carla Holanda Alcântara MEMORIAL DE MARIA MOURA: Do
Lídia Carla Holanda Alcântara MEMORIAL DE MARIA MOURA: do romance à minissérie São Paulo 2015 LÍDIA CARLA HOLANDA ALCÂNTARA MEMORIAL DE MARIA MOURA: do romance à minissérie Tese de doutorado apresentada ao curso de pós-graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como requisito para a obtenção do título de Doutor. Orientadora: Profª. Drª. Maria Luiza Guarnieri Atik São Paulo 2015 LÍDIA CARLA HOLANDA ALCÂNTARA MEMORIAL DE MARIA MOURA: do romance à minissérie Tese de doutorado apresentada ao curso de pós-graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, como requisito para a obtenção do título de Doutor. Banca Examinadora ___________________________________ Profª. Drª. Maria Luiza Guarnieri Atik ____________________________________ Profa. Dra. Ana Lúcia Trevisan ______________________________ Profa. Dra. Gloria Carneiro do Amaral ____________________________________ Profa. Dra. Alleid Ribeiro Machado ______________________________ Profa. Dra. Maria Helena Peixoto AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, a Deus, por tudo. À minha orientadora querida, professora Maria Luiza Atik, pelo companheirismo, pelo carinho, por guiar, orientar, sem nunca impor sua opinião. A ela, que sempre com muita humildade e paciência, mostra o caminho, o meu “muito obrigada” jamais seria o suficiente. Aos meus pais, pela incansável dedicação, por me mostrarem o que é o amor e a compreensão, especialmente nessa cansativa jornada. Se eu sou hoje alguém, devo a vocês. Sou muito abençoada por tê-los em minha vida. À minha irmã Luiza, que é meu exemplo de dedicação e força de vontade, por simplesmente estar sempre do meu lado, acreditando em mim mais do que eu mesma, me ajudando sem nunca pedir nada em troca. À minha irmã Verena, que está sempre disposta a ajudar, até mesmo nas horas mais difíceis.