Exílio Em Ferreira Gullar
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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO Os Livros Infantis Brasileiros Que Aqui Circulam, Não Circulam Como L
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO DE PESQUISA Os livros infantis brasileiros que aqui circulam, não circulam como lá NORMA SANDRA DE ALMEIDA FERREIRA Campinas, março de 2009 PESQUISADOR RESPONSÁVEL Profª. Drª. Norma Sandra de Almeida Ferreira Docente do Departamento de Educação, Conhecimento, Linguagem e Arte – DELART Faculdade de Educação – Universidade Estadual de Campinas – São Paulo – Brasil Endereço:Rua Bertrand Russell, 801, caixa postal: 6120 Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – CEP 13083-970 telefones: Departamento: (0XX 19) 3521-5578 e-mail: [email protected] PROFESSOR INTERLOCUTOR Prof. Dr. António Branco (Professor Associado) Centro de Investigação em Artes e Comunicação Universidade do Algarve – Faro – Portugal Endereço: Campus de Gambelas, 8005-139 Faro, Portugal. e-mail: [email protected] 2 Os livros infantis brasileiros que aqui circulam, não circulam como lá RESUMO O presente estudo pretende investigar a circulação e recepção, em Portugal, de livros de literatura infantil escritos por autores brasileiros. Toma como desafio a identificação da presença e do circuito desses livros, cuja materialidade traz inscrita a percepção que os editores têm de seus leitores e de suas práticas de leitura. Indaga sobre quais são as obras e autores à disposição dos leitores portugueses; em que edições e projetos editoriais essas obras são encontradas; quais práticas de leitura esses livros suscitam e instigam, previstas e inscritas em seus projetos editoriais e quais são os leitores que procuram esses livros. O material a ser coletado consistirá de fichas preenchidas pelos leitores, depoimentos de bibliotecários e professores, os próprios livros, etc., no trabalho realizado em bibliotecas públicas de Portugal, mais especificamente nas cidades de Algarve e Lisboa, e será interpretado à luz dos estudos e reflexões oriundos da História Cultural (Chartier, 1996; 1998; Darnton, 1990;1992). -
As Muitas Faces Da Morte Na Poesia De Ferreira Gullar
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE LITERATURA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS MESTRADO EM LITERATURA COMPARADA William Lima Lial AS MUITAS FACES DA MORTE NA POESIA DE FERREIRA GULLAR Fortaleza – Ceará 2012 1 William Lima Lial AS MUITAS FACES DA MORTE NA POESIA DE FERREIRA GULLAR Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará, como requisito à obtenção do título de Mestre em Letras. Área de Concentração: Literatura Comparada. Orientador: Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio Fortaleza – Ceará 2012 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação Universidade Federal do Ceará Biblioteca de Ciências Humanas L66m Lial, William Lima. As muitas faces da morte na poesia de Ferreira Gullar / William Lima Lial,. – 2012. 131 f. , enc. ; 30 cm. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Centro de Humanidades, Departamento de Literatura, Programa de Pós-Graduação em Letras, Fortaleza, 2012. Área de Concentração: Literatura comparada. Orientação: Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio. 1.Gullar,Ferreira,1930- – Crítica e interpretação.2.Morte na literatura. 3.Perda (Psicologia). I.Título. CDD B869.14 2 William Lima Lial AS MUITAS FACES DA MORTE NA POESIA DE FERREIRA GULLAR Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará, como requisito à obtenção do título de Mestre em Letras. Área de Concentração: Literatura Comparada. Aprovada em 14 de Setembro de 2012. Banca Examinadora: __________________________________________ Orientador Prof. Dr. Marcelo Almeida Peloggio Universidade Federal Do Ceará – UFC __________________________________________ Profa. Dra. Sarah Diva da Silva Ipiranga Universidade Estadual do Ceará – UECE __________________________________________ Prof. Dra. Ana Márcia Alves Siqueira Universidade Federal Do Ceará – UFC __________________________________________ Profa. -
Quem Deu a Ciranda a Lia? a História Das Mil E Uma Lias Da Ciranda (1960-1980)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Centro de Filosofia e Ciências Humanas Departamento de História Programa de Pós-Graduação em História Quem deu a ciranda a Lia? A história das mil e uma Lias da ciranda (1960-1980) Déborah Gwendolyne Callender França Recife, 2011 Déborah Gwendolyne Callender França Quem deu a ciranda a Lia? A história das mil e uma Lias da ciranda (1960-1980) Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco, como requisito para obtenção do título de Mestre em História. Orientadora: Isabel Cristina Martins Guillen Recife, 2011 Catalogação na fonte Bibliotecária Maria do Carmo de Paiva, CRB4-1291 F814q França, Déborah Gwendolyne Callender. Quem deu a ciranda a Lia? : a história das mil e uma Lias da ciranda (1960-1980) / Déborah Gwendolyne Callender França. – Recife: O autor, 2011. 203 f. : il. ; 30 cm. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Isabel Cristina Martins Guillen. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós Graduação em História, 2011. Inclui bibliografia. 1. História. 2. Cultura popular – Pernambuco. 3. Danças folclóricas. 4. Ciranda. 5. Indústria cultural. I. Guillen, Isabel Cristina Martins (Orientadora). II. Titulo. 981 CDD (22.ed.) UFPE (CFCH2011-122) Déborah Gwendolyne Callender França Quem deu a ciranda a Lia? A história das mil e uma Lias da ciranda (1960-1980) Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco Banca Examinadora Prof.ª Dr.ª Isabel Cristina Martins Guillen Departamento de História da UFPE Orientadora Prof.º Dr. Antônio Paulo Rezende Universidade Federal de Pernambuco Examinador Interno Prof.º Dr. -
A Poesia Neoconcreta De Ferreira Gullar E a Teoria Do Não-Objeto
A CRÍTICA DE ARTE DE FERREIRA GULLAR, E O DEBATE DA VANGUARDA NO FINAL DOS ANOS 1950 Renato Rodrigues da Silva, PhD Doutor em História e Crítica da Arte pela Universidade do Texas Professor da UNIRIO RESUMO: Considerando a crítica de Ferreira Gullar no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil (1956–61) e a sua defesa da autonomia da arte, analisamos as diferenças entre Concretismo e Neoconcretismo. Assim, avaliamos a contribuição da sua parceria com Lygia Clark para o debate artístico do final dos anos 1950, entendendo que ela enfatizou a superfície como o elemento caracterizador e revolucionário da pintura. Nossa conclusão é que a crítica de Gullar foi transdisciplinar naquele período. PALAVRAS-CHAVE: Ferreira Gullar e o SDJB. Concretismo e Neoconcretismo. Lygia Clark e a superfície pictórica. O debate artístico do final dos anos 1950. Transdisciplinaridade. ABSTRACT: Considering Ferreira Gullar’s art criticism in the Sunday Supplement of Jornal do Brasil (1956–61) and his defense of art’s autonomy, we analyzed the differences between Concretism and Neoconcretism. Thus, we evaluated the importance of his partnership with Lygia Clark to the artistic debate of the late 1950s, understanding that she emphasized the surface as the characterizing and revolutionary element of painting. Our conclusion is that Gullar’s art criticism was transdisciplinary during that time. KEYWORDS: Ferreira Gullar and the SDJB. Concretism and Neoconcretism. Lygia Clark and the pictorial surface. The artistic debate in the late 1950s. Transdisciplinarity. PROMETEUS - Ano 9 - Número 19 – Janeiro-Junho/2016 - E-ISSN: 2176-5960 Introdução No “Manifesto Neoconcreto,” o crítico e poeta Ferreira Gullar (1930–) formalizou as divergências que tinham dividido o Concretismo Brasileiro em duas tendências. -
UNESP MARIA DO SOCORRO GOMES TORRES MAGMA: 80 Anos De Poesia
UNESP Universidade Estadual Paulista “Júlio De Mesquita Filho” Câmpus de São José do Rio Preto MARIA DO SOCORRO GOMES TORRES MAGMA: 80 anos de poesia São José do Rio Preto 2016 MARIA DO SOCORRO GOMES TORRES Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da UNESP - Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas de São José do Rio Preto, Área de Concentração: Teoria e Estudos Literários, como requisito para obtenção do título de Doutora em Teoria Literária. Orientadora: Dra. Diana Junkes Bueno Martha São José do Rio Preto 2016 Torres, Maria do Socorro Gomes Magma: 80 anos de poesia - Maria do Socorro Gomes Torres - - São José do Rio Preto, 2016 308f, il. Orientadora: Diana Yunkes Bueno Martha Tese (Doutorado) Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, – Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas 1.Literartura brasileira - História e crítica – Teoria, etc. 2. Poesia brasileira – História e crítica – Teoria, etc. 3. Rosa, João Guimarães, 1908 – 1967 – Magma – Crítica e interpretação. 4. Poética. 5. Modernismo (Literatura). I. Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas. II. Título. CDU – B869-1.09 Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca do IBILCE UNESP – Câmpus de São José do Rio Preto MARIA DO SOCORRO GOMES TORRES Magma: 80 anos de poesia Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Letras da UNESP - Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas de São José do Rio Preto, Área de Concentração: Teoria e Estudos Literários, como requisito para obtenção do título de Doutora em Teoria Literária. -
Ferreira Gullar
SEGUNDA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO DE 2016 CAPITAL E INTERIOR R$ 2.00 www.oimparcial.com.br DESPEDIDA Eu deixarei o mundo com fúria. Não importa o que aparentemente aconteça, se docemente me retiro (...) (...)Não chorarei. Não há soluço maior que despedir-se da vida. FERREIRA GULLAR 10-09-1930 4-12-2016 * + Morre Ferreira Gullar, fica a poesia imortal O imortal maranhense Ferreira Gullar estava internado no Hospital Copa d’Or, na zona sul do Rio de Janeiro, e faleceu de insuficiência respiratória, em decorrência de uma pneumonia. Gullar era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 2014. PÁGINA TRÊS K.GEROMY\OIMP\D.A PRESSS Anticorrupção Manifestantes Natal Biblioteca Municipal fazem atos em 26 cidades realiza programação natalina Em São Luís, os manifestantes realizaram dois movimentos, um no período da A Biblioteca Municipal José Sarney realiza a campanha “Natal com Leitura”, manhã, na Avenida Litorânea, e outro à tarde, em frente à Assembleia Legislativa que tem como objetivo estimular a leitura. O projeto está recebendo doações do Estado do Maranhão, onde aconteceu um ato de lavagem das escadarias. VIDA de livros na sede da biblioteca, no Bairro de Fátima. IMPAR K.GEROMY\OIMP\D.A PRESSS Renan e Maia são alvos Quadrilha é presa com das manifestações 40 kg de maconha deste domingo em Santa Eigênia Cinco pessoas foram detidas em flagrante com As manifestações em favor da Operação Lava- mais de 40kg de maconha pronta para comércio, no Jato e contra mudanças no pacote de 10 medidas bairro da Santa Efigênia, em São Luís. A operação contra a corrupção, que tomaram as ruas de várias foi conduzida pelo Grupo Tático Móvel, do 6º cidades brasileiras ontem, pediam a saída dos Batalhão da Polícia Militar do Maranhão. -
A Invenção Do Sertão No Romance D'a Pedra Do Reino
2 Universidade Federal de Pernambuco Centro de Filosofia e Ciências Humanas - CFCH Programa de Pós-Graduação em História Anderson Bruno da Silva Oliveira A INVENÇÃO DO SERTÃO NO ROMANCE D’A PEDRA DO REINO Recife 2015 3 Anderson Bruno da Silva Oliveira A INVENÇÃO DO SERTÃO NO ROMANCE D’A PEDRA DO REINO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco na Linha de Pesquisa Cultura e Memória do Norte e Nordeste como requisito para a obtenção do título de Mestre em História. Orientador: Durval Muniz de Albuquerque Jr. Recife 2015 4 Catalogação na fonte Bibliotecária Helena Azevedo, CRB4-1737 O48i Oliveira, Anderson Bruno da Silva. A invenção do sertão no romance D’A Pedra do Reino / Anderson Bruno da Silva Oliveira. – Recife: O autor, 2015. 140 f. ; 30cm. Orientador: Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Pernambuco, CFCH. Programa de Pós–Graduação em História, 2015. Inclui referências. 1. História. 2. Memória Coletiva. 3. Suassuna, Ariano – 1927-2014 - Biografia. 4. Cultura. 5. Movimento Armorial (Arte Brasileira). I. Durval Muniz de Albuquerque Júnior (Orientador). II Título. 150 CDD (22.ed.) UFPE (BCFCH2015-101) 5 Anderson Bruno da Silva Oliveira “A INVENÇÃO DO SERTÃO NO ROMANCE D’A PEDRA DO REINO” Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em História. Aprovado em: 20/08/2015 BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior Orientador (Departamento de História/UFRN) Prof. -
Do Ressentimento À Cicatriz: Memória E Exílio Em Ferreira Gullar
VIVIANE APARECIDA SANTOS DO RESSENTIMENTO À CICATRIZ: MEMÓRIA E EXÍLIO EM FERREIRA GULLAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS: TEORIA LITERÁRIA E CRÍTICA DA CULTURA Novembro de 2010 VIVIANE APARECIDA SANTOS DO RESSENTIMENTO À CICATRIZ: MEMÓRIA E EXÍLIO EM FERREIRA GULLAR Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado em Letras da Universidade Federal de São João del-Rei, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Letras. Área de Concentração: Teoria Literária e Crítica da Cultura Linha de Pesquisa: Literatura e Memória Cultural Orientadora: Profª. Drª. Maria Ângela de Araújo Resende PROGRAMA DE MESTRADO EM LETRAS: TEORIA LITERÁRIA E CRÍTICA DA CULTURA Novembro de 2010 VIVIANE APARECIDA SANTOS DO RESSENTIMENTO À CICATRIZ: MEMÓRIA E EXÍLIO EM FERREIRA GULLAR Banca Examinadora: Profª. Drª. Maria Ângela de Araújo Resende - UFSJ Orientadora Profa. Dra. Terezinha Maria Scher Pereira- UFJF Profa. Dra. Eliana da Conceição Tolentino – UFSJ Profa. Dra. Eliana da Conceição Tolentino Coordenadora do Programa de Mestrado em Letras São João del-Rei, 05 de novembro de 2010 A arte existe porque a vida não basta. Ferreira Gullar AGRADECIMENTOS A Deus, fonte primeira de inspiração e grande responsável por esta vitória. À Maria Ângela que, mais do que orientadora, foi uma amiga paciente e compreensiva, sempre apontando os caminhos a serem trilhados. Obrigada por acreditar na minha capacidade, por contribuir para o meu crescimento. Agradeço os direcionamentos, interferências e contribuições tão necessárias e decisivas para a realização deste trabalho. A meus pais, Heitor e Maria, a quem eu devo tudo o que tenho e sou. Obrigada pelo exemplo de vida que sempre foram para mim; pelo incentivo, apoio e paciência diários e pela confiança que sempre depositaram em meu potencial. -
A Passagem Do Tempo Na Obra Poema Sujo (Ferreira Gullar)
SOARES, Mariana Baierle e AZEVEDO, Paulo Seben. A passagem do tempo na obra Poema Sujo (Ferreira Gullar). Revista FronteiraZ, São Paulo, n. 7, dezembro de 2011. A PASSAGEM DO TEMPO NA OBRA POEMA SUJO (FERREIRA GULLAR) Mariana Baierle Soares Mestranda (UFRGS / bolsista CNPq) Professor Doutor Paulo Seben de Azevedo (Orientador/ UFRGS) RESUMO: Poema Sujo (1976) foi escrito em Buenos Aires, onde Ferreira Gullar estava exilado. A oposição entre presente e passado é constante: o eu lírico demonstra insatisfação com o presente e nostalgia do passado. A passagem do tempo permeia todo o poema, mas é destaque em três momentos: 1) a vida, 2) o dia e a noite, 3) a cidade. A obra pode ser lida como uma crítica à ditadura através de um recuo insistente ao passado como artifício para negar e questionar o momento “sujo” do Brasil na década de 1970. PALAVRAS-CHAVE: Poema Sujo; tempo; ditadura; passado ABSTRACT: Dirty Poem (1976) was written in Buenos Aires, where Ferreira Gullar was exiled. The opposition between past and present is constant: the speaker demonstrates displeasure with the present and nostalgia of the past. The passage of time permeates the whole poem, but it is notable in three moments: 1) life, 2) the day and the night, 3) the city. The book can be read as a critique of the dictatorship through an insistent retreat to the past as a strategy to deny and question the “dirty” moment of Brazil in the 1970s. KEYWORDS: Dirty Poem; time; dictatorship; past 1 SOARES, Mariana Baierle e AZEVEDO, Paulo Seben. A passagem do tempo na obra Poema Sujo (Ferreira Gullar). -
Juliet Attwater
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE provided by Repositório Institucional da UFSC UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE TRADUÇÃO Juliet Attwater TRANSLATING BRAZILIAN POETRY: A BLUEPRINT FOR A DISSENTING CANON AND CROSS-CULTURAL ANTHOLOGY Tese submetida ao Programa de Estudos de Traduçao da Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Doutora em Estudos deTradução. Orientador: Prof. Dr. Walter Carlos Costa Co-orientador: Prof. Paulo Henriques Britto. Florianópolis 2011 ii Catalogação fonte pela Biblioteca Universitáriada Universidade Federal de Santa Catarina A886t Attwater, Juliet Translating brazilian poetry [tese] : a blueprint for a dissenting canon and cross-cultural anthology / Juliet Attwater ; orientador, Walter Carlos Costa. - Florianópolis, SC, 2011. 246p.: grafs., tabs. Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução. Inclui referências 1. Tradução e interpretação. 2. Poesia brasileira - História e crítica. 3. Cânones da literatura. 4. Antologias. I. Costa, Walter Carlos. II. Universidade Federal de Santa Catarina. Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução. III. Título. CDU 801=03 iii iv v For Olívia Cloud and Louie Sky vi vii AGRADECIMENTOS With thanks to my parents for everything, to Magdalen for her friendship, love and constant support, to Walter and Paulo for their astounding professorial qualities and even more astounding patience, to Luana for being in the same boat and beating me to it, and to my late husband for sharing his love of his native country with me – wherever he is now I hope he is at peace. -
Miscelânea, Assis, V. 22, P. 313-331, Jul.-Dez. 2017. ISSN 1984-2899 313
17 ________________________________________________________________ O ROMANCE COMO FORMA DE MEMÓRIA EM WALTER BENJAMIN E A FIGURAÇÃO DA EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL DO NARRADOR D’A PEDRA DO REINO, DE ARIANO SUASSUNA The Novel as a Memory Form in Walter Benjamin, and the Figuration of the Narrator’s Individual Experience of A Pedra do Reino, by Ariano Suassuna Renailda Ferreira Cazumbá1 Edvania Gomes da Silva2 RESUMO: Neste artigo, propomos uma análise das interações entre narração e memória, no âmbito do romance moderno, adotando como objeto da análise a reconstrução da experiência do narrador do Romance d’ A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna. Apropriamo-nos da afinidade estabelecida por Walter Benjamin (1994) entre experiência vivida e o ato de narração. Com base na reflexão do alcance dado pelo conceito de narrador tradicional, discutimos a possibilidade de reconstrução da experiência no espaço do romance, aproximando as ideias do filósofo com a configuração do romance latinoamericano e brasileiro. Dessa forma, mostramos que Quaderna, mesmo representando o narrador no âmbito da narrativa romanesca moderna, reconstitui as experiências através de rastros da memória. PALAVRAS-CHAVE: Memória; romance; narração; experiência; A Pedra do Reino. ABSTRACT: In this article, we propose an analysis of the interactions between narration and memory, in the context of the Modern Novel, adopting the reconstruction of the narrator’s experience of the Romance d’ A Pedra do Reino by Ariano Suassuna as an object of the analysis. We have appropriated the affinity established by Walter Benjamin (1994) between lived experience and the act of narration, and based on the reflection of the scope given by the concept of traditional narrator we discuss the possibility of reconstructing the experience in the space of the Novel, bringing closer the philosopher's ideas with the configuration of Latin American and Brazilian Novel. -
O Recreio De Ariano Suassuna
ANAIS V CIMLP PROCEEDINGS V CIMLP O RECREIO DE ARIANO SUASSUNA Lucimara de Andrade 1 [email protected] RESUMO : Ariano Suassuna é um autor que mescla em sua obra as tradições tanto de caráter popular quanto erudito. No texto a Arte popular no Brasil , Ariano Suassuna fala sobre a capacidade dialética do Barroco, capacidade de unir contrastes, o que, às vezes, permite introduzir o espírito popular na literatura erudita. Esse estabelecimento de diálogo entre o popular e o erudito é justamente a proposta, ou o ideal de arte, do Movimento Armorial encabeçado por Ariano Suassuna e lançado oficialmente em 18 de outubro de 1970 - mesma década da publicação do Romance d’ A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta . Nesse sentido, poderíamos dizer que é possível verificar em sua linguagem o estabelecimento de um diálogo com autores do passado ou do presente, consolidando formas distintas de caráter intertextual. Tomando emprestado o estilo retórico do personagem Dom Pedro Dinis Ferreira-Quaderna, personagem criado por Ariano Suassuna, esse artigo visa refletir sobre a linguagem literária do escritor paraibano, cujo processo criativo é baseado na reescrita e na recriação de textos das mais variadas tradições, o que denuncia o caráter intertextual e palimpséstico de sua obra. A ideia de plágio aqui empregada, “no bom sentido”, é vista como uma prática de escrita que se baseia na apropriação voltada para a recriação. Como um espaço em que se tem liberdade para brincar com a possibilidade de criação. No caso de Ariano Suassuna, destacamos a sua opção pelo viés do riso, cuja imagem do circo é tida como figura emblemática de sua visão de mundo.