123 - Marechal Floriano Vieira Peixoto
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MORAIS, Prudente De * Dep. Geral SP 1885; Junta Gov. SP 1889; Gov
1 MORAIS, Prudente de * dep. geral SP 1885; junta gov. SP 1889; gov. SP 1889-1890; const. 1891; sen. SP 1891-1894; pres. Rep. 1894-1898. Prudente José de Morais Barros nasceu em um sítio próximo a Itu (SP) no dia 4 de outubro de 1841, filho de José Marcelino de Barros e de Catarina Maria de Morais. Seu irmão Manuel de Morais Barros se tornaria senador da República. José Marcelino morreu assassinado por um escravo quando o menino Prudente José contava apenas três anos. Catarina casou-se em segundas núpcias com o major Caetano José Gomes Carneiro, e pouco mais tarde a família passou a residir em Piracicaba, antiga Constituição. O menino Prudente aprendeu as primeiras letras com a mãe, o que indica que esta teria um razoável nível de instrução, por sua vez fator indicativo de favorecimento social na sociedade da época. Apenas aos 14 anos Prudente ingressou no Colégio Delgado, que no ano seguinte fechou suas portas. Seguiu então para São Paulo, para cursar os preparatórios para a Faculdade de Direito, onde ingressou em 1859. A Faculdade de Direito de São Paulo havia sido criada por decreto de 1827, juntamente com a de Pernambuco. Era uma escola de leis que, além de formar advogados, formava especialmente políticos. Quase todos os políticos do período imperial e da Primeira República passaram pelos bancos dessa academia. Havia na Faculdade de Direito paulista uma sociedade secreta fundada pelo alemão Júlio Frank. Era a Burschenshaft, chamada de Bucha pelos estudantes que dela participavam. Como vários próceres da Republica, Prudente de Morais também foi bucheiro. -
Almanaque Do Ensino 1939
__________ ANO 1939 H Of. Graf. da CASA RAMALHO Maceió – 1939 __________ ANO 1939 Of. Graf. da CASA RAMALHO Maceió – 1939 COLÉGIO DE S. JOSÉ Dirigido pelos irmãos da Congregação de Santa Catarina de Sena ... INTERNATO, SEMI-INTERNATO E EXTERNATO ... O Colégio está sob inspeção preliminar federal e oficiali- zado por despacho do Exmo. Sr. Governador do Estado. Mantém os cursos Normal, Ginasial e Primário. Nos cursos Ginasial e Normal o ano letivo começa a 1.º de março e no Primário, a 1.º de fevereiro. No dia 7 de janeiro, começam as aulas para o Exame de Admissão ao Cur- so Ginasial. A matrícula para as diversas séries do referido curso estará aberta na 2.ª quinzena de fevereiro e a partir de 15 janeiro para o curso Primário. Além dos cursos de letras, mantém cursos de música, desenho, pintura e trabalhos em estanho, cobre e ouro. .... RUA FERNANDES DE BARROS, 161 – MACEIÓ COMP. NACIONAL DE NAVEGAÇÃO COSTEIRA ... SERVIÇO REGULAR DE PASSAGEIROS E CARGAS ... ARMAZENS DA COMPANHIA NO RIO DE JANEIRO, POSSUEM PATEOS COBERTOS PARA O SERVIÇO DE CARGA E DESCARGA DE SEUS VAPORES ... RECEBE-SE CARGAS PARA OS PORTOS DE SANTARÉM, OBIDOS, PARINTINS, ITACOATIÁRA E MANÁUS E BEM ASSIM PARA S. FRANCISCO, ITAJAÍ, COM CUIDADOSA BALDEAÇÃO NOS PORTOS DE BELÉM E RIO DE JANEIRO ... PARA PASSAGENS, CARGAS E TODAS AS INFORMAÇÕES COM Luis Ramalho de Castro – Agente ... RUA SÁ E ALBUQUERQUE N. 502 TELEFONE 201 – JARAGUÁ COLÉGIO DIOCESANO INSTITUTO LIVRE SOB INSPEÇÃO PERMANENTE PELO DECRETO N. 2.597 DE 29 DE ABRIL DE 1938 FUNDADO EM 1905 - DIRIGIDO PELOS Irmãos Maristas ACHA-SE INSTALADO EM EDIFÍCIO PRÓPRIO, ESPAÇO- SO, DOTADO DE TODO O CONFORTO EXIGIDO PELA PEDAGOGIA MODERNA E DE TODO O APARELHA- MENTO PARA OS CURSOS PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS RUA DR. -
Páginas Iniciais.Indd
Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Deodoro da Fonseca Os Presidentes e a República Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff Rio de Janeiro - 2012 5ª edição Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Os Presidentes e a República Getúlio Dornelles Vargas 3.11.1930 - 29.10.1945 Copyright © 2012 by Arquivo Nacional 1ª edição, 2001 - 2ª edição revista e ampliada, 2003 - 3ª edição revista, 2006 4ª edição revista e ampliada, 2009 - 5ª edição revista e ampliada, 2012 Praça da República, 173, 20211-350, Rio de Janeiro - RJ Telefone: (21) 2179-1253 Fotos da Capa: Palácio do Catete e Palácio do Planalto, 20 de abril de 1960. Arquivo Nacional Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo Diretor-Geral do Arquivo Nacional Jaime Antunes da Silva Arquivo Nacional (Brasil) Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff / Arquivo Nacional. - 5ª ed. rev. e ampl. - Rio de Janeiro: O Arquivo, 2012. 248p. : il.;21cm. Inclui bibliografi a ISBN: 978-85-60207-38-1 (broch.) 1. Presidentes - Brasil - Biografi as. 2. Brasil - História - República, 1889. 3. Brasil - Política e Governo, 1889-2011. I.Título. CDD 923.1981 Sumário 3.11.1930 - 29.10.1945 Equipe Técnica do Arquivo Nacional Coordenadora-Geral de Acesso e Difusão Documental Maria Aparecida Silveira Torres Coordenadora de Pesquisa e Difusão do Acervo Maria Elizabeth Brêa Monteiro Redação de Textos e Pesquisa de Imagens Alba Gisele Gouget, Claudia Heynemann, Dilma Cabral e Vivien Ishaq Edição de Texto Alba Gisele Gouget, José Cláudio Mattar e Vivien Ishaq Revisão Alba Gisele Gouget e José Cláudio Mattar Projeto Gráfi co Giselle Teixeira Diagramação Tânia Bittencourt Para a elaboração do livro Os presidentes e a República, contamos com o apoio da Radiobrás na cessão das imagens relativas aos governos de Ernesto Geisel a Fernando Henrique Cardoso. -
REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo De José Do Patrocínio E Sua Vivência Na República
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA RITA DE CÁSSIA AZEVEDO FERREIRA DE VASCONCELOS REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Niterói 2011 2 RITA DE CÁSSIA AZEVEDO FERREIRA DE VASCONCELOS REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense. Mestrado em História Contemporânea I na Universidade Federal Fluminense. Orientador: Prof. Dr. Humberto Fernandes Machado 3 Niterói 2011 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá V331 Vasconcelos, Rita de Cássia Azevedo Ferreira de. República sim, escravidão não: o republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República / Rita de Cássia Azevedo Ferreira de Vasconcelos. – 2011. 214 f. Orientador: Humberto Fernandes Machado. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Departamento de História, 2011. Bibliografia: f. 208-214. 1. Abolição da escravatura, 1888. 2. Proclamação da República, 1889. 3. Patrocínio, José do, 1854-1905. I. Machado, Humberto Fernandes. II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. III. Título. CDD 981.04 4 REPÚBLICA SIM, ESCRAVIDÃO NÃO: O Republicanismo de José do Patrocínio e sua vivência na República Rita de Cássia Azevedo Ferreira de Vasconcelos Dissertação de Mestrado -
Raul Pompéia
I Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca C 'eçãoBiblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Bibliorec ,:'arioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioreca Carioca Coleção Bibliofeca Carioca Coleq (7 Bjbliotecq Carioca Coleção Biblioteca CariocaColeçãoBiblioteca CariocaColeçüo Biblioteca ('L fl f~caColeção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca ColeqW (9ibliotecaCa Bibliotem I<1i "oca coleçã rioca Co1i.q 1 Biblioteca C o Bihliotecc~i arioca Cole ão Bibliorec Cariocu C 'o/ cão Bibliote a Carioca ('c eção Bibl~ol ca Cilrioca < ~)leçãoBibliot oleção Biblil '?ca ~arioca eca Carioc í'oleçüo Bibli Coleção Bih, iotecu Carioc otecu Cario jii Coleção Bib a Coleção Hi, (ioreca Cario liofeca Curr, .a Coleção Bi cu.Coleção (l ~lio~ecaCari hliofeca C'ot )L'CI Coleção oca Cole(,üi '3ihlioreca Ca Bihliotecu í ; 'ioca Coleçã Raul Pompéia rioca Co1q.t I i Biblioteca C o Bibliotecrr í 1 rriocu Coleç arioca Cola io Biblioteca ão Bibliotcc~ , .'urioca Cole Carioca Cole ' .ão Bihliotec ção Bibliotec r Carioca Col a Carioca ('o 2 ycio Bibliote eção Bibliolt .a Carioca C ca Cariocu í J jleçüo Bibliot oleção Biblro raCarioca C ecaCariocu ': rjlecão Bibliot oleção Biblio xuCariocaC J olqão Bibliot oleçãoecaCariow Biblio JcaCariocaC ecaCariocu oleção Biblio, ecaCariocu í oleção Biblio, oleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Bibliofeca Carioc; teca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleção Biblioteca Carioca Coleçüo Biblic; -
PENA, Afonso * Dep
PENA, Afonso * dep. geral MG 1878-1884; min. Guerra 1882; min. Agricultura 1883-1884; min. Interior 1885; dep. geral MG 1886-1889; pres. MG 1892-1894; pres. Bco da Rep. 1894-1898; vice- pres. Rep. 1902-1906; pres. Rep. 1906-1909. Afonso Augusto Moreira Pena nasceu em Santa Bárbara do Mato Dentro, atual município de Santa Bárbara (MG), no dia 30 de novembro de 1847, filho de Domingos José Teixeira da Pena e de Ana Moreira Teixeira Pena. Seu pai, português de nascimento, seguiu inicialmente a carreira militar, mas depois a abandonou. Era proprietário de terras e de uma lavra de ouro. Sua mãe provinha de uma importante família mineira que tinha o controle político sobre o município de Santa Bárbara. Cursou o primário em sua terra natal e aos dez anos de idade tornou-se aluno interno no famoso Colégio Caraça, fundado por padres lazaristas, onde concluiu o curso de humanidades em 1864. Seu pai era um dos maiores credores do colégio. Sua educação era o que de melhor uma família tradicional mineira poderia oferecer. O currículo incluía teologia, ética e língua estrangeira, especialmente o francês. O jovem Afonso foi considerado um aluno brilhante desde a mais tenra idade. Em 1866 mudou-se para São Paulo para cursar a Faculdade de Direito, onde obteria o título de bacharel em 1870 e seria colega de Rui Barbosa, Bias Fortes, Joaquim Nabuco, Castro Alves e Rodrigues Alves, entre outros. Desse grupo foi o único a receber o grau de doutor, após defender a tese intitulada “Letra de câmbio”. Ainda estudante fundou com Rodrigues Alves o periódico Imprensa Acadêmica, voltado para a discussão de matérias jurídicas e políticas. -
Entre a Pena E a Espada. Literatura E Política No Governo De Floriano Peixoto: Uma Análise Do Jornal O Combate (1892) ENTRE a PENA E a ESPADA
Entre a pena e a espada. Literatura e política no governo de Floriano Peixoto: uma análise do jornal O Combate (1892) ENTRE A PENA E A ESPADA. LITERATURA E POLÍTICA NO GOVERNO DE FLORIANO PEIXOTO: UMA ANÁLISE DO JORNAL O COMBATE (1892) RESUMO Este artigo trata da atuação de um grupo de escritores no Rio de Janeiro durante os primeiros anos da República. Devido à oposição política que fizeram ao então presidente Floriano Peixoto, Olavo Bilac, Pardal Mallet, Luís Murat e José do Patrocínio sofreram intensa represália entre 1892-1893: foram presos e desterrados. A análise do jornal O Combate, publicado durante o primeiro semestre de 1892, foi a estratégia escolhida para a compreensão do conflito entre este grupo de literatos e o governo federal, apresentando o teor e a origem das críticas direcionadas a Floriano Peixoto através da imprensa. PALAVRAS-CHAVE Literatos; Governo Floriano Peixoto; Imprensa 1 Ana Carolina Feracin da Silva ENTRE A PENA E A ESPADA. LITERATURA E POLÍTICA NO GOVERNO DE FLORIANO PEIXOTO: UMA ANÁLISE DO JORNAL O COMBATE (1892)2 O incidente havido entre os Srs. Drs. Raul Pompéia e Olavo Bilac foi ontem honrosamente liquidado para ambos. Embora estivesse na primeira página de O Combate, essa nota não chamava muita atenção entre os vários artigos, crônicas e o noticiário daquele 22 de março de 1892. Talvez fosse essa mesma a intenção dos principais redatores do jornal, Pardal Mallet e o próprio Olavo Bilac que, sem maiores comentários, davam o caso por encerrado. No entanto, por trás de tal publicação estavam fatos que se agravavam já há algumas semanas e cujo desfecho se dera na noite anterior, quando Raul Pompéia e Olavo Bilac se encontraram no ateliê dos irmãos Bernadelli para um duelo com espadas.3 Porém, quando estava tudo pronto, com a presença dos padrinhos e do médico, o Dr. -
O Lugar Do Folhetim Traduzido No Sistema Literário Brasileiro
Graphos. João Pessoa, v. 8, n. 1, Jan./Jul./2006 – ISSN 1516-1536 43 O LUGAR DO FOLHETIM TRADUZIDO NO SISTEMA LITERÁRIO BRASILEIRO Maria Cristina BATALHA1 RESUMO Através do instrumental teórico proposto por Itamar Even-Zohar e Pierre Bourdieu, o artigo busca examinar o papel que os folhetins de origem francesa exerceram sobre o sistema literário brasileiro no século XIX, período de formação da chamada literatura nacional, as conseqüências sobre o nascente gênero romance e os primórdios da crônica entre nós. Essas traduções contribuíram significativamente para a consolidação de um sistema literário ainda insipiente, para a autonomia do escritor e para a formação de um público leitor. PALAVRAS-CHAVE: tradução; folhetim; polissistema ABSTRACT Using the theorical perspectives of Itamar Even-Zohar and Pierre Bourdieu, this work aims to examine the role the French feuilleton played in the Brasilian literary system in the nineteenth century, when the so-called national literature was being formed, and also to analyze its consequences that act in the early novel genre and the beginning of the chronicles among us.The translation of those novels strongly contributed to the consolidation of a literary system still insipient at that time, to the autonomy of the writer as well as to the formation of the reader. KEYWORDS: translation; feuilleton; polysystem Dentre os ensaístas que mais diretamente se debruçaram sobre as relações entre a literatura e a história destaca-se o nome de Itamar Even-Zohar (1990) que, partindo das reflexões teóricas do formalista russo Tynianov, elaborou a Teoria dos Polissistemas. Esse conceito permite estudar a história da literatura, não apenas em sua dimensão diacrônica, mas também integrar sua dimensão sincrônica através da história das múltiplas linhas de força e seus deslocamentos. -
Três Eventos Da História Brasileira Nos Romances De Coelho Neto
View metadata, citation and similar papers at core.ac.uk brought to you by CORE Navegaçõesprovided by Directory of Open Access Journals ENSAIOS v. 4, n. 1, p. 26-39, jan./jun. 2011 “Sob o tênue véu da ficção”: três eventos da história brasileira nos romances de Coelho Neto LUCIANA MURARI UCS Resumo: Este artigo trata da representação de três grandes eventos históricos pela escrita ficcional de Coelho Neto, um dos mais prolíficos escritores brasileiros: a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República e a Revolta da Armada. A ênfase dessa análise recai na atribuição de sentido aos grandes eventos no contexto de sua inserção ficcional. Concluímos que, para além dos grandes atores e dos fatos transformadores, o significado atribuído à dinâmica histórica deve ser buscado nas estratégias discursivas que enquadram estes fatos em um dado contexto ficcional. Palavras-chave: Literatura brasileira; História do Brasil República; História e literatura; Coelho Neto; Ficcionalização Abstract: This paper aims to analyze the representation of three main events of Brazilian history on novels by Coelho Neto, one of the most prolific Brazilian writers: the Abolition of Slavery, the Proclamation of Republic and the Armada’s rebellion. It’s emphasized the meaning of these facts on the context of their fictional inscription, being concluded that beyond great historical actors and turning-point events the sense assigned to historical dynamics depends on the discursive strategies that frame them in fiction. Keywords: Brazilian literature; Brazilian republican history; History and literature; Coelho Neto; Fictionalization Como não se há de só escrever história política, aqui está Coelho Neto, romancista, que podemos chamar historiador, no sentido de contar a vida das almas e dos costumes. -
Comparative Perspectives on the Rise of the Brazilian Novel COMPARATIVE LITERATURE and CULTURE
Comparative Perspectives on the Rise of the Brazilian Novel COMPARATIVE LITERATURE AND CULTURE Series Editors TIMOTHY MATHEWS AND FLORIAN MUSSGNUG Comparative Literature and Culture explores new creative and critical perspectives on literature, art and culture. Contributions offer a comparative, cross- cultural and interdisciplinary focus, showcasing exploratory research in literary and cultural theory and history, material and visual cultures, and reception studies. The series is also interested in language-based research, particularly the changing role of national and minority languages and cultures, and includes within its publications the annual proceedings of the ‘Hermes Consortium for Literary and Cultural Studies’. Timothy Mathews is Emeritus Professor of French and Comparative Criticism, UCL. Florian Mussgnug is Reader in Italian and Comparative Literature, UCL. Comparative Perspectives on the Rise of the Brazilian Novel Edited by Ana Cláudia Suriani da Silva and Sandra Guardini Vasconcelos First published in 2020 by UCL Press University College London Gower Street London WC1E 6BT Available to download free: www.uclpress.co.uk Collection © Editors, 2020 Text © Contributors, 2020 The authors have asserted their rights under the Copyright, Designs and Patents Act 1988 to be identified as the authors of this work. A CIP catalogue record for this book is available from The British Library. This book is published under a Creative Commons 4.0 International licence (CC BY 4.0). This licence allows you to share, copy, distribute and transmit the work; to adapt the work and to make commercial use of the work providing attribution is made to the authors (but not in any way that suggests that they endorse you or your use of the work). -
E-Scrita ISSN 2177-6288
139 e-scrita ISSN 2177-6288 EPOPEIA DA IMPOTÊNCIA HUMANA: naturalismo, desilusão e banalidade no romance brasileiro do final do século XIX EPIC OF HUMAN IMPOTENCE: naturalism, disillusionment and banality in Brazilian novel of the late nineteenth century Leonardo Mendes1 Renata Ferreira Vieira2 RESUMO: O objetivo deste trabalho é propor uma expansão do corpus do romance naturalista brasileiro para incluir narrativas esquecidas e/ou incompreendidas pela tradição crítica, a partir da categoria de “naturalismo cômico”, do crítico norte-americano David Baguley (1990). Serão estudados os romances Miragem (1895), do escritor maranhense Henrique Coelho Neto (1864–1934), Tentação (1896), do escritor cearense Adolfo Caminha (1867–1897), e Lar (1888), do escritor e jornalista gaúcho João Carlos de Medeiros Pardal Mallet (1864–1894). Esta chave de leitura nos permite compreender a literatura desse período como uma produção ficcional moderna, ousada e transgressiva, bem diferente do que sugere a historiografia. Palavras-chave: romance brasileiro; naturalismo; modernidade. ABSTRACT: This work proposes an expansion of the body of works traditionally associated with the Brazilian naturalist novel, in order to include forgotten or misunderstood narratives from the period, by means of David Baguley’s category “comic naturalism” (1990). The novels Miragem (1895), by Henrique Coelho Neto (1864-1934), Tentação (1896), by Adolfo Caminha (1867-1897), and Lar (1888), by João Carlos de Medeiros Pardal Mallet (1864- 1894) will be studied as expressions of such aesthetics, revealing thus a modernity that is seldom recognized in the literature of the period. Keywords: Brazilian novel; Naturalism; Modernity. O NATURALISMO E A FICÇÃO BRASILEIRA DO FINAL DO SÉCULO XIX 1 Professor Adjunto de Literatura Inglesa na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e bolsista do programa Prociência da FAPERJ. -
Miscelânea, Assis, V. 29, P. 263-86, Jan.-Jun
14 ______________________________________________________________ RASCUNHOS SIMBOLISTAS E DECADENTISTAS NO ROMANCE HÓSPEDE DE PARDAL MALLET Symbolist and Decadentist Features In The Novel Hóspede by Pardal Mallet Luiz Carlos Santos Simon1 RESUMO: Este artigo focaliza o romance Hóspede de Pardal Mallet, escrito no final do século XIX: ambos, autor e obra, pouco conhecidos e estudados. O objetivo é investigar marcas simbolistas e decadentistas no romance com base naquilo que as histórias literárias brasileiras apontam como os procedimentos mais típicos da prosa de ficção nesses estilos. Assim, os significados dessas expressões literárias e as conexões com autores são abordados, com a finalidade de aumentar o debate sobre esses tópicos que carecem de maior pesquisa. O artigo ainda discute a necessidade de retornar a esse material historiográfico e estimular a releitura e a reavaliação de romances brasileiros publicados há muito tempo e que hoje correm risco de serem esquecidos. PALAVRAS-CHAVE: Hóspede; Pardal Mallet; Decadentismo; Simbolismo; histórias literárias. ABSTRACT: This essay focuses on Hóspede, a novel written by Pardal Mallet at the end of the 19th century: both, work and author, scarcely known and studied. Its purpose is to investigate symbolist and decadentist features in the novel based on what Brazilian literary histories point out as the most typical procedures in fiction prose in these styles. So, there is an appraisal of the meanings of these literary expressions and their connections with the authors, in order to increase the debate on these topics that face a lack of research. The essay further discusses the need for a return to this historiographical material and for encouraging new readings of Brazilian novels published a long time ago which can be forgotten.