Uma Reflexão Sobre Loki, De Paulo Henrique Fontenelle
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Universidade Federal De Ouro Preto Instituto De Ciências Humanas E Sociais Departamento De História No País Dos Bauretz
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA RENATA MARQUES CORDEIRO NO PAÍS DOS BAURETZ Dimensões políticas do deboche dosMutantesà luz da teoria bakhtiniana (1966 – 1973) Mariana 2017 RENATA MARQUES CORDEIRO NO PAÍS DOS BAURETZ Dimensões políticas do deboche dosMutantesà luz da teoria bakhtiniana (1966 – 1973) Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em História, do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto, como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em História. Área de concentração “Poder e Linguagens”, linha de pesquisa “Ideias, Linguagens e Historiografia”. Orientador: Prof. Dr. Mateus Henrique de Faria Pereira Mariana Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP 2017 C794p Cordeiro, Renata Marques. No País dos Bauretz [manuscrito]: dimensões políticas do deboche dos Mutantes à luz da teoria bakhtiniana (1966 – 1973)/ Renata Marques Cordeiro. – 2017. 134f. il. Orientador: Prof. Dr. Mateus Henrique de Faria Pereira. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Ouro Preto. Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Departamento de História. Programa de Pós- graduação em História. Área de concentração: Poder e Linguagens. 1. Grupos de rock. 2. Tropicalismo (Movimento musical). 3. Contracultura. I. Pereira, Mateus Henrique de Faria. II. Universidade Federal de Ouro Preto. III. Título. CDU: 94(81):78 Catalogação: [email protected] À memória de meu pai por ter ele me ensinado a amar a música além dos rótulos. À minha mãe por me ensinar a ler e a ser. À amiga e à irmã, Suzana e Fernanda, por se lembrarem de mim toda vez que encontravam algum texto em prosa ou poema que pudesse compor com outros essa dissertação. -
Universidade Federal Do Rio Grande Do Sul Faculdade De Biblioteconomia E Comunicação Departamento De Comunicação
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO CÍCERO VICENTE SCHMIDT DE AGUIAR MUTANTES: Uma análise da antropofagia tropicalista PORTO ALEGRE 2010 1 CÍCERO VICENTE SCHMIDT DE AGUIAR MUTANTES: Uma análise da antropofagia tropicalista Monografia de conclusão do Curso de Comunicação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo. Orientador : Prof. Dr. Alexandre Rocha da Silva PORTO ALEGRE 2010 2 CÍCERO VICENTE SCHMIDT DE AGUIAR MUTANTES: Uma análise da antropofagia tropicalista Monografia de conclusão do Curso de Comunicação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo. Porto Alegre, _____de ____________________de 20___. BANCA EXAMINADORA: _________________________________________________________________ Prof. Dr Alexandre Rocha da Silva: Orientador Departamento de Comunicação Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação Universidade Federal do Rio Grande do Sul _________________________________________________________________ Prof a. Dra. Sandra Maria Lucia Pereira Gonçalves Departamento de Comunicação Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação Universidade Federal do Rio Grande do Sul _________________________________________________________________ Me Elenice Mattos Corrêa CINTED PPG IE Universidade Federal do Rio Grande do Sul 3 RESUMO Os Mutantes, grupo brasileiro de rock protagonizado por Arnaldo Baptista, Sérgio Dias e Rita Lee e a perspectiva antropofágica adotada pelo grupo frente à efervescência musical da época, sendo pioneira no Brasil em mesclar o rock n’roll com ritmos e temas brasileiros. Esta é uma análise do método antropofágico de criação protagonizado pelos membros, reformulando a perspectiva oswaldiana, um fenômeno também assumido pelos tropicalistas. -
Sem Título-8
movimento A CAIXA CLÁSSICA DOS MUTANTES EM JULHO, A UNIVERSAL Music trouxe de volta os discos que marcaram a primeira fase da banda OS MUTANTES. A formação com Rita Lee, os irmãos Sérgio e Arnaldo Baptista (e, posteriormente, Dinho Leme e Liminha), foi responsável por lançamentos que entraram para hiago Mourato hiago o rol dos clássicos do rock nacional. Na caixa Os Mutantes, a gravadora incluiu os seis pri- t meiros discos da banda, gravados entre 1968 e 1972, e a coletânea Mande um abraço pra velha, com parcerias, faixas avulsas e de compactos. Um desses discos, o Tecnicolor, foi gravado em 1970, na França, mas só foi lançado 30 anos depois. Entre as faixas inclusas nos sete CDs estão registros históricos como Panis et circenses, Ando meio desligado, Bat ma- cumba, A minha menina, Balada do louco e Baby, entre outros. Nesse período, Os Mutantes ainda estavam bem próximos da Tropicália. A partir de 1972, a banda foi perdendo os inte- grantes originais. Além das mudanças de formação, o grupo ainda mudou sua sonoridade, encaminhando-se para o rock progressivo. CELELÊ LANÇA LIVRO INFANTIL A ATRIZ E CANTORA CELISE MELO, que dá vida à personagem CELELÊ há mais de 20 Wata Sergio anos, lançou o livro Está na hora de uma história eu escutar, da Giostri Editora, na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada de 22 a 31 de agosto. Indicado para crianças de três a oito anos, a obra traz histórias e músicas sobre temas relevantes, como meio ambiente, escola e alimentação saudável. Está na hora de uma história eu escutar é baseado em um espetáculo de mesmo nome, e que também foi apresentado durante a Bienal em edição reduzida. -
Qualquer Bobagem: Uma História Dos Mutantes
Universidade de Brasília Instituto de Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em História Área de Concentração: História Cultural Linha de Pesquisa: Identidades, Tradições, Processos Dissertação de Mestrado Orientadora: Eleonora Zicari Costa de Brito Qualquer Bobagem: Uma História dos Mutantes Eduardo Kolody Bay Brasília, Setembro de 2009. 1 Universidade de Brasília Qualquer Bobagem: Uma História dos Mutantes Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Brasília, na área de Concentração de História Cultural, como requisito à obtenção do título de Mestre em História. Eduardo Kolody Bay Brasília, Setembro de 2009. 2 Banca Examinadora Profª Drª Eleonora Zicari Costa de Brito (UnB – Orientadora) Profª Drª Maria Thereza Ferraz Negrão de Mello (UnB) Prof. Dr. Clodomir Souza Ferreira (UnB) Profª Drª Márcia Martins de Melo Kuyumjian (Suplente) 3 Ao maestro Rogério Duprat, falecido em 2006. 4 Se você se lembra dos anos sessenta, é porque não esteve lá Abbie Hofmann 5 Resumo: Os Mutantes – grupo protagonizado por Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, cuja importância foi fundamental na composição da música rock no Brasil. Reflexões acerca da construção de uma identidade musical e cultural brasileira e participação dos Mutantes junto ao movimento conhecido como tropicalismo. Nesta pesquisa, procura-se desvelar a participação do grupo no movimento tropicalista – percebendo sua importância estética e comportamental – bem como sua inserção junto às novas práticas e fazeres musicais relacionados à indústria cultural desenvolvidos durante os anos 60, período de desenvolvimento da contracultura e da música psicodélica. Palavras-chave: Os Mutantes, identidades, música, tropicalismo, rock, contracultura, cotidiano, indústria cultural, psicodelia. 6 Abstract: Os Mutantes – group formed by Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, wich the importance was fundamental on the composition of the rock music in Brazil. -
Historias Em Quadrinhos E Música Pop: Possibilidades De Interface
M á r c io M á r io da P a ix ã o J ú n io r HISTORIAS EM QUADRINHOS E MÚSICA POP: POSSIBILIDADES DE INTERFACE Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção do grau de mestre pelo curso de Pós - Graduação em Comunicação, Faculdade de Comunicação, Universidade de Brasília - UnB. Orientadora: Prof.“ Dr” Selma Regina de Oliveira Brasília 2005 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E MÚSICA POP: POSSIBILIDADES DE INTERFACE Márcio Mário da Paixão Júnior Aprovado por: Prof.a Dra Selma Reeina Nunes de Oliveira (Orientadora - Faculdade de Comunicação - UnB) Prof.a Dra Dione Oliveira Moura (Faculdade de Comunicação - UnB) Prof. Dr. David Rodney Lionel Pennington (Faculdade de Comunicação ■ UnB) Prof. Ms. Wagner Antônio Rizzo (Suplente - Faculdade de Comunicação - UnB) RESUMO As Histórias em Quadrinhos são um meio de comunicação, dotado de linguagem própria, que apela essencialmente à imagem em sua construção e transmissão de mensagens por meio de narrativas gráficas. A Música Pop, todavia, possui nos sons o canal transmissor de seus conteúdos. Completamente distintas, tais linguagens trazem em comum o fato de serem absolutamente características do século XX, bem como dos dias atuais. Principalmente nas últimas quatro décadas, tanto as Histórias em Quadrinhos quanto a Música Pop têm buscado não apenas se aproximar, como também estabelecer uma série de interlocuções, interfaces e mesmo hibridações entre si. O estudo deste processo constitui o cerne da dissertação que ora se inicia, intitulada Histórias em Quadrinhos e Música Pop: Possibilidades de Interface. Por meio das experiências realizadas na Contracultura, nas capas de disco de Rock, através de entrevistas com quadrinistas notadamente interessados em hibridação de linguagens e, principalmente, com a realização de uma experiência empírica - da qual resultarão um disco e um romance em quadrinhos procuraremos compreender e jogar alguma luz sobre este tema. -
Tropicália: a Contracultura Na Música Popular Brasileira1
1 Tropicália: a contracultura na Música Popular Brasileira GOULART, Ana Paula (doutora)2 TIMPONI, Raquel (doutoranda)3 JUSTEN, Janine (graduanda)4 AUTRAN, Letícia (graduanda)5 OLIVEIRA, Fernanda (graduanda)6 Universidade Federal do Rio de Janeiro/RJ Resumo: Este artigo pretende problematizar o movimento tropicalista, com base em definições teóricas de cultura de massa e cultura popular, comprovando sua necessidade de não-classificação – a ruptura. Através de análises bibliográficas, filmográficas e musicais, questiona-se o caráter unicamente estético atribuído à Tropicália, uma vez inserida em um contexto de repressão política e intelectual. Para fins metodológicos, foram traçados dois marcos temporais que norteiam as discussões propostas acerca da trajetória do movimento e suas transformações: formação da identidade tropicalista e popularização pós- festivais. Na problemática dessas questões, se dá o grande eixo deste trabalho: a mistura de elementos da cultura popular com os de cultura de massa e, ainda, a definição do que se entende por contracultura ou cultura de ruptura. Até que ponto as classificações dão conta da complexidade da cultura brasileira e das influências estéticas diversas? Será possível sistematizar aquilo que surge com o propósito de contrariar todas as sistematizações? Palavras-chave: Tropicália; cultura de massa; cultura popular; movimento de ruptura. Introdução No ano de 1967, em plena vigência da ditadura militar no Brasil, surge a Tropicália, com o objetivo de criar “algo diferente de tudo” (VELOSO, 2012, p.112), “como pertencente a uma outra dimensão” (id. ib.), negando – e, porque não, rompendo com – quase7 toda a música popular já existente no país. Esse movimento de contracultura expressava sua ânsia de rebeldia nas vestimentas, nos discursos e na 1 Trabalho apresentado no GT de História da Mídia Sonora, integrante do 9º Encontro Nacional de História da Mídia, 2013. -
Arnaldo Baptista Discografia Comentada Com Os Mutantes
Arnaldo Baptista Discografia Comentada com os Mutantes OS MUTANTES (1968) Em seu álbum de estreia, o trio foi muito além da óbvia influência dos Beatles, da Jovem Guarda e dos mandamentos do Tropicalismo. Juntamente com a psicodelia inerente à época, Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias usaram uma alta dose de excentricidade sonora para provocar a caretice reinante e, principalmente, demolir conceitos musicais pré-estabelecidos, fazendo uso de colagens musicais e jogo de vozes surpreendentes, até então inéditos no cenário do cancioneiro brasileiro. Disfarçadamente, “Panis et Circenses” traz uma crítica política que funciona como contraponto à alegria dançante e desmiolada de “Minha Menina”, da mesma fora que métrica quase concretista de “Bat Macumba” se confronta com a lisergia de “Ave Gengis Khan”. Tudo muito bem amarrado pela produção de Manoel Barenbein e os arranjos de Rogério Duprat. Foi um excelente rompimento do óbvio! https://www.youtube.com/watch?v=S-S2v9GoQjc&list=PLRQKT- Cu2_2S26KTGzg8b_E2-dxllwEL- https://www.youtube.com/watch?v=G8Zsv4TP9dM&list=PLRQKT- Cu2_2S26KTGzg8b_E2-dxllwEL-&index=2 https://www.youtube.com/watch?v=9HU7JMaX4cM&list=PLRQKT- Cu2_2S26KTGzg8b_E2-dxllwEL-&index=7 https://www.youtube.com/watch?v=dtB7R-H6SbQ&list=PLRQKT- Cu2_2S26KTGzg8b_E2-dxllwEL-&index=11 MUTANTES (1969) Se a estreia foi excelente, o segundo álbum não ficou atrás, embora traga mudanças significativas. Nele há uma maior diversidade de gêneros e estilos, ainda mais anárquica e explicitamente debochada, a ponto de muitas vezes soar como um completo descaso em relação ao ouvinte. Um perfeito exemplo disso está na aparente desconexão entre a alegria roqueira de “Não Vá se Perder por Aí” com a tiração de sarro com o sertanejo caipira de “Dois Mil e Um”. -
A Canção Popular Na História Do Cinema Brasileiro
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE ARTES DEPARTAMENTO DE MULTIMEIOS A CANÇÃO POPULAR NA HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO Marcia Regina Carvalho da Silva CAMPINAS 2009 1 MARCIA REGINA CARVALHO DA SILVA A CANÇÃO POPULAR NA HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Multimeios, do Instituto de Artes da UNICAMP, para obtenção do título de Doutora em Cinema. Orientador: Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco. CAMPINAS 2009 3 4 5 Agradecimentos Ao meu orientador Ney Carrasco. À Carmen Lucia José e Eduardo Morettin, pelos diálogos instigantes. À CAPES e meu pai, pelo apoio financeiro para a pesquisa. Aos colegas pesquisadores, pelos mais variados encontros e diversificadas leituras e conversas, em especial: Fernão Pessoa Ramos, Irineu Guerrini Júnior, Nuno César Abreu, Fernando Morais da Costa e Suzana Reck Miranda. Além dos integrantes dos Grupos de Pesquisa “Música aplicada à Dramaturgia e ao Audiovisual”, liderado por Ney Carrasco na UNICAMP, e “História e Audiovisual: circularidades e formas de comunicação”, liderado por Eduardo Morettin e Marcos Napolitano na ECA-USP. E ainda, aos companheiros nos Encontros da Socine (Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual) e do Intercom (Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação). Aos parceiros no ensino universitário: Cecília Luedemann, Valmir Santos e Claudio Kinjo, pela torcida, paciência e respeito. À equipe da extinta TV UNICSUL, integrante do Canal Universitário de São Paulo, mais diretamente à Vilma Lima. Ao apoio da Assessoria Pedagógica e Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Cruzeiro do Sul, mais diretamente à Amélia Jarmendia Soares e Carlos Augusto Andrade. Além da Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão, da PUC-SP, mais diretamente à Elisabete Alfed Rodrigues, e à Coordenação da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, em especial a Ary Rocco, Adilson Franceschini e Marcos Steagall. -
Meet the Brazilian Beatles (Again) Os Mutantes, Magical Tropicalistas, Back to Blow Your Mind
linguagens, códigos e suas tecnologias / inglês COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 16 A 19. Meet the Brazilian Beatles (again) Os Mutantes, magical tropicalistas, back to blow your mind In this era of nationally televised talent shows and of a Tropicalia retrospective. Yet, according to Dias, test-tube-baby bands, magic is surely lacking in pop. at first he and Baptista were as surprised as anyone Yet Sérgio Dias, 55, guitarist and founding member of else to hear of Os Mutantes’ involvement. “Suddenly influential Brazilian ensemble Os Mutantes, uses that 35 I started to receive news from the theater administrator 5 word – “magic” – repeatedly, apropos of the group’s that I was going to play again in London”, he recalls. decision to re-form after three decades. Initially, the brothers denied the rumors. But then they An air of the unexpected always surrounded Os began to consider the possibility, and roped original Mutantes. In the late 60’s, the band – Dias, brother Os Mutantes drummer Ronaldo “Dinho” Leme into Arnaldo Baptista, and Rita Lee – were seminal figures 40 the discussion. “Dinho is a very serious, down-to-earth 10 in the Tropicalia movement. Os Mutantes fused person”, insists Dias. “When he said, ‘if they want us to psychedelic rock with elements of bossa nova, and play, I can play’, I knew this was the real thing”. the mere use of electric guitars found them branded Dias attributes heightened excitement within the heretics at home; the inclusion of such oddities as group to new addition Zélia Duncan. -
Reseña De" O Momento De Orfeu E Eurídice No Rock Brasileiro: Uma
Revista Estudos Feministas ISSN: 0104-026X [email protected] Universidade Federal de Santa Catarina Brasil Stival Pereira e Leal Lozano, Marie-Anne Reseña de "O momento de Orfeu e Eurídice no rock brasileiro: uma reflexão sobre Loki, de Paulo Henrique Fontenelle" de Arnaldo Baptista Revista Estudos Feministas, vol. 20, núm. 2, mayo-agosto, 2012, pp. 583-592 Universidade Federal de Santa Catarina Santa Catarina, Brasil Disponível em: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=38123140018 Como citar este artigo Número completo Sistema de Informação Científica Mais artigos Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Home da revista no Redalyc Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Resenhas O momento de Orfeu e Eurídice no rock brasileiro: uma reflexão sobre Loki, de Paulo Henrique Fontenelle Loki: Arnaldo Baptista. permitem a Orfeu realizar esse feito se, no caminho de volta, ele não olhar para trás, para a FONTENELLE, Paulo Henrique. esposa. Orfeu desce ao centro mais tenebroso da noite, mas só pode fazê-lo emergir à tona Brasil: Canal Brasil, 2008. virando-lhe as costas.1 Dessa forma, segundo a análise do crítico francês, o mito grego reconheceria que não se pode fazer uma obra (de arte) sem uma experiência da desmesura (da noite, das trevas, Loki é um documentário produzido pelo de um outro mundo, daquilo que quando se Canal Brasil sobre o músico e compositor Arnaldo mira se perde). Tal experiência seria necessária Dias Baptista, nascido em São Paulo e que junto à obra, que não pode apresentá-la, no entanto, com os seus irmãos Sérgio e Rita Lee criaram o senão dissimulando-a. -
A Trajetória Dos Mutantes
UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” Faculdade de Ciências e Letras Campus de Araraquara - SP DANIELA VIEIRA DOS SANTOS NÃO VÁ SE PERDER POR AÍ: a trajetória dos Mutantes ARARAQUARA – SÃO PAULO. 2008 Daniela Vieira dos Santos Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Araraquara, como requisito para obtenção do título de Mestre em Sociologia. Linha de pesquisa: Cultura, Representações Simbólicas e Pensamento Social. Orientadora: Profª. Drª. Eliana Maria de Melo Souza. Bolsa: FAPESP. ARARAQUARA – SÃO PAULO. 2008 Santos, Daniela Vieira dos Não vá se perder por aí: a trajetória dos Mutantes / Daniela Vieira dos Santos – 2008 177 f. ; 30 cm Dissertação (Mestrado em Sociologia) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara 1 Orientador: Eliana Maria de Melo Souza l. Tropicalismo (Movimento musical). 2. Contracultura. 3. Industria cultural. I. Título. Daniela Vieira dos Santos NNNÃÃÃOOO VVVÁÁÁ SSSEEE PPPEEERRRDDDEEERRR PPPOOORRR AAAÍÍÍ::: AAA TTTRRRAAAJJJEEETTTÓÓÓRRRIIIAAA DDDOOOSSS MMMUUUTTTAAANNNTTTEEESSS Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Faculdade de Ciências e Letras – UNESP/Araraquara, como requisito para obtenção do título de Mestre em Sociologia. Linha de pesquisa: Cultura, Representações Simbólicas e Pensamento Social. Orientadora: Profª. Drª. Eliana Maria de Melo Souza. Bolsa: FAPESP. Data da defesa: 21/ 08/2008 MEMBROS COMPONENTES DA BANCA EXAMINADORA: Orientadora: Profª. Drª. Eliana Maria de Melo Souza UNESP/Faculdade de Ciências e Letras. Membro Titular: Prof. Dr. José Adriano Fenerick UNICAMP/ Universidade Estadual de Campinas. Membro Titular: Prof. Dr. José Roberto Zan UNICAMP/Universidade Estadual de Campinas. Local: Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências e Letras UNESP – Campus de Araraquara A meus pais, Otávio e Maria, que me escolheram para a vida com amor. -
Os Mutantes Antropófagos
ISSN: 1983-8379 Os mutantes antropófagos Rodrigo de Böer Trujillo1 RESUMO: Neste artigo é feita uma revisão do álbum de estreia da banda Os Mutantes, de 1968, com a proposta de ver nesta obra a gênese de um rock autenticamente brasileiro. A partir de uma perspectiva antropofágica, propõe-se esta gênese através de procedimentos que subvertem as noções instauradas de hierarquia cultural e débitos estéticos, sendo também uma espécie de exercício de descolonização. Palavras-chave: Mutantes; Tropicalismo; Antropofagia; Canção popular; Rock brasileiro. RESUMÉN: En este artículo es hecha una revisión del álbum de estrena del conjunto Os Mutantes, de 1968, con la propuesta de ver en esta obra la génesis de un rock auténticamente brasileño. Desde una perspectiva antropofágica, propone se esta génesis mediante procedimientos que subvierten las nociones instauradas de jerarquía cultural y débitos estéticos, siendo también una especie de ejercicio de descolonización. Palabras-llave: Mutantes; Tropicalismo; Antropofagia; Canción popular; Rock brasileño. Introdução Silviano Santiago reconhece que “a maior contribuição da América Latina para a cultura ocidental vem da destruição sistemática dos conceitos de unidade e de pureza” (SANTIAGO, 1978, p. 16), instaurando a mistura como dominante. Sendo as culturas periféricas um terreno de assimilação e de agressividade, podem exercer, com a falsa obediência, a aprendizagem e a reação, conquistando seu lugar no mundo através do ativo e destruidor desvio da norma, que desconstrói e recria o discurso do Centro à sua maneira. Enquanto o imperialismo cultural espera o silêncio da região foco de colonização, o outro tem a possibilidade de responder de seu jeito próprio e único. Como disse Paul Valéry, não há nada mais original e intrínseco a si do que se alimentar dos outros, e é isto que as culturas periféricas fazem quando manifestam suas posturas ativas e reacionárias, alimentando-se do outro e digerindo-o no grande estômago cultural que são.