Viola Da Terra, Património E Identidade Açoriana
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Viola Brasileira, Qual Delas?
VIOLA BRASILEIRA, QUAL DELAS? BRAZILIAN VIOLA, WHICH ONE? André Moraes Universidade de São Paulo [email protected] Resumo No Brasil existem diversos instrumentos de cordas dedilhadas que são denominados viola, muitas vezes referindo-se ao mesmo instrumento, porém com nomes diferentes: viola caipira, viola sertaneja, viola cabocla, viola nordestina, viola de festa, viola de feira, viola de fandango, viola de folia, viola de dez cordas, viola brasileira. Para uma possível classificação hierárquica dos termos e dos instrumentos, buscamos a contribuição do campo da ciência da informação, sobretudo a terminologia. O estudo da ciência da informação nos revelou diversas possibilidades de representação e organização para um determinado domínio. Optamos neste caso por classificar o termo viola brasileira (termo genérico TG) e seus (termos específicos TE) viola de cocho, viola nordestina, viola de arame, viola de buriti, viola caiçara utilizando o conceito da terminologia e documentação analisado por Maria Teresa Cabré e Lídia Almeida Barros. Palavra-chave: terminologia; ciência da informação; organização do conhecimento; viola; viola caipira; viola brasileira. Abstract In Brazil there are several strumming instruments that are called viola, often referring to the same instrument, but with different names: country guitar, country guitar, cabocla guitar, northeastern guitar, party guitar, fair guitar, Fandango Viola, Folio Viola, Ten String Viola, Brazilian Viola. For a possible hierarchical classification of terms and instruments, we seek the contribution of the field of information science, especially the terminology. The study of information science has revealed to us several 9 REV. TULHA, RIBEIRÃO PRETO, v. 6, n. 1, pp. 9-35, jan.–jun. 2020 possibilities of representation and organization for a given domain. -
EAE – Programa De VIOLA DE ARAME
ENSINO ARTÍSTICO ESPECIALIZADO PROGRAMA DE VIOLA DE ARAME UNIÃO EUROPEIA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Fundo Social Europeu Ensino Artístico Especializado Curso Básico e Secundário de Música Programa da disciplina de Viola de Arame INTRODUÇÃO - Cordofones Madeirenses (braguinha/machete, rajão e viola de arame) Os instrumentos musicais utilizados no arquipélago da Madeira foram, na sua maior parte, introduzidos pelos primeiros colonos. É o caso da viola de arame, da braguinha ou machete, da rabeca ou violino, da harmónica, do bombo, do reque-reque, do pandeiro ou das tréculas. No entanto, segundo alguns autores, existem instrumentos populares que podemos considerar como característicos do arquipélago da Madeira, nomeadamente as castanholas, o brinquinho, o rajão, o braguinha e a viola d'arame, que adotaram características próprias, nomeadamente a forma de construção a afinação e as técnicas de execução. Os cordofones desempenham um importante papel na música de tradição popular madeirense. Utilizados em ambas as ilhas do arquipélago, na ilha do Porto Santo ganharam maior expressão, pela sua exclusividade, já que era apenas ao som de cordofones que se tocavam as peças mais antigas daquela ilha. No entanto, na ilha da Madeira e sem comparação com a atualidade (2013), os cordofones tiveram a sua apoteose mais concretamente no séc. XIX, onde vários músicos e compositores da época se dedicaram à prática e composição nestes instrumentos. Já em meados do séc. XIX, as práticas musicais decorriam também nas ruas da cidade do Funchal, onde a música e os cordofones tradicionais se faziam ouvir, nomeadamente o braguinha/machete: Among the instruments which bear a prominent part in concerts and serenades, is the machete. -
Simão Gabriel Rodrigues Câmara Cordofones Tradicionais
Simão Gabriel Cordofones tradicionais Rodrigues Câmara madeirenses em música pop Aprendizagens e perceções Relatório de Estágio submetido como parte dos requisitos para a obtenção do Grau de Mestre em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico Abril 2015 Simão Gabriel Cordofones tradicionais Rodrigues Câmara madeirenses em música pop Aprendizagens e perceções Orientador: Professor Doutor José Carlos Godinho Relatório de Estágio submetido como parte dos requisitos para a obtenção do Grau de Mestre em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico Abril 2015 1 (...) esta escola unidimensional é insuficiente, qualitativamente, para as exigências da educação contemporânea. Os responsáveis sabem que é preciso pôr de pé outra escola. Os educandos sentem na alma o terrível vazio da escola unidimensional. É, pois, necessário e urgente promover a escola pluridimensional. A que tem a dimensão curricular, a dimensão extracurricular e a dimensão da interação entre as duas. (Patrício, 1990:183) 2 Resumo Este projeto teve como principal intuito proporcionar aos jovens a execução de cordofones tradicionais madeirenses (braguinha, rajão e viola de arame) com recurso ao repertório pop como elemento motivador, rentabilizando-se o grau de aceitação deste tipo de música junto dos alunos. O trabalho desenvolvido assenta na exploração das potencialidades da fusão musical (Moniz, 2011), bem como na valorização do recurso às aprendizagens de caráter informal (Green, 2000; 2002; 2006; 2008), explorando-se igualmente o conceito de professor-músico e o seu papel enquanto modelo (Swanwick, 2003) e enquanto agente motivador e promotor da conjugação da vertente pedagógica, didática e relacional (Adams, 2001). Em paralelo com a execução deste projeto educativo, implementado numa turma de 8.º Ano da Escola Dr. -
Relatório Final Da Prática De Ensino Supervisionada a Viola Beiroa No Ensino Vocacional De Música: Implementação E Proposta De Programa
Relatório Final da Prática de Ensino Supervisionada A Viola Beiroa no Ensino Vocacional de Música: Implementação e Proposta de Programa Susana Vicente da Silva Dias Orientadores Professor Especialista Pedro Miguel Reixa Ladeira Mestre Eduardo Paulo Rodrigues Loio Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ensino de Música – Instrumento e Classe de Conjunto, realizado sob a Orientação Científica do Professor Especialista Pedro Miguel Reixa Ladeira, Equiparado a Professor Adjunto Convidado da Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco e Coorientação Científica do Mestre Eduardo Paulo Rodrigues Loio. Setembro 2015 II Composição do júri Presidente do júri Professor José Filomeno Martins Raimundo Professor Coordenador da Escola Superior de Artes Aplicadas - IPCB Vogais Professora Mª del Pilar Barrios Manzano Professora da Universidade de Cáceres Professor Pedro Miguel Reixa Ladeira Professor Adjunto Convidado da Escola Superior de Artes Aplicadas - IPCB III IV Agradecimentos Quero agradecer aos meus pais, irmão e cunhada, por terem suportado as minhas loucuras e ausências. Quero agradecer ao meu avô por ter acreditado em mim desde o início. Este trabalho não era possível sem a compreensão e dedicação dos amigos, por isso deixo-lhes um bem-haja! Dedico este trabalho ao pequeno Vicente! V VI Resumo O presente relatório reflete a prática de ensino desenvolvida no estágio realizado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada, bem como o trabalho de investigação desenvolvido no âmbito da unidade curricular de Projeto do Ensino Artístico, sendo dividido em duas partes. -
2017/ Junho June Madeira Cultural Agenda
2017/ JUNHO JUNE MADEIRA CULTURAL AGENDA 1 2 3 prOjeto: audiçãO Musical OrquEsTrOfOnE dança / Música QUINTAS - 01, 08, 22 E 29 | 15H30 MuseU QUintA das CrUzeS dance / Music Audição musical comentada em língua portuguesa com as músicas do orquestrofone, com repertório de baile (dan- ‘Grupo dançando com a diferença’ ças Séc. XiX e XX), repertório apresenta: presents: de música ambiente (abertu- ras, fantasias, árias, canções de teatro musical francês, inglês e americano, Chansonettes de cabarets e Vaudeville) e repertó- rio de música temática (hinos, marchas militares e canções patrióticas). Dinamização e Coordenação: idade professor Vítor Sardinha. C público em geral, sem inscrição prévia. ídeo e Publi v ia, F project: Musical audition orchestrophone tHURSDAY 01, 08, 22 & 29 | 3:30 pM tro - Fotogra S Museu Quinta da Cruzes Listening to the museum’s Orchestrophone songs, simultane- © Júlio Ca Silva ously commented in portuguese language, with ballroom dances ‘dOESDICOn’ ‘DOESDICON’ repertoire (19th and 20th centuries), MUDAS. MuseU MUDAS. Museu repertoire of ambient music (open- De Arte ConteMporâneA de arte COnteMPOrânea ings, fantasias, arias, french, english da MadeirA - CAlhetA da Madeira - CaLheta and american musical theatre songs, sEXTa 02 E sÁBADO 03 | 21H00 FRIDAY 02 & SATURDAY 03 | 9:00 pM cabaret chansonettets and vaude- dOMINGO 04 | 17H00 SUNDAY 04 | 5:00 pM ville) and thematic repertoire (hymns, Criação de tânia Carvalho. Production: tânia Carvalho. military marches and patriotic songs). Direção artística: artistic direction: -
Universidade Federal Da Bahia Viola Nos Sambas Do Recôncavo Baiano
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MÚSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MÚSICA CÁSSIO LEONARDO NOBRE DE SOUZA LIMA VIOLA NOS SAMBAS DO RECÔNCAVO BAIANO Salvador 2008 CÁSSIO LEONARDO NOBRE DE SOUZA LIMA VIOLA NOS SAMBAS DO RECÔNCAVO BAIANO Dissertação submetida ao Programa de Pós- Graduação em Música, Escola de Música, Universidade Federal da Bahia, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre em Música. Área de concentração: Etnomusicologia Orientador (a): Prof. Dr.(a) Sônia Maria Chada Garcia Salvador 2008 © Copyright by Cássio Nobre Dezembro, 2008 TERMO DE APROVAÇÃO Para Bia, Loa, Margarida e Trajano, por todo o amor cultivado. v RESUMO Viola nos Sambas do Recôncavo Baiano é um estudo etnomusicológico sobre o instrumento musical de cordas popularmente conhecido como “viola”, introduzido no Brasil por europeus, e que na região do Recôncavo Baiano (Bahia, Brasil) está associado a formas de expressão musical tradicionais em comunidades caracterizadas por fortes remanescentes culturais de matriz africana. Estas expressões populares estão organizadas em torno de alguns grupos musicais existentes em certas localidades do Recôncavo atual, conhecidos genericamente como sendo grupos de “samba de roda”. Tais grupos contam com a presença da viola na formação instrumental dos seus conjuntos musicais, que executa “modalidades” de samba localmente reconhecidas como sendo “samba-chula”, “samba de viola” ou “barravento”, dentre outras denominações. A viola é, reconhecidamente, um dos mais fortes símbolos de “tradição” nesta região. Neste sentido, o objetivo principal de Viola nos Sambas do Recôncavo Baiano é levantar informações e relatos sobre a presença de violas e a participação de violeiros em alguns grupos de samba com viola observados, descrevendo suas características principais, bem como usos e funções sonoras e simbólicas de ambos. -
MÚSICA CAIPIRA DE CONCERTO: Territorialidades E Trajetórias Da Viola E Violeiros No Âmbito Caipira
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SOCIOAMBIENTAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA DENIS RILK MALAQUIAS MÚSICA CAIPIRA DE CONCERTO: Territorialidades e trajetórias da viola e violeiros no âmbito caipira GOIÂNIA 2019 DENIS RILK MALAQUIAS MÚSICA CAIPIRA DE CONCERTO: Territorialidades e trajetórias da viola e violeiros no âmbito caipira Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Geografia, do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em Geografia. Orientador: Prof. Dr. Alecsandro (Alex) J. P. Ratts GOIÂNIA 2019 Ficha de identificação da obra elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática do Sistema de Bibliotecas da UFG. Malaquias, Denis Rilk MÚSICA CAIPIRA DE CONCERTO [manuscrito] : Territorialidades e trajetórias da viola e violeiros no âmbito caipira / Denis Rilk Malaquias. - 2019. 240 f. Orientador: Prof. Dr. Alecsandro José Prudêncio Ratts . Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Goiás, Instituto de Estudos Socioambientais (Iesa), Programa de Pós-Graduação em Geografia, Goiânia, 2019. Bibliografia. Anexos. Apêndice. Inclui siglas, mapas, fotografias, tabelas, lista de figuras, lista de tabelas. 1. Território Caipira. 2. Territorialidades. 3. Trajetórias socioespaciais. 4. Viola Caipira. 5. Violeiros Neocaipiras. I. , Alecsandro José Prudêncio Ratts, orient. II. Título. CDU 911 Dedico este trabalho a toda minha família, que são minhas fundações e maior motivação, em especial ênfase à nova geração que semeia esperança, meu filho Heitor (o melhor de mim) e aos meus sobrinhos Luiz Fellyp e Augusto. Dedico ainda aos progenitores, meus pais, Neri e Elizete (meu porto seguro) e meu irmão Alan. Agradecimentos Antes de tudo eu gostaria de agradecer a Deus por mais esta oportunidade, pela inspiração, e por ser sempre o meu amparo frente aos muitos desafios e dificuldades que sobrevieram no decorrer de minha trajetória. -
Medium of Performance Thesaurus for Music
A clarinet (soprano) albogue tubes in a frame. USE clarinet BT double reed instrument UF kechruk a-jaeng alghōzā BT xylophone USE ajaeng USE algōjā anklung (rattle) accordeon alg̲hozah USE angklung (rattle) USE accordion USE algōjā antara accordion algōjā USE panpipes UF accordeon A pair of end-blown flutes played simultaneously, anzad garmon widespread in the Indian subcontinent. USE imzad piano accordion UF alghōzā anzhad BT free reed instrument alg̲hozah USE imzad NT button-key accordion algōzā Appalachian dulcimer lõõtspill bīnõn UF American dulcimer accordion band do nally Appalachian mountain dulcimer An ensemble consisting of two or more accordions, jorhi dulcimer, American with or without percussion and other instruments. jorī dulcimer, Appalachian UF accordion orchestra ngoze dulcimer, Kentucky BT instrumental ensemble pāvā dulcimer, lap accordion orchestra pāwā dulcimer, mountain USE accordion band satāra dulcimer, plucked acoustic bass guitar BT duct flute Kentucky dulcimer UF bass guitar, acoustic algōzā mountain dulcimer folk bass guitar USE algōjā lap dulcimer BT guitar Almglocke plucked dulcimer acoustic guitar USE cowbell BT plucked string instrument USE guitar alpenhorn zither acoustic guitar, electric USE alphorn Appalachian mountain dulcimer USE electric guitar alphorn USE Appalachian dulcimer actor UF alpenhorn arame, viola da An actor in a non-singing role who is explicitly alpine horn USE viola d'arame required for the performance of a musical BT natural horn composition that is not in a traditionally dramatic arará form. alpine horn A drum constructed by the Arará people of Cuba. BT performer USE alphorn BT drum adufo alto (singer) arched-top guitar USE tambourine USE alto voice USE guitar aenas alto clarinet archicembalo An alto member of the clarinet family that is USE arcicembalo USE launeddas associated with Western art music and is normally aeolian harp pitched in E♭. -
Nicação E Informação Praça Da República, 7630 – 139 Odemira Tel: 283 320 901 Fax: 283 320 902 [email protected]
Divisão de Gestão Interna Setor de Comunicação e Informação Praça da República, 7630 – 139 Odemira Tel: 283 320 901 Fax: 283 320 902 [email protected] www.cm-odemira.pt ODEMIRA EM AGENDA 8º ENCONTRO DE VIOLAS DE ARAME JUNTA TRADIÇÕES DE PORTUGAL E DO BRASIL 10 e 11 de novembro, S. Martinho das Amoreiras, concelho de Odemira Com o objetivo de valorizar e preservar a Viola de Arame Portuguesa, irá realizar-se nos dias 10 e 11 de novembro de 2018, na Casa do Povo de S. Martinho das Amoreiras, concelho de Odemira, o 8º Encontro de Violas de Arame, a decorrer em simultâneo com o 5º Encontro de Tocadores de Viola Campaniça, numa iniciativa organizada pelo Centro de Valorização da Viola Campaniça e do Cante de Improviso, e que contará com violas de todo o continente e ilhas e do Brasil. Pretende-se que esta seja uma ação importante de resgate e dignificação da cultura regional, destinada a todos os músicos, etnógrafos e curiosos que manifestem interesse pela música tradicional. O encontro contará com a presença da Viola Campaniça (Alentejo), Viola Braguesa (Minho), Viola Beiroa (Beira Baixa), Viola de Arame (Madeira), Viola da Terra (Açores) e Viola Caipira (Minas Gerais/Brasil), dedilhadas por Pedro Mestre e Carlos Loução, José Barros, Ricardo Fonseca, Vítor Sardinha, Rafael Carvalho e Chico Lobo, respetivamente. A espontaneidade como estas violas “dialogam” permite perceber a sua origem popular comum e as diferenças que lhe foram sendo introduzidas pelas comunidades que as utilizam. Dos bailes de roda às festas religiosas, passando pelos despiques, as violas de cordas de arame são o instrumento popular tradicional de eleição. -
A Viola Beiroa / Caderno De Especificações Técnicas / 1
A VIOLA BEIROA / CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS / 1 A VIOLA BEIROA CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS b FICHA TÉCNICA Trabalho desenvolvido por Centro de Estudos e Promoção das Artes e Ofícios Portugueses Coordenação do estudo Graça Ramos Textos Graça Ramos Miguel Carvalhinho Susana Vicente da Silva Dias Acompanhamento técnico Miguel Carvalhinho Fotografia Arquivo fotográfico da Associação Recreativa Cultural Viola Beiroa Hélder Milhano Graça Ramos Design gráfico de logótipo e publicação Hélder Milhano - ESART Edição Câmara Municipal de Castelo Branco Maio de 2017 VIOLA BEIROA - PORTUGAL CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES PARA A CERTIFICAÇÃO ÍNDICE Introdução 3 1 > Nome que identifique o produto ou denominação 6 de venda do produto e respetiva proposta de logótipo (marca de indicação geográfica) 2 > Enquadramento cultural e histórico-geográfico da 8 produção “Viola beiroa – Portugal”, considerando a respetiva origem e/ou o seu vínculo ao centro difusor mais relevante 3 > Delimitação geográfica da área de produção 14 4 > Identificação e caracterização das matérias-primas 15 e respetivos modos de produção (tecnologias artesanais tradicionais) 5 > Características do produto “Viola beiroa - Portugal” 28 6 > Condições de inovação do produto e no modo de 31 produção que, abrindo essa possibilidade, garantam a preservação da identidade do produto Bibliografia 32 A VIOLA BEIROA / CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS / 5 b INTRODUÇÃO O Caderno de Especificações da viola beiroa é um documento onde se estabelecem as regras e os princípios gerais que consideramos -
A Espessura Das Cordas É Sempre Dada Em Milímetros
NOTA: a espessura das cordas é sempre dada em milímetros INSTRUMENTOS POPULARES PORTUGUESES AFINAÇÕES VIOLA AMARANTINA ( Amarante) Lá Mi Si Lá Ré VIOLA BRAGUESA ( Braga ) Sol Ré Lá Sol Dó VIOLA TOEIRA ( Coimbra) Mi Si Sol Ré Lá VIOLA BEIROA ( Castelo Branco ) Ré Si Sol Ré Lá Ré VIOLA CAMPANIÇA (Beja ) Sol Mi Dó Fá Dó VIOLA DE ARAME ( Madeira ) Ré Si Sol Ré Sol VIOLA DA TERRA ( S. Miguel-Açores ) Ré Si Sol Ré Lá VIOLA DA TERCEIRA ( AÇORES ) Mi Si Sol Ré Lá Mi VIOLA DA TERCEIRA (18 cordas ) Mi Si Sol Ré Lá Mi ? VIOLÃO ou VIOLA FRANCESA Mi Si Sol Ré Lá Mi CAVAQUINHO Mi Dó # Lá Lá RAJÃO ( Madeira) Si Fá # Ré Lá Mi GUITARRA DE LISBOA Si Lá Mi Si Lá Ré GUITARRA DE COIMBRA Lá Sol Ré Lá Sol Dó BANJOLIM Mi Lá Ré Sol BANJOLA Mi Lá Ré Sol BANJO DE ACORDES Ré Si Sol Ré VIOLA BANJO Mi Si Sol Ré Lá Mi BANDOLINETA Lá Ré Sol Dó BANDOLIM Mi Lá Ré Sol BANDOLETA Lá Ré Sol Dó BANDOLA Mi Lá Ré Sol BANDOLONCELO Mi Lá Ré Sol VIOLINO Mi Lá Ré Sol NOTA: todas as afinações são dadas do agudo para o grave VIOLAS DE ARAME DO CONTINENTE AFINAÇÕES VIOLA AMARANTINA - Lá, Mi, Si, Lá, Ré Lá - 0,23 Mi - 0,28 Si - 0,48 Lá - 0,48 Ré - 0,65 Lá - 0,23 Mi - 0,28 Si - 0,23 Lá - 0,23 Ré - 0,28 Aço Aço Bordão Bordão Bordão Aço Aço Aço Aço Aço VIOLA BRAGUESA - Sol, Ré, Lá, Sol, Dó. -
Adaptação De Repertório Tradicional Açoriano Para O Ensino Do Clarinete
MESTRADO ENSINO DE MÚSICA INSTRUMENTO - CLARINETE Adaptação de Repertório Tradicional Açoriano para o Ensino do Clarinete Valter Alberto Nicolau da Ponte 07/2020 \\ ESMAE ESCOLA SUPERIOR DE MÚSICA E ARTES DO ESPETÁCULO POLITÉCNICO DO PORTO MESTRADO ENSINO DE MÚSICA M INSTRUMENTO - CLARINETE Adaptação de Repertório Tradicional Açoriano para o Ensino do Clarinete Valter Alberto Nicolau da Ponte Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e à Escola Superior de Educação como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Ensino de Música, especialização Clarinete Professor Orientador Daniela Coimbra Professor Supervisor António Saiote Professores Cooperantes Anabela Araújo Ricardo Alves 07/2020 Dedico aos meus pais e à minha irmã. iii Agradecimentos Agradeço à minha família pelo apoio incondicional ao longo deste percurso. À Professora Doutora Daniela Coimbra, por todo o apoio, disponibilidade e partilha de saberes ao longo deste Projeto. Aos professores Anabela Araújo e Ricardo Alves, pela atenção, cooperação, amizade e conhecimentos que me transmitiram, serão sem dúvida importantes no futuro. Ao Antero Ávila, Marco Patrício e Rafael Carvalho, por toda a colaboração com este projeto. Ao professor António Saiote, por tudo o que aprendi, mas fundamentalmente, por ter acreditado nas minhas capacidades. A toda a Classe de Clarinetes da ESMAE, aos atuais e antigos colegas, assim como a todos os professores. Foram importantes ao longo de todo o processo. Aos amigos que sempre me auxiliaram e estiveram comigo. iv Resumo O presente Relatório de Estágio Profissional aborda as atividades desenvolvidas no Conservatório de Música do Porto, no ano letivo de 2019/2020, no âmbito da unidade curricular anual Prática Educativa Supervisionada em Ensino de Instrumento – Clarinete.