Gênero, Memória E Poder No Cinema Brasileiro (Décadas De 1970 E 1980)
Total Page:16
File Type:pdf, Size:1020Kb
Load more
Recommended publications
-
1 the Discrepancy of the Eye: Identity Development of Nikkei Communities in Brazil and Peru
The discrepancy of the eye: identity development of Nikkei communities in Brazil and Peru (1900-present) Dissertation Presented in Partial Fulfillment of the Requirements for the Degree Doctor of Philosophy in the Graduate School of The Ohio State University By Clara Carolyne Fachini Zanirato, M.A. Graduate Program in Portuguese The Ohio State University 2020 Dissertation Committee Ulises Juan Zevallos-Aguilar, Advisor Isis Barra Costa, Advisor Lúcia Costigan Giséle Manganelli Fernandes 1 Copyrighted by Clara Carolyne Fachini Zanirato 2020 2 Abstract “We invented the concept of Nikkei—we who are floating between land and ancestral heritage in search of a home.” Kaori Flores Yonekura The purpose of this dissertation is to analyze how the floating Japanese identity was constructed in different ways in Brazil and Peru, and how this identity formation is visible within cultural productions. The overlapping of so many identity nodal points forces these immigrant community to re-create communities based on a common memory. Any vestige of cultural manifestation represents the glue that keeps these groups together. Therefore, the cultural productions of such groups reflect the struggles and the changes the Japanese immigrants went through to establish their Nikkei (Japanese descendants living outside Japan) identity within Brazil and Peru. The case studies I will be analyzing are contemporary (20th and 21st Century) literatures and movies produced by Nipo-Brazilians and Nipo-Peruvians about their own cultural identity. From Brazil, my selection includes the novel Nihonjin (2010), by Oscar Nakasato; the movies Gaijin- caminhos da liberdade (1980), directed by Tizuka Yamazaki, and Corações sujos (2010), directed by Vicente Amorim, an adaptation of the namesake book by Fernando Morais, a Nikkei writer. -
Catalogo Depoimentos Orais I.Pdf
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA ARQUIVO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL Depoimentos Orais I CATÁLOGO 2ª edição revisada e atualizada BRASÍLIA 50 ANOS 21 de abril de 1960 - 21 de abril de 2010 PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE 1 Arquivo Público do Distrito Federal Supervisão Geral Luiz Ribeiro de Mendonça - Superintendente Coordenação Silvia Regina Viola de Castro Revisão e Aprovação Conselho Editorial do Arquivo Público do Distrito Federal Presidente: Luiz Ribeiro de Mendonça - Membros: Euler Frank Lacerda Barros Elias Manoel da Silva - Jomar Nickerson de Almeida - Marcelo Gomes Durães Silvia Regina Viola de Castro - Luciene Carrijo Aldair da Silva Couto - Sandra Suelene Torres Organização textual e fotográfica Diogo Souza de Resende Moura - Cleverton de Jesus Silva - Edneide Lima de Oliveira Projeto Gráfico / Capa Diogo Souza de Resende Moura Formato 160mm x 200mm Papel Capa: Papel couchê brilho 230 g/m a 4/1 cor, plastificada Miolo: Papel off set 90 g/m Tiragem 500 exemplares Impressão Gráfica Diplomata (61) 3399.0145 1ª edição, 1994 2ª edição, 2008 Arquivo Público do Distrito Federal. Depoimento Orais I: catálogo / Coordenação Silvia Regina Viola de Castro. -- 2ª edição. Revisada e atualizada. Brasília: Arquivo Público do DF, 2008. -- 200 p. il. 1. História Oral - Catálogo. 2. História Oral - Distrito Federal (Brasil). 3. História Oral - Entrevistas CDU - 930.25 (817.4) Livre reprodução do todo ou de partes, citada a fonte “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” Arquivo PÚBLICO DO Distrito FEDERAL SAP -
O Brasil Descobre a Dança Descobre O Brasil
O TALHO NA CMESMIE Os milênios pertencem a ordenações soberanas. Conversas de fim de século geralmente tratam de momentos críticos e decisões irrevogáveis. As de agora, sopram prováveis e variados holocaustos, mas também diversas possibilidades de redenção. Clamam por urgências ecológicas, pela atenção com a saúde pessoal e do planeta; redimensionam questões nacionais, uma vez que as novas tecnologias de informação estão desenhando um mundo por conhecer. Qual o figurino indicado para uma troca de milênio? O motor do ato, aqui, se impele dos traços nascidos nos últimos anos deste 1900, mas não marcha nas hostes milenaristas (como se comportar perante os três zeros das datas que serão cabeçalhos de nossa futura correspondência? Zero-pai, zero-filho, zero-espírito santo, como diz Peter Sloterdijk?). Nem se abriga nas dobras amigáveis de uma historiografia oficial, cronológica na sua seqüência linear. Primeiro, porque ela não está sequer escrita. E depois, singrar outras faces em paisagens conhecidas é o que abre o breu. Na ausência de pernas, cavalgaremos com a ciência. Ciência: do que se desprende o nosso cotidiano. Às vezes, nem atentamos para sua presença. Distraídos, continuamos pensando que se trata de exclusividade de laboratório de cientista. Mas não. Escolher uma hipótese (por que uma, aquela, e não qualquer outra?), testá-la indutivamente e, em seguida, elaborar uma dedução a respeito das conclusões obtidas é o que cada um de nós faz a cada dia quando, por exemplo, abre a janela e escolhe com que roupa vai sair de casa. O ponto de partida, a idéia básica do trabalho, se centra num fenômeno tipicamente brasileiro conhecido por Ballet Stagium. -
Carta Aberta Aos Ministros Do Supremo Tribunal Federal - Stf
CARTA ABERTA AOS MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF Assunto: Recurso Extraordinário (RE) nº. 1.017.365 Excelentíssimos Ministros do Supremo Tribunal Federal Dirigimo-nos respeitosamente a Vossas Excelências na condição de cidadãs e cidadãos não-indígenas deste território em que se constituiu o Estado Brasileiro e envergonhados com a forma com que, há séculos, tratamos os povos originários e os assuntos que são de seu interesse e direito. Os indígenas foram tratados pela lei brasileira como indivíduos relativamente incapazes até a Constituição de 1988. É verdade que esse tratamento poderia se justificar como uma proteção do Estado-guardião contra práticas enganosas e fraudulentas a sujeitos sem a plena compreensão dos parâmetros sociais da sociedade dominante. Entretanto, a história de expulsão, transferência forçada e tomada de suas terras pelo Estado ou por particulares sob aquiescência ou conivência do Estado evidenciam os efeitos deletérios de uma tutela estatal desviada de sua finalidade protetiva. Segundo o último Censo do IBGE (2010), 42,3% dos indígenas brasileiros vivem fora de terras indígenas e quase metade deles vive nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do país. Essas regiões foram as primeiras e as mais afetadas pelas práticas de expulsão e ocupação não-indígena das terras dos povos originários. Embora boa parte da sociedade brasileira, por simples desinformação, pense que a tomada e a ocupação das terras dos indígenas tenham ocorrido nos primeiros anos da chegada dos europeus a este território, isso não é verdade. Foi sobretudo com as políticas de expansão para o Oeste iniciadas sob Getúlio Vargas e aprofundadas na Ditadura Militar, com grandes obras de infraestrutura e abertura de frentes agropecuárias, que os indígenas sentiram com mais vigor e violência o significado do avanço da “civilização” sobre suas terras e seus recursos. -
Mulheres No Cinema Brasileiro
See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/262919462 Mulheres no Cinema Brasileiro Article · July 2011 CITATIONS READS 3 423 3 authors: Paula Alves Diniz Alves Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 70 PUBLICATIONS 552 CITATIONS 6 PUBLICATIONS 5 CITATIONS SEE PROFILE SEE PROFILE Denise Britz do Nascimento Silva Brazilian Institute of Geography and Statistics 48 PUBLICATIONS 203 CITATIONS SEE PROFILE Some of the authors of this publication are also working on these related projects: Estatísticas Sociais View project Phd thesis View project All content following this page was uploaded by Denise Britz do Nascimento Silva on 09 June 2014. The user has requested enhancement of the downloaded file. Paula Alves, José Eustáquio Diniz Alves, Denise Britz do Nascimento Silva Mulheres no Cinema Brasileiro Paula Alves José Eustáquio Diniz Alves Denise Britz do Nascimento Silva Resumo: O Cinema tem importante papel na construção e difusão das imagens de homens e mulheres ao longo do tem- po. Este trabalho apresenta a evolução da participação de mulheres em funções de destaque nas equipes dos ilmes de longa-metragem brasileiros, realizados entre 1961 e 2010. Palavras chave: Gênero. Cinema. Mercado de trabalho. Abstract: Film has an important role in the construction and diffusion of images of men and women throughout time. This paper presents an analysis of the evolution of the participation of women in highlighted functions in the crews of Brazilian feature ilms released between 1961 and 2010. Keywords: Gender. Film. Labour Market. Paula Alves. Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE. -
Significação
Significação Revista de Cultura Audiovisual Janeiro-Junho 2020 53 Dossiê Cinema brasileiro contemporâneo: política, estética e invenção (I) ISSN 2316-7114 | Volume 47 | Nº 53 | Brasil Significação Revista de Cultura Audiovisual Janeiro-Junho 2020 53 Significação: Revista de Significação Reinaldo Cardenuto Filho Cultura Audiovisualé uma Janeiro-Junho 2020 Universidade Federal Fluminense, revista acadêmica voltada Brasil ao público de pesquisadores Foto da capa de Cinema e Audiovisual. Fotograma de Noir blue (2018), Universidade de São Paulo Sua criação data de 1974, de Ana Pi. sendo publicada pelo Centro Vahan Agopyan de Estudos Semióticos A. Bases de dados Reitor J. Greimas, com subsídios Confibercom da Faculdade de Filosofia, Diadorim Antonio Carlos Hernandes Ciências e Letras Barão de DOAJ Vice-Reitor Mauã. Tinha por subtítulo Latindex “revista brasileira de semiótica”. Latinrev Escola de Comunicações e A partir do número 13 fez parte Portal Capes de Periódicos Artes das atividades do Núcleo de Portal SEER Pesquisa em Poética da Imagem Portal de Revistas da do Departamento de Cinema, Eduardo Henrique Soares Universidade de São Paulo Rádio e Televisão da ECA/USP, Monteiro Redib sendo publicada com apoio da Diretor Scholar Google Universidade Tuiuti (PR). Em 2007, em seu número 27, tem o Brasilina Passarelli Editores subtítulo mudado para “Revista Vice-Diretora de Cultura Audiovisual”. Do Eduardo Victorio Morettin número 31 em diante passa a Universidade de São Paulo Programa de Pós-Graduação ser uma publicação semestral [email protected] em Meios e Processos vinculada ao Programa de Audiovisuais Pós-Graduação em Meios Irene de Araújo Machado e Processos Audiovisuais da Universidade de São Paulo Eduardo Vicente Coordenador Escola de Comunicações e [email protected] Artes da Universidade de São Atílio Avancini Paulo, Brasil. -
Pra Frente Brasil E O Cinema De Roberto Farias
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS NITERÓI 2016 WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Área de concentração: História social Orientadora: Profª Drª Denise Rollemberg Cruz Niterói, RJ 2016 Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Central do Gragoatá G924Guedes, Wallace Andrioli. Política como produto: Pra frente Brasil e o cinema de Roberto Farias / Wallace Andrioli Guedes. – 2016. 317f.; il. Orientador: Denise Rollemberg Cruz. Tese (Doutorado) – Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, 2016. Bibliografia: f. 277-286. 1.Pra frente Brasil (Filme).2. Farias, Roberto, 1932. 3. Embrafilme.4. Ditadura Militar, 1964-1979.5. Brasil.6. Resistência ao governo.I. Cruz, Denise Rollemberg.II. Universidade Federal Fluminense. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. III. Título. WALLACE ANDRIOLI GUEDES POLÍTICA COMO PRODUTO: PRA FRENTE BRASIL E O CINEMA DE ROBERTO FARIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense como requisito parcial à obtenção do título de Doutor em História. Área de concentração: História social Aprovada em 12 de maio de 2016 BANCA EXAMINADORA Profª Drª Denise Rollemberg Cruz – UFF Orientadora Prof. Dr. Paulo Knauss de Mendonça – UFF Profª Drª Ana Lúcia Andrade – UFMG Profª Drª Beatriz Kushnir – AGCRJ Prof. Dr. Igor Sacramento – FIOCRUZ Niterói 2016 Ao Zé, que, na ausência, me apresentou a saudade. -
Mulheres À Frente E Atrás Das Câmeras: Uma Leitura Do Protagonismo Feminino Em a Árvore De Marcação, De Jussara Queiroz
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DA MÍDIA LUANA ARAÚJO DE FRANÇA Mulheres à frente e atrás das câmeras: uma leitura do protagonismo feminino em A árvore de Marcação, de Jussara Queiroz NATAL – RN 2017 LUANA ARAÚJO DE FRANÇA Mulheres à frente e atrás das câmeras: uma leitura do protagonismo feminino em A árvore de Marcação, de Jussara Queiroz Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Estudos da Mídia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Estudos da Mídia, pela linha de pesquisa Estudos da Mídia e Produção de Sentido. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Kenia Beatriz Ferreira Maia NATAL – RN 2017 Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Sistema de Bibliotecas - SISBI Catalogação de Publicação na Fonte. UFRN - Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - CCHLA França, Luana Araújo de. Mulheres à frente e atrás das câmeras: uma leitura do protagonismo feminino em A árvore de Marcação, de Jussara Queiroz / Luana Araújo de França. - 2017. 109f.: il. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Programa de Pós-graduação em Estudos da Mídia. Natal, RN, 2017. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Kenia Beatriz Ferreira Maia. 1. Mulher no cinema. 2. Jussara Queiroz. 3. Protagonismo feminino. 4. Teoria feminista do cinema. I. Maia, Kenia Beatriz Ferreira. II. Título. RN/UF/BS-CCHLA CDU 791.233:141.72 -
Cinema Na Panela De Barro: Mulheres Negras, Narrativas De Amor, Afeto E Identidade
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EDILEUZA PENHA DE SOUZA Orientadora: Professora Doutora Laura Maria Coutinho Brasília 2013 EDILEUZA PENHA DE SOUZA CINEMA NA PANELA DE BARRO: MULHERES NEGRAS, NARRATIVAS DE AMOR, AFETO E IDENTIDADE Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB) na linha de pesquisa Educação, Tecnologias e Comunicação (ETEC), como requisito parcial à obtenção do título de Doutora em Educação, sob a orientação da Professora Doutora Laura Maria Coutinho. Brasília Primavera de 2013 Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte. Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central da Universidade de Brasília. Acervo 1016449. Souza, Edileuza Penha de. S729c Cinema na pane l a de barro : mulheres negras , narrativas de amor , afeto e identidade / Edileuza Penha de Souza. - - 2013. 204 f . : i l . ; 30 cm. Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós -Graduação em Educação, 2013. Inclui bibliografia. Orientação: Laura Maria Coutinho. 1. Negras. 2. Cinema na educação. 3. Comunicação na educação. I. Coutinho, Laura Maria. I I. Título. CDU 791. 43: 37 EDILEUZA PENHA DE SOUZA CINEMA NA PANELA DE BARRO: MULHERES NEGRAS, NARRATIVAS DE AMOR, AFETO E IDENTIDADE Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Educação da Universidade de Brasília (UnB) na linha de pesquisa Educação, Tecnologias e Comunicação (ETEC), como requisito parcial à obtenção do Título de Doutora em Educação, sob a orientação da Professora Doutora Laura Maria Coutinho. Aprovada em 18 de dezembro de 2013. -
Entre Esteriótipos2
ENTRE ESTEREÓTIPOS, TRANSGRESSÕES E LUGARES COMUNS: notas sobre a pornochanchada no cinema brasileiro FREITAS, Marcel de Almeida Mestre em Psicologia Social; professor UNIP/BH. E-mail: ( [email protected] ). RESUMO O gênero Pornochanchada foi um dos carros chefes da década de 1970. O gênero adquiriu esse nome por combinar erotismo com pitadas de comédia. O grosso da produção vinha da Boca- do-Lixo paulistana, região conhecida por suas boates e bordéis. Eram filmes de baixo custo e rentabilidade alta e atraiam milhares de espectadores. Foi a pornochanchada que lançou Vera Fischer ao estrelato (em “A Superfêmea”). Atrizes como Sônia Braga também estiveram no elenco dessas produções. O maior ídolo desse tipo de filme foi David Cardoso, arquétipo do ‘macho brasileiro’, cuja presença era sinal certo de bilheteria rentável. Entre alguns títulos da pornochanchada estão os sugestivos “19 Mulheres e Um Homem”, “Deu Viado na Cabeça”. Portanto, este artigo busca ser uma contribuição para a Psicologia e para a Antropologia do Cinema. Palavras-chave: Gênero Pornochanchada. Cinema Brasileiro. Cultura de massa. Entre estereótipos, transgressões e lugares comuns 2 1 INTRODUÇÃO A memória nacional que, nos âmbitos político, econômico ou social, é tão precariamente conservada, nos ramos artístico e cultural pode encontrar no cinema alguma possibilidade de recuperação. A pesquisa histórica em geral enfrenta o problema da falta de documentação, mas não só este: também os juízos de valores dos estudiosos, intelectuais e dos profissionais da mídia contribuem para que alguns ‘acontecimentos’ artístico-culturais permaneçam por ‘baixo do tapete’. Entretanto, a neutralidade deve ser procurada ao máximo (mesmo sabendo que a neutralidade absoluta em qualquer campo de conhecimento é impossível), o que poderia propiciar que a História se voltasse para a criação artística em geral não somente como o entretenimento que fundamentalmente é, mas como mecanismo de resgate do passado, trazendo à luz elementos auxiliares à compreensão da vida brasileira. -
Sob a Vigência Da Ancine (2001-2011): Trajetória, Mecanismos E a Ingerência Da Economia Da Cultura Na Cinematografia
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” Faculdade de Ciências e Letras TALITA VANESSA PENARIOL NATARELLI SOB A VIGÊNCIA DA ANCINE (2001-2011): TRAJETÓRIA, MECANISMOS E A INGERÊNCIA DA ECONOMIA DA CULTURA NA CINEMATOGRAFIA Araraquara (SP) 2013 2 TALITA VANESSA PENARIOL NATARELLI SOB A VIGÊNCIA DA ANCINE (2001-2011): TRAJETÓRIA, MECANISMOS E A INGERÊNCIA DA ECONOMIA DA CULTURA NA CINEMATOGRAFIA Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (FCL), Câmpus de Araraquara, como requisito para obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Linha de pesquisa: Cultura e Pensamento Social. Orientadora: Maria Teresa Miceli Kerbauy. Bolsa: CNPq. Araraquara 2013 3 Natarelli, Talita Vanessa Penariol Sob a vigência da Ancine (2001/2011): trajetória, mecanismos e a ingerência da economia da cultura na cinematografia / Talita Vanessa Penariol Natarelli – 2013 200 f. ; 30 cm Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Araraquara) Orientador: Maria Teresa Miceli Kerbauy l. Ancine. 2. Indústria cinematográfica. 3. Políticas públicas. 4. Leis de incentivo fiscal. 5. Economia da cultura. I. Título 4 TALITA VANESSA PENARIOL NATARELLI SOB A VIGÊNCIA DA ANCINE (2001-2011): TRAJETÓRIA, MECANISMOS E A INGERÊNCIA DA ECONOMIA DA CULTURA NA CINEMATOGRAFIA Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Faculdade de Ciências e Letras (FCL), Câmpus de Araraquara, como requisito para obtenção do título de Mestre em Ciências Sociais. Linha de pesquisa: Cultura e Pensamento Social. -
Ana Carolina
Ana Carolina Ana Carolina Teixeira Soares - Cineasta Brasileira Ana Carolina miolo.indd 1 22/10/2010 20:54:12 Ana Carolina miolo.indd 2 22/10/2010 20:54:12 Ana Carolina Ana Carolina Teixeira Soares - Cineasta Brasileira Evaldo Mocarzel São Paulo, 2010 Ana Carolina miolo.indd 3 22/10/2010 20:54:12 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Governador Alberto Goldman Imprensa Oficial do Estado de São Paulo Diretor-presidente Hubert Alquéres Coleção Aplauso Coordenador Geral Rubens Ewald Filho Ana Carolina miolo.indd 4 22/10/2010 20:54:12 No Passado Está a História do Futuro A Imprensa Oficial muito tem contribuído com a sociedade no papel que lhe cabe: a democra- tização de conhecimento por meio da leitura. A Coleção Aplauso, lançada em 2004, é um exemplo bem-sucedido desse intento. Os temas nela abordados, como biografias de atores, di- retores e dramaturgos, são garantia de que um fragmento da memória cultural do país será pre- servado. Por meio de conversas informais com jornalistas, a história dos artistas é transcrita em primeira pessoa, o que confere grande fluidez ao texto, conquistando mais e mais leitores. Assim, muitas dessas figuras que tiveram impor- tância fundamental para as artes cênicas brasilei- ras têm sido resgatadas do esquecimento. Mesmo o nome daqueles que já partiram são frequente- mente evocados pela voz de seus companheiros de palco ou de seus biógrafos. Ou seja, nessas histórias que se cruzam, verdadeiros mitos são redescobertos e imortalizados. E não só o público tem reconhecido a impor- tância e a qualidade da Aplauso. Em 2008, a Coleção foi laureada com o mais importante prêmio da área editorial do Brasil: o Jabuti.