Livros De Portugal
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The TIMELESS JAZZ Duo Featuring Hilaria Kramer Trumpet and Ze
“ Confessions “ Hilaria Kramer trumpet Ze Eduardo double bass Os mais de 100 anos de história do Jazz e a sua evolução deixaram-nos inúmeras composições com origem em diversas músicas populares tradicionais e em canções de trabalho. Por outro lado várias músicas escritas para musicais e programas de TV tornaram-se famosas e transformaram-se em standards de Jazz tocados em todo o mundo. Também um grande número de composições de Jazz tem sido usado em anúncios e filmes. The over 100 years old existence of Jazz and its evolution results in countless compositions, which got their origins partly from various traditional folk music and work songs. On the other hand a lot of songs, which have been written for musicals and TV shows, got famous and so-called jazz standards played around all over the world. A huge amount of Jazz compositions have been used for commercials and films as well. Die ueber 100 jaehrige Existenz und Entwicklung des Jazz bringt unzaehlige Kompositionen mit sich, welche zum Teil aus verschiedenen urtuemlichen Volkstraditionen entpringen. Zum Anderen wurden viele Songs, welche als Filmmusik entstanden, zu beruehmten, vielgespielten sogenannten Jazzstandards. Ebenso wurden vom Zeitalter des Fernsehens an verschiedenste bekannte Jazzkompositionen fuer Werbespots, Filme, musikalische Neuinterpretierungen usw benuetzt und gelangten auf diese Weise zu weltweitem Ruhm. Hilaria Kramer Nasceu em 1967, na Suíça. Iniciou estudos de trompete com 10 anos de idade na Escola de Jazz de St. Gallen, na Suíça e continuou na seção profissional com o “Jazzgiant” trompetista Benny Bailey e o pianista Arte Lande de 1981 a 1985. Em 1985 começa sua carreira internacional tocando em grupos e projectos com músicos como: Joe Henderson, Sal Nistico, Chet Baker, Daniel Humair, Lee Konitz, Nina Simone, Carmen Mac Ray, Steve Lacy, Luca Flores, David Murray, Gianluigi Trovesi, Claudio Fasoli e muitos outros. -
Grupo De Recrutamento 110 - 1º Ciclo Do Ensino Básico
CONCURSO DE DOCENTES Grupo de Recrutamento 110 - 1º Ciclo do Ensino Básico ANO ESCOLAR DE 2021/2022 LISTA DEFINITIVA DE COLOCAÇÃO DA MOBILIDADE INTERNA NECESSIDADES TEMPORÁRIAS 13-08-2021 Página 1 de 105 Lista definitiva de colocação - Mobilidade Interna Ano Escolar de 2021/2022 Grupo 110 - 1º Ciclo do Ensino Básico Número Número de de ordem utilizador Nome Provido(a)/ Grupo Código de AE/ ENA/ QZP de Provimento Código e designação do Agrupamento/ Escola de Colocação Horário Componente Letiva 2 2056036207 EDNA ANADIA CORREIA DIAS 110 151920 161718 - Agrupamento de Escolas de Castro Daire C 25 3 9816422506 FRANCISCA MARIA MENDES DOS SANTOS 110 150198 152780 - Agrupamento de Escolas Dr. João Araújo Correia, Peso da Régua C 25 7 8430080597 FERNANDA MARIA MONTEIRO PINTO MONTEIRO 110 150198 152780 - Agrupamento de Escolas Dr. João Araújo Correia, Peso da Régua C 25 9 3567558234 HELENA MARIA ALVES DA SILVA 110 160465 161871 - Agrupamento de Escolas de Viso, Viseu C 25 10 3918936872 MARIA JOÃO DA TRINDADE GOMES 110 160453 160593 - Agrupamento de Escolas de Mundão, Viseu C 25 12 8626018797 ROSA MARIA PEREIRA DO AMARAL 110 160453 161913 - Agrupamento de Escolas de Sátão C 25 13 5783065250 MARIA CRISTINA DO NASCIMENTO ALBUQUERQUE BERNARDO COELHO 110 161706 160854 - Agrupamento de Escolas Padre José Augusto da Fonseca, Aguiar da Beira C 25 14 6919204258 ANA CRISTINA ANTUNES DE SOUSA 110 160325 172340 - Agrupamento de Escolas Artur Gonçalves, Torres Novas C 25 15 5981940492 CARLOS ALBERTO ANTUNES SÊCO 110 161391 161410 - Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo C 25 16 5882501318 MARIA HELENA VICENTE PEREIRA LOPES MOREIRA DOS SANTOS 110 161391 161251 - Agrupamento de Escolas Coimbra Sul C 25 17 5930628734 RUI ALEXANDRE SARMENTO NEIVA 110 151440 152729 - Agrupamento de Escolas Dr. -
Lista De Retirados Da Mobilidade Interna
CONCURSO DE DOCENTES ANO ESCOLAR DE 2021/2022 LISTA DE RETIRADOS DA MOBILIDADE INTERNA NECESSIDADES TEMPORÁRIAS 13-08-2021 Página 1 de 38 Lista definitiva de retirados - Mobilidade Interna Ano Escolar de 2021/2022 Tipo de N.º de utilizador Nome Candidato(a) Motivo 1802243445 ADÉLIA SOFIA FREIRE RIBEIRO QZP Professor Bibliotecário 6084450369 ADELINA MARIA DE OLIVEIRA GOMES QZP Mobilidade por Doença 1241133034 ADÍLIA CLÁUDIA DIAS SANTOS ALAGOA QZP Elemento de Órgão de Gestão 2625369043 ADRIANA FILIPA CARVALHO DE SOUSA QA/QE Atribuição de Componente Letiva 8845234029 ADRIANA MARIA MOREIRA PINTO QA/QE Atribuição de Componente Letiva 6161074044 AFONSO HENRIQUES MARTINS MAGALHÃES QA/QE Atribuição de Componente Letiva 1644834979 AGOSTINHO PEREIRA DE ANDRADE QA/QE Atribuição de Componente Letiva 4628557071 AGOSTINHO SEQUEIRA GUEDES QA/QE Elemento de Órgão de Gestão 6464331582 AIDA OLINDA TRIGO FÉLIX MARIANO QZP Mobilidade Estatutária 9499782133 ALBANO MANUEL EUGÉNIO NETO QA/QE Mobilidade Estatutária 4812696844 ALBERTO FAUSTINO MESQUITA DOS SANTOS QA/QE Atribuição de Componente Letiva 6100208466 ALBERTO MANUEL MARTINS CONCEIÇÃO LÍRIO QA/QE Mobilidade Estatutária 8015677904 ALBERTO MANUEL NUNES SALVADOR QA/QE Atribuição de Componente Letiva 8851169985 ALBERTO PINTO GONÇALVES QZP Mobilidade por Doença 2218103176 ALBINA DO CARMO FERREIRA DA SILVA MARTINS QA/QE Atribuição de Componente Letiva 4200183498 ALBINO MANUEL DA SILVA FERREIRA QA/QE Elemento de Órgão de Gestão 1781218536 ALDA MANUELA PEREIRA CARNEIRO TEIXEIRA QA/QE Atribuição de Componente -
Sons De Abril: Estilos Musicais E Movimentos De Intervenção Político-Cultural Na Revolução De 19741
Revista Portuguesa de Musicologia 6, Lisboa, 1996, pp. 141-171 Sons de Abril: estilos musicais e movimentos de intervenção político-cultural na Revolução de 19741 MARIA DE SÃO ]OSÉ CORTE-REAL STE artigo consiste numa reflexão sobre o fenómeno «Sons Ede Abril», definindo-o numa perspectiva de relacionamento entre estilos musicais e movimentos de intervenção político• cultural associados à Revolução de 1974. Partindo de um corpus de música seleccionado de entre o vasto repertório designado correntemente por «música de intervenção» e «música popular portuguesa»/ foram consideradas três situações de relevância social, fortemente interligadas e concorrentes para a definição do fenómeno em estudo: o desenvolvimento político em Portugal sob o regime ditatorial marcadamente autoritário, a Guerra Colonial que mobilizou massivamente a geração da década de sessenta e a consequente fuga para o estrangeiro, nomeadamente para Paris, que tal como outros centros urbanos, albergou a juventude exilada de Portugal. Cada uma destas situações exerceu influências marcantes no desenvolvimento da cultura expressiva em geral e da música em particular em Portugal. A influência de compositores e intérpretes franceses, assim como o trabalho pontual de algumas editoras discográficas foram de importância capital no domínio da canção de intervenção em Portugal. Necessariamente, muitos compositores e intérpretes, assim como obras de relevo ficarão por citar. A inexistência de um estudo sistemático sobre esta matéria revela uma lacuna no conhecimento da cultura expressiva recente em Portugal. O texto original deste artigo foi apresentado numa conferência interactiva realizada na Fonoteca Municipal de Lisboa em 1995, integrada nas comemorações do 21.0 aniversário da Revolução de 1974. Ainda que adaptado ao novo suporte, a sua redução ao formato escrito acarreta necessariamente a amputação de um amplo leque de referências inerentes ao desempenho musical característico dos «Sons de Abril». -
Os Festivais Da Canção Enquanto Eventos Midiáticos: Brasil E Portugal
OS FESTIVAIS DA CANÇÃO ENQUANTO EVENTOS MIDIÁTICOS: BRASIL E PORTUGAL. José Fernando Saroba Monteiro Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro [email protected] Os festivais da canção, tal como os conhecemos hoje, surgem ainda na década de 1950, com o precursor Festival de San Remo (Festival della Canzone Italiana), inaugurando o formato festival que logo foi copiado por países no mundo todo, dando origem a uma infinidade de festivais nacionais, e outros tantos, fazendo competir diferentes países e, por vezes, de diferentes continentes. Dentre os mais conhecidos festivais estão: o Festival Eurovisão da Canção, surgido em 1956, na esteira do festival italiano, e o primeiro a fazer competir países entre si; o Festival Intervisão, tendo a mesma concepção do Festival Eurovisão, mas direcionado para os países do bloco soviético; o Festival OTI, voltado para os países iberoamericanos; e poderíamos assinalar uma infinidade de outros festivais nacionais, muitos deles responsáveis pela escolha de uma canção representante no Festival Eurovisão (quando se tratando do quadro europeu), como é o caso do Festival RTP da Canção, iniciado em 1964 em Portugal, justamente para escolher sua representante no eurofestival, mas muitos outros atingindo certa autonomia e reconhecimento inclusive internacionalmente, como o Festival Yamaha, realizado em Tóquio, reunindo artistas de inúmeros países, o Festival de Atenas, de caráter multicultural, o Festival de Sopot, e, dentre outros, o Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro, dividido em duas fases, uma nacional e outra internacional, nesta segunda, notadamente, os vencedores nacionais competiam com canções representantes de países de todo o mundo. Surgidos a partir da década de 1950, os festivais da canção puderam contar com o inovador recurso da imagem, possibilitado pelo advento da televisão, que se desenvolvia e se propagava justamente nesta mesma década. -
Os Cinquenta Anos Do Festival Eurovisivo Português
Revista Brasileira de Estudos da Canção – ISSN 2238-1198 Natal, n.6, jul-dez 2014. Disponível em: www.rbec.ect.ufrn.br Festival RTP da Canção: Os cinquenta anos do festival eurovisivo português José Fernando Saroba Monteiro1 [email protected] Resumo: Em 2014 o Festival RTP da Canção chega ao seu cinquentenário. Surgido para escolher uma canção portuguesa para concorrer no Festival Eurovisão da Canção, o festival português tornou-se uma plataforma para o descobrimento e reconhecimento de diversos artistas, além de apresentar canções que hoje são vistas como verdadeiras expressões da alma portuguesa. Mesmo Portugal nunca tendo vencido o Eurovisão, o Festival RTP da Canção continua a ser realizado como uma forma de celebração da música portuguesa e de erguer os ânimos da produção musical em nível nacional. Palavras-chave: Festival RTP da Canção; Festival Eurovisão da Canção; Música Portuguesa. Abstract: In 2014, the RTP Song Festival reaches its fiftieth anniversary. Arisen to choose a Portuguese song to compete in the Eurovision Song Contest, the Portuguese festival has become a platform for the discovery and recognition of several artists, as well as to present songs that are seen today as a true expression of the Portuguese soul. Although Portugal has never won the Eurovision, the RTP Song Festival continues to be held as a way to celebrate the Portuguese music and to raise the spirits of music production at national level. Keywords: RTP Song Festival; Eurovision Song Contest; Portuguese Music. Introdução Surgido em 1964 com a finalidade de escolher uma canção para representar Portugal no Festival Eurovisão2, o Festival RTP da Canção completa, em 2014, cinquenta anos. -
Representations of Youth(S) in Some Musical Hits from the British Sixties1[1]
Ten Years That Shook The World: Representations Of Youth(S) In Some Musical Hits From The British Sixties1[1] Miguel Alarcão Universidade Nova de Lisboa 1 This paper is affectionately dedicated to the memory of Rita Margarida Saraiva Coelho (1992- 2013), an undergraduate student in Modern Languages, Literatures and Cultures (English and North-American Studies) at FCSH-UNL, whom I met in two courses lectured in 2012-13 and which were greatly enriched by her enthusiasm and the brightness of her young eyes and smile. 53 Gaudium Sciendi, Nº 13, Dezembro 2017 2 "Let us die young or let us live forever. (…) Forever young, I wanna be forever young." (Alphaville, Forever Young, 1984) "Tonight, we are young. So let’s set the world on fire. We can burn brighter Than the sun." (Fun, We are young, featuring Janelle Monáe, 2011) shall start by quoting Arthur Marwick’s introductory words, just before singling out "(…) youth culture and trend-setting by young people (…)" I (1998: p. 3) as one of the decade’s most prominent features: 2 BIONOTE: Miguel Nuno Mercês de Mello de Alarcão e Silva has a BA (Modern Languages and Literatures, 1981), a MA (Anglo-Portuguese Studies, 1986) and a PhD (English Culture, 1996) awarded by UNL, where he has been lecturing since 1983, currently holding the post of Associate Professor at the Department of Modern Languages, Literatures and Cultures of the Faculty of Social and Human Sciences, New University of Lisbon, where he also collaborates as a Researcher at CETAPS. As single author he published Príncipe dos Ladrões: Robin Hood na Cultura Inglesa (c. -
FOLHAS DE SALA Célia
TÂNIA OLEIRO Nasceu em 1979, em Lisboa. Teve o Fado como berço, por condição, pois da infância recorda o fado cantado pela sua mãe. Continuamente solicitada, a sua voz é reconhecida como uma das melhores da atualidade. Tem sido convidada a cantar nas mais prestigiadas casas de fado e em diversas salas de espetáculos, em Portugal e em alguns países da Europa. Após catorze anos de carreira profissional e de intensa dedicação ao Fado, é chegado o momento de Tânia Oleiro registar em definitivo o seu talento e contributo num disco que pretende resumir a sua trajetória, experiência e identidade, representando simultaneamente a consolidação do seu trabalho. 26JUNHO DOMINGO MÚSICA © Pedro Correa da Silva FADOS DE TRADIÇÃO TÂNIA OLEIRO – Voz Pedimos que desliguem os telemóveis durante o espetáculo. VASCO MORAES – Voz Não é permitido tirar fotografias nem fazer gravações sonoras ou filmagens durante o espetáculo. Programa e elenco sujeitos a alteração sem aviso prévio. DINIS LAVOS – Guitarra portuguesa CARLOS MANUEL PROENÇA – Viola 16H00 / EDIFÍCIO COLEÇÃO MODERNA FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN – SALA POLIVALENTE Av. de Berna, 45 A gulbenkian.pt Duração: 1h00 1067-001 Lisboa FADOS DE TRADIÇÃO ANTÓNIO VASCO MORAES Nasceu em Lisboa, onde começou a cantar fado aos 18 anos, ainda como amador. Tem sido figura constante no mundo do fado há cerca de vinte anos. Quem frequenta as casas de fado, viu-o fazer parte dos elencos das mais importantes: Clube de Fado, Velho Páteo de Santana, Taverna do Embuçado, Mesa de Frades, Na tradição fadista uma mesma melodia pode cantar-se com etc. diferentes poemas. Entre as décadas de 1920 e 50 o Fado O protagonismo que foi ganhando, não só nas casas de fado como em muitas profissionaliza-se na nova rede das casas de Fado, e o repertório apresentações em Portugal e no estrangeiro, fê-lo experimentar o teatro musicado alarga-se pela colaboração intensa de novos compositores e novos e, com tal sucesso, que o levou a atuar em grandes salas, como o Grande poetas populares. -
Afid Dif 16.Pdf
Nº16 | Ano 2012 | 1,50€ www.fund-afid.org.pt www.facebook.com/portaabertaadiferenca Com mais de 5500 Fãs 760 30 30 80 Apoio ao Projecto Social da Fundação Imagem: Corações ao Alto, Peça Coletiva da Unidade Artística - Cerâmica - elaborada pelos Clientes da Fundação Afid Diferença | Fotografia: Carlos Pombo. Coletiva da Unidade Artística - Cerâmica elaborada pelos Imagem: Corações ao Alto, Peça Custo da chamada: 0,60€ + IVA EDITORIAL O percurso da AFID tem sido pautado são lançadas às organizações. Uma ges- por uma Intervenção Social de Excelên- tão organizada e um espírito empreende- cia a pensar sempre nos outros. E, ape- dor são ingredientes fundamentais para sar do atual contexto económico e social uma melhor rentabilização de recursos, em que vivemos e das vastas interroga- para o estabelecimento de parcerias só- ções que avassalam o nosso futuro, não lidas e consequentemente para uma In- posso deixar de referir que somos uma tervenção Social mais eficiente e eficaz. Instituição Abençoada: porque acredi- tamos, porque inovamos, porque, ape- Como Presidente da AFID, não podia es- sar das dificuldades, não desistimos de tar mais orgulhoso da nossa História, do proporcionar um serviço de qualidade a nosso Trabalho, da nossa Equipa e quero, CENTRO DE todos os nossos clientes. SOMOS UMA uma vez mais, agradecer a todos os que GRANDE FAMÍLIA e desejamos manter nos ajudaram a chegar onde chegámos. a nossa Missão sempre com o Apoio e a Participação de Todos. Somos uma Porta Sempre Aberta, Sem- pre Disponível, Sempre Amiga: Um futu- MEDICINA FÍSICA Assim, é com uma enorme satisfação ro com mais Qualidade de Vida depende que vos apresento a Revista Diferença de todos e de cada um de nós. -
Lista De Antiguidade (2019)
Diário da República, 2.ª série PARTE D N.º 95 15 de maio de 2020 Pág. 155 MINISTÉRIO PÚBLICO Procuradoria-Geral da República Conselho Superior do Ministério Público Deliberação n.º 565/2020 Sumário: Lista de antiguidade reportada a 31 de dezembro de 2019. O Conselho Superior do Ministério Público, reunido em plenário no dia 21 de abril de 2020, deliberou a aprovação da lista de antiguidade dos magistrados do Ministério Público reportada a 31 de dezembro de 2019, nos seguintes termos: Lista de antiguidade reportada a 31/12/2019 Procuradora -Geral da República e Vice -Procurador -Geral da República Tempo Data de nascimento 1.ª colocação de serviço Nome Naturalidade — — — DD -MM -AAAA DD -MM -AAAA AA MM DD Lucília Maria das Neves Franco Morgadinho Gago . Lisboa. 26/08/1956 1 2 21 12/10/2018 João Alberto de Figueiredo Monteiro . Lisboa. 11/02/1956 1 2 17 16/10/2018 Procuradores -Gerais Adjuntos Tempo de serviço Data de nascimento 1.ª colocação na categoria N.º O. Nome Naturalidade — Situação atual — — DD -MM -AAAA DD -MM -AAAA AA MM DD 1 José Manuel de Morais dos Santos Pais Lousã . 12/06/1954 22 11 26 Tribunal Constitucional . 15/01/1997 2 Boaventura Marques da Costa. Leiria. 11/07/1955 21 6 18 Procuradoria-Geral da República. 22/06/1998 3 Maria Teresa Samuel Naia . Lisboa. 07/03/1950 21 6 18 Comissão Nacional de Proteção de Dados 22/06/1998 4 António Francisco de Araújo Lima Cluny Porto. 06/06/1955 21 6 18 EUROJUST . 22/06/1998 5 Domingos Silva Carvalho de Sá. -
2018 | 2019 11 MAI PROGRAMAÇÃOSÁB|21.30H Cineteatro Municipal João Mota João Municipal Cineteatro
TEMPORADA 2018 | 2019 11 MAI PROGRAMAÇÃOSÁB|21.30h Cineteatro Municipal João Mota João Municipal Cineteatro culturalmúsica CINETEATROTEMPORADA 2018 MUNICIPAL JOÃO2 PROGRAMAÇÃO CULTURAL 2018/2019 MOTA PROGRAMAÇÃOdestaques cultural TEMPORADA 2018 CINETEATRO2019 Ficha Técnica Propriedade Design Gráfico Câmara Municipal de Sesimbra Rui Dias (Direção de Arte) Bruno Campos (UFCI) Diretor Francisco Jesus (presidente) Pré-impressão e impressão Gráfica, L.da MUNICIPALEdição, coordenação, paginação e revisão Tiragem Unidade Funcional de Comunicação 1000 exemplares e Informação (UFCI) e Cineteatro Municipal João Mota Distribuição gratuita JOÃO MOTAPROGRAMAÇÃO CULTURAL 2018/2019 33 Uma casa de portas abertas à cultura Cineteatro Municipal João Mota João Municipal Cineteatro e à comunidade FELÍCIA COSTA VEREADORA DO PELOURO DA CULTURA Em 2017, para assinalar uma década da e o cinema, assim como as oficinas para a abertura do Cineteatro Municipal João Mota, infância tiveram o seu espaço e o seu público. juntámos num cartaz comemorativo todos Aliás, a programação infantil foi sempre os nomes que durante 10 anos de atividade uma das prioridades desta sala, e as passaram por esta sala e por este palco. inúmeras atividades didáticas ligadas às Na extensa lista de mais de duzentos artes performativas juntaram e continuam espetáculos, que reproduzimos no final a juntar pais e filhos aos fins-de-semana desta revista, constam figuras consagradas, neste espaço. como Carlos do Carmo, Sérgio Godinho, Rui O mesmo acontece com o trabalho Veloso, Paulo de Carvalho, Jorge Palma, desenvolvido ao nível dos Serviços e José Mário Branco, Teresa Salgueiro, Projetos Educativos, com um conjunto Camané ou os Clã, ao lado de nomes que de oficinas de dança, teatro e música, eram, na altura, grandes promessas e que preparadas para complementar os vieram, depois, a afirmar-se no panorama da programas escolares, que têm tido enorme música nacional, como Deolinda, JP Simões, procura por parte dos professores. -
Apresentação Do Powerpoint
ANTÓNIO CALVÁRIO SIMONE DE OLIVEIRA MADALENA IGLÉSIAS EDUARDO NASCIMENTO CARLOS MENDES SÉRGIO BORGES TONICHA FERNANDO TORDO PAULO DE CARVALHO DUARTE MENDES CARLOS DO CARMO OS AMIGOS GEMINI MANUELA BRAVO JOSÉ CID CARLOS PAIÃO DOCE ARMANDO GAMA MARIA GUINOT ADELAIDE FERREIRA DORA DUO NEVADA DA VINCI NUCHA DULCE PONTES DINA ANABELA SARA TAVARES TÓ CRUZ LÚCIA MONIZ CÉLIA LAWSON ALMA LUSA RUI BANDEIRA LIANA MTM RITA GUERRA SOFIA VITÓRIA 2B NONSTOP SABRINA VÂNIA FERNANDES FLOR-DE-LIS FILIPA AZEVEDO HOMENS DA LUTA FILIPA SOUSA SUZY LEONOR ANDRADE SALVADOR SOBRAL CLÁUDIA PASCOAL ANTÓNIO CALVÁRIO SIMONE DE OLIVEIRA MADALENA IGLÉSIAS EDUARDO NASCIMENTO CARLOS MENDES SÉRGIO BORGES TONICHA FERNANDO TORDO PAULO DE CARVALHO DUARTE MENDES CARLOS DO CARMO OS AMIGOS GEMINI MANUELA BRAVO JOSÉ CID CARLOS PAIÃO DOCE ARMANDO GAMA MARIA GUINOT ADELAIDE FERREIRA DORA DUO NEVADA DA VINCI NUCHA DULCE PONTES DINA ANABELA SARA TAVARES TÓ CRUZ LÚCIA MONIZ CÉLIA LAWSON ALMA LUSA RUI BANDEIRA LIANA MTM RITA GUERRA SOFIA VITÓRIA 2B NONSTOP SABRINA VÂNIA FERNANDES FLOR- DE-LIS FILIPA AZEVEDO HOMENS DA LUTA FILIPA SOUSA SUZY LEONOR ANDRADE SALVADOR SOBRAL CLÁUDIA PASCOAL ANTÓNIO CALVÁRIO SIMONE DE OLIVEIRA MADALENA IGLÉSIAS EDUARDO NASCIMENTO CARLOS MENDES SÉRGIO BORGES TONICHA FERNANDO TORDO PAULO DE CARVALHO DUARTE MENDES CARLOS DO CARMO OS AMIGOS GEMINI MANUELA BRAVO JOSÉ CID CARLOS PAIÃO DOCE ARMANDO GAMA MARIA GUINOT ADELAIDE FERREIRA DORA DUO NEVADA DA VINCI NUCHA DULCE PONTES DINA ANABELA SARA TAVARES TÓ CRUZ LÚCIA MONIZ CÉLIA LAWSON ALMA LUSA RUI BANDEIRA LIANA