Revista E Boletim Academia Nacional De Elas Rtes
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Museu De Arte Popular: Memórias De Poder | Luís Pereira | Ulht
DISSERTAÇÃO | MUSEU DE ARTE POPULAR: MEMÓRIAS DE PODER | LUÍS PEREIRA | ULHT LUÍS FILIPE RAPOSO PEREIRA MUSEU DE ARTE POPULAR: MEMÓRIAS DE PODER Orientador: Prof.ª Doutora Judite Primo Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Faculdade de Arquitectura, Urbanismo, Geografia e Artes Lisboa 2008 0 DISSERTAÇÃO | MUSEU DE ARTE POPULAR: MEMÓRIAS DE PODER | LUÍS PEREIRA | ULHT LUÍS FILIPE RAPOSO PEREIRA MUSEU DE ARTE POPULAR: MEMÓRIAS DE PODER Dissertação apresentada para a obtenção de Grau de Mestre em Museologia no Curso de Mestrado em Museologia conferido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Orientador: Prof.ª Doutora Judite Primo Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias Faculdade de Arquitectura, Urbanismo, Geografia e Artes Lisboa 2008 1 DISSERTAÇÃO | MUSEU DE ARTE POPULAR: MEMÓRIAS DE PODER | LUÍS PEREIRA | ULHT DEDICATÓRIA Falar desta dissertação é falar de todos aqueles que me apoiaram e me conferiram forças pelo seu amor, mesmo quando em troca, apenas, receberam abdicação e ausência da minha parte. A esses, em especial, a minha profunda e sincera homenagem e o meu lamento pelas minhas mais variadas faltas… 2 DISSERTAÇÃO | MUSEU DE ARTE POPULAR: MEMÓRIAS DE PODER | LUÍS PEREIRA | ULHT AGRADECIMENTOS Concluída esta árdua tarefa o meu primeiro sentido de agradecimento vai para a Professora Doutora Judite Primo, pelo trabalho sério de acompanhamento realizado ao longo desta dissertação e pela abertura e disponibilidade revelada durante o mesmo. De igual forma o meu sincero agradecimento à Dr.ª Maria Luisa Nunes Abreu, pela partilha a que gentilmente se prestou e por permitir que o seu repositório de vivências no Museu de Arte Popular pudesse ser utilizado no enriquecimento científico deste trabalho. -
Lista AJ Consolidada 30 07 2021.Xlsx
ADMINISTRADORES JUDICIAIS INSCRITOS NA COMARCA DE LISBOA 01/10/2021 TELEFONE NOME DOMICÍLIO PROFISSIONAL ENDEREÇO DE CORREIO ELETRÓNICO PROFISSIONAL Rua dos Bombeiros Voluntários, 8, cave posterior esquerda Abel Santos Prado [email protected] 243770053 2000-217 Santarém Rua Almirante César Augusto Campos Rodrigues, 16, 12º direito Adélia dos Reis Rodrigues [email protected] 961263337 2790-009 Carnaxide Praceta Manuel Ribeiro, 15 Adelino de Oliveira Ferreira Novo [email protected] 231512724 3780-217 Anadia Adelino Lopes Aguiar /Recusa de aceitação de novas nomeações ao abrigo Rua Major Neutel de Abreu, 7-Atelier [email protected] 919799656 do disposto no nº 4 do art. 12º da Lei nº 22/2013, de 26 de fevereiro 1500-409 Lisboa Edifício Mar Vermelho - Parque das Nações Av. D. João II, 50, 4º piso 917526531 Ademar Margarido de Sampaio Rodrigues Leite /Sócio da sociedade 1990-095 Lisboa [email protected] 919879568 “Ademar Leite - SAI, Unipessoal, Lda.” Edifício Regus, Rua Augusto Rosa, 79 916041621 4000-098 Porto Agostinho da Silva Pedro /Sócio da Sociedade "Agostinho Pedro & Rua do Soutelo, 3-A, Cruz de Pau [email protected] 212274115 Conceição Lucas - Sociedade de Administradores Judiciais Lda." 2845-101 Amora Álvaro Brazinha Mochacho /Recusa de aceitação de novas nomeações ao Rua Padre António Vieira, 5, 3º 917271126 abrigo do disposto no nº 4 do art. 12º da Lei nº 22/2013, de 26 de [email protected] 1070-194 Lisboa 213863388 fevereiro. COMISSÃO PARA O ACOMPANHAMENTO DOS AUXILIARES -
Revista Museu Maritimo Ilhavo.Pdf
aργος COMUNIDADES PISCATÓRIAS 005 055 Editorial A Comunidade Piscatória de Câmara de Lobos (Região Autónoma da Madeira): Fatores de 007 Vulnerabilidade e Resiliência Fishing and the Development of Human Daniella Chícharo, Maria do Céu Viegas, Societies: a View from the Classical World Fantina Tedim Annalisa Marzano 063 015 Nazaré: a evolução de uma comunidade Entrevista a António Duarte Pinho piscatória Álvaro Garrido José Maria Trindade PESCAS 073 Comunidades piscatórias: estratégias de 021 adaptação a mudanças ambientais, de Para uma história institucional das pescas governança e de mercado portuguesas no século XX Cristina Pita Álvaro Garrido 081 033 Fuzeta – um núcleo urbano piscatório singular Stock Ibérico da sardinha: da biologia à gestão Mafalda Pacheco das pescas Susana Garrido e Laura Wise PATRIMÓNIOS MARÍTIMOS 039 Quotas de pesca na UE – o processo, 093 transparência e dois casos portugueses A construção naval tradicional de Sesimbra, Ana Matias e Gonçalo Carvalho uma herança secular: O caso da Aiola, alguns contributos para o seu estudo 047 Andreia Conceição Breve historia da pesca industrial en Galiza Jesus Giraldez Rivero 101 A técnica da construção naval em madeira de Vila do Conde como Património Cultural Imaterial da Humanidade Ivone Teixeira 107 Artes de pesca artesanais em Portugal Miguel Carneiro e Rogélia Martins MUSEU MARÍTIMO DE ÍLHAVO EXPERIÊNCIA MUSEOLÓGICA INTERNACIONAL 125 153 As espécies que sustentam a economia de pesca Museum Nord portuguesa no Atlântico Norte João Bastião DOSSIER VISUAL 135 Memórias de naufrágios de bacalhoeiros 165 durante o período da Ditadura Nacional (1926 Atlântico 1933) e do Estado Novo (1933‑1974) Helder Luís José Azuaje ‑Fidalgo 145 A vocação marinhista e a paixão pela Ria de Aveiro em Cândido Teles Catarina Dias argos Revista do Museu Marítimo de Ílhavo outubro 2020 08 Editorial As pescas e os pescadores são e devem ser um Este número da Argos, organizado por um tema central no projeto cultural dos museus marí‑ museu cujas coleções se relacionam maioritaria‑ timos. -
Universidade De Lisboa Faculdade De Belas-Artes
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA CIDADE AO MUSEU E DO MUSEU À CIDADE: UMA PROPOSTA DE ITINERÁRIO PELA AZULEJARIA DE AUTOR NA LISBOA DA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX ANA CLÁUDIA VESPEIRA DE ALMEIDA MESTRADO EM MUSEOLOGIA E MUSEOGRAFIA 2009 UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA CIDADE AO MUSEU E DO MUSEU À CIDADE: UMA PROPOSTA DE ITINERÁRIO PELA AZULEJARIA DE AUTOR NA LISBOA DA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XX ANA CLÁUDIA VESPEIRA DE ALMEIDA MESTRADO EM MUSEOLOGIA E MUSEOGRAFIA DISSERTAÇÃO ORIENTADA PELA PROFª. DOUTORA LUÍSA CAPUCHO ARRUDA 2009 RESUMO Esta dissertação - Da Cidade ao Museu e do Museu à Cidade - consiste num projecto de exposição temporária a realizar no Museu Nacional do Azulejo, tendo como base a identificação prévia de núcleos azulejares da segunda metade do século XX inscritos na cidade de Lisboa. Esta exposição encontra-se organizada em quatro núcleos: o Núcleo I corresponde às obras em azulejo incluídas no espaço da Avenida Infante Santo; o Núcleo II abarca algumas intervenções de menção existentes nas estações do Metropolitano de Lisboa; o Núcleo III respeita às obras em suporte cerâmico do Parque das Nações e o Núcleo IV concerne a outras Obras de Referência que marcaram a cidade mas que não apresentam uma relação geográfica de proximidade. Todas as obras cerâmicas que integram os núcleos, como elementos de Arte Pública, encontram-se acessíveis a todos os cidadãos com uma marca autoral forte e constituem obras de referência no campo da azulejaria dos principais artistas portugueses. O principal objectivo da exposição é causar um efeito de proximidade no visitante para assim o manter sempre consciente do lugar de contexto dos revestimentos cerâmicos evocados e promover a sua observação in situ, ou seja remetê-lo de novo para o espaço da cidade. -
Panorama Da Ilustração Editorial Portuguesa No Século Xx
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia Daniel Sérgio Fidalgo Panorama da Ilustração Editorial Portuguesa no Século xx Relatório de Estágio Orientado por: Dr. Fernando Manuel Craveiro Coelho, Instituto Politécnico de Tomar Júri: Mestre Isabel M.ª Cruz Ferreira, Instituto Politécnico de Tomar Doutora Maria João Bom Mendes dos Santos, Instituto Politécnico de Tomar Relatório de Estágio apresentado ao Instituto Politécnico de Tomar para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Design Editorial Resumo O presente documente é composto por duas partes. A primeira parte consiste no relatório de estágio, onde reláto a minha experiência profissional no atelier Designways. Ao trabalho realizado durante esse período, acrescento um projeto pessoal na área da ilustração editorial. Decorre deste interesse o objeto de estudo da segunda parte: uma investi- gação que permita uma visão global, embora sintetizada, da produção por- tuguesa na área da ilustração editorial no século XX, de Rafael Bordallo Pin- heiro a André Letria e André Carrilho, já a abrir o Século XXI. Palavras-chave: Ilustração, Publicações, Caricatura, Ilustração Editorial, Cartoon, Século XX. Abstract The following document presents two parts. The first one consists in the report about my internship, in which I tell my professional experience in the Designways studio. To the work I have done during this period, I add a personal project under the subject of editorial illustration. Happens in this interes the object under study in this second part: an inves- tigation that allows a global vision, although synthesized, about the portu- guese production in the editorial ilustration during the 20th century subject, from Rafael Bordallo Pinheiro to André Letria and André Carrilho, oneping the 21st century. -
Processo De Ingresso 2015 Ssa2 (2016)
PROCESSO DE INGRESSO 2015 SSA2 (2016) INSC NOME ESCORE 2005711 ABIGAIL REGINA DA SILVA 32,229 2014988 ABILENE PINHEIRO SANTOS DA SILVA 57,782 2016459 ABIMAEL MARCELINO DOS SANTOS NETO 42,228 2016354 ABINADABE SANTANA DA SILVA 43,339 2005756 ABMAEL FAUSTINO CRUZ DOS SANTOS 27,785 2000249 ABNER JÔNATAS DA SILVA SOUZA 43,339 2011815 ABNER LUIZ ODON DE SANTANA SILVA 30,007 2005642 ABRAAO FELIPE SILVA DE MELO 0,000 2015751 ABRAAO HENRIQUE RAMOS FRANCO DA SILVA 35,562 2005611 ABRAAO INACIO ARAUJO GOMES DOS SANTOS 0,000 2004168 ABRAAO JEFERSON DE SOUZA 0,000 2001119 ABRAÃO JOSÉ SILVA OLIVEIRA 46,672 2015803 ABRAAO PEDRO ARÚJO ALMEIDA 46,672 2005340 ABRAÃO RODRIGUES DE ALMEIDA 0,000 2015390 ABRIVALDO RODRIGUES DE MOURA NETO 27,785 2008718 ABYNADABE VEIGA DO NASCIMENTO SILVA 35,562 2013063 ACACIA MARIA MORERA DE SOUZA 33,340 2015243 ACAUANNY SILVA DE SANTANA 31,118 2004539 ACHERLE ALVES DE OLIVEIRA 0,000 2009294 ACSA PEREIRA ALVES DOS SANTOS 22,230 2008933 ACSA REBEKA MENDES TORRES CABBRAL 26,674 2001986 ADA CAROLINE SOARES FERREIRA 32,229 2010569 ADAHIL FRANCISCO BEZERRA FLORENCIO 32,229 2000587 ADAILSON VIEIRA DA SILVA 54,449 2004250 ADAILTON BARROS SOUZA 23,341 2004170 ADAINE GESSIA DE SOUZA 0,000 2015856 ADALBERTO LUIZ BEZERRA DA SILVA FILHO 48,894 2005318 ADALBERTO PEREIRA DA SLVA JUNIOR 28,896 2014016 ADAM FERREIRA SANTANA 48,894 2002644 ADÃO JOSE RODRIGUES 28,896 2011826 ADAYANE DA SILVA VIEIRA 30,007 2001025 ADEILDO BARBOSA DO NASCMENTO JÚNIOR 30,007 2003864 ADELIA LARISSA LIMA GOUVEIA 0,000 2013722 ADELIA SIQUEIRA VALVERDE 62,226 2000070 -
Revista Municipal F E V E R E I R O | 2 0 1 8
REVISTA MUNICIPAL F E V E R E I R O | 2 0 1 8 INAUGURAÇÃO DA ’’CASA DO BANDARRA’’ Reforço da oferta cultural e turística no concelho Página 6 MANDATO AUTÁRQUICO 2017 - 2021 Tomada de posse dos órgãos autárquicos Página 7 SITUAÇÃO FINANCEIRA DA CÂMARA MUNICIPAL A dívida baixou significativamente, embora a situação seja ainda preocupante Página 8 PRAÇA MUNICIPAL REQUALIFICADA Nova área comercial e parque de estacionamento reabilitado Página 11 3 EDITORIAL Dois mil e dezoito, um ano de confiança. No passado dia 1 de outubro, aquando das eleições autárquicas 2017, o povo do concelho de Trancoso voltou a ser chamado para decidir acerca de quem iria governar o seu concelho nos próximos 4 anos. Em termos globais, os Trancosenses deram ao Partido Socialista uma expressiva vitória, aumentando ainda a percentagem de votação relativa aos resultados verificados há 4 anos e confiando nesta equipa para o mandato de 2017-2021. Com esta votação, o povo de Trancoso legitimou uma forma de fazer política: legitimou as contas certas; o realismo; a verdade; o rigor; a clareza; a honestidade; a transparência; o investimento criterioso; mas também a proximidade para com os cidadãos e a igualdade de oportunidades e de tratamento entre todos. Ainda que não se tenham dissipado totalmente todas as nuvens negras que ensombraram e ensombram as contas públicas do Município, pois todos sabemos das avultadas responsabilidades financeiras, quer com empréstimos vindos dos executivos até 2013 quer das que poderão advir das obras da PPP (Parceria Publico Privada) e de muitas outras ações judiciais intentadas contra o município, o certo é que a situação económica da Câmara Municipal de Trancoso melhorou substancialmente e um novo ciclo começa, de facto, a ganhar forma. -
Contrato Lnteradministrativo De Delegação De Competências Entre a Presidência Do Conselho De Ministros E a Câmara Municipal De Aveiro Para a Gestão Do Museu De Aveiro
Contrato lnteradministrativo de Delegação de Competências entre a Presidência do Conselho de Ministros e a Câmara Municipal de Aveiro para a Gestão do Museu de Aveiro Considerando que: 1°. A aposta estratégica na Cultura e no Turismo que temos vindo a assumir e a concretizar, neste ano de 2015 teremos o lançamento de uma nova fase de investimento na qualificação e promoção dos valores culturais com relevância turística, apostando nos valores identitários de Aveiro e fazendo a sua gestão e promoção de uma forma integrada; 2°. Neste âmbito, negociámos com o Governo de Portugal durante cerca de um ano, um contrato de delegação de competências do Governo na Câmara Municipal de Aveiro para a gestão do Museu de Aveiro, Museu de Santa Joana, perspetivando-se a sua assinatura durante o mês de julho 2015 e a sua entrada em vigor no dia 1 de agosto de 2015. 3°. Esta é uma aposta de elevada importância estratégica para Aveiro, dado que, há vários anos que o Museu de Aveiro é gerido pela Direção Regional da Cultura do Centro, sedeada em Coimbra, e noutros tempos por uma Direção Geral do Ministério ou da Secretaria de Estado da Cultura, sedeada em Lisboa, sendo que consideramos que os valores principais e distintivos de uma terra devem ser geridos pela sua gente, representada pela sua Câmara Municipal, porque sempre são quem conhece melhor esses valores, aqueles que têm mais interesse, motivação e capacidade, a todos os níveis, de valorizar e promover esses valores, fazendo-o numa lógica integrada com outros valores de importância local, regional, nacional e internacional que existem no Município, numa perspetiva social, cultural e turística. -
Women . Architecture & Design Itineraries Across Europe
Women . Architecture & Design Itineraries across Europe Barcelona Lisbon Paris Turin The NetherlandsSlovenia COVER_MOMOWO_GUIDE_01.indd 1 10. 06. 16 10:25 MoMoWo Partnership With the Patronage of: This publication reflects the views only of the authors, and the Commission cannot be held responsible for any use which may be made of the information contained therein. MoMoWo Women . Architecture & Design Itineraries across Europe Edited by Sara LEVI SACERDOTTI, Helena SERAŽIN, Emilia GARDA, Caterina FRANCHINI MoMoWo Scientific Committee: POLITO (Turin | Italy) Emilia GARDA, Caterina FRANCHINI IADE-U (Lisbon | Portugal) Maria Helena SOUTO UNIOVI (Oviedo | Spain) Ana Mária FERNÁNDEZ GARCÍA LU (Leiden | The Netherlands) Marjan GROOT SA Lublana Slovenia elena SEAI UGA (Grenoble | France) Alain BONNET SiTI (Turin | Italy) Sara LEVI SACERDOTTI © 2016, MoMoWo , IS, aloba , SA, Lublana English language editing by Luigi Genta traduzioni Design concept and layout by Andrea urlan SA, iga orn Revisions of design by MoMoWo POLITO's team Published by France Stele Institute of Art History ZRC SAZU, represented by Barbara Murovec Issued by aloba , represented by to Luthar Printed by Agit Mariogros, Beinasco (TO) Publication of the project MoMoWo - Women’s Creativity since the Modern Movement This project has been co-funded 50% by the Creative Europe Programme of the European Commission. irst edition / rst print run: Ljubljana, Turin 2016 http://www.momowo.eu 4 5 omen’s creativity since the Modern Movement - MoMoWo is a Politecnico di Torino - POLITO, MoMoWo has six co-organisers from Wlarge-scale cooperation proect co-nanced by the European nions universities and research centres in France, Italy, the Netherlands, Portugal, Creative Culture Programme under the Culture Sub-Programme (Education, Slovenia and Spain. -
Costa Raphael J 2014 Phd.Pdf (8.625Mo)
Making the ‘New Lourinhã, a European Lourinhã’: Democracy, Civic Engagement, and the Urban Development of Lourinhã, Portugal, since 1966 Raphael Costa A DISSERTATION SUBMITTED TO THE FACULTY OF GRADUATE STUDIES IN PARTIAL FULFILLMENT OF THE REQUIREMENTS FOR THE DEGREE OF DOCTOR OF PHILOSOPHY GRADUATE PROGRAM IN HISTORY YORK UNIVERSITY TORONTO, ONTARIO September 2014 © Raphael Costa, 2014 Abstract Since 1966, Lourinhã’s urban landscape has transformed as Portugal democratized. From a rural town with little infrastructure and few institutions in 1966, Lourinhã emerged by 2001 as an ostensibly modern European town. This work highlights key areas of economic and urban development and argues that Lourinhã’s political culture became more institutionalized leaving less room for, and withering expectation of, citizen participation in local development as Portugal transitioned from dictatorship to democracy. This dissertation examines Portugal’s transition from the Estado Novo dictatorship (1933-1974) to European social democracy by focusing on Lourinhã’s – a town of 22,000 people, north of Lisbon – urbanization since 1966. Lourinhã’s urbanization involved, and indeed required, a shift in its institutional and political culture. In the 1960s and 1970s people were expected to participate in development at a cultural, political and financial level, acting as substitutes for non-existent state mechanisms of development. However, by the late 1980s, the momentum had shifted as regional, national, and European institutions participated in developmental programs, marking a dramatic change in how citizens engaged with the state and the Portuguese nation. From this shift has emerged a debate about the nature of Portugal’s transition to democracy. With the Carnation Revolution of 1974 – the military coup that toppled the Estado Novo – at the center of analysis, academics and pundits ask whether that event represented “evolution or revolution” for Portugal. -
Regionalism, Modernism and Vernacular Tradition in the Architecture of Algarve, Portugal, 1925-1965
Regionalism, modernism and vernacular tradition in the architecture of Algarve, Portugal, 1925-1965 Ricardo Manuel Costa Agarez University College London Ph.D. Volume I 1 I, Ricardo Manuel Costa Agarez, confirm that the work presented in this thesis is my own. Where information has been derived from other sources, I confirm that this has been indicated in the thesis. 2 Ricardo Agarez | Abstract Abstract This thesis looks at the contribution of real and constructed local traditions to modern building practices and discourses in a specific region, focusing on the case of Algarve, southern Portugal, between 1925 and 1965. By shifting the main research focus from the centre to the region, and by placing a strong emphasis on fieldwork and previously overlooked sources (the archives of provincial bodies, municipalities and architects), the thesis scrutinises canonical accounts of the interaction of regionalism with modernism. It examines how architectural ‘regionalism’, often discussed at a central level through the work of acknowledged metropolitan architects, was interpreted by local practices in everyday building activity. Was there a real local concern with vernacular traditions, or was this essentially a construct of educated metropolitan circles, both at the time and retrospectively? Circuits and agents of influence and dissemination are traced, the careers of locally relevant designers come to light, and a more comprehensive view of architectural production is offered. Departing from conventional narratives that present pre-war regionalism in Portugal as a stereotype-driven, one-way central construct, the creation of a regional built identity for Algarve emerges here as the result of combined local, regional and central agencies, mediated both through concrete building practice and discourses outside architecture. -
Feel the City
guide/ guía 2 0 1 8 feel the city. A product of / Un producto de Turismo de Lisboa Foreword / Introducción The Lisboa Card is a La Lisboa Card es un Turismo de Lisboa product producto de Turismo de 2 0 8 1 managed by Lismarke- Lisboa gestionado por ting in collaboration with Lismarketing, en cola- D.G.P.C., CARRIS, Metro- boración con la D.G.P.C., politano de Lisboa, CP, CARRIS, Metro de Lis- Fertagus and the entities boa, CP, Fertagus y las that offer discounts. entidades que conceden The Lisboa Card is sold in descuentos. Adult and Child versions, Lisboa Card se vende en for 24h, 48h and 72h, las modalidades Adulto includes public transport e Infantil de 24h, 48h y and free entrance to 35 72h incluido transporte museums and monu- público y 35 museos y ments, and can be used monumentos gratuitos y to obtain 5% to 50% otros más de 60 lugares discounts at more than 60 con descuentos del 5% locations. al 50%. The Lisboa Card is sold at: Lisboa Card puede adqui- • Ask Me Tourist Offices, rirse en: open daily except on 25 • Oficinas de Turismo Ask December and 1 January; Me, abiertas diariamente, • Turismo de Lisboa fa- excepto el día 25 de di- cilities and shops: Pilar ciembre y el 1 de enero; 7-Bridge Experience, • Equipamientos y tiendas Lisboa Story Centre, Arco de Turismo de Lisboa: da Rua Augusta, Lisbon Pilar 7, Lisboa Story Shop (Rua do Arsenal), Centre, Arco de Rua Au- Lisbon Shop (Rua Jardim gusta, Lisbon Shop (Rua do Regedor) and Mitos e do Arsenal), Lisbon Shop Lendas de Sintra; (Rua Jardim do Regedor) y • Through the Turismo de Mitos e Lendas de Sintra; Lisboa website: • A través de la web de www.visitlisboa.com; Turismo de Lisboa: • Through online platforms www.visitlisboa.com; and Tourism Operators; • A través de plataformas • At authorised retailers online y de Operadores and partners of Turismo Turísticos; de Lisboa.