Mapa Rodoviario Bengo
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Angola 3727 R4 HR
K Brazzaville asa CONGO i Kinshasa ANGOLA A D IN re B i Kikwit A a DEMOCRATIC C Z K K w REPUBLIC w i Cabinda a l OF THE u n g e o CONGO ng Nóqui oa K L Soyo M'banza Congo w e ZAIREZAIRE e Quimbele n ANGOLA dg Damba C W g K ri e b u a a M s a m a UÍGEUÍGE n L i Bembe g b o a u N'zeto Bungo a n e g Dundo og u L Uíge e a Negage p Ambriz a U Cuilo c Andrada i a de Marimba m h an Camabatela C Caxito D b Lucapa L LUNDA o LUNDA u KUANZAKUANZA Luremo a c b s O a s Luanda m NORTE NORTE l NORTE O NORTE a a a Cuango L G N'dalatando C C u G Quela Lubalo l LUANDA N u N Malanje o a Lucala l E Dondo i E u Saurimo Cabo Ledo uanza Cangandala Xá-Muteba B C C M DEMOCRATIC Cabo de São Bráz ALA LUNDALUNDA L KUANZAKUANZA L N REPUBLIC on ua J Cacolo SUL ga n E SUL OF THE Mussende do Quibala Quirima Muconda Porto Amboim SUL u CONGO SUL o a t Lu Gabela a ATLANTIC t Quimbango sai Cuvo ou Uaco u lo s Q du a Sumbe C n C u Cungo A vo OCEAN u Bimbe Nharea Lumeje Cassongue e Camacupa Luena ez HUAMBO Chicala b Cazombo Balombo Luatamba m Lobito Cuemba a Lucusse Z Benguela BENGUELA Huambo Kuito L o ung ng Lumbala Ponta das Salinas ué-Bu C Cubal op or olo Ganda Cuima Sambo BIÉ L Cabo de MOXICO un Santa Maria gw Zambezi C e bu Chitembo C u n Cabo de Caconda u a g i n u Santa Marta t Lumbala Quilengues o Q d u o N'guimbo Cubango e NAMIBE Menongue m HUÍLAHUÍLA Cuchi b o Bibala Matala C u b Lubango Techamutete a Chiume e n Chibia n g Cuíto ZAMBIA Namibe e o n Cuanavale u Virei Chiange C Cuvelai Mavinga Tombua KUANDO-KUBANGO U Curoc KUANDO-KUBANGO te a CUNENECUNENE m Cahama bo Savate Z Xangongo C am u b n i e ne Ondjiva to z u i C Chitado Santa Clara Cuangar Luiana Cubango NAMIBIA Mucusso National capital International boundary Provincial capital Provincial boundary BOTSWANA Town, village Road 0 50 100 150 200 km The boundaries and names shown and the Airport Track designations used on this map do not imply official endorsement or acceptance by the Railroad 0 50 100 150 mi United Nations. -
Project Brown Field Ambriz Yard
CSR Field Trip – Angola, November 2014 PROJECT BROWN FIELD AMBRIZ YARD ZONE D’IMAGE Denis Pascal PBF HSE Manager CSR Field Trip – Angola, November 2014 1 “Projectos Brown Field” in a nutshell An innovative project organization • PBF team set up in 2012 within Total E&P Angola • Objective to increase recovery rates on Block 17 – Optimizing existing installations – Developing satellite fields • Enhancing synergies and consistency • In charge of Girassol Resources Initiative (GirRI), Dalia Infills, Dalia Debottlenecking, Pazflor Infills and Zinia Phase 2 An approach prioritizing local content • Team based in Angola from start-up to ensure skills and knowledge transfer • Local companies used for basic engineering studies – More than 100,000 hours commissioned • Local fabrication by Petromar yard in Ambriz Maximizing production through high-tech local content CSR Field Trip – Angola, November 2014 2 Block 17 PBF, a high technology project GirRI Rosa MPP Dalia phase 1A Acacia infills 42 Mb 52 Mb 17 Mb 20 kb/d plateau 24 kb/d plateau 12 kb/d peak • 2 high boost multiphase • 3 producers and 1 injector pump modules • 7 producer well systems well systems • Multiphase pump module • 3 flowbases • 2 satellite manifolds integration on Girassol • Dalia FPSO subsea control • Configuration of Pazflor • Power interconnection system upgrade FPSO control system between Girassol and Dalia CSR Field Trip – Angola, November 2014 3 GirRi Rosa MPP, a show-case for local content Local content in GirRI Rosa MPP project Inside contracts, end of project forecast Local -
2.3 Angola Road Network
2.3 Angola Road Network Distance Matrix Travel Time Matrix Road Security Weighbridges and Axle Load Limits For more information on government contact details, please see the following link: 4.1 Government Contact List. Page 1 Page 2 Distance Matrix Uige – River Nzadi bridge 18 m-long and 4 m-wide near the locality of Kitela, north of Songo municipality destroyed during civil war and currently under rehabilitation (news 7/10/2016). Road Details Luanda The Government/MPLA is committed to build 1,100 km of roads in addition to 2,834 km of roads built in 2016 and planned rehabilitation of 7,083 km of roads in addition to 10,219 km rehabilitated in 2016. The Government goals will have also the support from the credit line of the R. of China which will benefit inter-municipality links in Luanda, Uige, Malanje, Cuanza Norte, Cuanza Sul, Benguela, Huambo and Bié provinces. For more information please vitsit the Website of the Ministry of Construction. Zaire Luvo bridge reopened to trucks as of 15/11/2017, this bridge links the municipality of Mbanza Congo with RDC and was closed for 30 days after rehabilitation. Three of the 60 km between MCongo/Luvo require repairs as of 17/11/2017. For more information please visit the Website of Agencia Angola Press. Works of rehabilitation on the road nr, 120 between Mbanza Congo (province Zaire) and the locality of Lukunga (province of Uige) of a distance of 111 km are 60% completed as of 29/9/2017. For more information please visit the Website of Agencia Angola Press. -
Proyecto De Arquitectura
AGENDA DE ACÇÃO DE ANGOLA SUSTAINABLE ENERGY FOR ALL – ACTION AGENDA - ANGOLA Se4All. Agenda Acçao. Angola Se4All. Agenda Acçao. Angola Se4All. Agenda Acçao. Angola ÍNDICE Prefácio ....................................................................................................................................................... 11 RESUMO EXECUTIVO (Português). ............................................................................................................. 14 EXECUTIVE SUMMARY (English) ................................................................................................................. 20 1. INTRODUÇÃO. ........................................................................................................................................ 25 1.1. A iniciativa SE4ALL. .......................................................................................................................... 25 1.2. SE4All em Angola. ............................................................................................................................ 31 2. SITUAÇÃO EM ANGOLA. ......................................................................................................................... 33 2.1. Situação Geral do País. .................................................................................................................... 33 2.2. Sector energético Angolano. ........................................................................................................... 38 2.3. Planos de Desenvolvimento doSector -
Acdsee Print
COMO PODEM AS COMUNIDADES COSTEIRAS ENVOLVER-SE E BENEFICIAR DO PROGRAMA BCLME : UMA ANÁLISE I. RELATÓRIO DA VISITA A ANGOLA Fevereiro 2004 Como Podem as Comunidades Costeiras Envolver-se e Beneficiar do Programa BCLME: Uma Análise I. Relatório da Visita a Angola i O Programa do Grande Ecossistema Marinho da Corrente de Benguela (BCLME) visa a gestão deste ecossistema único de afloramento costeiro que acompanha as costas de Angola, Namíbia e África do Sul. Financiado pelo portfólio de Águas Internacionais do Fundo para o Ambiente Mundial (GEF), o Programa é implementado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo o Gabinete das Nações Unidas para os Serviços de Apoio aos Projectos (UNOPS) a agência executora. Os três países membros asseguram financiamento adicional através de contribuições em espécie. Ao longo dos 4 000 km de costa vivem comunidades que dependem, a diferentes níveis, dos recursos naturais deste ecossistema, desempenhando um papel importante na gestão e saúde dos recursos costeiros. Ainda que o envolvimento das comunidades costeiras não seja o foco principal do Programa, é cada vez mais aceite que as actividades ao nível comunitário podem contribuir significativamente para o sucesso global do Programa, ao mesmo tempo que criam oportunidades para desenvolvimento comunitário. Foi neste contexto que a EcoAfrica Environmental Consultants realizou um estudo de ‘primeira paroximação’ para analisar como as comunidades costeiras podem contribuir para a gestão do BCLME e posicionar-se de modo a obter o máximo proveito dos recursos costeiros, bem como para recomendar qual o papel que o Programa BCLME pode desempenhar para atingir este objectivo. -
Relatório Do Estado Geral Do Ambiente Em Angola
Governo de Angola Ministério do Urbanismo e Ambiente Relatório do Estado Geral do Ambiente em Angola Relatório do Estado Geral do Ambiente em Angola – MINUA 2006 i Prefácio A face ambiental de Angola mudou profundamente no último decénio. As vastas áreas de florestas diminuíram consideravelmente; a vegetação de savana mudou devido à pressão humana. Uma parte significativa das cidades costeiras do país está desestruturada devido à deslocação das populações rurais para a cidade. À entrada do século XXI, Angola encontra-se numa posição singular exibindo ainda problemas sociais comuns aos países em desenvolvimento, mas enfrentando os mesmos desafios ambientais que os países desenvolvidos. Angola, apesar do longo período de guerra, é ainda uma nação onde a riqueza natural e os valores culturais se pretendem conservar para as futuras gerações. Portanto, é necessário sabedoria, capacidade técnica e profissional para que o país crie as bases para um desenvolvimento sustentável e, para que ao mesmo tempo cumpra com as suas obrigações de participação no processo de mudança global. O acesso a informação actual, segura e oportuna sobre as questões ambientais é um direito consagrado à luz da legislação vigente e uma prioridade da acção governativa. O relatório do estado geral do ambiente que se apresenta põe em evidência os desafios que os angolanos e angolanas devem enfrentar nos próximos tempos para assegurar o seu futuro. As principais questões do ambiente incluem entre outras, a perda de habitats e da diversidade biológica, a desflorestação e erosão de solos, a sobre exploração e poluição de recursos hídricos e a insuficiência de infra estruturas e equipamento social. -
Inventário Florestal Nacional, Guia De Campo Para Recolha De Dados
Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais de Angola Inventário Florestal Nacional Guia de campo para recolha de dados . NFMA Working Paper No 41/P– Rome, Luanda 2009 Monitorização e Avaliação de Recursos Florestais Nacionais As florestas são essenciais para o bem-estar da humanidade. Constitui as fundações para a vida sobre a terra através de funções ecológicas, a regulação do clima e recursos hídricos e servem como habitat para plantas e animais. As florestas também fornecem uma vasta gama de bens essenciais, tais como madeira, comida, forragem, medicamentos e também, oportunidades para lazer, renovação espiritual e outros serviços. Hoje em dia, as florestas sofrem pressões devido ao aumento de procura de produtos e serviços com base na terra, o que resulta frequentemente na degradação ou transformação da floresta em formas insustentáveis de utilização da terra. Quando as florestas são perdidas ou severamente degradadas. A sua capacidade de funcionar como reguladores do ambiente também se perde. O resultado é o aumento de perigo de inundações e erosão, a redução na fertilidade do solo e o desaparecimento de plantas e animais. Como resultado, o fornecimento sustentável de bens e serviços das florestas é posto em perigo. Como resposta do aumento de procura de informações fiáveis sobre os recursos de florestas e árvores tanto ao nível nacional como Internacional l, a FAO iniciou uma actividade para dar apoio à monitorização e avaliação de recursos florestais nationais (MANF). O apoio à MANF inclui uma abordagem harmonizada da MANF, a gestão de informação, sistemas de notificação de dados e o apoio à análise do impacto das políticas no processo nacional de tomada de decisão. -
Avaliação Da Vulnerabilidade Da População À Insegurança Alimentar
PROVÍNCIA DO BENGO GRUPO PROVINCIAL DE AVALIAÇÃO DE VULNERABILIDADE AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE DA POPULAÇÃO À INSEGURANÇA ALIMENTAR Novembro 2003 - Abril 2004 Membros do grupo: - AAA - ADAC - COSV - IDA - MINARS - MINSA - OMS - PAM - UTCAH - GSA - MSF/B Caxito, Maio de 2004 Grupo Provincial de Análise de Vulnerabilidade,Bengo, Maio de 2004 ÍNDICE Resumo 3 1. Introdução 4 2. Acessibilidade e população 4 2.1 Acessibilidade 4 2.2 População 4 3. Produção Alimentar 5 3.1 Análise do desenvolvimento da campanha agrícola 2003-04 5 3.2 Avaliação das reservas alimentares da campanha agrícola 2003-04 5 4. Mercados e Preços 6 4.1 Comportamento da cesta alimentar básica 6 4.2 Diferenças de preços entre regiões 7 5. Situação nutricional e de saúde 7 5.1 Situação de nutrição 7 5.2 Situação de saúde 7 5.3 Dados sobre HIV/SIDA 8 6. Meios de sustento e estratégias de sobrevivência 8 6.1 Zona Litoral 8 6.2 Zona de transição 8 6.3 Zona dointerior 8 7. Identificação das áreas e grupos populacionais em risco de insegurança alimentar 9 8. Conclusão: índice integrado de vulnerabilidade 9 9. Recomendações 10 Anexo 1 – Risco geográfico à insegurança alimentar 11 Anexo 2 – Índice integrado de vulnerabilidade 12 2 Grupo Provincial de Análise de Vulnerabilidade,Bengo, Maio de 2004 Resumo O quadro da acessibilidade da província do Bengo, foi caracterizado pela redução acentuada na circulação de viaturas nos troços que ligam a sede de Caxito com as comunas de Cage, Gombe, Quixico, Quicunzo e Zala, isto no município de Nambuangongo e a comuna de Quiage em Bula Atumba, motivado pelo mau estado de conservação de certas rotas. -
Angolan National Report for Habitat III
Republic of Angola NATIONAL HABITAT COMMITTEE Presidential Decree no. 18/14, of 6 of March Angolan National Report for Habitat III On the implementation of the Habitat II Agenda Under the Coordination of the Ministry of Urban Development and Housing with support from Development Workshop Angola Luanda – June 2014 Revised - 11 March 2016 Angola National Report for Habitat III March 2016 2 Angola National Report for Habitat III March 2016 TABLE OF CONTENTS I. INTRODUCTION ........................................................................................................................ 11 II. URBAN DEMOGRAPHIC ISSUES ............................................................................................... 12 1. Migration and rapid urbanisation ...................................................................................... 12 Urban Population Growth ............................................................................................ 12 Drivers of Migration ...................................................................................................... 14 2. Rural-urban linkages........................................................................................................... 16 3. Addressing urban youth needs .......................................................................................... 17 4. Responding to the needs of the elderly ............................................................................. 19 5. Integrating gender in urban development ........................................................................ -
The Botanical Exploration of Angola by Germans During the 19Th and 20Th Centuries, with Biographical Sketches and Notes on Collections and Herbaria
Blumea 65, 2020: 126–161 www.ingentaconnect.com/content/nhn/blumea RESEARCH ARTICLE https://doi.org/10.3767/blumea.2020.65.02.06 The botanical exploration of Angola by Germans during the 19th and 20th centuries, with biographical sketches and notes on collections and herbaria E. Figueiredo1, *, G.F. Smith1, S. Dressler 2 Key words Abstract A catalogue of 29 German individuals who were active in the botanical exploration of Angola during the 19th and 20th centuries is presented. One of these is likely of Swiss nationality but with significant links to German Angola settlers in Angola. The catalogue includes information on the places of collecting activity, dates on which locations botanical exploration were visited, the whereabouts of preserved exsiccata, maps with itineraries, and biographical information on the German explorers collectors. Initial botanical exploration in Angola by Germans was linked to efforts to establish and expand Germany’s plant collections colonies in Africa. Later exploration followed after some Germans had settled in the country. However, Angola was never under German control. The most intense period of German collecting activity in this south-tropical African country took place from the early-1870s to 1900. Twenty-four Germans collected plant specimens in Angola for deposition in herbaria in continental Europe, mostly in Germany. Five other naturalists or explorers were active in Angola but collections have not been located under their names or were made by someone else. A further three col- lectors, who are sometimes cited as having collected material in Angola but did not do so, are also briefly discussed. Citation: Figueiredo E, Smith GF, Dressler S. -
Mapa Rodoviario Angola
ANGOLA REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS FINANÇAS FUNDO RODOVIÁRIO Miconje ANGOLA Luali EN 220 Buco Zau Belize Inhuca Massabi EN 220 Necuto Dinge O Chicamba ANG LU O EN 101 EN 100 I R CABINDA Bitchequete Cacongo Zenza de Lucala Malembo Fubo EN 100 EN 201 CABINDA Cabassango Noqui Luvo Pedra do Buela EN 210 Feitiço EN 120 EN 210 Sacandica Lulendo Maquela Sumba ZAIRE Cuimba do Zombo Icoca Soyo Béu EN 160 Cuango Lufico M´BANZA Quimbocolo Canda Cuilo Futa Quiende CONGO EN 140 Quimbele Quielo Camboso EN 210 Mandimba Sacamo Camatambo Quincombe Fronteira EN 120 Damba Quiximba Lucunga Lemboa Buengas Santa Tomboco 31 de Janeiro Quinzau EN 160 RIO BRIDG Cruz M E Quimbianda Uambo EN 100 Bessa Bembe Zenguele UIGE Macocola Macolo Monteiro Cuilo Pombo N´Zeto EN 120 Massau Tchitato Mabaia Mucaba Sanza Uamba EN 223 E EN 223 OG O L EN 140 Quibala Norte RI Songo Pombo Lovua Ambuíla Bungo Alfândega DUNDO EN 220 EN 220 Quinguengue EN 223 Musserra UÍGE Puri EN 180 Canzar Desvio do Cagido Caiongo Quihuhu Cambulo Quipedro EN 120 Negage EN 160 Zala Entre os Rios Ambriz Bela Dange EN 220 Vista Gombe Quixico Aldeia Quisseque Cangola EN 140 Mangando EN 225 EN 100 MuxaluandoViçosa Bindo Massango BENGO Tango MALANGE Camissombo Luia Canacassala Cambamba Bengo EN 165 Caluango Tabi Quicunzo Cabombo Cuilo Quicabo Vista Quiquiemba Camabatela Cuale EN 225 Ramal da Barra Cage Alegre Maua Caungula Camaxilo Capaia Cachimo DANDE do Dande Libongos O RI S. J.das Terreiro EN 225 Barra do BolongongoLuinga Marimba Luremo Quibaxe Matas Cateco Micanda Lucapa Dande Mabubas EN 225 -
United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (Ocha)
UNITED NATIONS OFFICE FOR THE COORDINATION OF HUMANITARIAN AFFAIRS (OCHA) HUMANITARIAN SITUATION IN ANGOLA Situation Report Reporting Period: 1 – 15 October 2003 Critical Issues q Humanitarian partners reported concerns about the food security situation in Chicuma, Ganda Municipality, Benguela Province. q The Kuito – Chipeta road in Bié Province was reopened for humanitarian operations. q A drought is causing hunger amongst populations in the municipalities of Cahama, Kuvelai, Kwanhama and Ombanja, Cunene Province. q Thirty metric tons of food for distribution in Rivungo were delayed at the Namibian border due to transport problems and bad road conditions. q Food distribution was temporarily suspended in Calandula Municipality, Malanje Province, after humanitarian workers were beaten during a distribution. q Due to an increased number of returning refugees from Zambia, there is a shortage in seeds and tools for distribution in Lumbala N’Guimbo, Moxico Province. Provincial Update Bengo Province: The road to Muxaluando has been partially rehabilitated easing access to Nambuangongo which will be assessed at the end of the month. Humanitarian partners are beginning interventions in Cassoneca, including much-needed water facilities projects, in preparation for the expected arrival of 2,000 refugees and returning populations. Benguela Province: Humanitarian partners conducting an assessment in Chicuma, Ganda Municipality report the food security situation is alarming. During a recent assessment humanitarian partners found that the population lacked adequate food reserves and seeds and tools for the agricultural season. Although malnutrition levels are currently under control, humanitarian partners recommend the extending the supplementary feeding centre as a preventive measure due to the food insecurity combined with a weak health system.