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La Configuración De La Maquinaria Sobrenatural En La Poesía Épica De Gabriel Lobo Lasso De La Vega*
REVISTA DE FILOLOGÍA ESPAÑOLA (RFE) XCVIII, 2.o, julio-diciembre, 2018, pp. 423-458 ISSN 0210-9174, eISSN 1988-8538 https://doi.org/10.3989/rfe.2018.015 La configuración de la maquinaria sobrenatural en la poesía épica de Gabriel Lobo Lasso de la Vega* The configuration of the supernatural machine in the epic poetry of Gabriel Lobo Lasso de la Vega Antonio Río Torres-Murciano Universidad Nacional Autónoma de México [email protected] ORCID iD: https://orcid.org/0000-0001-5796-6699 RESUMEN: Las notables diferencias que se dan entre las dos epopeyas acerca de la conquista de México escritas por Gabriel Lobo Lasso de la Vega —la Primera parte de Cortés valeroso y Mexicana (Madrid, Pedro Madrigal, 1588) y la Mexicana (Madrid, Luis Sánchez, 1594)— son resultado del paso de un paradigma poético basado principalmente en la Araucana de Alonso de Ercilla a uno nuevo definido por la confluencia de la Jerusalén liberada de Torcuato Tasso con la Eneida de Virgilio. Palabras clave: épica española, Gabriel Lobo Lasso de la Vega, Alonso de Ercilla, Torcuato Tasso, Virgilio, Hernán Cortés. ABSTRACT: The striking differences between Gabriel Lobo Lasso de la Vega’s two epics on the conquest of Mexico —Primera parte de Cortés valeroso y Mexicana (Madrid, Pedro Madrigal, 1588) and Mexicana (Madrid, Luis Sánchez, 1594)— are the result of passing from a poetic paradigm mainly based on Alonso de Ercilla’s * Este estudio es producto del proyecto de investigación “De la épica romana a la épica de Indias. La pervivencia de los modelos clásicos en las epopeyas sobre la conquista de México”, financiado por el Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología de México (CONACYT, CB 2014/ 241095). -
Reis Ordenaram a Expulsao Dos Rebeldes, Tentando, De Tal Forma
O CRISTAO-NOVO LETRADO COMO SUJEITO COLONIAL NO BRASIL B NO MEXICO SEISCENTISTA: QUESTOES HISTORIOGRAFICAS B CANONICAS' POR LUCIA HELENA COSTIGAN The Ohio State University Bento Teixeira (1561-1600) e Luis de Carvajal, el Mozo (1567-1596) sAo prototipos de conversos ou cristaos-novos letrados que na colunia sofreram os reveses da InquisicAo por descenderem de hebreus e por serem acusados de continuar seguindo a crenga e filosofia de seus ancestrais. E para que meihor se possa entender o drama existencial do cripto- judeu, como ser dividido entre Cristo e Moises, e a problemAtica do cristao-novo nas dependencias portuguesa e espanhola da America a necessario remontar ao contexto pen- insular que o gerou. Apesar das perseguigOes esporAdicas sofridas na Peninsula Iberica pelos povos hebreus, que a partir da diaspora haviam emigrado para a Mesopotamia e, posteriormente, para a Espanha e Portugal, desfrutaram de liberdade e de prosperidade nos reinos dominados pelos mouros. A partir, pordm, das Cruzadas e, particularmente, de 1474, ano em que os reis cat6licos Isabel e Fernando subiram ao poder e empreenderam a fase final da unifica9ao dos reinos, mudancas radicais ocorreram na vida dos sefardins oujudeus peninsulares. 0 cristianismo compuls6rio imposto pelos reis cat6licos e a instituicao do Tribunal do Santo Oficio em 1478 provocou grande transtorno na vida dos adeptos da lei mosaica. A partir de entao, os judeus espanh~is submetidos ao batismo passaram a ser identificados como conversos ou marranos. Uma vez que parte dos seguidores da crenca mosaica se opus a conversoo forcada, os reis ordenaram a expulsAo dos rebeldes, tentando, de tal forma, erradicar do territ~rio espanhol recdm unificado os elementos considerados herdticos eameacadores da fA cat~lica. -
No Cachoeiradoc O Futuro E Os Caminhos Encantados: Cachoeira Reencontra Os Tupinambá
Parte 2 - No CachoeiraDoc O futuro e os caminhos encantados: Cachoeira reencontra os Tupinambá Jurema Machado de Andrade Souza SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros SOUZA, J. M. A. O futuro e os caminhos encantados: Cachoeira reencontra os Tupinambá. In: CESAR, A., MARQUES, A. R., PIMENTA, F., COSTA, L., eds. Desaguar em cinema: documentário, memória e ação com o CachoeiraDoc [online]. Salvador: EDUFBA, 2020, pp. 111-122. ISBN: 978-65-5630-192-1. https://doi.org/10.7476/9786556301921.0008. All the contents of this work, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International license. Todo o conteúdo deste trabalho, exceto quando houver ressalva, é publicado sob a licença Creative Commons Atribição 4.0. Todo el contenido de esta obra, excepto donde se indique lo contrario, está bajo licencia de la licencia Creative Commons Reconocimento 4.0. O futuro e os caminhos encantados: Cachoeira reencontra os Tupinambá Jurema Machado de Andrade Souza Em um dia de agosto de 1999, dezenas de indígenas Pataxó e Pataxó Hãhãhãi retomavam a área compreendida como Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal, município de Porto Seguro, na Bahia. Os indígenas, especificamente os Pataxó, que contavam com o apoio dos Hãhãhãi, reivindicavam aquela área como seu território tradicional e solicitavam à Fundação Nacional do Índio (Funai) a revisão de limites da terra indígena, de maneira que a área do parque, uma unidade de conservação criada sobrepondo-se ao território indígena, vol- tasse a ser de sua livre circulação. Os Pataxó já estavam desde o ano anterior em um movimento para restaurar seu território tradicional, esbulhado em décadas de omissões e descaso dos pode- res locais e federal. -
Travel and Ethnology in the Renaissance: South India Through European Eyes, 1250-1625 Joan-Pau Rubies Index More Information
Cambridge University Press 0521770556 - Travel and Ethnology in the Renaissance: South India through European Eyes, 1250-1625 Joan-Pau Rubies Index More information Index Abag-DevõÁ, queen of Olala 359, 363±6, 364, ambassadors as travellers 50, 136±40, 186, 375 198±9 Abano, Pietro d' 57 ambiguity of sacred images 107 Abbas of Persia, Shah 365, 376, 384 ambivalence towards native religions 108 «Abd al-RazzaÅq 23±4, 33, 287 Amuktamalyada (attr. Krishna Deva Raya) and Varthema 147, 152, 158 238, 239±40, 266 Abelard, Peter 42, 397 analogies between European and oriental Abencerraje (anon.) 257 realities and traditions 68, 219, 232, accommodation to indigenous religion see 233, 240±1 missionaries, accommodation brahminic thread and Trinity 221, 336±7, Account of the main things of the kingdom of 341 Vijayanagara (Rubino) 330 classical sources 346, 357 accuracy see truthfulness in writing Kircher's originality and 347 Achyuta Deva Raya 17, 195, 235, 240 Nunes on kingship and society 291 in Nunes' account 256, 266, 269±70, 271 Paes on festivals 246±7 Achyutarayabhyudayam (Rajanatha) 240, Ancona, Ciriaco d' 90 271±2 Andaman Islands 38, 39 Acosta, Jose de 174±5, 320 Anegondi fortress 14±15 Acqui, Jacopo d' 57 animals and birds 39, 59, 60, 215, 218, 224 Adam, relics of 65 see also horses; monsters Adil Shah/Khan 191, 194, 270 antiquarianism 18±34, 27±8, 87, 89, 260, Ibrahim 272, 281 346±7, 370±3 Advaita philosophy 235 seventeenth-century European 383 agriculture 224 see also della Valle; Kircher; Rogerius Akbar, Mughal emperor (1542±1608) 1, 10, -
Ficções Do Eu Augusto Dos Anjos
MARY JANE FERNANDES FRANCO Ficções do Eu Augusto dos Anjos 1 Dissertação apresentada ao Curso de Pós-Graduação em Letras - Literatura Brasileira e Teoria Literária - da Universidade Federal de Santa Catarina para obtenção do título de Mestre em Letras, área de concentração em Literatura Brasileira. Orientadora: Prof. Dr3. Tânia Regina Oliveira Ramos Florianópolis 2000 A Lina Correia Fernandes, pelo amor inquestionável. AGRADECIMENTOS À Tânia, pelo respeito, pela amizade e, sobretudo, pelo acolhimento do projeto inicial e subseqüente orientação que resultou neste trabalho; Aos familiares e amigos, pela compreensão e apoio permanentes; Ao Carlos e à Eliane, pelas descobertas literárias e por compartilharem seus livros e conhecimentos; Aos professores do curso, em especial à Simone e à Odília, pelas críticas e sugestões; À Elba e à Mirtes, pelo atendimento carinhoso e competente; Às bibliotecárias Eldinha (Biblioteca Rio-Grandense da cidade do Rio Grande) e Jane (FURG), pela paciente busca de material; A direção e aos colegas do Caie, por todo o incentivo; À Susana, pelo desafio dos (des)encontros; À Maria Helena, por ter chegado na hora certa; A Adriana, pela interlocução, principalmente nos momentos de crise; \ A Gigi, por todo o apoio recebido desde os tempos do “Apoio”; Ao pessoal da SMEC, especialmente à Maria Aparecida, pela disponibilidade em atender a solicitação de licença durante a realização deste trabalho; À CAPES, pela concessão de recursos materiais. RESUMO No conjunto da produção literária contemporânea, observa-se que a inclusão de personalidades e acontecimentos históricos (também do âmbito da história literária) no enredo de narrativas ficcionais tem se constituído em um terreno fértil para muitos autores. -
Colonização E Resistência No Paraguaçu – Bahia, 1530 – 1678
Universidade Federal da Bahia Progama de pós-graduação em História Curso de mestrado em História social COLONIZAÇÃO E RESISTÊNCIA NO PARAGUAÇU – BAHIA, 1530 – 1678 Juliana Brainer Barroso Neves Orientador(a): Maria Hilda Baqueiro Paraíso Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Bahia, como requisito parcial para obtenção do grau de mestra em História. Recife, 2008 1 DEDICATÓRIA A minha família representada por Pedro, e aos meus amigos, representados por Nanda. 2 AGRADECIMENTOS Relutei um pouco para escrever esse agradecimento temendo que minha memória me traísse e eu acabasse esquecendo alguém importante. Mas diante do significado que esse trabalho tem para mim acredito que seria no mínimo indelicado da minha parte não fazer essa pequena homenagem àqueles que tanto influenciaram para que essa dissertação chegasse ao fim. Primeiro e sempre, quero agradecer a minha mãe, Ana e meu pai, Mano, que mesmo diante de todas as dificuldades da vida, encontraram um meio de “patrocinar” todas minhas “invenções”, inclusive e especialmente essa. Aos meus irmãos, Nelly e Dinho também devo agradecer, já que em muitos momentos difíceis eles me escutaram e me aconselharam a respeito da minha profissão e da minha vida em geral. Aos meus sobrinhos, Camila e Davi, agradeço todas às vezes que eu ficava com preguiça de estudar e os usava como desculpa para não faze-lo. A toda minha família tenho que agradecer o apoio e fé que sempre tiveram em mim. Em especial a tia Lucinha, e mais especial ainda a meu “tio Feo”, um dos que mais me incentivou a me meter nessa vida acadêmica e que também ficou pendurado algumas horas comigo ao telefone nos últimos anos, me dando coragem para continuar. -
Deus E O Diabo Na Terra Do Sol
UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE LETRAS DEPARTAMENTO DE TEORIA LITERÁRIA E LITERATURAS ELZIMAR FERNANDA NUNES RIBEIRO DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL CARAMURU COMO REPRESENTAÇÃO ÉPICA DA COLONIZAÇÃO Brasília 2007 11 ELZIMAR FERNANDA NUNES RIBEIRO DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL CARAMURU COMO REPRESENTAÇÃO ÉPICA DA COLONIZAÇÃO Tese apresentada ao Departamento de Teoria Literária e Literaturas, Instituto de Letras da Universidade de Brasília – UnB, como requisito parcial para a obtenção do grau de doutor em Literatura e Práticas Sociais, sob a orientação da Profa. Dra. Sara Almarza. Brasília 2007 12 ELZIMAR FERNANDA NUNES RIBEIRO DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL: CARAMURU, DE SANTA RITA DURÃO, COMO REPRESENTAÇÃO ÉPICA DA COLONIZAÇÃO Tese apresentada ao Departamento de Teoria Literária e Literaturas, Instituto de Letras da Universidade de Brasília – UnB, como requisito parcial para a obtenção do grau de doutor em Literatura e Práticas Sociais Data de aprovação: _____ de __________________ de 2007. _________________________________________ Profa. Dra. Sara Almarza – UnB Presidente _________________________________________ Prof. Dr. Ivan Teixeira – USP _________________________________________ Profa. Dra. Lúcia Helena Marques Ribeiro - UCB _________________________________________ Prof. Dr. Robson Coelho Tinoco - UnB _________________________________________ Profa. Dra. Sylvia Helena Cyntrão - UnB _________________________________________ Prof. Dr. João Vianney Cavalcanti Nuto - UnB Suplente 13 Aos meus pais, Itamar e Elza. O que sei do amor, aprendi com vocês. 14 AGRADECIMENTOS A realização deste trabalho não seria possível sem o apoio de muitas pessoas e instituições. Em primeiro lugar, quero reconhecer e ressaltar a enorme importância do ensino público brasileiro, pois, apesar de todas as deficiências, ele tem sido o maior instrumento de democratização do conhecimento neste país. -
Through Cracks in the Wall Atlantic World
Through Cracks in the Wall Atlantic World Europe, Africa and the Americas, 1500–1830 Edited by Benjamin Schmidt University of Washington and Wim Klooster Clark University VOLUME 19 Through Cracks in the Wall Modern Inquisitions and New Christian Letrados in the Iberian Atlantic World By LúciaHelenaCostigan LEIDEN • BOSTON 2010 On the cover: An artist rendition of a scene of torture overseen by the inquisitors, superseded by documents produced by the Portuguese Inquisition. This book is printed on acid-free paper. Library of Congress Cataloging-in-Publication Data Costigan, Lúcia Helena. Through cracks in the wall : modern inquisitions and new Christian letrados in the Iberian Atlantic world / by Lúcia Helena Costigan. p. cm. – (Atlantic world ; 19) Includes bibliographical references and index. ISBN 978-90-04-17920-2 (hardback : alk. paper) 1. Inquisition–Portugal–History. 2. Christian converts from Judaism–Atlantic Ocean Region–History. 3. Christian converts from Judaism–Brazil–History. I. Title. BX1730.C67 2010 272'.2098–dc22 2009040863 ISSN 1570-0542 ISBN 978 90 04 17920 2 Copyright 2010 by Koninklijke Brill NV, Leiden, The Netherlands. Koninklijke Brill NV incorporates the imprints Brill, Hotei Publishing, IDC Publishers, Martinus Nijhoff Publishers and VSP. All rights reserved. No part of this publication may be reproduced, translated, stored in a retrieval system, or transmitted in any form or by any means, electronic, mechanical, photocopying, recording or otherwise, without prior written permission from the publisher. Authorization to photocopy items for internal or personal use is granted by Koninklijke Brill NV provided that the appropriate fees are paid directly to The Copyright Clearance Center, 222 Rosewood Drive, Suite 910, Danvers, MA 01923, USA. -
Association of Hispanists of Great Britain and Ireland
Association of Hispanists of Great Britain and Ireland Conference Programme Monday 2nd April 9:30-10.30am Registration 10:30am-12:30pm Golden Age Panel A: Applied Linguistics Digital Hispanisms Games and Playfulness Workshop on Publishing Exploring Political Convenor: Paul O‟Neill Convenor and Chair: Chair: Ricardo Thought in Golden Age Chair:Paul O‟Neill Kirsty Hooper, Fernandez Details to be confirmed Spain University of Liverpool Chair: Jonathan Thacker Evaluación de la ¿Fuera de juego?: el competencia léxica y In search of models for fútbol en la poesía Between Illusion and planificación curricular digital scholarship in española contemporánea Delusion: Giant del léxico: un estudio de Hispanic Studies Javier Letrán, University Puppets, Windmills, disponibilidad léxica Paul Spence, of St Andrews and the Spectator in the Felipe Jiménez-Berrio, Department of Digital Golden Age University of Navarra Humanities, King‟s From Orality to Tyler Fisher Royal College London Literacies – Conflicted Holloway, University of A comparative study of Readings in Isabel London the teaching of two Digital editions of Allende‟s Cuentos de complex grammatical multilingual and Eva Luna The Force of Habit: features: Verbal multiversion texts, and Mel Boland, National Translating the Periphrasis in Spanish linguistic and literary University of Ireland, Performance of Gender and Verb analysis. The Andrés de Galway in Guillén de Castro‟s La Complementation in Poza Project fuerza de la costumbre English Nekane Celayeta- Carmen Isasi, K. Josu Joking, Authorship -
A Family of the Nação from the Atlantic to the Mediterranean and Beyond (1497–1640)
Chapter 2 A Family of the Nação from the Atlantic to the Mediterranean and Beyond (1497–1640) James Nelson Novoa At some point in late 1595, a ship arrived in Lisbon carrying several prisoners on their way from Brazil to face trial through the tribunal of the Inquisition of Lisbon, which oversaw Portugal’s Atlantic possessions in the matters of faith. The accused were individuals who came under scrutiny in the first inquisito- rial visitation in the northeast of Brazil under Frei Heitor Furtado de Mendoça who had arrived there in June 1591. As there never was an independent tribu- nal of the Portuguese Inquisition in Brazil, it was dependent on the tribunal of Lisbon, and this visitation was the way in which the tribunal could impose orthodoxy in the overseas territory.1 Among the prisoners who arrived was a native of Porto, Bento Teixeira, who would go on to be hailed as Brazil’s first 1 On the visitation, see José Antônio Gonsalves de Mello, “Um tribunal da inquisição em Olinda, Pernambuco (1594–1595),” in Revista da Universidade de Coimbra 36 (1991): 369–74; Luiz Mott, Primeira visitação do santo ofíicio a Bahia (1591) (EDUFBA, 2010), 1–26, http:// books.scielo.org/id/yn/pdf/mott-9788523208905-03. Emanuel Luiz Souza e Silva, “‘Juntos à Forca’: A Família Lopes e a Visitação do Santo Oficio à Bahia (1591–1593),” Master’s thesis, Universidade Estadual de Feira de Santana, 2010; Angelo Adriano Faria de Assis, “O licen- ciado Heitor Furtado de Mendonça, inquisidor da primeira visitação do Tribunal do Santo Ofício ao Brasil,” in Anais do XXIII Simpósio Nacional de História (Londrina: ANPUH, 2005) cd-rom. -
POEMA ÉPICO Santa Rita Durão
1 MINSTÉRIO DA CULTURA Fundação Biblioteca Nacional Departamento Nacional do Livro CARAMURU: POEMA ÉPICO Santa Rita Durão CANTO I I De um varão em mil casos agitado, Que as praias discorrendo do Ocidente, Descobriu o Recôncavo afamado Da capital brasílica potente: Do Filho do Trovão denominado, Que o peito domar soube à fera gente; O valor cantarei na adversa sorte, Pois só conheço herói quem nela é forte. II Santo Esplendor, que do grão-Padre manas Ao seio intacto de uma Virgem bela; Se da enchente de luzes Soberanas Tudo dispensas pela Mãe Donzela; Rompendo as sombras de ilusões humanas, Tu do grão caso! a pura luz revela Faze que em ti comece, e em ti conclua Esta grande Obra, que por fim foi tua. III E vós, Príncipe excelso, do Céu dado Para base imortal do Luso Trono; Vós, que do Áureo Brasil no Principado Da Real sucessão sois alto abono: Enquanto o Império tendes descansado Sobre o seio da paz com doce sono, Não queirais de dignar-vos no meu metro De pôr os olhos, e admiti-lo ao cetro. IV Nele vereis Nações desconhecidas, Que em meio dos Sertões a Fé não doma; 1 2 E que puderam ser-vos convertidas Maior Império, que houve em Grécia, ou Roma: Gentes vereis, e Terras escondidas, Onde se um raio da verdade assoma, Amansando-as, tereis na turba imensa Outro Reino maior que a Europa extensa. V Devora-se a infeliz mísera Gente, E sempre reduzida a menos terra, Virá toda a extinguir-se infelizmente; Sendo em campo menor maior a guerra. -
“Un Episodio Trágico En La Araucana: La Traición De Andresillo (Cantos XXX-XXXII)” Mercedes Blanco, Sorbonne Université
“Un episodio trágico en La Araucana: la traición de Andresillo (cantos XXX-XXXII)” Mercedes Blanco, Sorbonne Université Se han comentado a menudo las diferencias de estructura y planteamiento entre las tres partes que componen La Araucana; la segunda, que contiene episodios proféticos y se desplaza a escenarios distantes de Chile, es distinta de la primera, más lineal y en apariencia más similar a una crónica. La tercera es más breve que las dos primeras, y contiene líneas argumentales muy distintas: final sin final de la guerra en Chile, exploración de Ercilla a zonas desconocidas muy al sur del teatro de la guerra, asunto de la incorporación de Portugal a la corona hispánica. Todo lo cual contribuye a alimentar la impresión de un texto abierto, que se va haciendo a lo largo de veinte años y evoluciona al tiempo que lo hace su creador y al compás del cambio histórico y de las novedades en el campo cultural y literario. De hecho, la tonalidad y los efectos estéticos también varían entre las tres partes, siendo la tercera bastante más sombría que las dos anteriores. De los materiales que la componen puede desgajarse una parte esencial para la lógica narrativa y el efecto del conjunto: el episodio de la traición de Andresillo contado a lo largo de tres cantos. Nos proponemos mostrar que fue estructurado como una tragedia engastada en la epopeya, tal vez por influencia de Aristóteles y de sus comentaristas, episodio cuya concepción y desarrollo deriva de las dos principales tradiciones de las que se nutre la Araucana, la materia caballeresca reflejada en Ariosto y la epopeya clásica.